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    Itália em 2009: http://www.mochileiros.com/italia-maio-2009-veneza-pisa-florenca-milao-roma-e-pompeia-t58112.html#p614278

    5 dias em Bariloche: http://www.mochileiros.com/5-dias-em-bariloche-argentina-t58145.html

    6 dias em São Paulo: http://www.mochileiros.com/6-dias-em-sao-paulo-t84086.html

    Fim de semana em São Pedro da Serra, Lumiar e Boa Esperança - RJ: http://www.mochileiros.com/fim-de-semana-em-sao-pedro-da-serra-lumiar-e-boa-esperanca-rj-t71298.html

    Fim de semana em Penedo, RJ: http://www.mochileiros.com/fim-de-semana-em-penedo-rj-t76627.html

    Duas noites em Campos do Jordão, SP: http://www.mochileiros.com/duas-noites-em-campos-do-jordao-sp-t76854.html#p788136

    São Thomé das Letras - MG - Julho de 2013: http://www.mochileiros.com/sao-thome-das-letras-mg-julho-de-2013-t86625.html
  1. Oi, Porreca! Um pena mesmo, acho que dei muito azar... Como eu disse num comentário anterior, minha irmã fez o mesmo passeio que eu, só que no feriado de Corpus Christi de 2012, e adorou São João! Ela me disse que o centro histórico é lindo, e que também foi de carro, que se perdeu, mas depois se achou e deu tudo certo. A sinalização em SJ é realmente péssima. O fato de eu ter levado cerca de 1h para achar a igreja e ter dado de cara na porta me frustrou, ainda mais porque era um feriado religioso. Depois eu só encontrei gente que não sabia (ou não queria) me informar nada... aí já era o meu bom humor. Mas não desisti de SJ, não. Ainda mais agora que vou ter um guia! Mas vou de trem, para garantir heheheheh! Obrigada, amigo! Bjs!
  2. Oi, Erika! Eu passei um dia inteiro em Tiradentes e posso te dizer que conheci tudo que era importante. SJ também não pede mais que um dia. No meu caso, usei o dia de SJ para conhecer Bichinho também. Só aí são 2 dias inteiros. Se você conseguir chegar bem cedo no primeiro dia, dá pra ir logo conhecer uma cidade, no dia seguinte conhece a outra e no outro dia vai embora, passando duas noites só. Se chegar na hora do almoço, pode passar a tarde em SJ e o dia seguinte inteiro em Tiradentes, sem conhecer Bichinho, aí também são duas noites. Eu fiquei 3 noites e achei que foi um tempo bom. Beijos!
  3. Oi, Erika! Só agora vi sua mensagem, desculpe a demora! Sugiro que vá a São João de trem para não ter os problemas que eu tive. E se tiver chance e gostar de uma boa comida mineira, vá almoçar em Bichinho, mas chegue cedo para não pegar fila Mas cada viagem é uma! Minha irmã fez o mesmo roteiro que eu, adorou São João e odiou Bichinho, então vai pegando as dicas e decidindo conforme as coisas forem acontecendo. Beijos!
  4. Oi, Alicem, desculpe não te responder sobre o ingresso no Circo, só agora é que vi sua mensagem. Como foi o passeio? Faz um relato aí pra contar! Beijos!
  5. 1º dia: quinta-feira, 30/05/13 Feriado de Corpus Christi, meu marido e eu partimos para Minas Gerais para conhecer Tiradentes, São João Del Rei e Bichinho. Ficamos hospedados em Tiradentes na Pousada São João da Serra, que fica a dois minutos a pé do Largo das Forras. (Rua dos Inconfidentes, 247, Centro. Tel: (32) 3355-1112; Móvel: (32) 9103-3269. Não tem site, só Facebook). A pousada é muito simples, sem luxo, mas estava muito limpa, tem estacionamento, café da manhã simples e um ótimo preço. Não teria problemas em me hospedar lá de novo. Chegamos no final da tarde e almoçamos um tutu à mineira no Restaurante Dona Xepa, estava muito gostoso! Demos uma volta rápida pelo Largo e fomos tomar banho e descansar um pouco na pousada. À noite, voltamos ao Largo e fomos ao Confidências Mineiras, lugar gostosinho que tem muitas opções de cachaças. Tomamos uma Vale Verde muito saborosa e comemos um trio de linguiça, torresmo e aipim, que estava bom, mas já comi melhores. 2º dia: sexta-feira, 31/05/13 No Largo das Forras fomos ao Centro de Informações Turísticas, pegamos um mapinha da cidade e tentamos reservar o passeio de jardineira que ouvi falar muito bem, mas já estava lotado por todo o feriado. O centro histórico é uma graça, eu fiquei muito encantada com a cidade! Cercada pela belíssima Serra de São José, Tiradentes é o encontro da beleza de Paraty com o cheiro de Ouro Preto! Passamos o dia percorrendo as ruas, conhecendo os pontos turísticos, sempre com aquele clima gostoso de cidade mineira. Trem dos bão meis! Seguindo pela Rua Ministro Gabriel Passos, bebemos água no Chafariz de São José para garantir um próximo retorno (“Considerado um dos mais bonitos de Minas, o chafariz datado de 1749 tem três fontes e é o único do estado com oratório e imagem de santo - São José de Botas, feita no século 18, em terracota. Foi construído com três funções: na parte da frente, abastecer com água potável a população, à direita servir como suporte para as lavadeiras locais e à esquerda servir de bebedouro aos animais. A lenda diz que basta você beber um gole desta água e novamente você retornará a Tiradentes”). Depois, subimos a Rua da Câmara para fotografar a Matriz de Santo Antônio e no informar sobre o show de som e luz que acontece nos fins de semana às 20h. Os ingressos são vendidos uma hora antes do espetáculo, então resolvemos não entrar na igreja e voltar lá á noite. Descemos a Rua Direita, conhecemos a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, onda estava tocando uma música ao vivo muito gostosa na praça em frente, e o Sesi Centro Cultural Yves Alves, que é muito bem cuidado, mas não tinha nenhuma atração interessante. Já estava dando fome, então almoçamos um frango ao molho pardo que estava bom, mas não tão gostoso quanto o da minha mãe, no Restaurante Tempero da Roça (R. Ministro Gabriel Passos). Bem ao lado do restaurante, há uma loja de doces que não me lembro o nome, mas que tem as balas de coco mais deliciosas que já comi em toda a minha vida, daquelas de derreter na boca! Depois do almoço, subimos a Rua Santíssima Trindade para conhecer o Santuário e a sala dos ex-votos. De lá, descemos para a Rua Padre Toledo e conhecemos o Museu Padre Toledo, que está todo reformado e muito bem cuidado, com destaque para a Sala dos Espelhos, com espelhos no chão que refletem as pinturas no teto. Na saída, pose para foto na Estátua do Alferes Tiradentes, em frente ao Museu. Pernas pra que te quero, subimos o morro de São Francisco, que descortina uma das mais bonitas vistas da cidade. Lá fica a Igreja São Francisco de Paula, que não entramos, nem sei se estava aberta. Depois descemos e fomos ao Largo das Mercês, pois queria conhecer a Igreja Nossa Senhora das Mercês dos Pretos Crioulos, mas infelizmente estava fechada. Ali no Largo das Mercês, fomos no Marcas Mineiras, um café muito charmoso que fica no quintal de uma casa, com várias árvores, plantas e flores que dão ao ambiente um clima muito gostoso! Na entrada da rua tem umas mesinhas, mas não se engane, o bom é ficar nos fundos do café. Fim de tarde, fomos tomar banho e nos arrumar para a noite. Chegamos na Matriz de Santo Antônio às 19h, compramos nosso ingresso para o espetáculo de som e luz e fomos dar umas voltinhas por ali até a hora do início. O espetáculo é bem legal, nós ficamos sentados nos bancos da igreja e há uma narração do Paulo Goulart falando sobre a construção e explicando um por um os monumentos da igreja, que são iluminados de acordo com a narração. Depois do espetáculo, teve um concerto no órgão, (que também era pago) mas não quisemos assistir. O espetáculo de som e luz é muito legal, mas não vale a pena pagar para visitar a igreja de dia e depois pagar para voltar à noite. Ou vá de dia ver por conta própria, ou vá de noite ver o espetáculo. Fazia muito frio e o Largo das Forras fervia de gente! Optamos por tomar um esquenta-peito e comer pastel de angu no Point Real, que é ao ar livre e tinha uma música ao vivo com um cantor muito ruim mesmo. O pastel de angu é famoso em Tiradentes, não é recheado de angu, mas sim com a massa feita com angu e recheios variados, parece um salgadinho de festa. Estava gostoso, mas não é inesquecível. Não aguentamos o cantor e o frio, então buscamos abrigo no Mandalun, um lugar bem gostosinho, onde ficamos na varanda coberta (o que nos permitiu ver o movimento mais aquecidos) e eu tomei um creme de aipim e meu marido comeu uma porção de jiló frito, que, segundo ele, estava muito boa! Como a pousada que ficamos é pertinho do Centro Histórico, fizemos todos esses passeios de hoje a pé. 3º dia: sábado, 01/06/13 No dia de conhecer São João Del Rei, decidimos ir de carro porque meu marido não é muito fã de passeios de trem (já fizemos em Ouro Preto e em São Lourenço e para ele já foi mais que suficiente). O problema é que a cidade é grande, não há sinalização nenhuma nas ruas e o GPS só mandava a gente entrar na contramão. Rodamos por cerca de 1 hora e quando já estávamos quase desistindo conseguimos chegar à Praça Frei Orlando, onde fica a Igreja de São Francisco de Assis e a Casa de Bárbara Heliodora, onde supostamente funciona a Secretaria de Turismo. Enfim. Em pleno feriadão de Corpus Christi, a igreja estava fechada e o endereço que eu tinha da Casa de Bárbara Heliodora, onde eu pretendia pegar mais informações sobre a cidade, indicava um consultório odontológico que também estava fechado. Entrei na loja de artesanato ao lado e a vendedora me informou que a Casa de Heliodora era ali mesmo, no mesmo endereço do dentista, mas que estava fechada, porque só abria durante a semana. - É lá o centro de informações turísticas? - É, mas só funciona nos dias úteis. - Então fica fechado nos feriados e fim de semana, quando a cidade recebe turistas? - É. - Sei... Tem alguma mapinha da cidade aí? - Tem. Custa R$12,00. Saí da loja indignada, sem saber para onde ir. Perguntei para uma vendedora de doces da praça como eu fazia para chegar no centro histórico, mas ela não sabia responder porque não morava na cidade, só ia lá para vender doces mesmo. Aí foi a gota d’água para mim. Que cidade turística é essa? Será que só é bem vindo quem chega de trem ou quem tem dinheiro para bancar um guia da praça? Quem quer conhecer por conta própria faz como? Não há nenhuma orientação para quem chega de carro, o centro de informações turísticas e a principal igreja fechados em pleno feriadão... Já viajei muito e nunca vi nada igual. Me lembrei de cidades como Congonhas, em Minas mesmo, que logo na entrada havia um centro de informações com mapa gratuito, e a sinalização turística era tão boa que nem precisaria do mapa. Mas São João Del Rei, não. Ou a gente contratava um daqueles guias insistentes da praça ou íamos embora. Então fomos embora. Mas cadê que a gente conseguia achar a saída? Um carro parou do lado do nosso porque viu que nossa placa era do Rio, perguntou se poderia seguir a gente porque estava perdido tentando pegar a estrada para Tiradentes, mas nós também estávamos totalmente perdidos. Depois de muitas voltas, finalmente o GPS acertou e nos levou para a estrada. Tchau e bênção, São João! Voltando para Tiradentes, pouco depois da estação de trem tem uma entrada à direita que leva para Bichinho. A estrada de pedra até lá é tranquila, o dia estava lindo e rapidamente aquele clima nos fez esquecer o caos anterior. São 8 km até a cidade do artesanato. Bichinho basicamente só tem uma rua, mesmo assim é mais sinalizada que São João. Paramos o carro num estacionamento ao lado do Restaurante Tempêro da Angela, onde planejávamos almoçar. O restaurante estava vazio, era meio-dia, mas estávamos sem fome, então fomos dar uma volta pela rua para ver as lojas. São muitas! Depois meu marido cansou e foi tomar uma cerveja enquanto eu continuava andando. A cidade tem um clima muito gostoso de interior! Por volta de 13:30h, voltamos ao Tempêro da Angela e para nossa surpresa estava simplesmente lotado! Há um salão de espera, onde ficamos em pé por mais de uma hora esperando uma mesa. É claro que deixei meu marido lá tomando mais cerveja enquanto eu rodava mais um pouco pelas lojas. Apesar da demora, o clima era divertido, sempre que a menina chamava o próximo da lista, havia aplausos e comemoração! Finalmente chegou a nossa vez e posso dizer com toda certeza que foi o melhor almoço mineiro que comi em toda minha vida! A comida é simplesmente deliciosa! São dois fogões à lenha e a própria Angela fica cozinhando ali, na sua frente, no fogão, enquanto você se serve. Ela preparou um angu delicioso, ali ao vivo! E os torresmos?? Comi até quase enfartar! O bufê também inclui café e uns 3 tipos de doces caseiros. No final, a gente queria continuar comendo, mas não tínhamos mais forças. Éramos duas sucuris, não conseguíamos nem nos mexer! Deixamos o restaurante, e como quem tá no inferno tem mais é que abraçar o capeta, fui numa loja de doces do outro lado da rua e comprei várias guloseimas. No estacionamento, sugeri ao vigia que instalasse ali umas redes para a sesta dos que saíam do restaurante. Era tudo o que eu queria naquele momento! Voltamos para Tiradentes com uma lembrança muito boa de Bichinho, certos de que não tardaremos muito para voltar. Meu marido foi dormir e eu me arrastei até o Chico Doceiro, que fica pertinho da pousada, para garantir as encomendas de doces da família. Eram 17h e os doces já tinham se acabado, cheguei quando a loja estava fechando. Por sorte, ainda havia potes de doce de leite e o seu Chico, muito atencioso, providenciou para mim os cones de biscoito, que são deliciosos! Você compra um kit com um pote de doce de leite e um saco de cones de biscoito, coloca o doce no cone e se esbalda! Saímos da pousada por volta das 21h e fomos no Sabor e Arte ali no Largo das Forras. Ficamos na mesa da calçada, tomando uma Germana para esquentar, tomei uma canja e comemos bolinho de bacalhau. A música ao vivo era ótima, gostamos muito do lugar! 4º dia: domingo, 02/06/13 Dia de voltar para casa, meu marido ficou de preguiça na pousada e eu fui bater perna pelas lojas da cidade antes de irmos embora. Na saída da cidade, pouco antes de pegarmos a estrada, há uma loja chamada Qué Queijo que vende artesanato, queijo canastra e requeijão de corte muito bons. Cidadezinha boa essa de Tiradentes!
  6. Taí uma novidade, Nilton! Nunca ouvi falar nesse lugar, mas parece bem interessante, vou dar uma pesquisada! Obrigada pela dica! Beijos!
  7. Legal! Qualquer coisa, só perguntar Deixe Niterói para o último dia, aí você só vai se já tiver visto tudo que quis no Rio. Depois faz um relato para contar como foi! Bjs!
  8. O passeio no centro do Rio é ótimo, prepara-se para andar bastante! Você pode ir andando da Lapa. Ao lado da Lapa tem a Catedral Metropolitana (se te interessar ver igreja). Depois você anda até a Cinelândia, lá você faz a visita guiada do Teatro Municipal (IMPERDÍVEL) e da Biblioteca Nacional. Ali perto também tem a Academia Brasileira de Letras, mas não é todo dia que tem visita guiada lá. Sugiro que se informe bem sobre as visitas guiadas nesses 3 lugares para não perder tempo. O próximo ponto ali perto é o Museu de Belas Artes, na Avenida Rio Branco, mas se não tiver nenhuma exposição interessante você pode pular. Por ali também fica a Confeitaria Colombo (do outro lado da Rio Branco, na rua Gonçalves Dias). Estando naquela área, pode aproveitar para conhecer o Real Gabinete Português de Leitura, que é uma visita muito rápida, mas o Gabinete é lindo e vale a pena conhecer! Depois tem a Rua da Alfãndega e o camelódromo da Uruguaiana, que é a 5 de Março carioca, mas se você não pretende fazer compras, pode pular (lá você encontra lembranças do Rio, como cangas, por preços melhores que na zona sul). Já na área da Avenida Primeiro de Março, você pode fazer a visita guiada do Palácio Tiradentes (bem legal para conhecer como era o centro do Rio antigamente, lá não tem hora marcada, sempre tem um monitor). Ao lado, tem o Paço Imperial (visita rápida, é mais para ver por fora mesmo). Em frente ao Paço tem a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, que você pode ver o espetáculo de som e luz e conhecer o Museu Arqueológico. Seguindo a Avenida Primeiro de Março, você conhece o CCBB, o CC dos Correios e a Casa França Brasil (é um do lado do outro). Na diagonal do CCBB, tem a Candelária, que é uma igreja muito importante do centro da cidade. E um pouco depois, vem o Mosteiro de São Bento (que eu ainda não conheço). Em frente à Candelária fica a entrada para a Ilha Fiscal, que é um passeio de meio dia. Sugiro que você vá na Ilha Fiscal em outro dia (talvez no sábado depois da feira do Lavradio) e dedique um dia inteirinho para o centro. Ou então vá à Ilha logo de manhã e uso o resto do dia para conhecer só um ponto ou outro do centro que te interessar mais. Impossível fazer tudo num dia só. Espero ter ajudado um pouquinho! Beijos!
  9. Não acho interessante você ir para a Região dos Lagos, vai perder muito tempo na estrada e lá é bom para passar uns dias. Se tiver com dia livre e quiser sair um pouco do Rio, sugiro que vá até o centro e pegue a barca na Praça XV para Niterói. Quando descer da barca, vire à esquerda, vá até o terminal e pegue o ônibus 47B (não serve o 47, nem o 47A, tem que ser o 47B) e desça no MAC (Museu de Arte Contemporânea), aquele com forma de disco voador. É para ver o museu em si, porque dificilmente tem exposição boa lá. Depois passeie pelo calçadão até a praia de Icaraí, lá tem uma vista linda para o Rio (Pão de Açúcar e Corcovado). Se quiser continuar em Niterói, pode ir conhecer a Fortaleza de Santa Cruz (ônibus 33, pega na praia de Icaraí, mas antes de subir pergunte ao motorista se vai até a Fortaleza, pois não são todos os 33 que vão. Se não for, pode pegar assim mesmo, descer no ponto final e pegar um táxi até lá, não é muito longe, só é longe para ir a pé. Ou então espere por outro 33 que vá até a Fortaleza). Em Niterói também há a praia de Itacoatiara, fica bem distante de Icaraí, mas lá há um costão legal para subir e ver o por do sol (procure no youtube por "costão de itacoatiara" para ter uma ideia de como é).
  10. Sobre o dia 10 (quinta), um dia inteiro só para passear pela Lapa? Esquece! O melhor da Lapa é a noite e isso você já vai fazer! Sugiro que vá a um show no Circo Voador, uma noite no Rio Scenarium (sambinha do bom) e nas outras noites escolha algum bar pelo bairro mesmo, que todos são muito animados! Se quer andar pela Lapa de dia, sugiro que faça isso no sábado dia 5 de manhã, pois todo primeiro sábado do mês há a Feira do Rio Antigo, mais conhecida como Feira do Lavradio, na Rua do Lavradio, na Lapa. É para quem gosta de feirinha. Aí você aproveita para dar uma volta pelo bairro, conhece a Escadaria Selarón e dá um pulo em Santa Teresa. Os bondinhos de Santa Teresa infelizmente ainda não estão funcionando, então tem que ir de ônibus. Se não te interessar conhecer Santa Teresa, pode aproveitar o resto do sábado para pegar uma praia. No sábado dia 5 tem Festa Ploc 80's no Circo Voador, não sei se é do seu gosto, mas essas festas costumam ser divertidas Bom, taí minha sugestão de programa para o seu sábado! Se você gosta de fazer trilha, um programa imperdível é subir a Pedra Bonita, trilha tranquila e com uma vista linda! Lá há saltos de asa delta, mas sobre isso não sei te informar. Então você pode fazer o que te sugeri no sábado, ir na Pedra Bonita no domingo (melhor ir lá fim de semana) e deixar o Pão de Açúcar para a quinta (dia 10).
  11. A programação para o dia 3 (quinta) tá ótima, mas dependendo da hora que você chegar no Rio, talvez não tenha muito tempo de rodar por Copa antes do tour de bike, então é melhor você guardar mais um tempinho para rodar por lá depois. É lá que você vai se hospedar? Se for, vai arrumar tempo tranquilo. O roteiro do bike-tour que você vai fazer é o que passeia pela praia de Ipanema, circula a Lagoa, vai para o Leblon e termina com o por do sol no Arpoador? Se for, sugiro que você exclua a Lagoa do roteiro de sexta, porque você já vai ter dado a volta completa nela de bicicleta no dia anterior. A não ser que você queira voltar para ver mais alguma coisa, mas aí sugiro que deixe para repetir no último dia, se sobrar tempo. Então para o dia 4 (sexta), só sugiro que exclua a Lagoa, a não ser que volte lá à noite. No dia 6 (domingo), você consegue conhecer a praia Vermelha antes de subir no Pão de Açúcar, que é coisa rápida. Se for à Botafogo, terá uma bela vista para fotografar o Pão de Açúcar. Você pode inclusive ir ao Botafogo Praia Shopping, que no último andar há uma varanda com uma vista linda para lá, garante boas fotos.
  12. Oi, Alicem, deixa eu ver se posso te ajudar... Se você for fazer tudo por conta própria, sem comprar nenhum passeio, sugiro que vá ao Pão de Açúcar e ao Corcovado em um dia aberto, para ter uma boa visão lá de cima. Não adianta subir se o tempo estiver fechado. Aí se o tempo não estiver bom, vá adiando a visita até melhorar. Sobre o Pão de Açúcar, não há trilha só de caminhada até o cume, mas sim com uma parte de escalada. Você tem que contratar um instrutor, porque é necessário usar equipamentos adequados. Não conheço nenhum para te indicar. Agora, se você quer fazer trilha de caminhada, sem escalar, tem que ser no Morro da Urca, que é aquele morro menor ao lado do morro do Pão de Açúcar (há um bondinho do asfalto até o Morro da Urca e outro do Morro da Urca até o Pão de Açúcar, que é o morro maior). A trilha do Morro da Urca é super tranquila, eu já fiz e é ótima! Antes a descida de bondinho era de graça, mas agora, pelo que soube, você tem que pagar R$15 para descer de bondinho para o asfalto e não pode subir de bondinho até o Pão de Açúcar, a não ser que você compre o ingresso. Então você tem que se informar se você pode comprar o bilhete só para o segundo bonde, ou se tem que pagar o bilhete inteiro, porque isso eu não sei dizer. Parece que agora eles só estão liberando a descida gratuita no bonde depois que escurece. Então, se quiser fazer um programa gratuito, suba o Morro da Urca, veja o por do sol e desça de bondinho. Não tem como subir no Pão de Açúcar sem pagar (ou paga o ingresso do bonde ou o instrutor de escalada). De qualquer forma, indo no Urca ou no Pão de Açúcar, minha sugestão é que você suba mesmo à tarde e veja o por do sol de lá de cima, que é a coisa mais linda!
  13. Poxa, esse passeio pelo metrô deve ser muito legal!! Pena que não sabia disso quando estive em Sampa... Estão aparecendo tantas dicas bacanas que já vi que vou ter que voltar logo, logo
  14. Sim, ficamos exaustos, Sabrina! No domingo à noite pedi arrego, tomei um dorflex e não consegui sair da cama. Foi o único dia que consegui descansar um pouco! Acho que pulamos a Pinacoteca até por conta disso, éramos dois zumbis Uma coisa boba que não comentei no relato, mas que achei curioso, foi que na Estação da Luz eu comi um milho verde e o vendedor debulhou os grãos todos num potinho para comer de colher. Adorei! Aqui no Rio a gente come direto do sabugo. Não sei se é hábito paulistano ou se é só esse vendedor que faz isso, mas adorei a ideia!
  15. Muito legal seu relato! Quero fazer uma viagem como essa e seu relato foi muito esclarecedor, principalmente pelos detalhes de quais estradas seguir. Beijos!
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