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  1. Fonte: Correio Brasiliense Cecília Pinto Coelho Publicação: 03/01/2013 O brasiliense Arthur Paschoali, 19 anos, está desaparecido desde o último dia 21 no Peru. O jovem, que mora no Guará II e chegou a cursar sem continuidade artes cênicas na Universidade de Brasília (UnB), partiu para uma viagem pela América Latina há cerca de dois meses. Após visitar o santuário de Machu Picchu, no Peru, em 18 de dezembro, seguiu caminho para a cidade vizinha Santa Teresa, situada a aproximadamente 6,5km no nordeste de Machu Picchu. Após se estabelecer em um restaurante da vila, o Mr. Índio Feliz, no dia 21, saiu para tirar umas fotos da montanha e não voltou mais. “Ele me avisou no dia 21 pelo Facebook que ia trabalhar nesse restaurante e que seria gerente de bar. Ele estava feliz. Esse foi o último contato. Depois, minha mãe ficou preocupada e me pediu para entrar em contato novamente, mas não tive resposta. Passou o Natal e continuamos sem notícias”, conta o irmão, Felipe Paschoali, 27, engenheiro civil. “O Arthur foi buscar emprego lá em troca de estadia e de alimentação. Deixou suas coisas e foi tirar as fotos. Essa é a última notícia que temos dele”, completa.
  2. Oi Reinaldo, O ônibus de BSB para Alto não passa em São Jorge. É outro caminho. Para chegar, vc precisa pegar outro bus (ou carona) até São Jorge. Abraço.
  3. Blogueira no www.dentrodomochilao.com.
  4. Posso deixar um link da minha página com as minhas dicas? Fiquei na dúvida se podia ou não... (se não puder, podem falar, que retiro. :'>) Na página do meu blog Dentro do Mochilão, tem mais de 100 indicações de road moives, fica a dica: Grande abraço, Cris
  5. Então mãos a obra! Comece pela sua cidade. Você vai ver o quanto vícia ser voluntário. rs Abraço,
  6. Olá Dani! Desculpa pela resposta tardia. Não sei porquê, mas não havia visto a sua pergunta... =( Bom... Aconselho avisar antes de ir. O pessoal do parque tem uma organização em relação aos voluntários (para não virar uma bagunça). O Ambue Ari é da mesma ONG do Parque Machia, porém não conheço o trabalho que é feito por lá. Para trabalhar com felinos você precisar ficar mais de 15 dias na comunidade, pois são animais de difícil adaptação com novos voluntários. Mas tem chance sim. É só falar do seu interesse. Se for trabalhar por lá, partilhe conosco como foi. Boa sorte! Grande abraço,
  7. No Teto do Mundo de Rodrigo Raineri Sinopse: Rodrigo Raineri, alpinista brasileiro, narra, com Diogo Schelp, suas experiências nas quatro expedições (em 2005, 2006, 2008 e 2011) para alcançar o cume do monte Everest. 'No teto do mundo' apresenta as dificuldades enfrentadas por Raineri em suas escaladas. Mais do que apenas um relato, o livro fala sobre vencer os próprios limites; de superar as adversidades; da dor de perder o companheiro Vitor Negrete - parceiro de muitas escaladas - para a montanha. Recomendo demais esse livro! Incrível!!!
  8. Cristiane_

    Salento

    A cidade faz parte da região do triângulo do café, que seduz viajantes por suas plantações, fazendas, morros verdes e a colorida arquitetura colonial. E vem se firmando cada vez mais forte com o turismo rural. A neblina baixa nas montanhas deixa a pacata cidade ainda mais charmosa. O tempo passa devagar e os moradores seguem seu ritmo... Sem pressa. Um local convidativo para descansar e seguir viagem. Dá uma preeeeguiça de fazer qualquer coisa, a não ser, contemplar a natureza na varanda de uma fazenda, tomando um bom café quente. Nas fazendas, é possível trabalhar como "estagiário" em cafezais ou pode explorar outros atrativos nas proximidades de Salento como o Valle del Cocora, Parque Nacional Natural Los Nevados e lagoas La Cubierta e El Encanto.
  9. AS VIAGENS DO VENTO (2009) Após a morte da mulher, o ex-menestrel Ignácio Carrillo decide viajar para o norte da Colômbia uma última vez para devolver o acordeão que lhe foi dado pelo seu antigo mentor, e nunca mais tocá-lo. No caminho, conhece Fermín, menino que sonha em rodar o país tocando acordeão como fez Ignácio um dia. O velho músico aceita sua companhia, mas tenta convencê-lo a escolher outra coisa, pois a vida de menestrel é marcada pela solidão. Juntos, os dois cruzam a região norte da Colômbia, atravessando o deserto e encontrando a diversidade da cultura caribenha Trailer: O EXÓTICO HOTEL MARIGOLD (2011) Os aposentados Muriel (Maggie Smith), Douglas (Bill Nighy), Evelyn (Judi Dench), Graham (Tom Wilkinson) e mais três amigos decidem curtir a aposentadoria em lugar diferente e o destino é a Índia. Encantados com o exotismo do local e com imagens do recém restaurado Hotel Marigold, a trupe parte para lá sem pestanejar e são recebidos pelo jovem sonhador Sonny (Dev Patel). O único detalhe é que nada era muito bem como parecia ser, mas as experiências que eles irão viver mudarão para sempre o futuro de todos. Trailer: [/b]
  10. De ponta cabeça na Ciudad Perdida A Ciudad Perdida ou Teyuna está localizada a 80km de Santa Marta, capital do departamento de Magdalena. Construída entre os séculos XIII e XIV é rodeada por uma selva densa, onde encontra-se ruínas em pedras do império Tayrona, que em perfeita harmonia fundem com a natureza ao seu redor. Segurança A Ciudad Perdida também vive seus momentos de conflitos entre indígenas, guerrilha e paramilitares. Quem escolhe fazer a trilha deve está ciente da existência desses grupos no local. É até normal cruzar com alguns deles durante o percurso.... Em 1984 os líderes desses grupos fizeram um acordo de paz preservando a zona da Cidade Perdida como área livre de qualquer tipo de ataque. O exercito colombiano patrulha toda a área, garantindo a segurança dos visitantes. No entanto, em 2003 foram sequestrados oito turistas que faziam o percurso até sítio arquelógico. Um fato isolado... Mas que é bom saber. Trilha Umas duas maneiras de chegar até a Ciudad Perdida: de helicóptero – que custa uma pequena fortuna e não deve ter nenhuma graça – ou em um trekking que dura de 5 a 6 dias, incluindo ida e volta, caminhando em média de 7 horas por dia. O nível de dificuldade é alto e exige o mínimo de preparo físico. A caminhada é acompanhado de um guia e um cozinheiro. Durante o percurso, a maioria dos guias oferecem frutas como melancia, abacaxi e maça para hidratar o corpo dos caminhantes. Depois de tanto caminhar, você pensa que vai ter uma cama para dormir? Que nada! É na rede mesmo (particularmente me agrada muito). Os alojamentos são bem rústicos e simples – e alguns deles estão dentro de comunidades indígenas. Esqueça banho quente até voltar para a civilização urbana, caso tenha sorte, pode pegar um alojamento com chuveiro (que também não é lá essas coisas). Durante a caminhada vive-se momentos de profunda conexão com a natureza, adentrando cada vez mais na selva colombiana cercada por suas árvores gigantes. Além da exuberante natureza, várias surpresas – boas e ruins – podem lhe aguardar durante o caminho... Banhar-se após um dia de caminhada em um rio e lagos que surgem no meio da floresta, ter contato com indígenas e seus olhares curiosos, encontrar com paramilitares e o exercito com seus rifles a tiracolo, plantações – ilegais – de folha de coca, picada de escorpião, deparar-se com encantadoras borboletas "89" e durante a noite, no silêncio da escuridão percebe-se parte de tudo isso. Chegar até a Cidade Perdida foi uma mistura de excitação, encantamento, cansaço com dores musculares. "Sem dúvida, "uma ocasião especial" é qualquer ocasião à qual a alma esteja presente." Pude desfrutar de um dos lugares mais incríveis que já conheci e senti-lo da maneira mais sutil. O quis guardar em uma caixinha para que mantivesse escondido dos olhares daqueles que não percebem sua grandeza. Mas como não é possível, partilho com vocês a minha experiência para que possa chegar até lá, e desfrutar com cuidado esse presente da natureza e de homens e mulheres que o construíram. Não espere da grandeza a satisfação. Surpreenda com os pequenos detalhes desse lugar mágico! Como chegar Sugiro contratar o passeio desde Santa Marta ou em Taganga que são as cidades mais próximas, e consequentemente sairá mais barato. As agências oferecem transporte em jipe até a primeira comunidade chamada Mamey e a partir dali segue-se caminhando. No pacote inclui o imposto cobrado pelas comunidades, alimentação, alojamento (camas, redes ou barracas dependendo da disponibilidade), guia, cozinheiro e um ajudante de cozinha. O preço do trekking pode variar entre R$800 a R$1.000. O que levar? O mínimo! Você vai carregar sua mochila durante 5 dias em trilhas de difícil acesso. A lista é a mesma para qualquer trekking. --> Não esqueça da vacina contra febre amarela. --> Algumas épocas a Ciudad Perdida fecha para turismo, por isso consulte com antecedência com agências locais. --> Não fotografe os indígenas sem pedir permissão. Por razões culturais e religiosas muitos não gostam de serem fotografados. A Ciudad Perdida cada dia se torna mais conhecida e almejada por viajantes de todo mundo. Para que o lugar não se torne "a Machu Picchu" da Colômbia, devemos cuidar, respeitar e preservar a sua rusticidade. Para ver as minhas fotos e o relato completo clique aqui
  11. Bom dia Sandro! Que pena ligar o computador e dá de cara com essa notícia. Estive na chapada em julho e o guia que nos levou comentou dessa possibilidade. Eu, como frequentadora da Chapada há 10 anos, conheço bem aquelas terras e digo: O Parque não poderia ficar sem guia! Ele é muito grande, a sinalização inexistente (podem colocar placas e o que for... mas quero ver com o tempo como elas ficarão!), as trilhas muitas vezes são de difícil acesso. É lamentável que uma ordem que trouxe tantos benefícios para os locais e visitantes seja simplesmente desfeita. Quero ver até quando! Será que vai precisar alguém ficar perdido, afogar ou cair em um cânion para repensarem? Fatos esses, que ocorrem na chapada corriqueiramente por falta de segurança em cachoeiras que os visitantes podem fazer suas trilhas de forma autônoma... Eu mesma, já me perdi por 2 horas com um amigo em uma trilha. A minha dica é: NÃO FAÇAM O PARQUE SEM GUIA! Grata Sandro! Pela atualização!
  12. Em Santa Marta não deixe de conhecer Taganga e o Parque Tayrona. Abraço, Cris
  13. Oi Elyson! Fico feliz que a minha dica tenha te inspirado a ir em Ipiales. Realmente vale a pena conhecer essa igreja. Quando a vi em uma foto na net, imediatamente a inclui no meu roteiro. Mas ó, um dia é suficiente pq não tem mto o que fazer por lá. Então... fui para Ipiales de carona com um ônibus. rs Mas não saí de Quito e sim de Otavalo, uma cidadezinha no Equador bem próxima da fronteira. Não sei se em Quito terá ônibus direto para lá. As vezes vc precisará pegar um bus até uma cidade mais próxima da fronteira para chegar até Ipiales. Dá uma olhada nisso. Grande abraço.
  14. Oi Samantha! Acabei de achar esse documento no Portal Consular e parece que o Equador tá na lista dos países que aceita RG sim. Vou pesquisar melhor com as autoridades e posto aqui se tiver a certeza de tudo. http://www.portalconsular.mre.gov.br/antes/acordo-sobre-documentos-de-viagem-mercosul Abs Olá pessoal, alguém de voces conseguiu confirmar essas informações em relação a necessidade do passaporte? Um abraço! Boa tarde Eliza! Não precisa de passaporte para países do MERCOSUL: Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. Esses países aceitam RG. Bjooos
  15. Olá Eliza! Viajei pela Colômbia de sul-norte em 3 meses, via terrestre e não tive problema algum... Até mesmo nas regiões que eram mais perigosas (há 10 anos atrás) hoje tem policiamento forte nas estradas. Vá tranquila! Na dúvida, pergunte aos nativos sobre a segurança nas estradas. Não há ninguém melhor, dos que os que vivem lá, para te informar sobre a situação do lugar. Grande abraço,
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