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rpn

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Sobre rpn

  • Data de Nascimento 02-02-1981

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    Brasil, Bolívia, Chile, Uruguai, Argentina, Paraguai e Peru, Inglaterra, País de Galês, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Áustria, Itália, Espanha e Estados Unidos da América.
  • Meus Relatos de viagem
    http://mochilaobarato.com.br/
  • Meu Blog
  1. Campo de Concentração Sachsenhausen Se você tem interesse pelo tema do Holocausto, estando em Berlim não deixe de visitar o antigo Campo de Concentração Sachsenhausen que fica a uma hora de trem da cidade e tem entrada gratuita. A visita me rendeu uma tarde triste mas me ajudou a me tornar um ser humano melhor. Eu sempre me emocionei com livros e filmes sobre o holocausto judeu que ocorreu na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. Desde o início do planejamento do meu mochilão pela Europa visitar um dos antigos Campos de Concentração estava nos meus planos. Eu precisava ver de perto aquilo que já havia lido em livros e visto em filmes e que tanto me emocionava. Foi então que eu descobri que pertinho de Berlim está as instalações de um antigo Campo de Concentração utilizado pelos nazistas e que é muito fácil chegar até lá. O HOLOCAUSTO E OS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO O Holocausto foi a perseguição e o extermínio sistemático, burocraticamente organizado e patrocinado pelo governo nazista, de aproximadamente seis milhões de judeus pela Alemanha e seus então colaboradores. “Holocausto” é uma palavra de origem grega que significa “sacrifício pelo fogo”. Os nazistas, que chegaram ao poder na Alemanha em janeiro de 1933, acreditavam que os alemães eram “racialmente superiores” aos judeus, por eles considerados como uma ameaça externa à chamada comunidade racial alemã. As autoridades alemãs também perseguiram outros grupos por sua dita “inferioridade racial”: ciganos, deficientes físicos e mentais, e alguns povos eslavos (poloneses e russos, entre outros). Outros grupos eram perseguidos sob pretextos políticos, ideológicos e comportamentais, entre eles os comunistas, os socialistas, as Testemunhas de Jeová e os homossexuais. No início do regime nazista, o governo nacional-socialista [nazista] criou campos de concentração para deter seus oponentes políticos e ideológicos, fossem eles reais ou imaginários. Após a invasão da União Soviética pela Alemanha, em junho de 1941, as Einsatzgruppen (Unidades Móveis de Extermínio), seguindo o exército nazista, ficavam atrás das linhas de fogo para realizar operações de assassinato em massa de judeus, ciganos, autoridades do estado soviético, e do Partido Comunista. Juntas, as SS, a polícia e as unidades militares alemãs assassinaram mais de um milhão de homens, mulheres e crianças judias e centenas de milhares de pessoas de outros grupos étnicos e ideológicos. Entre 1941 e 1944, as autoridades nazistas alemãs deportaram milhões de judeus da Alemanha, dos territórios ocupados e dos países a elas aliados [o Eixo] para guetos e centros de extermínio, muitas vezes chamados de campos de extermínio, onde eram mortos nas instalações de gás especialmente criadas para aquele fim. Em 1933, a população judaica europeia era composta por mais de nove milhões de pessoas. Em 1945, nove anos após, os alemães e seus colaboradores haviam assassinado aproximadamente dois entre cada três judeus europeus através da operação denominada “solução final”, a política nazista cujo objetivo era matar todos os judeus da Europa. (Fonte: Enciclopédia do Holocausto) O CAMPO DE CONCENTRAÇÃO SACHSENHAUSEN O Campo de Sachsenhausen entrou em funcionamento em 1936, três anos depois da chegada de Hitler ao poder e funcionou até 1945 sob o regime nazista. Com o fim da Segunda Guerra, a antiga União das Soviética assumiu o domínio do território onde ele está localizado e passou a usar o Campo de Concentração para abrigar os prisioneiros políticos, tais como ex-oficiais nazistas e pessoas que eram contra o comunismo. Sachsenhausen só foi definitivamente fechado em 1950. O Campo de Sachsenhausen não foi um campo de extermínio como era Auschwitz, entretanto muitos prisioneiros acabaram executados. Além disso, a taxa de mortalidade dos presos por doenças, desnutrição e maus tratos era enorme. Atualmente suas instalações estão abertas a visitação e há um um museu que conta a história do lugar e como era a vida dos prisioneiros, além de exibir um filme com imagens reais da época. Dificilmente você não irá se emocionar durante a visita a Sachsenhausen. As instalações estão muito preservadas, desde os alojamentos, os locais de trabalho forçado e até a fábrica da morte. Já na entrada está a chocante frase “ARBEIT MACH FREI“, que significa “O trabalho liberta”, ou seja, os nazistas tentavam encobrir as atrocidades que aconteciam ali com a desculpa de que era um lugar de “libertação” através do trabalho. Não tenho como negar que em diversos momentos da visita a emoção foi tão grande que não segurei as lágrimas. Em respeito a todos que sofreram lá eu achei por bem não fotografar. A parte mais triste foi entrar no que era chamado de fábrica da morte, o local onde os prisioneiros eram executados nos paredões de fuzilamento e também nas câmaras de gás. COMO CHEGAR AO CAMPO DE CONCENTRAÇÃO SACHSENHAUSEN É muito fácil chegar lá partindo de Berlim. Você deve tomar o trem S1 em direção a Oranienburg, que é a última parada, na estação de S+U (metrô) Brandenburger Tor, Potsdamer Platz ou Friedrichstrasse. Da estação de Oranienburg até o Campo você pode ir caminhando ou pegar um ônibus que param na estação e levam até a entrada do Campo. A visitação é gratuita.
  2. Visite a Polônia

    A Polônia é um destino encantador. Até pouco tempo era um país distante e fora dos roteiros de quem viajava para Europa. Após o fim do domínio soviético, em 1989, a Polônia se abriu para o resto do mundo e começou as poucos a ser descoberta também pelos brasileiros. Se você quer conhecer o Leste Europeu, a Polônia não pode ficar de fora do seu roteiro. Um pouco da história da Polônia A Polônia tem uma história repleta de guerras, dominações, destruição e reconstrução. O país esteve envolvido em muitas guerras e foi praticamente destruído durante a Segunda Guerra Mundial. O estado polonês surgiu no século X como consequência da chegada do cristianismo e da ameça dos seus poderosos vizinhos como a Rússia, a Prússia e a Hungria. Em 1569 a Polônia formou com a Lituânia uma aliança que resultou na união Polônia-Lituânia, mas no século XVIII as investidas da Rússia, da Prússia e da Áustria extinguiram a aliança. Em 1657, a Polônia se rendeu ao Ducado da Prússia. A partir de 1785 a Polônia deixou de existir como um estado soberano sendo que a maior parte do seu território anexado ao Império da Rússia. De 1860 a 1861 uma onda de protestos atingiu toda a Polônia. Tais rebeliões levaram o czar a introduzir uma política de russificação da Polônia, principalmente das escolas secundárias e universidades. A Polônia sob o regime da Rússia sofreu uma enorme repressão e instabilidade política ocasionando a “Grande Emigração” Polonesa, tendo como destino outros países europeus, os Estados Unidos, a América Central e a América do Sul. A Segunda República Polonesa foi fundada em 1918, após o fim da Primeira Guerra Mundial. Cerca de 800 mil pessoas que morreram na guerra e o país foi praticamente destruído. O país ainda se recuperava quando foi invadido pela Alemanha, fato que iniciou a Segunda Guerra Mundial. O governo nazista anexou a maior parte do território polonês. Adolf Hittler chegou a dizer que a Polônia havia deixado de existir. Quase metade da população polonesa a época da invasão alemã era composta por judeus. Eles foram perseguidos e enviados aos diversos campos de concentração, onde a maioria foi assassinada pelos nazistas. Muitas cidades da Polônia foram totalmente destruídas, como a capital Varsóvia. "Continuar lendo"
  3. Olá Matheus, Sim, é uma cidade Bonita, mas não espere por uma Paris ou Londres. O Paraguai é um país pobre e menos desenvolvido que o Brasil. Pesquise fotos da cidade e vá em busca de uma nova experiência, outra cultura, outra língua, comidas típicas, etc! Quando eu fui não vi nenhum passeio, mas acredito que exista sim. Um abraço!
  4. O que fazer em Berlim Quer saber o que fazer em Berlim? Berlim talvez tenha sido a cidade que mais me surpreendeu na Europa. Ela teve um papel fundamental para a história do século passado, sendo o centro de importantes momentos como as guerras mundiais, a guerra fria e o holocausto e por isso respira história, entretanto, também é moderna, multicultural e aberta ao alternativo. Se você quer viajar barato para Berlim, não deixe de de ler esse post! Eu reservei três dias completos para conhecer a cidade. Cheguei de ônibus de Amsterdam e de lá segui de trem para para Praga. Como chegar em Berlim Eu optei por ir de Amsterdam para Berlim de ônibus. É com certeza o meio de transporte mais barato entre as duas cidades. Pela Flixbus é possível encontrar passagens a partir de 29 euros e o tempo de viagem é de 09:45 h. O ideal é escolher o horário das 23:15 h que chega em Berlim às 09 da manhã do outro dia. Assim você aproveita para economizar uma noite de hospedagem. Outra opção são os trens da DB Bahn, a companhia de trens alemã. As viagens duram em média 6 horas e as passagens são encontradas a partir de 39 euros. Viajar de trem na Europa costuma ser mais caro que viajar de ônibus, entretanto os trens são mais rápidos e confortáveis. Hoje eu optaria por ir de trem, pois a diferença é de apenas 10 euros e o tempos de viagem bem menor. Hospedagem em Berlim Escolhi me hospedar no MEININGER Hotel Berlin Alexanderplatz. Os hotéis da rede MEININGER estão presentes em boa parte da Europa e são na verdade um misto entre hotel e hostel, já que além dos quartos privativos, também disponibilizam quartos compartilhados. A localização é excelente, ao lado da estação central com trem e metrô pra toda Berlim e cidades próximas. Porque visitar Berlim O principal motivo que me levou a Berlim foi a história das duas Grandes Guerras Mundiais e, em especial, o tema do nazismo e do holocausto. Além disso o fato da cidade ter sido divida por um muro que separava a parte ocidental, que viveu sobre influência americana, da oriental, que sofria influência Soviética nos anos da Guerra Fria. Além dos monumentos e construções ao ar livre, lá existem mais de 175 museus. Visitar alguns deles vai te ajudar a conhecer mais sobre a história do século passado. Quem procura um destino barato na Europa nesses tempos de real desvalorizado vai encontrar em Berlim preços bem inferiores aos dos país mais centrais, como Inglaterra, França e Holanda. Lá se come e bebe bem e barato. No país que disputa com a Bélgica o título de país da cerveja, a bebida de qualidade custa cerca de 3 euros. Para comer, o visitante pode escolher entre provar as deliciosas comidas de rua, como salsicha (Wurst), falafel e schawarma ou optar por um jantar em um dos restaurantes das mais variadas tendências existente na cidade, em especial comida vietnamita, coreana, italiana e alemã contemporânea. Se come por menos de 10 euros em bons restaurantes. Para quem vai a Europa em busca de festas esse é o lugar! A cidade, onde surgiu o tecno, é a capital das festas na Europa. No verão há festivais e open-airs todos os fins de semana. As boates da cidade atraem jovens de toda a Europa. Muitos vão passar o fim de semana e entram em uma boate na sexta e só saem de lá no domingo. O que fazer em Berlim Alexanderplatz É uma das principais praças de Berlim e um bom ponto de partida para conhecer a cidade. Lá está o Urania-Weltzeituhr, um relógio que mostra o horário mundial e a Torre de TV, uma das construções mais altas da Europa (368 metros). Catedral de Berlim É um templo evangélico e a maior igreja de Berlim e foi construída entre 1895 e 1905. Ilha dos Museus Concentra cinco museus: Museu Pergamon, Museu Altes, Museu Neues, Alte National Galerie e Museu Bode. Em 1999, a Ilha dos Museus foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Reichstag É o palácio do Parlamento Alemão. Começou a ser construído em 1884 e foi destruído durante a segunda guerra. Foi reconstruído entre 1961 e 1971 e entre 1994 e 1999 foi redesenhado e ampliado como um edifício do Parlamento moderno, mantendo suas extensas dimensões históricas. Para visitar a cúpula o visitante precisa se registrar com no mínimo de 2 dias de antecedência através desse site e a entrada é gratuita. Memorial Muro de Berlim Estende-se por 1,4 quilômetros sobre antiga faixa de fronteira. É o último pedaço do Muro de Berlim preservado. East Side Gallery É a parte mais famosa do Muro de Berlim já que foi pintado com diversos painéis artísticos. É a maior galeria a céu aberto do mundo. São 101 imagens que foram pintadas para comemorar a queda do muro. Brandenburg Tor É o símbolo mais famoso de Berlim e foi construído entre 1788 e 1791. Era o símbolo da divisão da cidade enquanto existiu o muro de Berlim. Memorial dos Judeus Mortos na Europa (Memorial do Holocausto) Também conhecido como Memorial do Holocausto é um dos lugares mais marcantes de Berlim. Uma área de 19 mil metros quadrados aberta com 2.711 blocos de concreto, de 2,38 metros de comprimento por 0,95 metros de largura e altura variada desde 0,2 metros até 4,8 metros, que representam os judeus mortos durante a segunda guerra.
  5. Olá Glauciene, desculpa a demora em responder. Não sei se ainda vou te ajudar, mas talvez ajude outros leitores. Para visitar o empire states, museus, etc, pode-se comprar lá ou antecipado através do site da atração. Os da Broadway pelo site do telecharge. Você também pode comprar ingressos através do site Ticketbar. Em alguns casos os ingressos lá saem mais baratos que na bilheteria. Vale conferir. Um abraço!
  6. O Mochilão Barato voltou a Europa! Quer saber mais sobre o nosso roteiro pela Europa realizado entre os meses de outubro e novembro de 2016? Então não deixe de ler esse post até o fim e veja as dicas de como planejar e economizar em sua viagem pela Europa. Os países por onde passamos dessa vez foram Alemanha, Suíça, Polônia e Luxemburgo. A viagem teve duração de 20 dias e visitamos 10 cidades. "Continuar lendo"
  7. O que fazer em Amsterdam Amsterdam é uma das cidades mais caras da Europa. Mas mesmo lá é possível economizar. Se você quer viajar barato para Amsterdam, não deixe de de ler esse post! Eu reservei três dias completos para conhecer a cidade. Cheguei de ônibus de Bruxelas e de lá segui de ônibus para Berlim. A linda Holanda, com seus belos canais e bela arquitetura, é um país evoluído social e culturalmente. Possui transporte público, saúde e educação de alta qualidade e tabus que ainda existem em boa parte do resto do mundo já foram superados por lá. Como chegar em Amsterdam Eu optei por ir de Bruxelas para Amsterdam de ônibus. É com certeza o meio de transporte mais barato entre as duas cidades. Pela Megabus é possível encontrar passagens a partir de 11 euros e o tempo de viagem é de apenas 2:45 h. Outra opção são os trens da Eurostar (via Londres ou Paris) ou Thalys (via Paris ou Bruxelas). Viajar de trem na Europa costuma ser mais caro que viajar de ônibus, entretanto os trens costumam ser mais rápidos e confortáveis. Hospedagem em Amsterdam Hospedagem em Amsterdam é extremamente cara, estando os preços no mesmo nível de Londres e Paris. Após muita pesquisa eu decidi ficar noHans Brinker Budget Hotel. É dos hostels mais baratos da cidade. Eles oferecem quartos coletivos e individuais. É uma opção boa, tendo em vista o custo benefício. Os quartos coletivos possuem armários e banheiro interno. Existe um restaurante/bar dentro do hostel com ótimos preços tanto das refeições quanto das bebidas. Todos os dias acontece a Happy Hour, onde você compra um Chopp e leva dois, além dos alguns pratos serem vendidos com preços promocionais. A localização é excelente, sendo possível ir a todos os pontos de interesse da cidade caminhando. Porque visitar Amsterdam Amsterdam é uma cidade diferenciada de qualquer outra que você já visitou. Seus meios de transporte não são poluentes, sendo a bicicleta o mais popular. Vistas espetaculares e arquitetura diversificada, podem ser apreciadas a partir dos canais. É uma cidade aberta, multicultural e cosmopolita. Amsterdam é conhecida por seu caráter multirracial, inclusiva e acolhedor. Em sua história, sempre estreitamente ligada ao comércio, são acostumados a receber pessoas de todo o mundo. É verdade que muita gente, principalmente jovens europeus, vão a Amsterdam interessados nas liberdades que o país garante, como permissão de uso de algumas drogas e a prostituição. Uma das coisas que mais atraem alguns turistas são os coffee shops onde a maconha pode ser consumida sem o menor problema. Entretanto, para a imensa maioria dos visitantes o binômio sexo-drogas é quase irrelevante, rendendo no máximo um passeio rápido ao bairro da Luz Vermelha e fotos do lado de fora de algum dos coffe shops. O que fazer em Amsterdam Uma das principais atrações da cidade é o Vondelpark. É o mais conhecido parque de Amsterdam e fica bem no centro da cidade. Os moradores utilizam o parque para passear com seus lindos cachorros, caminhar, correr, andar de bicicleta e praticar esportes em geral. Alguns também vão para lá para fumar maconha, o que normalmente acontece em áreas mais isoladas. Visitar a Museumplein, a praça dos museus, onde estão os três principais museus de Amsterdam: Rijksmuseum, Van Gogh e o Stedelijkmuseum, o museu de arte moderna. Eu achei muito alto os preços dos museus em Amsterdam. Como eu já havia visitado muitos museus gratuitos em Londres e o Louvre em Paris, acabei não entrando em nenhum museu de Amsterdam. É nessa praça que está localizado o famoso letreiro IAMSTERDAM, ponto de parada obrigatória para fotos. Com letras de mais de 2 metros de altura, o slogan mede pouco mais de 23 metros de largura. Situa-se na parte de trás do Rijksmuseum, na Museumplein. Se perder nas centenas de canais e pontes de Amsterdam é algo fascinantes. Você pode alugar uma bicicleta ou caminhar e apreciar a arquitetura e a natureza. É interessante que existem muitas casas nos canais e também muitos barcos que são usados como moradia. Atualmente eles abrigam mais de 600 casas-barcos. Esse é com certeza um dos programas mais agradáveis para se fazer na cidade, e o melhor tudo, não custa nada. Fazer um passeio de barco pelos canais é quase que obrigatório. Ver a cidade de dentro dos canais é espetacular. Eu adoro fazer passeios de barcos nas cidades por onde eu passo e o de Amsterdam foi um dos que eu mais gostei na Europa. Várias empresas fazem diferentes tipos de passeios, sendo que o mais básico custa €15 e tem duração de aproximadamente uma hora e meia. A Damsquare, ou Praça Dam é o coração da cidade, a maioria dos visitantes que passam por Amsterdam acabam conhecendo a praça, mesmo que sem querer. Lá estão o Palácio Real, construção do século XVII de onde o irmão de Napoleão governou os Países Baixos durante a ocupação francesa, além do Obelisco e muita movimentação de locais e turistas. Já ouviu falar do livro “O diário de Anne Frank”? Annelies Marie Frank (12 de junho de 1929 – fevereiro de 1945) foi uma adolescente alemã de origem judaica, vítima do Holocausto. Nascida na cidade de Frankfurt, ela viveu grande parte de sua vida em Amsterdã, onde perdeu sua cidadania alemã. Sua fama póstuma deu-se graças aos documentos em que relata suas experiências enquanto vivia escondida num quarto oculto, ao longo da ocupação alemã nos Países Baixos, durante a Segunda Guerra Mundial. A casa em que ela se escondeu é aberta a visitação e só não recebe mais turistas devido a sua limitação diária de visitantes. Eu não consegui realizar a visita, a fila estava enorme e o frio era tanto que acabei desistindo. Recomendo que comprem as entradas antecipadamente online. Desde o dia 1 de maio de 2016 a Casa de Anne Frank possui um novo sistema de entrada. Das 9:00 – 15:30 h o museu só estará aberto aos visitantes com um ingressos comprados online, e com horário específico para a visita. A partir de 15:30 h até o horário de fechamento, as pessoas sem ingressos poderão visitar a casa de Anne Frank, no entanto, certamente, terão que enfrentar as filas longas da bilheteria. O famoso distrito da Luz Vermelha é um dos locais mais visitados pelos turistas, sendo que a maioria só quer mesmo matar a curiosidade. A prostituição é legalizada na Holanda e as prostitutas pagam tributos pelos seus ganhos. Nesse bairro há uma grande concentração de bares, cafés e é claro, casas de prostituição. As profissionais do sexo ficam se exibindo através de uma “vitrine”. Quando um homem passa pela rua, elas mesmo batem no vidro e os chamam pra uma negociação e quando um cliente entra elas fecham a cortina e realizam o atendimento. DICAS PARA ECONOMIZAR EM AMSTERDAM Você vai se assustar com os preços em Amsterdam. O custo para o viajante lá se compara com o de Londres e de Paris. A principal forma de economizar por lá é evitar os passeios pagos. Excluindo o que só pode ser visto em Amsterdam, como a casa de Anne Frank, você pode deixar para fazer em outra cidade. Por exemplo, Londres está cheia de museus gratuitos, então deixe para visitar museus quando estiver em Londres ou mesmo o Louvre em Paris que tem ingressos acessíveis, já que os museus de Amsterdam tem preços altíssimos. Os passeios de barco pelos canais são feito por diversas empresas, então compare bem os preços pois tem opções mais caras e mais baratas. Se alimentar na cidade é algo muito caro. A dica é comprar lanches, sanduíches e saladas nos supermercados e em último caso recorrer as redes de Fast-food.
  8. O que fazer em Bruxelas na Bélgica Eu reservei dois dias para conhecer a cidade que possui pouco mais de um milhão de habitantes, é a capital da União Européia e uma das mais bonitas da Europa. Cheguei de ônibus de Paris e de lá segui de ônibus para Amsterdam. Como chegar em Bruxelas Eu optei por ir de Paris para Bruxelas de ônibus. É com certeza o meio de transporte mais barato entre as duas cidades. Pela Megabus é possível encontrar passagens a partir de 13 euros entre as duas cidades. Outra opção são os trens da Eurostar (via Londres ou Paris) ou Thalys (via Paris ou Amsterdam). Viajar de trem na Europa costuma ser mais caro que viajar de ônibus, entretanto os trens costumam ser mais confortáveis e mais rápidos. Se você encontrar passagens de trem com pouca diferença de preço em relação as de ônibus, eu te recomendo que opte por ir de trem. Hospedagem em Bruxelas Fiquei hospedado no ]]MEININGER Hotel Brussels City Center. O MEININGER é uma mistura de hotel com hostel, já que possui infraestrutura de hotel porém disponibiliza também quartos compartilhados. Limpo, quartos amplos com excelente banheiro interno, boa localização, apesar de um pouco afastada do centro, com ônibus, tram e metrô bem perto, sendo possível conhecer a maioria dos atrativos caminhando. Porque visitar Bruxelas Bruxelas foi uma das cidades que eu mais gostei na Europa. Talvez tenha sido a atmosfera de cidade pequena ou o bom acolhimento por parte dos belgas, o fato é que adorei Bruxelas e sai de lá com a certeza de que poderia ter reservado um tempo maior para a cidade. Os principais pontos turísticos podem ser conhecidos em apenas um dia, mas os bares, as cervejas artesanais, os waffles, as batatas fritas e os chocolates belgas merecem muito mais tempo. Mas tudo bem, são motivos para eu voltar a cidade. Principal cidade da Bélgica, é a capital do país e da União Européia. Possui lindas construções no estilos gótico, barroco, neogótico e clássico, sendo que algumas possuem mais de 300 anos. Lá estão os maiores museus de miniaturas e carros antigos da Europa. É considerada a capital mundial da cerveja, chocolate e do waffle. [/img] O país adota o euro como moeda e possui três línguas oficiais: francês, flamengo (parecido com o holandês) e o alemão. Em Bruxelas a maioria das pessoas fala francês, porém o inglês é falado por boa parte da população. O que fazer em Bruxelas Uma das principais atrações de Bruxelas é a Grand Place, uma praça retangular repleta de lindas construções como o Hotel de Ville (prefeitura da cidade) e um prédio branco decorado com 137 pequenas estátuas que representam reis, santos e outras figuras alegóricas. A praça é Patrimônio Mundial da Unesco desde 1998. Outra atração muito procurada pelos turistas é a Manneken Pis, uma fonte com uma pequena estátua de bronze de um menino fazendo xixi. É um dos grandes cartões postais da cidade. O monumento original, construído em 1388, foi roubado e destruído em 1619, sendo reconstruído e mantido no local até hoje. O Palácio Real , onde são realizadas reuniões do Rei, Chefe de Estado Belga, é outra atração da cidade. Construído no século XVIII, é um dos mais bonitos prédios da cidade e simboliza o sistema de governo, que é a monarquia constitucional. O palácio recebe visitas somente durante o verão. O famoso Atomium é uma construção em forma de átomo que foi construída para uma exposição temporária (assim como a Torre Eiffel) em 1958. O sucesso foi tanto que ela não foi desmontada e é hoje uma das principais atrações de Bruxelas. Dentro da estrutura de 102 metros de altura, os visitantes podem passear pelas esferas e ver as exposições sobre a história do edifício e outros temas ligados à ciência, além de apreciar uma bela vista panorâmica de Bruxelas. Fica aberto todos os dias das 10:00 às 18:00h. Cerveja Belga São deliciosas. Consideras por muitos as melhores cervejas do mundo, disputam com as cervejas alemãs esse título. Se você gosta de uma boa cerveja, Bruxelas é uma cidade que não pode faltar no seu roteiro pela Europa. O melhor de tudo é poder pagar bem menos do que pagaria aqui no Brasil por uma cerveja importada de lá. Ainda pode provar as diversas cervejas artesanais. Muitos bares produzem suas próprias cervejas. Uma dica legal para quem viaja pela Europa é sempre perguntar pela cerveja local, principalmente se estiver na Bélgica ou Alemanha.
  9. Roteiro para 4 dias em Paris Eu reservei 3 dias cheios para conhecer Paris e um dia para conhecer Versalhes. Cheguei de trem de Londres e de Paris segui de ônibus para Bruxelas. Após 29 dias em Londres eu desembarquei em Paris no trem da Eurostar na estação Gare du Nord, no centro de Paris. Como a imigração é feita na origem nas viagens da Eurostar entre Londres e Paris e vice-versa, desembarquei do trem e segui as placas em direção ao metrô de Paris, pois utilizei o transporte público para chegar ao hostel em que me hospedei. Hospedagem barata em Paris Paris já foi declarada a segunda cidade mais cara do mundo pelo jornal britânico The Economist e pelo ranking do Tripadvisor, ficando atrás somente de Londres. Encontrar uma hospedagem boa, barata e bem localizada em Paris é muito complicado. Como viajei com orçamento apertado, após muita pesquisa acabei chegando ao site de um albergue com preços bem acessíveis e essa é a minha dica de hospedagem barata em Paris. O Aubergue Internacional des Jeunes é um dos Albergues mais barato e bem localizado de Paris. Com tarifas a partir de 13 euros fica localizado no bairro da Bastilha, com estação de metrô praticamente na porta. O café da manhã é bem simples e não é a vontade, um funcionário te serve e não é permitido repetir. O banheiro é compartilhado e unissex. Além da falta de privacidade, o banheiro é bem apertado e escuro. Atenção: o albergue tem uma política de só alojar jovens de até 30 anos, porém quando estive por lá eu estava com 32 anos e enviei um email e me disseram que eu poderia me hospedar normalmente. De toda forma, se você tem mais de 30 anos, envie um e-mail a eles antes de realizar sua reserva. Se você procura hospedagem barata eu indico esse albergue, mas tenha em vista os problemas que citei. Pelo preço e localização eu me hospedaria lá novamente. Meu roteiro para 4 dias em Paris Eu reservei 3 dias cheios para conhecer Paris e um dia para conhecer Versalhes. Cheguei na cidade muito empolgado e ansioso para conhecer todos os monumentos e paisagens que durante toda vida eu vi em filmes e fotos. Assim que fiz o check in no albergue já sai para bater perna e conhecer a cidade. DICA: Se você gosta de caminhar, faça todos (ou quase todos) os deslocamentos por Paris a pé. A volta completa do primeiro dia não terá em torno de dez quilômetros. Já no segundo e terceiro dias a distância será ainda menor, em torno de três a quatro quilômetros. Primeiro dia: Programe-se para sair bem cedo do hostel e só voltar no fim da noite. No primeiro dia caminhe muito e veja a maioria das atrações apenas pelo lado de fora. O percurso que eu fiz nesse dia foi: Jardins du Trocadéro – Torre Eiffel – Champ de Mars – Arco do Triunfo – Champs Élysées – Place de la Concorde – Jardin des Tuileries e Museu do Louvre. Pegue o metrô e desça na estação próxima a Torre Eiffel. A região é encantadora e além da torre existem alguns parques e jardins. Se o tempo estiver bom aproveite para subir ao topo da torre. Entretanto se o tempo estiver fechado deixe para subir em um outro dia em que o tempo estiver melhor. Os jardins du Trocadéro compõe uma bela praça localizada de frente ao Rio Sena e com uma vista privilegiada da Torre Eiffel. Da Torre Eiffel, após a sua subida ou não, vá para a Champ de Mars ou Campo de Marte, que é uma das maiores áreas verdes de Paris. De lá siga para o Arco do Triunfo, passando pela Avenue Kléber, uma das mais belas da região, onde estão localizadas as embaixadas de diversos países. Caminhando em linha reta pela Avenue Kléber você chegará ao Arco do Triunfo. Do Arco do Triunfo pegue a Champs Élysées em direção a Praça da Concórdia e finalmente o Museu do Louvre. A Champs ÉlyséesMas é um dos pontos turísticos mais visitados de Paris. Considerada a avenida mais elegante do mundo, é chamada de “la plus belle avenue du monde” pelos franceses. O roteiro do primeiro dia termina no Museu do Louvre. Aproveite para tirar fotos no lado externo e deixe para voltar e conhecer o interior do Museu no seu segundo dia em Paris. Segundo dia: Dedique, pelo menos, a manhã inteira desse dia para visitar o Museu do Louvre. Ele é sem dúvidas um dos mais completos do mundo, repleto de obras de arte, arqueologia e pinturas. O Museu está instalado no que antigamente foi o Palácio Real e possui coleções reunidas durante séculos pela monarquia francesa e compra de itens a partir do século XIX. As Principais obras do Louvre são a Mona Lisa de Leonardo da Vinci, A Virgem e o Menino com Santa Anna de Leonardo da Vinci, as Múmias do Egito e os Sarcófagos. Depois do Louvre vá para a Cathédrale Notre-Dame, onde você pode chegar caminhando através de uma caminhada gostosa, às margens do Sena com bastante arquitetura. A Catedral de Notre-Dame possui um estilo gótico e é uma das mais antigas da França, foi construída a partir do ano 1163 até o ano 1245. Foi dedicada à Maria, mãe de Jesus, de aí vem seu nome “Nossa Senhora” Por último, visite a Praça do Município (Hôtel de Ville em francês). É neste edifício que funcionam as instituições do governo municipal de Paris, ele está localizado na praça de mesmo nome. Como curiosidade, desde 1357 que esse edifício hospeda os escritórios públicos, é de lá que o prefeito cuida da administração da cidade desde 1977. Terceiro dia: Visite o Sacré Coeur, a Basílica do Sagrado Coração. A vista lá de cima é espetacular. Depois vá ao Moulin Rouge, que fica na mesma região, a qual está lotada de cafés e os melhores restaurantes de Paris. Para finalizar, delicie-se com as Galeries Lafayette, que tem muita acessibilidade por quase todas as linhas do metrô. É um dos shoppings mais famosos do mundo, um lugar elegante e a decoração é linda. Quarto dia: Depois de três dias passeando por Paris, reservei um dia para fazer um bate e volta a Versalhes, para conhecer o Palácio de Versalhes e seus magníficos jardins. O incrível e vasto Palácio de Versalhes foi construído como um mundo de luxo privado para os reis da França, isolando-os de todas as mazelas e agitação de Paris. Foi a residência dos reis Louis XIV, Luís XV e Luís XVI, desde 1682 até 1789, quando a família real foi forçada a se mudar para Paris. A parte mais famosa do palácio são os seus jardins, que se mantém praticamente como nos tempos de Luís XIV, com canteiros, estátuas espalhadas, enormes vasos com flores e fontes ricamente trabalhados. Como chegar ao Palácio de Versalhes Para chegar do centro de Paris a Versalhes, pegue o trem RER da linha C para a estação Versailles-Rive Gauche. Observe que nem todos os trens da linha C vão para a estação Versailles-Rive Gauche. Da estação ao Palácio, basta sair pela porta frontal, atravessar a rua e seguir para direita. Gratuidade O Acesso ao Palácio de Versalhes e aos seus jardins é gratuito para todos nos primeiros domingos dos meses de novembro, dezembro, janeiro, fevereiro e março. Já para menores de 18 anos, menores de 26 anos residentes na União Européia e para pessoas com deficiência física e seus acompanhantes a entrada sempre é gratuita.
  10. R3nato, muito obrigado pelo comentário! Fico muito feliz de saber que estou te ajudando! Um abraço!
  11. Olá viajante! Vai para Paris mas a grana está curta? Nesse post damos muitas dicas de como economizar na cidade luz. Paris já foi declarada a segunda cidade mais cara do mundo pelo jornal britânico The Economist e pelo ranking do Tripadvisor, ficando atrás somente de Londres. Nos posts sobre Londres já mostramos como é possível economizar por lá e agora vamos mostrar que é possível conhecer a capital Francesa gastando pouco. Descontos e gratuidades em Paris Muitos pontos turísticos da cidade dão um bom desconto para menores de 25 anos. Sempre pergunte se há desconto para jovens. Os museus e monumentos da França são gratuitos para todos os menores de 18 anos e para jovens de 18 a 25 anos residentes em algum país da União Europa, independente da nacionalidade ou se é ou não estudante. A maioria dos museus parisienses são gratuitos no primeiro domingo de cada mês, incluindo o do Louvre. Se você é professor ou jornalista leve sua carteira profissional, pois os museus da cidade concedem entradas para esses profissionais. Não se enquadra em nenhum destes casos? Pois saiba que há lugares que oferecem preços especiais, mais baixos, em determinados horários. O Louvre, por exemplo, oferece a visita noturna (18h às 21h45) por 6 euros, 3,50 a menos que a visita normal. ] Economizando nas demais atrações Se você subir ao topo da Torre Eiffel, que é o ponto mais alto de Paris, não precisar gastar para subir em nenhuma outra atração. Da torre se tem a vista mais ampla da cidade. Se quiser economizar alguns euros, pode optar por subir até a parte baixa da torre de escadas e só pegar o elevador de lá para o topo. Visite apenas o interior da Catedral de Notre Dame, assim como apenas a parte exterior do Arco do Triunfo. Caminhe de uma atração para a outra. Andar pela cidade é muito agradável e é possível percorrer praticamente todo o circuito turístico a pé. Economizando com Alimentação Encontrar um restaurante barato em Paris é uma missão quase que impossível. A dica é procurar restaurantes a duas ou três quadras dos pontos turísticos. Após caminhar um pouco com certeza você irá encontrar opções mais econômicas e não menos saborosas. Como em quase toda cidade europeia, os restaurantes árabes e orientais são uma boa pedida para quem quer economizar. Crepes e sanduíches que você compra para levar são as opções mais econômicas em Paris. Não teve jeito, não achou nada que combine com o seu bolso ou com o seu paladar? Há um McDonald`s sempre perto de você! Peça água da torneira ao invés de água mineral. Isso é super comum na Europa e você vai economizar muito com isso. Use e abuse dos supermercados. Em todos você irá encontrar muitas opções de comida para levar para lanche ou refeição. Saladas, sanduíches naturais, comida de microondas são opções para baratear seus custos com alimentação em Paris. Use o transporte Público O metrô de Paris possui 16 linhas identificadas por cores e mais de 300 estações. Anote a cor e o nome de todas as estações mais próximas das atrações que você vai visitar. A maioria das estações de Paris tem os mesmos nomes das atrações próximas. Se você não se incomoda em caminhar, trace um roteiro na véspera para o seu percurso e no fim do dia retorne de metrô. Além de realmente conhecer e ver tudo que a cidade tem para oferecer, você só irá gastar um bilhete por dia. Se você não gosta ou não pode andar tanto, compre o passe de dez viagens. Assim você economiza e não perde tempo nas filas da bilheteria. A estação Gare du Nord é uma das maiores e principais de Paris. Dela você pode chegar ao aeroporto Charles de Gaulle em torno de 40 minutos, pegando os trens RER. Não gaste com táxi ou transfers, vá de trem!
  12. Fiquei doente no exterior! E agora? Os dias que fiquei de cama no Chile Ninguém quer ficar doente no exterior bem no meio de um mochilão, não é mesmo? Mas se acontecer, você sabe o que fazer? Nesse post vamos contar como foram os dias em que eu fiquei de cama no Chile e falar sobre a importância de contratar um Seguro Viagem. Eu planejava escalar o vulcão ativo Villarrica em Pucón, mas as coisas não saíram como o planejado. O que deveria ser o ponto alto da minha viagem resultou em dois dias de cama e muitos outros sofrendo com os sintomas de uma faringite. Pucón era uma das cidades que eu mais desejava visitar no Chile. Localizada a 780km ao sul da capital Santiago, é uma região de belezas naturais incomparáveis, sobretudo o majestoso e ativo Vulcão Villarrica. Abaixo o vulcão que eu planejava escalar em foto tirada no dia anterior ao início dos sintomas da faringite. Pucón é muito procurada no verão por chilenos e argentinos, que buscam a pratica de atividades ligadas ao ecoturismo, incluindo esqui aquático, snow-board, trilhas, rafting, cachoeiras belíssimas e a escalada do Vulcão Villarrica. No inverno e início da primavera (época que fui), muitas dessas atividades ainda não estão disponíveis. Meu objetivo principal era realizar a escalada do vulcão, porém devido a uma virada no tempo isso não foi possível. É que nessa época ainda há possibilidades de nevascas no vulcão e no dia que me programei para fazer a escalada o tempo mudou e a agência cancelou por motivos de segurança. No fim das contas essa mudança de tempo acabou me livrando de uma frustração ainda maior. É que logo ao retornar da agência com a notícia que a subida não seria possível, comecei a sentir os sintomas da faringite. Fui tomar café da manhã e praticamente não conseguia mastigar. Doía muito! Fui para o quarto e percebi que meu corpo começou a ficar mole e apareceram muitas e muitas aftas na minha boca. Logo em seguida veio a febre e percebi que os gânglios linfáticos do pescoço estavam bem inchados. Foi aí que resolvi procurar socorro médico. Como eu havia contrato um Seguro Viagem, fui atrás do número de atendimento e acionamento. A empresa não oferecia ligação gratuita, eu deveria ligar a cobrar. Aí começou meu perrengue! Fui até a recepcionista e perguntei a ela como fazer uma ligação a cobrar do meu celular, já que eu havia adquirido um chip de celular chileno ou do telefone fixo da pousada. A atendente não entendia o que eu estava perguntando. Não conseguia entender o significado de “llamada al cobro revertido“. Eu já havia utilizado essa expressão em outros países de língua espanhola e fui compreendido facilmente, mas ou no Chile eles usam uma expressão diferente ou não existe chamada a cobrar por lá! O fato é que não descobrir como efetuar esse tipo de ligação e tive que fazer uma chamada internacional através do chip chileno. É óbvio que meus créditos iriam acabar rapidamente! Mas não é que eu tive sorte! A atendente logo no início da ligação me perguntou um número em que ela pudesse me ligar caso a ligação caísse. Que sorte! Passei logo o número chileno e disse que iria cair pois os créditos estavam acabando. Ufa!!! Logo ela me retornou a ligação e me deu todas as informações para que eu conseguisse atendimento médico na pequena cidade de Pucón. Me arrastei até o hospital, que por sorte era bem perto. O médico me diagnosticou com faringite e passou alguns remédios e me mandou fazer repouso. Comprei os remédios e voltei para pousada. Passei o resto do dia deitado e mal consegui comer uma sopa a noite. Minha boca estava completamente tomada pelas aftas e eu sentia uma dor muito forte ao tentar mastigar. Nessa noite eu passei muito mal. Literalmente eu passei a noite toda acordado e com muita febre. Assim que amanheceu eu voltei ao hospital e fui atendido por outro médico. Ele ficou surpreso com a medicação passada pelo médico do dia anterior. Parece que não é só no Brasil que isso acontece né! Me passou remédios mais fortes e me disse que ficasse tranquilo que agora eu iria melhorar. E realmente após tomar os remédios que ele receitou já comecei a me sentir melhor. Nessa noite consegui me alimentar melhor e dormi bem. No outro dia cedo resolvi que era hora de seguir viagem. Mesmo ainda sofrendo com os sintomas da faringite eu comprei passagem para próxima cidade, já que estava me sentindo um pouco melhor. Ainda demorou 3 ou 4 dias para que os sintomas desaparecessem. Foi uma experiência muito ruim adoecer viajando sozinho no exterior. Ter contratado um Seguro Viagem foi fundamental para minha melhora, já que não me preocupei com o preço das consultas e remédios, pois tinha certeza que seria ressarcido, o que ocorreu sem nenhuma dificuldade. Atendimento médico no exterior Em caso de emergência médica durante sua viagem ao exterior, você pode procurar por um médico ou hospital particular e apresentar seus documentos como passaporte e visto para receber atendimento. Atendimento médico no exterior não costuma ser barato não. No Chile o custo é parecido com o da rede particular aqui do Brasil. Entretanto eu havia contratado um Seguro Viagem e todas as minhas despesas foram ressarcidas posteriormente. Mas fique atento: atendimento médico para brasileiros é gratuito em alguns países. SEGURO VIAGEM A melhor forma de se precaver e poder viajar em segurança, sabendo que caso precise receberá um ótimo atendimento médico no exterior, é através do Seguro Viagem internacional. Você pode pesquisar e contratar o Seguro Viagem antes de sua viagem, podendo assim escolher o seguro que lhe ofereça a melhor assistência médica e atendimento emergencial no exterior. Ao contratar o seguro você receberá todas as informações de como entrar em contato no país em que vai estar. Caso precise utilizar o seguro no exterior basta ligar na central de atendimento que você será indicado ao local para atendimento mais próximo. Entre as assistências que você vai encontrar no seguro de viagem internacional estão: Atendimento emergêncial Cobertura de acidentes pessoais Reembolso de despesas médicas Reembolso de despesas com remédios Fisioterapia Translado ou repatriamento médico Os melhores cartões de crédito oferecem aos seus clientes Seguro Viagem gratuito. Basta comprar as passagens de ida e volta com um cartão que ofereça esse benefício. É uma ótima forma de economizar em suas viagens internacionais! Se o seu cartão de credito não oferece esse benefício, a dica para economizar é comparar os preços de diversas seguradoras através da Real Seguro Viagem. Já usamos os serviços dessa empresa e recomendamos. Conseguimos um desconto exclusivo de 15% para nossos leitores. Basta realizar um orçamento através do link a seguir do seu Seguro Viagem. Assistência médica gratuíta no exterior Todo brasileiro assegurado pelo INSS têm direito a assistência médica gratuita nos seguintes países: Portugal, Espanha, Grécia, Itália, Uruguai, Argentina, Chile e Cabo Verde. Vale lembrar que o atendimento será feito nos hospitais públicos. Então, avalie bem se vale a pena “contar com a sorte” ou contratar um Seguro Viagem. Para ter acesso ao atendimento médico gratuito nesses países o turista deve fazer o Certificado de Direito a Assistência Médica Durante Estadia Temporária, que pode ser obtido no Departamento Nacional de Auditoria do SUS, do Ministério da Saúde. A emissão do certificado deve ser solicitada com pelo menos 3 dias de antecedência à viagem.
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