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Dyanne

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  1. boreiajr No começo como foi primeiro camping de todos os envolvidos nessa viagem e ainda por cima selvagem tbm ficamos com receio....durante o tempo que ficamos na praia brava tinha um pouco de movimento de pessoas só durante o dia....não nos afastávamos muito das nossas coisas e as barracas ficavam com cadeados mais eu achei super tranquilo....leve fogareiro, uma boa maquina fotográfica(que foi o q mais senti falta na viagem) e uma lona grande que dará tudo certo. ficamos na primeira clareira que tinha bastante privacidade mas depois que soubemos da Jaguatirica entendemos pq não tinha nenhum acampamento levantado lá rsrsrsrs mais se vc continuar andando pra esquerda verá clareiras até melhores para acampar... narrei no relato a metade das aventuras, foram muitas....apesar de passar por tanto perrengue sair da zona de conforto é realmente uma grande experiência... qualquer dúvida a respeito da praia q eu puder te ajudar só perguntar!
  2. Saudações Mochileiros... vindo aqui narrar mais uma aventura Tudo começou 2 meses antes do final de ano quando estava decidindo com mais 4 amigos aonde poderíamos passar o Réveillon, só tínhamos certeza de uma coisa... não queríamos ficar em SP! O destino era o litoral, mas para aonde iriamos??? depois de muito pesquisar e até pedir ajuda ao Kassio Massa aqui do fórum e do Grupo Limite Extremo no face, optamos por passar a virada em Barra do una-Peruíbe, já tinha até contatado alguns campings e pesquisado tudo a respeito do lugar, porém, São Pedro mudou nossos planos três dias antes da esperada trip, olhei alguns sites meteorológicos e a previsão era chuva todos os dias e muita chuva por sinal. ai conversando com a galera mudamos todo o plano...a única previsão otimista que eu vi foi pra Trindade-Rj só que não ia dar pra pegar um camping pq todos estariam lotados. sem contar que o orçamento estava apertado, então decidimos fazer camping selvagem na Praia Brava de Trindade. Tudo acertado na quarta, quinta fomos ao mercado comprar comida e etc. sexta cedinho assim que nos encontramos no metrô fazendo o check list quatro coisas importantes foram esquecidas: A câmera digital , Lona extra, Panela(que compramos em Uba) e o fogareiro. Partimos então com a cara e a coragem e escassa informação a respeito do novo destino para a rodoviária afim de comprar as passagens para Paraty e de lá seguir para Trindade. Infelizmente não achamos mais passagens para Paraty então tivemos que comprar para Ubatuba de lá teríamos que ir para Paraty e depois para trindade (aiaiai ) viagem cansativa mas não pegamos muito trânsito então estávamos no lucro ou achávamos que sim, chegamos a Ubatuba e compramos nossas passagem de volta, compramos nossa panela e seguimos para outra rodoviária e constatamos que tínhamos acabado de perder o ônibus para Paraty e o próximo só saia as 21:00; encontrar uma entrada de trilha no meio da estrada a noite sem chance. Então barganhando conseguimos um táxi que saiu caro mais foi uma das melhores escolhas que fizemos na viagem. O taxista nos deixou na entrada da trilha para Praia Brava que pra quem está vindo sentindo Ubatuba- Paraty é a primeira praia um pouco antes da praia do Cepilho já se vê o acostamento e a entrada da trilha fica a esquerda. Com as mochilas pesadas e as mãos quase que ocupadas levando os mantimentos demos início a trilha, sem muita dificuldade, mais deve se ter muito cuidado porque a impressão que dá é q se vc se desequilibrar e cair pro lado direito já era rs Chegando à praia e que praia linda, a única coisa que não curti muito foi o mar bravo(acho que num dava nem pro Cielo) mais o próprio nome da praia já dizia rsrs de resto tinha bica, cachoeira, rio no canto direito onde dava pra tomar um banho sossegado quase que isolamento total, praia limpa, cheia de vida.... Nos instalamos em uma das clareiras e como estávamos mortos nem tentamos armar fogueira para fazer nada, comemos club social e dormimos mortos da viagem e cheios de areia rs No dia seguinte já mais descansados começamos a explorar o lugar e procurar madeira seca já que não tínhamos fogareiro e a fome pedia mais que club social ... até montamos a fogueira porém não acendia de jeito nenhum....decidi então dar uma olhada com mais dois amigos nos outros acampamentos que haviam na praia afim de saber como eles estavam fazendo ou se tinham algum fogareiro extra pra vender....notei que todos estavam fazendo fogueira só que usavam diesel para acender o fogo, um dos acampamentos gentilmente nos doou um pouco para que conseguíssemos finalmente cozinhar. Obs: numa próxima oportunidade com certeza levarei o fogareiro, devido ao camping selvagem ser decidido de última hora os preparativos foram meio que nas coxas e foi o primeiro camping de todos. Porém entendo que fogueira não é o mais indicado na natureza fizemos pq não tínhamos escolha mesmo. bom voltando, resolvemos o problema da comida e tínhamos água ai vcs pensam agora é só aproveitar o lugar...foi isso que fizemos curtimos o resto do dia, no fim de tarde outros campistas nós avisaram de uma jaguatirica que tinha na região que foi avistada com o filhote por um deles e pro nosso azar estávamos acampados bem perto de uma trilha que ela utilizava da mata para praia caindo a noite mais um perrengue a ser superado sabe aquela lona extra??? fez muita mais muita falta, tínhamos três barracas "sensíveis" a chuva e só uma lona q não era tão grande conclusão ficamos enxugando a barraca a noite toda ou no meu caso dormi com a barraca suando e fiz do colchão inflável um bote salva vida esse mesmo colchão que pesou toneladas na minha mochila e que constatei no dia seguinte q estava vazando ar...(pensa na raiva) rsrs No projeto inicial iriamos sair dali só na Terça pra pegar o ônibus na estrada para Paraty-Ubatuba-Casa, porém a praia era parada demais e estávamos do lado da badalada Trindade então decidimos ficar só até segunda de manhã e ir passar o réveillon na vila. o dia se sucedeu lindo, aquele solzão... a praia encheu de turistas, vários caranguejos na areia, lagostinhas no rio que ficavam beliscando nossos pés....a tarde tivemos outra surpresa, um agente da policia ambiental estava mandando todo mundo levantar acampamento dali da praia pq era proibido e tals, como íamos embora de manhã cedinho esperamos ele ir embora e remontamos as barracas e assim veio a nossa última noite naquele lugar incrível e com ela mais uma vez a chuva, tentamos de todas as maneiras cabíveis se proteger mais não tivemos chance....ela veio novamente e bem mais forte do que na noite anterior, nossas barracas alagaram não tinha como dormir nelas o que fizemos? pegamos o maldito colchão inflável que era a única coisa seca enchemos o máximo que deu e ficamos cinco pessoas em cima dele embaixo de uma lona. rsrs #momento tenso. íamos embora de manhã e todo mundo estava pra baixo pela situação e a chuva apertando, ai eu decidi começar a cantar que nem uma louca e todo mundo entrou na brincadeira fizemos um Campiokê... cantamos tanto mais tanto que em determinado ponto da noite São Pedro deu a merecida trégua acho que a nossa cantoria o assustou rsrsrs essa noite foi a mais épica estávamos nós lá ao relento na chuva protegidos apenas por uma lona e com uma possível ameaça de Jaguatirica e devo ressaltar que nunca passei tanto frio na minha vida kkk na manhã seguinte aquela dureza de secar as coisas para guardar, pretendíamos sair cedo para aproveitar mais a vila e suas outras praias, só que como bem dizer tudo molhou acabamos que saindo mais tarde... pra subir a trilha foi bem sussa tinha menos peso passamos na cachoeira para se despedir daquele lugar que por dois dias foi praticamente nosso e depois de uma caminhadinha por vezes íngreme chegamos na estrada a minha primeira reação foi comprar uma skol bem gelada do outro lado da mesma rs seguimos pela estrada até trindade numa boa....só tendo muito cuidado para não ser atropelados pelos loucos subindo e descendo! Quando chegamos à Praia de fora senti a mochila pesar toneladas...aquele sol...areia quente...como íamos embora na manhã do dia seguinte paramos no Camping Ventura 2 onde falei com um dos responsáveis por nome Nivaldo ( gente boa) com quem acertei de montar uma das barracas colocar todas as nossas tranqueiras dentro e vim buscar só oq fosse necessário para não ter q ficar andando com as mochilas, depois de muito barganhar fechamos o negocio e seguimos para a vila afim de almoçar. já muito bem alimentados andamos pela vila, ela é bem pequena e estava bem movimentada pra sua capacidade padrão mais foi um passeio agradável já que não víamos civilização a algum tempo rs conhecemos a praia do meio, parecia uma piscina e tem umas pedras que vc sobe e tem aquela vista incrível do mar...vimos de cima das pedras a praia do caxadaço mais não chegamos a ir nela devido ao pouco tempo q tínhamos de sol, optamos assim por aproveitar o pouco que dava onde estávamos mesmo! Sol indo embora nos retiramos da praia, tomamos uma banho improvisado alias "improviso" foi uma das palavras chave dessa mini aventura voltamos ao camping nos arrumamos e fomos curtir a virada na praia do Rancho. Por estar só com os celulares não conseguimos tirar boas fotos da virada mais só tenho a dizer que foi linda, mágica, a queima de fogos, pular as 7 ondas, o som, a praia lotada, as pessoas colocando velas na areia, uma lua que eu nunca vi igual... muito bonito mesmo. Depois de curtir bastante fomos para a frente do camping que era na areia busquei a lona e toalhas forramos e lá mesmo capotamos por umas duas horas. mau tinha chegado o ano novo 05:30 da matina já estávamos no ponto esperando o ônibus para Paraty e deveria acabar aqui porquê esse relato já está enorme rs só que aguenta mais um pouco ai.... pensamos q ia ser simples e fácil voltar para casa porém por um deslize perdemos o primeiro ônibus que sai de Paraty direto para Ubatuba o próximo só saia de 9:50 e iria só para divisa teríamos que pegar outro para chegar na rodoviária e a nossa passagem estava marcada pra 11:30 ... o dinheiro estava escasso portanto tínhamos q depender dos ônibus e rezar para chegar a tempo....não chegamos! chegamos na rodoviária preocupados, depois de alguma pressão no guichê da companhia conseguimos remarcar as passagens (ufa) inicialmente só para dia 03 e graças aos céus demos sorte de abrir algumas vagas para viajar na madrugada do mesmo dia. até isso tudo estar resolvido passamos um drama na rodoviária meio que sem saber o que fazer....ligando pros pais então fica a dica : Trindade é linda demais só que o acesso pra quem vai de busão é terrível então vc tem que ter paciência e se programar bem pelo menos em alta temporada. (quando for comprar a passagem no tietê já pega ida e volta) tudo resolvido dois amigos ficaram dormindo em cima das malas na rodoviária, eu e mais dois fomos bater perna já que não tinha muito o que se fazer e foi tbm uma ótima escolha conheci outra praia super legal a de Itaguá que fica próxima do Projeto Tamar e do Aquário de Ubatuba a qual pretendo voltar logo logo... praia super calma dava pra se chegar facilmente próximo aos barcos lá atracados, uma beleza porém mais urbana....orla com restaurantes, mercados, habibs, shop... depois desse mini passeio com gosto de quero mais voltamos para a rodoviária, dormimos em cima das malas e a 01:30 partimos de volta a Sp. Essa foi uma pequena grande viagem, quando voltei para casa dei mais valor as coisas, aprendi muito principalmente a ser mais forte e não se abater na primeira dificuldade, estreitei os laços com os amigos. Mesmo tendo tanto perrengue foi uma aventura e tanto. mal posso esperar pelas próximas
  3. belo passeio meninos, parabéns... ah e me aceitem no Face. qual será a próxima Trip?
  4. realmente os relatos dos mais experientes por aquelas bandas só nos inspiram rsrsrs falando nisso podíamos marcar um trekking hein Jefferson ? rsrsrs
  5. ótima pergunta Massa rsrs jef... ótimo relato, como vcs voltaram??? vc acha q pra mim q sou super iniciante rs da pra fazer numa boa essa trilha...me amarrei mto rs
  6. rsrs achei tbm q até fomos rapido, devido as situações q enfrentamos e ainda tiramos fotos, paramos na volta no pesqueiro e no riacho! pensei que essa trilha ia ser bem mais facil que a primeira, embora fossemos andar mais e na verdade até era. Um erro tolo de orientação e interpretação do seu relato e pronto!rs devia ter me atentado aos detalhes: como passar pela parte dos dutos e etc...e pra ser sincera depois de algum tempo andando na mata fechada decidi não voltar ao ponto inicial tbm pq desanimariamos e não queria ir pra casa sem chegar na pedra, pensei ter saído da trilha em algum ponto q podia ser encontrado mais a frente! mais ta ótimo...cheguei...mta aventura e perrengues a parte o dia estava realmente lindo e aproveitamos muito o passeio! cometi três erros que não aconselho 1º muita teimosia de minha parte(ainda bem q o parceiro era paciente)...mais na proxima reconheço q errei, volto e acho o caminho certo ou corro o risco de ser arrastada pra casa! 2º não ter feito uma lista ou mapa com detalhes que vi no relato do Massa...me atentei apenas a copiar o "como chegar" do blog rsrs(serviço de preguiçoso) 3º fui andar de shorts(esse foi oq mais me causou prejuizo q tlv na trilha certa não fizesse mta diferença mais na errada fez.) devido aos varios arranhões não vou usa-lo por algum um tempo tirando isso foi perfeito...msm reconhecendo os meus erros não me arrependi de nada!
  7. ola galera... voltando aqui pra postar o meu segundo relato tendo total sucesso na nossa primeira trilha ao poço formoso fiquei tentada a voltar para a pequena vila e fazer outra o mais rapido possivel ^^ (circulo viciante) pesquisei a respeito do lago de cristal, porém optei por subir a pedra Grande mais uma vez influenciada pelos relatos do "Massa" rs então no feriado da consciência negra me encontrei com o meu parceiro de aventuras as 7:00 no ponto aqui perto de casa e la fomos nós a Paranapiacaba... chegando na vila, compramos mantimentos e antes de encarar a longa estrada de taquarussu subimos ao mirante do lado do cemitério... o tempo estava ótimo bem diferente do que a gente viu na primeira trilha o que nos deu mais coragem ainda pra pernada que nos aguardava, descemos então a ponte em direção a estrada não sem antes também tirar fotos da vila e da locobreque... locobreque mais alguns cliques, depois de passar no bar da Zilda pra tomar algo gelado e criar coragem, finalmente chegamos na estrada... as 10:00 seguimos então a estrada sem grandes mudanças de paisagem....cruzavamos vez ou outra com motos de trilha e ciclistas depois de muito andar, chegamos na vila de taquarussu onde comprovei o q o guarda metropolitano de paranapiacaba a quem pedimos algumas informações nos informou que na verdade era at muito pequena pra parecer uma vila com casinhas contadas a dedo, igreja e uma pequena represa...De dia naquele sol me parecia uma cidade fantasma de faroeste porém a noite imaginei como um cenário de jogo apocalipitico! até aqui tudo tranquilo foi depois de passar pelo pesqueiro que o perregue começou... depois de passado o pesqueiro truta nas pedrinhas entramos a direita como li no relato do "massa", passamos por uma propriedade com dois cachorros de caça , um deles bem exaltado tentando pegar os patos quase nos fez retroceder até eu perceber que ele estava preso por uma corda então continuamos depois dessa primeira propriedade tínhamos duas opções seguir reto ou uma bifurcação a direita onde entramos pensando ser a tal trilha até a pedra, errado! começamos no que parecia ser uma trilha que foi se fechando cada vez mais...embora inocentemente eu ainda achasse que era a certa... que nada... estávamos em mato fechado mais jurava que estava certa e teimosa como sou (preciso trabalhar nisso) não quis admitir o erro e como estava dando pra andar desviando dos obstáculos sempre em zigue e zague, achei que estavamos paralelos a trilha certa e que podíamos encontra-la em algum ponto...estava enganada. quanto mais andávamos mais agonia dava, o clima estava tenso e andávamos em silêncio, o único som era do "ai!" pq tinha muitos espinhos, tensa como eu estava e cheia de adrenalina nem estava me importando no momento, só queria chegar! fizemos um verdadeiro vara mato (só que sem a faca q seria muito útil por sinal), chegamos até uma parte onde tinha muito bambu e o Alex até se inspirou a querer bater fotos e quebrar um pouco o clima tenso porém estava mais preocupada em como chegaríamos, voltaríamos e a vegetação me deixou confusa oras aberta...oras fechada... aquilo com certeza não era uma trilha! depois de andar mais um bom bocado sem saber onde estávamos, passamos por mais uma propriedade que era um sitio que tinha uma placa bem grande dizendo proibida a passagem sem autorização, ouvimos barulho de cachorro e por via das duvidas a contornamos pela cerca por um caminho que se escorregasse era direto pro hospital pela queda ou por se cortar no arame farpado! continuamos pelo caminho árduo de espinhos, deslizamentos, troncos e etc...a essa altura já tinha total certeza que tomei o caminho errado em algum ponto distinto e já tínhamos andado muito, pelo menos eu achava, já que as arvores fechavam o céu acima de nós o q me deixava claustrofóbica e meio desorientada sobre onde estavamos em relação a pedra...a teimosia era maior e não me deixava retroceder, já tinha chegado até ali e iria até o final até pq tinha certeza de que já no topo acharia a trilha certa de volta. Alex até tentou me fazer voltar para trás sutilmente me dizendo que se eu não queria voltar pq estava machucada e estava preocupado, mais tentei transparecer a maior confiança do mundo de q iriamos chegar no objetivo...(era só subir então se já estava ferrada mesmo pelo menos ia até o final!). ele me olhou como se estivesse prestes a me carregar pra casa se fosse necessário mais que também iria dar o voto de confiança que eu precisava de q ainda podíamos chegar la... passado esse drama continuamos a subir... já estava anestesiada a dor que os espinhos e outros obstáculos me causavam então tentei me concentrar em detalhes como pequenas clareiras de luz, as arvores abaixando, pedras enormes e o barulho do vento mostrando que pelo menos estávamos subindo... Avistei uma clareira logo depois da subida íngreme em que estávamos como se o terreno la estivesse plano não deu outra me apressei em chegar até ela escalando como se estivesse ficando sem ar... quando alcançamos a clareira estávamos bem ao lado esquerdo da pedra tínhamos duas opções ou subíamos por ali mesmo que não era tão 'íngreme" e estava coberto com capim dourado seco até o topo(porém uma tropeçada ou perda de equilibrio era morte na certa, pq não tinha nada pra se segurar na caída) ou encarava a mata fechada de novo! não pensamos duas vezes e decidimos ir conquistando pelo lado da pedra até o topo, a vista era linda mais nem olhei pra trás com medo de ter uma vertigem, perder o equilíbrio e descer a montanha rolando...fomos bem dizer escalando, forçando o peso do corpo pra baixo e com cuidado porém estava andando com uma certa pressa, aquela situação também estava me deixando agoniada, Alex foi na frente com as mochilas e eu logo atras, em todo o perrengue que passamos aquele foi o mais fácil de vencer porém foi o de maior risco... arranhões não era uma das opções ali! chegamos em fim ao centro do topo, fiquei super empolgada "we are the champions my friends" mais logo sentei como se estivesse andando a dias, puxei todo o ar que pude e fiquei algum tempo parada até me estabilizar, devido a fatores como adrenalina, cansaço e latitude fiquei super ofegante...enquanto isso Alex ligou o radio e constatou que chegamos ao topo exatamente as 14:00 contabilizando 4 horas de ida e ainda precisávamos descobrir como voltaríamos. demos alguma olhada ao redor e já fomos até a ponta da pedra montar o piquenique, agora que estava parada e o sangue esfriava começava a ver realmente os estragos: como muita fome e minhas pernas putz as duas cheias de vergões,arranhões e ralados que começavam a doer pra burro, mais ainda quando eu tive a brilhante ideia de jogar água pra limpar os machucados... depois de comer os dois sanduíches que o Alex preparou pra mim e passada a adrenalina conclui q até foi duro chegar ali, mais perrengue faz parte, erros ensinam e a vista era linda! então comecei a curtir o momento e tirar fotos... Convidado do piquenique curtimos mais um pouco ouvindo legião urbana e apreciando a vista até q chegou 3 rapazes mais um senhor que era o tio e trazia os meninos para uma excurssão a pedra, fizemos amizade e explicamos o perrengue q passamos, pedimos encarecidamente se podíamos voltar com eles e evitar mais arranhões e stress na volta...eles ficaram felizes em nos ajudar! os nossos recentes amigos tiraram a nossa ultima foto na pedra... começamos a descida que foi bem íngreme porém divertida, aberta e muito mais segura que a subida, estávamos na trilha certa! os nossos amigos nos guiaram no caminho sem muita dificuldade até chegarmos em outra propriedade aparentemente abandonada com piscina que vimos do alto da pedra, pulamos a porteira branca da entrada e depois nos despedimos do pessoal que ainda iria pegar as bikes que esconderam no mato, depois desse ponto tinha uma entrada a esquerda e outra a direita fomos orientados a seguir pela esquerda pra chegar onde tudo começou na propriedade do cachorro caçador de patos....passamos pelo caminho dos dutos e chegamos de onde saímos e percebi o meu erro, deveria ter seguido reto logo após a primeira propriedade ao invés de ir pela entrada a direita! sem mais delongas nos apressamos no caminho de volta pq ainda queríamos assistir o final do jogo do Corinthians, mais claro que parando para alguns rápidos cliques,tomar uma breja no pesqueiro e para lavar o rosto no riacho que vimos na ida... A mãozinha... chegando na vila, fomos ao bar da Zilda e vimos o Corinthians tomar o gol e logo em seguida virar o jogo depois de bebemorar o dia e a vitória do Corinthians rumamos ao ponto mais não antes de passar no mirante de novo e ver a vista de Cubatão linda com as luzes acessas...pena que foi ai que minha câmera me deixou na mão. fomos para o ponto e ja eram 20:30...aguardamos o que parecia uma eternidade e finalmente EMTU/Trem/Metrô/ônibus.....lanchonete...CASA! aprendi muito nessa segunda trilha e ja anseio voltar a pedra(do jeito certo claro!)rs, estou adorando viver essas aventuras e descreve-las aqui! agradecendo mais uma vez ao Alex que me apoiou quando foi necessário, mesmo me chamando de doida , aguentou firme e confiou em mim até o final! A vida é uma escalada...mas a vista é ótima.
  8. ola Massa belo relato...inspirador!!! gostei dessa prainha o percursso de 3 hrs pra chegar at ela e voltar vale a pena??? a segunda torre seria aquela das teias de aranha(erro do poço formoso) ??? voltei a parana... nesse dia 20/11 e fiz a trilha at a Pedra Grande/Quatingua logo estarei postando o relato!
  9. e aproveitando como eu faço pra chegar no lago de cristal?? não que eu queira mastigado mais é que é uma das minhas próximas ambições e como vc e o Massa já foram...
  10. ta certo Jef... medo não mais respeito sempre! quero fazer mais passeios por la, só que planejando claro de acordo com a dificuldade pq começamos na vida trilheira domingo rsrs tem q ir dificultando aos poucos e pretendo investir em alguns itens como calçado, bolsa e uma bussola rsrs eu acho q os itens mais importantes já consegui que é vontade e um parceiro pra se meter nessas aventuras! de certo que esse e outros sites me ajudaram muito, eu já sabia bem a teoria antes de ir la no domingo...vi ftos, videos, li relatos quando cheguei la foi como se já tivesse ido! ler é uma viagem mais nada se compara a ver com os próprios olhos! pena q o tempo estava meio feio temos que ser aventureiros mais com responsabilidade pra justamente não acontecer essas tragédias q vc comentou!
  11. realmente merecia mais respeito! ruim também alguns imbecis que largam os lixos pelo caminho!
  12. rsrsrs... eu tbm pensei a mesma coisa. eu realmente fiz algo a respeito quando vi a faixa.... me abaixei e passei por baixo!
  13. a gente não encontrou nenhuma fiscalização na terça nem no domingo, apenas uma faixa amarela daquelas de cena de crime que não me intimidou nenhum um pouco ao contrário rsrs o plano inicial foi entrar e ir até o poço ou até onde seria possível passar (como não sabia as condições em que a trilha se encontrava) mais depois que começamos a andar vi que só precisávamos ter cuidado com algumas partes de deslizamento e para não escorregar pq o clima "chove não chove" não ajudava muito...
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