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waldyrneto

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Sobre waldyrneto

  • Data de Nascimento 17-04-1969

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  1. O Core é meio que a versão nova do Vector. O Vector parece mais robustão mesmo, mas o Core vai ter umas funções interessantes, como travar a altitude e variar só a medição de pressão a nivel do mar, ou travar a pressão a nível do mar e variar a altitude.
  2. Boa Peter !! Ótimo relato. Fica aí a dica pra galera conhecer essa linda trilha. Pretendo em breve fazer uma manutenção no trecho da descida do Alto da Ventania, que realmente é melhor que o atalho. Pra quem se interessar, mais algumas fotos e detalhes da trilha: http://trilhasdepetropolis.blogspot.com/2008/08/travessia-cobiado-ventania.html
  3. Ola Edy, já estamos entrando em abril. Assim a questão das chuvas e raios fica menos crítica. Se fizer a Travessia em dois dias é melhor subir o Açu no primeiro dia, acampar e fazer a Travessia e a descida no segundo dia. Fica meio puxado mas é viável. Se você tentar esticar no primeiro dia, vai acabar acampando no Vale das Antas. Nesse caso, se for questionado, tem que ter uma boa justificativa. Sobre o livro - http://trilhasdepetropolis.blogspot.com
  4. O ideal é você descobrir a altitude da sua casa, pra poder calibrar sempre que sair pra trilha.
  5. waldyrneto

    Barracas AZTEQ

    Comprei uma Aztec Minipack e estreei neste final de semana. Subi o Açu a noite, bem leve (mochila de 40l) com barraca e saco de dormir "dentro", e isolante por fora. Coube tudo (incluindo comida e agasalhos). Fácil de montar e bem espaçosa (para uma pessoa + equipos). O avanço dela é mínimo, mas dá para deixar a bota suja bem ao lado da porta, por dentro - uma bota de cada lado. É o suficiente. Bom demais subir o Açu para acampar com mochila levinha... Tive a impressão de a barraca ser meio frágil, tanto o tecido quanto as varetas. Mas isso é a contrapartida do peso (1,7Kg). É questão de ser cuidadoso. O preço é que é meio salgado, mas acho que vale o investimento. Realmente dá para duas pessoas, desde que não tenham material e se amem muito :^) Abaixo um link com uma foto dela lá no Açu (entre outras fotos) http://www.orkut.com.br/Main#Album.aspx?uid=9131702510688060155&aid=1231588651
  6. Ola Fábio e demais, Eu passo no Cavalinho sem cordas, mesmo de mochila cargueira. Mas se estou com um grupo heterogêneo sempre levo uma cordinha para o caso de alguem ter dificuldade com o lance. Uma cordinha pequena (uns 10m) com uns nós. Assim fica a sugesão: Num grupo onde todo mundo se garante, não pecisa de corda. Na dúvida quanto aos participantes, leve uma cordinha. No mínimo ajuda no lado psicológico. []´s Waldyr Na Peterê não precisa de cordas....nem mesmo no famoso "cavalinho" que nada mais é do que uma pedra caída no meio do caminho....só que ela caiu num trecho de "escalaminhada". Mas não é nada tão radical a ponto de precisar de cordas..... Com relação ao guia....não desista dessa idéia....ou então vá com um grupo que tenha alguém que já passou por lá muitas vezes....(leia...muitas vezes). Se perder lá isso sim é muito fácil. abração
  7. Ola Peter, Uma alternativa, mesmo que não seja ideal, é permitir a entrada na sexta a noite até a meia noite. Isso daria mais condições para quem vem de fora fazer a subida noturna. Ai ficaria um acampamento no Açu e outro no Sino, mesmo num final de semana simples. Também tenho negociado isso com o Parque. []´s Waldyr
  8. waldyrneto

    Mochilas EQUINOX

    Bom, sou fã da Equinox. Tenho três: uma grande leste, para escaladas e caminhadas de um dia, uma Kiihu, para escaladas com mais material ou conquistas, e uma cargueira Elevation, que chega a 110l. São "pau pra toda obra", provavelmente as mais resistentes do Brasil. O visual delas é limpo, sem muitos bolsos laterais ou fitinhas, o que é muito adequado para o Brasil, onde se caminha na Mata Atlântica. Não adianta copiar mochilas gringas, pois lá fora se anda na neve, na rocha, entre pinheiros, etc. Mata Atlântica é bem diferente e as mochilas devem ser estreitas e com cordura forte, o que é bem a característica da Equinox. Segue o link para um artigo que escrevi sobre o assunto: http://amagiadamontanha.blogspot.com/2008/08/comparativo-mochilas-equinox-para.html
  9. Bom, considerando acampar SEM carro, ou seja levando tudo nas costas: Os Espeques (ou varetas de fixar as barracas) eu fixo com a mão, com o pé ou no máximo com alguma pedra, mas é raro precisar. Gosto de levar um canivete Victorinox, mas realmente já tem coisas mais práticas, como aquelas ferramentas que tem até alicate. Mas um bom canivete dá conta do recado. Dependendo da trilha levo facão, mas não é regra. Gosto de levar umas cordinhas, silver tape, etc, pois tem mil e uma utilidades e podem ajudar em reparos simples na barraca, por exemplo.
  10. Ola Todos, Nos anos 90 tive um AVOCET, que era feinho mas funcionava bem. Depois tive um CASIO, que era quase uma panela, mas dava conta do recado. Ano passado meu CASIO "morreu" e eu arrisquei comprar um TIMEX Expedítion. Esse eu não recomendo para ninguem, pois apesar de ter um altímetro que funciona, tem um software interno que atrapalha tudo. Nos relógios anteriores eu calibrava numa altitude que eu conhecia e a partir daí ele ia variando a altitude (baseado na variação de pressão). No TIMEX tem uma função que, por conta própria, chega a conclusão de que você chegou numa altitude constante e ai passa a variar a pressão a nível do mar. Se você deixar o relógio em casa, é um excelente apoio para previsão do tempo, pois traça um ótimo gráfico de pressão. Mas na montanha é quase inútil, pois basta dar uma parada para um lanche que ele para de variar a altitude e passa a variar a pressão a nível do mar. Eu achei isso tão absurdo que contatei o suporte TIMEX, que me confirmou essa característica, que considero uma falha grosseira. Pra quem ainda não entendeu, vou dar um exemplo. Calibrei meu TIMEX em casa (Petrópólis) e fui escalar uma parede no Pico da Tijuca. Tudo funcionou bem até parar na base da via para encordar. A partir daí o relógio parou de variar a altitude e variou apenas a pressão no nível do mar. Resultado, cheguei no cume do Pico da Tijuca com o altímetro marcando uns 700m (o correto é mais de 1000m), e o barômetro marcando uma pressão a nível do mar surreal. Tudo estaria resolvido se eu pudesse calibrar o altímetro e pudesse "travar" a pressão a nível do mar, deixando o altímetro variar conforme a pressão de onde eu estivesse. Essa possibilidade já existe nos relógios mais novos da SUUNTO, que são considerados os melhores. Nesses relógios você pode travar a altitude (ao chegar num acampamento por exemplo) ou travar a pressão (quando está andando). Mas no TIMEX o relógio decide isso sozinho e sempre na hora errada. Meu próximo será um SUUNTO...
  11. Ola Pessoal, sobre acampamentos, segundo o regulamento do Parque são permitidos no Açu e no Sino. Outras áreas como o Vale das Antas e Geladeira não são permitidos, a não ser que se comprove que o acampamento foi montado devido a uma emergência. Vale lembrar que o Parque tem aplicado multas. Tenho tentado negociar com a direção do Parque uma alternativa para favorecer quem faz a Travessia em dois dias, mas até vale o regulamento. []´s Waldyr Neto
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