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Elvis Trivelin

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Reputação

1 Neutra

Sobre Elvis Trivelin

  • Data de Nascimento 06-10-1982

Bio

  • Ocupação
    Servidor Público e Professor de Geografia para Jovens e Adultos
  1. Bullseye, Morotin, vocês poderiam me informar quais carregadores vocês usam? Abraços
  2. Olá. Vi só agora a mensagem e vi também que tem procurado os tópicos corretos para obter as informações. Infelizmente nunca fui à Europa e não posso passar informações precisas. Agora que tem referências para a viagem, tudo fica mais fácil. Não sei se os restaurantes brasileiros seriam boas opções. Exemplo: http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g187895-d2149945-Reviews-Brasileiro-Florence_Tuscany.html Numa dessas, pode-se encontrar algum cantinho com valores mais interessantes. Boa Sorte!
  3. haha Tem muitos "loucos" aqui mesmo no mochileiros, mas depende do tipo de viagem. Tinha um grupo aí do PR - Montanhistas de Cristo, se não me engano - que fazia muitas trips aí pelo Sul. Uma dica é você procurar o destino que interessa a você no momento (ex: Cambará do Sul) e ver os últimos posts do lugar. Diga que tem interesse em ir e quais dias estará pela cidade, etc. Muita gente já viajou assim e postou depois. É uma sugestão. Sorte!
  4. Peter, ainda na ativa? Obrigado por compartilhar conosco o que tem feito aí. Este tópico tinha sido aberto com intuito de fazer isso mesmo. Inicialmente, o que todos nós tínhamos em vista aqui no fórum era a limitação estabelecida pelo próprio GPS da Garmin a arquivos .JNX não gerados pelo BirdsEye. Eu fiz algumas boas experiências com o Global Mapper 13, e com o GPSMapEdit. Com o MapEdit é bacana a possibilidade de transformar shapes de hidrografia ou de tipos de vegetais e solo, em arquivos .IMG, e colocá-los como mapas no GPS! Fiz uma experiência e eles me foram úteis. O programa também me permitia extrair dados de um arquivo .IMG fechado (como um mapa de linhas de nível). Não posso recomendar isso, é claro, pois estaria contra os direitos autorais. Mas a geração de arquivos .IMG não está no controle da Garmin e você só precisa de um programa que consiga gerar o mapa nos parâmetros aceitos pelo GPS. O OzyExplorer também tem recursos bastante interessantes. Sou um fã de geoprocessamento e cheguei a trabalhar com arcGIS e CadMap. Mas essas belezinhas que fazem a ponte entre dados espaciais e aparelhos GPS não foram exploradas totalmente por mim. Em alguns fóruns, ainda pude encontrar programas mais experimentais - e gratuitos - feitos para tal trabalho, mas aí você precisa de um certo domínio em linguagens C. Resumindo: muito trampo! A ideia era fazer um manualzinho, um passo-a-passo bem prático para que a galera conseguisse ter tudo do Google Earth e dos concorrentes à disposição nesses GPS's mais comerciais. No caso das imagens aéreas, nesta página me surgiu uma ideia de gerar arquivos .IMG de imagens aéreas: http://freegeographytools.com/2008/converting-raster-maps-to-garmin-vector-format-with-bmap2mp Será que conseguiríamos fazer isso aqui no Mochileiros? Vou enviar a mensagem também para seu e-mail. Com tempo, posso colaborar para isso. A ajuda é muito bem vinda!
  5. Obrigado a todos pelas orientações! Getúlio, Clóvis... foram de ótima ajuda em minha opção pela Finisterre. Aderência pra mim é fundamental. Em certos momentos - escalaminhadas, por exemplo - faz muita diferença e ainda que seja um pouco menos resistente que a Titã (o solado), o custo-benefício é maior. Pra ser sincero, o desenho da Titã me agradou um pouco mais (poupo peso com outro calçado, depois de travessias, nas cidades, e normalmente limpo a bota e ando por aí. Ela tem um design mais adaptado ao jeans e camiseta, talvez...) e ela cobriria bem a dupla função de uso urbano e trilha. Mas Finisterre também é bem bacana e agora é fazer um teste com ela na Serra do Mar de SP. Na Mantiqueira foi bem tranquilo. Como o clovis especulou, sente-se logo as rochas mais lisas (não apenas os seixos rolados nos rios, e as rochas recobertas de lodo ou musgo) andando dentro de mata fechada, muito em parte pelo próprio microclima local, pela grande umidade e pelas folhagens que vão se decompondo rapidamente, se juntando às partículas de terra e cobrindo as lajes por onde vamos passar. Isso é algo que sempre deixa o percurso tecnicamente mais difícil e faz render menos as horas de caminhada. Vlw mesmo pela experiência compartilhada!
  6. Não há experiência melhor que uma experiência autônoma. Em primeiro lugar você está sempre apto a romper preconceitos, sentir-se livre e quebrar as barreiras que prendem ao local de origem. Sempre procurei fazer minhas viagens nesse esquema: travessia, carga para alguns dias até chegar a uma cidade maior, dormida em beira de estrada vicinal, mas viagens relativamente curtas (1 mês, 1,5 mês). Na última que fiz quase fui atacado por uns pitibulls - que afastei com bastão de caminhada - nas divisas de duas áreas em disputa por grileiros Depois que o sujeito apareceu com uma carabina apontada, viu que eu não parecia com os eventuais inimigos que esperava. Ficou encanado com meu bastão de caminhada, mas se eu dependesse disso pra tomar uma terra, eu seria herói de muita gente... No fim ofereceu lugar para armar a barraca e passar a noite. O vento era gelado naquela parte interiorana do Paraná. Essas situações inusitadas em que tudo parece conspirar para dar errado e algo lhe salva de última hora viram histórias. Já tive mais disposição pra isso, mas uma vez tendo dependentes fica difícil. Quando estava por mim mesmo, OK; na pior das hipóteses, assumia a responsa e pagava pra ver o que viria. Mas quando isso envolve outras pessoas fica complicado. Ainda penso em fazer algo - mais seguro - por outros lugares. Eu teria que arrumar alguns trampos por onde passasse. Um professor de música da escola em que leciono ficou 6 anos trabalhando em navio, ganhava relativamente bem - para padrões brasileiros - e mantinha a família que morava na Zona Sul de SP. Quem sabe sejam esses também meus próximos passos? Falta coragem pra romper de vez o cordão umbilical com essa cidade. Sorte, Dalvan! E conte-nos as passagens assim que tiver oportunidades!
  7. Melchi, confirmo o que os colegas disseram anteriormente e que neste tópico a preocupação foi a de exportar imagens aéreas que pudessem ser usadas no GPS. A forma permitida pela Garmin (lembrando que existe outra, que consiste em gerar arquivos .jnx a partir de uma firmware alterada - o que só é possível fazer tendo-se um notebook com acesso à internet e aos cabos de conexão USB com o GPS) se limita a imagens que cobrem pequenas áreas (arquivos kmz). Se você quiser um detalhamento decente para seguir sua trilha se apoiando nelas, precisará de vários arquivos kmz. Há também até a possibilidade de usar um mapinha temático de fundo, georreferenciando ele, como você já deve ter visto aqui: http://www.garmin.com/us/products/onthe ... fragment-2 A maneira mais fácil seria contratar o serviço de imagens da Garmin adquirindo a licença do Birds Eye. Eu só não posso te garantir a qualidade das imagens na Chapada Diamantina pq até Domingo estarei sem computador (meu HD pifou, aqui, e só sábado vou conseguir outro). Assim que o pagamento é feito no Cartão de Crédito, a licença é liberada e você já pode importar as imagens tendo o GPS conectado ao PC e usando o BaseCamp. Em questão de urgência, se você tem conhecimentos básicos em cartas de declividade, recomendo usar os mapinhas topográficos da Mogeo (precisão de 5m) que são excelentes, e um mapa temático de mão, mesmo. Sabendo o relevo você já resolve a maior parte do problema restante de localização.
  8. Luis, tudo na paz? Resposta enviada pela MP, ok? abs
  9. Boa Noite a todos! Luís, legal que tem mantido interesse em contribuir para o Tracksource! Assim que achar bom acrescentar os caminhos de sua região, pode fazê-lo. Infelizmente a tecnologia também traz possibilidades para quem não deveria e entendo a preocupação. Se quiser, mande por MP o erro ou tipo de impedimento que ele tem no Windows 7 64 bits quanto à instalação do cGPSmapper. Deve ser algum detalhe do próprio Windows que possa ser contornado. Quanto ao TrackMaker Pro (versão paga): - Ele permite exportação de arquivos para formatos como .gpx e .kml MAS mesmo na versão PRO o número de pontos destes formatos é bastante limitado; - Ele não permite exportar para formato .img - este sim, um formato mais robusto e bem restrito a softwares como o cGPSmapper. O próprio cGPSmapper tem restrições de pontos, mas ele pode gerar indefinidos .img's desde que se tenha a licença do programa. Quanto ao TrackMaker (versão gratuita): - Seguindo os passos de desenvolvedor do TrackSource, você pode passar várias vezes na mesma estrada e gravar diferentes tracks. A associação entre eles permite uma média de pontos reduzindo a margem de erro ainda mais; - A simbologia utilizada para edição de novos mapas pode ser acessada na sessão de desenvolvedores do projeto e é bem simples, e pode ser feita no final, também, via conversão de elementos gráficos. - A exportação pode ser feita em .gtm - e enviada aos compiladores. O cGPSmapper é usado só depois dessa etapa inicial de traçado e conferência. De toda maneira, pelo que entendi, sua preocupação é gerar um mapa próprio - como fiz aqui - em formado .img e usá-lo no GPS. Para fazer isso, você precisaria ter o TrackMaker (pode ser a versão free para isso) e o cGPSmapper, basicamente. O cGPSmapper ainda permite edições de arquivo shape ou dwg que o próprio TrackMaker Pro não possui. Eu posso, por exemplo, editar um arquivo shape em arcGIS ou MapInfo, e exportá-lo para uso no cGPSmapper... É um programa bem integrado a softwares de informações espaciais - sem as mesmas restrições do TM. PS: Getúlio, quando eu falava do detalhamento das imagens aéreas, estava falando de maneira geral. Há regiões em que o GE é melhor que Bing Maps e vice-versa. O mesmo ocorre com o BirdsEye, embora aqui no Sudeste, muito menos que os 2 anteriores. E é por isso que recomendei ao Luis que adquirisse o direito de uso do BirdsEye como mais um recurso. Eu também tenho aqui. Entendo que a razão de ainda não terem criado uma ferramenta de conversão de .jnx para outro formato manipulável num programa de Geoprocessamento é pelo simples fato de que no próprio arcGIS ou MapInfo criam uma malha com imagens aéreas e georreferenciadas. Eles são ótimos pra isso. No sentido inverso: exportação para o .jnx, aí é necessário usar o Mobac e o Mobat2jnx. Estou tentando gerar imagens pelo conversor Mobat2jnx que não sejam geradas necessariamente pelo Mobac, mas que tenham as propriedades delas. Aí sim, será fácil criar imagens .jnx precisas e a partir do GE ou BE - de qualquer lugar do Brasil. Oxalá seja possível...
  10. Valeu, Luis! Realmente é uma pena que o mapdekode - que era uma opção gratuita - não tenha sido continuado... O software mais conhecido para gerar arquivos .img usados pelos GPS's é o cGPSmapper (http://www.cgpsmapper.com/), mas ele é um shareware. Eu utilizei uma versão demo dele e gerei alguns arquivos .img com o detalhamento de rios - que você não encontra nos mapas disponibilizados pelo Projeto Tracksource - a partir de arquivos shape (shp) - depois de acompanhar essa discussão num fórum de uma empresa de software de geoprocessamento: (http://forums.esri.com/Thread.asp?c=93&f=987&t=257454). Até me foram úteis (o programa funciona bem), mas não tive ainda a disposição de pagar uma licença do programa. Já vi de olhada rápida em foruns gringos que na Europa existe um projeto tipo o mapdekode sendo desenvolvido, mas ainda não tive o tempo de ler e explorar os programinhas - que estão em russo e alemão. O Projeto Tracksource tem os compiladores que fazem isso. Acredito que eles usem o cGPSmapper, já que tem eles como parceiros na página do projeto. Você baixa os mapas, faz alterações no GPS Trackmaker e salva no formato .gtm. A partir daí os compiladores recebem os diversos arquivos dos colaboradores, conferem e geram os arquivos .img prontos para baixar por qualquer usuário no site do projeto. Daqui a alguns dias devo pegar uns 10 dias de férias num dos meus trampos. Como vou ter q ficar em casa (no outro não posso ainda pegar férias ), acho que vou tentar brincar com essas ferramentas e, de repente, posto algum tutorial num novo tópico aqui no fórum... :'> PS: No caso do tablet e até de outros smartphones, talvez uma boa antes de comprar um, seja a possibilidade de testar algum app desses (google maps - que já vem no android) numa loja, dependendo do vendedor...
  11. Boa tarde, Luis! Sobre as imagens do Birds Eye, software da garmin que liga o aparelho ao serviço de imagens aéreas da empresa, o Mioto postou algumas fotos no começo do tópico e o que se pode adiantar é que elas não têm a mesma qualidade das do Google Earth nem do Bing Maps, além de mais antigas! Isso é o mesmo que você vai encontrar em vários fóruns de GPS. Por ser um serviço barato - a licença anual é de R$ 60,00 - ele vale para essa função de conjunto da paisagem que você lembrou. O visor é menor, mas se tivermos conhecimento geográfico prévio da região entorno dos lugares que visitamos, se tira isso de letra. Aliás, a função da tecnologia de GPS é lhe auxiliar a se orientar, pois só mesmo a pesquisa e o contato com o lugar é que farão você ter essa dimensão. Se pelo Mobac você conseguir obter imagens melhores de sua área de interesse, poderá fazer um mosaico e enviar para o GPS - não sem antes alterar a firmware do aparelho - conforme os vídeos e posts postados pelos usuários neste tópico. Não é algo confortável à primeira vista. O GPS - mesmo os melhores como das linhas Map, Oregon e Montana (os dois últimos são muito caros no Brasil) ou mesmo o Rino (para quem pode comprar nos EUA é uma maravilha, pois ele é bidirecional e permite ser localizado a partir de um smartphone ou de outro GPS, em caso de roubo), não têm nem de perto a mesma capacidade de processamento que tem um smartphone com processador dual core (como os tops da Samsung, Motorola, HTC ou Sony) e, com isso, você precisa ter a imagem do tamanho certo e na resolução certa para ser possível a leitura do arquivo pelo software do aparelho gps. A vantagem do GPS é simples e você só poderá ter o grau de diferença testando um aparelho numa trilha que exija dele precisão - como a Pedra da Mina, por exemplo. É comum o smartphone ir bem no meio urbano pois ele tem o apoio das antenas de telefonia pela tecnologia do AGPS, além da captação de ondas curtas do GPS tradicional. Porém, aparelhos GPS dedicados são feitos para ter a máxima sensibilidade na captação dessas ondas. São aparelhos mais técnicos e não aparelhos que precisam dividir-se entre bons players multimídia, ter funções de netbook, etc. Em termos de recursos visuais, os Smartphones realmente proporcionam essa facilidade da tela bem maior que o ecrã de um bom GPS dedicado. O tamanho do GPS - maior em relação a um smartphone - não é por acaso, por ser ainda um aparelho de uma tecnologia já antiga de dispositivos -, mas simplesmente por ser desenvolvido especificamente para o que lhe compete. Nos meses que se passaram depois da minha última postagem neste tópico, pude ver funcionar os Samsung Galaxy's s e s2, e um Sony Xperia, e tenho comigo um Motorola Atrix. Levei o Atrix e meu Oregon para uma trilha de travessia da Serra da Mantiqueira só para um teste básico: eles teriam de gravar uma travessia com precisão aceitável. O resultado é incomparável: enquanto o Oregon gravava com precisão de 3 m e a cada 5 segundos um novo ponto - sem ter ficado no escuro uma vez sequer -, o meu Atrix (só arrisquei o aparelho após conseguir uma proteção a prova de água) apresentou inúmeras falhas no trajeto, traçados retos - dado ter ficado off diversas vezes - e certamente me deixaria na mão em alguns momentos em que escolhia uma dentre algumas bifurcações, afinal, ele só voltaria a ficar ON daí quase 1 km a frente. Fui à Pedra da Mina em Julho deste ano e um mochileiro de SP estava com um iphone e um Garmin Etrex 20 (bem mais básico que os modelos Map e Oregon); o Etrex funcionou durante a travessia dele. O iphone abriu o bico em várias passagens. Os smartphones são aparelhos bem interessantes pela sincronia de funções, mas ainda são aparelhos muito bons para ambientes urbanos e medianos para ambientes rurais. Para áreas naturais, tenha um bom GPS. É sempre tentadora a possibilidade de reduzir aparelhos com serviços diversos num só, mas quando você começa a exigir do aparelho mais acurácia - numa trilha em local de difícil acesso – não exite e opte pelo aparelho dedicado. Se você quer aparelho "pau pra toda obra", tenha um GPS dedicado. Antes o certo que o duvidoso. Concluindo, se você não está quebrado de grana e pretende fazer viagens a ambientes mais afastados, pague as 60 pilas do BirdsEye e use seu gps. É o que posso lhe dizer depois de ter experiência com os dois tipos de aparelhos . abs
  12. Salve salve, trilheiros Minhas buscas renderam resultados. Conforme já dito anteriormente, ao problema do Mobac em revelar imagens áreas em escalas mais detalhadas, consegui muita coisa utilizando o Microsoft EarthView como servidor (na tela de escolha do próprio Mobac 1.8, consta das opções o servidor citado). Ele não chega a perder para o Google Earth quando nas cidades, pelo contrário, ele tem o RODOANEL DE SP, por exemplo, ATUALIZADO, enquanto o Google Maps ainda mostra as obras do Rodoanel, isso para citar alguns exemplos. No entanto, em algumas áreas - alguns testes foram feitos na Bahia - ele tem o nível de detalhe menos potente que o Google Maps, mas já pode ser apresentado como uma solução alternativa naquilo que Google Earth/Maps falham. GOOGLE MAPS MICROSOFT EARTH VIEW (reparem no quadro de opção à esquerda) Mas igualmente importantes são esses 2 vídeos - que explicam minuciosamente como exportar as imagens compiladas pelo Mobac para o GPS. Quaisquer dúvidas, só mandar uma MP. Até - quem sabe - a solução definitiva!
  13. Aproveitando o gancho do Otávio Luiz e as últimas do Mioto, depois de uma semana e meia batendo cabeça para obter uma forma boa - e segura - de integrar imagens aéreas ao GPS, tenho esse relatório-feedback: Sabemos que existem 2 formas de enviar imagens do Google Earth para o GPS: 1 – Georreferenciar uma imagem no Google Earth, salvá-la como png, bitmap ou tiff e usar o Gimp para convertê-la a um arquivo .jpeg com resolução de 95 dpi – que será novamente georreferenciado no Google Earth e salvo como arquivo .kml/kmz e lido pelo aparelho após ser adicionado à pasta adequada do dispositivo Garmin (no Oregon aqui seria a pasta "CustomMaps" dentro da pasta "Garmin"); 2 – Contratar o serviço da Garmin via programa Garmin BirdsEye, cuja licença de uso anual é de aproximadamente R$ 70,00. Muito bem. Ainda há outras possibilidades em discussão: 1 – Gerar uma malha de imagens e salvar com a extensão .img – que nada mais é que a extensão utilizada pelo próprio dispositivo na sessão de ativar ou desativar mapa. Com ela você poderia simplesmente salvar uma malha de x imagens como se fosse um mapa ativável ou desativável. Já existiu isso? Sim e trata-se do programa Mapdekode – que a partir de um arquivo gerado pelo GTM Trackmaker permitiria exportar o arquivo .img prontinho para uso no GPS – sem a necessidade de demais programas. Ao que tudo indica, o Mapdekode está descontinuado (se alguém tiver o programa abre-se a janela de possibilidades, dado que o projeto era gratuito e resolvia essa questão, além de simplesmente permitir gerar mapas sofisticados que os próprios arquivos .jnx para uso) e era obtido num site alemão (cacei trocentos links e nenhum funciona). Tenho enviado mensagens de grupo de usuários interessados no programa e aguardo alguma versão dele para postar – uma vez que ele era freeware. 2 –Já comentado aqui (mas com um detalhe), o Mobac 1.8 pode ser alimentado por imagens do Microsoft Earth View – que são bastante próximas do Google Earth em qualidade – nas áreas que pude verificar, e com zoom muito bom até para áreas mais afastadas. Juntamente a outro programinha, ele permitiria gerar um arquivo .jnx. Todavia, o método tem um problema com a Legislação: requereria a utilização de uma firmware alterada que retira a restrição da Garmin ao uso de arquivo .jnx. Resumindo: a extensão .jnx – que permite ter mais dados no arquivo que a extensão .kml – por ser de propriedade da Garmin, só poderia ser gerada a partir do BirdsEye, mas alguns usuários driblam essa restrição com essa firmware e podem salvar facilmente um conjunto de imagens amplo com a extensão .jnx e enviar o arquivo final ao GPS. A primeira parte do feito está aqui: e a segunda não estou postando. Uma vez destravado o GPS para receber arquivos .jnx oriundos de outras fontes que não o Garmin BirdsEye, o problema estaria completamente contornado, e a maneira de usar quase tão prática quanto o uso do software original – e com imagens melhores. Link dessa primeira etapa: http://whitericeteam.blogspot.com.br/2012/02/utilizar-imagens-de-satelite-em.html Operando o Mobac: http://att-tutoriais.blogspot.com.br/2011/11/mobac.html Em consulta por fóruns gringos e nacionais também tive conhecimento de programas de nomes – a alguns – desconhecidos e que fariam o pretendido. Estou tentando com eles e a medida que conseguir algum progresso, socializo aqui. Abs
  14. Tranquilo, Juliano! Falamos idiomas semelhantes agora Realmente essas restrições feitas pela empresa terão algum impasse algum dia. As restrições por meio de formatos reconhecidos pelo sistema operacional do aparelho vão se tornando anacrônicas à medida que você tem, do outro lado, um aparelho diferente e com acesso normal a dados – via internet – despontando como concorrente, enquanto aquele aparelho anterior continua forçando o usuário a pagar licenças cada vez mais opcionais e dispensáveis. É possível que a Garmin tenha que ceder em algum momento e tornar a interação entre o dispositivo GPS e o usuário mais “livre”. Ou: que melhorem DEMAIS o serviço de imagens que vendem aos usuários, o que é improvável, e isso só se eles tivessem uma cobertura absurdamente precisa em lugares distantes de centros urbanos – que é o que nos interessa e no caso do Brasil eles não parecem (vide a resposta de e-mail enviada ao Getúlio) estar levando a sério. No que tange à situação problema citada, sim, acho que em termos de custo-benefício, a quem não tem um celular bom e pretende trocá-lo e interessa ter GPS, a primeira escolha indicada seria um Smartphone e, no caso de já ter um aparelhinho humilde mas funcional e quer obter um bom GPS, poderia se perguntar duas coisas: quanto quero/posso gastar num aparelho? Só citando um exemplo: quando comprei o meu, já há algum tempo, até me interessei pelo sistema AGPS. Eu tinha R$ 1.000,00 para resolver o que escolher, um celular relativamente bom, com 2 anos de uso e, numa promoção, vi anunciado um Oregon 450 por R$ 900,00 (isso só é possível trazendo de fora do Brasil, mas pagando cash) podendo ser parcelado em várias vezes. Em qualquer loja do segmento você vai vê-lo mais ou menos ou muito acima de R$ 1.000,00. Dadas as especificações do aparelho, por não ter a pretensão de usar internet 3G (já tentei e a decepção foi tanta (pagava R$ 80,00 mensais para ter um serviço muito ruim e a net nem era ilimitada) que estou aguardando a internet 4G – a um bom valor de serviço – em algum dispositivo híbrido – o que deve chegar no Brasil daqui a algum tempo - a custos acessíveis) não pensei duas vezes. Se você tem um celular suprindo suas necessidades de maneira tranquila e quer gastar apenas R$ 250,00 ou não passando disso, pode optar por um etrex 10. Na faixa dos R$ 500,00 a R$ 700,00, a meu ver, a escolha do smartphone é conveniente, especialmente se você precisa trocar seu aparelho celular atual. Junta duas coisas numa só. Se pode gastar até R$ 1.500,00 pode pensar num daqueles modelos Garmin (Oregon, Dakota ou um Montana mais básico) do comentário anterior. Um pessoal (abastado!) que competiu no Rally dos Sertões ano passado, por exemplo, usava um Montana 650. O aparelho, no Brasil, bate no teto dos R$ 2.000,00. Com 2 mil surgem outras opções para se levar num desses carros – como alguns computadores de bordo... Vlw
  15. Cara, aprendi a levar menos peso depois de muitas bolhas nos pés. Até penso em adquirir uma MSN hubba ou daquelas tents gringas que não chegam a 900g. Quanto menos peso, mais liberdade! [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120417190608.jpg 481.25 500 Legenda da Foto][ ][/picturethis]
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