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Elvis Trivelin

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Reputação

1 Neutra

Sobre Elvis Trivelin

  • Data de Nascimento 06-10-1982

Bio

  • Ocupação
    Servidor Público e Professor de Geografia para Jovens e Adultos
  1. Bullseye, Morotin, vocês poderiam me informar quais carregadores vocês usam? Abraços
  2. Peter, ainda na ativa? Obrigado por compartilhar conosco o que tem feito aí. Este tópico tinha sido aberto com intuito de fazer isso mesmo. Inicialmente, o que todos nós tínhamos em vista aqui no fórum era a limitação estabelecida pelo próprio GPS da Garmin a arquivos .JNX não gerados pelo BirdsEye. Eu fiz algumas boas experiências com o Global Mapper 13, e com o GPSMapEdit. Com o MapEdit é bacana a possibilidade de transformar shapes de hidrografia ou de tipos de vegetais e solo, em arquivos .IMG, e colocá-los como mapas no GPS! Fiz uma experiência e eles me foram úteis. O programa também
  3. Obrigado a todos pelas orientações! Getúlio, Clóvis... foram de ótima ajuda em minha opção pela Finisterre. Aderência pra mim é fundamental. Em certos momentos - escalaminhadas, por exemplo - faz muita diferença e ainda que seja um pouco menos resistente que a Titã (o solado), o custo-benefício é maior. Pra ser sincero, o desenho da Titã me agradou um pouco mais (poupo peso com outro calçado, depois de travessias, nas cidades, e normalmente limpo a bota e ando por aí. Ela tem um design mais adaptado ao jeans e camiseta, talvez...) e ela cobriria bem a dupla função de uso urbano e trilha. Mas F
  4. Melchi, confirmo o que os colegas disseram anteriormente e que neste tópico a preocupação foi a de exportar imagens aéreas que pudessem ser usadas no GPS. A forma permitida pela Garmin (lembrando que existe outra, que consiste em gerar arquivos .jnx a partir de uma firmware alterada - o que só é possível fazer tendo-se um notebook com acesso à internet e aos cabos de conexão USB com o GPS) se limita a imagens que cobrem pequenas áreas (arquivos kmz). Se você quiser um detalhamento decente para seguir sua trilha se apoiando nelas, precisará de vários arquivos kmz. Há também até a possibilidade
  5. Luis, tudo na paz? Resposta enviada pela MP, ok? abs
  6. Boa Noite a todos! Luís, legal que tem mantido interesse em contribuir para o Tracksource! Assim que achar bom acrescentar os caminhos de sua região, pode fazê-lo. Infelizmente a tecnologia também traz possibilidades para quem não deveria e entendo a preocupação. Se quiser, mande por MP o erro ou tipo de impedimento que ele tem no Windows 7 64 bits quanto à instalação do cGPSmapper. Deve ser algum detalhe do próprio Windows que possa ser contornado. Quanto ao TrackMaker Pro (versão paga): - Ele permite exportação de arquivos para formatos como .gpx e .kml MAS mesmo na versão PRO o
  7. Valeu, Luis! Realmente é uma pena que o mapdekode - que era uma opção gratuita - não tenha sido continuado... O software mais conhecido para gerar arquivos .img usados pelos GPS's é o cGPSmapper (http://www.cgpsmapper.com/), mas ele é um shareware. Eu utilizei uma versão demo dele e gerei alguns arquivos .img com o detalhamento de rios - que você não encontra nos mapas disponibilizados pelo Projeto Tracksource - a partir de arquivos shape (shp) - depois de acompanhar essa discussão num fórum de uma empresa de software de geoprocessamento: (http://forums.esri.com/Thread.asp?c=93&f=987&a
  8. Boa tarde, Luis! Sobre as imagens do Birds Eye, software da garmin que liga o aparelho ao serviço de imagens aéreas da empresa, o Mioto postou algumas fotos no começo do tópico e o que se pode adiantar é que elas não têm a mesma qualidade das do Google Earth nem do Bing Maps, além de mais antigas! Isso é o mesmo que você vai encontrar em vários fóruns de GPS. Por ser um serviço barato - a licença anual é de R$ 60,00 - ele vale para essa função de conjunto da paisagem que você lembrou. O visor é menor, mas se tivermos conhecimento geográfico prévio da região entorno dos lugares que visitam
  9. Salve salve, trilheiros Minhas buscas renderam resultados. Conforme já dito anteriormente, ao problema do Mobac em revelar imagens áreas em escalas mais detalhadas, consegui muita coisa utilizando o Microsoft EarthView como servidor (na tela de escolha do próprio Mobac 1.8, consta das opções o servidor citado). Ele não chega a perder para o Google Earth quando nas cidades, pelo contrário, ele tem o RODOANEL DE SP, por exemplo, ATUALIZADO, enquanto o Google Maps ainda mostra as obras do Rodoanel, isso para citar alguns exemplos. No entanto, em algumas áreas - alguns testes foram feitos
  10. Aproveitando o gancho do Otávio Luiz e as últimas do Mioto, depois de uma semana e meia batendo cabeça para obter uma forma boa - e segura - de integrar imagens aéreas ao GPS, tenho esse relatório-feedback: Sabemos que existem 2 formas de enviar imagens do Google Earth para o GPS: 1 – Georreferenciar uma imagem no Google Earth, salvá-la como png, bitmap ou tiff e usar o Gimp para convertê-la a um arquivo .jpeg com resolução de 95 dpi – que será novamente georreferenciado no Google Earth e salvo como arquivo .kml/kmz e lido pelo aparelho após ser adicionado à pasta adequada do dispositi
  11. Tranquilo, Juliano! Falamos idiomas semelhantes agora Realmente essas restrições feitas pela empresa terão algum impasse algum dia. As restrições por meio de formatos reconhecidos pelo sistema operacional do aparelho vão se tornando anacrônicas à medida que você tem, do outro lado, um aparelho diferente e com acesso normal a dados – via internet – despontando como concorrente, enquanto aquele aparelho anterior continua forçando o usuário a pagar licenças cada vez mais opcionais e dispensáveis. É possível que a Garmin tenha que ceder em algum momento e tornar a interação entre o disposit
  12. Cara, aprendi a levar menos peso depois de muitas bolhas nos pés. Até penso em adquirir uma MSN hubba ou daquelas tents gringas que não chegam a 900g. Quanto menos peso, mais liberdade! [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120417190608.jpg 481.25 500 Legenda da Foto][ ][/picturethis]
  13. Salve salve, Estive num esforço de tratar imagens aéreas com diferentes softwares que se propõem a solucionar o assunto do tópico, este que acabou ficando um tanto quanto distante recentemente. Retornarei com um feedback das últimas pesquisas. Sobre o comentário do Juliano Minha intenção naturalmente não foi deixar alguém engasgado ou coisa assim, mas observar aquilo que o site da Garmin apenas confirmou: 1 – apenas 4 satélites são necessários para calcular sua posição; 2 – a distribuição dos satélites pela órbita terrestre não permite a um receptor - em qualquer parte do mundo - m
  14. Boa tarde, Crazy Guy! Confesso não ter entendido bem a pergunta: você quer rodar programas como GPS Trackmaker, MapSource, GTM Pro, etc no ipad e plugar o GPS nele para câmbio de informações? Minhas fontes gringas dizem que não é possível, infelizmente. Até ano passado - apenas PC e Mac. Agora, talvez isso lhe dê uma luz (ver também o vídeo ao final do tópico): http://www.portalgps.com.br/viewtopic.php?f=8&t=41234 Abs
  15. Na verdade, acima de 12 canais receptores, tanto faz ter 50 ou 500. Indifere. Ao final, 12 serão usados. O Oregon serve para aquelas aplicações que mencionei, exceto para editar alguma coisa in loco. Ou seja, o uso do computador, independente de ser GPS ou Smartphone é inevitável para aquelas funções. Se eu não me importasse com peso também, resolveria isso com notebook com GPS integrado. Mas como a última coisa que faria numa viagem seria ficar editando mapas vetoriais no meio da mata, deixo isso para o note bem guardado - em casa - assim que chegar de viagem. Enfim, é assunto para um
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