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bra_carioca

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Tudo que bra_carioca postou

  1. Eu quero. Mas só poderei em abr/mai ou out/nov 2022. Eu iria pelo Explora Tepuya mesmo. Pegarei dicas com vcs.
  2. Tem CCA (casa de câmbio no aeroporto) Rosário. Valores para comparação: 1usd = BACEN 44.81ars ; CCA 43.45ars 1rbl = BACEN 11.55ars; CCA 10.60 ars Troquei tudo no aeroporto, já que gastaria pouco dinheiro durante a viagem. Sei que VC já fez a viagem. Mas fica aí a dica para quem mais desejar visitar a cidade.
  3. @JTJ, eu fui a Marrocos em 2012 e não havia essa proibição. Eu iria agora na Páscoa pq as passagens estavam baratas. Mas como fiquei sem informações concretas sobre a vacina, acabei desistindo da viagem por falta de tempo suficiente para me certificar.
  4. Marrocos passou a pedir para Cólera, está no site do Itamaraty.
  5. Pessoal, Procurei na internet posto que vacine contra cólera e no site da Anvisa e não achei nada esclarecedor. Alguém sabe me informar se precisa tomar com muitos dias de antecedência a viagem? Sou do RJ, alguém já tomou aqui e onde? Foi fácil lançar no CIV, visto que não é uma vacina popular? E sobre a vacina da Febre amarela: quem tem o CIV antigo, com validade de 10 anos para a vacina, Os países têm cobrado um CIV novo indicando validade ilimitada? Ou aceitando o antigo? Vcs renovaram o CIV? Desde já, agradeço a atenção
  6. Aiuroca, Rio Preto, Santa Rita da Jacutinga (MG), Valença, Conservatória (RJ)...essas cidades do sul de Minas e Vale do Café do RJ. Cidades estruturadas com mercado, hospedagem etc e cachoeiras. Tem que ir de carro, senão não consegue chegar a cachoeira.
  7. Comprei 17 dez, uma Braddock por R$270. Dia 23 dez, fiz uma trilha no RJ, usando a bota pela 1a vez, e os dois solados descolaram. Tive que amarrar com o cadarço para não ter que voltar descalça. O calçado é confortável e o solado apresentou boa performance em escalaminhada em rocha seca contendo resíduos de areia. Não escorregou e deu para descer em pé porque a bota travou bem. A decepção foi o retorno com solado descolado de dar inveja a jacaré. Retornei a loja, devolvi a bota e peguei meu dinheiro de volta.
  8. RELATO SUCINTO do nosso 1º Encontro de Mochileiros Evangélicos, em Paraty, 2 a 4 nov, com apoio dos Mochileiros.com e demais parceiros na divulgação. O evento foi muito edificante, no qual tivemos um momento de comunhão e claro, curtimos e muito a cidade de Paraty. Como o site é para Viajantes, foquemos na exploração turística da cidade... Fizemos todo percurso por transporte público e que pode ser reproduzido a qualquer tempo. DIA 1 - CENTRO HISTÓRICO E PARATY-MIRIM Ficamos hospedados em hotéis e albergues situados no Centro de Paraty. Ida a Paraty-Mirim, pegamos a linha Paraty-Mirim, auto viação Colitur, R$4,25 e descemos no ponto final, 40 min de viagem. O ônibus já nos deixa na praia. Há dois quiosques, que vendem petiscos, bebidas, refeições e dispõe de cadeiras e guarda-sol sob consumação sem limite mínimo. Na região, há hostel, camping etc. As ruas não são asfaltadas, porém acessíveis por carro de passeio. Paraty-Mirim, apresenta uma ruína, uma igreja antiga, mangue, praia e Mata Atlântica preservada. Fim de tarde, regressamos ao Centro de ônibus. À noite, passeamos pelo Centro Histórico com piso tipo pé-de-moleque, que requer atenção ao andar e dispensa salto alto. O Centro Histórico é pitoresco com restaurantes para todos os bolsos. O Centro Novo dispõe de rede bancária, mercado, farmácia, padaria, bares etc. DIA 2 - PRAIA DO SONO Ida a Praia do Sono, pegamos o ônibus da linha Vila Oratório, auto viação Colitur, R$4,25 na rodoviária de Paraty. Descemos no ponto final e subimos a trilha para a Praia do Sono (1h a pé por trecho). Sim, a praia é linda com vários camping, restaurantes simples e algumas hospedarias. DIA 3 - PASSEIO DE ESCUNA Saímos às 11h00 do cais de Paraty num passeio pela Ilha Comprida, praia da Lula, praia Vermelha e Lagoa Azul, R$70 por pessoa, 5h de duração. Por incrível que pareça, cobraram R$28 por comanda de couvert artístico sem aviso prévio. Questionamos pelo fato de estar sendo cobrado um serviço mal prestado. Quem estava na proa, não ouvia a música. Retiraram a cobrança indevida e tudo sucedeu bem. O restaurante da praia Vermelha cobrava R$65 um prato feito. Ou você leva lanche, ou compra no próprio barco seu almoço, visto que na praia Vermelha, os valores não são nada mochileiros. Sem mais, COMO CHEGAR EM PARATY: Os aeroportos convencionais mais próximos de Paraty são os do Rio de Janeiro (GIG e SDU) e São Paulo (CGH, VCP e GRU) e de lá, se dirigir as rodoviárias e tomar os ônibus citados abaixo. Para quem vai de ônibus desde: - São Paulo, a viação Reunidas oferece saídas da rodoviária do Tietê até Paraty. - Rio de Janeiro, a viação Costa Verde oferece saídas da rodoviária Novo Rio. - Espírito Santo, melhor opção é ir de ônibus até a rodoviária fluminense Novo Rio, pois não há ônibus direto do ES a Paraty. - Minas Gerais, é possível ir pela viação Útil até Angra dos Reis. Em Angra, tomar um ônibus até Paraty. A Prefeitura de Paraty informa horários de ônibus saindo de Caraguatatuba, Guaratinguetá, Ubatuba e Taubaté - SP e Niterói e Itaguaí - RJ em http://visiteparaty.tur.br/horarios-de-onibus/. Um forte abraço e espero que este relato sucinto te ajude a desfrutar das belezas de Paraty. Obrigada a todos os presentes pela confiança, ao Mochileiros.com por nos dar oportunidade de utilizar o site para reunir pessoas tão legais e demais parceiros pelo apoio voluntário na organização. É muito bom sair do virtual e viajar com pessoas de objetivos em comum.
  9. Fui em 2017 RELOCATION CAR Em comum, está o serviço de Relocation Car, em que vc aluga o carro, van ou ônibus numa locadora e devolve em outra cidade a preço simbólico. Eu usei o site COSEATS: https://www.coseats.com/ . A Trifty oferta no https://www.thrifty.co.nz/relocations e a TRANSFERCAR (nunca aceitaram minha proposta, não sei por qual motivo) pelo https://www.transfercar.com.au/ (AUSTRÁLIA) e https://www.transfercar.co.nz/search (NOVA ZELÂNDIA). Como funciona? As locadoras precisam manter o estoque de carros nas cidades e usam os turistas para fazer esse serviço de devolução. Em troca, dão desconto no valor do aluguel, pagam a balsa, combustível etc conforme o contrato. Eu aluguei duas vezes uma Campervan, Toyota HiAce, 2 passageiros, de Melbourne a Adelaide e de Alice Springs a Darwin. Na 1a fiz um seguro caríssimo pq nào conhecia a Austrália. Na 2a vez, deixei o seguro gratuito da locadora e paguei apenas AU$5 por dia referente ao aluguel. O combustível restituem como crédito no cartão de crédito, desde que apresentemos a nota fiscal. No interior do deserto da Austrália, um posto me deu papel de pão carimbado e aceitaram. A estrada é ótima. No contrato, há limite para estrada vicinal, ou seja, vc não pode fazer rally e percorrer mais do que x km em estrada de terra. Não pode dirigir em rodovia à noite, até porque os cangurus e demais animais são suicidas. Velocidade máxima 120 km/h. Recarregar a bateria externa, a cada 48h ou 72h, depende do uso do micro-ondas etc. Há áreas de pernoite públicas nas rodovias e áreas de descanso. Banheiros públicos em todas e água não potável, em algumas paradas. Nas de pernoite, há local para fogueira. Banho, os postos de gasolina possuem chuveiro gratuito. Você dá a abastecida e aproveita a parada para uma chuveirada. Comida, comprei enlatados, frutas e galeto nos mercados da trip. Meu carro tinha frigobar e microondas. Foi tranquilo. Até GPS integrado, o último tinha, porque era 0 km. Dei sorte. ÔNIBUS INTERESTADUAL e INTERMUNICIPAIS AAT Kings para percurso dentro de Uluru Greyhound, Graylines, Intercity... não há muito para onde fugir. São poucas as viações e dependendo do destino, requer antecedência de uns 3 dias para reservar, senão vc fica a pé. Acaba rápido as opções mais econômicas. Na Nova Zelândia, o motorista de ônibus Queenstown x Christchurch é um guia turístico. Fala a viagem toda dos pontos no microfone e a parada do percurso é no Lago Tekapo. Parou na estrada para fotografarmos o Mount Cook. Mas há um bus via Mount Cook, que eu deixei para comprar 2 dias antes e me lasquei. ONDE SE HOSPEDAR: Augusta: HOSTEL BAYWATCH MANOR AUGUSTA ----- Fantástico Adelaide: Bunbury: DOLPHIN RETREAT BUNBURY YHA ---- Bom Cairns: REEF BACKPACKERS --- Regular Melbourne: em Saint Kilda no BASE BACKPACKER HOSTEL. - Fantástico Fuja do ST KILDA EAST LOGE ------ PÉSSIMO!!!!! Longe de tudo, péssimo atendimento e infraestrutura. Alice Springs: ALICE SPRINGS YHA --- Muito Bom Darwin: YOUTH SHACK BACKPACKERS e CHILLIS BACKPACKERS - Muito Bom Sidney: THE VILLAGE GLEBE ---- Muito Bom. ------------- Christchurch: YHA ROLLESTON HOUSE -- Muito Bom Rorotua: ROCK SOLID BACKPACKERS ROTORUA --- Muito Bom Queenstown: NOMADS BACKPACKERS --- Fantástico (embora com wifi grátis limitado) COMER: Bom e velho supermercado kkk IMPERDÍVEIS: Austrália: - Cairns é de uma atmosfera incrível. Gostei do Jardim Botânico, Waterfront, ver os cangurus de graça em Kewarra e a praia de Palm Cove a noite. Barreira de corais, é bonita. Mas quem já visitou outras barreiras, melhor não criar muita expectativa nem comparar. - Bunbury, Busselton, Geograph Bay, Augusta, Margareth River ... toda essa região amei demais. Quem nunca viu golfinhos, vale curtir o passeio em Bunbury. Eu me contentei por andar pelas baías, praias e trilhas. Aliás, os golfinhos se exibiram de graça para mim em Augusta dando um show de frescor. A avifauna australiana também é incrível com cacatuas, araras, pelicanos. Busselton tem os spots de surf mais famosos do mundo e uma miniferrovia sobre o mar, hoje apenas turística. Geograph bay é linda. Cape Leewin e trilhas da redondeza em Augusta nos conduz a praias selvagens belas. Depois de aposentada, eu quero morar em Augusta, a cidade não tem nada, a não ser uma baía cheia de pelicanos e pássaros australianos, golfinhos, praia selvagem e uma torre e um catatau de idosos simpáticos. Amei muito a cidade. - Perth possui um excelente Jardim Botânico com várias espécies de banksias e uma vista panorâmica da cidade. Elizabeth Quay é um espaço urbano de lazer ao redor da baía. - Fremmantle é pitoresco. Vale a pena visitar se estiver por Perth. - De Alice Springs até Darwin: amei este percurso pela Stuart Highway. Passa por vários parques naturais. Devil Marbles, a cidade de Katherine com suas gargantas, rios, Adelaide river e parques com crocodilo de água salgada se tiver na temporada, ou então, vá ao aquário mesmo. Gosto de ver o animal em seu habitát natural, mas como cheguei em baixa temporada e desconhecia um parque, acabei me rendendo ao muser. Os pontos turísticos desta região precisam ser pesquisados antes de tomar estrada pq as cidades não investem em divulgação. Deixei de ver o crocodilo de água salgada no Kakadu National Park pq só fui saber do atrativo depois de ter chegado em Darwin. Até vi a placa de rua do parque, mas nenhum outdoor explicativo ou panfleto nos Centros de Informação ao Turista. - Coober Pedy: fui e voltei de busão desde Alice Spring. Breakaways, museu da opala e os imóveis subterrâneos são incríveis. Valeu muito a pena aquelas horas de viagem pq é longe muita coisa. - Uluru: como não havia mais vaga no único hostel. Fiz um tour de 3D2N acampando sob as estrelas em saco de dormir que levei e swags que eles providenciam no pacote. Fui pela The Rock Tours. A Emu Run faz o mesmo serviço. Não vi diferença na qualidade. Para os que não querem acampar, a AAT Kings faz os traslados bate-e-volta aos pontos turísticos. Eu aconselho esse tour de 3D2N porque economiza tempo. Kings Canyons, Valley of the Winds (o mais bonito do circuito) e Uluru gostei demais pela beleza cênica atípica. E há uma mini wave rock em Uluru Base Walk. - Darwin: bom para andar a pé. A cidade não tem nada e faz um calor com sensação térmica pior do que Manaus no verão. Mas foi bacana parar lá para compreender como funciona a questão de emprego para estrangeiros. Várias agências de emprego dentro dos hostels, povo vinha oferecer vaga no café-da-manhã. Pelo que entendi a demanda é sazonal e favorável a países com elos diplomáticos. Não é o caso do brasileiro que precisa se vincular a um visto de estudante e carga horária limitada de trabalho. A cidade é bonita e boa para relaxar, pescar... Quem gosta de badalação, há vida noturna ativa em Darwin (Melbourne também). - Wilsons Promontory: que lugar incrível! Vale muito a pena curtir as trilhas e beleza cênica local. A área do Tydal River é muito bem estruturada. Ah! Para os mochileiros ambulantes, nômades, notícia boa. Tem chuveiro público no Tydal. U-huuuuuu! - Melbourne: Gostei muito de Saint Kilda, melhor lugar para se hospedar. O centro de Melbourne, gostei de visitar a noite, pois é bem agitado. De dia, curti os outlets. kkkk. Não é tão barato quanto a Indonésia, mas sabe o que é um outlet verdadeiro da Asics, Puma, Adidas, Katmandu, etc. Pois bem, acabei tendo que comprar uma mochila de 70L com zíper e minimochila acoplada para carregar minhas muambas. Eu não esperava encontrar produtos a bons preços num país caro. Subestimei e me surpreendi. A roda gigante de Melbourne, tramzone... vibe lá no alto. A biblioteca! Gostei muito. Ah! Aeroporto de Tullmarine tem banheiro público grátis. - Adelaide, dei uma circulada a pé pelo Centro. Cidade rica em cultura com muitos museus. Valorizam os grafites nas paredes. Há um contraste entre arquitetura antiga e arte urbana contemporânea. Gosto dessa mistura artística. Há espaço para todos sem perder o charme local. - Limestone e Gramphians, passei de campervan, parei em alguns pontos. Vi museus a céu aberto, esculturas de anônimos e uma pintura num silo fantástica. Se eu pudesse, ficaria mais dias na região explorando os acervos paleontológicos. Muitas vinícolas para quem curte vinho. - Great Ocean Road - imperdível. Percorri em 2 dias parando nas praias e parques. Lado bom de alugar a campervan. Para-se onde e quando quiser. Tudo lindo conforme vemos nas fotos. Eu sou fã de rocha calcária, então voltei fascinada. Ah! Fiquei tão encantada com a Austrália que fiz uma revista https://joom.ag/YkFW. É gratuita, terapia minha e não ganho nada com isso. Na verdade, criei pq um amigo disse que queria só os destinos tops e que não tem paciência para ler relato. Daí, criei essa revista atendendo ao amigo impaciente kkk. ------------------- Nova Zelândia: - Rotorua e Waitomo são os imperdíveis. O parque geotérmico Kuirau é rico em beleza e informação geológica. Waitomo, idem. Aluguei um carro no aeroporto de Auckland na SNAP RENTAL e dirigi até o parque de Waitomo. Fiz o Waitomo Glowworm Caves e Ruakuri Cave. Aconselho fazer os dois tours. Porque em um vc vê as larvas iluminando o teto da gruta. Parecem estrelas no céu. No outro, vc vê as larvas de perto. Aquelas larvas bioluminescentes são idênticas ao catálogo. Criei expectativa e saí muito satisfeita. Decepção zero. Que lugar lindo! A natureza é perfeita! Rotorua, eu sou tarada por gêiser. Então o fedor do enxofre pela cidade não me incomodou. Fui dirigindo de Waitoka até Rotorua. Passei a manhã todo no Kuirau. Não visitei os demais parques termais da região por pura falta de tempo. Deve ser ótimo também. - Queenstown, lago Tekapo - lindos! Entre Queenstown e Te Anau, quem quer civilização Queenstown. Quem quer viver no meio do mato e tranquilidade, Te Anau, lua-de-mel lá não é de todo ruim. Os dois são bons, porém públicos e momentos diferentes. - Milford Sound, é bonito o fiorde. Mas não considerei imperdível. Pessoal aumenta no marketing, assim como a barreira de corais de Cairns. Mas gosto é gosto! Cada um tem seu padrão. Fui por agência de turismos, contratei o serviço assim que cheguei a cidade de Queenstown. Busca no hotel, para em Te Anau, Mirror Lake e leva ao cruzeiro dos fiordes. É muito longe e cansativa a viagem, aconselho ir de pacote. Porque dirigir na volta é puxado. - Christchurch está se recompondo pós-terremoto. A cidade é pitoresca com muitas obras de arte urbana espalhada pela cidade. É uma cidade simpática. Tive apenas 2 dias para explorá-la. Mas do pouco que sassariquei, gostei. -Auckland e Devenport: um trânsito do além. Acabei dando meia-volta e regressando ao aeroporto. Melhor coisa que fiz. Se eu fosse a Devenport perderia o vôo. Não havia acidente e nada de extraordinário, mesmo assim um trânsito lento. Tem que ir com calma e desprovido de cuidados com o relógio. Se eu tivesse que escolher uma ilha, para variar contrariando a maioria, digo que mil vezes ilha norte. Rotorua e Waitomo são fantásticos! Imperdíveis! Voltei muito contente pela oportunidade de conhecer esses dois lugares. Um privilégio!
  10. Farei um relato sucinto dos pontos mais importantes. ROUBADAS: - Não houve nenhum lugar que eu cortaria da viagem. SEGURANÇA: - A África do Sul é violenta, alto índice de estupro e assaltos à faca. Uma fração pequena é voltada para o crime de roubos e furtos, furtaram meu celular dentro da bolsa num guarda-volumes de um grande supermercado. Apesar desse histórico, a população em sua maioria tem um coração muito bom. Cada lugar que passei, fui adotada como filha, sempre voluntariamente me alertavam sobre alguma medida de segurança. Quando perdi um ônibus, os seguranças do entorno me ofereceram uma loja vazia para pernoitar sob a tutela deles e protegida das ocorrências noturnas. Eles são muito amorosos e proativos. Mochilar sozinha não é seguro lá, todavia, encontrei em cada cidade, homens que agiram como anjos me dando toda assistência necessária para uma boa viagem sem pedir nada em troca. Gostei muito dos pontos turísticos, mas o melhor da África do Sul é o sulafricano. - Os sulafricanos negros e brancos pouco interagem entre si. Ambos são hospitaleiros com o turista independente da raça. AEROPORTO DE JOANESBURGO: Indo e vindo do aeroporto de Joanesburgo: - Uber, taxi ou 2 km a pé até a Estação de metrô Isidro e lá seguir pro bairro ou destino desejado. Os bimodais: trem, ônibus são bem ligados. - Aos mais abastados, com horário apertado ou muita bagagem, trem bala Gautrain desde aeroporto até Centro ou conexões bimodais. SAFÁRI KRUGER: - Kruger safári: melhor opção é alugar carro desde o aeroporto via internet. Demais opções são inflacionadas. Gastei uma nota alugando em Nelspruit. Tanto o safári particular na caçamba, quanto de carro, são válidos. Convém fazer os dois. Carro de dia. Madrugada e noite, por agência dentro dos hotéis e portarias do parque. Pelo que entendi, algumas portarias fazem o safári e VC pode contratar inclusive o tour no site do parque. Neste caso, terá que se virar para estar na entrada do parque no horário previsto. O site de reservas é tenebroso, as hospedagens baratas acabam rápido e os safáris noturnos, melhor pedir com 1 dia de antecedência. Como à noite, somente os carros oficiais circulam na savana, a demanda é alta. Há lojas oficiais pelas cidades. Mesmo sendo tenebroso, usem o site oficial dos parques, independentemente do Kruger ou outro safári, ou então as lojas oficiais indicadas neste mesmo site: https://www.sanparks.org/ A foto da esquerda é na área externa ao Kruger. Observe que não há aglomeração urbana. Portanto, não há serviço de transporte público coletivo. Acho que os ônibus interestaduais deixam na porta do Phallaborwa. Dêem uma conferida no site da viação Greyhound e Citiliner e confirmem direto com a empresa. Eu optei por alugar carro, até mesmo para fazer o safári por conta própria. Observe pela foro da direita que as ruas são asfaltadas dentro do parque. Tudo bem sinalizado. Também há algumas estradas vicinais que podem ser acessadas e são claramente sinalizadas. CIDADE DO CABO: - Cidade do Cabo. Achei o Centro muito barulhento. Dormi apenas uma noite. Demais dias, fiquei em Muyzenberg. Local tranquilo, silencioso, litorâneo, trem dia inteiro. Transporte público, de ônibus (comprar cartão de ônibus) e trens funcionaram muito bem lá. Somente para Cabo da Boa Esperança se faz necessário carro. Eu contratei Bobby Brodemus, um guia que cobra preços mochileiros e te leva no carro dele de forma customizada ( beautifuldaytours.co.za ). Imperdível da Cidade do Cabo: andar pelos bairros e observar a arquitetura, praia de Simons com pinguins transitando na areia (pingüim não é de pelúcia nem humano, tenha cérebro na hora de buscar a melhor selfie e ganhar muitas curtidas), passear de trem para Simons curtindo a praia desde os vagões, museu da Marinha em Simons apresenta um rico acervo inclusive peças de navios e miniaturas bem realistas. Há um navio com carcaça de acrílico que VC vê toda maquinaria. Os engenheiros piram. Houtbay, VC pega uma embarcação turística para Seal Island. Para alegria da fauna, é apenas contemplativo e ninguém desembarca. Dura uns 40 min. Montanha da Mesa faz jus ao título de 7 Maravilhas Naturais, pode ir de ônibus e lá pegar o teleférico ou subir a pé pelas inúmeras trilhas. Preferir trilha em grupo devido aos assaltos à facada e ir cedo porque são de médio percurso. Waterfront é linda com fauna tomando banho de sol nos piers e uma loja de camping que dá vontade de comprar tudo. A foto da esquerda, é de Seal Island. Gostei muito deste passeio. Ver a fauna em seu habitat natural. DEMAIS CONSIDERAÇÕES: - Joanesburgo. Pela 1a vez no mundo, pensei em pegar um ônibus turístico. Fui abordada pela polícia 3x em menos de 50m numa mesma pernada. Ainda tive que explicar aos agentes sul africanos o significado do termo until no passaporte. Infelizmente, nenhum sabia interpretar o carimbo do visto curiosamente escrito no idioma local. - Lesoto. Não fui e adoraria visitar. - Worcester. Fui de trem comum desde Cidade do Cabo. Como é um por dia, chegar cedo para entrar assim que abrir o vagão. - Blyde River cânion. Mínimo 2 dias se estiver de carro e não for sobrevoar de balão. O cânion é imenso. A parte baixa em Graskop cOM cachoeiras e mirantes. Parte alta em Hoedspruit com mirantes e também, onde saem os balões e helicópteros. A gate Orange (nome parecido com isso.) do Kruger fica perto de Hoedspruit. Se eu voltasse hoje, faria isso. Cânion bx e Rota Panorâmica no 1o dia, dormindo em Graskop. Parte alta no 2o dia, dormindo em Hoedspruit. 3o dia, Kruger via Gate Orange. - Cidade do Cabo a Joanesburgo e Mossel Bay, fui confortavelmente de ônibus de turismo. Eldo coaches foi o melhor, WiFi e carregador de celular. City to City, VC paga direto ao motorista. Citiliner, greyhound etc, vendas online e alguns supermercados. - Trem convencional, quebraram 2x comigo. Tive que andar pelos trilhos em meio a cacos de vidro que eles lançam sabe-se lá de onde para dentro da linha férrea. - Trem bala é caríssimo. Só achei conveniente para o aeroporto. - Mossel bay e parte índica, Garden Route, tem trilhas com vista bacana. Mar esteve agitado, só molhei os pés. Queria muito ter ido a Knysna. Fiquei somente em Mossel. - Nos supermercados, 100% amêndoa doce, em pasta, fabricação nacional. Uma delícia! Vende no setor da pasta e manteiga de amendoim, geléias. Sem mais, tenham uma excelente viagem.
  11. Fui com um amigo mochileiro no carnaval 2017 Eu aluguei carro porque sairia o mesmo preço do ônibus. Pouca diferença. - Salto das Nuvens, dentro de uma propriedade privada. Fica na rodovia que liga Tangará da Serra a Campo Novo dos Parecis. Rodovia asfaltada, com crateras; há um trecho que requer demasiada atenção e lentidão, senão acaba com o carro. A portaria da fazenda é bem chamativa. Pagamos R$15 por pessoa. Dica: Vá com sapato anti-derrapante, pois o piso de madeira próximo ao salto é extremamente escorregadio. Acessível a cadeirantes. Há assentos dentro do estabelecimento e uma pequena praia de água doce para banho. - Cachoeira e Aldeia do rio Formoso Fica a 35 km desta mesma rodovia (segundo a placa. Eu percorri 41 km). Eu vi uma placa caída no chão e fui perguntando como chegava. Um morador da aldeia vizinha passava de carro e fomos seguindo o carro dele. Para agendar a visita, o representante da aldeia é o Joscélio Tel (celular e whatsapp): 65 9-9987-6174 Ele é quem organiza a Agenda da Aldeia e dará maiores detalhes. Bom agendar pq eles moram lá na aldeia. Tanto em Campo Novo dos Parecis quanto em Tangará da Serra, percebi que não há um Centro de Atenção ao Turista ou sala da Funai. Portanto, a melhor forma de visitar é assim, agendando por telefone ou e-mail com as aldeias. Pagamos, acho que R$20 ou 10 por pessoa. Foram muito atenciosos. - Aldeia Wazare, na mesma estrada, já no município vizinho de Campo Novo dos Parecis. Agenda com o cacique Rony Azoinaice, custava R$ 45,00 na época. Celular: 65 9-9914-9302. Esse, eu não visitei. Mas pelas fotos, parece ser bacana. Eles têm facebook: @aldeiawazare. :
  12. Como fiquei só 5 dias, paguei tudo no cartão. Aluguel de carro, supermercado, passeio turístico, hostel... até o ônibus do aeroporto de Queenstown a cidade, eu paguei no cartão de crédito pq comprei o voucher dentro do aeroporto. Custa o mesmo preço, se pagar direto ao motorista. Não reparei se o busão aceita cartão. Ah! Além disso, o dólar estava em queda na época. Saiu mais vantajoso comprar no cartão de crédito, mesmo pagando 6.38% de IOF. Eu optei por tirar a Permissão Internacional, custa um Duda e fica pronto em menos de 10 dias. Como viajo internacional, 2x ao ano, achei mais prático. Aluguei carro na SNAP Rental via rentalcars.com ou rentacar. Esses sites aí de locação. Sempre confundo. Gostei muito do serviço dessa SNAP. Não tive problema algum e preço foi mais em conta. Agora, não me lembro se foi na Austrália ou na Nova Zelândia, que tem uns aparelhos telefônicos disponíveis próximo aos portões,onde vc disca o ramal e entra em contato com hotéis, locadoras... cada empresa tem um ramal. Achei prático, pq assim vc não precisa gastar seus créditos telefônicos. Acho que foi na Nova Zelândia pq na Austrália, eu tinha Sim Card local. Quase uma nativa kkkkkk. Foi assim: Dia 1 - cheguei de manhã em Queenstown e sassariquei pela cidade a pé Dia 2 - passeio ao Milford Sound por agência local com parada de 1h em Te Anau Dia 3 - busão de Queenstown a Christchurch com parada no Lago Tekapo (acho que foram umas 2h de parada. Foi bem longa). Sassariquei a noite em Chistchurch a pé Dia 4 - vôo de madrugada a Auckland. Aluguei um carro e parti para Waitako. Já cheguei fazendo o passeio do Waitomo, o combo mais caro pra ver as larvas de barco e numa caverna. Acabou o passeio e já parti direto para Rotorua. Dia 5 - passei a manhã no Parque Kuirau. Levei muitas horas lá. E já parti para Auckland, pq queria passar em Devenport. Só que o trânsito de Auckland estava padrão SP, tudo parado. Daí, fiz o retorno, peguei mais trânsito e parti para o aeroporto. Melhor coisa que fiz, senão perderia o vôo de volta ao Brasil. Imperdíveis: Rotorua e Waitomo. Achei o norte mais interessante do que o sul. Quem só puder fazer um lado por falta de tempo, ilha norte.
  13. Ui! Que alívio! Não fui a Franz Josef por falta de tempo. Pelo que vi das fotos e vídeos, achei por bem cortar; pois não correspondiam aos meus anseios. E também li sobre esse passeio de helicóptero, as críticas negativas eram semelhantes a tua e bem contundentes, o que me deu mais argumento para cortar.
  14. vcs estão de parabéns em incluir Rotorua e Waitomo Fui em maio a NZ: Queenstown, Milford Sounds, Te Anau e Tekapo rapidinho, Christchurch. Waitomo e Rotorua. IMPERDÍVEIS: Rotorua - parque Kuirau e Waitomo. Lá em Waitomo tem que fazer as duas cavernas. Pq numa vc vê as larvas de perto. Na outra, vc vê o aglomerado de longe iluminando o teto parecendo estrelas. É tudo igual nos catálogos. Sem enganação.
  15. Vc já contratou os pacotes??? Eu fui a Austrália sozinha em abril Estou retornando agora em outubro, sozinha também. Não vejo necessidade de agência. Fui só com as passagens de ida e volta, e lá fui decidindo quanto tempo ficar em cada cidade. Só acionei agência para visitar a barreira de corais. No calçadão de Cairns, sobra agência ofertando. Restante fiz de busão, trem... até campervan aluguei naquele sistema de relocation q vc só paga o seguro. Há sites de carona também q vc oferece vaga ou contribui com o combustível. Fui a Carins, Perth, Bunbury, Busselton, Augusta, Melbourne, Adelaide, Sydney. Agora vou a Wilson Promontory, Uluru e Darwin - aceito cia. 24 out a 8 nov
  16. Olá, 1) Estarei em Ayer Rocks a partir de 27 out e pretendo ir aos lugares citados no título de rideshare (carona rachando gasolina com outros turistas) ou alugando campervan (pegando em Alice Spring ou Ayer Rocks e devolvendo em Darwin). Minha ideia é de Ayer Rock partir para Coober Pedy de rideshare no dia que tiver carona disponível. Voltar a Alice Spring de ônibus. De Alice Spring tomar uma carona ou campervan ou de ônibus até Katherine ou Darwin. Tudo dependerá das disponibilidades do período. Só saberei uns 15 dias antes, quando aparecem as ofertas. Se algum mochileiro independente, com datas flexíveis estiver pela região, basta dar um alô. As datas que explorarei Uluru dependerão das disponibilidades de transporte. Posso explorar antes ou depois de Coober Pedy. 2) Pretendo concluir o deserto em Darwin, chegando lá no máximo 8/nov. 3) Pode ser que de 24 a 26 out, eu vá a Wilson Promontory desde Melbourne. Nada certo pq estou pesquisando algo mais interessante pelas redondezas para fazer nestes 3 dias. Quem estiver por Melbourne e tiver alguma sugestão de bate e volta, que não seja Great Ocean road... Um abraço a todos e boa viagem
  17. SOCORRO, me acuda ãã2::'> Estou preenchendo em doses homeopáticas o formulário para visto australiano. Tantas perguntas. Daí, achei esse blog que pode ajudar aos colegas no preenchimento. A mim, foi extremamente útil porque são muitos detalhes e é cansativo. São 20 páginas a preencher http://www.escolhaviajar.com/como-tirar-visto-de-turismo-para-australia/
  18. Obrigada! Sobre ILHAS SIMILAN: São lindas e podem ser visitadas em 1 dia inteiro pq algumas são apenas contemplativas. Daí, vc faz snorkel no entorno, sem adentrar na ilha propriamente dita. A ilha da pernoite, tem praia e um mirante ao alto na parte rochosa. Vale a pena pernoitar, se vc quiser observar o poente e nascente na ilha. Fora isso, eu só pernoitaria, se fosse no continente para explorar novos lugares, novas praias. Porque a parada na ilha que pernoitamos é bem longa, dá para curtir a praia e explorar a vista do mirante. Quanto ao poente, achei um site bem legal com fotos e sugestões de locais na Tailândia. Deu vontade de retornar. Tailândia é um país que volto fácil! Muito formoso. https://travelbudco.com/thailand/top-5-beach-sunsets-in-thailand/
  19. Opaaaaaaaaa! Anotei tudo Ótimo relato, respondeu várias questões minhas
  20. Oi, passei 2x na Tailândia (2014 e 2015) Siem Reap, uma pernoite bastou para mim pq só tive interesse nas ruínas e no Night Market. Cheguei de avião e voltei de ônibus a Banguecoque por 10 dólares. Se eu tivesse mais tempo e acompanhada, faria Siem Reap até Pattaya/Thai de ônibus. Curtiria Pattaya mesmo com todos os sites falando que é perigoso etc, não sei se sairia a noite. Porque os fóruns são assustadores, mas a praia é bacana de dia. Depois, faria Pattaya x Banguecoque de trem. O que mais gostei: pôr-do-sol na Sunset Railay Beach em Krabi, melhor de toda a minha vida. Nunca vi igual, sensacional, imperdível Hong Island em Ao Nang, uma das praias do pacote turístico parece um mangue de água azul esverdeada e lama de areia branca, com árvore de raízes suspensas, de outro mundo Todos os tour que fiz pelas praias de Ao Nang foram maravilhosos: 4 Islands, Hong Islands... Krabi Town, não vi graça alguma, exceto o Night Market que sai tuktuk de 15 em 15 min de Ao Nang. Resumindo, vale mais se hospedar em Ao Nang. De Krabi a Banguecoque, eu iria de busão. Mas gostei tanto de Ao Nang que preferi pegar um vôo para curtir a cidade mais uns minutinhos. Koh PhiPhi, uma pernoite está mais do que bom, se necessário. Cidade cara e sem atrativos. A praia do Leonardo DiCaprio é legal, mas não se compara ao restante da Tailândia. Eu fui de barca de Phuket a Koh PhiPhi, depois peguei outra barca para Krabi. Como não gostei de Koh PhiPhi, se tivesse que voltar, faria apenas um tour em Koh PhiPhi. Ah! Fiz o passeio do planctons luminescentes, fotos meramente ilustrativas. Criei uma expectativa enorme e cheguei lá Banguecoque, como minhas viagens são praianas, apenas pegava os ônibus e trens e batia perna e comia as comidas de rua. Não tenho muito o que acrescentar, porque pouco explorei a cidade. Similan Island, eu supergostei. Fiz pacote turístico, a van me buscou bem cedo em Patong Beach (praia legal) e fiquei o dia inteiro visitando esse complexo de ilhas. Considero imperdível também. Valeu cada segundo na van e cada centavo.
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