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schitini

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Tudo que schitini postou

  1. Beleza. Depois que vc voltar, conta sua experiência. Passar por lá no inverno pode ser bem interessante. Algo a se pensar, com certeza.
  2. Bom dia Euzimar, O W de Torres del Paine não necessita de guia. O caminho é bem demarcado e muito fácil de seguir. Eu não conheço nenhum guia mas, quando eu fui, me falaram que tem um hostel lá, o https://www.erraticrock.com/, que além de hostel também aluga equipamentos e organiza(va) reuniões para falar dos circuitos. Eles também fazem os trekkings. Talvez seja mais caro do que arrumar um guia avulso, mas se vc não conseguir de oura forma, talvez valha a pena dar uma olhada. Mas realmente não há necessidade de guia para se percorrer o W.
  3. Grande parte delas dá para ir sem guia, basta ter um carro. Algumas cachoeiras são meio distantes, então seria interessante ir com guia, mas normalmente até nestes casos a trilha costuma ser bem marcada. Tem gente que faz o vale do pati sem guia, usando apenas o gps. Mas quando um colega meu estava fazendo o pati com guia, por exemplo, ele se deparou, perto do capão, com um cara que estava perdido há dois dias e tinha desistido da trilha. Estava voltando para o capão. Então vai da capacidade/espírito aventureiro de cada um. Entra no wikiloc e dá uma olhada nas trilhas da chapada, e vc tem uma boa ideia do que fica perto e dá para fazer sozinho e do que seria indicado ir com guia. De qualquer maneira, vale o velho conselho, principalmente se vc for sem guia: sempre diga para alguém onde vc está indo.
  4. Cada cidade da chapada costuma ter sua associação de guias locais, e vc contrata tudo lá mesmo, inclusive negociando um pacote melhor. Então é melhor deixar para contratar lá para poder negociar
  5. Tirando o vale do Pati, tá tudo aí. Em relação ao que vc perguntou, a pratinha basta algumas hora, como por exemplo a parte da manhã ou da tarde. Eu faria pratinha à tarde e pegaria o por do sol no pai inácio, ficando com a manhã livre para ver algo perto de onde vc está. Tem várias grutas perto da região onde fica a pratinha ( gruta da lapa doce/torrinha, e acho que outras). Se vc gostar disso, é uma boa pedida para passar o dia inteiro. Fiz Marimbus a partir de lençóis, e na época não fui na cachoeira do roncador. Não sei te falar como emendar, mas não precisa(va) de reserva e gasta o dia inteiro, já que vc vai de canoa pelo pântano de Marimbus até uma ilha, e de lá vc vai numa cachoeira (mas não acho que seja a do roncador), depois volta de canoa. E o acesso (estrada) a Marimbus era meio ruim, e demora para chegar no ponto inicial do passeio. A Cachoeira da Fumaça é bem bonita, uma das maiores do Brasil. Mas, se não tiver água (período de seca) não tem tanta graça. Tem uns passeios de 01 dia no vale do pati, eu acho (eu fiz 4 dias) que talvez valha mais a pena. Buracão e Fumacinha são as mais bonitas, sem dúvidas. Tem muito tempo que eu fui, então pode ter mudado bastante.
  6. Em primeiro lugar, os preços que vc procura nas agências da internet são totalmente fora de realidade (ou eram em dez/2018, quando fui). Todos os passeios que fiz lá foram com a Brasileiros em Ushuaia, passeios contratados lá mesmo, 01 dia antes, por menos da metade do preço que está no site. Recomendo a agência, se estiver procurando uma. Em segundo lugar, grande parte dos passeios, ou quase todos, vc pode fazer por conta própria, sem agência. Eu fiz com agência: o canal beagle (que é obrigatório a agência, já que vc vai de barco), a laguna esmeralda (dá para ir por conta), glaciar vinciguerra (da para fazer por conta) e o circuito dos lagos, que é apenas um churrasco nas margens do lago fagnano (ou seja, não é obrigatório fazer). Fiz por conta o parque tierra del fuego, sem nenhuma dificuldades. Em Ushuaia, perto do porto, há um ponto de vans que te leva para o início dos passeios e te busca depois, com preço muito em conta. Mais ou menos como ônibus. Usei este para fazer o parque. Só tem que prestar atenção ao horário do retorno e saída. Os preços lá são mais caros que o normal da argentina, mas são mais baratos do que no brasil, e eles não tentam explorar o turista, como acontece aqui. Se vc tiver pelo menos uns mil reais para gastar lá, acho que dá para fazer muita coisa. Mas isso não conta o inverno e as estações de esqui, que é caro por natureza.
  7. schitini

    Cadeado

    Concordando com a resposta acima, eu acrescento que comprei um cadeado de segredo pela versatilidade, uns 4 meses antes da viagem. Mudei a senha, testei várias vezes, anotei a senha, guardei. Antes da viagem fui testar para ver se estava tudo ok, mas ele havia se desconfigurado de alguma forma. Nunca mais consegui abrir o maldito cadeado. Se tivesse acontecido durante a viagem, eu estaria em apuros. Em relação à marca, desde que não seja daqueles chineses, acho que dá quase tudo na mesma.
  8. Ir sozinho normalmente não seria problema, pois lá vc certamente encontrará companhia. Porém, em época de covid, poder ser que vc não encontre muita gente e mesmo que alguns passeios não estejam sendo feito (como por exemplo a trilha do pati, que é a principal de lá. No mínimo, fazer sozinho vai ficar caro). Mas tem muita coisa para se fazer partindo de Lençóis e eu acho que vc consegue se virar.
  9. Este é uma questão bem de gosto mesmo, creio eu. Ambas compensam, mas por motivos diferentes, e tem custos diferentes. Quando eu fui a MP em 2019, na volta parei em Ollantaytambo e passei um dia inteiro lá, conhecendo bem o local. Valeu muito a pena. Mas vc deve levar em consideração que a viagem de trem é bem mais cara do que ir à hidroelétrica de van. Eu havia feito a trilha curta para MP, 2d/1n, onde vc vai de trem até o km 104 e faz a trilha até intipunku (o portal do sol). No dia seguinte conhece MP e volta para casa Cusco no fim do dia. Aconselho, se vc tiver oportunidade, tempo e um pouco mais de dinheiro. Eu já havia feito a trilha Salkantay e chegado a MP pela hidroelétrica em 2017, mas chegar pelo portal do sol é muito mais legal. Mas a caminhada hidroelétrica- MP também é bem legal, e bem mais barata do que o trem. No final das contas, não tem erro. Entre as 2 opções, eu iria por Ollantaytambo.
  10. Apesar de o que foi falado ser fato, eu não concordo totalmente. O principal da Chapada vc não vai poder fazer, que são as trilhas mais longas e as melhores cachoeiras. Mas existem várias opções que dá para fazer perfeitamente com uma criança de colo, como por exemplo a pratinha, morro do pai inácio, diversas grutas e algumas cachoeiras de mais fácil acesso, ou mesmo o passeio de canoa no pantanal de marimbus e a cachoeira do roncador. Em Lençóis tem uma associação de guias (acho que todas as cidades da chapada devem ter) e vc pode contratar lá um guia para te levar e mesmo te ajudar nos passeios.
  11. "sendo que desejo começar pelo lado do Espírito Santo e terminar em Minas Gerais, pois dizem que por este trajeto a paisagem é muito linda." Talvez tenha esquecido de comentar sobre este ponto. Vc pode fazer o percurso todo de dia, começando pelo lado do Espírito Santo e terminando em Minas Gerais, mas aí tem que começar bem cedinho, talvez acampando uma noite no ES para começar bem cedo mesmo, mas ai vc vai perder o nascer do sol (que é o top do circuito) e vai chegar à noite no lado mineiro. Ou pode acampar, na descida, na casa de pedra, mas lá não vale muito a pena acampar, porque faz muito frio e não tem tanta estrutura. E, na minha opinião, subir de noite é melhor do que descer de noite, pois no escuro o risco de queda é maior na descida. Christian
  12. Bom dia Marcos, Eu já subi várias vezes ao Pico da Bandeira, mas nunca fiz a travessia. O que posso te falar é o seguinte: não é tão bem sinalizado, como pode provar o fato de algumas pessoas terem se perdido lá. Mas também não é tão difícil. Todas as vezes que fui, pelo lado mineiro, fui com minha esposa apenas e não tivemos problema. Existe uma demarcação, mas às vezes ela fica meio esparsa. Não sei como é o lado capixaba. O ideal é passar o dia no lado mineiro (dá para ir de carro até a metade do caminho, na tronqueira, que são 9 km de subida), ver o por do sol que é um espetáculo. Na tronqueira tem boa estrutura: água quente, área de camping, chuveiro... Então vc faz um lanche ou janta (como dá para ir de carro, vc pode levar peso à vontade) e começa a subida entre 19 e 23 horas. O detalhe aqui é o seguinte: se vc começar a subir por volta das 19, gasta umas 02 horas e meia até o terreirão, onde tem uma casa de pedra e vc pode se proteger do frio (tem uns ratos, mas eles não atacam). Se for na época de pico (julho e agosto), vc não vai conseguir vaga na casa de pedra. Fora dessa época é tranquilo, normalmente. Se achar necessário, pode levar uma barraca pequena para um tempo. Não há necessidade de saco de dormir ou mesmo da barraca (eu só levei uma vez. Uma vez fiquei na casa de pedra e outras eu levei uma lona para forrar o chão e fiquei no tempo mesmo). Vc começa a subida para o pico por volta das 2.30, para ver o nascer do sol entre 5.30 e 6. A subida demora por volta de 2.30 e é a parte mais puxada. Lá em cima é um lugar bem ermo e venta muito. De madrugada, este vento te faz passar um frio arrumado, mas é por pouco tempo, até o sol nascer (por isso não pode sair muito cedo da casa de pedra). Depois disso, vc começa a descida para o lado do ES. Vc pode fazer o caminho oposto (ES-MG), mas dizem que o lado do ES é mais bonito (por isso é interessante durante o dia) e de subida mais puxada (por isso a descida). O que vc tem que arrumar é alguém para te buscar no lado do ES e te levar ao lado mineiro para buscar seu carro. Deve uns 30 a 40 km de distância entre as 02 entradas do parque (Alto Caparao - MG e Pedra Menina/Espera Feliz - ES). Se não for de carro, creio que são mais 7 km de descida no lado capixaba. A subida no lado mineiro (antes da tronqueira) é puxada e não tem nada para ver, à exceção do vale verde (logo no início, um local com área de churrasqueira e um rio) e da cachoeira encantada, perto do terreirão. Por isso é interessante ir de carro. Também tem que fazer reserva para acampamento no lado mineiro. Eu estava pensando em ir em 2020, mas... Eu te dou um conselho (ou dois): leva uma lona para forrar o chão ou se proteger de eventual chuva. Uma vez peguei uma chuva muito forte a 100 metros do pico, com ventos a quase 100 km/h. O local é muito desprotegido. Então nós ficamos quase uma hora embaixo da lona que eu tinha levado. Ao fim de 01 hora o vento diminuiu (mesmo assim estava carregando minha esposa, que não é pequena) e tinha chuva congelada nas blusas. E, por último, se vc subir de noite, vai pegar bastante frio (lá em cima chega próximo ao zero normalmente. Neste dia da chuva, peguei 9 abaixo, segundo um cara que tinha um termômetro. Não sei se foi tudo isso, mas estava muito frio). Vc vai subindo e o suor vai te molhando, porque é meio puxado. Aí vc vai tirando a roupa e pondo na mochila. Quando para para descansar, o suor vai congelando e o frio voltando, aí vc vai pondo tudo de novo. Então se vista em camadas e leve um par de meias secas para trocar quando chegar lá em cima. Se possível, uma camisa seca também. Faz uma boa diferença se sentir seco no meio daquele frio. Por último, é possível sem guia, ainda mais em noites de lua cheia, pois fica mais iluminado. Se tiver alguma dúvida específica que eu puder te ajudar... Christian
  13. Eu fiz o W invertido em 2018 e toda vez que vejo um relato tenho que ler para reviver tudo novamente. TDP é show de bola. Meus planos eram fazer o circuito O em 2021 mas agora não vai mais dar, infelizmente. Quem sabe 2022 ou 2023.? Aguardo o resto do relato ansiosamente, PS.: também fiz uso do risoto em el calafate, e de forma bem intensiva. É uma delícia. Christian
  14. As botas quechua são boas realmente. Mas, se a grana está curta, e for só a travessia das 7 quedas, dá para fazer de tênis.
  15. @daniloff Eu também tenho condromalácia (mas não está muito avançada) e outros problemas no joelho. Já operei uma vez por ter tido ruptura de menisco. Nestas caminhadas, sempre uso joelheira para diminuir o esforço do joelho (não pode ser daquelas que tem um furo no meio, pois força mais - segundo um fisioterapeuta com quem eu estava tratando). Bastões de caminhada também são fundamentais para diminuir a tensão, principalmente nas descidas. Em relação ao frio... eu fui em novembro/dezembro, que não é o mês mais quente, mas também não é o mais frio. Os dias de caminhadas são muito amenos. Vc começa de blusa e logo logo já está apenas de camisa. Para mim a bota é fundamental pois dá mais estabilidade na caminhada. Eu tenho uma salomon. É cara, mas é super leve e um verdadeiro alívio para os pés. Eu não tive qualquer problema com os joelhos durante as caminhadas. Nos dias seguintes fica um pouco dolorido e vc põe gelo e toma um antiinflamatório e descansa um pouco. Fazer um programa de fortalecimento dos joelhos em academia também pode ajudar. O problema de TDP é o cronograma. Doendo ou não vc tem que seguir para o ponto seguinte, ou fica sem lugar para dormir. Tem que agendar com muita antecedência e não dá para fazer muita coisa em caso de imprevistos. Por último, como vc tem problema de joelhos, faça como eu fiz: procure, sempre que possível, dividir seus dias em pedaços mais curtos após dias mais estressantes. Após subir o mirante das torres, por exemplo, no dia seguinte vai apenas até los cuernos e dorme lá. No outro dia segue até o mirador britânico e volta para dormir no francês. Em TDP é normal as pessoas deixarem as mochilas perto dos refúgios/acampamentos e fazerem algum trecho sem elas. Por exemplo: deixa as mochilas no italiano e sobe até o mirador britânico. Pega a mochila na volta. Não vi ninguém reclamando que a mochila foi mexida. Eu mesmo fiz isso sem problemas. Meus planos era fazer o circuito O em fevereiro de2021, mas já abandonei a ideia. 2022 é uma possibilidade, se a vacina já estiver disponível até julho/2021. Caso contrário, só 2023 para mim.
  16. No link abaixo vc consegue os horários de ônibus e as empresas que fazem o transporte http://www.parquetorresdelpaine.cl/es/buses-regulares Bsicamente, os ônibus saem de Puerto Nalates àsn 07.30 e às 14.30, e voltam às 13.00 e às 18.30 (verifique os horários e locais que passam na página). Você não precisa de passeio de hotel para fazer nada la dentro. Dá para fazer tudo sozinho. Na verdade, fazer por conta própria é o normal. Em relação a bicicleta, é meio longe entre Puerto Natales e TDP, mas dá para ir de bike. Lá dentro realmente vc consegue ir da portaria até o início da trilha, mas não sei se pode andar de bike dentro do parque. Não vi nenhuma lá. O padrão para W la dentro é: pega o ônibus de 7.30 em Puerto natales, chegando a Laguna Amarga às 10 horas. Vc compra seu ingresso (ou carimba, se já tiver). Pode voltar ao ônibus e seguir até pudeto (mais 01 hora - foi o que fiz, já que fiz o w invertido) ou ir até o início da trilha para o mirador. São 7 km e dá para ir a pé. Se não quiser, pode ir de ônibus, ao custo de 3000 pesos chilenos. Compra a passagem lá mesmo, pagamento apenas em dinheiro. São uns 30 minutos ou menos até o início da trilha. Vc pode fazer a trilha até as torres no mesmo dia, mas são 18 km ida e volta. Ou pode começar a trilha e ir até o acampamento chileno (aproximadamente 1 hora a 1,5 horas de trilha). Pode ir ao mirante das torres no mesmo dia e voltar para dormir no chileno, continuando a trilha para los cuernos no dia seguinte. As opções vão se abrindo dependendo de seu ritmo e vontade de andar. Poderia passar direto por los cuernos e ir até o domo francês ou acampamento italiano, deixando a ida ao mirador britânico para o dia seguinte. Após o mirador britânico, segue até o acampamento paine grande, onde dorme. No último dia, iria até o mirador glaciar grey, voltaria e pegaria o catamarã (15000 pesos chilenos, pagos em dinheiro no próprio catamarã. A saída do catamarã desde paine grande é às 10.00, 12.30 e 18.30. O ponto de saída é bem ao lado do acampamento paine grande) e o ônibus de volta ara Puerto Natales, que sai de pudeto às 19.00. Os horários dos ônibus/catamarã são casados, para que um saia quando o outro chegar. Em um breve resumo, este é o circuito W. Se tiver perguntas, pode mandar. Mas as observações do @D FABIANO são bem pertinentes.
  17. Olá Danilo, 7 a 10 dias para combinar patagonia chilena e argentina eu acho pouco já que vc gasta um dia só para ir de El Calafate (Argentina) para Pueto Natales (Chile) e outro para voltar, se for o caso. Óbvio que dá, mas fica corrido e vc fica dependendo muito do clima, que muda muito. Eu fiquei 34 dias (fiz a chilena e a argentina, chegando a Ushuaia, e não deu para fazer tudo. Mas, se vc quiser, posso sugerir: 01 - direto até el calafate 02 - perito moreno 03 - el calafate - el chalten (trilha curta - chorrillo del salto) 04 - fitz roy 05 - laguna torres 06 - trilha mais curta para descansar - mirador de los condores - pode usar também para reserva en caso de tempo ruim 07 - Loma Del Pliegue Tumbado (ou vai para el calafate). Pode talvez pegar o ônibus para el calafate no fim do dia 08 - el chalten - el calafate 09 - el calafate - puerto natales 10 - bate e volta torres del paine (ou, se tiver mais um dia, trilha do mirante das torres) 11 - volta para casa Mas eu fortemente sugeriria fazer um dos roteiros em torres del paine, o W (4 a 5 dias - eu fiz) ou o O (8 a 9 dias). É caro, mas foi o melhor passeio que já fiz. Gostaria de voltar para fazer o circuito paine grande (O).
  18. É isso aí. Vc tem que relacionar tudo que é indispensável e ver se dá para enfiar na de 55. Se for levar tudo que quer levar, uma de 105 (se existir) não será suficiente. Quanto menor, melhor. Não dá pare se ter uma ideia correta, mas arruma um saco de lixo de 55 litros e outro de 65 e vê se dá para simular.
  19. Eu tinha uma vento e gostei muito. Acabei mudando para uma salomon por ser mais leve, resistente e confortável, mas é bem mais caro. Tenho uma tênis impermeável da decathlon que acho um excelente custo/benefício. Nunca testei as botas.
  20. Dos 3 acima, eu prefiro o primeiro. Primeiro porque ele se comprime bastante e é mais regulável que o terceiro, já que terceiro só tem 01 manopla de regulagem, enquanto o primeiro tem 2. Em relação ao 2º, ele é mais fácil de regular enquanto se está andando (abrir a manopla, alterar o tamanho do bastão - em caso de subida/descida - e fechar novamente é bem mais fácil do que desapertar, regular e apertar novamente. Eu tinha do 2º, troquei por um do 1º. Segundo, se porventura o mecanismo de fixação do 1º apresentar algum defeito (a manopla), ela está visível e vc pode ver e descartar o bastão. Se o 2º der defeito, o mecanismo é interno e vc só vai ficar sabendo quando ele falhar, o que aconteceu comigo. Tive que colocar um peso extra no bastão e ele simplesmente cedeu e encolheu.Eu fui para o chão. O bastão que eu tenho atualmente é um de fibra de carbono, do 1º modelo, que comprei no aliexpress da naturehike. O preço foi bom, ele é bem leve e já usei várias vezes em trilhas longas (torres del paine, ausangate, fitz roy, etc). Nunca falhou, e é bem fácil/rápido de regular.
  21. Eu tenho diversas passagens compradas pela azul para junho. Não vou cancelar nada, mesmo sem saber se vou poder viajar. Está cedo ainda para isso. Acredito (e espero) que até o final do ano a coisa possa se normalizar, ainda mais para o lado do oriente, que foi onde tudo começou. Mas eu não compraria passagens agora. Existe a chance, se esta crise demorar muito, como disse o amigo @poiuy, de empresas quebrarem. E, se vc tiver comprado passagem justamente desta empresa, já era. Porém, se tiver uma promoção irresistível, aí já é o caso de pensar em tentar a sorte.
  22. Na minha opinião o maior problema é o isolamento que vc pode ser obrigado a adotar. Podem cancelar voos, ônibus e, se vc começar a ter sintomas de gripe, pode ter dificuldades longe de casa. As coisas estão mudando rápido. As escolas estão fechando e o governo pode adotar uma postura ainda mais severa para deter o vírus, não no sentido de impedir a doença, mas no sentido de retardar a velocidade de transmissão e tentar evitar que o sistema de saúde entre em colapso por falta de leitos. Sei que não é no Brasil, mas o Peru fechou as fronteiras e cancelou os voos. Quem está lá vai ter que arrumar um jeito de se manter até conseguir sair. Será que estas pessoas estão preparadas financeiramente para isso? Dentro do país é bem menos complicado, mas pode gerar dificuldades também.
  23. Em minha opinião, as fronteiras fechando os voos vão ser automaticamente cancelados. Vc não precisa ter urgência em contatar a companhia aérea. Ela deve entrar em contato com vc.
  24. Um boa parte do parque realmente fecha em julho, mas eu já vi vídeos promocionais, dentre eles da empresa cascata travel, que tem pacote para o inverno em Torres del Paine (https://www.cascada.travel/en/Tour/7-Day-Torres-Del-Paine-Winter-W-Trek?sku=PAT020Q). Esta é uma empresa cara, e não sei se vale a pena. Porém, se esta empresa faz o pacote de inverno, talvez aja outras opções para se visitar o parque no inverno. Talvez valha a pena entrar em contato com agências em Puerto Natales e saber mais informações, ou mesmo mandar um e-mail para a vertice patagonia e a fantastic sur para saber se eles funcionam.
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