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schitini

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Tudo que schitini postou

  1. É isso aí. Vc tem que relacionar tudo que é indispensável e ver se dá para enfiar na de 55. Se for levar tudo que quer levar, uma de 105 (se existir) não será suficiente. Quanto menor, melhor. Não dá pare se ter uma ideia correta, mas arruma um saco de lixo de 55 litros e outro de 65 e vê se dá para simular.
  2. Eu tinha uma vento e gostei muito. Acabei mudando para uma salomon por ser mais leve, resistente e confortável, mas é bem mais caro. Tenho uma tênis impermeável da decathlon que acho um excelente custo/benefício. Nunca testei as botas.
  3. Dos 3 acima, eu prefiro o primeiro. Primeiro porque ele se comprime bastante e é mais regulável que o terceiro, já que terceiro só tem 01 manopla de regulagem, enquanto o primeiro tem 2. Em relação ao 2º, ele é mais fácil de regular enquanto se está andando (abrir a manopla, alterar o tamanho do bastão - em caso de subida/descida - e fechar novamente é bem mais fácil do que desapertar, regular e apertar novamente. Eu tinha do 2º, troquei por um do 1º. Segundo, se porventura o mecanismo de fixação do 1º apresentar algum defeito (a manopla), ela está visível e vc pode ver e descartar o bastão. Se o 2º der defeito, o mecanismo é interno e vc só vai ficar sabendo quando ele falhar, o que aconteceu comigo. Tive que colocar um peso extra no bastão e ele simplesmente cedeu e encolheu.Eu fui para o chão. O bastão que eu tenho atualmente é um de fibra de carbono, do 1º modelo, que comprei no aliexpress da naturehike. O preço foi bom, ele é bem leve e já usei várias vezes em trilhas longas (torres del paine, ausangate, fitz roy, etc). Nunca falhou, e é bem fácil/rápido de regular.
  4. Eu tenho diversas passagens compradas pela azul para junho. Não vou cancelar nada, mesmo sem saber se vou poder viajar. Está cedo ainda para isso. Acredito (e espero) que até o final do ano a coisa possa se normalizar, ainda mais para o lado do oriente, que foi onde tudo começou. Mas eu não compraria passagens agora. Existe a chance, se esta crise demorar muito, como disse o amigo @poiuy, de empresas quebrarem. E, se vc tiver comprado passagem justamente desta empresa, já era. Porém, se tiver uma promoção irresistível, aí já é o caso de pensar em tentar a sorte.
  5. Na minha opinião o maior problema é o isolamento que vc pode ser obrigado a adotar. Podem cancelar voos, ônibus e, se vc começar a ter sintomas de gripe, pode ter dificuldades longe de casa. As coisas estão mudando rápido. As escolas estão fechando e o governo pode adotar uma postura ainda mais severa para deter o vírus, não no sentido de impedir a doença, mas no sentido de retardar a velocidade de transmissão e tentar evitar que o sistema de saúde entre em colapso por falta de leitos. Sei que não é no Brasil, mas o Peru fechou as fronteiras e cancelou os voos. Quem está lá vai ter que arrumar um jeito de se manter até conseguir sair. Será que estas pessoas estão preparadas financeiramente para isso? Dentro do país é bem menos complicado, mas pode gerar dificuldades também.
  6. Em minha opinião, as fronteiras fechando os voos vão ser automaticamente cancelados. Vc não precisa ter urgência em contatar a companhia aérea. Ela deve entrar em contato com vc.
  7. Um boa parte do parque realmente fecha em julho, mas eu já vi vídeos promocionais, dentre eles da empresa cascata travel, que tem pacote para o inverno em Torres del Paine (https://www.cascada.travel/en/Tour/7-Day-Torres-Del-Paine-Winter-W-Trek?sku=PAT020Q). Esta é uma empresa cara, e não sei se vale a pena. Porém, se esta empresa faz o pacote de inverno, talvez aja outras opções para se visitar o parque no inverno. Talvez valha a pena entrar em contato com agências em Puerto Natales e saber mais informações, ou mesmo mandar um e-mail para a vertice patagonia e a fantastic sur para saber se eles funcionam.
  8. Eu esperaria antes de cancelar. Primeiro porque muitos voos já estão sendo cancelados pelas companhias no mundo inteiro. Se vc já marcou um voo e a empresa não o cancelou, vc terá um bom prejuízo se for cancelá-lo. Muito pode mudar em pouco tempo. Talvez muito seja causado por pânico, mas acho que podemos falar que o pânico se alastrou junto com o vírus. O maior risco, penso eu, ´estar sozinho num país estrangeiro, em situação de crise, que pode causar falta de abastecimento em supermercados e filas em hospitais, e não conseguir voltar para casa porque as companhia aéreas não estão operando. Este final de semana vi um vídeo de uma americana que chegou no aeroporto de Lima, e estava praticamente vazio. E olhe que o Peru não tem muitos casos de corona. Provavelmente a maior parte do mundo vai ser exposta ao corona, de uma forma ou outra, porque ele é de fácil contágio. A grande maioria das pessoas não terão nenhum sintoma, ou sintomas leves. Mas existirão aqueles que precisão de internação, e para estes já é complicado se estiver no Brasil, pois a previsão de alguns médicos é que não tenha respirador suficientes para todos (é uma pré-requisito para tratamento de quem tem dificuldades de respirar causada pelo vírus). Se vc estiver num país estrangeiro e precisar ficar sob isolamento porque contraiu o vírus (e eu não estou falando de ter tido complicações, apenas porque está com sintomas leves iniciais) pode ser complicado. Se vc tiver complicações então e tiver que ser internado, aí realmente a situação complica, ainda mais se vc levar em consideração que a grande maioria dos seguros não cobre o corona, por se tratar de pandemia. Se a viagem estiver marcada para abril ou maio, eu não cancelaria imediatamente, pois sua viagem pode ser cancelada para vc, para início de conversa, mas já me prepararia para ter que tomar providência neste sentido. Minha opinião não é baseada no medo da doença em si, mas no que ela está causando como efeitos colaterais (fechamento de fronteiras, isolamento, etc)
  9. Eu esperaria um pouco antes de cancelar. Primeiro porque muitos voos já estão sendo cancelados pelas companhias no mundo inteiro. Se vc já marcou um voo e a empresa não o cancelou, vc terá um bom prejuízo se for cancelá-lo. Muito pode mudar em pouco tempo. Talvez muito seja causado por pânico, mas acho que podemos falar que o pânico se alastrou junto com o vírus. O maior risco, penso eu, ´estar sozinho num país estrangeiro, em situação de crise, que pode causar falta de abastecimento em supermercados e filas em hospitais, e não conseguir voltar para casa porque as companhia aéreas não estão operando. Este final de semana vi um vídeo de uma americana que chegou no aeroporto de Lima, e estava praticamente vazio. E olhe que o Peru não tem muitos casos de corona. Provavelmente a maior parte do mundo vai ser exposta ao corona, de uma forma ou outra, porque ele é de fácil contágio. A grande maioria das pessoas não terão nenhum sintoma, ou sintomas leves. Mas existirão aqueles que precisão de internação, e para estes já é complicado se estiver no Brasil, pois a previsão de alguns médicos é que não tenha respirador suficientes para todos (é uma pré-requisito para tratamento de quem tem dificuldades de respirar causada pelo vírus). Se vc estiver num país estrangeiro e precisar ficar sob isolamento porque contraiu o vírus (e eu não estou falando de ter tido complicações, apenas porque está com sintomas leves iniciais) pode ser complicado. Se vc tiver complicações então e tiver que ser internado, aí realmente a situação complica, ainda mais se vc levar em consideração que a grande maioria dos seguros não cobre o corona, por se tratar de pandemia. Se a viagem estiver marcada para abril ou maio, eu não cancelaria imediatamente, pois sua viagem pode ser cancelada para vc, para início de conversa, ,mas já me prepararia para ter que tomar providência neste sentido. Minha opinião não é baseada no medo da doença em si, mas no que ela está causando como efeitos colaterais (fechamento de fronteiras, isolamento, etc)
  10. Repetindo o que já foi falado, eu esperaria antes de cancelar. Primeiro porque muitos voos já estão sendo cancelados pelas companhias no mundo inteiro. Se vc já marcou um voo e a empresa não o cancelou, vc terá um bom prejuízo se for cancelá-lo. Muito pode mudar em pouco tempo. Talvez muito seja causado por pânico, mas acho que podemos falar que o pânico se alastrou junto com o vírus. O maior risco, penso eu, ´estar sozinho num país estrangeiro, em situação de crise, que pode causar falta de abastecimento em supermercados e filas em hospitais, e não conseguir voltar para casa porque as companhia aéreas não estão operando. Este final de semana vi um vídeo de uma americana que chegou no aeroporto de Lima, e estava praticamente vazio. E olhe que o Peru não tem muitos casos de corona. Provavelmente a maior parte do mundo vai ser exposta ao corona, de uma forma ou outra, porque ele é de fácil contágio. A grande maioria das pessoas não terão nenhum sintoma, ou sintomas leves. Mas existirão aqueles que precisão de internação, e para estes já é complicado se estiver no Brasil, pois a previsão de alguns médicos é que não tenha respirador suficientes para todos (é uma pré-requisito para tratamento de quem tem dificuldades de respirar causada pelo vírus). Se vc estiver num país estrangeiro e precisar ficar sob isolamento porque contraiu o vírus (e eu não estou falando de ter tido complicações, apenas porque está com sintomas leves iniciais) pode ser complicado. Se vc tiver complicações então e tiver que ser internado, aí realmente a situação complica, ainda mais se vc levar em consideração que a grande maioria dos seguros não cobre o corona, por se tratar de pandemia. Se a viagem estiver marcada para abril ou maio, eu não cancelaria imediatamente, pois sua viagem pode ser cancelada para vc, para início de conversa, ,mas já me prepararia para ter que tomar providência neste sentido. Minha opinião não é baseada no medo da doença em si, mas no que ela está causando como efeitos colaterais (fechamento de fronteiras, isolamento, etc)
  11. A vista de .Wayna Picchu é mais bonita, mas a subida é mais pesada, apesar de mais curta. Montanha Machu Picchu também tem uma vista bonita, na minha opinião, a escalada é mais longa, mas mais leve e mais agradável. Se tivesse a oportunidade de voltar a subir uma das duas, escolheria Wayna Picchu. Uma coisa que diferencia as duas, e pode fazer diferença para alguns, é que para subir Wayna Picchu, vc faz o passeio por Machu Picchu e, no final, já chega ao ponto de subida da montanha. Se vc quiser sair para ir ao banheiro vc tem que andar todo o caminho de volta até o ponto de subida, o que demora bastante e vc teria que se apressar para dar tempo. Para subir a Montanha Machu Picchu vc tem que sair de novo, e aí pode ir ao banheiro. Mas, ao reentrar para subir a montanha (o ticket das montanhas permite isso, pelo menos o da montanha MP permite. Não sei em relação à Wayna Picchu porque quando subi esta foi em 2017, e ainda não havia limitação de horário), a entrada para a montanha está bem no início e, depois que vc descer, pode andar por Machu Picchu à vontade, sem guia e sem horário. Só não poderá sair e entrar novamente.
  12. Obrigado pela atenção Pati. Não sei se foi sua linha de viagem, mas para quem gosta de natureza, o que você indicaria no Equador? A princípio, as cidades/atrações em meus planos são Quito, Otavalo, Cotopaxi, Quilotoa e Baños. alguém sugere mais algum local?
  13. Olá Filipe, Eu achei seu roteiro legal. Estou tentando programar uma viagem para o Equador também, com minha esposa, mas seria para junho de 2021. Estou achando mais dificuldade no Equador do que achei na Argentina e Peru. Os preços que achei pela internet são muito caras e não tem muita opção de pacotes. Eu cheguei a pensar em colocar no meu roteiro, por exemplo, Otavalo e a lagoa Cuicocha, e não havia achado nada com preço razoável. A primeira vez que achei foi a página da empresa que vc falou, a Ecuatravelling. Os outros que tinha achado eram de 2 ou mais dias por mais de 200 dólares por pessoa, Como vc chegou nestas agências? Alguém te indicou? Bem, de qualquer maneira, eu achei um pacote que talvez possa te servir, com a ecuador hoop (https://www.ecuadorhop.com/passes/4-day-3-night-to-banos/) 4 Day 3 Night To Baños (With Night In Cotopaxi, Quilotoa & Baños). Nesta vc começa pelo Cotopaxi, depois faz o Quilotoa e daí vai direto para Baños, sem ter que voltar a Quito. Parece que um sistema mais simples, com quartos compartilhados. Mas passei um e-mail para eles e me responderam que, se eu quiser trocar, em cada noite, o quarto compartilhado por privado para 2 pessoas, era só falar com o guia que ele me ajudaria. Seria 15 dólares por noite a mais. Cheguei também a uma empresa que poderia fazer algo parecido, só que ela é sediada em baños (https://www.ivagatoursbanios.com/). Cheguei a trocar alguns e-mails com eles mas, como não deu para ir no Equador em 2020, deixei para retomar os contatos em 2021. Fora isso, eu não consegui outras opções Quito-Baños a não ser ônibus de linha. E, pelo que li, é daqueles ônibus que vai parando de 5 em 5 minutos. Quando vc tiver mais informações, posta aí. Depois de fazer a viagem, conta como foi. Se eu descobrir mais coisas eu te aviso também. valeu Christian
  14. Realmente o foco do grupo é outro. Eu já ouvi falar da agência brasileira https://www.viagensmachupicchu.com.br/, mas não conheço. Com certeza, se vc a contratar, vai ter uma assessoria melhor para poder viajar, mas vai pagar mais caro do que se vc for a Cusco (por exemplo) e contratar tudo por lá. Mas a primeira coisa que vc precisa é definir o que quer conhecer e quantos dias de viagem. Também quanto dinheiro está a fim de gastar e o grau de conforto da viagem. O Peru é muito diverso. Tem de Machu Picchu, o mais famoso, até deserto (Huacahina), praia , trilhas (muito em Cusco e em Huaraz) e amazônia. E também para todos os bolsos e níveis de conforto. Dá uma olhada nos links que o amigo passou para poder ter uma ideia do que quer. Quando tiver um pouco mais de direção, pergunta de novo.
  15. Ei Yane. Está valendo mais a pena trocar real do que dólar aí na Bolívia?
  16. O Fitz Roy é uma trilha auto-guiada, e bem fácil de seguir (não quer dizer que a trilha é fácil. É razoavelmente puxada, durando umas boas 10 horas). Não precisa pagar para entrar. Basta, se optar por esta opção, ir até o fim da avenida principal de El Chalten e começar a subir. Muito bem sinalizada. A variante que vc pode fazer, e eu recomendo (eu fiz) é pegar um transfer (uma van, contrata lá mesmo) e ir até a Hosteria Pilar, e começar a trilha por lá. As vantagens: 1 - vc faz 2 trilhas em 01: uma que vai da hosteria até o Fitz Roy e outra que vai do Fitz Roy até El Chalten (a volta a El Chalten, após subir à laguna de los 3, é pela trilha original, ou seja, pelo caminho que vc iria seguir se não pegasse o transfer). E esta variante passa por um caminho muito agradável, em frente ao glaciar Piedras Blancas. 2 - a ida fica mais fácil, pois o caminho da hosteria até o Fitz Roy é praticamente plano. Já o caminho original é mais subida na ida, e mais descida na volta. Assim vc só pega a descida. Os tickets de ônibus eu comprei pela Cal Tur, no dia que cheguei a El Calafate, antes de ir a TDP fazer o W. Tem outras empresas que fazem, como por exemplo a Chalten Travel. Tem outra também, mas esqueci o nome. Comprei pela Cal Tur porque eles me pegaram no hotel no dia da ida a El Chalten.
  17. Um particularidade em relação a estes lugares que vc quer ir é que a época de frio coincide com a época que chove menos (pelo menos Peru e Bolívia). O clima do Chile varia um pouco, dependendo do local. Por exemplo, Torres del Paine chove menos em fevereiro, que é a época que mais chove no Peru. Já estive no Peru 2 vezes, justamente na época de mais frio (junho e julho) e não achei tanto frio assim. Nada que uma boa blusa não resolva, a não ser que vc queira fazer trilhas pelas montanhas, pois aí vc poderá passar bastante frio. Em Cusco vc pode andar em mangas de camisa o dia todo, até as 17 horas. Aí com certeza vai precisar de uma blusa. De qualquer maneira, realmente depende muito dos locais que vc quer ir a questão do rio. Se quiser mais dicas, fala o tempo que vc tem disponível e que locais vc quer ir ou, pelo menos, que tipo de passeio vc quer fazer (trilhas curtas, turismos em cidades, praia...) e que tipo de viagem (mais conforto, mais barato, deslocamento interno de avião, ônibus, etc) Independente de tudo isso, setembro ou outubro é uma boa pedida na relação chuva/frio. Mais tarde que isso pode pegar excesso de chuva, dependendo do lugar que quiser ir.
  18. Ei @Ana Caroline Cunha. Muito legal seu relato. Comecei a ler hoje cedo e não parei até o fim. Fui à região em 2018 e, toda vez que vejo um relato novo, paro para ler e "viajar de novo". As lembranças vêm forte. A saudades que ficou da patagônia é muito grande. O único problema da patagônia é que vc fica mal acostumado. Depois de ir lá, dá vontade de voltar e voltar e voltar. Em novembro de 2018 fiz o W de Torres Del Paine e, se Deus permitir, quero fazer o O em 2021. Estou curioso para ler seu relato sobre a ida ao Fitz Roy e laguna de los 3. Na verdade, achei mais puxado que a base das torres, mas deve ser levado em consideração que eu tinha acabado de completar o W e o big ice, então já tinha um cansaço acumulado. Na verdade, estou consultando minhas anotações e fotos e preparando para escrever um relato também. Aguardo ansiosamente a continuação.
  19. Não falo que é mentira, mas não tem lógica. O local da foto clássica é bem na entrada. O local de saída é outro, totalmente fora do caminho, e bem distante. Segundo as regras, não tem como voltar por este caminho (segundo os guias que nos acompanharam). Também desconheço o fato de os guardinhas mandarem alguém sair, a não ser que seja a hora de fechar. Nunca vi ninguém pedir para ver o ingresso lá dentro para conferir a hora que vc entrou. A não ser que, como estava na hora de fechar, os guardinhas fizeram ela voltar pela rota de entrada porque ela estava muito no início do passeio. Ou talvez isso tenha acontecido antes de entrar em vigor as novas regras.
  20. Realmente sem problemas. Apenas preste atenção, se vc for passar por imigração na entrada dos países, preste atenção se seu passaporte foi devidamente carimbado, pois já vi casos de pessoas que passaram pela imigração e o fiscal esqueceu de carimbar o passaporte. Isso pode dar problemas se vc que sair de um país e não tem carimbo de entrada. Na Europa é exceção por causa do tratado de shengen (vc circula pelos países membros sem ter que carimbar o passaporte, que eu saiba, mas se vc sair da França para a Inglaterra, por exemplo, terá que passar pelo controle de migração na França e na Inglaterra, e ambo irão carimbar seu passaporte.
  21. Em relação ao sol: Machu Picchu não é um lugar muito quente e, a menos que vc vá subir umas das montanhas (acho que a tarde nem pode subir as montanhas mesmo) ou mesmo subir e descer as escadarias até MP a pé (ao invés de ir de ônibus, o que não recomendo a mensos que vc esteja em boa forma e bem aclimatado), o sol não atrapalha muito. Mas, em 2019, comecei a subir a montanha Machu Picchu às 09.45, e o caminho estava quase todo tomado por sombras. Apesar de não ser uma subida tão pesada quanto Huayna Picchu, é puxada também. Foi cansativo, e tivemos que fazer várias paradas para descansar. Sempre achava uma sombra para sentar. Em compensação, na volta o caminho estava tomado pelo sol. Se eu estivesse subindo neste momento, teria sido complicado. Mas andar por MP é tranquilo, e o sol não atrapalha, Mas o que o FlavioToc resumiu bem. Se vc chegar na fila às 5,30, já vai ter uns 100 metros de fila. O primeiro ônibus sobe ás 6 e o lugar ainda está meio vazio. O sol ainda não nasceu e, se der sorte, poderá ver ele nascendo e iluminando MP pouco a pouco. Eu dei sorte nas 2 vezes que fui, é muito legal. Mas, a menos que vc vá cedinho mesmo, já vai pegar mais cheio do que a tarde. Não sei se é pelo fato de eu ter ido em 2-17, nas regras antigas, e estava muito cheio mesmo, mas digo que hoje não é tão cheio assim. Dá para fazer o passeio tranquilamente sem ser atrapalhado pelas outras pessoas. Outro ponto para poder levar em consideração, é que de manhã tem mais chance de ter névoa. Não estou falando de clima aberto ou fechado, mas de nevoeiro, que às vezes encobre MP e demora algum tempo para se dissipar. Apenas para se ter uma ideia, eu subi no segundo ônibus, se não me engano. Pode ter sido no terceiro. O local estava assim.
  22. Com certeza seria legal relatar a experiência. Eu mesmo estou devendo alguns relatos, mas é que o tempo está escasso. Mas toda vez que a gente lê sobre a viagem de outro, a gente viaja de novo. Se quiser mais alguma informação, é só falar.
  23. Se vc considerar Lima como ponto central, Huaraz está a norte e Cusco a sul. É uma logística meio complicada.Como Huaraz não tem aeroporto, vc teria que voltar a Lima se for de avião. ônibus até Huaraz são 7 horas partindo de Lima, então... Deve-se levar em consideração também que Huaraz, assim como Cusco, fica a grande altitude. Eu acho que aclimatar em Cusco é mais fácil, pois são vários passeios de ônibus que vc pode fazer enquanto aclimata (vale sagrado, city tour, maras e moray, dentre outros). Porém Huaraz tem praticamente apenas trilhas. Tem que tomar cuidado com a aclimatação. Quando fui ao Peru em 2019, fui direto para Arequipa, de lá fiz o roteiro do colca canion, seguindo direito para Puno, onde visitei o titicaca e depois peguei o ônibus que faz a ruta del sol, que são 10 horas de viagem entre Puno e Cusco parando em diversos locais turísticos no caminho. Achei bem legal. Mas existem também várias pequenas cidades na região de Lima que vc pode fazer bate e volta (Huacachina, Paracas, Nazca, dentre outras), Eu preferiria ir a Huaraz mas, com a questão da altitude e do tempo de 10 dias, acho que escolheria outra opção.
  24. Eu fui duas vezes, em junho de 2017 e julho de 2019. Em 2017 fui no primeiro horário. Naquela época não tinha limite de tempo para ficar em MP, nem horário específico para entrar. Estava muito lotado. Agora em 2019 eu fiz a trilha inca curta, de 2d/1n (se vc gosta de trilha e tiver disponibilidade, recomendo demais). A gente vai de trem até o km 104 da ferrovia, então desce e começa a caminhar o que seria o último dia da trilha inca original. Neste percurso, a gente chega a MP à tarde, pelo portal do sol (muito show de bola), mas não entra. Desce até a cidadela e fica apenas admirando de longe. MP fica bem vazio após as 3 da tarde, o que é muito legal para fazer sua visita. Mas tem o problema de voltar para casa. Talvez vc tenha que ficar mais uma noite em Aguas Calientes. Continuando a trilha que fiz, vc desce até Aguas Calientes e passa a noite lá, subindo no dia seguinte para fazer a visita às 06.00. Devo te dizer que, com as novas limitações de horário, hoje em dia está bem mais vazio do que estava em 2017, porque hoje existe uma limitação em relação ao número máximo de pessoas que entram a cada horário. Em adição à entrada de MP, meu ingresso também dava direito à subida à montanha Machu Picchu (em 2017 subi a montanha Huayna Picchu). Então eu tinha direito à 1ª entrada com guia (teoricamente vc não pode entrar em MP sem guia, e deve seguir o guia a todo momento) e depois eu pude sair de MP e entrar novamente, sozinho (com minha esposa) para subir a montanha. O legal disso é que, apesar de o tempo oficial total que eu tinha para as 2 entradas serem de 6 horas, após descer da montanha vc pode passear por MP à vontade, no seu ritmo, indo aonde vc quiser, pois ninguém vai te mandar sair. Porém, se precisar de sair (ir ao banheiro, por exemplo), não pode mais voltar. Se gosta de trekking, recomendo muito subir a uma das montanhas. É muito legal. Gostei mais de huyana picchu, mas é mais puxado. Só uma observação em relação à visita. Hoje em dia vc segue um roteiro dentro de MP, sempre em frente. Vc não pode voltar para algum lugar após passar por ele, só se entrar novamente. Lá dentro está cheio de vigilantes, e agora também terá câmeras, depois da "defecada" que aconteceu uns meses atrás Acabou seu roteiro, vc chega no portão de saída e tem que deixar o parque. Então, se vc for à tarde, vc pega o parque mais vazio, mas talvez tenha que passar outra noite em Aguas Calientes. Se vc for cedo, pega mais cheio, mas se for no primeiro horário pode ver o nascer do sol lá dentro, o que é muito legal. Eu fui 2 vezes no primeiro horário e, se tivesse que escolher. iria de novo no primeiro horário.
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