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ffabioh

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  1. 11º dia - Salzburg O dia amanheceu bem fechado, com um pouco de chuva e um frio de rachar, num limite muito perto entre chuva e neve. Tomamos café no hotel e demos uma descansada antes de sair para os passeios. Como nossa intenção seria utilizar um dia da hospedagem em Salzburg para conhecer Berchtesgaden e Altstadt, consultamos as informações meteorológicas na internet e também conversamos com o staff do hotel que foi muito atencioso e ligou para os dois locais para perguntar sobre as condições. Como ambos lugares estavam com neblina, decidimos fazer o restante dos passeios em Salzburg e verificar a possibilidade de ir para as outras duas localidades no dia seguinte. Saímos do hotel já na metade da manhã e seguimos a pé até o centro histórico com uma leve chuva. Passamos direto por todo o centro e como ascendor até o castelo Hohensalzburg estava paralizado para manutenção, a opção era seguir subindo várias escadarias e depois por uma rampa bem inclinada até a entrada da Fortaleza. O caminho é puxado, mas a vista recompensa. A Fortaleza de Hohensalzburg é um dos maiores castelos medievais da Europa, fica sobre uma colina e fica guardando a cidade de Salzburg e as entradas próximas, com seus antigos canhões posicionados nas torres da entrada. Tem vários pátios internos e realmente o lugar é muito grande. Alguns quartos com decoração em porcelana e ouro chamam a atenção. Numa das alas do castelo onde é feito um audiotur, chega-se a torre externa bem no alto, onde tem uma vista de 360 graus de todas as montanhas. O frio lá no alto era de matar e apesar de encoberto a vista era muito bonita. Descemos a colina e seguimos até o restaurante Sternbräu, que fica também na parte histórica, e tem ótimas cervejas e excelentes pratos regionais. O local estava bem movimentado e ficamos um bom tempo lá conversando e apreciando as cervejas locais! Depois voltamos até a catedral de Salzburg, que tem estilo barroco e um interior muito rico em detalhes e grandioso. Saindo da catedral seguimos para visitação ao Residenz Salzburg. A residência que era utilizada pelos sacerdotes, foi sempre aumentada no decorrer dos anos e atualmente é um museu com ótimas peças, quadros e mobílias históricas. DoRresidenz é possível percorrer através de outros prédios, inclusive passar pela catedral, na parte alta onde ficam os tubos do órgão. Gostamos muito do passeio e recomendamos fazer em uma visita a cidade. Já final de tarde retornamos ao hotel. Pesquisamos e observamos que as condições para Berchtesgaden e Altstadt para o dia seguinte estavam péssimas. Pesquisamos o nosso próximo destino, em Cortina na Itália, do outro lado dos alpes, e para nossa felicidade o clima estava bem favorável! Resolvemos então pular uma diária de Salzburg e partir para Itália. Mesmo tendo já a reserva para a terceira noite no hotel e sem poder ter mais a opção para cancelar através do booking, explicamos a situação para a recepção do hotel, e eles foram gentilmente atenciosos à explicação e nos liberam da última reserva sem custos. No curto período que ficamos na Áustria, gostamos bastante da receptividade dos Austríacos, da culinária e também da arquitetura, e pretendemos voltar em breve!
  2. 11º dia - Salzburg O dia amanheceu bem fechado, com um pouco de chuva e um frio de rachar, num limite muito perto entre chuva e neve. Tomamos café no hotel e demos uma descansada antes de sair para os passeios. Como nossa intenção seria utilizar um dia da hospedagem em Salzburg para conhecer Berchtesgaden e Altstadt, consultamos as informações meteorológicas na internet e também conversamos com o staff do hotel que foi muito atencioso e ligou para os dois locais para perguntar sobre as condições. Como ambos lugares estavam com neblina, decidimos fazer o restante dos passeios em Salzburg e verificar a possibilidade de ir para as outras duas localidades no dia seguinte. Saímos do hotel já na metade da manhã e seguimos a pé até o centro histórico com uma leve chuva. Passamos direto por todo o centro e como ascendor até o castelo Hohensalzburg estava paralizado para manutenção, a opção era seguir subindo várias escadarias e depois por uma rampa bem inclinada até a entrada da Fortaleza. O caminho é puxado, mas a vista recompensa. A Fortaleza de Hohensalzburg é um dos maiores castelos medievais da Europa, fica sobre uma colina e fica guardando a cidade de Salzburg e as entradas próximas, com seus antigos canhões posicionados nas torres da entrada. Tem vários pátios internos e realmente o lugar é muito grande. Alguns quartos com decoração em porcelana e ouro chamam a atenção. Numa das alas do castelo onde é feito um audiotur, chega-se a torre externa bem no alto, onde tem uma vista de 360 graus de todas as montanhas. O frio lá no alto era de matar e apesar de encoberto a vista era muito bonita. Descemos a colina e seguimos até o restaurante Sternbräu, que fica também na parte histórica, e tem ótimas cervejas e excelentes pratos regionais. O local estava bem movimentado e ficamos um bom tempo lá conversando e apreciando as cervejas locais! Depois voltamos até a catedral de Salzburg, que tem estilo barroco e um interior muito rico em detalhes e grandioso. Saindo da catedral seguimos para visitação ao Residenz Salzburg. A residência que era utilizada pelos sacerdotes, foi sempre aumentada no decorrer dos anos e atualmente é um museu com ótimas peças, quadros e mobílias históricas. DoRresidenz é possível percorrer através de outros prédios, inclusive passar pela catedral, na parte alta onde ficam os tubos do órgão. Gostamos muito do passeio e recomendamos fazer em uma visita a cidade. Já final de tarde retornamos ao hotel. Pesquisamos e observamos que as condições para Berchtesgaden e Altstadt para o dia seguinte estavam péssimas. Pesquisamos o nosso próximo destino, em Cortina na Itália, do outro lado dos alpes, e para nossa felicidade o clima estava bem favorável! Resolvemos então pular uma diária de Salzburg e partir para Itália. Mesmo tendo já a reserva para a terceira noite no hotel e sem poder ter mais a opção para cancelar através do booking, explicamos a situação para a recepção do hotel, e eles foram gentilmente atenciosos à explicação e nos liberam da última reserva sem custos. No curto período que ficamos na Áustria, gostamos bastante da receptividade dos Austríacos, da culinária e também da arquitetura, e pretendemos voltar em breve!
  3. 10º dia Bamberg – Salzburg Acordamos bem cedo como de costume, e saímos de Bamberg com destino a Salzburg com tempo bom e bastante frio. O trajeto tem aproximadamente 380km, e seguimos primeiramente pela A9 até Munich e depois pela A8 sentido a divisa com a Áustria. Pegamos o trajeto todo sem trânsito e com poucos pontos de construção então deu para acelar bastante na Autobahn. Já mais no sul da Alemanha, com tempo fechado, foi possível observar novamente as montanhas nevadas. Chegando na divisa paramos em um posto para comprar o Vinnete, que é tipo um pedágio obrigatório quando transitar de carro na Áustria, é possível comprar o bilhete por diversos períodos. Nosso plano inicial seria ficar esta primeira tarde e o dia seguinte na cidade de Salzburg, e o terceiro dia iríamos conhecer Altstadt e Berchtesgaden. Chegamos em Salzburg bem próximo do almoço e o trajeto todo demorou 4 horas. Pegamos um trânsito pesado ao passar pelo centro da cidade e nos dirigimos até o Mozart hotel, que nos surpreendeu positivamente mais de uma vez. . Fizemos o check in, e ficamos muito felizes com o quarto disponibilizado. Um quarto na cobertura do hotel, muito grande e com excelente vista, inclusive das montanhas nevadas que cercam a cidade. Pegamos também a dica de um restaurante próximo que também é uma cervejaria. Logo após sair do hotel fomos primeiramente ao restaurante, onde gostamos bastante da comida e também da cerveja. O lugar fica na rua Rupertgasse e se chama Die Weisse, e valeu bastante a pena, além disso os preços estavam bem acessíveis! Após uns chops, seguimos a pé até o palácio Mirabell. O palácio que é feito em estilo barroco, e que foi residência dos sacerdotes e atualmente é usado como escritório da prefeitura, é uma bonita construção. O jardim anexo, com muitas estátuas e fonte, tem uma linda vista da Fortaleza de Hohensalzburg e gostamos bastante do local. De lá seguimos numa pequena caminhada, até a margem do rio Salzach, para atravessar a ponte de pedestres que é repleta de cadeados e seguir para o centro histórico, que é uma visita imperdível em Salzburg e é patrimônio da Unesco. Andamos por praticamente todas as ruazinhas do centro nos dois dias que visitamos. Os brasões de ferro na fachada das lojas e comércios, chamam bastante a atenção. As barracas para a feira natalina já estavam sendo montadas. Passamos também na frente da casa onde Mozart nasceu, e por lá muitos produtos são estampados com a cara do músico, que nasceu na cidade. Conhecemos umas lojinhas com decorações que eram bem legais, e lojas de chocolates e de outras marcas famosas se misturam por todo o centro histórico. Após uma tarde bem aproveitada, seguimos ao hotel para dar um descansada e depois saímos para jantar com um frio de rachar!!
  4. 9º dia - Bamberg Bamberg é um importante centro econômico e cultural na região da Franconia no estado da Baviera, e fica próximo da cidade de Nuremberg. Tem um lindíssimo centro antigo que é patrimônio cultural da unesco e tem como principais pontos de visitação a catedral e a antiga câmara municipal sobre o rio, além disso, caminhar por todas as ruazinhas também já é por si só um ótimo passeio. Bamberg também é mundialmente conhecida por causa de suas cervejas. Além das fábricas que produzem as melhores cervejas defumadas do mundo (rauchbiers), tem uma importante produtora de maltes especiais e que são utilizados por cervejarias do mundo todo. Fomos lá para conhecer o centro histórico e tomar as cervejas. O ibis com padrão normal, e que fica bem próximo da parte antiga da cidade, nos surpreendeu no café da manhã, com salmão defumado e champagne! Seguimos a pé sentido o centro histórico, e o dia tinha amanhecido com sol e com aquele friozinho forte e gostoso, que é perfeito para caminhar. Fomos diretamente para a ponte Obere, onde fica a Altes Rathaus. A prefeitura antiga tem na sua parede lateral uma belíssima pintura, e descendo para a rua de baixo, na outra ponte, é possível ver a famosa construção com características medievais sobre o rio. Também é possível observar outras construções avançadas e suspensas sobre o rio. Seguimos fazendo uma caminhada pela maioria das ruas do centro, e podemos observar gelo na maioria dos telhados e lugares com sombra. No centro há várias lojas de diversos produtos tipícos alemães e bastante coisa para decoração. Passamos pela gigantesca praça onde ficam localizada a Bamberg Dom e também a Neue Residenze e o Alte Hofhaltung. Depois seguimos pela lateral da catedral por um bonito caminho e mais a frente algumas escadarias. Fomos até a igreja St Jakob e mais no alto na Kirche St. Maria, onde tinha uma boa vista da cidade. Descemos por ruazinhas bem apertadas e gostamos muito de todo o local. Apesar de não estar no circuito da rota romântica e como fica relativamente perto de Wurzburg, recomendo este lugar para ser incluído em passeios pela região. Fomos então para a cervejaria Schlenkerla, umas das mais tradicionais da cidade, para almoçar. A cerveja que é defumada com lenha, tem um gosto e sabor característico e é muito marcante. O restaurante da cervejaria tem ótimos pratos, todos para acompanhar o sabor forte e defumados de suas cervejas. Comi um joelho de porco delicioso de tamanho impressionante com acompanhamento de batatas, e valor muito bom. A garçonete foi muito simpática e prestativa. Na frente do restaurante da cervejaria tem uma lojinhas de presentes e souvenires muito boa. É possível comprar cervejas também. De lá voltamos ao hotel para descansar e fazer uma siesta. Mais tarde caminhamos no lado mais moderno e encontramos uma confeitaria para tomar um café forte com doce para se preparar para uma pequena maratona por cervejarias. De lá seguimos até as cervejarias Spezial e Fassla, que ficam a uma caminhada pequena desde lá, e ficam uma de frente a outra. Nos dois locais são servidas também cervejas defumadas e de outros tipos, e as mesas são todas compartilhadas, sendo bem fácil conversar com outros clientes. Depois das visitas e já bem tontinhos das defumadas, retornamos até a cervejaria Hofbrau, para jantar e finalizar a noite. O frio mais tarde, para retornar até o hotel foi bem forte, o mais intenso até então na viagem. Bamberg nos surpreendeu!!
  5. 8º dia - Sedan - Abbaye d'Orval - Bamberg Neste dia aproveitamos para ficar mais tempo no hotel e descansar um pouco, e não sair tão cedo. Tomamos o café bem tranquilamente, e depois seguimos viagem. Pegamos a estrada e voltamos através da N58 Francesa até a divisa (10km), e seguimos então pela N83 na Bélgica. Passamos pelo centro de Florenville e seguimos até a abadia. O trajeto até abadia Orval, fica a pouco mais de 50km de Sedan, e vai por estradinhas do interior, passando por pequenos lugares e andando quase sempre por dentro de bosques e florestas, sempre com um rio por perto. Fomos até o local com o objetivo principal de comprar cervejas e também visitar a abadia. Gostamos muito do lugar que tem belos bosques ao lado e até uma parte restrita onde apenas os monges transitam. O local que é um monastério trapista, fica no interior da Bélgica na província de Luxemburgo. No local há ruínas da igreja que foi fundada no século XI com várias salas, e paredes de pedra bem altas com bonitos arcos. Os monges produzem cervejas neste local ha muitos anos, cervejas do tipo ale, com alto teor alcoólico e deliciosas. Hoje a produção tem instalações modernas mas mesmo assim são feitas sob supervisão dos monges trapistas. É possível visitar a fábrica uma vez por ano, com data específica e lista de espera grande. Após a agradável visita e que gostamos bastante e recomendamos, passamos na loja que tem lá para comprar várias cervejas, taças e queijos. Os preços das cervejas comparados aos do Brasil, são extremamente mais baratos. Almoçamos num lugar próximo e depois pegamos a estrada para percorrer 500 km, até a cidade alemã de Bamberg. Saímos pelo interior da Bélgica, seguindo a E25, e mais a frente a rodovia A6 e A1 em Luxemburgo, passamos ao lado da capital. Estradas boas com 2 ou 3 pistas e limite de velocidade de 130km/h na maioria dos trechos, faziam a viagem render. Entramos na Alemanha e passamos próximo a Schweich e seguimos em direção a Mainz e logo depois Frankfurt. Pegamos um grande congestionamento na Autobahn 3, no entorno de Frankfurt, muitas obras e desvios e percorremos cerca de 30km em 2 horas. Quando o transito após esta região começou a fluir deu para andar numa boa velocidade acompanhando a maioria dos carros. A viagem seguiu mais a frente com muita chuva, sem que os alemães perdessem a empolgação para andar rápido, e mais tarde, num ponto mais ao alto pegamos um pouco de neve. (O carro estava com pneu para neve, e é importante confirmar isto na locadora antes de sair nos períodos de outono/inverno) Chegamos em Bamberg, e já era umas 8 horas da noite. Lá o tempo estava bom, sem chuva, mas o frio tava pegando forte. Fomos até o hotel ibis Hallstatt Bamberg, fizemos o check in e deixamos o carro. Seguimos a pé para dar uma volta rápida na parte antiga da cidade, com muito frio, e logo retornamos a um restaurante com ótimas cervejas e pratos regionais. Deixamos para percorrer a cidade no dia seguinte.
  6. 7º dia - Reims - Bouillon - Sedan Acordamos cedo no hotel e após o café seguimos até um carrefour próximo, com o objetivo de comprar vários champagnes para tomar na viagem e levar para casa. Os vinhos borbulhantes com preços acessíveis a partir de 15 euros , e também champagnes mais renomados de todas as marcas, tamanhos e preços. Ficamos também de boca aberta com a quantidade de tipos de queijos e outros frios, e levamos tb!! (nunca se sabe quando a fome pode bater ) Depois seguimos até a cave Taittinger, que nos foi recomendado pela recepção do hotel. (no outono tem que verificar com antecedência os dias disponíveis para visitação, pois os dias são mais restritos do que no verão). A cave abria as 9hs e fomos os primeiros a visitar. Fizemos todo o passeio acompanhado apenas da guia, que foi muito gentil e nos explicou tudo com muito detalhe. A Taittinger que tinha toda a administração familiar até pouco tempo atrás, fica no meio da cidade de Reims, e a cave fica abaixo da edificação. Ela nos contou que antigamente encontrava-se neste local a Abadia de Saint-Nicaise, construída no século XIII e que esta foi construída sobre caves romanas do século IV. A rocha é calcária e permite esta escavação profunda, mantendo boas condições de umidade e temperatura. O passeio é bem legal e ela explica também todo o processo de produção, bem como os tipos de champagnes formados a partir das diversas blendagens. Lá na cave estão armazenados milhares de garrafas. Após a visitação é servido o champagne para degustação, conforme o pacote que foi escolhido. Optamos apenas por uma taça por pessoa, pois depois iríamos pegar a estrada (1 taça de champagne não ultrapassa o limite permitido por lei, conforme ela nos explicou). Saímos de lá e colocamos no gps, o nosso próximo destino para visitação, o Chateu de Bouillon que fica na Bélgica, perto da divisa com a França. A distância é curta (120 km) e é um caminho bem agradável, primeiramente indo pela A34 e depois seguindo por estradas menores. Já perto de Bouillon, passamos por uma floresta, que pareceu ser a estação da floresta do parque das ardennes. Chegamos em Bouillon, já um pouco depois do horário do almoço, e achamos um lugar no alto com uma bela vista da cidade e do castelo. O atendimento foi muito bom e tomei uma ótima cerveja belga. A comida era excelente e com bonita apresentação. Pratos na faixa de 15 a 20 euros, e gostamos muito do local (Hotel Restaurant Panorama). De lá seguimos passando pelo centro, atravessamos o rio Semois e subimos uma colina para chegar até o castelo. O castelo medieval fica sobre um afloramento rochoso e tem uma ponte em arco para acessá-lo. Tem uma conservação muito boa, não é tão grandioso mas é uma visita imperdível para quem estiver na região. Depois de visitar todas as dependências e apreciar a vista da cidade e da floresta ao fundo, fomos até a parte de fora, onde tem um escadaria e uma mini trilha para observar a ponte em arco e também a parte externa do castelo. Pegamos o carro e retornamos 16km até o lado Francês, na cidade de Sedan. Seguimos direto até o Chateau de Sedan, onde nos hospedamos no hotel que fica dentro da fortaleza. O Fort Sedan foi construído a partir do século XV, e é considerada a maior fortaleza da Europa. As muralhas realmente impressionam. Como chegamos já um pouco mais tarde, estava bem tranquilo para conhecer com poucos visitantes. Pegamos o mapa e fizemos o circuito indicado. O castelo tem alguns lugares internos com pouco iluminação e que nos pareceram bem macabros. A vista da cidade a partir de um ponto da muralha também é muito interessante. A fortaleza e suas várias construções internas são realmente bem grandes e achamos legal o passeio. Ainda demos uma volta ao redor de toda fortaleza e conhecemos também as ruas perto dele. O hotel que foi montando numa construção toda de pedra no interior da fortaleza, é uma excelente opção, principalmente por estar dentro de uma contrução/fortificação tão antiga, porém com todo o conforto de um hotel moderno. Outro ponto a destacar do hotel é seu restaurante, com reservas, e que serve os mais variados pratos, com excelente execução e atendimento Francês impecável. O café da manhã também é muito completo e gostoso e servido no mesmo espaço do restaurante.
  7. Olá Makiley, obrigado!! Eu utilizo uma Nikon L830, que troquei com pontos do cartão. Como não manjo de fotografia utilizo um filtro pronto, desses onlines, para dar uma "clareada" nas fotos. Está nos planos de 2017 do casal, fazer algum curso de fotografia. Abraços, Fábio
  8. 6º dia - Montreux - Reims Após o café no hotel, fizemos check out e pegamos estrada bem cedinho em sentido a Reims, na França. A distância de Montreux até Reims é de aproximadamente 525 km, e levou cerca de 6 horas para chegarmos ao destino. O pedágio neste trecho assustou um pouco, na França é calculado pela distância percorrida e pelo tamanho do veículo, e neste trecho nos custou 60 euros. Saímos na divisa um pouco acima do lago de Genebra, passando por Dijon e depois pela A5 com pistas rápidas de limite 130km/h que fazem a viagem render. Chegamos em Reims pouco depois das 14 hs e fomos até o hotel fazer check in e deixar o carro. Ficamos hospedados no ibis Style Reim Centre Cathedrale, por 80 euros a diária. Do hotel até a praça du Parvir é uma caminhada rápida e bem agradável. Na ida passamos ao lado do museu de belas artes. Reims fica na região de Champagne-ardennes , e é umas das cidades mais utilizadas como base para conhecer as famosas produtoras de champagne e suas caves. Fomo diretamente ao centro, onde conhecemos primeiramente a imponente Catedral de Notre-Dame de Reims, que foi construída a partir do século XIII e é uma das mais importantes igrejas no estilo gótico da frança. É lá que eram feitos as coroações dos reis franceses. Ao lado da catedral fica o Palácio de Tau, que é um palácio arcebispal e onde ficavam hospedados os reis na época da coroação. Ambos construções são patrimônios tombados pela Unesco. Após as visitações fomos até um restaurante ali próximo, o Au Bureau Reims Cathédrale, que fica na praça da catedral e tem uma decoração um pouco retro e é muito legal. Ótimos pratos e preços e principalmente excelentes cervejas como farm ales Francesas e belgas diversas (o champagne deixamos para noite ). Bem satisfeitos saímos do restaurante e curtimos o dia agradável na praça na frente da igreja. Depois seguimos pela rua que passa no fundo da catedral e seguimos sentido ao Porte de Mars. Na ida passamos por construções peculiares, antiquários legais e visitamos também a praça royale com uma bela estátua no centro. Mais a frente outra construção que se destaca bastante é ao prédio da prefeitura (hotel de Ville), aliás, muitas prefeituras que conhecemos na França tem belíssimos prédios. Chegamos ao Porte de Mars, que é um monumento romano do século III, e o último de quatro arcos monumentais que existiam na época. É também patrimônio da humanidade e infelizmente conseguimos vê-lo parcialmente, pois estavam sendo erguidos andaimes e tela para uma possível restauração. De lá seguimos pela praça que vai desde o porte de Mars e tem uma grande área verde (Les Hautes Promenades), e depois subimos uma rua muito bonita com um gramado no centro por onde passa o transporte elétrico de superfície e então retornamos para para região da catedral, e de lá voltamos ao hotel. A noite pegamos uma dica na recepção do Ibis e fomos até um restaurante próximo da praça central, para comer ótimos pratos e degustar o tão esperado champagne. Antes do restaurante passamos em uma das várias lojas especializadas em champagne, onde é possível comprar uma degustação com várias taças do mais variados champagnes. A cave que visitaríamos ficou para o dia seguinte.
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