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ffabioh

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    2020 - Volta ao mundo
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    http://www.mochileiros.com/europa-2016-de-carro-por-zurique-lauterbrunnen-montreux-reims-fort-sedan-bamberg-salzburg-e-cortina-d-ampezzo-t140199.html

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    http://www.mochileiros.com/viagem-usa-dez-2013-san-francisco-lake-tahoe-parques-nacionais-la-vegas-e-chicago-t90509.html

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  1. ffabioh

    Volta ao mundo com criança

    Olá, tudo bem? Os dias em cada local eu estimei fazendo uma pesquisa mais superficial por enquanto (somente a parte da América do Sul está bem desenvolvida). Vou aprofundar mais as pesquisas e vou levar em consideração os dias a mais na Tailândia. Nossa ideia para lá seria conhecer Bangkok, os templos do norte, e principalmente as praias. Do que eu pesquisei de passagens (para ter uma idéia dos custos totais) a opção de múltiplos destinos fica melhor do que comprar só os trechos separados. Mas ainda vou simular diversas opções para ver o que fica mais adequado. Obrigado!!
  2. ffabioh

    Volta ao mundo com criança

    Fala victorprado, tudo bem? Cara, estava conversando com meu cunhado neste final de semana, ele fez uma trip por lá, e me indicou isto mesmo que você tá falando! Então vamos disponibilizar um tempo maior para NZ. Abraços
  3. ffabioh

    Volta ao mundo com criança

    Fala galera mochileira, tudo bem? Abri este tópico para compartilhar o nosso planejamento, e tirar dúvidas da nossa viagem ao redor do mundo. Nossa pretensão é sair em 2020 e ficar em torno de 400 dias viajando, sendo que faremos algumas pequenas paradas com retorno ao Brasil, pois para viabilizar este sonho concluímos que só seria possível desta maneira por enquanto. Pretendemos fazer uma trip sempre procurando lugares com natureza exuberante e também aproveitando para aprender a cultura dos lugares, gastronomia e buscando um pouco de aventura, mas sempre de forma segura e confortável. Viajaremos eu e minha esposa, e com nossa filha que terá 3 anos na época que partiremos. Dividimos iniciamente a viagem nas seguintes partes: 1ª parte: de carro pela América do Sul durante 70 dias. Já temos este primeiro roteiro muito bem definido e compartilharemos em breve para os comentários. Nossa idéia é partir em meados de outubro e depois de “subir” até o Peru, desceremos até o fim do mundo para então retornar para casa pela costa do atlântico, e então aproveitar o final de ano com os familiares no Brasil. 2ª parte: Logo no início de janeiro, na primeira semana, começaremos a segunda parte da viagem, indo para Africa do Sul na qual estimamos 2 semanas para o local. De lá iremos aos Emirados Arabes para passar 10 dias e seguindo viagem reservamos 20 dias para a Tailândia e 10 dias para o Vietnã (para relaxar nos Resorts). Seguiremos a Trip, ficando 20 e poucos dias viajando de motor home pela Nova Zelândia e depois mais 3 semanas no Japão. Após este trecho retornamos ao Brasil por uma semana. 3ª parte: Começando na metade de abril em diante, queremos ficar 4 meses e pouco na Europa e arredores e retornar ao Brasil em meados de setembro. Pretendemos conhecer ao máximo as cidades próximas dos alpes, e também lugares com litoral bonito, fiordes e ilhas, e de vez em quando alguma capital. 4ªparte: No final de setembro pretendemos partir em uma trip de 30 dias no Canadá e depois 30 dias nos Estados Unidos. Seguindo ao sul, 2 semanas nas praias da América Central e então retornamos perto das festas de final de ano para comemorar com a família!! Nada é definitivo e podemos mudar muita coisa. Bjos e Abraços, Fábio e Má!!
  4. Continuando: 12 dia Tomamos café no hotel assim que foi aberto o restaurante, fizemos check out e partimos. O frio logo cedo estava intenso e pegamos até uma pequena neve caindo. Seguimos em direção a Cortina d Ampezzo antecipando em um dia o destino, por previsoes mais favoráveis. Berchtesgaden e Hallstatt ficaram para uma próxima visita. Pesquisamos o trajeto, e a ida por Innsbruck apesar de ser mais longe, era a que apresentava o menor tempo de viagem. Então retornamos um pouco pela Alemanha e seguimos pela E45 em direção a Innsbruck. A estrada que segue da Alemanha até a Áustria é excelente e da para fazer um média muito boa com movimento não tão intenso. O caminho segue por um vale cercado de montanhas e já mais próximo a Innsbruck o visual de toda a região é muito bonito com bastante neve nos picos ao redor. Seguimos caminho pela A13 sentido a divisa com a Itália. A estrada sobe bastante e já na divisa a neve toma conta de toda a paisagem, a pista estava limpa, porém ao lado já acumulavam bastante centímetros de neve. O caminho realmente é muito bonito e depois que seguimos pelo lado Italiano por estradas agora secundárias o tempo havia mudado e estava aberto com um enorme e belo céu azul, sem nuvens! Assim que fomos nos aproximando do destino o caminho seguindo pela ss49 já era possível ver os enormes picos de longe, uma cadeia de montanhas altas que impressionavam, as famosas dolomitas. Com caminho todo branco novamente, seguimos então pela ss51. Esta estrada é espetacular passando por um vale muito deslumbrante, com várias pontos para ver montanhas e lagos belíssimos. Paramos no lago de Dobbiaco que estava parcialmente congelado e a vista de lá era muito bonita, ao lado do lago o hotel Baur, parecia ser cenário de um filme de natal. Um pouco para frente do outro lado da estrada, é possível ter uma vista muito legal do tre cime, que é um impressionante maciço, tombado pela Unesco e que tivemos a oportunidade de visitar nos dias seguintes. Deste mirante do tre cime, observamos num mapa e vimos que havia um caminho que ia sentido há umas vistas melhores para as montanhas e resolvemos seguir de carro pois vimos marcas de pneus recentes pelo caminho. Seguimos por uma estradinha bem estreita, com largura para praticamente um carro, e conforme fomos subindo, vimos que talvez poderíamos ficar atolados na neve, e assim que abriu uma clareira um pouco maior, desci do carro para assegurar que conseguiríamos fazer a volta, fizemos e retornamos aliviados para a estrada. Um pouco mais a frente a estrada se divide e é possível chegar a Cortina passando por dois lugares belíssimos. O caminho que segue pela ss51 deixamos para fazer na volta. Seguimos então por Misurina e paramos no local para tirar algumas fotos e ficamos encantados com o local, logo chegando no lago a vista dele e da Opera Diocesana San Bernardo com as montanhas ao fundo é um lugar espetacular. Mais a frente paramos para visualizar o monte cristalo. Em novembro quase todos os ascensores estão desativados, mas é possível fazer as trilhas começando a partir das estradas dos lugares próximos. Mais a frente após descer um forte aclive chegamos ao nosso destino e ficamos apaixonados pelo local. Cortina é uma cidadezinha com populacao de cerca de 6.000 habitantes e que fica num lugar espetacular rodeado por montanhas. Seguimos direto até o nossas acomodações o hotel panda, próximo das 13hs. Cortina tem preços caros no inverno e verão, porém no outono são bem acessíveis. O atendimento logo que chegamos e as explicações sobre trilhas , passeios e meteorologia, nos deixaram super felizes com o local que escolhemos, e a atendente foi realmente sensacional. Deixamos nossas coisas e almoçamos no restaurante que fica ao lado do hotel. Pratos muito bons e preços ótimos como macarrão ou pizza, por 7 euros. Depois de estar devidamente alimentados, demos uma volta pela cidade na parte mais alta onde tem um caminho que percorre todo o local, conseguimos ver o impressionante lugar onde cortina se localiza! Voltamos ao hotel e reforçamos nossa roupa para frio, colocamos botas impermeáveis e pegamos a mochila e de carro fomos pela estrada ss51 um lugar onde tem as ruínas do Castello Sant'Uberto. De lá partem algumas trilhas para observar a natureza e principalmente as montanhas. Seguimos por uma delas com uma descida forte onde fomos seguindo um rio com águas cinzas, características de correntezas de montanha. O caminho passa por um bosque bonito com muitos desfiladeiros e algumas cachoeiras. Conhecemos um pouco do lugar e pegamos neve em alguns pontos que afundavam 20cm. Depois retornamos a cidade. Chegando em cortina, já bem cansados pelo dia longo, passamos no mercado e compramos alguns produtos para comer mais tarde e seguimos até um lugar bem no alto de cortina para curtir o final de tarde com seu céu alaranjado, que lugar top!! Depois retornamos ao hotel com frio já bem intenso e escurecendo (-3). As cervejas e vinho gelavam rapidamente na sacada do quarto. O céu estrelado e iluminado com a lua, deixavam as silhuetas das montanhas a vista a partir da janela do hotel!!
  5. 11º dia - Salzburg O dia amanheceu bem fechado, com um pouco de chuva e um frio de rachar, num limite muito perto entre chuva e neve. Tomamos café no hotel e demos uma descansada antes de sair para os passeios. Como nossa intenção seria utilizar um dia da hospedagem em Salzburg para conhecer Berchtesgaden e Altstadt, consultamos as informações meteorológicas na internet e também conversamos com o staff do hotel que foi muito atencioso e ligou para os dois locais para perguntar sobre as condições. Como ambos lugares estavam com neblina, decidimos fazer o restante dos passeios em Salzburg e verificar a possibilidade de ir para as outras duas localidades no dia seguinte. Saímos do hotel já na metade da manhã e seguimos a pé até o centro histórico com uma leve chuva. Passamos direto por todo o centro e como ascendor até o castelo Hohensalzburg estava paralizado para manutenção, a opção era seguir subindo várias escadarias e depois por uma rampa bem inclinada até a entrada da Fortaleza. O caminho é puxado, mas a vista recompensa. A Fortaleza de Hohensalzburg é um dos maiores castelos medievais da Europa, fica sobre uma colina e fica guardando a cidade de Salzburg e as entradas próximas, com seus antigos canhões posicionados nas torres da entrada. Tem vários pátios internos e realmente o lugar é muito grande. Alguns quartos com decoração em porcelana e ouro chamam a atenção. Numa das alas do castelo onde é feito um audiotur, chega-se a torre externa bem no alto, onde tem uma vista de 360 graus de todas as montanhas. O frio lá no alto era de matar e apesar de encoberto a vista era muito bonita. Descemos a colina e seguimos até o restaurante Sternbräu, que fica também na parte histórica, e tem ótimas cervejas e excelentes pratos regionais. O local estava bem movimentado e ficamos um bom tempo lá conversando e apreciando as cervejas locais! Depois voltamos até a catedral de Salzburg, que tem estilo barroco e um interior muito rico em detalhes e grandioso. Saindo da catedral seguimos para visitação ao Residenz Salzburg. A residência que era utilizada pelos sacerdotes, foi sempre aumentada no decorrer dos anos e atualmente é um museu com ótimas peças, quadros e mobílias históricas. DoRresidenz é possível percorrer através de outros prédios, inclusive passar pela catedral, na parte alta onde ficam os tubos do órgão. Gostamos muito do passeio e recomendamos fazer em uma visita a cidade. Já final de tarde retornamos ao hotel. Pesquisamos e observamos que as condições para Berchtesgaden e Altstadt para o dia seguinte estavam péssimas. Pesquisamos o nosso próximo destino, em Cortina na Itália, do outro lado dos alpes, e para nossa felicidade o clima estava bem favorável! Resolvemos então pular uma diária de Salzburg e partir para Itália. Mesmo tendo já a reserva para a terceira noite no hotel e sem poder ter mais a opção para cancelar através do booking, explicamos a situação para a recepção do hotel, e eles foram gentilmente atenciosos à explicação e nos liberam da última reserva sem custos. No curto período que ficamos na Áustria, gostamos bastante da receptividade dos Austríacos, da culinária e também da arquitetura, e pretendemos voltar em breve!
  6. 11º dia - Salzburg O dia amanheceu bem fechado, com um pouco de chuva e um frio de rachar, num limite muito perto entre chuva e neve. Tomamos café no hotel e demos uma descansada antes de sair para os passeios. Como nossa intenção seria utilizar um dia da hospedagem em Salzburg para conhecer Berchtesgaden e Altstadt, consultamos as informações meteorológicas na internet e também conversamos com o staff do hotel que foi muito atencioso e ligou para os dois locais para perguntar sobre as condições. Como ambos lugares estavam com neblina, decidimos fazer o restante dos passeios em Salzburg e verificar a possibilidade de ir para as outras duas localidades no dia seguinte. Saímos do hotel já na metade da manhã e seguimos a pé até o centro histórico com uma leve chuva. Passamos direto por todo o centro e como ascendor até o castelo Hohensalzburg estava paralizado para manutenção, a opção era seguir subindo várias escadarias e depois por uma rampa bem inclinada até a entrada da Fortaleza. O caminho é puxado, mas a vista recompensa. A Fortaleza de Hohensalzburg é um dos maiores castelos medievais da Europa, fica sobre uma colina e fica guardando a cidade de Salzburg e as entradas próximas, com seus antigos canhões posicionados nas torres da entrada. Tem vários pátios internos e realmente o lugar é muito grande. Alguns quartos com decoração em porcelana e ouro chamam a atenção. Numa das alas do castelo onde é feito um audiotur, chega-se a torre externa bem no alto, onde tem uma vista de 360 graus de todas as montanhas. O frio lá no alto era de matar e apesar de encoberto a vista era muito bonita. Descemos a colina e seguimos até o restaurante Sternbräu, que fica também na parte histórica, e tem ótimas cervejas e excelentes pratos regionais. O local estava bem movimentado e ficamos um bom tempo lá conversando e apreciando as cervejas locais! Depois voltamos até a catedral de Salzburg, que tem estilo barroco e um interior muito rico em detalhes e grandioso. Saindo da catedral seguimos para visitação ao Residenz Salzburg. A residência que era utilizada pelos sacerdotes, foi sempre aumentada no decorrer dos anos e atualmente é um museu com ótimas peças, quadros e mobílias históricas. DoRresidenz é possível percorrer através de outros prédios, inclusive passar pela catedral, na parte alta onde ficam os tubos do órgão. Gostamos muito do passeio e recomendamos fazer em uma visita a cidade. Já final de tarde retornamos ao hotel. Pesquisamos e observamos que as condições para Berchtesgaden e Altstadt para o dia seguinte estavam péssimas. Pesquisamos o nosso próximo destino, em Cortina na Itália, do outro lado dos alpes, e para nossa felicidade o clima estava bem favorável! Resolvemos então pular uma diária de Salzburg e partir para Itália. Mesmo tendo já a reserva para a terceira noite no hotel e sem poder ter mais a opção para cancelar através do booking, explicamos a situação para a recepção do hotel, e eles foram gentilmente atenciosos à explicação e nos liberam da última reserva sem custos. No curto período que ficamos na Áustria, gostamos bastante da receptividade dos Austríacos, da culinária e também da arquitetura, e pretendemos voltar em breve!
  7. 10º dia Bamberg – Salzburg Acordamos bem cedo como de costume, e saímos de Bamberg com destino a Salzburg com tempo bom e bastante frio. O trajeto tem aproximadamente 380km, e seguimos primeiramente pela A9 até Munich e depois pela A8 sentido a divisa com a Áustria. Pegamos o trajeto todo sem trânsito e com poucos pontos de construção então deu para acelar bastante na Autobahn. Já mais no sul da Alemanha, com tempo fechado, foi possível observar novamente as montanhas nevadas. Chegando na divisa paramos em um posto para comprar o Vinnete, que é tipo um pedágio obrigatório quando transitar de carro na Áustria, é possível comprar o bilhete por diversos períodos. Nosso plano inicial seria ficar esta primeira tarde e o dia seguinte na cidade de Salzburg, e o terceiro dia iríamos conhecer Altstadt e Berchtesgaden. Chegamos em Salzburg bem próximo do almoço e o trajeto todo demorou 4 horas. Pegamos um trânsito pesado ao passar pelo centro da cidade e nos dirigimos até o Mozart hotel, que nos surpreendeu positivamente mais de uma vez. . Fizemos o check in, e ficamos muito felizes com o quarto disponibilizado. Um quarto na cobertura do hotel, muito grande e com excelente vista, inclusive das montanhas nevadas que cercam a cidade. Pegamos também a dica de um restaurante próximo que também é uma cervejaria. Logo após sair do hotel fomos primeiramente ao restaurante, onde gostamos bastante da comida e também da cerveja. O lugar fica na rua Rupertgasse e se chama Die Weisse, e valeu bastante a pena, além disso os preços estavam bem acessíveis! Após uns chops, seguimos a pé até o palácio Mirabell. O palácio que é feito em estilo barroco, e que foi residência dos sacerdotes e atualmente é usado como escritório da prefeitura, é uma bonita construção. O jardim anexo, com muitas estátuas e fonte, tem uma linda vista da Fortaleza de Hohensalzburg e gostamos bastante do local. De lá seguimos numa pequena caminhada, até a margem do rio Salzach, para atravessar a ponte de pedestres que é repleta de cadeados e seguir para o centro histórico, que é uma visita imperdível em Salzburg e é patrimônio da Unesco. Andamos por praticamente todas as ruazinhas do centro nos dois dias que visitamos. Os brasões de ferro na fachada das lojas e comércios, chamam bastante a atenção. As barracas para a feira natalina já estavam sendo montadas. Passamos também na frente da casa onde Mozart nasceu, e por lá muitos produtos são estampados com a cara do músico, que nasceu na cidade. Conhecemos umas lojinhas com decorações que eram bem legais, e lojas de chocolates e de outras marcas famosas se misturam por todo o centro histórico. Após uma tarde bem aproveitada, seguimos ao hotel para dar um descansada e depois saímos para jantar com um frio de rachar!!
  8. 9º dia - Bamberg Bamberg é um importante centro econômico e cultural na região da Franconia no estado da Baviera, e fica próximo da cidade de Nuremberg. Tem um lindíssimo centro antigo que é patrimônio cultural da unesco e tem como principais pontos de visitação a catedral e a antiga câmara municipal sobre o rio, além disso, caminhar por todas as ruazinhas também já é por si só um ótimo passeio. Bamberg também é mundialmente conhecida por causa de suas cervejas. Além das fábricas que produzem as melhores cervejas defumadas do mundo (rauchbiers), tem uma importante produtora de maltes especiais e que são utilizados por cervejarias do mundo todo. Fomos lá para conhecer o centro histórico e tomar as cervejas. O ibis com padrão normal, e que fica bem próximo da parte antiga da cidade, nos surpreendeu no café da manhã, com salmão defumado e champagne! Seguimos a pé sentido o centro histórico, e o dia tinha amanhecido com sol e com aquele friozinho forte e gostoso, que é perfeito para caminhar. Fomos diretamente para a ponte Obere, onde fica a Altes Rathaus. A prefeitura antiga tem na sua parede lateral uma belíssima pintura, e descendo para a rua de baixo, na outra ponte, é possível ver a famosa construção com características medievais sobre o rio. Também é possível observar outras construções avançadas e suspensas sobre o rio. Seguimos fazendo uma caminhada pela maioria das ruas do centro, e podemos observar gelo na maioria dos telhados e lugares com sombra. No centro há várias lojas de diversos produtos tipícos alemães e bastante coisa para decoração. Passamos pela gigantesca praça onde ficam localizada a Bamberg Dom e também a Neue Residenze e o Alte Hofhaltung. Depois seguimos pela lateral da catedral por um bonito caminho e mais a frente algumas escadarias. Fomos até a igreja St Jakob e mais no alto na Kirche St. Maria, onde tinha uma boa vista da cidade. Descemos por ruazinhas bem apertadas e gostamos muito de todo o local. Apesar de não estar no circuito da rota romântica e como fica relativamente perto de Wurzburg, recomendo este lugar para ser incluído em passeios pela região. Fomos então para a cervejaria Schlenkerla, umas das mais tradicionais da cidade, para almoçar. A cerveja que é defumada com lenha, tem um gosto e sabor característico e é muito marcante. O restaurante da cervejaria tem ótimos pratos, todos para acompanhar o sabor forte e defumados de suas cervejas. Comi um joelho de porco delicioso de tamanho impressionante com acompanhamento de batatas, e valor muito bom. A garçonete foi muito simpática e prestativa. Na frente do restaurante da cervejaria tem uma lojinhas de presentes e souvenires muito boa. É possível comprar cervejas também. De lá voltamos ao hotel para descansar e fazer uma siesta. Mais tarde caminhamos no lado mais moderno e encontramos uma confeitaria para tomar um café forte com doce para se preparar para uma pequena maratona por cervejarias. De lá seguimos até as cervejarias Spezial e Fassla, que ficam a uma caminhada pequena desde lá, e ficam uma de frente a outra. Nos dois locais são servidas também cervejas defumadas e de outros tipos, e as mesas são todas compartilhadas, sendo bem fácil conversar com outros clientes. Depois das visitas e já bem tontinhos das defumadas, retornamos até a cervejaria Hofbrau, para jantar e finalizar a noite. O frio mais tarde, para retornar até o hotel foi bem forte, o mais intenso até então na viagem. Bamberg nos surpreendeu!!
  9. 8º dia - Sedan - Abbaye d'Orval - Bamberg Neste dia aproveitamos para ficar mais tempo no hotel e descansar um pouco, e não sair tão cedo. Tomamos o café bem tranquilamente, e depois seguimos viagem. Pegamos a estrada e voltamos através da N58 Francesa até a divisa (10km), e seguimos então pela N83 na Bélgica. Passamos pelo centro de Florenville e seguimos até a abadia. O trajeto até abadia Orval, fica a pouco mais de 50km de Sedan, e vai por estradinhas do interior, passando por pequenos lugares e andando quase sempre por dentro de bosques e florestas, sempre com um rio por perto. Fomos até o local com o objetivo principal de comprar cervejas e também visitar a abadia. Gostamos muito do lugar que tem belos bosques ao lado e até uma parte restrita onde apenas os monges transitam. O local que é um monastério trapista, fica no interior da Bélgica na província de Luxemburgo. No local há ruínas da igreja que foi fundada no século XI com várias salas, e paredes de pedra bem altas com bonitos arcos. Os monges produzem cervejas neste local ha muitos anos, cervejas do tipo ale, com alto teor alcoólico e deliciosas. Hoje a produção tem instalações modernas mas mesmo assim são feitas sob supervisão dos monges trapistas. É possível visitar a fábrica uma vez por ano, com data específica e lista de espera grande. Após a agradável visita e que gostamos bastante e recomendamos, passamos na loja que tem lá para comprar várias cervejas, taças e queijos. Os preços das cervejas comparados aos do Brasil, são extremamente mais baratos. Almoçamos num lugar próximo e depois pegamos a estrada para percorrer 500 km, até a cidade alemã de Bamberg. Saímos pelo interior da Bélgica, seguindo a E25, e mais a frente a rodovia A6 e A1 em Luxemburgo, passamos ao lado da capital. Estradas boas com 2 ou 3 pistas e limite de velocidade de 130km/h na maioria dos trechos, faziam a viagem render. Entramos na Alemanha e passamos próximo a Schweich e seguimos em direção a Mainz e logo depois Frankfurt. Pegamos um grande congestionamento na Autobahn 3, no entorno de Frankfurt, muitas obras e desvios e percorremos cerca de 30km em 2 horas. Quando o transito após esta região começou a fluir deu para andar numa boa velocidade acompanhando a maioria dos carros. A viagem seguiu mais a frente com muita chuva, sem que os alemães perdessem a empolgação para andar rápido, e mais tarde, num ponto mais ao alto pegamos um pouco de neve. (O carro estava com pneu para neve, e é importante confirmar isto na locadora antes de sair nos períodos de outono/inverno) Chegamos em Bamberg, e já era umas 8 horas da noite. Lá o tempo estava bom, sem chuva, mas o frio tava pegando forte. Fomos até o hotel ibis Hallstatt Bamberg, fizemos o check in e deixamos o carro. Seguimos a pé para dar uma volta rápida na parte antiga da cidade, com muito frio, e logo retornamos a um restaurante com ótimas cervejas e pratos regionais. Deixamos para percorrer a cidade no dia seguinte.
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