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Pipino Magajna

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Tudo que Pipino Magajna postou

  1. se vcs aceitarem mais um paranaense, no próximo eu tou dentro! muito legal o relato! ATÉ!
  2. Saudações adila! Olha, eu concordo com a samanthavas no que diz respeito a que são muitas localidades para pouco tempo mas vou tentar te ajudar. Existem excursões que partem do Brasil com as quais você pode cumprir, em 8 dias, boa parte de seus dentinos. Sei que aqui não é o local mais adequado para propagandas porém procure no site da FLOT operadora turística que você irá encontrar. A vantagem dessas excursões e, sem dúvida, a agilidade em locomoção, a oportunidade de aprender mais sobre os locais e os hotéis já marcados e, é claro, com os transfers. Com certeza fica mais em conta do que fazer tudo por conta própria. O roteiro tradicional de 8 dias inclui Milão, Verona, Pádua, Veneza (com Murano), Assis, Florença, Siena, Pisa e Roma. Com isso você não perde tempo e vê bastante coisa. Além disso, você pode pegar a excursão já estando em Milão ou Roma, ou seja vendo algo antes (ou depois). Quanto a seus outros destinos, de Milão a Turim são menos de 2 horas de trem com saídas quase de meia em meia hora. Bem tranqüilo. De Milão a San Remo é mais complicado, a viagem leva freqüentemente em torno de 4 horas com baldeações. Sugiro ir por Genova. É mais longe mas costuma ser mais fácil. Penso que você deva fazer o percurso em 2 dias. Sem contar que perto de San Remo está Monaco. Quem sabe... Depois tem Bologna que está a 2 horas de trem de Milão. É bem tranqüilo ir lá. San Marino é um dos lugares da "Itália" que não conheço e sempre quis conhecer. Já havia pesquisado como chegar até a república mais antiga do mundo. Para chegar lá é bem fácil a partir de Bologna. Tem que pegar o trem para Rimini (1 hora, mais ou menos) e, da estação de Rimini parte um ônibus urbano (número 17) que leva você até San Marino. Rimini dista 25 kms de San Marino. Faltaram San Gimignano e Perugia. Para a primeira, você pode ficar, como já foi dito, em Florença e de Florença até lá é perto. Perugia é um pouco mais fora de mão mas de Roma se chega a Perugia em uma hora e meia. Quanto às passagens de trem, nas estações você encontra as "máquinas" que fazem tais passagens. Você pode pagar com cartão de crédito e existe a opção de língua portuguesa nas máquinas. Não se esqueça de, antes de entrar em cada trem, colocar na maquininha de "convalidare" que fica perto do "binario" (plataforma) em que você irá pegar o trem. NOrmalmente essas maquininhas são amarelas e sempre tem gente "convalidando" por perto. Basta colocar o tíquete lá dentro. Se você não fizer isso, depois dentro do trem (e isso serve para o ônibus urbano também) vai ter que se ver com o "controllore" (fiscal). Estamos à disposição! Boa viagem!
  3. Augusto, muito interessante e rico o seu relato. Eu gostaria de fazer a trilha a partir do Bairro Alto. Tenho, pois, algumas perguntas: 1) A estrada de Antonina até Bairro Alto é asfaltada? 2) Bairro Alto parece ser suficientemente tranqüilo para deixar o carro? 3) Na sua opinião, quanto tempo se deve levar para fazer o percurso Bairro Alto - Janela da Cotia? 4) No trecho Bairro Alto - Janela da Cotia predominam os aclives ou declives? 5) É possível chegar à Janela da Cotia sem guia? Isto é, apenas seguindo a trilha principal? Agradeço
  4. Ogum, fico triste por não ter lido o seu relato antes pois é realmente muito interessante. Colegas mochileiros, quando me formei na faculdade, em 2005, fui com 1 colombiano, 1 mexicano e mais 4 curitibanos ao PP. Eles resolveram acampar lá em cima no cume. Era essa a programação. Eu, como nunca havia feito nada desse tipo, passei um medo terrível diante de todos os percalços da caminhada. Chegando lá no cume, uma ventania que nunca vi igual. É óbvio que não preguei os olhos mesmo porque chovia mais dentro da minha barraca do que fora. Eu tinha certeza de que seria precipitado abismo abaixo. Quem sabe um dia eu volte lá ... mas para o esquema bate-e-volta e num dia sem ventos. É mais seguro. Gostei da sua descrição, sobretudo dos locais, pois consegui reviver esses momentos de tensão e hoje relembro de tudo o que passei com um saudosismo que me faz sentir bem. Como diria Roberto Carlos (não sou fã dele mas a frase é espetacular): "Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi."
  5. Gustavo, vou-lhe ser sincero: não posso te ajudar em nada mas quero ficar de olho nas dicas e, especialmente, no seu relato de viagem quando retornar.
  6. Olha, Gabriela, tenho tantas sugestões para viagem na Itália que você nem imagina mas vou começar com três apenas. Se você vai a Milão, aconselho também a ir a Varese, a "Città Verde". Além dos lagos que circundam a cidade, a subida a pé ao Sacro Monte é algo ESPETACULAR e repleto de cultura e belíssimas paisagens, sobretudo a vista dos lagos. Para chegar a Varese a partir de Milão, você deve ir até a estação de metrô Cadorna e tomar o trem regional a partir de lá. O bilhete custa, se não me engano, 3,50 euros. A duração da viagem é de 50 minutos pois o trem faz umas 10 paradas. Em Varese você pode tomar o ônibus urbano para chegar ao Sacro Monte. Vale a pena! Além disso, como vocês querem conhecer o norte da Itália, aconselho vocês a irem a Veneza. A partir de Milão, vocês tomam o trem na estação Centrale comprando o bilhete até Venezia Santa Lucia (existe também a estação Venezia Mestre, que fica no continente). Aí, descobrir Veneza é com vocês. Aconselho a comprar primeira classe (não Eurostar necessariamente) porque o conforto compensa os 10 euros a mais. Outro destino interessantíssimo no Norte da Itália é Trieste. Na fronteira com a Eslovênia, Trieste foi, por mais de quinhentos anos, parte do império austríaco. Há muito, mas muito mesmo o que se ver em Trieste. Destacam-se o porto, o castelo de Miramar, a Sinagoga, etc, etc, etc. Para chegar a Trieste a partir de Milão são aproximadamente 45 euros com baldeação na estação de Venezia Mestre ou diretamente de Venezia Mestre. É uma viagem que, na minha opinião, vale muito a pena pois Trieste é uma cidade MARAVILHOSA. Além disso, vocês podem dar um "pulinho" em mais outro país que é a Eslovênia. Se quiserem mais dicas e opiniões sobre a Itália, nós estamos à disposição! Boa viagem!
  7. Eu gostei bastante do roteiro de vocês, creio que vocês irão ver bastantes coisas mas gostaria de fazer algumas sugestões. Eu engrosso o coro de quem aconselha a ir pela TAP. Acaba ficando mais econômico. A segunda coisa é sugerir a vocês que, se vocês começam a viagem em Frankfurt e vão para Veneza (Mestre), seria interessante vocês pegarem um trem de Frankfurt para Munique, ficar um dia em Munique (o que é sensacional) e de Munique para Veneza (que também tem trem direto de uma para a outra) Se vocês querem mesmo ir a Pisa seria interessante passar somente algumas horas em Pisa (2 horas é mais que suficiente) e o resto em Siena, porque em Siena há bastante coisa para ver e são cidades bem próximas. Além disso, creio que, para uma só viagem, 5 dias em Londres é muito, bem como 4 dias em Paris. Na minha opinião, é bem possível cortar um dia de cada e adicionar algum outro destino que seja nas proximidades como por exemplo ir a mais alguma cidade da Suíça (Genebra por exemplo) ou incluir Nápoles no roteiro, ficando em Roma mas saindo para lá de manhã com retorno à noite ou mesmo indo para Milão depois de Veneza. Fica aí minhas sugestões! Espero que vocês escolham o que lhes for melhor! Um abraço
  8. bia, o Camzzi deu dicas preciosas. Respondendo à sua pergunta sobre Punta del Leste, eu acredito que valha, sim, a pena visitar Punta del Leste no Inverno. É claro que não é como um belo dia de sol. Se chover, aí aconselho você a não ir lá pois a beleza deve diminuir bastante com tempo ruim. Na minha opinião, 2 dias inteiros são suficientes para você descobrir Montevidéu. Em Montevidéu é muito gostoso caminhar na "Rambla", às margens do Rio da Prata (que mais parece o mar). A "ciudad vieja" não é tão "vieja" assim mas é gostosa. Na realidade, assim como Punta del Leste, a orla é a parte mais preciosa da cidade. Não digo que não existam edifícios interessantes, sim, existem vários mas a orla foi aquilo de que mais gostei. Estamos à disposição! Um abraço e boa viagem!
  9. Bom, bia, estive no Uruguay com minha mãe e foi fantástico. Como foi junto à minha mãe, não tive como "mochilar". Como já disse no post anterior, tou sentindo uma saudade imensa daquele lugar fascinante. A primeira coisa a saber é sobre a MOEDA. Muita gente já escreveu sobre isso aqui neste site mas eu devo dizer aquilo que penso que seja importante: 1) No Uruguai, em praticamente qualquer lugar, inclusive no pedágio, são aceitos pesos uruguaios, dólares, reais e pesos argentinos. O problema é que quem está cobrando faz o câmbio que quer, ou seja, a cotação é dada por quem está vendendo. No pedágio, por exemplo, eles fazem o real valer apenas 6 pesos. Por isso, aconselho que você troque SEMPRE reais (ou dólares) por pesos. 2) Trocar dinheiro no Uruguai é muito fácil. Existem casas de câmbio espalhadas por toda parte. Desde o aeroporto até nas ruas mais inusitadas elas aparecem. Não se preocupe muito em se vai achar alguma casa de câmbio porque você irá achar. 3) Quando estive lá, estava mais vantajoso, por incrível que pareça, trocar REAIS do que dólares por pesos. Eu vi isso de acordo com a cotação do dólar no Brasil. 4) Como já foi dito exaustivamente aqui, o lugar mais vantajoso para se fazer câmbio é na avenida 18 de Julho, em Montevidéu. Onde é esta avenida? Ela é o coração econômico de Montevidéu e a avenida mais importante do país e está bem no centro da cidade. É destino infalível e está em qualquer mapa da cidade. 5) As cotações variam, para o real, desde 8,60 pesos no aeroporto para até 10,30 em alguns lugares na 18 de julho, com uma média de 9,80, ou seja, 1 real compra 9,80 pesos. Em Punta del Leste troquei a 9,90 no shopping e em Colonia vi somente a 9,60. Para os passeios fora de Montevideo preferi alugar um carro. Colonia é uma cidade que pode ser perfeitamente percorrida a pé (mesmo se há o aluguel fácil de minicarros, como já foi dito aqui) e é muito bonito descobrir suas riquezas culturais. Só não aconselho a comprar qualquer souvenir lá mesmo pois custa muito caro. Portanto, vá de ônibus e boa caminhada! Na volta, parei com minha mãe em Colonia Valdense, uma cidadezinha muito simpática com população predominantemente de origem italiana e, por isso, parei. Entramos numa casa onde estava escrito "Quesos", ou seja, queijos. Compramos, por um preço muito muito baixo, um quarto de queijo, do tipo "Queijo de la Colonia". Maravilhoso o queijo e de excelente qualidade. Se você fizer isso tome cuidado pois não se pode entrar com essa mercadoria no Brasil. Para ir a Punta del Leste também fomos de carro e paramos em Piriápolis, a meio caminho, Vale a pena parar em Piriápolis e descobrir suas praias e as demais coisas. É um local muito simpático. Punta del Leste é maravilhosa. Nem parece América do Sul, se vista apenas pela beira-mar e arredores. Indescritível. Mas já vou avisando que os preços são salgadíssimos. O único percalço que tive em Punta foi que eu queria tirar uma foto sozinho naquela mão que sai das areias da praia e dois jovens turistas brasileiros ficaram por mais de 1 hora e meia (deu tempo de eu esperar por meia hora que eles saíssem, ir almoçar, voltar e eles ainda estavam lá) mas no fim eles acabaram indo embora e eu consegui tirar a bendita foto. Uma outra dica é o taxi. Se você for de taxi ao hotel vai gastar uma nota pelo taxímetro sem contar os turistas que já foram sutilmente roubados, conforme já está exaustivamente descrito aqui. Portanto, tente contratar o taxi dando ANTES da corrida o preço. Se você ficar no Ibis, eles têm um motorista que leva e traz por cerca de 500 pesos. Uma corrida normal, conforme já foi dito aqui, pode chegar até a 1000 pesos (100 reais!!!). Mas o aeroporto é longe mesmo. Outra coisa é a segurança. A maior parte dos locais é bem segura, sobretudo no período diurno. Mesmo assim, aquele cuidado básico é sempre bem-vindo. Bom, espero ter contribuído! Se houver mais alguma coisa com que possa ajudar, estou à disposição. Boa Viagem!
  10. Também conheço o Guartelá e posso garantir que não é de lá a foto. Como já disseram aí ... até fotos do Grand Canyon eles colocam aí ... só que até onde eu sei o Grand Canyon não tem: 1) Pinturas rupestres 2 Caverna da Pedra Ume (hoje quase inacessível mas há alguns "loucos" em Tibagi que te levam lá ... cuidado com os morcegos!) 3) Caverna do Padre (não confundir com o Buraco do Padre, em Ponta Grossa) em que basta acender uma vela para o "padre" apagá-la, mesmo na ausência quase que total de vento. 4) Panelões (a água entra por um buraco e sai depois da cachoeira, é incrível) 5) Vídeo que eles dizem durar 15 minutos mas dura meia hora e você sai xingando a moça 6) Kombi que leva e traz aqueles que não agüentam a subida Essas coisas e muito mais -já descritas aqui - só o Guartelá tem!
  11. Bia, voltei ontem do Uruguai! Pode ficar no Ibis que é excelente o hotel! Fica bem próximo de Punta Carretas, também. Ah, é não deixe de ir ao restaurante Castillo Irlandes que fica a um quarteirão do hotel! Os preços são convidativos ... talvez por estar fora do circuito mais turístico. E se quiser economizar ainda mais, também a um quarteirão do hotel tem um supermercado ... dá pra comprar as coisas lá e ir comer no quarto, inclusive para fazer o desayuno (café-da-manhã). Em outra ocasião eu conto dessa viagem ... mas já tou com "banzo" do Uruguay...
  12. léia, acho que você conseguiu dar dicas importantíssimas. Nem sempre os albergues e as viagens longas de trem são as mais interessantes. E ainda digo mais: pode ser que alugar um carro barato fique mais em conta sobretudo se você quer explorar mais determinadas regiões. Por exemplo, se você alugar um carro na Itália, a Maggiore ( http://www.maggiore.it ), locadora de veículos, aluga um carro classe B (Fiat Panda, por exemplo), por 2 dias sem limite de quilometragem por apenas 62 euros (os 2 dias). E, convenhamos, de carro a mobilidade é outra para explorar os lugares, você pode dormir no carro em algum camping pagando às vezes somente 5 euros ou até menos com direito a bons banheiros. É um esquema a se pensar, também pela economia!
  13. Vendo os sites indicados até eu senti vontade de ir pro outro lado do globo. Os preços é que são salgados demais!
  14. Estive na Letônia há um ano atrás. Foi uma viagem belíssima. Parti de Milão, pela Air Baltic para Rïga, a capital da Letônia. Não fui a outra cidade. O preço foi uma pechincha, 50 euros o trecho. E a distância não é pouca. Tive um pouco de medo porque a aeronave demorou quase uma hora para ganhar altitude, o que foi acontecer somente ao atravessar os alpes. Ao chegar à costa da Polônia, a aeronave fez uma curva para a direita e sobrevoou o litoral do mar báltico quase até o destino, visto que Rïga não é uma cidade litorânea. Uma outra coisa: apesar de barato, o vôo não inclui refeição. A Air Baltic fornece um cardápio e você pode pagar sua refeição na hora. Os sanduiches (ou omeletes) são bons e com 7 euros você come algo decente com direito a suco. Chegando a Riga, tomei um táxi, que não custa muito barato e fui para o hotel, bem no coração do Centro Histórico. É interessante pois a diária do hotel também não custava muita coisa. Por falar em Centro Histórico, para entrar de carro no Centro Histórico é necessário pagar uma taxa e, portanto, há poucos carros transitando por lá. Agora vou dizer o que é interessante de se ver, na minha opinião: 1) Rio Daugava -> O rio cruza a cidade, é um rio muito volumoso e de fluxo bem lento. Vale conferir suas diversas pontes e o pôr do sol no rio. É passagem obrigatória para quem vem de avião pois o aeroporto fica do outro lado do rio em relação ao Centro Histórico 2) Igrejas -> A Letônia é um país de maioria Luterana. O Centro Histórico é repleto delas. Inclusive a chamada Catedral de Rïga é uma igreja luterana. Existem Igrejas Católicas também. Em geral, para diferenciar uma da outra (apesar de que isso não é regra), as igrejas luteranas têm um pequeno galo dourado sobre a torre e as católicas possuem uma cruz. Algumas igrejas luteranas têm a cruz mas as católicas jamais apresentam galos. Os vitrais da Catedral são lindíssimos e vale a pena serem conferidos por dentro. Também dentro da catedral existe um museu cujo ingresso custa 1,5 LATs (1 euro vale 0,7 LATs). Não sei se vale tanto a pena ver o museu. É repleto de balas de canhão, sinos dos mais diversos tamanhos, bustos diversos, imagens sacras... Na minha opinião, vale a pena entrar dentro de cada igrejinha, tanto do centro histórico quanto dos bairros. Você pode deparar-se com alguma senhora tocando órgão, igrejas cujo interior é de um branco celestial dentre outras surpresas. Para quem é católico e quer ir a alguma missa, basta andar um pouco e encontrar a indicação de que aquela igreja é católica. A única diferença interna de uma igreja luterana para uma católica é a presença do sacrário. O altar e os demais móveis e imagens são idênticos. Além disso, vale a pena conferir a catedral ortodoxa. Linda, maravilhosa, imponente, é um dos pontos obrigatórios de visita. Tanto a parte interior quanto a exterior são formidáveis. Ah, e para as mulheres, não convem ficar sem véu ou algo que cubra a cabeça dentro da igreja, sobretudo abaixo dos átrios. É ato de profundo desrespeito e alguém pode lhe chamar a atenção. 3) Monumentos e praças -> Há monumentos por todo centro histórico. Destaco a estátua do guerreiro Roland que fica no Centro Histórico próximo ao Rio Daugava. Uma estátua do mesmo guerreiro é encontrada na cidade de Rolândia (PR), a 20 kms de Londrina. Há diversas praças pela cidade e cada uma tem o seu charme. A grande maioria delas possui bares com cadeiras ao ar livre. Mas não se iluda pois o vento frio e polar que sopra naquela cidade é desencorajador para sentar-se ao ar livre. É interessante conhecer a muralha que circundava a cidade medieval Há muitos pontos de passagem sob a tal muralha. Por todo lado, em Rïga, se pode ver a tradição belicista daquele povo, entretanto, apesar de se terem preparado tanto para a guerra, a Letônia já foi tomada dezenas de vezes e jamais venceu uma guerra de verdade. 4) Edifícios de interesse -> O prédio da embaixada da França é digno de nota em seu azul celeste, a Casa dos Cabeças Negras, em frente à estátua do guerreiro Roland também e existem vários prédios e palácios lindíssimos espalhados pela cidade. 5) Camelódromo -> Nâo, não é a 25 mas parece! Um centro de comércio informal gigantesco onde se pode encontrar de tudo: flores, frutas, verduras, roupas em couro, brinquedos made in china, cachecóis, bolsas, eletrônicos, enfim, de TUDO! INfelizmente o preço não é muito convidativo mas a visita é obrigatória. Isso sem contar um enorme barração que funciona como açougue. Inclusive, não sei se há no mundo açougue maior do que aquele de Rïga. Alguns outros aspectos para o viajante são: A) Carestia -> A moeda local é valorizada frente ao Euro e, desde comida mas, principalmente, roupa lá é muito caro B) Bálsamo -> É o nome da bebida local. Muito forte e quase intragável. Deve ser apreciada pelos bebedores mais experientes. C) Língua -> Difícil barreira pois, fora dos hotéis é muito raro encontrar alguém que fale inglês ou alguma língua ocidental, mesmo o alemão. Às vezes, comprar uma luva de lã num camelô do centro de Rïga pode se tornar um desafio. D) Moda -> Em geral o povo letão se veste muito mal e fora das últimas tendências da moda. Isso é um ponto positivo, na minha opinião. É comum se ver nas ruas homens, sobretudo jovens, andando com bolsas que para nós seriam femininas. Se alguém quiser mais alguma informação, estou à disposição!
  15. Daniel, semana que vem estarei embarcando para o Uruguay. Gostaria de saber sobre compras, onde comprar e se vale a pena comprar. Além disso, na sua opinião, é possível conhecer Montevideo em um dia e meio? Saudações
  16. Muitíssimo interessante seu relato sobre a Ilha de Páscoa. Se eu já tinha vontade de conhecê-la, quem dirá agora! À propósito, todas essas informações culturais e históricas que você colheu, de onde as recebeu? Por pesquisas na Rede ou diretamente com guias locais?
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