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guimarson

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Sobre guimarson

  • Data de Nascimento 29-12-1986

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    Projetista mecânico

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  1. Marcelo, pelo o que lembro, só a Praia dos Anjos não tem esse serviço. Porém, não vejo problema algum em levar suas cadeiras e seu guarda-sol. Acho que compensa. Você acha guarda-sol a partir de R$25,00. A trilha que vai para a Praia do Forno leva em média 10 minutos de sua entrada até chegar a areia. Para as Prainhas do Pontal, o bom é você ir de carro, pois assim leva mais fácil seus pertences e economiza tempo. Caso não vá de carro, leve pelo menos um guarda-sol e um canga. O guarda-sol é essencial. Vi uma galera usando um porta guarda-sol. Colocavam a alça de forma cruzada sobre o peito. Parecia que estavam levando uma espada... rsrs Caso você vá apé para as Prainhas, a caminhada dura +ou- 1 hora do centro até lá.
  2. Dando continuidade ao relato: Cabo Frio Nossa ideia inicial era ir até Cabo Frio pra comer algo e conhecer algumas praias. Mas pelo o que percebi, Cabo Frio deve ter apenas uma única praia (se eu estiver errado, pode corrigir o que acabei de escrever). Mas não se engane que é uma praia pequena. É uma BIG de uma praia com uma orla beeem extensa. Logo que saímos de Arraial, rodamos por mais uns 10 minutos de carro e resolvemos quebrar à direita, pois sabíamos que ali tinha uma praia de águas azuis e areia limpa. Nesse ponto já era Cabo Frio. Por ter muito vento nas três cidades que passamos (Arraial, Cabo Frio e Búzios), tinha uma galera praticando kite surf na praia. É algo bem interessante de prestar atenção e fazer deve ser mais legal. A velocidade que os surfistas pegam e muito alta e chegam a ir pra bem longe da praia. Kite surf em Cabo Frio Depois de ficarmos um bom tempo apreciando a vista do mar e conversar bastante, a nossa fome apertou e resolvemos ir para o centro de Cabo Frio. Nessa hora passamos por várias dunas, sendo que isso era algo que nem sonhávamos que poderia existir nessa região do país. :'> No centro da cidade há vários quiosques que servem refeições. O prato executivo sai em média de R$15,00 e as bebidas entre R$5,00 e R$8,00. Paramos no primeiro quiosque e esperamos por mais de 15 minutos para sermos atendidos, porém, eram apenas dois garçons e ninguém veio dar a devida atenção. Como tínhamos mais opções, rumamos para outro quiosque. Chamava-se Quiosque do Paulista. A comida é boa, porém, tenha paciência, pois a demora é grande (algo em torno de meia hora para chegar a comida) Estômago forrado, era hora de irmos para as DUNAASSSS!!!! É algo bem legal de se observar: vento constante, saraivadas de areia na cara e a toda hora novos desenhos são formados nas areais. Lá ficamos até umas 17h30min. Saímos e voltamos correndo para Arraial, pois queríamos e muito ver o pôr do sol no Pontal do Atalaia. Se você tem a oportunidade de ver esse pôr do sol, não perca. É algo tão belo que mesmo por fotos não dá para explicar. Dica: a galera fica amontoada na pista e nos mirantes do Pontal. Não tenha medo de descer o morro e escolher uma pedra para sentar e apreciar a vista. É seu momento de refletir e apreciar a vista. Vale cada segundo! Depois de assistir a esse belo espetáculo, era hora de voltar ao centro de Arraial, beliscar alguma coisinha, tomar uma gelada e ir para a cama. Dia 22/12 Búzios Acordamos cedo: 7h30min. Tomamos nosso café, nos despedimos do Marcelo (gaúcho que conhecemos no hostel), fizemos o check out, ajeitamos as mochilas no carro e rumamos para Armação de Búzios. Para se chegar a Búzios era preciso voltar até cabo Frio e pegar uma estrada sentido Búzios. Êta estradinha ruim! Apertada (uma faixa vem e outra vai), alguns buracos e uma galera que se apressa onde não deve, quase causando acidentes. Chegamos em Búzios por volta das 10h30min. Como já tínhamos reserva no Che Lagarto, fomos até lá deixar as mochilas, pois o check in era após as 14h. Observação: um dos motivos de escolhermos o Che, foi porque ele fica apenas a 4 quadras da famosa Rua das Pedras. Mochilas guardadas, era hora de conhecer Búzios. Fomos até o cais (Praia da Armação e fim da Rua das Pedras). Algumas agências e escunas ofereciam o passeio de barco: 12 praias, 3 ilhas, 2 pausas para banho - tudo isso em 2h30min - por R$30,00. Creio que o preço não é caro, mas como não gostamos de nos amarrar em agências e preferimos fazer nosso próprio roteiro, fomos conhecer as praias a pé. Logo que se sai da Praia da Armação e segue pela direita, é a orla Bardot. Andamos toda a sua extensão até chegarmos na Praia dos Ossos. Logo ao lado da Praia do Ossos tem-se as Praias Azeda e Azedinha. O que não curti é que essas praias tem uma curta faixa de areia e são cheias. São praias boas para crianças, pois não há ondas. Para se chegar nas Praias Azeda/Azedinha é preciso descer um escadão de madeira, mas nada muito extenso. Assim que você chega nesse escadão, há uma placa a direita que indica RUA SEM SAÍDA, mas é sem saída apenas para carros. Se você está a pé, pode ir sem medo. Essa rua irá até as praias de João Fernandes e João Fernandinho. Da Rua das Pedras até a Praia de João Fernandes é +ou- uma hora e meia de caminhada beirando a orla (com pausas e passando por praias antes dela). Mas caso queira ir direto, leva no máximo 30 minutos na "sola da chinela". Era uma da tarde e a fome apertou, pois só tinha água na bolsa da Ana. Paramos numa banquinha em João Fernandes para tomar uma coca bem gelaaada e voltamos para o centro. Rodamos a Rua das Pedras atrás da famosa empanaderia que tanto foi falada no hostel de Arraial, mas após uma hora rodando, descobrimos que ela estava em reforma. ãã2::'> O jeito foi comer pão com linguiça (muito bom por sinal) ao lado do Bob's e voltar para o hostel fazer o check in. Mochilas guardadas, dicas passadas pela recepcionista do Che, rumamos para a Praia de Geribá e Ferradurinha. Dica: caso queira ir somente para a Ferradurinha, pare o carro no canto esquerdo da praia. Deixamos o carro no canto direito e tivemos que atravessar toda a praia andando (algo em torno de 20 / 25 minutos). Venta muito na Praia de Geribá, o que faz a galera cair na água para praticar windsurf. Assim que se chega ao canto esquerdo de Geribá, tem uma trilhazinha que leva até a Ferradurinha. A Praia da Ferradurinha em bem pequenininha, mas muito tranquila. É praticamente uma piscina natural com um costão de pedras ao seu lado direito. Sua água é muito gelada (mais gelada que as águas de Arraial) e a galera vai lá para relaxar. Demos um tempo por lá e resolvemos voltar para o hostel. Dona Ana quis ir por dentro do bairro, pois ventava muito e a areia da praia voava em nossas faces. Sem problemas. O que dificulta é que não há uma rua paralela a orla da Praia de Geribá, ou seja, nos perdemos dentro do bairro... Pergunta daqui, pergunta dali, eis que voltamos para a praia. Voltamos para o canto esquerdo e ficamos por lá curtindo o visual. Ah, caso estacione o carro por lá, prepare o bolso: flanelinha cobram R$10,00 para "olhar" seu carro. Hora de voltar ao hostel para tomar aquele banho, trocar de roupa e ir conhecer a "vida noturna" da Rua das Pedras. Muitas lojinhas de souvenirs, restaurantes, lojas de roupas e até lojas de grife (que chique). Aninha quis parar na Creperia Chez Michou. Mandou um crepe de carne seca com catupiry e pra acompanhar vem uma manteiga temperada com cheiro verde. SENSACIONAL! Pagou R$22,00 pelo crepe. Andamos, andamos e andamos. Ai paramos para comer um cuzcuz de tapioca com coco. É um tiozinho que tem uma barraquinha bem no meio da Rua das Pedras. O doce é bom, mas com leite condensado fica melhor! E não é caro - ele fez uma tapioca e um quebra-queixo+tapioca por 10 dilmas. Andamos mais um pouco e por volta das 23h30min voltamos para o Che Lagarto. A "festa" no hostel ia até meia noite, porém, a galera ficou conversando até um da manhã. 23/12 Hora de voltar para a casa. Tomamos nosso café, fizemos o check out, colocamos as mochilas no carro e rumamos de volta para a casa. Hora da saída: 9h10min Caso você não queira passar pelo RJ na volta, tem a opção de pegar a BR-493 (Magé/RJ) e ir até Queimados / Seropédica, onde tem o acesso para a Dutra. Caso você vá pela BR-493 tem a chance de ver as Serra dos Órgãos e ir pensando se vale a pena fazer a Travessia Petrô-Terê... hehehe O trajeto aumenta em 10km, porém, você evita o trânsito caótico de uma cidade grande. Na volta passamos em Itamonte/MG para visitar um amigo. Fomos chegar em Jacareí por volta das 19h30min. CANSADOS, PORÉM, SATISFEITOS! VIAJAR ENRIQUECE A ALMA! Dicas para tudo: - Nunca deixe de passar protetor solar nessas cidades; - Venta muito nas três cidades, o que alivia o calor sufocante; - As bebidas são sempre bem geladas. Seja coca, cerveja ou suco, todas são bem geladas; - Hostel Caravela (Arraial): ótimo custo-benefício, café da manhã simples e recepcionistas sempre atenciosas. Ah, leve adaptador para tomadas, pois todas as tomadas são do novo padrão; - Hostel Che Lagarto (Búzios): ótimo custo-benefício, porém, se que sossego extremo não se hospede por lá. A galera passa a madrugada falando no lado de fora dos quartos. O café é simples mas bom e as recepcionistas são muito atenciosas; - Comida em Búzios é cara: um PF sai na média de R$20,00, enquanto o mesmo custava R$12,00 em Arraial; - Se você tem grana para um jantar ou uma noite o$tentação, faça isso. Mesmo que seja no cartão de crédito, tenho certeza que não se arrependerá. Você se arrependerá quando chegar em sua casa e lembrar que não fez ou não comeu o que queria... rsrsrs - Em Búzios há lojinhas que vendem camisetas da cidade bem baratas. tem lugar que vende 3 camisetas por R$36,00; - Se você curte tomar uma cervejinha, lá é mais comum vender Antarctica do que Brahma e Skol. Você acha qualquer uma, mas a do pinguim você acha muito mais fácil; - Passeios de barco: não fizemos, mas se você tem pouco tempo, é uma ótima opção para conhecer vários lugares em pouco tempo. Em Arraial o Passeio custa R$60,00 e passa por várias praia, pela gruta e na Ilha do Farol. Dura entre 3 e 4 horas. Já, em Búzios o passeio é mais barato (R$30,00), só que dura menos e tem menos pausas para banho; - Custos médios: Hospedagem de 4 noites: R$400,00 para duas pessoas / Combustível (viagem de ida e volta mais andanças pelas cidades): R$220,00 /Pedágios* (valor médio - preciso conferir): R$150,00 / Alimentação e bebidas (para duas pessoas): 350,00 / Gastos diversos (mercado, estacionamento, etc.): R$80,00 Espero que tenha ajudado com essas dicas! Namastê!
  3. Após anos buscando dicas aqui no Mochileiros, é hora de ajudar tantos outros viajantes e mochileiros assim como eu. Vamos lá! Era dia 19 de dezembro. Cinco e trinta da manhã. Encostei o carro no portão da casa da minha namorada, coloquei as malas dela no carro, ligamos o som e rumamos para Via Dutra. Por morarmos em Jacareí/SP, a Dutra era a opção mais fácil de se chegar ao RJ e depois pegar as rotas para a região dos lagos. Nossa meta era fazer Jacareí - Arraial do Cabo em 7 horas, mas como nem tudo sai conforme queremos, demoramos 3 horas a mais. Chegamos no RJ por volta das 10h30min e caímos na linha vermelha para depois pegar a ponte Rio-Niterói. O calor e o trânsito eram insuportáveis. Mas como era o começo da trip, resolvi não me incomodar com isso. Cruzada a linha vermelha e a ponte, caímos na Rodovia Mário Covas. Essa sim foi a zica da viagem: no trecho entre Itaboraí e Rio Bonito haviam obras de recapiamento da via, ou seja, de duas faixas o trânsito caia para uma (isso sem contar o "espertinhos" que iam pelo acostamento e se achavam melhores que os outros). Sei que demoramos 2 horas para percorrer 20 quilômetros. Passado esse trecho, levamos por volta de uma hora e meia para chegar a Arraial do Cabo. Arraial do Cabo Logo que passamos o portal da cidade, rodamos mais 3 minutinhos e vimos a Prainha. De cima ela é linda, mas depois conto mais sobre ela. Através do booking reservamos duas camas para 3 diárias no Hostel Caravelas (quarto misto, compartilhado entre 6 pessoas e banheiro no quarto)Pagamos R$50,00 / pessoa pela diária . Caso você faça reserva nesse local e não consiga chegar, pergunte onde fica a Praça da bíblia. É conhecida por quase todos na cidade. Check in feito, era hora de conhecer a cidade e seus atrativos. Comemos um lanche no Sabor em Pedaços (http://www.saborempedacos.com/) e tomamos refrigerantes. Não saiu caro. Algo em torno dos R$23,00. Depois fomos caminhar na Praia do Anjos. Um praia pouco frequentada. Creio que por ter muitos barcos e o cais ser logo ao lado. Resolvemos ir ver o pôr do sol na Praia Grande, o qual foi mencionado no hostel. Vale muito a pena! Caso não queira ficar no meio do povo no canto esquerdo da praia, basta você andar um pouco para a direita (algo em torno de 5 minutos) ou procurar uma duna para curtir o visual do local. O sossego em forma de cachorro - Praia Grande - Arraial do Cabo/RJ Pôr do sol na Praia Grande - Arraial do Cabo/RJ #nofilter Depois de ver esse belo pôr do sol, era hora de voltar pro hostel, tomar um banho, dar uma volta na cidade, tomar uma cerveja e ir pra cama. Dia 20/12 Acordamos cedo. Por volta das 7h. Resolvemos ir dar uma volta na praia e quando chegamos no hostel o café já estava servido. Era bem simples: pão, presunto, requeijão, bolo, algumas bolachas (sim, sou paulista.. rsrs), frutas, café, leite e suco. Café tomado, era hora de conhecer a fama das praias de Arraial. Fomos para a Praia do Forno. Não há segredo para chegar nela: vá até o final da Praia dos Anjos pelo lado esquerdo, suba a ruazinha e você verá um banco de concreto todo ladrilhado e muitas pessoas subindo uma trilha cheia de degraus. Quando se chega lá em cima, tem-se a visão da praia: #lindalhaça! Praia do Forno - Arraial do Cabo/RJ Nessa praia só há árvores com sombra no canto esquerdo. Mas caso queira, você pode alugar um guarda-sol + duas cadeiras de praia pela bagatela de R$25,00 (isso mesmo, VINTE E CINCO DILMAS). Como não estávamos dispostos a desembolsar essa grana, fomos para o canto esquerdo. A praia por si só já é bonita: água cristalina e gelaaaada, areia claras e até se pode ver os peixinhos nadando perto de você. Vale a pena parar por lá, dar um relaxada e pensar na vida. Aproveitando para nadar Uma coisa que notei é que o povo fluminense não liga de fazer "farofa". Eles levam comida e bebida para a praia. Ah, eles também não ligam de ficar com o corpo sujo de areia, algo que pelo menos eu (paulista) não sou muito chegado. Por termos levado nossa "farofa", água e suco, não gastamos nada com comida. (observação: caso queira, você pode pedir uma lasanha, noque ou até mesmo um contra-filé nas barraquinhas dessa praia). Uma da tarde com o sol bem ardiiido, voltamos para o hostel. Pausa básica no mirante para uma fotenha! Banho tomado, era hora de procurar um lugar bom e barato para comer. Opções não faltam nas ruas próximas à Praia dos Anjos, onde os preços variam de R$6,00 a R$9,00 na quentinha e de R$12,00 a R$15,00 no PF. Há também a opção de se comer por quilo, que varia entre R$29,00 e R$32,00. Eu e minha namorada paramos num restaurante bem simples chamado La Gregga (não lembro o endereço). Pedi um PF de peixe frito por R$12,00 e a Ana se serviu no buffet a quilo. Comemos bem e com o preço justo. Fomos para o hostel tirar um cochilo e assim que acordamos resolvemos ir para a Prainha (entrada da cidade). Do centro até lá leva no máximo 20 minutos a pé. Quando chegamos (por volta das 17h) a praia ainda estava cheia. Cheia de pessoas e de lixo. Sim, mesmo tendo uma água bem clara, a areia era bem suja. Algo que me chamou a atenção foi o fato dos quiosques e dos frequentadores não darem muita bola pra isso. Novamente fomos até o canto esquerdo da praia (mais sossegado) e lá vi algo que não sai da minha mente: duas gaivotas comendo pedaços de plástico. Gaivota faminta come até lixo - Prainha - Arraial do Cabo/RJ Creio que se cada um fizer sua parte, teremos uma praia mais limpa e mais civilizada para se frequentar. O lixo humano vira comida para a fauna local. Voltamos para o hostel, tomamos mais um banho e essa noite seria o dia da "o$tentação"... hehehe Íamos no Restaurante Garrafa de Nassen, o qual era mais barato que o Saint Tropez. Para se ter ideia, o camarão com catupiry custava R$82,00 no Garrafa, enquanto o mesmo prato era vendido por R$95,00 no Tropez (ambos para duas pessoas). Como não tínhamos escolha, pois o Garrafa estava fechado, o jeito foi gastar um pouco mais e ir ao Saint Tropez. O prato estava sensacional, sabor singular e a bebida estava bem gelada. Algo que deixou a desejar foi o atendimento, talvez porque era o único restaurante aberro nessa noite. Pedi um chopp ao garçom e estou esperando até agora... Estômago cheio, era hora de voltar para o hostel. Dia 21/12 Acordamos um pouco mais tarde, quase oito da manhã. Tomamos o nosso café e rumamos para as Prainhas do Pontal. Antes paramos um pouco no Pontal da Atalaia para contemplar a vista do local. SEM PALAVRAS! Pontal do Atalaia - Arraial do Cabo/RJ Descansando os pés - Pontal do Atalaia - Arraial do Cabo/RJ Nossa esperança era que aparecesse alguma baleia ou golfinho, mas nenhum dos dois veio até o nosso campo de visão.. rsrs Rumamos para as Prainhas. Para ir até lá de carro, a prefeitura cobra R$10,00, o qual você paga para duas mulheres bem na estradas para as Prainhas. Carro estacionado, era hora de procurar essa beleza do "Caribe brasileiro". Precisa de legenda? - Prainhas do Pontal Para se chegar nas areias da praia é preciso descer um escadão de madeira. Mas é tranquilo. Menos de cinco minutos e já se está na praia. Novamente nos ferramos por não ter levado guarda-sol (dessa vez tínhamos cadeiras). Por sorte, achamos um sombrinha bem embaixo de um pinheiro. O único por sinal. As prainhas são mais belas que a Praia do Forno. As águas são de um azul sem igual e quando se chega próximo, pode-se ver os peixinhos nadando e suas sombras no fundo do mar. A água é tão transparente que os mergulhões fazem a festa na pescaria. Lugar feio, né?! Caribe brasileiro! Ficamos tranquilos até por volta do meio-dia. Essa é a hora que os barcos e escunas chegam com os turistas. Eles vem em bandos, iguais animais famintos sobre a caça. Gritam, bagunçam e não se preocupam com o sossego do próximo. Creio que falta um pouco de empatia para eles respeitarem quem quer paz. Não só os turistas, mas também algumas escunas, pois elas param por lá e ficam com o som alto. Além disso, tem barcos que param fora do cordão demarcado no mar com o auxílio de boias. E ainda acha ruim do banhista estar no caminho dele. Era hora de partir, pois aquele barulho não era para mim e minha namorada. Pelos menos a beleza foi recompensadora! Estava a fim de conhecer a Praia Brava. Chegamos numa rua sem saída (também no Pontal), mas a Ana não queria descer até lá (dava uns 10 minutos de caminhada). Disse que eu poderia ir e que ela ficaria no carro, mas resolvi voltar ao hostel. Banho tomado, resolvemos ir até Cabo Frio para ver o que tinha de bom por lá: DUNAS!!!!! continua...
  4. Separe suas roupas de dormir + sleeping bag num saco plástico grosso. Depois de tirar todo o ar, enrole a ponta desse saco plástico e coloque dentro de um saco de lixo de 100 litros. Repita a processo de tirar todo o ar e enrole a ponta do saco até fechar. Roupas limpas para substituição, blusas e outras peças podem ir num outro saco plástico transparente. Comidas também devem ser colocadas num saco plástico grande. Se você leva comida de caixinha, a mesma pode rasgar caso molhe, o que deixará sua mochila toda suja por dentro.
  5. Fábio, escreveu um belo relato que me ajudará e muito na subia desse pico. Se tudo der certo, 1° de maio realizarei essa trilha! Como você já conhecia a trilha, ficou menos difícil para subir novamente. Eu levarei um GPS, um mapa e uma bússola. Quero dar uma treinada na navegação e ter o GPS apenas como auxiliar. Mata densa é muito mais difícil que navegar pelas cristas das montanhas. Ah, e com relação a água, você deixou bem frisado os dois pontos próximo ao pico: um antes de chegar ao acampamento base e outro já no pico, porém, uns 10 minutos até chegar ao ponto de coleta. Uma dica: como você não estava sozinho, poderia até pegar a água durante a noite. Uma headlamp e um apito seriam muito úteis. A headlamp para iluminar seu caminho durante a noite e um apito para chamar o pessoal no acampamento caso se acidentasse ou se perdesse para voltar ao acampamento. Ah, e nunca buscar água sozinho (caso esteja em grupo). Ou, se tivesse sozinho, deixar uma lanterna acesa no acampamento, pois a mesma te ajudaria e muito na volta. Bons ventos!
  6. Tem também no site do IBGE. Você pode comprar os mapa impressos ou baixar arquivos JPEG sem pagar nada. http://loja.ibge.gov.br/
  7. Diego, ambas são excelentes mochilas, porém de design diferente. Minha namorada tem a ACT Lite 60+10 SL (modelo desenvolvido para o público feminino). Na minha opinião, a linha ACT Lite tem o design mais simples e bem mais leve que a Air Contact, mudando também o estilo do costado e barrigueira. Se você for fazer grandes viagens, uma mochila com maior litragem te ajuda, mas vc tem desvantagem de ganhar peso extra para carregar só optando pela mochila. A linha ACT Lite tem formato mais tubular, sendo mais estreita, ideal para cair no meio do mato. Veja qual te atende melhor, mas muitas vezes alguns reais a mais gastos podem fazer a diferença lá na frente. Dá mais uma lida nesse mesmo tópico e quem sabe você encontre a resposta. Abraço
  8. Caraca Marcos, mandou bem pacas mano!!! Haja perna, hein brother!!! Aki em Sampa, se eu pedalo meus 30km já é muito. Quem sabe um dia eu não começo a me jogar nessas "bike trips"...rsrs Parabéns cara!
  9. Fala Diego, tudo na paz? Cara, vc experimentou alguma mochila nas lojas que vc visitou no Brasil? Isso faz muita diferença! Lá vc encontra "N" variedades de mochilas e marcas. Abaixo vou colocar alguns fabricantes e sites pra vc visualizar melhor Marcas: Kelty / Lowe Alpine / Deuter / Gregory / Osprey / Black Diamond Sites: http://www.rockcreek.com / http://www.backcountryedge.com / http://www.moosejaw.com / http://www.rei.com A minha (Deuter Aircontact 75+10) pedi para meu primo trazer dos EUA, e, não me arrependo em nada. Nessa brincadeira eu economizei R$400,00. Espero ter te ajudado.
  10. Após estar sumido por muito tempo do mochileiros.com, resolvi voltar postando uma foto que gosto muito da viagem que fiz em 2009 pra Ilha Grande. País: Brasil Cidade: Angra dos Reis / Ilha Grande Atração : Praia do Pouso
  11. Olá Paulo, tudo bem?? Referente aos modelos de sua preferência (Quantum 70+10 ou 55+10) eu iria de 70+10. Motivo: Vc tem um "espaço de sobra" na mochila dependendo do que tanto for levar. Por exemplo, se vc comprar uma blusa ou uma lembrança durante a viagem, haverá espaço na sua mochila para transportá-los. Só uma comparação: Quantum 70+10 = 2,95 kg Quantum 55+10 = 2,75 kg Ou seja, pela diferença de 200 gramas vc tem 15 litros a mais de capacidade. Mas algo q vc disse tbm é importante. O "fator namorada" deve ser levado em conta. Você poderá levar os sapatos, o estojo de cosméticos ou até o casaquinho de lã dela. Dá uma olhada nesses modelos da Conquista Limit 70+15: http://www.conquistamontanhismo.com.br/catalogo_detalhe.asp?idPublicacao=84 Trip 70+10: http://www.conquistamontanhismo.com.br/catalogo_detalhe.asp?idPublicacao=85 Agora preço, seria bom vc dar uma pesquisada. Abraço cara, espero ter te ajudado. Guilherme
  12. Vini, logo abaixo segue link para vc dar uma lida com relação a escolha de sua mochila: manual-de-compra-mochila-cargueira-t31604.html Com relação ao custo x benefício creio que marcas da Conquista, Quechua e Trilhas e Rumos são as mais indicadas. Abraço
  13. Fala Filipe, tudo na paz cara? Referente as mochila da Guepardo, já ouvi falar que não são muito boas. Se vc for investir seu "suado" dinheiro e procura relação custo x benefício, busque mochilas da marca Conquista, Quechua ou Trilha e Rumos. As mochilas da conquista são muito boas e estão em promoção no site da arco e flecha (venho lembrar que não tenho nenhum vinculo com a loja e com a marca). Dá uma olhada http://www.arcoeflecha.com.br/p-3241-Mochila-Cerro-Torre-60-10-Litros--Conquista.html Mas se vc quer realmente essa mochila da guepardo, vá até a loja e experimente. Coloque peso na mochila (+ou- 10 a 12 kg), ande com ela nas costas, agache, levante, enfim, tente similar o máximo possível. Por experiencia própria, mochilas baratas nem sempre são muito boas (tenho uma Nautika/FIT modelo Intruder 60). Abraço
  14. Salve povo de Deus (vamos rezar pra parar essa chuva tanto em MP e Cuzco, quanto em São Paulo...rsrs) Acabei de ver no site da uol algumas fotos divulgadas referente as chuvas que atigiram (e creio eu que ainda atigem) a região de MP. O link para ver as fotos é esse: http://noticias.uol.com.br/album/100127peru_album.jhtm#fotoNav=16 Não quero desanimar ninguem que esta com passagem comprada, reservas feitas, etc e talz, mas é melhor encarar a realidade do que ficar disfarçando e ter um grande frustração quando chegar lá. Sei que é uma &%$¨** ficar planejando a trip e no final ter uma surpresa desagradavel. Mas eu tbm tenho uma dúvida: Será que as agencias, pontos de comercio, artesãos, enfim, vão superfaturar seus produtos (seja um pacote de bolacha ou um passeio nos sítios arqueológicos) devido a esse fato? Pergunto isso pois no final de julho estarei embarcado para essa trip, e, fico com receio dos preços estarem absurdamente caros, de modo que eles aleguem seus valores estratosféricos com relação a catastrofe das enchentes e que tiveram prejuizos por falta de turistas no período das chuvas. Abraço a todos
  15. Fala Augusto, na paz?? Cara, fomos pro Cedrinho pela praia do Bonete sim. Quando termina de percorrer toda a praia, no final tem umas plaquinhas dizendo qual sentido pegar. Esquerda - Praia da fortaleza (+ou- 3 km) Reto - Praia do Cedro (+ou- 1 km) Agora se essa bifurcação q vc disse vai para a direita, eu não peguei não. Fui direto para o Cedrinho. Pode ter certeza que vou fazer a trilha do Saco das Bananas sim. Mas só me tira uma dúvida: Consigo chegar até a praia da Tabatinga (Caraguá) pela trilha do Saco das Bananas?? Ou o final dela é na estrada de terra que passa perto do ecoresort, como vc falou?? Abraço a todos
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