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aledborges

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Tudo que aledborges postou

  1. Muito bom o relato, parabéns!!! Estou planejando uma viagem parecida para ano que vem e as informações estão bem detalhadas e serão muito úteis.
  2. Olá Cygnvs, Fico feliz que tenha gostado! Gastamos em torno de R$ 3.200,00 por pessoa para 19 dias e sem a passagem ida e volta a Buenos Aires, mas isso em 2012. Lembro que a situação cambial na Argentina anda mudando bastante ultimamente e seria necessário pesquisar os preços atuais. Abraço
  3. [t3]Impressões:[/t3] - Ou a ideia que vendem dos franceses está muito errada ou é algo que ficou no passado, pois não senti antipatia ou desprezo em nenhum deles, muito pelo contrário, são muito educados e gentis. Claro, existe realmente a barreira cultural em relação a nós brasileiros, pois realmente não existe todo calor humano ao qual estamos acostumados no Brasil. Esta impressão é causada mais pela formalidade no agir deles do que qualquer outra coisa. Eu como turista em outro país acho que devemos ter respeito pelos costumes. Eu não falo francês, mas fiz questão de aprender as palavrinhas mágicas: bom dia, boa tarde, boa noite, com licença, por favor, obrigada e mais duas frases que nos salvam na questão da língua: “eu não falo francês” e “você fala inglês?”. Claro, com o tempo você vai aprendendo uma palavrinha e o que significa uma coisinha ali, mas apenas com estas palavras/frases fomos nos virando muito bem pela França, obrigada! Um artigo muito bom que li a respeito disso: http://aviagemcerta.com.br/2011/02/os-franceses-e-os-turistas-dicas-de-convivencia/. Vale a pena ler para entender um pouquinho mais! - Os franceses são muito pontuais e acho que isso parte um pouco da elegância que eles têm. E não se engane achando que um ou dois minutos não fazem diferença. Se o horário diz 18:41 por exemplo, seja trem, ônibus, barco, avião, show, teatro, ou qualquer coisa, é 18:41 mesmo, nem um minuto a mais, nem um minuto a menos. - Ir à França e não provar escargot, macarrones, baguetes, crepe, creme brulee, milhões de tipos de queijos e vinhos é um desperdício sem tamanho, nem que seja para saber com absoluta certeza que não gostou e não comerá novamente. É o caso do escargot e dos moluscos crus pra mim. Há, e os macarrones são deliciosos, especialmente os de pistache! - Fiquei impressionada com a qualidade dos serviços e eficiência dos franceses, tanto nos transportes, infraestrutura, restaurantes, etc. Pedíamos algo e chegava em menos de 15 minutos e com qualidade, decoração, paladar....Isso dificilmente acontece no Brasil. É triste ver o quanto somos atrasados neste quesito. - Sim, é tudo muito, muito caro para nós brasileiros, seja a comida, os serviços, etc. Uma refeição simples lá, digamos uma omelete com fritas e uma taça de vinho (lembrando que uma taça de vinho da casa é mais barata que um refrigerante), sai em média € 18,00 e isso dava R$ 55,00 no câmbio que pegamos na época. Realmente o câmbio não nos favorece. - Os franceses realmente AMAM baguetes! Não é nenhuma lenda urbana ver um francês carregando sua baguete por aí, seja embaixo do braço enrolada apenas em um papelzinho ou em uma bolsa ou sacola, especialmente no fim do dia. Como os embrulhos não cobrem o tamanho total do “pãozinho” fica aquela ponta enorme pra fora e é muito curioso e até engraçado ficar observando esses detalhes. Bom, espero que o relato divirta, traga boas informações e principalmente seja útil a quem deseja conhecer ou revisitar o velho continente! Abraço,
  4. :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> [t3]Dicas Gerais Europa:[/t3] - VIAGEM DE TREM: Compramos a maioria das passagens de trem com antecedência, pois sai muitíssimo mais em conta. Tem que ser com pelo menos uns três meses para compensar. Claro que esta opção serve apenas para quem já tem o roteiro em mente e, de certa forma, te limita um pouco, mas o custo x benefício compensa muito. Para ter uma ideia, chegamos a pagar quase o triplo do valor comprando no mesmo dia da viagem. Esses são alguns links muito bons que achamos com dicas sobre viagens de trem e como economizar: http://www.mochileiros.com/passes-de-trem-na-europa-guia-de-informacoes-t40293.html#p437516 http://www.viajenaviagem.com/2011/07/vai-por-mim-trem-na-europa/ http://www.viajenaviagem.com/2010/05/trem-na-europa-para-quem-tem-medo-de-vulcao/ - VALIDE SEU BILHETE DE TREM: Para as viagens de trem na Europa você precisa validar o seu passe antes de entrar no trem, pois em algumas viagens (especialmente as longas), existem fiscais que verificam se o seu está validado. Para isso existem maquininhas espalhadas pela estação (geralmente no início da plataforma – algumas vermelhas, outras amarelas), onde você insere o ticket e ele é validado para aquela viagem. É muito importante que você faça isso, pois se um fiscal passar e seu ticket não estiver validado, você terá que pagar um multa bem generosa. Para os que compram o bilhete com antecedência para aquela viagem específica (na modalidade sem troca ou reembolso), onde geralmente o preço está mais em conta, o bilhete já está automaticamente validado. Na dúvida, pergunte na estação se precisa validar o seu, pois é melhor perder um tempinho perguntando do que gastar uma grana com a multa depois. - ALUGAR APARTAMENTO AO INVÉS DE HOTEL: Esta opção é muito mais econômica e o custo x benefício compensa bastante. Há quem somente se hospede assim, mas nós optamos por alugar um lugar apenas nos locais que ficaríamos mais dias (no mínimo dois), até porque era a primeira vez que utilizaríamos esta opção, mas recomendo 100%. Além de não termos tido absolutamente nenhum problema com hospedagem deste tipo, todos os nossos anfitriões foram muito solícitos e simpáticos, fora que pagamos mais barato pela diária para os dois do que pagaríamos em um hostel em quartos ou banheiros compartilhados, dependendo da cidade. Para quem gosta de economizar cozinhando o jantar, por exemplo, é uma excelente opção, lembrando que, por não ser hotel, não há comodidades como serviço 24h, café da manhã, limpeza. Será tudo por sua conta! Existem algumas opções de sites que oferecem este serviço, mas utilizamos apenas o AIRBNB (http://www.airbnb.com.br) pela segurança tanto para o convidado quanto para o anfitrião. Você reserva informando seu cartão de crédito (que deve ser internacional). Geralmente é cobrado (pré-agendado) um depósito de segurança que, caso você destrua o local (hehehe...brincadeirinha), o anfitrião cobrará este valor e, se não ocorrer nada, ele é devolvido. Optamos por esta opção em Paris (https://www.airbnb.com.br/rooms/637841), Florença (https://www.airbnb.com.br/rooms/1546923) e Roma (https://www.airbnb.com.br/rooms/1341638). Todos estes são recomendadíssimos!!!! - FILAS!!! MUITAS FILAS! Em quase todos os lugares, especialmente os mais carimbadinhos, existem filas quilométricas para entrar, então esteja preparado e com bastante paciência. Em algumas ocasiões planejamos ir a vários lugares, mas não conseguimos, pois gastamos muito tempo em um único local em função das filas, o que é horrível. Em alguns lugares é possível evitá-las, então é bom se informar. Um artigo muito bom que li do Ricardo Freire e que dá dicas preciosas: http://www.viajenaviagem.com/2009/07/como-furar-fila-legalmente-em-museus-e-monumentos-na-europa-e-nova-york/ [t3]Dicas em Paris:[/t3] Para ir do aeroporto Orly para gare Montparnasse tem uma linha da Les Cars, linha 1 – portão D – ala oeste, que para na frente de Montparnasse. Sai € 12,00 por pessoa. - O Paris Pass é uma boa opção para quem não quer enfrentar muitas filas e precisará utilizar bastante o transporte público da cidade. Infos em: http://www.parispass.com/ [t3]Dicas da Itália:[/t3] - Se você for até a cidade de San Gimignano (Toscana), visite a sorveteria Dandoline (três vezes ganhadora do melhor sorvete); - No Vaticano e em outros locais mais carimbadinhos de Roma uma das coisas que observamos é que as filas de um modo geral são mais cheias nas primeiras horas da manhã, isso no Vaticano é tanto no museu quanto na Basílica. Um horário aparentemente tranquilo é por volta das 13h, horário em que a maioria está procurando um local para comer. - Um passeio que queríamos, mas não conseguimos fazer no Vaticano, é o das catacumbas, pois precisa de reserva e não conseguimos fazer a nossa a tempo, mas fica a dica! Link com mais informações: http://www.viajenaviagem.com/2010/06/tour-secreto-do-vaticano-o-peesse-fez/ - Adquirir o Roma Pass (http://www.romapass.it/). No entanto deve se ter algo em mente, o Roma Pass não funciona como o Paris Pass, onde a entrada nos locais inclusos é liberada em todos os dias de sua validade. No Roma Pass apenas os dois primeiros locais visitados tem entrada gratuita, sendo que no restante ganha-se um desconto na entrada e passe livre pelos meios de transporte durante os três dias de validade. Desta forma, é bom selecionar os locais mais caros e com filas maiores para utilizar essas duas vezes. Minha sugestão é utilizar a primeira entrada para o Coliseu, Foro Romano e Monte Palatino, pois eles contam como uma única entrada e você não enfrenta a fila para compra de ingressos. Já a segunda vai depender dos seus interesses e tempo. Para os apreciadores da arte, pode ser utilizada nas Galeria Borghese (http://www.galleriaborghese.it/borghese/en/edefault.htm), mas a visita precisa ser agendada. Nós utilizamos nas termas de Caracalla. - Se você quer ir a uma autêntica cantina italiana, minha sugestão é o Tanto Pe'Magna, via giustino de Jacobis, 9 (rione garbatella) – tel 0651607422 (http://www.tantopemagna.it/). Só não garanto que tenha alguém que fale inglês. Nós tivemos sorte! [t3]Dicas de Lisboa:[/t3] - Visita ao Oceanário (http://www.oceanario.pt/) pela manhã com almoço no restaurante D'Bacalhau (http://www.restaurantebacalhau.com) no Parque das Nações que fica nas proximidades. Prove o Misto de Bacalhau. :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'> :'>
  5. [t3]26/10/2013 (ITÁLIA: Roma – PORTUGAL: Lisboa)[/t3] Nosso voo para Lisboa sairia 13:40. Então, acordamos um pouco mais tarde, arrumamos as mochilas e o apê e fomos direto dali para o aeroporto. Não queríamos correr o risco de perder o voo. Para chegar ao aeroporto fomos de metrô até a estação Pirâmide e de lá pegamos um trem para o aeroporto (€ 1,50 pelo bilhete de metrô e mais € 8,00 pelo de trem). O trem para literalmente dentro das dependências do aeroporto. Chegamos a Lisboa por volta das 14:30 e pegamos o metrô (a estação é praticamente dentro do aeroporto também – saindo do aeroporto já se vê a entrada do metrô) para nosso hotel. Escolhemos um hotel que fica ao lado da estação Anjos (Sete Colinas - http://www.booking.com/hotel/pt/sete-colinas.pt-br.html) para ser mais prático, já que ficaríamos em Lisboa apenas dois dias. :'> :'> A escolha do hotel foi ótima pelo custo-benefício (pagamos € 50,00 por diária) e, embora não fique tão próximo aos pontos turísticos mais visitados, a proximidade com o metrô traz uma enorme mobilidade e economia de tempo. Neste dia descobri que pastelaria em Portugal não é um lugar que vende pastel e jantamos em um lugar muito legal, com boas indicações no tripadvisor (Cervejaria Iberica - Rua Febo Moniz,23-25 | Aos Anjos, Lisboa, Portugal - http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g189158-d3567623-Reviews-Cervejaria_Iberica-Lisbon_Estremadura.html#REVIEWS). Achamos o dono e garçons bem atenciosos e gentis, a comida gostosa e preços bem acessíveis. Pagamos € 32,15 em um prato de bacalhau com batatas e outro de filé com fritas, sobremesa, água e um bom vinho. De uma forma geral achamos os preços em Portugal menos salgados do que os na Itália e especialmente na França. Gastos do dia por pessoa (metrôs e trem, lanches, cartões metrô Lisboa, hospedagem e jantar) = € 66,35. [t3]27/10/2013 (PORTUGAL: Lisboa)[/t3] Praticamente o último dia no continente europeu e efetivamente o primeiro em Lisboa, já que chegamos no final da tarde no dia anterior e não tínhamos pretensão alguma de sair explorando freneticamente a cidade, até porque um dia é só para ter o gostinho, e que gostinho!! Adoramos Lisboa! O clima, as pessoas, a comida, o vinho, a paisagem, os preços, tudo muito convidativo. Nosso planejamento prioritariamente era a visita ao Oceanário, o resto seria o que desse tempo. Os 20 dias viajando já estavam pesando bastante, então resolvemos fazer tudo muito, muito devagar. Para chegar ao Oceanário pegamos o metrô até a estação Oriente (linha vermelha). Na saída do metrô há o centro/shopping Vasco da Gama, onde você o atravessa e está praticamente em frente ao Parque das Nações. Daí é só seguir a beira-mar para sua direita e chegará ao oceanário. O Oceanário de Lisboa, inaugurado em 98, é o segundo maior do mundo, e conta com uma infinidade de peixes, mamíferos e espécies marinhas. Eles têm um gigantesco tanque central (com observatórios localizados em vários pontos) repleto de tubarões, arraias, etc. Pagamos € 16,00 a entrada, sendo € 13,00 pela exposição permanente e € 3,00 pela temporária que era de tartarugas marinhas. Após babar muito nos aquários menores, nas lontras e no tanque central, disputando espaço no chão com as crianças, saímos de lá já com fominha de almoço, então pegamos o teleférico que fica ao lado da entrada do oceanário para ir até o parque das nações (não pela distância, que é curta e poderia tranquilamente ser feita a pé, mas pela vista mesmo). Chegando ao Parque das Nações, procuramos um lugar que parecesse bem convidativo para o almoço. No parque existem vários restaurantes com especialidades portuguesas, frequentado não só por turistas, mas por muitos locais também, especialmente porque era domingo. Escolhemos o restaurante D'Bacalhau (http://www.restaurantebacalhau.com), onde pedimos um menu de degustação de bacalhau para duas pessoas que vem com quatro tipo de preparações (todas deliciosas), chamado Misto de Bacalhau, regado a um vinho verde – o Muralhas (sugerido pelo dono do restaurante que jantamos no dia anterior). De quebra ainda ganhamos um cálice de vinho do porto de sobremesa, uma delícia! Este restaurante é uma sugestão especial para quem quer curtir o tempero de Lisboa. A conta cheia (para dois) saiu € 40,90 + € 4,10 da gorjeta. Depois do almoço fomos para estação Rossio na Praça da Figueira. O objetivo era tentar ir ao Castelo São Jorge, mas como já chegamos um pouco tarde por lá e estava acontecendo uma feirinha na praça, resolvemos ficar por ali mesmo e ir caminhando até a beira-mar para assistir ao pôr do sol, que nos brindou com um espetáculo, fechando com chave de ouro está viagem maravilhosa. Gastos do dia por pessoa (entrada oceanário, teleférico, almoço, hospedagem, metrô, lanche) = € 74,55.
  6. [t3]24/10/2013 (ITÁLIA: Roma)[/t3] Este dia foi um passeio mais despreocupado, curtindo a paisagem de Roma, o que já vale muito. Pela manhã visitamos as Termas de Caracalla (http://www.archeorm.arti.beniculturali.it/en/archaeological-site/baths-caracalla), um grande complexo de banhos construído no segundo século A.C. O lugar é imenso e vale a visita pelo estado de conservação e intenso trabalho de reconstituição. Para quem possui o Roma Pass, a entrada é liberada. Depois das termas, fomos caminhando até a Piazza Navona e depois direto ao Castelo Sant'Angelo, parando para almoçar neste meio tempo. Chegamos ao castelo umas 15h com uma chuvinha fina caindo e, como parte da visitação é ao ar livre, dificultou um pouco o passeio, mas não o deixou menos prazeroso. Gastos do dia por pessoa (hospedagem, almoço e entradas castelo com desconto) = € 43,25. [t3]25/10/2013 (ITÁLIA: Roma)[/t3] Nosso último dia inteirinho na Itália foi desfrutado com uma ida a Basília Novella e uma visita as Termas de Diocleziano (uma das partes que compreendem o Museo Nazionale Romano) e a Vila Borghese, regados a muito vinho, uma pizza e um tiramisu, os últimos em terras italianas. No dia seguinte partíamos para Portugal para o finalzinho de nossa eurotrip. Gastos do dia por pessoa (hospedagem, entrada termas, almoço, café e supermercado) = € 51,80.
  7. [t3]23/10/2013 (ITÁLIA: Roma)[/t3] Este dia foi uma maratona gostosa (passada por várias das piazzas e pontos turísticos de Roma). Com início no Coliseu, que é fantástico, passando pelo Foro Romano, Palatino, Piazza Venezia, Pantheon, Fontana di Trevi, Piazza Spagna e Piazza Popolo. Todos possivelmente feitos a pé, apreciando o passeio. Antes do início do passeio, tivemos que ir até o terminal central para buscar nosso Roma Pass (€ 34,00 cada – infos em http://www.romapass.it/?l=en e http://www.viajenaviagem.com/2012/06/roma-pass/). Na chegada ao Coliseu, logo pela manhã, (um pouco mais tarde que o nosso normal) constatamos que não chegar tão cedinho é lucro e não prejuízo. Com o Roma Pass não enfrentamos fila nenhuma para entrar como em Paris com o Paris Pass. No Coliseu aconselho pegar um áudio-vídeo guia, pois explica melhor como o espaço era utilizado e construído com imagens e vídeos, o que acrescenta e enriquece bastante a visita. Depois do Coliseu visitamos o Foro Romano e Palatino, que são bem em frente ao Coliseu e tem um espaço enorme para caminhar. Depois destas visitas, almoçamos em um restaurante nos arredores mesmo, mas são bem caros (pagamos € 24,00 por uma pizza simples e suco). Existem também barraquinhas de lanches, opção bem mais em conta. Outra dica é segurar um pouco a fome e ir caminhando até o Pantheon, onde existem mais restaurantes com um preço bem mais convidativo. Após o almoço fomos caminhando e passando pelos outros pontos que não tem entrada como as praças e monumentos com uma parada estratégica na sorveteria Giolitti, na via Degli Uffici del Vicario, 40, próximo ao Pantheon, muito recomendada pelos guias. Após me digladiar com outros turistas por uma bola de sorvete (realmente gostoso), fiquei pensando se vale a pena, pois tomei um sorvete tão gostoso quanto na sorveteria Il Cantagalli, ao lado da Fontana Di Trevi, por quase o mesmo valor (€ 0,50 mais caro) e sem enfrentar aquela quilométrica fila de turistas movidos pelas indicações de seus guias. Depois da passada pela Fontana di Trevi, fomos caminhando ainda até a Piazza Spagna e Popolo, para ver o sol se recolher, lindo!!!!! Neste dia jantamos em uma tradicionalíssima cantina italiana, indicação de nosso anfitrião Gabrielle, que ficava pertinho do nosso apê. E quando digo tradicionalíssima, é mesmo, com aquelas toalhinhas xadrez vermelho e branco, vinho servido em jarras e tomado no copo. Há, sendo que o mesmo copo é compartilhado para tomar a água também. Nossa sorte é que um dos garçons falava um inglês bem básico, mas que nos permitiu pelo menos conseguir escolher o prato. E este foi o melhor tiramisu que comi na vida, uma delícia!!!! O nome do local é Tanto Pe'Magna, via giustino de Jacobis, 9 (rione garbatella) – tel 0651607422 (http://www.tantopemagna.it/). Gastos do dia (audio-guia coliseu, almoço, metrô, sorvetes, supermercado, jantar, RomaPass e hospedagem) = € 101,34.
  8. [t3]22/10/2013 (ITÁLIA: Roma-Vaticano)[/t3] Fizemos as reservas para o museu do Vaticano com antecedência para evitar aquela fila imensa que se forma dando volta no quarteirão. Um dos melhores investimentos!!! A reserva que tínhamos era para as 9h e com ela é bem tranquilo e rápido de entrar. Dentro visitamos os museus e a Capela Sistina. Uma das coisas que me impressionou foi o realismo dos afrescos na Capela Sistina. Dá vontade de ficar lá sentado, babando. E a Criação de Adão, por Michelangelo, é minúscula em relação ao cômodo. Eu imaginei que ocupava quase todo o teto, mas foi um ledo engano. Depois dali fomos para a fila da basílica. Lá a entrada é gratuita, então não tem como fugir da fila. Ficamos de 30 a 40 minutos para conseguir entrar e depois fomos para a fila da subida a cúpula. Nesta você paga e existem duas opções: a primeira é pagar € 5,00 e subir os 500 degraus e a outra é pagar € 7,00 e ir de elevador até uma parte e subir mais 320 degraus. Bom, para as duas opções, haja perna. A vista da cúpula é linda! :'> Dá para ver todo o vaticano, os jardins e parte de Roma. Vale a pena para quem tem energia para subir tantos degraus! Um passeio que queríamos, mas não conseguimos fazer no Vaticano é o das catacumbas, pois precisa de reserva e não conseguimos fazer a nossa a tempo, mas fica a dica! Link do Ricardo Freire com mais informações: http://www.viajenaviagem.com/2010/06/tour-secreto-do-vaticano-o-peesse-fez/. Depois de almoçar nos arredores do Vaticano (tem vários restaurantes nas ruas perpendiculares ao museu do Vaticano) retornamos ao apê, pois precisávamos ir ao supermercado e lavar roupa também (o que for sinal foi uma aventura porque ninguém falava inglês lá....hehehe). O resto do dia foi descansando, pois o corre e corre da viagem começou a pesar um pouco. Total do dia por pessoa (metrô, subida cúpula, almoço, entrada museu, hospedagem, lavar roupa e super) = € 100,91.
  9. [t3]21/10/2013 (ITÁLIA: Nápoles – Pompeia – Roma)[/t3] Saindo de Nápoles pegamos um trem até Pompeia para visitar a cidade surpreendida por uma erupção do vulcão Vesúvio em 79 D.C. A parte já escavada da cidade é bem grande (levamos umas 4 horas para percorrê-la), mas ainda existem muitas escavações em andamento. O local é um imenso sítio arqueológico. A visitação é bem interessante, mas sentimos falta de mais placas explicando as construções ou como ocorreu o incidente. Se você não estiver com um guia, o passeio perde um pouco da sua riqueza. Outra situação que muitos imaginam que vão encontrar é um corpo a cada 10 passos, mas isso é ilusão . Vimos alguns descobertos e outros em redomas de vidro, mas são muito poucos comparando com todo o marketing envolto no sítio. Muitas pessoas fazem este passeio como um bate e volta de Roma (Passo a passo muito bom do Ricardo Freire: http://www.viajenaviagem.com/2009/07/passo-a-passo-bate-volta-de-roma-a-pompeia-e-napoles/ ). Nossa partida para Roma seria no fim da tarde, então retornamos à Nápoles no início da tarde para almoçar e buscar nossas mochilas no hotel. Chegando a Nápoles fomos em busca da famosa pizzaria Da Michele, mas como a fila estava muitoooo grande (geralmente é assim), resolvemos ir em outra um pouco mais a frente, na mesma rua, muito boa e tradicional também. Lá se percebe que os frequentadores são os locais mesmo e a pizza é excelente. :'> :'> Aliás, essa é a dica se você não quiser esperar a pizza ou comer na rua, pois na Da Michele praticamente não existem mesas. O nome da outra pizzaria é Trianon, logo em frente a Da Michele (uma construção de dois andares). O nosso trem atrasou muitíssimo e chegamos bem tarde em Roma, onde nosso anfitrião, Gabriele, estava nos aguardando. Ainda bem que ele fez a delicadeza de deixar coisinhas para o café da manhã. Chegamos muito tarde e como não conhecíamos a região, resolvemos ficar no apê mesmo descansando para o dia seguinte. Total do dia por pessoa (trem ida e volta Pompeia, entrada, Pizza, trem Roma e hospedagem) = € 62,00.
  10. [t3]20/10/2013 (ITÁLIA: Nápoles – Costa Amalfitana: Amalfi e Ravello)[/t3] Nosso objetivo neste dia era ter um gostinho da costa amalfitana. Primeiro pensamos em uma ida à ilha de Capri, mas o gasto seria bem maior, então optamos por ir à Amalfi. Saímos de Nápoles de trem com destino a Sorrento. Em Sorrento, você compra um bilhete de ônibus (€ 7,60 - válido por 24h) até Amalfi. Esta passagem te dá direito a pegar uma única vez um ônibus de turismo que vai de Amalfi a Ravello. O trajeto é muito bonito, mas durou mais que a tal uma hora que o pessoal tanto comenta nos fóruns, especialmente a volta, que durou quase 2 horas, então fique atento e não volte muito tarde, caso seja um passeio de um dia (nosso caso), pois você pode não ter mais trens de volta à Nápoles. Como o dia demorava a entardecer, a gente fica um pouco sem noção do dia se esvaindo. Amalfi é bem bonita, mas meio conturbada. Gostei mais de Ravello pela vista da costa e por ser aparentemente menos conturbada e mais charmosa. Em Ravello visitamos a vila Rufolo, muito linda e com uma vista incrível. Vale a visita. Achei as cerâmicas de lá incríveis também, mas viajando de mochila e já com algumas canecas, fica bem difícil comprar estas coisas, então ficou para próxima ... quem sabe!? Para ir até Ravello usamos o ônibus (uma viagem inclusa), para voltar resolvemos seguir uma dica que vimos em alguns relatos que era fazer uma trilha de volta à Amalfi. O centro de turismo em Ravello já tem um mapinha com todos os trajetos (para outros locais, incluindo Amalfi) saindo dali. A trilha até Amalfi vai intercalando a mata com a estrada e em parte do caminho você precisa passar em algumas casas e propriedades. Algumas abandonadas inclusive. Eu sinceramente não achei nada demais e acrescento que seja até um pouco perigoso. Nos relatos imaginei uma trilha costeando com vista para o mar, mas já alerto que não é nada disso e não recomendo. O trajeto de ônibus é bem mais bonito e seguro! Já em Amalfi fizemos um lanche que foi o olho da cara (absurdamente pagamos € 5,00 em uma garrafinha de coca cola de 250 ml), pegamos o ônibus de volta a Sorrento e dali o trem para Nápoles. Gasto total por pessoa (trem ida e volta Sorrento, ônibus Amalfi, entrada Vila Rufolo, lanche, jantar, hospedagem) = € 67,68.
  11. [t3]19/10/2013 (ITÁLIA: Florença-Nápoles)[/t3] Acordamos mais tarde e arrumamos as mochilas para deixar o apê. Como nosso trem sairia no fim da tarde e ainda teríamos este dia em Florença, deixamos as mochilas no locker da estação (não foi possível deixar no apê, pois nosso anfitrião já teria outros hóspedes naquele dia) e fomos para a Galleria Uffizi. Como não conseguimos reservar (mais infos no tópico das dicas no fim do relato), tivemos que amargar 50min na fila para entrar e essa foi praticamente a única coisa que conseguimos fazer neste dia, pois gasta-se um tempinho lá dentro também. Para almoçar (bem tarde, diga-se de passagem), optamos por provar a famosa bisteca a la fiorentina, prato típico. Para nós brasileiros não chega a ser uma grande iguaria, já que não passa de um bifão grelhado, mas é gostoso. Como o “almoço” demorou bastante, e depois da quantidade de unidades alcoólicas ingeridas ... hehehe, preferimos não arriscar perder o trem para ficar batendo perna e fomos direto para a estação. O trem chegou a Nápoles já bem tarde e fomos direto para o hotel. O hotel que escolhemos fica bem pertinho da estação de trem, mas essa é uma região bem perigosa para ficar dando bobeira, então estudamos bem o trajeto antes para saber exatamente onde ir. Meu conselho é não ficar em Nápoles. Embora a pizza seja realmente muito boa e barata, e servir como cidade base para conhecer a costa amalfitana e Pompeia (nosso caso). Se optar por se hospedar lá, sugiro este hotel, pois tem um custo x benefício excelente e também é um oásis no meio do caos (Sweet Sleep - http://www.booking.com/hotel/it/sweet-sleep.pt-br.html). O dono foi bem legal e nos colocou no quarto que tem um terraço privativo com vista para o Vesúvio!!!! Gastos do dia por pessoa (entrada Uffizi, almoço, locker, lanche, ida Nápoles e hospedagem) = € 99,40.
  12. [t3]18/10/2013 (ITÁLIA: Florença – Visita Toscana: Pisa-San Gimignano e Siena)[/t3] O passeio (dia inteiro com almoço incluso) pela Toscana, passando por Pisa, saiu € 65,00 por pessoa. Fomos com a Ciao Florence (+39 055 354044 – via Luigi Alamanni, 35 – site: http://ciaoflorence.it). O ponto de encontro para saída era próximo à estação de trem, bem fácil de achar, mas eles têm a opção de buscar no hotel também, se for o caso. A saída é por volta das 07:30, então saímos um pouco mais cedo do apê para passar em algum lugar para tomar um café. Tem um café muito bom dentro da estação de trem, com vários doces, brioches e o típico e delicioso café italiano. Hummm...momento nostalgia! A primeira parada é em Pisa, fomos a pé até o local da torre (os ônibus ficam em um estacionamento afastado) e o guia dá um tempo por lá para você curtir. A entrada na torre é paga, mas na catedral não. No entanto, você não pode entrar de bermuda, saia curta ou blusas decotadas. :'> Embora exista este aviso, vi algumas pessoas com saia entrarem, mas eles podem barrar, então é bom levar uma echarpe ou algo assim. Eu estava de short e enrolei uma echarpe para entrar. A nossa ideia inicial da viagem seria sair de Florença e ir à Pisa por conta, gastando um dia para isso. Como achamos este passeio que une a região da Toscana, que queríamos pelo menos dar uma passada, com Pisa, foi perfeito. E realmente não é necessário muito tempo em Pisa pelo que percebemos. Depois de Pisa fomos para San Gimignano, passando antes por uma vinícola para almoçar. O almoço servido é mais uma degustação de vinho do que um almoço propriamente dito. Eles servem uma entrada com brusquetas e depois uma pasta com molho de tomates. Em San Gimignano é o mesmo esquema, o guia dá um horário para estar no ponto de encontro e você fica livre para circular. Achei San Gimignano uma cidade muito charmosa (é uma cidade murada com estilo bem medieval) e tome cuidado para não se perder, pois embora exista um caminho principal, também existes várias vielas e entradinhas que a torna meio que um labirinto. Ah, não deixe de provar o sorvete da Dandolini (3 vezes vencedor do melhor sorvete), pois realmente foi o melhor sorvete que provei na Itália, e olha que tomei sorvete todos os dias! A última cidade a passar foi Siena. Nesta você tem a opção de passear por conta ou contratar o passeio com um guia local. Optamos pelo pacote sem o guia local e ficamos livres para caminhar. Como estávamos cansados já, demos só umas voltas e ficamos de boa na praça central, tomando um cafezinho e olhando o final de tarde chegar. O retorno a Florença é no início da noite, deixando pouco tempo para pensar em passear mais por Florença, pois como eu disse, foi um dia bem cansativo. Gastos do dia por pessoa (café da manhã, sorvete, lanche, banheiro, jantar e hospedagem) = € 45,20.
  13. [t3]17/10/2014 (ITÁLIA: Veneza-Florença)[/t3] Saímos de Veneza, direto da estação Ve. Mestre (próxima ao hotel), para Florença com atraso de 30min. Em Florença fomos muito bem recebidos por nosso anfitrião, Roman (em Florença também ficamos em um apê alugado, pertinho da estação de trem). Depois de descansar um pouco, almoçar e olhar uns folders de passeios da região que o Roman nos deixou, fomos conhecer a região e contratar o passeio para a Toscana para o dia seguinte (foi o que achamos mais interessante). Caminhando até o duomo, visitamos a basílica, a galleria De'lla Academia (onde está o Davi de Michelangelo – fila enorme) e depois a ponte Vecchio. Fechamos o dia em um restaurante próximo ao apê, com uma entrada de frios e pães e um spaghetti à carbonara que meu namo apaixonou! Muito bom mesmo! Excelente restaurante com um preço bem justo! :'> :'> Tratoria Maso (http://www.ristorantepizzeriamaso.com/ristorante-pizzeria http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g187895-d3847835-Reviews-Tratoria_Maso-Florence_Tuscany.html) Total dia por pessoa (ida Florença, entrada galeria, almoço, passeio toscana dia seguinte, hospedagem e jantar) = € 146,75.
  14. [t3]16/10/2013 (ITÁLIA: Veneza)[/t3] Bom, esta é a parte em que temos certeza que chegamos à Itália e como eles são parecidos conosco. Nosso trem chegou com 1h30 de atraso, às 11h, e, depois de deixar as mochilas no locker da estação, fomos atendidos por um garçom muito engraçadinho que foi até um pouco grosseiro em um café na estação. Ao contrário da maioria das oficinas de turismo na França, que funcionam, esta, embora no horário que deveria estar aberta, estava fechada. Sem contar que, mesmo na oficina não fornecem nenhum tipo de mapa gratuito, você deve comprar. Pagamos € 3,50 pelo mapa numa banca de revistas logo na saída do terminal. Mas não me levem a mal, gostei muito da Itália como um todo e quero voltar lá com certeza, mas a disparidade foi tanta que me surpreendeu muito. Achei Veneza muito bonita com aquelas vielas e barquinhos. Para uma primeira visita vale, mas sinceramente não foi aquilo tudo. Na cidade é tudo muito caro e ela sinceramente não tem estrutura para a quantidade de turistas que circulam por lá. Novamente, igualzinho ao Brasil. O labirinto em formas de vielas tem seu charme, mas então vá sem pressa, passeando mesmo, pois a probabilidade de se perder é grande. Nós passamos umas três vezes pelo mesmo lugar até conseguir voltar....hehehe. Para hospedagem, optamos por um hotel fora de Veneza, pois era bemmmm mais em conta. Escolhemos o hotel City Of Art Venice Lloyd (http://www.booking.com/hotel/it/city-of-art-venice-lloyd.pt-br.html), que fica bem pertinho na estação de trem anterior à de Veneza, a Ve. Mestre. Para chegar ao hotel passa-se por um túnel que passa por baixo da estação. Tínhamos apenas um dia em Veneza e a entrada no hotel era somente após as 15h, então fomos direto para lá, deixamos as mochilas em um locker na estação e fomos curtir a cidade. No fim de tarde retornamos a estação Ve. Mestre para dar entrada no hotel e voltamos a Veneza para jantar. A noite em Veneza é bem gostosa e existem vários restaurantes margeando os canais. A maioria possui os famosos menus turísticos (que são compostos por entrada e prato principal e alguns incluem bebida e sobremesa). Há os que torcem o nariz para este tipo de opção, mas estes menus são interessantes na minha opinião, porque geralmente incluem pratos típicos da culinária local a um preço bem razoável. Nós achamos um por € 11,00 onde pedi uma massa com frutos do mar como primeiro prato e um escalope de cogumelos com legumes como segundo. Meu namo pediu uma lasanha e depois salmão com salada. Estava bem gostoso e ainda pedimos vinho, água e um tiramisu de sobremesa. Tudo saiu € 43,00. O trajeto da estação de Veneza até Ve. Mestre é bem comum e rápido. Você pode comprar o bilhete nas máquinas espalhadas na estação, mas não esqueça de validá-lo (mais informações sobre isso nas dicas depois do relato). Não percorremos Veneza de cabo a rabo, claro, mas me atreveria a dizer que você consegue conhecer os principais pontos da cidade tranquilamente em um ou dois dias. Total dia por pessoa (hospedagem, tickets trem, mapa, almoço, jantar, taxa de turismo) = € 74,25.
  15. [t3]15/10/2013 (FRANÇA: Paris)[/t3] Neste dia iríamos para Veneza em um trem noturno, então a primeira tarefa ao deixar o apê foi levar as mochilas para um locker na Gare de Lyon, de onde sairia nosso trem. Depois os planos eram ir até Montmartre visitar a catedral e o café de Amelie Poulain, mas o metrô teve problemas técnicos e a linha ficaria parada por um tempo , resolvemos então mudar os planos, já que tempo não era exatamente o que tínhamos em abundância. O plano B foi visitar o Museu des Invalides e o túmulo de Napoleão. Passeamos mais um pouco, almoçamos e o dia foi gasto basicamente nisto, já era hora de voltar a Gare de Lyon e esperar o trem que partiria com destino à Veneza às 20h. Este trem era leito (com aquelas cabines com caminhas tipo beliche) e também compramos com antecedência, então conseguimos um preço muito bom. :'> :'> Gastos do dia (almoço, locker, lanche para noite e o trem para Veneza) = € 112,74.
  16. [t3]14/10/2013 (FRANÇA: Paris)[/t3] Este dia foi dedicado ao Louvre, ficamos algumas horas por lá. A dica do Louvre é FOCO! Caminhar pelos corredores e apreciar é gostoso, mas o tempo passa rápido e é provável que você não consiga ver nem metade das coisas que realmente quer ver, o que provavelmente também vai acontecer mesmo com um certo planejamento, porque, meu amigo, o lugar é grande ... imenso!!! ãã2::'> Eu gosto muito de arte egípcia, então, depois da Monalisa e uma passadinha na ala grega, fomos direto para a ala egípcia, que ocupa mais de um andar. O resultado: ala egípcia, ala egípcia, ala egípcia ... nem terminamos. Fomos ver outras obras carimbadinhas e lá se foram quase 4 horas de museu. Outra questão é, por mais que você goste de museus, o que é relativamente o meu caso, a gente cansa mesmo, então não vá esperando ficar 8 horas por lá, pois isso dificilmente acontecerá. Outra dica aqui é novamente o Museum Pass (incluso no Paris Pass) :'> . A fila no Louvre estava imensa, mas como já tínhamos, digamos assim, o ingresso, entramos bem rapidinho. Saímos do Louvre já tarde e procuramos um restaurante pelas redondezas que tivesse escargot, pois ainda não havíamos provado. Achamos um na lateral do museu onde existem vários, misturados com lojinhas e ambulantes. Depois do Louvre resolvemos gastar um pouquinho os benefícios do Paris Pass e pegamos o tour de ônibus, parando nas galerias lafayette, que finalmente estavam abertas. Quanto às galerias, não achei aquilo tudo. Claro, é um luxo só, mas não achei que perfumes e bolsas estivessem com o preço mais em conta que um free shop, por exemplo, e, para os padrões mochileiros, é tudo muito caro. Finalmente, depois de um dia bem intenso de caminhadas, voltamos ao apê, mas antes passamos na Picard para comprar uma comidinha para fazer à noite. Aliás, é outra dica ótima, a Picard é uma loja de congelados bem famosinha em Paris, onde os locais compram muito, pois os produtos são práticos, gostosos e baratos. Uma lasanha grande de bolonhesa saiu € 3,50 e existem produtos para tudo que é gosto. Para os que decidirem alugar um apê ou ficar em um albergue é uma mão na roda. Mais informações em: http://www.picard.fr/ e http://www.conexaoparis.com.br/2012/12/19/dica-supercongelada/ Gastos do dia (Almoço, hospedagem, supermercado e Picard): € 70,75.
  17. [t3]13/10/2013 (FRANÇA: Paris-Versalhes)[/t3] Este dia foi dedicado à Versalhes. Normalmente se vai à Versalhes de Paris pelo RER C na direção Versailles - Rive Gauche, mas esta linha não estava funcionando neste dia, pois estava em obras, então tivemos que ir de trem. Saindo da Gare Montparnasse (N – verde) até a estação Versailles - Chantiers e de lá a pé. Ao contrário do RER, o trem não está incluso no Paris Pass, então tivemos que desembolsar € 6,70 cada (ida e volta). Quase todos os relatos que li diziam para chegar cedo para não pegar fila, mas não foi o que observei. Muitas excursões chegam cedo (vários ônibus lotados) e já com seus ingressos em punho, o que não reduz a fila de entrada. Então, mesmo com o Paris Pass (que inclui entrada no palácio), precisamos enfrentar uma boa fila para entrar. Minha dica é reservar um dia inteiro para conhecer, mas chegar mais tarde, umas 10 ou 11h para evitar estas excursões. Outra pergunta constante que vi o pessoal fazendo é sobre levar comida e bebida. No palácio não te deixam entrar de mochila (elas ficam em um guarda-volumes), mas quando sair, pode pegar a mochila e ir para os jardins. Levamos sanduíches e vinho para fazer um piquenique nos jardins. Aprovadíssimo!!!! Como os jardins não estão inclusos no Paris Pass, tivemos que pagar para entrar e compramos também o bilhete para os trenzinhos que vão até os demais pontos. E aí vão mais duas dicas. O jardim é gigantesco e nem todo ele é cercado. Claro, a parte mais bem cuidada e bonita está na parte cercada, mas achei meio caro pagar € 8,50 para entrar naquela parte. Você pode ir caminhando ou com o trenzinho por fora (circundando) e chegar na parte dos jardins que não é cercada. É nessa parte que estão os restaurantes e lanchonetes, se você quiser comer por lá, mas já vou avisando que é caro! Outra dica é não comprar o bilhete cheio do trenzinho. Claro, para quem não está nem um pouco afim de caminhar ... vale, mas dá para ir à pé tranquilamente até os demais chateaux, inclusive a vila de Maria Antonieta e pagar apenas o retorno do trem, pois você já deve estar bem cansado nesta altura. Pagamos pelo bilhete cheio (quantas idas e vindas quiséssemos) € 6,90. Apenas um bilhete (uma subida no trenzinho – existem várias paradas e você desce onde quiser) saía por € 3,70. Nós acabamos pegando o trenzinho apenas duas vezes. Retornamos à Paris no meio da tarde e fomos novamente ao Arco do Triunfo, pois não conseguimos subir no dia anterior. Essa foi mais uma ocasião que o Paris Pass compensou, pois chegando lá tinha uma fila enorme para entrar, mas eles controlam a venda dos ingressos com a quantidade de pessoas que já estão lá dentro (o número é limitado), mas com o Museum Pass (que vem com o Paris Pass) em mãos, você entra na hora. Nem pegamos fila. Depois do Arco fomos caminhando por uma rua paralela a Champs Elysee até as Galerias Lafayte, mas chegando lá, as lojas estavam fechadas. No domingo fecha cedo aparentemente. Gasto total do dia por pessoa (sanduíches almoço, passagens Versalhes, entrada jardins, trenzinho, hospedagem) = € 45,10.
  18. [t3]12/10/2013 (FRANÇA: Paris)[/t3] Resolvemos já no planejamento, após fazer algumas contas, que valia comprar o Paris Pass para quatro dias. Mesmo ele sendo bem carinho (€ 151,00 na época), ele inclui várias atrações e museus (inclusive o Louvre) e dá direito ao transporte público e entradas diferenciadas (sem muitas filas, uma vez que você não precisa pagar entrada). Como andaríamos muito de metrô, pelo menos a ida e volta do apê todos os dias e a parte do tempo em filas de bilheteria ia contar muito, optamos por ele. Mais informações em http://www.parispass.com. Pela manhã fomos buscar nosso Paris Pass e depois fomos para Saint-Chapelle (incluso). A Concierge estaria fechada até novembro para reformas, então não conseguimos entrar. Depois de Saint-Chapelle fomos a pé (haaa...como é bom caminhar em Paris ) margeando o Sena até a Notre Dame, um dos únicos locais em que, mesmo com o Paris Pass, você deve sim enfrentar a fila para subir na torre. Para ter uma ideia, esperamos 1h30 para conseguir entrar, mas vale cada minuto, pois a vista é indescritível!!! Algo a se avisar é que a subida à torre é feita apenas subindo zilhões de degraus, então não é nada indicado para cardíacos. Depois de sair com as pernas quase bambas da torre, foi a vez de entrar na fila para entrar na catedral (essa entrada é gratuita e a fila costuma ser grande também, mas bem mais rápida que a da torre). O nosso almoço foi em um restaurante nas proximidades da catedral pois estávamos verdes de fome e depois, claro, um sorvetinho na Berthillon, na Rue Saint Louis em Île Saint Louis, vizinha da Île de La Cité. O sorvete era realmente muito bom, mas não sei se vale a pena enfrentar aquela fila de turistas (sim, fila imensa para tomar sorvete!). Uma grata surpresa foi achar uma linda igreja bem camuflada nessa mesma rua da sorveteria, onde cantavam meninos de um coral. Lindo! O resto do dia foi batendo perna mesmo: fomos ao Trocadero, Arco do Triunfo e Champs Elysee. Gasto total do dia por pessoa (Paris Pass, hospedagem, metrô de ida, alimentação) = € 195,88 – ficou caro pelo Paris Pass.
  19. [t3]11/10/2013 (FRANÇA: Paris-Tours-Vale do Loire)[/t3] Acordamos cedinho, pois tínhamos que pegar um trem para Tours às 06:41. Infelizmente calculamos mal o tempo de chegada e perdemos o trem por uns cinco minutinhos. Eu já disse que na França os serviços funcionam pontualmente? E quando digo pontualmente é pontualmente mesmo!!!! Bom, arcamos com este prejuízo e compramos os tickets novamente (€ 90,00 direto com saída às 7:16 – a passagem antecipada nos custou € 31,30). O horário deve ser cedo para quem sai de Paris, pois as excursões para o Vale do Loire saem de lá por volta das 9h e o trajeto até Tours demora cerca de 1h10. Em Tours existe um único posto de turismo que representa as agências. É só seguir pelas ruas que ficam à direita de quem olha para o terminal de ônibus em frente à estação. Daí você atravessa as duas avenidas que tem em frente ao terminal de ônibus. O posto de turismo está logo do outro lado em uma esquina e é bem grande. Mesmo que o posto esteja fechado no momento (foi o nosso caso), é só esperar pois as vans de turismo saem dali para os passeios. Uma dica é ir mais ou menos com a lista dos castelos que você deseja visitar, pois eles procuram sempre te atender. Se não der com a pessoa que você conversou, ela contacta outra e assim vai. Achei o pessoal de lá muito prestativo. Agendamos os passeios com a agência Touraine Evasion (http://www.tourevasion.com) Fizemos um passeio pela manhã com uma agência e à tarde com outra. Existem os passeios que duram o dia inteiro, mas o roteiro não nos agradou. Pela manhã visitamos os castelos: Azay Le Rideau e Villandry (€ 20,00 por pessoa, sem as entradas dos castelos) e a tarde o Chenonceau (o mais bonito na minha opinião), Amboise e Clos Luce (€ 28,00 por pessoa, novamente sem as entradas dos castelos). A entrada de cada castelo varia em uma média de € 8,00. O mais caro foi o Chenonceau (€8,50). No tour da manhã fomos com um grupo, mas a tarde fomos somente nós dois com um guia. Os guias desses grupos só acompanham até os castelos. Se você quiser um guia para explicar a história e acompanhar no passeio ao castelo, pode alugar os áudio guias ou contratar um passeio guiado. Voltamos bem tarde de Tours, como não queríamos correr o risco de perder o trem, compramos o retorno à Paris para 20:30. Na região existem muitos, mas muitos castelos para visitar. Se a sua ideia é fazer isso com calma e curtindo, minha sugestão é se hospedar pelo menos um dia em Tours ou outra cidade próxima (na região) e alugar um carro para ir aos castelos que bem entender e ficar o tempo que bem entender. A região é muito bonita e vale a pena explorá-la com calma. :'> Gasto total do dia por pessoa (ida a Tours antecipada e na hora, hospedagem, entradas, passeio, refeições e tickets de metrô): € 198,65 (ficou caro pelos tickets de trem a mais).
  20. [t3]10/10/2013 (FRANÇA: Saint Malo-Paris)[/t3] Neste dia voltaríamos à Paris, mas o trem sairia somente às 11:40, então acordamos mais tarde um, tomamos café com calma, arrumamos as mochilas e fomos à pé para a estação. O trajeto de Saint Malo à Paris (Gare Montparnasse) durou cerca de 3hs. Ao chegar à estação compramos umas baguettes para nosso almoço e fomos em direção à estação de metrô de Montrouge, pois nossa anfitriã estava a nossa espera. O apartamento que ficamos em Paris é bem legal, um pouco afastado do centro, mas a algumas quadras de uma estação de metrô (15min para chegar ao centro) e o bairro é super charmoso. Eu recomendo , pois o preço estava bem acessível comparado aos hotéis e hostels, e com o metrô pertinho fica tudo muito fácil. O apart da Kathleen (https://www.airbnb.com.br/rooms/637841) tem micro-ondas, fogão, máquina de lavar, internet e um gatinho fofo para cuidar, o Doofy. O bairro também é fofo, com tudo que você vai precisar pertinho: supermercado, lanchonetes, restaurantes, lavanderia, açougue, verdureiro, padaria, etc. Depois de comer e descansar um pouco, fomos reconhecer a região e abastecer a geladeria, mais tarde uma visitinha ao centro (torre Eiffel), afinal de contas, era nosso primeiro dia em PARIS!!! Gasto total do dia por pessoa (ida à Paris, almoço, compras no super e bilhetes de metrô): € 87,37.
  21. [t3]09/10/2013 (FRANÇA: Saint Malo - Saint Michel)[/t3] Como havíamos planejado ir à Saint Michel de carro para visitar também uma das praias do “Dia D”, fomos à busca de uma locadora. O plano B seria ir somente à Saint Michel de ônibus ou trem, já que ficou muito em cima o aluguel do carro. No terminal existem duas locadoras de carros, pela europcar seriam € 85,00 a diária, mas eles não tinham para o dia, então foi o plano B mesmo. Compramos um bilhete conjugado de trem até Dole Di Bretagne que saía às 09:30 e ônibus até Saint Michel a € 22,80 cada, pois o ônibus que vai direito de Saint Malo para Saint Michel já havia partido (sai às 09:20). Ambos saem do terminal. Com este bilhete conjugado chegamos por volta das 11:10 em Saint Michel. Lá (no centro de informações turísticas), você deve pegar um ônibus menor (que sai de lá com frequência e é gratuito) para o Mont Saint Michel. Mesmo se você for de carro, precisa deixá-lo do centro de informações turísticas, pois não estão deixando estacionar próximo ao monte, há obras de ampliação da estrada que liga o monte ao continente. No monte pode-se visitar quatro museus e a abadia. Para os museus você pode comprar uma entrada por museu ao custo de € 9,00 ou uma entrada para os quatro por € 18,00. Para a abadia o bilhete é único e custa € 9,00. Não sei dizer se vale a pena o preço que se paga para visitar os museus, eu particularmente acho que não valeu, mas é um gosto pessoal. No entanto, se é sua intenção conhecê-los, compre o bilhete único para os quatro museus que compensa mais. Há quem goste de se hospedar lá para ver o pôr do sol, pois dizem que é bem bonito (eu não vi), mas se o orçamento está curto (hospedagem por lá não costuma ser barata), vale somente aproveitar o dia, pois dá tranquilamente para ver tudo. Voltando à Saint Malo, fechamos o dia com experimentações das iguarias da cidade: Moules ao creme (uma espécie de marisco da pedra - menorzinho - cozido em um molho bem temperado) e outros frutos do mar como ostras, lagostim, caramujo, camarões ... uns cozidos, outros nem tanto! Valeu a experiência claro, mas já servia para incrementar a lista dos “ok, experimentei, agora chega!”. ::hãã2: jantar foi meio salgadinho, € 66,00. Gasto total do dia por pessoa (ida Saint Michel, entradas museus e abadia, almoço, jantar e hotel): € 118,20. Um relato bem legal que li sobre Saint Malo e Saint Michel, onde conta um pouco da história é o do Arnóbio Neto: http://meusplanosdeviagem.wordpress.com/2012/10/19/saint-malo-et-mont-saint-michel/
  22. [t3]08/10/2013 (FRANÇA : Saint Malo)[/t3] O Jet Lag nos pegou de jeito neste dia. Acordamos já no limite para pegar o café da manhã. Tomamos café e depois voltamos a dormir. Acordamos já no início da tarde e fomos explorar a cidade murada (parte histórica). A dica aqui é deixar pelo menos estes primeiros dias mais leves, pois o descompasso com o relógio nos deixa mais cansados mesmo. ãã2::'> A cidade murada fica uns 15 a 20 minutos a pé do Ibis que nos hospedamos. Saint Malo é bem agradável. Passeamos pelas proximidades do porto, fomos até a catedral e ilhas que ficam logo em frente à praia. Só é necessário tomar cuidado com a maré, pois sobe rápidamente e você corre o risco de ficar preso ou ter que dar um bom mergulho para voltar à praia. O bom dessa cidade é só curti-la mesmo, caminhando. Meio dia é suficiente para conhecer quase tudo, mas com o dia livre você consegue apreciar melhor e ver tudo com mais calma. Eu prefiro! Um passeio pela parte de cima das muralhas é uma boa pedida :'> , assim como uma ida ao museu que tem uma torre de onde se avista boa parte da cidade. Em Saint Malo a vida corre bem tranquila e os locais fecham bem cedo, em torno das 19h (pelo menos na época que fomos). Alguns ficam até umas 21:30/22h abertos, mas são exceção. Próximo ao hotel achamos um único supermercado, mas estava fechado por uns dias para balanço. Em frente ao terminal de trens/ônibus, achamos uma sanduicheria bem boa. Pagamos por dois sanduíches, fritas e refri - € 10,95. Gasto total do dia por pessoa (almoço, entrada museu, lanche noite, água, hotel): € 56,28.
  23. [t1]Relato de Viagem à Europa (França, Itália e um pulinho em Lisboa/Portugal) - 24 dias - Outubro/2013[/t1] Demorou um pouquinho, mas saiu. Espero que ainda seja útil aos mochileiros que estão planejando viagem para França ou Itália. Portugal (Lisboa) também consta, mas foi só um pulinho. Lugares visitados: FRANÇA: Saint Malo, Saint Michel, Paris, Vale do Loire e Versalhes. ITÁLIA: Veneza, Florença, Pisa (Toscana), Nápoles (Pompeia e Costa Amalfitana), Vaticano e Roma. PORTUGAL: Lisboa Algumas observações: - Os gastos são por pessoa, considerando que algumas coisas são divididas por dois como hospedagem, comida, etc. - A maioria das coisas foi reservada ou comprada com antecedência porque a economia seria bem maior, mesmo assim considerei o gasto no dia específico que ele foi "utilizado". - Concentrei dicas gerais e direcionadas, assim como algumas impressões no final do relato para ficar mais fácil a localização. Segue também um vídeo com uma seleção de fotos da viagem: [t3]06/10/2913 e 07/10/2013 (Florianópolis-Paris-SaintMalo)[/t3] Dias bem cansativos. Foram quatro aviões (Florianópolis-RJ-Porto-Paris) + ônibus para gare Montparnasse + trem para Saint Malo. Saímos de floripa no dia 6 às 11:41 e chegamos em Saint Malo, nosso destino final, no dia 7 às 22h. Pegamos um ônibus do aeroporto Orly, em Paris, para gare Montparnasse. Tem uma linha da Les Cars que sai do portão D da ala oeste, linha 1, que para na frente de Montparnasse. Foram € 12,00 por pessoa. Demorou uns 15 a 20 minutos para chegar à Montparnasse, no ônibus há áudio em inglês e francês para avisar quais serão as próximas paradas. Chegando a Montparnasse optamos por ficar por ali mesmo aguardando o trem que sairia para Saint Malo às 18:41. Os trens, assim como os ônibus, barcos, etc, realmente saem no horário. A Gare Montparnasse é imensa, tem vários andares de onde saem trens para quase toda a França, metrôs e ônibus para vários pontos de Paris. Pelo menos quatro linhas de metrô passam por ela. Lá dentro existem várias opções de lanchonetes, especialmente as baguetes que são um lanche tradicionalíssimo dos franceses, em especial os parisienses e, além de serem saborosas, também são uma das opções mais baratas de alimentação. O trem que nos levou à Saint Malo chegou por volta das 20h, em uma noite fria. Pegamos um táxi até o hotel e o taxista, apesar de não falar quase nada em inglês, foi muito simpático. Saint Malo é uma cidade relativamente pequena e, com exceção dos restaurantes dentro das muralhas, tudo fecha muito cedo. Quando chegamos, próximo às 20h, os locais próximos ao nosso hotel já estavam fechando, então tivemos que nos contentar com um sanduíche de frango mesmo. Optamos por ficar em um Ibis Budget pelo preço, mas ficava relativamente afastado da cidade histórica, onde se concentram a maior parte dos restaurantes, bares, etc. Gasto total do dia por pessoa: € 88,87.
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