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lucasmuzel

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Sobre lucasmuzel

  • Data de Nascimento 23-03-1986

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    Auxiliar de Informática
  1. Olá, Luciana. Creio que eu posso te ajudar em algumas dúvidas: 2) Machu Picchu fica em Aguas Calientes. Quando eu fui, eu peguei o trem noturno, que vai de Aguas Calientes até Ollantaytambo. A partir de lá, eu peguei uma van que vai até Cusco. Nós chegamos em Cusco bem tarde. Ou seja, seria quase que o dia inteiro apenas para fazer esse trajeto. Creio que tinham opções de trens direto (de Aguas Calientes até Cusco), mas eram mais caras. 3) Quando eu fui, eu cheguei em Puno à noite (mais ou menos às 7 e meia). Creio que a viagem entre Copacabana e Puno leva cerca de 3 horas e meia. E para La Paz seriam mais 4 horas. Pelo horário de saída que você passou, eu ACHO que não teria problemas na fronteira. 4) A distância entre Copacabana e La Paz são cerca de 4 horas. Adicione a isso o tempo que leva entre a Ilha do Sol e Copacabana (creio que cerca de 1 hora). Isso vai depender muito do horário que estiver disponível para saída do ônibus. Exceto em ocasiões muito especiais, geralmente tem passagem disponível com facilidade. Quando eu fiz a viagem, costumava comprar com um dia (ou dois) de antecedência. Quanto ao item 1, eu não passei por Ica. Abraços,
  2. Ae, vivi. Quem bom que vc gostou do mini-relato. Os perrengues dessa trip foram inúmeros. Principalmente Valparaiso, Antofagasta, e claro, Santiago. Mas é isso que acontece quando os TNTs se metem a SLs, hehehe. Imagine só se tivéssemos tentado fazer a tal travessia da Ilha Grande? Affe, não íamos passar do quarto dia. Tem que ter um passeio light, para principiantes. E que de preferência não tenha muita altitude NEM muito vento, kkkk Como tiveram muitos dias de viagem, vou tentar fazer por etapas, ou até por dia. Daí vai ter tanta coisa que dará para fazer um livro, hehehehe.
  3. Como se lascar no Atacama Prelúdio: Quase lá Eram cerca de 11:45, a uns 5.500 metros de altitude, em relação ao nível do mar. Logo acima, um tanto de terreno inclinado, com uma fumaça negra subindo, indicando que o Vulcão Lascar estava em atividade. Olhando para o lado, diversos vulcões visíveis (Chiliques, Aguas Calientes e Acamarachi), e lá no chão encontrávamos laguna Lejía, que estava congelado naquele 4 de Julho de 2010. Centenas de metros abaixo, meu amigo Tony descia a montanha. Ele não iria conseguir completar o trajeto restante, e teve de voltar até a pickup. Minha cabeça doía muito, por conta do enxofre e da altitude. Estava sendo quase que empurrado por ventos na direção contrária, que davam uma horrível sensação térmica, apesar do sol fraco que fazia naquela hora. Constantemente, controlava cada passo dado, em um ritmo de tartaruga, inspirando e expirando com dificuldade. Parecia que eu havia corrido uma maratona, e sentia que a qualquer momento eu poderia desmaiar, tamanha era a sonolência. Por mais de uma vez, eu me perguntei: "Porque diabos eu decidi vir até aqui?" Como ainda não obtive as fotos, arranjei essa, da Wikipédia. Esse é o vulcão Lascar. Antes do vulcão Era o 16º dia de viagem, de um total de 22. Estávamos em San Pedro de Atacama, a cerca de 2.600 metros de altitude, já aclimatados em nosso terceiro dia. A noite anterior foi o mais tranquila possível, de modo a estar 100% preparado para o que viria a seguir. Logo às 4:30, veio o guia Pedro, da Atacama Connection, e sua pickup. Eu não vi muita coisa do trajeto, pois tentei dormir no caminho. Mas sei que o trajeto demorou um bocado, tendo inclusive que passar por trechos altamente irregulares, com buracos, e subidas bem íngrimes. Estacionamos perto de uma lagoa congelada, por volta das 6:00, para tomar o Desayuno, que consistia de Pan com Queso e Té (de coca). Durante a refeição, ouvimos muitas histórias sobre os confrontos do Chile na Guerra do Pacífico. Por exemplo, descobrimos que, não muito longe de onde estávamos, podem haver algumas minas terrestres ativas, que poderiam pegar algum aventureiro desafortunado. Depois de comer, fomos para outro ponto mais adiante, na beirada do vulcão Lascar. Estávamos a cerca de 4.800 metros de altitude. [googlemap]http://maps.google.com.br/maps?f=d&source=s_d&saddr=San+Pedro+de+Atacama,+Chile&daddr=Lascar+Volcano&hl=pt-BR&geocode=FTVFov4dGDPv-ylN5XSNU3SpljH-KP3g_efohQ%3BFfVzm_4dq3j2-ykJ0bH-LTaoljGnB5O1hQ7DDg&mra=ls&sll=-23.122366,-67.99431&sspn=0.656741,1.598511&ie=UTF8&ll=-23.120154,-67.780151&spn=0.656753,1.598511&t=h&z=9[/googlemap] Fizemos esse trajeto(de A até B). De madrugada. A escalada Em pouco mais de vinte minutos, já havíamos feito três paradas, para retomar o fôlego. A cada punhado de passos, o ar parecia faltar, e o coração disparava. A inclinação do terreno não estava muito alta, somente contando com uma ou outra pedra no caminho. Foi aí que o guia nos mostrou como deveríamos ir subindo, e que, caso mantivéssemos aquela velocidade mínima, demoraríamos 2 horas para atingir o cume. Demorando mais do que isso, o pessoal do Atacama Connection ficaria alarmado. Por volta da quinta parada, decidimos fazer um lanche, que consistia em uma barra de chocolate. A vista do lugar era realmente incrível. O único porém era o forte e irregular vento que vinha lá de cima. Se deixássemos a luva solta no chão, ela seria levada e estaria vagando por lá até agora, a esmo. Fui tentando seguir o ritmo mínimo. Um passo, inspira. Outro passo, expira, um passo, inspira. Outro passo, expira, um passo, inspira. Outro passo, expira. E por aí vai, ad eternum. Até que chegamos na metade do percurso (em pouco mais de uma hora desde o começo da escalada), e fizemos outro lanche rápido. Daí em diante, o guia mostrou a sua preocupação com Tony, pois ele estava em um ritmo mais lento. Mais alguns metros adiante, ele teria de decidir se poderia continuar ou não. Tony aguentou até cerca de 5.400 metros. Ele estava a alguns metros abaixo, e Pedro foi até lá para falar com ele, e provavelmente convencê-lo a desistir. Alguns minutos depois, o guia retorna, junto com a câmera fotográfica. Tony começou o seu retorno ao veículo, encerrando a escalada naquele momento. Quanto a mim, ainda me restaram longos vinte e cinco minutos, até terminar. Sempre no mesmo ritmo, embora agora com ventos mais fortes e o obstáculo do cheiro de enxofre. Dez minutos depois, o trecho ficou mais inclinado, e com pedras vulcânicas ainda menores. Quando você dava um passo, o seu pé afundava um pouco, e até chegava a ir para trás, até se fixar. Com mais dez minutos passados, o guia Pedro me animava a continuar, falando que só restavam 5 minutos. Ainda assim, o topo quase que não mudava de aparência. Só tinha ficado um pouco maior. Quando eu menos esperava, de repente o topo foi atingido, e a cratera tornou-se visível. A altitude era de 5.592 metros, e aproximadamente meio dia. Fique extremamente contente, e até com energias renovadas. Como eu sabia que teria poucos minutos lá em cima (novamente devido ao enxofre), tratei de sacar algumas fotos, vídeos, e de olhar bem como era por lá. A visibilidade era completamente diferente. Além dos vulcões vizinhos e do lago congelado, também era possível ver o salar, que havíamos passado perto na ida. Do outro lado, também podia-se ver diversas outras montanhas, sendo que uma parte daquilo poderia até pertencer à Bolívia. E quanto a cratera, era muito funda, embora não se pudesse ver lava, somente a fumaça saindo lá de baixo. Ah, e lá o vento soprava em velocidade máxima. Uma panorâmica de como é lá em cima. Novamente, essa foto não é minha A descida Bom, essa foi apenas a metade do esforço. Agora, teria mais um bom tempo até descer todo o vulcão. O primeiro trecho, que era mais inclinado, foi o mais fácil de descer. A única dificuldade era controlar a velocidade, e evitar de se esborrachar no chão. A minha bota sofreu bastante nessa etapa, ficando repleta de poeira e arranhada pelas pedras. Porém, não foi muito complicado. Eu até consegui gravar uns vídeos durante a descida. Após o primeiro trecho, era possível avistar um pequeno ponto lá embaixo. Era o Tony, que estava na etapa final da descida. Como ele estava tentando contornar um trecho de gelo, em pouco tempo ele tomaria um caminho errado, e não chegaria até o veículo. Por conta disso, o guia disparou na descida, para alcançá-lo. No começo, até que consegui seguir o ritmo radical, mas as minhas pernas pediram arrego. Os músculos são muito mais exigidos na descida que na subida. principalmente os braços e panturrilha. Demorou mais de uma hora, mas consegui descer, bem devagarinho. O meu ponto de referência eram Tony e Pedro, dois pontos distantes lá embaixo. Só consegui avistá-los quando cheguei perto do trecho de gelo, e avistei a pickup 4x4 de cor vermelha, que sinalizava a minha saída para aquele lugar. Durante a volta, eu só pensava em dormir, pois a minha dor de cabeça estava fortíssima, e estava totalmente exausto. Tanto é que retornamos no hostel às 17 horas, e às 18 e meia, já estava dormindo. eu só acordaria 14 horas depois, já bem recuperado dessa empreitada. Considerações finais Lá no início, quando pesquisamos sobre o vulcão, tanto na internet quanto nas agências lá de San Pedro, tivemos uma ideia de percurso que era realizável. Todos diziam que bastaria se aclimatar à altitude, dormir bem antes, não consumir bebidas alcoólicas, e coisas do tipo. PORÉM, a escalada supõe alguns outros fatores, principalmente para quem nunca subiu em nada maior que um degrau de escadas E que também não pratica exercícios físicos regulares. Se você pretende fazer essa loucura, vai ser bem mais fácil se você praticar academia e/ou exercícios aeróbicos regularmente. Caso contrário, as chances de você cancelar a escalada são bem mais altas. Fora esses poréns, foi algo extremamente cansativo, embora valeu a pena, em cada segundo. O Tony jurou que ainda irá regressar ao Lascar, para concluir a empreitada. E, num futuro próximo, pretendo também repetir a dose, só que provavelmente com o vulcão Toco, que é inativo (sem enxofre!) e de trajeto mais curto.
  4. Olá, Augusto. Sem problema. Se fosse possível, eu imagino que esse tópico poderia habitar os dois subfóruns ao mesmo tempo, rsrs. Abraços,
  5. Augusto, pode deixar que tentarei fazer um relato tão bacana quanto o teu. Só que eu vou adiar a viagem para o ano que vem. Tenho de ver algumas outras coisas. Sobre o papo com a galera, eu li isso em alguns lugares. O povo parece ser bem hospitaleiro e gentil. Como eu não tenho noção boa do tempo, o relógio é essencial, rsrs. Abraços,
  6. Valeu, xaliba. Sempre que possível, vou colaborar com o pouco que sei. É mesmo. É questão de segurança. Tranquilo. Independente de onde ficar, o importante é que não "vire vapor", rsrs Abraços,
  7. Precauções com o seu Smartphone Durante a viagem tão planejada, um dos itens que não faltarão serão boas fotos, tiradas com uma máquina fotográfica. E, dependendo do local visitado (e de outros detalhes), um telefone celular pode vir a calhar, para mandar aquele alô para a família. No caso dos esportistas, pode-se também querer um acompanhamento da distância percorrida, com o uso de um pedômetro, ou odômetro, ou GPS. Por conta da quatidade de itens descritos acima, algumas pessoas optam por ter tudo isso acima em um único aparelho. São os chamados smartphones, que são versáteis, poderosos, e úteis. Ah, mas também custam uma pequena bagatela. Para evitar de ter o prejuízo desnecessário, segue abaixo algumas dicas quando for utilizá-los quando for mochilar: - Evite fotografar ou atender o telefone no meio da rua, pois nessa bobeira podem te afanar o aparelho, e aí já era. Prefira ficar nos cantos, perto das entradas dos prédios. Melhor até se for dentro do local (quando for atendê-lo). - A maioria dos aparelhos chama a atenção, portanto evite de expô-lo como um troféu. Ou seja, nada de ouvir as duas MP3s a todo volume, sem fone nem nada, só segurando o celular na mão. Eu imagino que você goste muito do aparelho, portanto, deixe-o guardado no bolso, ou em algum outro lugar de fácil acesso. - Olho vivo quando for ver algumas fotos anteriores, ou usar fones, ou jogar aquele joguinho bacana. Ao ficar distraído, você estará facilitando. - Tenha cuidado também com a sua agenda de contatos. Caso seja roubado, itens na agenda como "Pai", "Mãe", e "Casa" podem ter conseqüências imprevistas. Use a sua criatividade, e dê outros nomes para esses itens particulares. - Por fim, existem os programas que ajudam a proterger os seus dados no celular, para que as informações armazenadas lá não te prejudiquem. O Guardian é um deles, que inclusive tem versão free. As dicas acima, juntamente com outras precauções para não ser roubado, como tomar conta da mochila, e se arranjar com a grana, afinal, isso não é algo exclusivo do Brasil. O importante é aproveitar a viagem, para que esse tipo de coisa não aconteça. Dúvida: não sei se isso é nesse fórum (1ª viagem) ou do Smatphones.
  8. Augusto, muito obrigado pela resposta! Se Deus quiser, eu terei novidades em Novembro, quando tiver completado o trajeto. Com certeza. É por isso que ganhou o justo nome de caminho da fé, pois também leva à Aparecida. Um tempo assim, em contato com a natureza (e com ELE) será muito agradável. Recomendam mesmo a vaselina. Santo remédio! Eu escolhi o candidato a tênis já. Tá mais rodado que muito carro por aí, rsrs; Era o que eu imaginava. Em trechos planos, vai ser sussegado, andando sem calma, e só dando uma olhada ocasional no relógio. E vamos que vamos!
  9. Augusto, parabéns pelo relato detalhado! Eu estava cogitando esse caminho agora em Novembro, mas estava um pouco receoso por conta de ir sozinho. Como você fez a maioria do trajeto sozinho, fiquei determinado em seguir em frente. Agora só falta ver como me saio nessas caminhadas longas...Trotando na esteira, chego próximo dos 5Km em 40 minutos. Tenho umas duas perguntas para te fazer, sobre o trajeto: 1) Sobre o tênis, tem algum critério mais específico? Tipo, precisa de ter amortecedor? 2) Na média, quanto tempo leva para cada trecho? Uma estimativa de 3Km/hora é razoável? Valeu, Lucas
  10. Obrigado, Nattyvs. Eu também pretendo fazer o mesmo, já que no ano que vem estarei em Paris! Esses roteiros são bem interessantes, pois dá pra ver muita coisa numa sacada só. Valeu, Junior Faria. Quando sobrar um tempo (e os roteiros forem bons/detalhados o suficiente), terá mais. Que bom que você gostou, Studart. Espero que seja útil para todos. Eu postei aqui por conta do roteiro ser descrito nesse tópico. Mas, se necessário, eu copio o post para o outro tópico.
  11. Olá! Parabéns por compartilhar as informações! Os futuros viajantes (eu, por exemplo) ganhamos muito com isso. Eu decidi colocar os trajetos no Google maps, para facilitar o planejamento. Se algum trecho do trajeto estiver incorreto, por favor me avisem. ROTEIRO 01: Da Notre Dame até a Torre Eiffell e esticada até La Defénse Tempo total estimado a pé: 39 minutos [googlemap]http://maps.google.com/maps?f=d&source=s_d&saddr=Station+Cit%C3%A9&daddr=6,+Rue+du+Clo%C3%AEtre+Notre+Dame,+75004+Paris,+France+(Cath%C3%A9drale+Notre+Dame+de+Paris)+to:Place+Panth%C3%A9on,+75005+Paris,+France+(Panth%C3%A9on+Monument)+to:Boulevard+Saint+Michel,+Paris,+Ile+de+France,+75006,+75006,+France+(Au+Jardin+du+Luxembourg)+to:Port-Royal+station&hl=pt-BR&geocode=%3BFcJv6QIdBeEjACHeUXs3giWFCA%3BFZ5T6QIducojACFjufkmiO0c1w%3BFSha6QIdTLgjACHAo0q8KsiWdw%3B&mra=ls&dirflg=w&sll=48.844915,2.342335&sspn=0.034795,0.061626&ie=UTF8&ll=48.845683,2.346439&spn=0.017397,0.030813&z=14[/googlemap] Tempo total estimado: 42 minutos [googlemap]http://maps.google.com/maps?f=d&source=s_d&saddr=Cambronne,+75015+Paris,+France+(Cambronne)&daddr=Avenue+Lowendal+to:Champ+de+Mars+to:Torre+Eiffel,+7%C3%A8me+Arrondissement+Paris,+Paris,+France+(Fran%C3%A7a+Paris)+to:Trocadero+Palace&hl=pt-BR&geocode=FbVa6QIdjSMjAA%3B%3BFeF76QId8REjACGyZZZmTxWaRA%3BFY2F6QIdxgMjACGyo7blWvqVSg%3BFcqL6QIdTeQiACEeNav88E49Ww&mra=ls&dirflg=w&sll=48.852664,2.306415&sspn=0.069579,0.123253&ie=UTF8&ll=48.855341,2.295799&spn=0.017394,0.030813&z=14[/googlemap] Tempo estimado de viagem: 1 hora e 13 minutos [googlemap]http://maps.google.com.br/maps?f=d&source=s_d&saddr=75,+Galerie+Damiers,+92400+Courbevoie,+France+(Subway+la+D%C3%A9fense)&daddr=Avenue+des+Champs-Elys%C3%A9es,+75008+Paris,+Ile-de-France,+France&hl=pt-BR&geocode=Faf-6QIdTGAiACHXWltjuxmQfA%3BFamx6QIdAjYjAA&mra=ls&dirflg=w&sll=48.879875,2.27839&sspn=0.051366,0.110378&ie=UTF8&ll=48.884134,2.283096&spn=0.051361,0.110378&z=13[/googlemap] Tempo estimado: 58 minutos [googlemap]http://maps.google.com.br/maps?f=d&source=s_d&saddr=Place+Charles+de+Gaulle,+75008+Paris,+France+(Arc+de+Triomphe)&daddr=Avenue+des+Champs-Elys%C3%A9es,+75008+Paris,+France+to:Place+de+la+Concorde,+75008+Paris,+Ile-de-France,+France+to:Rue+Royale,+75008+Paris,+Ile-de-France,+France+to:Igreja+La+Madeleine+to:%C3%B3pera+de+paris+to:Galerias+Lafaiette&hl=pt-BR&geocode=FVnB6QId7wQjACFdbB9gbrU-9Q%3B%3BFTqh6QIdTmkjAA%3BFYeq6QIdDXIjAA%3B%3B%3B&mra=ls&dirflg=w&sll=48.869895,2.31376&sspn=0.025688,0.055189&ie=UTF8&ll=48.870248,2.317514&spn=0.025688,0.055189&z=14[/googlemap] ROTEIRO 03: Das Tuilleries até a Place dês Vogues Tempo estimado de percurso: 1 hora e 13 minutos [googlemap]http://maps.google.com.br/maps?f=d&source=s_d&saddr=Concorde+(Paris+M%C3%A9tro)+%4048.866225,2.322450&daddr=Jardin+des+Tuileries,+75001+Paris,+Ile-de-France,+France+to:El+Carrusel+to:Place+du+Carrousel,+75001+Paris,+France+(Louvre+(Mus%C3%A9e+du))+to:Rue+de+Rivoli,+Paris,+Ile-de-France,+France+to:Centro+Cultural+George+Pompidou+to:Rue+Rambuteau+to:Rue+d%C3%AAs+Francs+Bourgeois+to:Place+de+Vogues+to:Pra%C3%A7a+da+Bastilha&hl=pt-BR&geocode=FbGj6QIdEnAjAA%3BFWWW6QIdy4sjAA%3BFTWP6QIdKKMjACHFBWlsB9JwtQ%3BFcqL6QIdLLMjACGHlDdXKhJreQ%3BFRqN6QIdw70jAA%3BFVqO6QIdPeMjACEAb1yo8dctZQ%3B%3B%3BFTJ66QIdSxgkACEfgXH5mpnkPw%3BCe834qSluEt4FQRx6QIdXyUkACHYQ8hyKJILdg&mra=pe&mrcr=8&dirflg=w&sll=48.858278,2.346439&sspn=0.051388,0.110378&ie=UTF8&z=13[/googlemap] Tempo estimado de viagem: 30 minutos [googlemap]http://maps.google.com.br/maps?f=d&source=s_d&saddr=Esta%C3%A7%C3%A3o+Anvers+(Sacre-couer)+%4048.882808,2.344358&daddr=France+(Sacr%C3%A9-Couer)+to:Cemit%C3%A9rio+de+Montmartre&hl=pt-BR&geocode=FXjk6QIdpsUjAA%3BFaHy6QIdXsAjACEvO2bRTBdn-w%3B&mra=ls&dirflg=w&sll=48.722183,2.844602&sspn=0.824431,1.766052&ie=UTF8&z=15[/googlemap]
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