Ir para conteúdo

gumamanske

Membros
  • Total de itens

    76
  • Registro em

  • Última visita

Tudo que gumamanske postou

  1. Olá pessoal! Estarei indo final de dezembro, por volta do dia 29/12 e devo retornar lá pelo dia 7/01. Gostaria de fazer além das trilhas diárias, algum trekking de dois ou três dias, mas pelo que vi há apenas um de dois dias, tal de Sete Quedas. Se souberem de mais algum, me informem. Gostaria de sugestão de camping em São Jorge, Alto Paraíso e Cavalcante. Estarei sem carro e com disposição para carona. Valeu pessoal!
  2. Bom, eu uso a minha Titã há anos, da época que era Nômade ainda. Depois de anos ela veio a perder a impermeabilidade. Havia começado a descolar um pouquinho na lateral, mas não se propagou. Nada tem a ver descolar o solado (mesmo que muito pouco) com impermeabilidade. Leia o manual que irá entender. Minha opinião sobre a bota é positivo. Fiz trekking em El Chalten,Torres del Paine, Trilha Salkantay, Pico Paraná, Conjunto Marumbi, Monte Roraima, dentre muitos outros. Talvez porque a minha seja mais antiga, os materiais eram outros. Não sei, mera especulação. Meu review está no link: http://www.mochilandosemfronteiras.com/2012/10/analise-da-bota-nomade-tita-kevlar.html Grande abraço!
  3. Eu uso o Kit Guepardo para duas pessoas. Os talheres, estou usando de titânio. Eles tem uma articulação que permite dobrar ao meio, e são extremamente leves e resistentes. Pesam apenas 18 g cada um. Tem o review deles em meu blog: http://www.mochilandosemfronteiras.com/2013/10/exclusivo-talheres-de-titanio-alocs.html
  4. Olá amigo! Só acho que sua generalização não está correta. A concorrente nacional da Snake tem um ótimo atendimento pós-venda.
  5. Todos meus calçados são 42. Comprei uma /Trinity da Snake tbm 42 e mano, coitado dos meus pés! Os dedos ficam esmagados! Isso é normal? Desculpe minha ignorância, estou apenas iniciando no esporte.
  6. Muito bom esse tópico! Acho que todos sentem essa ansiedade mesmo. Principalmente quando o destino não é tão frequentando, quando vc tem poucas informações, quando não tem nem ideia de como vai ser a comunicação no país de destino. O único detalhe na qual não me enquadro, é em arrumar previamente a mochila. Já cheguei a arrumar a mochila duas horas antes de ir para o aeroporto, isso que a viagem seria de 30 dias
  7. Olá, eu tenho uma há quatro anos. Já acampei com ela na Patagônia - Torres del Paine e El Chaltén, Monte Roraima, Serra do Quiriri (SC), Pico Paraná e outros trekkings e viagens de mochila. Ela não aguenta neve, nem foi feita para isso, mas garanto que dá pra pegar muito vento e frio com ela, sem contar que aguenta muita chuva tbm. Quanto ao desconforto, não há dúvidas, ela é ruim nesse sentido. Mas há que lembrar que essa barraca tem o propósito de ser leve, resistente e funcional, e NÃO confortável. Não é para pessoas que não conseguem se afastar de sua zona de conforto. E mesmo sendo pequena, cabe eu que tenho 1,78m e minha mochila de 75L e ainda cozinho dentro dela! Tem um review dela em meu blog. Abraço
  8. Quem quiser relatos de viagens de mochilão, análise de equipamentos, relatos de trekking e hikking entre outros artigos, segue o link do meu blog. Escrevo de maneira descontraída, e de fácil leitura. Dê uma olhada http://www.mochilandosemfronteiras.com Grande abraço!
  9. Cara, a Salkantay vale muito a pena. Quanto a chuva, bem, ela prejudica na Inka assim como na Salkantay. Peguei dois dias de chuva, mas tempo limpíssimo em M.P. Não posso me queixar. Foi ótimo!
  10. Acredita que até encontre seu tamanho na loja. Mas a questão é, se nesse tempo de amaciar você ganhar calos? É um pouco arriscado. Tenho Nômade e recomendo. Tenho mais 7 amigos que compraram tbm por sugestão minha. Nenhum deles têm do que reclamar. Quanto as meias. Eu fiz a Salkantay só com meia de coolmax mesmo. Acho suficiente. Em relação a Finisterre, um problema é a falta de biqueira. O couro acaba ficando todo arranhado na frente da bota. Abraço
  11. Oi Nathalia! Ctba é duas horinhas daqui E verão, praias de SC?
  12. Que lindas imagens! Saudades dessa viagem. Faz 10 meses que voltei desses lugares que estivesse e já quero voltar. Muito bom! Parabéns!
  13. Olá Aline. Até onde sei não existe ônibus que faça uma linha direta La Paz - Sucre. Você precisará fazer algumas escalas, trocando de transportes. De La Paz até Uyuni você pode ir de duas formas: direto de ônibus leva aproximadamente 12 horas, mas as 4 horas finais o ônibus balança muito devido ao péssimo estado da estrada, ou de La Paz até Oruro de ônibus (4 horas) e de Oruro para Uyuni de trem (7 horas), porém não são todos os dias que saem trens; de Uyuni para Potosí são de 6 a 8 horas de ônibus; de Potosí para Sucre são mais ou menos 3 horas de ônibus Abraço. Ola, a titulo de atualizacao, eu fiz Oruro-Potosi em 4 hrs de bus. e Pososi-Uyuni tbm em 4 hrs. Ou seja, se nao estiver em Oruro no dia que o trem parte para Uyuni, é melhor fazer esse roteiro que fiz. Caso contrário, fazendo de bus Oruro-Uyuni vc pega umas das piores estradas da Bolivia. Oruro-Potosi-Uyuni é tudo asfaltado! Fica a dica.
  14. Bom, eu fiz o passeio partindo de Uyuni, fiz o de três dias pq o salar estava alagando (fiz em janeiro). Eu paguei 900 bolivianos pelo passeio, incluindo tudo, ate a taxa do parque nacional na qual faz parte do roteiro. Acredito eu que fazendo este de três dias, você viaja menos tempo pelo salar. Quanto ao passeio partindo de SPA, deve ser muito mais caro eu acredito, principalmente voltando para SPA! Aconselho visitar meu blog e ler o relato dos dias de uyuni em diante, é só olhar no menu. Acesso através da imagem/link do meu blog aqui em baixo. qualquer dúvida é só perguntar! abracos
  15. Daliana você é um anjo! Muito obrigado por este post, me ajudou muito! Pretendo fazer esta trip sozinho final do ano. Parabéns pelo relato. Valeu!
  16. Aah valeu pela dica galera! Eu nunca tinha pensado nessa hipótese! A coitada da minha câmera já sofreu muito com umidade e baixas temperaturas. Na patagônia ela parou de funcionar quando peguei uma friaca violenta, e no Peru foi a umidade. Mas claro, fazendo a Salkantay creio que não deve ter esse problema de umidade.
  17. Cuida com a umidade. Deixe a câmera em local sempre bem seco. A minha um dia antes de Machu Picchu parou de funcionar, por causa da umidade. Sorte que deixei ela amarrada na mochila pegando sol e voltou a funcionar (ufa!). E na compra do trekking na agência, já pede o comprovante do ticket do trem. Quando eu fui voltar de A.C. para Cusco, descobri que a agência não tinha comprado meu ticket de trem. Solicite o comprovante já na contratação do passeio! Bom trekking!
  18. Fiquem espertos que o valor do boleto turístico mudou de 2011 para 2012, simplesmente DOBROU de preço. É um absurdo! Recomendo sair de Arequipa de bus, ficar uma noite em Chivay, e pegar aquele bus podre até o mirador do cânion. Pegar agência sai mais caro. Hosel em Chivay custou 20 soles.
  19. Eu fui pela Madness. Recomendo a agência. Os guias são gente fina, as bikes são boas e não houve nenhum contratempo. É um passeio imperdível!
  20. Eu recomendaria o Azteq. Tem menor volume, e menos da metade do peso que o da Nautica. Esse da Nautica é muito ruim para transportar.
  21. 5º Dia (28/12/2010) - Ushuaia / Punta Arenas Esse foi um dia só de viagem. Acordei cedo, 06:00 hrs, para pegar o ônibus para Punta Arenas. Eu e o Guilherme já tínhamos comprado as passagens no dia anterior, me desculpem, mas não lembro e nem tenho anotado o valor da passagem. O ônibus que partiu de Ushuaia era de leito, muito confortável, de dois pisos. As duas primeiras horas de viagem é muito prazerosa, principalmente a saída de Ushuaia. A ônibus passa por uma estrada bastante sinuosa por entre as montanhas nevadas. Bate uma saudade de Ushuaia forte nesse momento. Prometi pra mim mesmo que voltaria um dia a Ushuaia, mas para passar uma temporada de uns seis meses. Foi uma cidade que gostei muito de conhecer, ao fundo as montanhas, na frente o Canal de Beagle. Fui bem recebido por todos. As casinhas coloridas em direção as montanhas são lindas. As diversas lojas de equipamentos técnicos, roupas de grife, chocolates deliciosos, restaurantes elegantes. Enfim, uma cidade de 70 mil habitantes que parece ser ainda maior em termos de atrações. E menor por sua calma e tranquilidade. Com pouco mais de duas horas de viagem, chegamos em Río Grande. Então pagamos uma taxa de 7 pesos que não lembro pra que era. Se não me engano era o permisso de saída da Argentina. Nessa rodoviária, conhecemos a Fernanda. Uma brasileira de Campo Grande que estava viajando sozinha. O segundo ônibus que pegamos, não era de leito, e seria mais 10 horas de viagem. O trajeto de Río Grande Punta Arenas é desértico, nada interessante para ver. Somente a travassia do Estrecho de Magallanes que é legal. Vimos uns golfinhos orcas ao lado do ferry boat. Acompanharam-nos danos saltos exibindo-se. Chegamos em Punta Arenas, eu estava com uma vontade imensa de já pegar o próximo ônibus para Puerto Natales. Sabia que em PA não tinha nada que me interessasse. Porém o Guilherme e a Fernando me convenceram a ficar aquela noite em PA e seguir com eles para PN na manhã seguinte. Ali mesmo onde o bus nos deixou (na agencia de onibus, não é em rodoviária), pegamos uma van cheia de mochileiros para um hostel. Ficamos no Hostel Blue House (6000 pesos). Não gostei do hostel, era uma velha casa de madeira que rangia quando andava. Os banheiros era meio sujos e a água do chuveiro nem chegava a ser morna. Ainda nessa noite fomos comer em uma pizzaria. Custou mais ou menos 25 reais. Depois fomos para um barzinho, em frente a pizzaria, onde tocavam melosas canções em espanhol, e num karaokê todo mundo do bar acompanhava as letras e cantaca junto. O bar ficava num prédio muito antigo, e todos lá dentro fumavam. Desde os mais jovens até os coroas. Bebemos uma cerveja chamada Austral. Não gostei muito dessa cerveja, embora o rótulo seja bonito. Depois do pub fomos passear durante a madrugada pela calles de PA. Passamos em um cassino, conhecemos praças até voltar ao hostel. Desse hostel só lembro que a cama era confortável! O resto não gostei. A grande dica desse post é, se vc tem um pouco de pressa, ao desembarcar em P.A, já pegue outro bus para Puerto Natales. Não vale a pena ficar em P.A. A não ser que queira muito ver os pingüins.
  22. Ééé isso que eu chamo de materiais tecnológicos! Super leve e resistente!
  23. Com a viagem fora as passagens, foi R$ 2.100,00. Algo em torno disso. Com roupas e calçado, foi R$ 115,00 camisa 2ª pelo Solo + R$ 115,00 calça 2ª pele Solo + R$ 420,00 bota Nômade Titã Kevlar, + R$ 25,00 par de meia de trekking Solo + R$ 50,00 calça impermevável marca chinesa + R$ 200,00 Parka impermeável respirável (um amigo trouxe dos EUA, por isso ficou barato.) Não usei luvas, nem touca, nem cachecol. É, na verdade no blog acabei vendo que nao coloquei muitos valores, pretendo discriminar melhor os valores no relato aqui no Mochileiros.com Abraço
×
×
  • Criar Novo...