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SimoneCristina

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Sobre SimoneCristina

  • Data de Nascimento 18-10-1985

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    Japão..ou talvez outro antes, rs :-)
  1. Oieeee, galera!!! Tudo bem? Gente, me ajudem! rs. Estávamos com o roteiro certo para a próxima trip ser para América Central, no mês que vem. Porém, me disseram que não vale a pena viajar pra lá agora. Alguém já foi? Realmente chove muito todo dia? Chove a ponto de perder os passeios? Obrigadaaaa!
  2. Bom dia! Tudo bem? Tô atrás dessa informação também. Me deixaram com receio de ir...
  3. Oie! Tudo bem? Você pegou muita chuva? Como foi? Abraços
  4. Oi, Rodrigo! Tudo bem? Como foi sua trip? Queremos ir mês que vem, mas tô com medo das chuvas... Abraços
  5. Muito obrigada pelo suporte!!! 😘
  6. Obrigada!!! É que antes eu consegui ler vários e agora sumiram. Vou pela busca Obrigada pela atenção! Beijos
  7. São 6 relatos de cada? Minha dúvida é porque só consigo ler os 6 da imagem + 6 do Panamá, mas na tela inicial fala que são mais de 120
  8. Obrigada pelo retorno! Tenho tentado o primeiro link, mas só aparecem 6 posts, como na figura, e um link para "Panamá", aonde deveriam ter 80 posts e aparecem mais 6. Estou fazendo algo de errado? Abraços
  9. Boa tarde, pessoal! Estou buscando relatos da América Central, mas não consigo ler mais do que 6 opções. Outros fóruns apresentam as páginas, mas na parte de Relatos limita. Alguém pode me ajudar? Obrigada!
  10. Ótimo relato! Só uma correção: as linhas do metrô que passam na estação Luz são a azul e a amarela. Beijos
  11. 15.11.2013: Bogotá Pegamos um táxi até o hostel Los Andes na Zona Rosa. Dessa vez o taxista era gente boa e pegamos o número dele, rs. Deixamos as malas e saímos para o centro histórico porque tinha o tour gratuito agendado pelo PIT. Pegamos o transmilênio até a estação Museu del Oro e seguimos a pé até a Plaza Bolívar. Estava rolando uma festa, mas não sei do que. Perguntamos a um grupo se eram eles e o guia falou que não. Fomos ao PIT e a moça sugeriu esperar que passassem ali em 10 minutos. Então, fomos a uma lanchonete ao lado comer algo. O Allan pediu um buñuelo e eu não lembro o nome do meu, mas parecia com o do Allan, mas menor e assada (muito bom!). Voltamos para a porta do PIT e o guia chegou...o mesmo que perguntamos antes Disse que eu falei da polícia e não era...mas está escrito! Enfim...seguimos com o grupo. Passamos pela casa e museu Santa Clara, Palácio Echeverri, o Observatório Astronômico, o ministério da fazenda com a estátua do Jose Assuncion Silva com suas curiosidades sobre a nota de 5.000 COP, Igreja San Agustin, Palácio de San Carlos, o Teatro Cólon e seguimos pela Carrera 5. O guia nos mostrou a Casa de la Moneda, o Museo Botero e a Biblioteca. Descemos pela Calle 11 até o Centro Cultural Gabriel Garcia Marquez, aonde há um efeito sonoro quando nos posicionamos ao centro. Ali terminou o passeio. É legalzinho, mas achei que o guia falava rápido demais e não esperava todos chegarem para explicar. Além disso, não respondia nenhuma pergunta minha O Allan e eu descemos para comer e os restaurantes da rua eram pequenos e estavam abafados por falta de ventilação, tendo em vista que não tinha energia. Passamos no Palácio Arzobispal e na Catedral Primada, razoável Fomos ao museu da moeda (de graça) e ganhamos uma moeda comemorativa do vigia Vimos um pouco, mas as vigias das salas eram muito chatas e nem nos deixavam chegar perto dos quadros. Desistimos e entramos no Botero que é interligado. Começou bem, mas uma hora disparei o alarme por chegar a dois palmos do quadro Apesar disso, muito legal as gordices Entramos em outros restaurantes, mas optamos pelo Plaza Santa Fé. Lá era amplo, muito ajeitadinho e gracinha. Optamos pelo menu do dia que só mudava a carne. Escolhi o 1 e o Allan o 2: creme de tomate, frango ao molho tamarindo ou porco ao molho inglês, arroz, macarrão bechamel, salada e bebida. Muito saboroso e por um bom preço! Como não queríamos o creme, nos deram a opção de mais uma salada ou salada de frutas. Optamos pela segunda que levamos embora. O bom é que a salada é servida a vontade Descemos para ver a troca de guardas, mas foi cancelada. Refizemos os passos do guia para tirar foto sem galera e entramos na igreja San Austin, mas o clima não era bom. Detalhe para as velas elétricas que acendem com a doação, sequer usam vela comum Resolvemos ir até a Basílica, mas estava fechada. Compramos um doce com 2 wafer e doce de leite e vimos uma bandinha ensaiando. No caminho para o hostel vimos um desfile que parecia escola de samba, mas contra o preconceito racial e violência contra a mulher. Muito legal! Passamos na feira de artesanato e voltamos para o hostel moídos. Fechamos um dia no quarto duplo com banheiro (sem café porque não tomaríamos) e um semi duplo (cama um pouco menor do que a de casal) com banheiro e café. Duas cervejas Club Colombia na conta e cama! Gastos do dia (2 pessoas): - Ônibus: 6.200 COP - Alimentação: 35.000 COP - Táxi: 13.000 COP - Hostel (2 diárias): 185.000 COP –------------------------------------------- 16.11.2013: Bogotá Acordamos cedo, arrumamos as malas (mudaríamos de quarto) e saímos para Zipaquirá. No caminho, passamos no mercadinho para comprar um lanche. Pegamos o Transmilênio até o Portal Norte e lá pegamos um ônibus para Zipaquirá. Em Chia subimos dois quarteirões, aonde pegamos o trem turístico até a Catedral de Sal. Na Catedral optamos pelo pacote A1 com catedral, guia, espelho de água e show de luzes, o mais básico de todos. O tour inicia pela via sacra e seus significados abstratos, rs. Passa por um trecho com três descidas com significados, mas não contarei para não estragar a surpresa :'> Vimos as catedrais e uma parte aonde escorreu água e ficou como uma cascata de sal. Passamos no espelho d'água que tem 10cm de profundidade, mas seus elementos fazem com que reflita perfeitamente o teto e passa a impressão de maior profundidade. O trajeto termina em um show de luzes beeeeeem meia boca. Voltamos tirando foto e assistimos ao filme 3D que conta a história da catedral, o primeiro filme 3D gravado na Colômbia...meio cansativo. Comemos um lanche no famoso Café Colombiano 180 metros bajo tierra, mas não estava muito bom, e compramos ticket para a Rota dos Mineiros. No passeio subimos por uma escada de 42 degraus que dizem ser dos pecadores. Dizem que quanto mais cansado termina, mais pecados carrega. Ah, o passeio é feito com capacete e lanterna. Começa em um túnel estreito de uns 5 metros, mas andamos devagar porque vamos de lanterna apagada e ficamos inseguros no breu. A guia nos dá explicações e a ida é sem lanterna. Ao final do túnel há picaretas para marretar um pouco e simulam uma explosão miada (eu faria melhor ). Ela explicou que atualmente não são realizadas explosões. Por ter suas paredes compostas por 85% de sal, jogam água e vão dissolvendo-a. No retorno ganhamos algumas pedras de lembrança De lá pegamos o trem para descer com o mesmo ticket. Tiramos algumas fotos do centro, compramos lembranças e...pé na estrada! Pegamos um ônibus para o Andrés Carne de Res, em Chia, mas o cobrador nos enganou dizendo que parava perto. Descemos onde indicou e tivemos que pegar outro ônibus que nos deixou a um quarteirão de lá. Realmente o lugar é grande e muito legal! A decoração é muito louca, cheia de penduricalhos. Não dá pra explicar. O atendimento é nota 1.000 e pegamos várias coisas. Ganhamos um guardanapo bacana, veio um grupo tocando música típica que nos deu uma faixa, ganhamos um cardápio, doces...bacana demais! Comemos bacon com torrada e provolone com torrada. O Allan tomou uma cerveja e eu pedi um Maracujá tropical (rum, maracujá, leite condensado e sorvete). Caro, mas vale a pena mesmo! Até fizeram uma reserva no Andrés DC para a gente (estava lotado). Na saída ganhamos morango Andamos uns 5 quarteirões e pegamos um ônibus para o Portal Norte. Lá, entramos no Transmilênio para o hostel. Chegamos no hostel depois da reserva do restaurante e resolvemos adiar, até porque estávamos satisfeitos. Ainda assim, fomos ao Andrés DC (pertinho do hostel) ver se poderíamos entrar com o mochilão, já que precisaríamos de um lugar para esperar o voo e, assim, mataríamos os dois coelhos. No Hard Rock negaram, mas lá aceitaram na hora. Sucesso!!! Passamos no mercadinho e cama! Gastos do dia (2 pessoas): - Ônibus: 27.600 COP - Trem Chia: 6.000 COP - Passeio Catedral: 40.000 COP - Rota dos mineiros: 12.000 COP - Alimentação: 125.000 COP –------------------------------------------- 17.11.2013: Bogotá Acordamo tarde exaustos de toda a viagem. Chega uma hora que o corpo pede arrego, rs. Tomamos café simples no hostal, compramos umas coisas no mercadinho e pegamos o transmilênio J95 para Las Águas. De repente...estamos voltando! Descemos e pegamos o J95 de novo. Descemos na Las Águas e subimos a pé até a entrada do Cerro Monserrate. Compramos tickets para subir e descer (funicular ou teleférico) e pegamos a fila do funicular porque a do teleférico demoraria demais. Ele sobe rapidinho e, lá em cima, percorremos a via crucis. Estão montando um presépio, mas não está pronto ainda. Visitamos a igreja em reforma e percorremos alguns mirantes. A vista é bonita, mas estava muito cheio. Além de ser domingo e mais barato, estava acabando a missa, o que contribuição para a superlotação. Lá em cima também há barracas de artesanato e comida, mas achei a comida um pouco porca Íamos descer de teleférico, mas tinha muita fila e nosso tempo era sagrado. Então, descemos de funicular mesmo. Embaixo seguimos a pé ao museu do ouro (aproximadamente 20 min), de graça aos domingos. Como não somos muito fãs de museu, fizemos rapidinho, mas para quem gosta é preciso um bom tempo porque é enorme! Corremos para a feira de artesanato perto da Plaza Bolívar para chorar uns preços com a gentil senhora do dia anterior, mas ela estava transformada na abominável senhora das feiras e foi muito grosseira. Compramos o que queríamos na feira e seguimos para o Palácio Nariño, aonde teria a troca de guardas. A troca começou com um pouco de atraso, às 16h10, mas gostamos muito! De diferente das que já vi, destaco a dobra da bandeira e que no final tocaram jingle bell Recomendo! Dura uns 40, 45 minutos... No mercado compramos café e refrigerante diferente para recordação. Paramos no Juan Valdez a caminho do Transmilênio para comprar mais lembranças e seguimos para a estação. Enrolamos um pouco no hostel, pois poderíamos ficar lá até 21h30 apenas, e fomos com as malas para o Andrés DC. Chegando lá fomos muito bem recebidos e guardamos tudo no roupeiro, com direito a caras assustadas e piadinhas por estarmos carregados, hahahaha Não vimos muita diferença do Andrés Carne de Res O cardápio é o mesmo, há festinha em ambos (creio que em Bogotá era em menor proporção por ser domingo a noite), lembrancinhas, penduricalhos...em Bogotá tem menos, mas são 4 andares que representam o inferno, a terra, o purgatório e o céu (não vi muita diferença fora a placa com o nome e o tipo de música diferente), sendo que ficamos na terra e a área infantil é o céu Pedimos um canelazo, um cosmopolitan e um prato para dividir. Gostei de tudo! Depois pedimos um churrasco com queijo, outro canelazo e um Dama Ardiente. Bom também! Curtimos mais um pouco da noite, matamos tempo e pegamos um táxi em frente ao restaurante. No aeroporto, carimbamos o papel do imposto, pesamos as malas que ficaram perto do limite e aguardamos para despachar tudo. Gastos do dia (2 pessoas): - Ônibus: 5.600 COP - Funicular: 18.400 COP - Táxi: 25.000 COP - Alimentação: 240.000 COP –------------------------------------------- 18.11.2013: Bogotá - Guarulhos A hora foi passando e nada da equipe da LAN chegar. Com o tempo, fiquei preocupada e fui olhar o painel para saber sobre atraso e...só tinha informação de voos nacionais. Andei pra perguntar e era outro portão! Detalhe que chegamos com mais de 3hs de antecedência e descobrimos isso 30min antes de fechar o embarque, hahaha Ao despachar as malas a atendente ofereceu troca de voo por um 5hs mais tarde com direito a hotel, transporte e US$ 100 cada. Pelo hotel não valeria a pena em função do horário. O valor até foi tentador, mas tivemos tanta dor de cabeça com eles que recusamos. Recusamos, explicamos o que rolou de problema anterior e deram de ombros. Ok...pode parecer absurdo, mas estávamos cansados e querendo ficar livres dessa porcaria, rs rs. Tivemos um voo tranquilo, terminando com uma passada no Duty Free. Viagem excelente e muito recomendada por nós!
  12. 12.11.2013: Baños - Quito Saímos cedo e pegamos o ônibus para Quito que saiu às 6h45. A viagem demorou 3h20 e dormi quase o caminho todo. Em Quitumbe pegamos um ônibus para Playon de La Marin e o trolebus para Baca Ortiz. Chegamos no hostal 11h20 e o Joffre não estava. Acabamos indo no KFC da esquina, aonde pedi um combo Deluxe. Muito bom, mas picante. Voltamos ao hostal e tinha um recado do Joffre dizendo que chegaria 12h30. Por isso fomos na loja ao lado ligar pra casa, de onde o vimos passando. No hostal trocamos de quarto e este era um pouco menor, mas ainda grande. A vantagem era estar ao lado da recepção, com melhor sinal de wifi. Descansamos um pouco e fomos passear. Passamos na agência Gulliver e fechamos o passeio do vulcão Cotopaxi para o dia seguinte. De lá passamos no ponto de saída do passeio, compramos um sorvete de palito muito comum na cidade e pegamos o trolebus para o Centro Histórico. Descemos na Símon Bolívar para ver o monumento e seguimos para a Igreja Basílica del Voto Nacional. Ela é linda! Imensa, vitrais lindos, capelinha linda, luz simulando coração de Jesus...uma paz só! Do lado de fora estão as gárgulas e, entre elas, tartarugas, iguanas, macacos, tamanduás, felinos...muito legal e vale a entrada, embora não concorde em pagar para entrar em igreja. Seguimos a Garcia Moreno até a igreja Santa Bárbara, mas estava fechada. Continuamos curtindo as ruas charmosinhas até a Plaza Grande ou Plaza de la Independência, aonde estão o Palácio do Governo, a Catedral, a prefeitura e o Palácio Arzobispal. Lá estava rolando até fotos de noiva Na catedral não pode tirar foto e é uma pena porque é muito bonita, com destaque para a porta toda trabalhada que demorou 8 anos para ser concluída. Show! Passamos na Iglesia de la Compañia de Jesus, mas não entramos por achar o preço absurdo (já falei que não acho legal pagar pra entrar em igreja? rs). Seguimos até o passadiço (arco de las madres?), mas achamos tarde para visitar o Panecillo. Então, descemos ao convento de Santo Domingo e subimos pela Guayaquil até a estação Símon Bolívar e voltar ao hostal. Nos agasalhamos e saímos para comer. Fomos até a Plaza Foch aonde estão muitos bares e restaurantes e optamos pelo Azuca. É bem gostosinho e atendem muito bem! Pedimos dois mojitos apaisonados (maracujá) na rodada dupla e uma picada latina para dois, muito gostosa! Vinha carne de porco, salsicha, carne, maduro, fritas e um molho agridoce de maracujá e feijão muito bom! Compramos chocolate no mercado e fomos dormir. Gastos do dia (2 pessoas): - Trolebus: US$ 0,75 - Basílica: US$ 1 - Alimentação: US$ 40 –------------------------------------------- 13.11.2013: Quito Logo de manhã partimos para o tour Cotopaxi que sai do restaurante Q na Plaza Foch. Lá tomamos o chá de cortesia do tour. Às 7hs o motorista nos buscou, junto com um casal. Fomos ao Papagayo pegar as bikes e encontrar o guia e mais três pessoas que fariam o tour com a gente, mas esses eram profissionais, levaram até bike própria e equipamento top Lá ficamos curtindo o Rodolfo, a Jane e a Isis, 3 cachorrões fofos Saímos para outra parada na entrada do Parque Nacional Cotopaxi, aonde o guia nos deu algumas explicações, tomamos chá de coca e compramos artigos para o frio. Entramos no parque e fomos até o estacionamento a 4.500m. Neste momento já não gostamos do guia porque dava preferência para o inglês, mesmo sabendo que a não entendemos, sendo que muitas vezes nem traduzia. Sem contar que na agência disseram que era no ritmo mais lento do grupo e ele nos acelerava para acompanhar os caras acostumados com a pegada, mas nem ligamos Do estacionamento subimos ao refúgio que está 4.864 m.a.n.m. Há um caminho íngreme e mais curto, ou em zigue zague. Optamos pelo segundo. É puxado, mas achei que seria pior. Tiramos algumas fotos com o céu aberto e descansamos. Perguntei ao guia sobre banheiro e falou que não tinha. Como assim? Ainda falou que eu poderia ir nas pedras atrás do refúgio. “Como assim?²" O Allan achou um banheiro químico e fui lá, mas falaram pra usar um que estavam construindo, que não tinha luz, papel, nem água. Fala sério! Fazer o que... Continuamos a caminhada até os glaciares que ficam a uns 5.000 m.a.n.m. Essa parte foi mais difícil, com o caminho mais íngreme, escorregadio, ventando e chuviscando, mas chegamos Umas fotos e voltamos ao refúgio para um lanchinho e chá (por conta). Descemos ao estacionamento pelo caminho mais íngreme e pegaram as bikes. Eu fiquei insegura e resolvemos iniciar o downhill na parte mais fácil, indo na van. O casal teve dificuldade e entrou na van também. Na parte de boa descemos os 4 e iniciamos o trecho. Comecei animada, mas a bike derrapava muito na curva e fiquei com medo porque sou inexperiente e arreguei. O downhill acaba na laguna de Limpiopungo, onde guardam as bikes e tiramos fotos, mas achei bem feinha. Bonita era a vista do vulcão na descida Retornamos ao Papagayo para o almoço. Todos disseram que não passa de bolo e chá, mas tivemos uma ótima refeição! Não sei se porque os outros 5 ficaram hospedados ali e confundiram, mas tomamos sopa de legumes, macarrão com atum, salada e suco de tomate arbóreo, além de bolo de chocolate de sobremesa Voltamos a Quito, parando no restaurante Q de novo. Fomos até a feira de artesanato comprar o que faltou, mas achamos os vendedores grosseiros e compramos pouca coisa. Seguimos para o hostal para banho, arrumar as malas e sair para comer e beber Fomos à Plaza Foch e optamos pelo BBQ&Co. Pedimos duas Pilsener e uma porção de anel de cebola acompanhada de três molhos. Como seria pouco, também provamos camarão empanado, acompanhado de dois molhos. Achamos tudo muito saboroso e abriu o apetiye. Pedimos mais duas cervejas e uma porção de seis alitas empanadas com batata e molho. Esta já não estava tão boa, pois o frango estava sem gosto. Perde feio para o Kikiriki Cama! Gastos do dia (2 pessoas): - Tour Cotopaxi: US$ 90 - Alimentação: US$ 40 –------------------------------------------- 14.11.2013: Quito - Bogotá Tomamos café e saímos para o Panecillo. Na última estação pegamos um táxi para subir e ir ao teleférico. Quando chegamos, ele pediu pra adiantar metade do valor porque uma vez levou turista que o deixou na mão. Disse que pagaria o preço até ali só (menos da metade). Falou que seria metade por garantia, mas que ficaria ali. Deu o valor só até ali e comentei que se ele não confiava em mim, eu não poderia confiar nele e aceitou. Tiramos fotos e desistimos do teleférico. Além de ficar corrido, estava com bastante nuvem. Pedimos para nos levar até a Plaza Foch e compramos chocolate na República do Cacao (chocolate local), depois fomos para o hostal. Nos despedimos da Karpa Concluímos as malas e fomos para o aeroporto com o Joffre. Resolvemos embalar uma das malas com seguro, pois a levaríamos assim até o Brasil. Despachamos a bagagem com uma moça muito grosseira e comemos no KFC. No raio-X disseram que eu precisaria comprar embalagem plástica com fecho, ou descartar os cremes e líquidos. Não deixam levar nem pequenos. Por sorte tinha levado uma para colocar documento em caso de chuva e deu tudo certo. Ali é preciso mostrar artesanato e pedir autorização. Na verdade isso deveria ter sido feito antes, mas não avisaram no check in. Chamaram a responsável que foi até lá e resolveu o problema. Passamos na migração e seguimos receosos com a LAN para Cali. Em Cali saímos rapidamente para dar tempo. Tivemos que pegar a mala e repassar a uma funcionária da LAN. Deu tudo certo, apesar de matar a saudade do calor absurdo, rs. Na sala de embarque soubemos que nosso voo atrasou mais de 1 hora...pena que não aconteceu isso na ida Chegamos em Bogotá 20h20, pegamos as malas e subimos. Pedimos orientação a um policial para pegar o táxi em cima e se propôs a parar um. Fechamos por 16.000 COP até a Candelária. No caminho soubemos de uma explosão em duas caixas de energia no dia anterior que deixou o centro histórico sem luz. Chegando no Hostal Fátima estavam a luz de velas, não receberam a confirmação que mandei pela manhã e perderam a minha reserva. Só tinham com banheiro compartilhado, mas me desanimei pela água gelada e insegurança que me passaram. Pedimos ao motorista para ir a outro, mas só tinha reservado no centro e não achei outro razoável mais distante no meu livro. Então, seguimos para o Ibis. O taxista insistiu que era caro e para irmos com ele a outro muito bom. No Ibis vimos que estava 159.000 COP durante a semana e 119.000 COP nos finais de semana. Como estava caro, aceitamos a sugestão do taxista e seguimos para o hotel Maria Isabel. O Allan desceu e queriam 164.000 COP! Disse que não e vieram atrás oferecendo 130.000 COP. Optamos pelo Ibis que, na média, sairia quase o mesmo preço e era confiável. No Ibis o taxista acertou a corrida para 25.000 COP e pegamos o número dele para outros trechos. Fomos surpreendidos pela falta de quarto, talvez pela fuga dos “sem energia”, rs, sendo que um casal pegava o último quarto de solteiro para dividir. O jeito foi voltar para o Maria Isabel. Detalhe: O taxista ficava falando pra eu ir com o Allan que ele esperaria...fiquei com medo de “fugir” com as nossas malas e não o deixamos em nenhum momento sozinho com elas. Desta vez eu entrei e disseram que era 130.000 COP sem taxa e seguro, sendo ambos obrigatórios e fechando em 164.000 COP. Saí para ver com o Allan e o cara veio atrás. Acabou deixando um quarto simples por 130.000 COP, sem café da manhã. Ao chegar no quarto, era um de solteiro! Como estávamos meio sem opção, sem ter pra onde ir e cansados, ficamos só naquela noite. Hotel de entrada refinada e quarto meia boca. Detalhe que o taxista queria cobrar 30.000 COP! Reclamamos que 5.000 COP era muito do Ibis até ali e ficou em 28.000 COP. Ele foi ganancioso, pois perdeu pelo menos duas corridas com a gente por conta da sacanagem Pesquisamos outros hotéis, banho e cama. Gastos do dia (2 pessoas): - Trolebus: US$ 0,50 - Táxi Panecilho: US$ 10 - Táxi Quito-Aeroporto: US$ 25 - Embalagem da mala: US$ 12 - Alimentação: US$ 15 - Táxi Bogotá: 28.000 COP - Hotel Maria Isabel (1 diária): 130.000 COP
  13. 10.11.2013: Baños Cansados do dia anterior, acordamos um pouco tarde e fomos tomar café da manhã no Plantas y Blanco para apreciar a vista. Confesso que esperava mais, mas tudo bem. Tomei um suco de maracujá e comi um pão com queijo quente, enquanto o Allan pediu um suco de laranja e panqueca com queijo e melado. Aprovado! Fomos na Adventure Equartoland para ver passeios, mas fechamos em outra por causa do valor. Fechamos a rota das cascatas e o rafting, sendo que na rota das cascatas tem a opção de fazer canopy. Demos uma volta no centrinho, entramos na Basílica, que é muito bonita, durante uma missa e vimos os quadros sobre os milagres da virgem, ouvimos o coral cantar “Jesus Cristo”, compramos uma água e fomos para o hotel nos trocar e deixar as coisas, depois de comprar o doce típíco “Melcocha”. Saímos 12h30 para tomar um sorvete e esperar a chiva, que saiu às 13h40 da nossa agência. Primeiro paramos em um rio e, depois, na primeira Tarabita. Tarabita é uma espécie de gaiola/teleférico que atravessa de uma cachoeira para outra. Meia boca, mas... Continuamos passando por belas cachoeiras e paisagens bonitas. Paramos para o canopy pequeno, uns 400m, mas vale a diversão, rs. É possível descer em até 4 pessoas, dependendo do peso dos integrantes, descendo sentado, de ponta cabeça ou deitado de mão dada. Escolhemos a terceira opção, indo tranquilamente, sem muita velocidade. Mais adiante paramos em outra tarabita, mas não fizemos por ser o mesmo que a anterior. Pra quem optar por fazer apenas uma também, a segunda parece ser melhor. A última parada foi no Pailón del Diablo, onde pagamos uma taxa para entrar e descer até a cachoeira. No caminho vimos alguns mirantes, passamos por uma ponte de madeira e descemos até chegar no meio da descida da cachoeira. Tiramos muitas fotos e esperamos o povo. De lá tomamos o caminho de volta, chegando perto da agência às 18hs. Descansamos um pouco e saímos para jantar. A ideia era ir ao El Chazón de la Malienda, mas estava fechado Voltamos e paramos em um que vimos na ida: Quilombo. Esse restaurante nos surpreendeu! Muito ajeitado e decoração diferenciada. O cardápio era o mais legal de tudo! São cubos ligados em 1 ou 2 partes e você tem que ficar mudando a combinação para ver tudo, sendo que existem algumas mensagens, como: “Atrás de um grande homem, há uma mulher revidando os olhos”, rs. Pedimos ½ Parrilla (uma inteira serve duas pessoas), uma cerveja club uma jarra de limonada. Com receio da comida ser insuficiente, resolvemos pegar uma tábua de frios para completar. Primeiro veio uma travessa com 1½ linguiça grande, assada, e uma tigela de salada. Depois veio a tábua com azeitonas, 4 canapés, queijo, maçã e peperoni. Fiquei em dúvida se o prato principal era só aquilo, até que chegou uma travessa com um bife grande de carne de porco e duas batatonas assadas. Estava bem saboroso, inclusive com os molhinhos a parte. Agora sim! Satisfeitos, estávamos encerrando quando chegou mais um prato! Não acreditamos e a moça até brincou que poderia levar de volta, rs. Neste tinha filé de frango grelhado, um pedaço médio de carne também grelhada, um pedaço de milho cozido, abacate e pimentão. Ficamos empanturrados! Se soubéssemos, não teríamos pedido os frios E olha que pedimos meio prato!!! O preço final foi o melhor de tudo: US$ 20 com gorjeta Gastos do dia (2 pessoas): - Tour Chiva: US$ 10 - Tarabita: US$ 3 - Canopy: US$ 20 - Entrada Pailón del Diablo: US$ 2 - Alimentação: US$ 40 –------------------------------------------- 11.11.2013: Baños Saímos às 8h40 para o rafting, que saiu da agência perto das 9hs. Pegamos o material e seguimos uns 40 minutos até o rio, aonde nos equipamos. Estávamos em 3 botes e um dos instrutores deu as orientações a todos de modo divertido. Instruções passadas, rumo ao rio. Vale dizer que esqueceram os sapatos do Allan e ele foi descalço Rafting tranquilo, caindo mais o povo que queria cair mesmo. Banho em uma quedinha de água em quem está na frente. Os instrutores são bem animados, conhecem bem também. O Allan e eu nos jogamos em pontos diferentes. Delícia! No final, lavamos as coisas no rio e perguntamos aos instrutores sobre as fotos. Um disse que acreditava estar incluso, mas se fosse pago seriam uns US$ 5. Perguntei ao outro como faríamos porque só nós dois fechamos em agência diferente e disse que nos daria o CD Na volta estava chovendo e o guia parou para dar carona para duas crianças fofas que voltavam a pé na chuva forte e era muito longe! Elas estavam nos guiando e sempre que perguntava se estava perto a resposta era: “Un poquito más...”. Muito fofas! Deu dó da distância que percorrem sozinhas para estudar. Paramos para almoçar na volta e tinha opção entre frango, carne, truta ou omelete. As opções acompanhavam arroz, salada, fritas e suco. Com exceção do suco, estava muito bom! Lá ficamos conversando com o pessoal, comemos e voltamos para a cidade. Tiramos mais algumas fotos e fomos ao hotel pegar a máquina. Tentamos ver o vulcão, sem sucesso, e acabamos parando em duas estátuas de crianças e voltando. Descemos para as termas e comprei um sorvete meia boca. Escolhi de chocolate suíço e cereja, coberto por chocolate e quebrou o galho...desde que os suíços não escutem seu santo nome em vão, hahaha. Pegamos as fotos e chegamos nas termas La Virgem às 15h45. Lá fora informava que poderia entrar até as 16hs, ficar nas termas até as 16h30 e nas duchas até 17hs, mas o chatão falou que teria que sair da piscina no máximo 16hs, independente do que estivesse escrito. Resolvemos voltar a noite e passamos na cachoeira ao lado, aonde 4 gringas que saíram das termas tiravam fotos e 2 caras tiravam delas...sacanagem! Na volta compramos um casaquinho de lã para o nosso sobrinho, outro de alpaca para a nossa sobrinha e a moça nos surpreendeu com duas pulseiras do Equador de presente Voltamos para o hotel e descansamos um pouco. Fomos para as termas 18h20 e o Allan teve que comprar touca, sendo que vimos muita gente sem...achei um absurdo! Eu levei a minha porque li na net que cabelo longo precisava, mas disseram que curto não. Pelo menos o guarda volume era de graça Tentamos entrar na debaixo que é a mais quente (precisa tomar uma ducha antes), mas era impossível de tão quente! Não sei como tinha gente lá...subimos e entramos na menor, pois a grande só funciona de dia, que fica entre 38 e 40ºC. É bem quente, doía um pouco, mas sou chata e, portanto, não sou parâmetro. Fizemos como o povo que dá choque térmico saindo dali e tomando banho na água gelada que vem da cachoeira e voltando para a terma. Nos relaxou bastante Na volta para o hostal compramos lanchinho para o dia seguinte. Banho e rua! Pagamos o hostal e conversamos com o agradável senhor Victor que é dentista e tem consultório no hostal mesmo. Rodamos um pouco escolhendo restaurante e paramos no Caña Mandur que é pequeno e aconchegante. Pedimos uma pizza (meia da casa, meia hawaiana), duas cervejas Pilsener e um crepe de frutas. Estava tudo muito bom e achamos que por um bom preço. Hostel, bode e cama! Gastos do dia (2 pessoas): - Rafting: US$ 50 - Termas: US$ 6 - Touca: US$ 1 - Alimentação: US$ 27
  14. 07.11.2013: Quito Chegamos em Quito perto de 1 hora da madrugada, passamos na imigração e, como esperado, não havia ninguém da LAN. Falamos com duas pessoas da Avianca que preencheram um formulário para eu assinar dizendo que autorizava a entrega da bagagem no hostel e eu aguardaria o contato em até 24hs. Mais uma chateação... Para não perder mais um dia por erro deles, resolvemos esperar no aeroporto até um funcionário chegar, pois ir para o hostel nos faria pagar uma diária a mais e não curtiríamos o dia por estarmos preocupados. O cara veio com papo que só chegariam às 9hs, mas vimos que a cia tinha voo saindo às 6h50 e chegando às 7h05, logo, alguém chegaria cedo. Ficamos no desembarque, mas fecharia às 3hs e saímos para esperar na sala de embarque. Avisei novamente ao hostal e esperamos. Começou um movimento perto das 4hs. O Allan conversou com o pessoal da LAN e ficaram de ver o que poderiam fazer, pois o responsável chegaria às 6hs. Esperamos um pouco e pegaram a chave. Fiquei com as mochilas menores e o Allan entrou porque não podia entrar com nada...e voltou de mãos abanando porque precisava passar no raio x e não tinha ninguém. Mais um pouco de espera e a moça da LAN conseguiu uma pessoa no embarque para o raio x. Nem acreditei quando vi o Allan com as mochilas às 4h30. UFA! Demos uma conferida rápida e pegamos um táxi até o hostel. O taxista foi muito gentil e prestativo. Não achava o endereço e desceu para procurar a pé. Depois de um tempo também descemos e parei em um hotel. Não conheciam, mas se dispuseram a ligar...que diferença para a Colômbia! Como não atendia, deixaram usar o wifi para abrir o site e tentar ajudar. Com isso, identificaram e chegamos OBS: O valor da corrida de táxi é muito justo, não só pelas voltas, mas por ser longe do aeroporto. Fomos recebidos pelo agradável Joffre e sua amável cachorra pastor alemão: Carpa! Ela foi a mais animada da viagem, rs. Pulando em cima, tentando lamber...uma fofa! Conhecemos o Hostal Villa Nancy que, na verdade, é uma casa antiga com quartos e banheiros enormes que fez questão de manter e tem orgulho disso. Explicou de modo geral como é a cidade, disse que é proibido fumar dentro de casa, mas tem duas áreas externas para isso. No quarto nos deu o cartão do hotel, a senha do wifi (tem um pc disponível na entrada) e um mapa da cidade. Informou que passa no hostal de manhã para o café da manhã, a tarde sai perto das 19hs, voltando às 22hs para prender a Carpa e trancar a porta. No mais, ficamos sozinhos com as chaves, cafeteira, água quente para chá e água mineral liberada. Como só estávamos nós dois, nos sentimos em casa, rs. O lugar é muito gostoso, ajeitado...gostamos muito mesmo! (US$ 35 o quarto duplo imenso com café). Detalhe que chegamos 6h30, o check in era às 10hs e nos deixou entrar sem custo adicional Descansamos um pouco, pegamos mais algumas informações e seguimos para Mitad del Mundo. Descemos a Av. Colon até a Av. América e pegamos o trolebus na estação Seminario Mayor até a estação final La Ofelia. Lá pegamos um ônibus até o museu/cidade Mitad del Mundo. O trajeto todo demorou, aproximadamente, 1h20. Entramos na cidade aonde tem o monumento, a rosa dos ventos, uma praça de alimentação, um espaço de artesanato, o insetário (grátis), dispensamos o planetário, vimos o relógio solar, tiramos muitas fotos clássicas na linha e entramos no museu. O museu não é grande coisa, mas tem o mirante com uma bela vista. É razoável, mas eu não indicaria a entrada. Na saída vimos um lugar que carimba o passaporte. Óbvio que fomos é de graça, mas pedem gorjeta. Seguimos e fomos abordados por muitos caras oferecendo restaurante. Escolhemos um e provamos o llapingacho com mote, salada com abacate, carne deliciosa, batata frita e banana frita. Acompanhamos com uma limonada e uma chicha. Os pratos são enormes!!! Partimos para o museu Inti Ñan e descobrimos que os funcionários da Mitad del Mundo não gosta de falar dele e muitos dizem não conhecer, embora seja ao lado! Uma moça até veio atrás de nós querendo saber aonde ouvimos falar dele. Saímos do museu e pegamos a rua de terra ao lado por uns 150m até a entrada do museu. Achamos este o mais legal, mas pensando nas fotos clássicas, o primeiro também vale uma visitinha :'> O Inti Ñan remete ao estilo mais indígena, com muitos totens e plantas. Esperamos uns 5 min e chegou a simpática guia Gabriela para nos acompanhar. Conosco foi apenas mais uma menina. Primeiro paramos em uma parte que mostrava aranhas e cobras encontradas na região amazônica, inclusive o couro de uma anaconda. Ao lado mostrou uma cultura antiga aonde os índios cortavam a cabeça do morto, retivaram o crânio, enchiam de pedra quente e dissecavam. Como a pele encolhe, ficava pequena e alguns usavam como amuleto. Descemos para a parte do cemitério que mostra como eram enterrados. Como acreditavam em vida após a morte, enterravam em potes, em posição fetal, junto com seus pertences. Uma vez que identificaram objetos de outras regiões, provaram a troca de bens entre cidades desde muitos anos atrás. Seguimos para o maior atrativo: as experiências! Primeiro vimos relógios que definem o horário (10 min a menos) e a estação do ano. Depois vimos a pia aonde a água escorre de três formas diferentes de acordo com o lado (sentido horário, anti-horário e reto), equilibramos ovo no prego e tentamos andar em linha reta sem sucesso. Muito legal! Entramos em uma casa típica construída há muitos anos com argila, madeira, esterco...explicou que dentro o clima é sempre fresco, por ser de material maleável pode chegar a balançar, mas nunca cair, e não tem chaminé. Quando cozinham, a fumaça sobe e forma uma película, tornando a casa impermeável. Lá também estão alguns cuys. O tour termina no artesanato. Para concluir, mais um carimbo no passaporte e um certificado por ter equilibrado um ovo no prego. Voltamos ao hostal, aonde combinamos o tour Laguna Quilotoa com o Joffre, pois descobrimos que dá muito trabalho ir por conta. Seguindo indicação dele, jantamos no restaurante Casa Nostra. No Casa Nostra tem pizza, alguns lanches e massa. Pedimos uma pizza meia Capricciosa e meia Fumetto, além de uma jarra de limonada. Estava uma delícia! Cobraram o valor proporcional a cada sabor e saiu por um preço bem razoável. Hora de desmaiar de cansaço Gastos do dia (2 pessoas): - Táxi: US$ 25 - Hostal Villa Nancy (4 diárias): US$ 140 - Ônibus para Mitad del Mundo (ida e volta): US$ 1,60 - Mitad del Mundo (Entrada + Museu): US$ 6 - Museu Inti Ñan: US$ 4 - Alimentação: US$ 43,90 –------------------------------------------- 08.11.2013: Quito Acordamos cedo e o Joffre antecipou nosso café para as 6h30 para sairmos cedo. Às 7h30 estávamos a caminho da Laguna Paramos em um mirante aonde ele nos explicou o quanto Quito cresceu nos últimos 10 anos e que a cidade é dividida em região central, sul e norte. Seguimos viagem e paramos em um posto para abastecer, aonde compramos água para nos preparar. Passamos por Latacunga e outras cidades até chegar na laguna. No alto do vulcão estão algumas hospedagens, lojas de artesanato e restaurantes. Tiramos foto do mirante e seguimos para a trilha apenas nós dois, com tempo livre. A trilha é toda marcada e estão construindo uma escada. Como paramos muito para tirar foto e descemos devagar, demoramos quase 1h só neste trecho! A Laguna é linda! De cima e debaixo. Só acho que o maior atrativo do lugar é pensar que um dia aquilo foi um vulcão Descemos até a “praia” para fotos, pois não queríamos caiaque e não é própria para banho. Curtimos muito o visual e criamos coragem pra subir. A subida foi difícil demais para uma sedentária como eu! Dizem que a mesma é feita em 1h30, mas demoramos 1h45. Paramos muito para pegar fôlego e tirar foto, enquanto todos nos passavam, rs. Acho que o término da escada pode ajudar. Encontramos o Joffre e fomos a Latacunga almoçar. Almoçamos no Chugchucaras Rosita, um lugar simples e barato. Pedimos um mote com chicharrón de porco, 4 mini empanadas de queijo, 1 porção de batata e uma jarra de limonada de 2l. Tudo isso nos custou US$ 8!!! Estava muito gostoso e serviu para repor nossas energias. Voltamos para Quito felizes por termos feito desta maneira, pois fizemos tudo como e quando quisemos. Sem pressão de horário, nem nada. Para ir por conta deve ser difícil porque é longe e depende de carona em um trecho. De carro foram 3h30 para ir e umas 2h40 para voltar. Chegamos mortos e empachados, o que nos motivou a descansar e arrumar as coisas para o dia seguinte. Gastos do dia (2 pessoas): - Passeio Laguna Quilotoa: US$ 100 - Alimentação: US$ 8 –------------------------------------------- 09.11.2013: Quito – Otavalo - Baños Novamente antecipamos nosso café, terminamos as malas e seguimos para Otavalo. Primeiro pegamos o trolebus até Rio Coca em frente ao hotel. Lá no terminal pegamos um ônibus até Carceres. Em Carceres pegamos uma fila ENORME e compramos as passagens para Otavalo, com o ônibus saindo assim que enchia. Ao todo levamos 2h20 para chegar no terminal. Andamos umas 4 quadras e chegamos na famosa feira de artesanato de Otavalo! Começamos a pesquisa de preços e, umas duas quadras a frente, iniciamos a gastança. Fomos até o final da feira pelo lado esquerdo, chegando ao parque Bolívar, aonde está a charmosa Igreja San Luis e a prefeitura. Voltamos pelo outro lado e comprei mais algumas coisas. Fizemos um lanche rápido para matar a fome. Paramos em uma loja e descemos para a Plaza de Ponchos atrás de mais itens. Tiramos uma foto da feira e seguimos para Baños. Pegamos um ônibus para Carceres e, de lá, para Quitumbe. A volta de Otavalo foi mais rápida do que a ida, demorando 1h45. Já até Quitumbe foram 1h20. Não sei se pelo centro seria mais rápido, mas achamos mais prático desta forma. Chegamos na rodoviária às 18h20 e é bem ajeitadinha! Existem 3 guichês para Baños com preço tabelado. Alguns dizem ser mais baratos, mas é porque omitem a taxa na placa. O caminho para Baños foi tranquilo e chegamos em 3hs, às 22hs. Descemos, vimos os horários de volta e perguntamos sobre o Hostal Chimenea que havia reservado. Em vez de informar, todos insistiram para pegarmos táxi. Andamos um pouco e perguntamos para outra pessoa que nos orientou e fomos a pé mesmo. Estávamos com mochila pequena e a cidade é muuuito pequena. Ao chegar ao hostal, o atendente foi muito seco e, quando entramos no quarto, vimos que era quarto com dois beliches, sendo que pedi cama de casal! Reclamou e falou que ali caberiam duas pessoas. Como a cidade se mostrou calma, gostosa e com muitos hostals no caminho, resolvemos ver outros pela sacanagem que fizeram. Fomos nos que eu tinha reservado e em um que vi no meu livro guia. Acabamos nos hospedando no Hostal El Oro. Nosso hostal só tinha quarto com 3 camas de solteiro no dia, mas deixaram juntar e trocar de quarto no dia seguinte, se quiséssemos. Optamos pela diária sem café mesmo. Como a cidade é pequena, tudo é perto. Nos trataram bem e o quarto é ajeitadinho, com TV a cabo. Vale dizer que as pessoas na rua são gentis e prestativas, salvo raras exceções Gastos do dia (2 pessoas): - Ônibus para Otavalo: US$ 4,90 - Ônibus Otavalo x Quitumbe: US$ 6 - Ônibus Baños (ida e volta): US$ 14,40 - Hostel El Oro (3 diárias): US$ 48 - Alimentação: US$ 11
  15. 02.11.2013: Cartagena Saímos tarde para o Centro Histórico atrás de algum lugar para comer. Vimos alguns lugares sofisticados, mas era caro e costumava ser buffet. Encontramos uma padaria chamada “Pandequeso” que vendia vários tipos de pães com queijo, goiabada e doce de leite. É um lugar simples, mas os pães são uma delícia! Provamos três tipos e estavam ótimos, por um ótimo preço. Demos uma volta pelo centro e aproveitamos para entrar no Museu do Ouro. Lá é de graça, tem ar-condicionado e uma modesta coleção, mas interessante. Não é imperdível! Como tinha muita gente e isso atrapalhava as fotos, entramos na Catedral e voltamos para um banho. Resolvemos pegar o ônibus turístico no porto de La Bodeguita às 13h30, conforme folheto. Este ônibus tem ticket válido por 48hs e pode ser comprado no próprio ônibus, ou em locais autorizados. Você pode subir e descer quantas vezes desejar, tem walk tour pelo Centro Histórico de aproximadamente 90 min às 15h45 e audioguia em 5 idiomas. Por todos os pontos e no folheto constam as paradas e horários, sendo que ele dá a volta em toda a cidade, sem entrar no centro histórico por ser proibido. Demos uma volta completa na cidade sem descer para ver o que era interessante e continuamos até a parada 6, aonde seguiríamos no walk tour. A guia era muito simpática e nos explicou muitas coisas. Acho interessante fazer porque aprendemos muitas curiosidades (verídicas ou não, rs) que não encontramos em qualquer livro. No caminho provamos a empanada que estava muito saborosa. Terminado o tour, vimos a final da corrida de 10 km e entramos no El Corral para forrar o estômago, rs. Pedi um Philadelphia Steak muito bom! Ele desmanchava inteiro, mas só no final vi que no papel da bandeja ensina a dobrar da forma correta para segurar, hahaha Seguimos para o Hard Rock Café e tomamos um drink Mai Tai na dose dupla. Ao trazer nosso drink, a moça se enganou. Começamos a tomar sem saber por ser drink novo e ela percebeu o erro cometido. Ela simplesmente tirou os copos da mesa e trouxe os drinks corretos. Acho que deveria ter deixado por ser erro deles e já termos bebido, mas... Os funcionários estavam fantasiados, mas alguns não tão animados. Tomamos ainda um chopp e fomos embora descansar. Gastos do dia (2 pessoas): - Ônibus turístico: 90.000 COP - Hard Rock: 30.000 COP - Alimentação: 43.400 COP –------------------------------------------- 03.11.2013: Cartagena Saímos cedo, às 7h30, para tirar foto com a cidade vazia. Aproveitamos a calmaria para visitar os pontos: 1) Centro de Convenção e Praça Camelión de los Mártires; 2) Torre do Relógio; 3) Plaza de los Coches e Portal de los Dulces; 4) Plaza de la Aduana; 5) Plaza de San Pedro Claver com várias esculturas bacanas, igreja de San Pedro e museu. Só entramos na igreja e é bem bonita, embora o maior atrativo sejam os ossos de San Pedro atrás do altar; 6) Subimos no Baluarte de San Ignacio para umas fotos; 7) Passamos pelo museu naval e descemos ao Parque La Marina; 8 ) Conhecemos a Plaza de Santa Teresa; 9) Tiramos fotos na Plaza Bolívar e na Catedral; 10) Paramos para um lanche rápido e bem ruinzinho; 11) Uma rápida passada na Plaza Santo Domingo, aonde está o monumento “La Gorda” de Botero; 12) Teatro Adolfo Mejia = Teatro Heredia por fora; 13) Igreja de Santo Toribio, mas não entramos porque estava tendo missa, além de estar em reforma. Em frente, parque Fernandez Madrid; 14) Cruzamento Chichería e Aguardiente aonde compramos água (comum!) 15) Las Bóvedas, aonde rola uma super feira de artesanato fixa, mas estava lotada e os preços não eram muito convidativos. Resolvemos voltar para o Museu de Arte Moderna e no caminho paramos em um mercado Êxito para um lanche rápido na calçada mesmo Seguimos pela Calle C. Escallón e paramos para comprar artesanato em uma lojinha. Entramos no museu de arte moderna que é pequeno, mas legal para quem gosta. Fomos ao Palácio da Inquisição, mas nosso tempo era curto e adiamos a visita para o dia seguinte. Partimos pala La Casa de Socorro para almoçar. Pedimos ceviche de robalo, churrasco e limonada. Estava muito bom! A carne tinha um tempero muito saboroso e acompanhava um molho bom. Pena que as carnes da região não são das melhores. Depois de descansar um pouco e carregar a máquina, saímos do hotel às 16hs para o Castillo de San Felipe a pé...cerca de 10 minutos. Com o mapa em mãos, começamos percorrendo todo o caminho indicado nele e, depois, entramos nos úteis que estavam liberados para visita. Alguns não tem saída, mas vale percorrê-los. Só um que não fomos até o final porque era muito longo, descida, escuro e quase no final tava cheio de água. Fiquei agoniada! Perto das 17h30 subimos ao ponto mais alto para aguardar o pôr do sol. É muito bonito! Tiramos muitas fotos antes, durante e depois. Vale dizer que a entrada é autorizada até as 18hs, mas devemos deixar o local até as 19hs. Descemos 18h20, tiramos foto de fora, com ele iluminado, e pegamos o ônibus turístico 18h30 para ver o caminho a noite. Bora descansar porque amanhã tem mais Gastos do dia (2 pessoas): - Museu: 10.000 COP - Entrada Castillo San Felipe: 34.000 COP - Alimentação: 95.200 COP –------------------------------------------- 04.11.2013: Cartagena Neste dia saímos cedo para tirar foto nas Bóvedas antes da chegada dos ônibus e da galera. Depois de lá, nosso plano era fazer o ônibus turístico de novo, mas trocamos pelo Palácio da Inquisição + Museu Histórico de Cartagena. Assim, sentamos na praça em frente para esperar abrir. O palácio custa 15.000 COP para entrar e achamos que vale a pena. O ruim é na entrada que vem um monte de guia quase que impor seu serviço. O valor está na porta (30.000 de 1 a 5 pessoas + 5.000 para cada pessoa adicional, sendo mais caro em outra língua), mas é opcional. Logo na entrada um deles nos abordou dizendo que seriam 15.000 COP para cada de entrada, mais 15.000 COP cada de guia. Questionamos que era opcional e falou que sim, mas que sem ele não entenderíamos nada. Recusamos, pagamos a entrada, pegamos um mapinha e entramos. Lá dentro fomos abordados novamente, dessa vez ofereceram por 20.000 COP o casal e dissemos que não tínhamos dinheiro. Perguntaram se achamos caro e repeti que não tinha dinheiro (na verdade não queria mesmo, mas..). Começamos a ler as placas e um terceiro guia veio dizer que falava português e mais não sei quantas línguas e não tinha preço fixo, daríamos quanto quiséssemos. Negamos novamente e desistiram. O lugar é muito legal e conta com muitas placas explicativas. Há uma sala sobre bruxaria e suas punições, além de umas poções. Lá vimos sobre o que levavam em conta no julgamento de bruxaria, como a proporção peso x altura (acreditavam que deveriam ser leves para voar), entre outras coisas que não citarei para não tirar a graça Na sala ao lado estão expostos instrumentos de tortura, bem como suas explicações. No primeiro piso ainda tem uma guilhotina, uma forca, canhões, banheiro para visitante... Nos segundo e terceiro andares estão as exposições temporárias e o Museu Histórico de Cartagena. Como não gostamos tanto disso, fizemos uma breve visita. Em resumo, achamos muito legal, interessante e não sentimos falta de guia, mas vai de cada um. Como fizemos o Museu um pouco mais rápido, levamos, ao todo, aproximadamente 1h30 na visita. Como o prazo para almoço era curto neste dia, fomos ao El Corral mesmo, aonde provei um delicioso Corral Texana. Voltamos para o hotel e nos arrumamos para esperar o tour para o vulcão de Totumo. A van nos buscou às 13h30 e demos a maior volta para pegar todos, passando em Bocagrande e retornando ao Centro Histórico. Chegamos no vulcão às 15hs, aproximadamente, e fomos informados dos valores: - Massagem: 3.000 COP cada - Fotografia com a nossa máquina: 3.000 COP por máquina - Banho de canequinha no rio dado pelas mulheres do local: 3.000 COP cada Deixamos as coisas no alojamento e subimos. Lá em cima um cara segurou minha saída e outro estava com nossa máquina. Temos que descer uma escada até a lama e é muito interessante. O legal é que o vulcão tem 2.300m de profundidade, sendo 3m de lama (terapêutica? rs). Primeiro nos deitam para a massagem. Como não quisemos, fomos direcionados para a parte aonde curtimos a sensação do lugar em pé. Embora seja impossível afundar, ficar em pé exige um equilíbrio e muitos não conseguem deitar e retornar à posição sozinhos, precisando ser ajudados. Ficamos na lama conversando com um casal de brasileiros por uns 40 minutos. Quando dá o tempo nos chamam, tiram o excesso de lama e somos direcionados ao lago que fica ao lado. No lago, algumas mulheres já chegam com seus potes limpando a gente e é necessário ter agilidade para escapar, hahahaha Retiramos o excesso e seguimos para o alojamento, aonde utilizamos a ducha e ganhamos um pedaço de melancia. Pagamos pelas fotos e por carregarem a saída Detalhe que pedem dinheiro pra tudo! Não há gentileza. Um menino ajudou a Cleide a entrar no lago e ela teve que pagar depois! Voltando para o hotel, rolou um stress com a guia (Kelly) porque deixou um grupo no centro histórico e nos fez ir até Bocagrande deixar um rapaz no Hilton e depois voltar para nos deixar. Reclamamos e arrumou desculpinha esfarrapada. Reclamamos um monte e alegaram que não queriam pegar trânsito pra ir embora. Se possível, fuja da empresa “Ruta Ecológica”. Fora o péssimo atendimento, ficaram rindo em tom de deboche quando saímos. No hotel reclamamos para o rapaz da recepção e disse que avisaria a chefe dele para que falasse com a equipe, mas não acreditei. Um ótimo banho e um pouco de descanso para relaxar Saímos para comer algo sem destino certo. Como estava calor e sem indício de chuva, optamos por jantar na Plaza Santo Domingo. O ruim é que não comemos em paz com todos aqueles vendedores chatos. Escolhemos a pizzaria Millenium, aonde escolhemos uma meia havaiana e meia presunto e queijo, adicionando salame. A pizza estava boa, é daquelas de massa fina e recheio proporcional, de 6 pedaços. O problema foi na conta... Por ter adicionado salame, haveria acréscimo no sabor. Ok! Como é de costume em qualquer lugar, sai o preço da mais cara que era a havaiana, mas o valor ficava o mesmo da outra com o salame. Ao ver a conta, cobraram o preço da havaiana com o adicional do salame sobre ela. Questionei que o adicional foi na outra, o que equipararia o preço, mas falaram que o cálculo deles é o correto. Insistimos que, se fosse assim, o adicional deveria vir na pizza toda e não apenas na metade, só que não aceitaram. Em vez de permanecer nessa “briga”, resolvemos tirar o erro da gorjeta. Assim, pagamos a conta da forma deles sem os 10%, o que saiu mais barato do que o valor correto + 10% que pagaríamos. Devido a este problema com a desonestidade, melhor optar por outra das muitas pizzarias na praça. Bora descansar... Gastos do dia (2 pessoas): - Palácio da Inquisição + Museu: 30.000 COP - Tour Vulcão de Totumo: 80.000 COP - “Gorjetas” Vulcão de Totumo: 4.000 COP - Alimentação: 95.000 COP –------------------------------------------- 05.11.2013: Cartagena Dia de curtir uma praia! Antes do passeio, passamos pela Índia Catalina para umas fotos e na “Pandequeso” para um lanche. Seguimos para o porto, pois já tínhamos comprado o ticket Playa Blanca + Isla del Rosário + almoço no hotel. Trocamos os tickets por ingressos, pagamos a taxa portuária e entramos. Pegamos nosso papel do almoço, demos os dados e sentamos para comer o lanche que compramos e esperar o barco. Conhecemos dois brasileiros que nos acompanharam até o final do passeio. Nosso barco era o rápido e saiu perto de 10h50. No ticket diz que os barcos saem entre 9 e 10h30, sendo necessário chegar ao porto às 8h30. Disseram que a lancha rápida era com emoção, mas nem se compara com o Cayo Bolívar =P O barco para rapidamente na Playa Blanca, que fica na Isla Baru, para quem deseja ficar ali direto e seguimos para a Isla del Rosário porque nosso objetivo era ver os golfinhos. No complexo da Isla del Rosário é possível fazer snorkel por 25.000 COP (o que a tripulação mais incentiva) ou visitar o aquário por 20.000 COP. Como fizemos muito snorkel e nosso propósito era outro, fomos ao aquário. O tour até o local está incluso, mas acho que não vale a pena ir se não fizer nenhum dos dois. Ao entrar tem um aquário, literalmente, com lagosta e outros peixes. Seguimos por uma plataforma sobre o mar com divisões aonde estão separadas algumas espécies, tartarugas, tubarões e, o maior atrativo, golfinhos! Um rapaz faz a explicação em cada parte, inclusive alimentando todos. Enquanto isso, muitos albatrozes sobrevoam em busca dos peixes que são jogados para alimentação. Pulamos as explicações, vimos todos e nos acomodamos em um banco a espera do show dos golfinhos. A moça chegou e eles já foram atrás dos peixes. Ela foi ao centro, aonde deu alguns peixes e os acariciou. Anunciaram o início do espetáculo e foi aquela festa! A moça explicava sobre eles, enquanto faziam suas graças. Gostamos de ver o carinho dela com eles (ao menos era o que parecia) e o fato de ser uma cerca aberta, aonde eles poderiam partir se assim o desejassem. Sei que muitos dizem que o fato de alimentá-los pode indicar uma “prisão psicológica”, mas aquilo me confortou. Passamos por mais aquários e retornamos à Playa Blanca para almoçar e curtir. O almoço estava bom, mas só serviram a bebida inclusa após eu pedir e insistir. Perguntei pela fruta que citava no ticket e simplesmente disseram que não tinha. Achei errado, mas... Bora pra praia! É um local muito bonito, mas não se compara às de San Andrés. O bom é que é uma água quentinha, muito gostosa. Curtimos um pouco e esperamos o barco sair. Chegamos em Cartagena às 16h30 e resolvemos ver o pôr do sol nas muralhas. Provamos a arepa com queso do Seu Nicolás na Plaza Bolívar com direito a 4 tipos de molho (abacaxi, leite condensado, mostarda e rosé) e chegamos, por acaso, no Café del Mar. Pegamos uma mesa encostada na muralha, pedi uma champanska que não gostei e o Allan pediu uma marguerita. Local agradável para o momento Quando escureceu, voltamos para o hotel. Esperamos a chuva passar e fomos atrás de algum lugar coberto para comer. Buscamos o famoso El Bistrô e voltou a chover assim que entramos. Ufa! Chegamos 22h50 e, por sorte, a cozinha fechava às 23hs. Como estávamos com pouca fome, pedimos um prato para 2: Medallón de lomo de atum a la miel de tamarindo com purê de batata al pesto e verduras salteadas. Tomei um suco de lulo (similar ao caqui chocolate) e o Allan foi de caipirinha. Lugar simples, agradável, bom atendimento e ótima comida. Mais do que aprovado e recomendado! Gastos do dia (2 pessoas): - Tour Playa Blanca: 90.000 COP - Taxa portuária: 24.000 COP - Aquário: 40.000 COP - Alimentação: 89.000 COP –------------------------------------------- 06.11.2013: Cartagena – Quito (ou Bogotá =P) Como só no dia anterior descobrimos as “famosas” botas de bronze atrás do Castillo de San Felipe, saímos cedo para tirar foto nelas e seguimos para o Portal de los Dulces. Não tinha quase nenhum aberto e resolvemos tomar algo no Cafe del Reloj. Escolhi um smoothie de banana e o Allan uma limonada com côco. Ambos deliciosos e caros! Porém, valeram a pena naquele calor infernal De lá fomos na banca 16. Dulceria Indira para comprar os tradicionais docinhos. Pegamos uma quantidade razoável e provei uma das tais bolas de chocolate no caminho...nada a ver com chocolate! Concluímos as malas e fomos ao aeroporto de táxi. Ah, o hotel ganhou prêmio do viajeros.com e tripadvisor...merecidamente! O lugar é uma graça, a cozinha é lindinha e o atendimento impecável. Curtimos muito! Só não recomendo fechar passeio ali porque as agências nos sacanearam. No aeroporto paramos no café Juan Valdez e tomei um chocolate quente médio com uma Galleta Chocolate Chips. O Allan provou o famoso café e não achou que é tudo aquilo que dizem. Detalhe que pedi algo sem café e nem acreditaram. Falei que não gosto e disseram que é porque não provei o deles Fizemos o check in e entramos. Adiós, Cartagena! Quando chegamos em Bogotá o avião ficou uns 40 minutos parado, supostamente por erro do aeroporto. Com isso, perdemos o voo para Medellin e, consequentemente, para Quito (saiu às 15h20 e descemos 15h15). Fomos na LAN e ninguém sabia dizer nada. Começamos a nos irritar e fomos direcionados a um guichê, aonde nos pediram para passar no escritório da aeronáutica civil para isenção de imposto e aguardamos muito tempo. Detalhe que ninguém sabia informar sobre a bagagem, pois iria para Quito sem pegarmos, mas não vai sem passageiro. Depois de muito tempo nos direcionaram para as supervisoras Maira e Alejandra e esperamos. Muito tempo depois, com muitas interrupções, nos encaixaram em um voo da Avianca direto a Quito às 23h59!!!! Disseram que as bagagens foram porque muita gente perdeu o voo e não teria como separar, pegaríamos lá. Perguntamos sobre ajuda de custo e disseram que não tiveram culpa e, portanto, obrigação de nada. Insistimos e nos deram um pratinho para cada um com um suco de caixinha e um pãozinho com presunto e queijo. Ficamos muito irritados! Reclamamos e disseram que a cia não tem convênio com nenhum restaurante e era o máximo que fariam. Eu queria jogar o lanche na cara dela! O Allan questionou o nome da pessoa que ficaria com nossas malas em Quito e a moça disse para procurar a cia. Insistiu pelo nome e desconversaram. Saímos injuriados após falar um monte de merda e fomos à central de reclamações. Lá nos explicaram que a LAN estava errada e a atendente nos acompanhou até a supervisora. Conversaram e a moça concordou que, em caso de falha do aeroporto, ninguém tem direito a nada. Explicou que poderia registrar uma reclamação para avaliarem, verificar com a torre de controle, abrir defesa e, se comprovado erro da LAN, recebermos o valor gasto com alimentação. Não acreditamos muito em resultados positivos, mas fizemos. Enquanto registrávamos apareceu mais um casal do mesmo voo e nos animou um pouco, mas a moça disse que a maioria se recusou a ir atrás de algo, infelizmente. Feito isso, fomos comer no Kokoriko. Muito diferente do Kikiriki, trata-se de um ambiente melhor, com pratos mais elaborados e caros. O Allan foi de Churrasco de Frango e eu de Taco ao Carvão. Adoramos ambos os pratos e eram bem servidos. Aproveitamos para provar duas cervejas da casa. Muito mais tarde, passamos na Avianca e entramos. Para a nossa tristeza, no raio x ficaram com as 2 conchas maiores que trouxemos de San Andrés. O que nos incomodou foi que deixaram entrar com a menor e alegaram que as maiores eram patrimônio natural. No mínimo estranho...sou suspeita pra falar porque sempre acho funcionário de raio x sacana, rs. Uma até ficou zoando com uma em cada orelha e ficou sem graça quando o Allan falou pra ficar de presente. Hora de avisar ao hostel sobre o atraso e “curtir” o chá de cadeira. Gastos do dia (2 pessoas): - Táxi: 10.000 COP - Alimentação: 70.000 COP
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