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SimoneCristina

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Sobre SimoneCristina

  • Data de Nascimento 18-10-1985

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  1. Boa noite, pessoal! Meu marido e eu estamos no Piauí e buscamos quem queira dividir O passeio completo pelo Delta, com revoada dos guarás, na segunda (20/09). Não tem passeio compartilhado, então buscamos cia para ficar mais animado e acessível a todos. Bora?
  2. Olá, pessoal! Preciso de ajuda com algumas dúvidas sobre o nosso roteiro pela Rota das emoções. Vou colocar o roteiro e as dúvidas dentro dele: 07/09 - Guarulhos --> Fortaleza: Chegada por volta das 12hs. (Meio período é suficiente para curtir a Praia do Futuro?) 08/09 - Fortaleza: Passear pela cidade (Preciso de 1 dia inteiro? Ou ainda sobra tempo pra curtir a praia de Meireles?) 09/09 - Fortaleza: Passeio pelas 3 praias 10/09 - Fortaleza: Dia livre (Vale a pena fazer Cumbuco? Ou tem passeio melhor?) 11/09 - Fortaleza --> Jericoacoara (tarde livre) 12/09 - Jericoacoara: Passeio lado oeste 13/09 - Jericoacoara: Passeio lado leste (Consigo emendar o passeio pelo lado oeste com o transfer da chegada para deixar este dia livre? Ou vale a pena ficar pela praia local no primeiro dia e seguir esta ordem mesmo?) 14/09 - Jericoacoara - Parnaíba: Ida pela manhã e conhecer a cidade a tarde. (É tempo suficiente para conhecer a cidade de Parnaíba a pé?) 15/09 - Parnaíba --> Teresina: Alugar o carro às 9hs e seguir para o Parque das Setes Cidades, terminando o dia em Teresina. (As estradas são boas, ou demora muito e preciso de mais tempo para não chegar em Teresina muito tarde?) 16/09 - Teresina: Conhecer a cidade 17/09 - Teresina --> Luis Correa: Saída após o café e curtir as praias locais (Coqueiro e Atalaia) pela tarde. 18/09 - Luis Correa: Passar o dia em Barra Grande, mas voltar para dormir na cidade (Tem estrutura para quem não está hospedado? Realmente vale a pena?) 19/09: Luis Correa: Passeio do Delta do Parnaíba (Para passeio de lancha, faz muita diferença o passeio saindo de Parnaíba do passeio saindo de Tutóia?) 20/09: Luis Correa - Barreirinhas: Saída pela manhã, entrega do carro em Parnaíba e seguir para Barreirinhas. Fazer alguma lagoa a tarde. 21/09: Barreirinhas - Atins: Sobrevoo sobre os lençóis pela manhã e saída para Travessia do Rio Preguiça via voadeira, com pernoite em Atins 22/09: Atins - Santo Amaro: Passeio para alguma lagoa a definir e seguir para Santo Amaro (É possível ir de Atins para Santo Amaro? Qual a lagoa mais indicada em Atins?) 23/09: Santo Amaro: Passeio para alguma lagoa a definir 24/09: Santo Amaro: Passeio para alguma lagoa a definir 25/09: Santo Amaro --> São Luis: Passeio para alguma lagoa a definir pela manhã e saída para São Luis a tarde 26/09: São Luis: Conhecer Alcântara 27/09: São Luis: Conhecer a cidade (passear pelo centro histórico) 28/09: São Luis --> Palmas: Saída para outra parte da viagem Se alguém puder me ajudar, agradeço. OBS: Caso tenham pitacos sobre itens não perguntados, fiquem a vontade para sugerir. Obrigada!!!
  3. Oieeee, galera!!! Tudo bem? Gente, me ajudem! rs. Estávamos com o roteiro certo para a próxima trip ser para América Central, no mês que vem. Porém, me disseram que não vale a pena viajar pra lá agora. Alguém já foi? Realmente chove muito todo dia? Chove a ponto de perder os passeios? Obrigadaaaa!
  4. Bom dia! Tudo bem? Tô atrás dessa informação também. Me deixaram com receio de ir...
  5. Oie! Tudo bem? Você pegou muita chuva? Como foi? Abraços
  6. Oi, Rodrigo! Tudo bem? Como foi sua trip? Queremos ir mês que vem, mas tô com medo das chuvas... Abraços
  7. Muito obrigada pelo suporte!!! 😘
  8. Obrigada!!! É que antes eu consegui ler vários e agora sumiram. Vou pela busca Obrigada pela atenção! Beijos
  9. São 6 relatos de cada? Minha dúvida é porque só consigo ler os 6 da imagem + 6 do Panamá, mas na tela inicial fala que são mais de 120
  10. Obrigada pelo retorno! Tenho tentado o primeiro link, mas só aparecem 6 posts, como na figura, e um link para "Panamá", aonde deveriam ter 80 posts e aparecem mais 6. Estou fazendo algo de errado? Abraços
  11. Boa tarde, pessoal! Estou buscando relatos da América Central, mas não consigo ler mais do que 6 opções. Outros fóruns apresentam as páginas, mas na parte de Relatos limita. Alguém pode me ajudar? Obrigada!
  12. Ótimo relato! Só uma correção: as linhas do metrô que passam na estação Luz são a azul e a amarela. Beijos
  13. 15.11.2013: Bogotá Pegamos um táxi até o hostel Los Andes na Zona Rosa. Dessa vez o taxista era gente boa e pegamos o número dele, rs. Deixamos as malas e saímos para o centro histórico porque tinha o tour gratuito agendado pelo PIT. Pegamos o transmilênio até a estação Museu del Oro e seguimos a pé até a Plaza Bolívar. Estava rolando uma festa, mas não sei do que. Perguntamos a um grupo se eram eles e o guia falou que não. Fomos ao PIT e a moça sugeriu esperar que passassem ali em 10 minutos. Então, fomos a uma lanchonete ao lado comer algo. O Allan pediu um buñuelo e eu não lembro o nome do meu, mas parecia com o do Allan, mas menor e assada (muito bom!). Voltamos para a porta do PIT e o guia chegou...o mesmo que perguntamos antes Disse que eu falei da polícia e não era...mas está escrito! Enfim...seguimos com o grupo. Passamos pela casa e museu Santa Clara, Palácio Echeverri, o Observatório Astronômico, o ministério da fazenda com a estátua do Jose Assuncion Silva com suas curiosidades sobre a nota de 5.000 COP, Igreja San Agustin, Palácio de San Carlos, o Teatro Cólon e seguimos pela Carrera 5. O guia nos mostrou a Casa de la Moneda, o Museo Botero e a Biblioteca. Descemos pela Calle 11 até o Centro Cultural Gabriel Garcia Marquez, aonde há um efeito sonoro quando nos posicionamos ao centro. Ali terminou o passeio. É legalzinho, mas achei que o guia falava rápido demais e não esperava todos chegarem para explicar. Além disso, não respondia nenhuma pergunta minha O Allan e eu descemos para comer e os restaurantes da rua eram pequenos e estavam abafados por falta de ventilação, tendo em vista que não tinha energia. Passamos no Palácio Arzobispal e na Catedral Primada, razoável Fomos ao museu da moeda (de graça) e ganhamos uma moeda comemorativa do vigia Vimos um pouco, mas as vigias das salas eram muito chatas e nem nos deixavam chegar perto dos quadros. Desistimos e entramos no Botero que é interligado. Começou bem, mas uma hora disparei o alarme por chegar a dois palmos do quadro Apesar disso, muito legal as gordices Entramos em outros restaurantes, mas optamos pelo Plaza Santa Fé. Lá era amplo, muito ajeitadinho e gracinha. Optamos pelo menu do dia que só mudava a carne. Escolhi o 1 e o Allan o 2: creme de tomate, frango ao molho tamarindo ou porco ao molho inglês, arroz, macarrão bechamel, salada e bebida. Muito saboroso e por um bom preço! Como não queríamos o creme, nos deram a opção de mais uma salada ou salada de frutas. Optamos pela segunda que levamos embora. O bom é que a salada é servida a vontade Descemos para ver a troca de guardas, mas foi cancelada. Refizemos os passos do guia para tirar foto sem galera e entramos na igreja San Austin, mas o clima não era bom. Detalhe para as velas elétricas que acendem com a doação, sequer usam vela comum Resolvemos ir até a Basílica, mas estava fechada. Compramos um doce com 2 wafer e doce de leite e vimos uma bandinha ensaiando. No caminho para o hostel vimos um desfile que parecia escola de samba, mas contra o preconceito racial e violência contra a mulher. Muito legal! Passamos na feira de artesanato e voltamos para o hostel moídos. Fechamos um dia no quarto duplo com banheiro (sem café porque não tomaríamos) e um semi duplo (cama um pouco menor do que a de casal) com banheiro e café. Duas cervejas Club Colombia na conta e cama! Gastos do dia (2 pessoas): - Ônibus: 6.200 COP - Alimentação: 35.000 COP - Táxi: 13.000 COP - Hostel (2 diárias): 185.000 COP –------------------------------------------- 16.11.2013: Bogotá Acordamos cedo, arrumamos as malas (mudaríamos de quarto) e saímos para Zipaquirá. No caminho, passamos no mercadinho para comprar um lanche. Pegamos o Transmilênio até o Portal Norte e lá pegamos um ônibus para Zipaquirá. Em Chia subimos dois quarteirões, aonde pegamos o trem turístico até a Catedral de Sal. Na Catedral optamos pelo pacote A1 com catedral, guia, espelho de água e show de luzes, o mais básico de todos. O tour inicia pela via sacra e seus significados abstratos, rs. Passa por um trecho com três descidas com significados, mas não contarei para não estragar a surpresa :'> Vimos as catedrais e uma parte aonde escorreu água e ficou como uma cascata de sal. Passamos no espelho d'água que tem 10cm de profundidade, mas seus elementos fazem com que reflita perfeitamente o teto e passa a impressão de maior profundidade. O trajeto termina em um show de luzes beeeeeem meia boca. Voltamos tirando foto e assistimos ao filme 3D que conta a história da catedral, o primeiro filme 3D gravado na Colômbia...meio cansativo. Comemos um lanche no famoso Café Colombiano 180 metros bajo tierra, mas não estava muito bom, e compramos ticket para a Rota dos Mineiros. No passeio subimos por uma escada de 42 degraus que dizem ser dos pecadores. Dizem que quanto mais cansado termina, mais pecados carrega. Ah, o passeio é feito com capacete e lanterna. Começa em um túnel estreito de uns 5 metros, mas andamos devagar porque vamos de lanterna apagada e ficamos inseguros no breu. A guia nos dá explicações e a ida é sem lanterna. Ao final do túnel há picaretas para marretar um pouco e simulam uma explosão miada (eu faria melhor ). Ela explicou que atualmente não são realizadas explosões. Por ter suas paredes compostas por 85% de sal, jogam água e vão dissolvendo-a. No retorno ganhamos algumas pedras de lembrança De lá pegamos o trem para descer com o mesmo ticket. Tiramos algumas fotos do centro, compramos lembranças e...pé na estrada! Pegamos um ônibus para o Andrés Carne de Res, em Chia, mas o cobrador nos enganou dizendo que parava perto. Descemos onde indicou e tivemos que pegar outro ônibus que nos deixou a um quarteirão de lá. Realmente o lugar é grande e muito legal! A decoração é muito louca, cheia de penduricalhos. Não dá pra explicar. O atendimento é nota 1.000 e pegamos várias coisas. Ganhamos um guardanapo bacana, veio um grupo tocando música típica que nos deu uma faixa, ganhamos um cardápio, doces...bacana demais! Comemos bacon com torrada e provolone com torrada. O Allan tomou uma cerveja e eu pedi um Maracujá tropical (rum, maracujá, leite condensado e sorvete). Caro, mas vale a pena mesmo! Até fizeram uma reserva no Andrés DC para a gente (estava lotado). Na saída ganhamos morango Andamos uns 5 quarteirões e pegamos um ônibus para o Portal Norte. Lá, entramos no Transmilênio para o hostel. Chegamos no hostel depois da reserva do restaurante e resolvemos adiar, até porque estávamos satisfeitos. Ainda assim, fomos ao Andrés DC (pertinho do hostel) ver se poderíamos entrar com o mochilão, já que precisaríamos de um lugar para esperar o voo e, assim, mataríamos os dois coelhos. No Hard Rock negaram, mas lá aceitaram na hora. Sucesso!!! Passamos no mercadinho e cama! Gastos do dia (2 pessoas): - Ônibus: 27.600 COP - Trem Chia: 6.000 COP - Passeio Catedral: 40.000 COP - Rota dos mineiros: 12.000 COP - Alimentação: 125.000 COP –------------------------------------------- 17.11.2013: Bogotá Acordamo tarde exaustos de toda a viagem. Chega uma hora que o corpo pede arrego, rs. Tomamos café simples no hostal, compramos umas coisas no mercadinho e pegamos o transmilênio J95 para Las Águas. De repente...estamos voltando! Descemos e pegamos o J95 de novo. Descemos na Las Águas e subimos a pé até a entrada do Cerro Monserrate. Compramos tickets para subir e descer (funicular ou teleférico) e pegamos a fila do funicular porque a do teleférico demoraria demais. Ele sobe rapidinho e, lá em cima, percorremos a via crucis. Estão montando um presépio, mas não está pronto ainda. Visitamos a igreja em reforma e percorremos alguns mirantes. A vista é bonita, mas estava muito cheio. Além de ser domingo e mais barato, estava acabando a missa, o que contribuição para a superlotação. Lá em cima também há barracas de artesanato e comida, mas achei a comida um pouco porca Íamos descer de teleférico, mas tinha muita fila e nosso tempo era sagrado. Então, descemos de funicular mesmo. Embaixo seguimos a pé ao museu do ouro (aproximadamente 20 min), de graça aos domingos. Como não somos muito fãs de museu, fizemos rapidinho, mas para quem gosta é preciso um bom tempo porque é enorme! Corremos para a feira de artesanato perto da Plaza Bolívar para chorar uns preços com a gentil senhora do dia anterior, mas ela estava transformada na abominável senhora das feiras e foi muito grosseira. Compramos o que queríamos na feira e seguimos para o Palácio Nariño, aonde teria a troca de guardas. A troca começou com um pouco de atraso, às 16h10, mas gostamos muito! De diferente das que já vi, destaco a dobra da bandeira e que no final tocaram jingle bell Recomendo! Dura uns 40, 45 minutos... No mercado compramos café e refrigerante diferente para recordação. Paramos no Juan Valdez a caminho do Transmilênio para comprar mais lembranças e seguimos para a estação. Enrolamos um pouco no hostel, pois poderíamos ficar lá até 21h30 apenas, e fomos com as malas para o Andrés DC. Chegando lá fomos muito bem recebidos e guardamos tudo no roupeiro, com direito a caras assustadas e piadinhas por estarmos carregados, hahahaha Não vimos muita diferença do Andrés Carne de Res O cardápio é o mesmo, há festinha em ambos (creio que em Bogotá era em menor proporção por ser domingo a noite), lembrancinhas, penduricalhos...em Bogotá tem menos, mas são 4 andares que representam o inferno, a terra, o purgatório e o céu (não vi muita diferença fora a placa com o nome e o tipo de música diferente), sendo que ficamos na terra e a área infantil é o céu Pedimos um canelazo, um cosmopolitan e um prato para dividir. Gostei de tudo! Depois pedimos um churrasco com queijo, outro canelazo e um Dama Ardiente. Bom também! Curtimos mais um pouco da noite, matamos tempo e pegamos um táxi em frente ao restaurante. No aeroporto, carimbamos o papel do imposto, pesamos as malas que ficaram perto do limite e aguardamos para despachar tudo. Gastos do dia (2 pessoas): - Ônibus: 5.600 COP - Funicular: 18.400 COP - Táxi: 25.000 COP - Alimentação: 240.000 COP –------------------------------------------- 18.11.2013: Bogotá - Guarulhos A hora foi passando e nada da equipe da LAN chegar. Com o tempo, fiquei preocupada e fui olhar o painel para saber sobre atraso e...só tinha informação de voos nacionais. Andei pra perguntar e era outro portão! Detalhe que chegamos com mais de 3hs de antecedência e descobrimos isso 30min antes de fechar o embarque, hahaha Ao despachar as malas a atendente ofereceu troca de voo por um 5hs mais tarde com direito a hotel, transporte e US$ 100 cada. Pelo hotel não valeria a pena em função do horário. O valor até foi tentador, mas tivemos tanta dor de cabeça com eles que recusamos. Recusamos, explicamos o que rolou de problema anterior e deram de ombros. Ok...pode parecer absurdo, mas estávamos cansados e querendo ficar livres dessa porcaria, rs rs. Tivemos um voo tranquilo, terminando com uma passada no Duty Free. Viagem excelente e muito recomendada por nós!
  14. 12.11.2013: Baños - Quito Saímos cedo e pegamos o ônibus para Quito que saiu às 6h45. A viagem demorou 3h20 e dormi quase o caminho todo. Em Quitumbe pegamos um ônibus para Playon de La Marin e o trolebus para Baca Ortiz. Chegamos no hostal 11h20 e o Joffre não estava. Acabamos indo no KFC da esquina, aonde pedi um combo Deluxe. Muito bom, mas picante. Voltamos ao hostal e tinha um recado do Joffre dizendo que chegaria 12h30. Por isso fomos na loja ao lado ligar pra casa, de onde o vimos passando. No hostal trocamos de quarto e este era um pouco menor, mas ainda grande. A vantagem era estar ao lado da recepção, com melhor sinal de wifi. Descansamos um pouco e fomos passear. Passamos na agência Gulliver e fechamos o passeio do vulcão Cotopaxi para o dia seguinte. De lá passamos no ponto de saída do passeio, compramos um sorvete de palito muito comum na cidade e pegamos o trolebus para o Centro Histórico. Descemos na Símon Bolívar para ver o monumento e seguimos para a Igreja Basílica del Voto Nacional. Ela é linda! Imensa, vitrais lindos, capelinha linda, luz simulando coração de Jesus...uma paz só! Do lado de fora estão as gárgulas e, entre elas, tartarugas, iguanas, macacos, tamanduás, felinos...muito legal e vale a entrada, embora não concorde em pagar para entrar em igreja. Seguimos a Garcia Moreno até a igreja Santa Bárbara, mas estava fechada. Continuamos curtindo as ruas charmosinhas até a Plaza Grande ou Plaza de la Independência, aonde estão o Palácio do Governo, a Catedral, a prefeitura e o Palácio Arzobispal. Lá estava rolando até fotos de noiva Na catedral não pode tirar foto e é uma pena porque é muito bonita, com destaque para a porta toda trabalhada que demorou 8 anos para ser concluída. Show! Passamos na Iglesia de la Compañia de Jesus, mas não entramos por achar o preço absurdo (já falei que não acho legal pagar pra entrar em igreja? rs). Seguimos até o passadiço (arco de las madres?), mas achamos tarde para visitar o Panecillo. Então, descemos ao convento de Santo Domingo e subimos pela Guayaquil até a estação Símon Bolívar e voltar ao hostal. Nos agasalhamos e saímos para comer. Fomos até a Plaza Foch aonde estão muitos bares e restaurantes e optamos pelo Azuca. É bem gostosinho e atendem muito bem! Pedimos dois mojitos apaisonados (maracujá) na rodada dupla e uma picada latina para dois, muito gostosa! Vinha carne de porco, salsicha, carne, maduro, fritas e um molho agridoce de maracujá e feijão muito bom! Compramos chocolate no mercado e fomos dormir. Gastos do dia (2 pessoas): - Trolebus: US$ 0,75 - Basílica: US$ 1 - Alimentação: US$ 40 –------------------------------------------- 13.11.2013: Quito Logo de manhã partimos para o tour Cotopaxi que sai do restaurante Q na Plaza Foch. Lá tomamos o chá de cortesia do tour. Às 7hs o motorista nos buscou, junto com um casal. Fomos ao Papagayo pegar as bikes e encontrar o guia e mais três pessoas que fariam o tour com a gente, mas esses eram profissionais, levaram até bike própria e equipamento top Lá ficamos curtindo o Rodolfo, a Jane e a Isis, 3 cachorrões fofos Saímos para outra parada na entrada do Parque Nacional Cotopaxi, aonde o guia nos deu algumas explicações, tomamos chá de coca e compramos artigos para o frio. Entramos no parque e fomos até o estacionamento a 4.500m. Neste momento já não gostamos do guia porque dava preferência para o inglês, mesmo sabendo que a não entendemos, sendo que muitas vezes nem traduzia. Sem contar que na agência disseram que era no ritmo mais lento do grupo e ele nos acelerava para acompanhar os caras acostumados com a pegada, mas nem ligamos Do estacionamento subimos ao refúgio que está 4.864 m.a.n.m. Há um caminho íngreme e mais curto, ou em zigue zague. Optamos pelo segundo. É puxado, mas achei que seria pior. Tiramos algumas fotos com o céu aberto e descansamos. Perguntei ao guia sobre banheiro e falou que não tinha. Como assim? Ainda falou que eu poderia ir nas pedras atrás do refúgio. “Como assim?²" O Allan achou um banheiro químico e fui lá, mas falaram pra usar um que estavam construindo, que não tinha luz, papel, nem água. Fala sério! Fazer o que... Continuamos a caminhada até os glaciares que ficam a uns 5.000 m.a.n.m. Essa parte foi mais difícil, com o caminho mais íngreme, escorregadio, ventando e chuviscando, mas chegamos Umas fotos e voltamos ao refúgio para um lanchinho e chá (por conta). Descemos ao estacionamento pelo caminho mais íngreme e pegaram as bikes. Eu fiquei insegura e resolvemos iniciar o downhill na parte mais fácil, indo na van. O casal teve dificuldade e entrou na van também. Na parte de boa descemos os 4 e iniciamos o trecho. Comecei animada, mas a bike derrapava muito na curva e fiquei com medo porque sou inexperiente e arreguei. O downhill acaba na laguna de Limpiopungo, onde guardam as bikes e tiramos fotos, mas achei bem feinha. Bonita era a vista do vulcão na descida Retornamos ao Papagayo para o almoço. Todos disseram que não passa de bolo e chá, mas tivemos uma ótima refeição! Não sei se porque os outros 5 ficaram hospedados ali e confundiram, mas tomamos sopa de legumes, macarrão com atum, salada e suco de tomate arbóreo, além de bolo de chocolate de sobremesa Voltamos a Quito, parando no restaurante Q de novo. Fomos até a feira de artesanato comprar o que faltou, mas achamos os vendedores grosseiros e compramos pouca coisa. Seguimos para o hostal para banho, arrumar as malas e sair para comer e beber Fomos à Plaza Foch e optamos pelo BBQ&Co. Pedimos duas Pilsener e uma porção de anel de cebola acompanhada de três molhos. Como seria pouco, também provamos camarão empanado, acompanhado de dois molhos. Achamos tudo muito saboroso e abriu o apetiye. Pedimos mais duas cervejas e uma porção de seis alitas empanadas com batata e molho. Esta já não estava tão boa, pois o frango estava sem gosto. Perde feio para o Kikiriki Cama! Gastos do dia (2 pessoas): - Tour Cotopaxi: US$ 90 - Alimentação: US$ 40 –------------------------------------------- 14.11.2013: Quito - Bogotá Tomamos café e saímos para o Panecillo. Na última estação pegamos um táxi para subir e ir ao teleférico. Quando chegamos, ele pediu pra adiantar metade do valor porque uma vez levou turista que o deixou na mão. Disse que pagaria o preço até ali só (menos da metade). Falou que seria metade por garantia, mas que ficaria ali. Deu o valor só até ali e comentei que se ele não confiava em mim, eu não poderia confiar nele e aceitou. Tiramos fotos e desistimos do teleférico. Além de ficar corrido, estava com bastante nuvem. Pedimos para nos levar até a Plaza Foch e compramos chocolate na República do Cacao (chocolate local), depois fomos para o hostal. Nos despedimos da Karpa Concluímos as malas e fomos para o aeroporto com o Joffre. Resolvemos embalar uma das malas com seguro, pois a levaríamos assim até o Brasil. Despachamos a bagagem com uma moça muito grosseira e comemos no KFC. No raio-X disseram que eu precisaria comprar embalagem plástica com fecho, ou descartar os cremes e líquidos. Não deixam levar nem pequenos. Por sorte tinha levado uma para colocar documento em caso de chuva e deu tudo certo. Ali é preciso mostrar artesanato e pedir autorização. Na verdade isso deveria ter sido feito antes, mas não avisaram no check in. Chamaram a responsável que foi até lá e resolveu o problema. Passamos na migração e seguimos receosos com a LAN para Cali. Em Cali saímos rapidamente para dar tempo. Tivemos que pegar a mala e repassar a uma funcionária da LAN. Deu tudo certo, apesar de matar a saudade do calor absurdo, rs. Na sala de embarque soubemos que nosso voo atrasou mais de 1 hora...pena que não aconteceu isso na ida Chegamos em Bogotá 20h20, pegamos as malas e subimos. Pedimos orientação a um policial para pegar o táxi em cima e se propôs a parar um. Fechamos por 16.000 COP até a Candelária. No caminho soubemos de uma explosão em duas caixas de energia no dia anterior que deixou o centro histórico sem luz. Chegando no Hostal Fátima estavam a luz de velas, não receberam a confirmação que mandei pela manhã e perderam a minha reserva. Só tinham com banheiro compartilhado, mas me desanimei pela água gelada e insegurança que me passaram. Pedimos ao motorista para ir a outro, mas só tinha reservado no centro e não achei outro razoável mais distante no meu livro. Então, seguimos para o Ibis. O taxista insistiu que era caro e para irmos com ele a outro muito bom. No Ibis vimos que estava 159.000 COP durante a semana e 119.000 COP nos finais de semana. Como estava caro, aceitamos a sugestão do taxista e seguimos para o hotel Maria Isabel. O Allan desceu e queriam 164.000 COP! Disse que não e vieram atrás oferecendo 130.000 COP. Optamos pelo Ibis que, na média, sairia quase o mesmo preço e era confiável. No Ibis o taxista acertou a corrida para 25.000 COP e pegamos o número dele para outros trechos. Fomos surpreendidos pela falta de quarto, talvez pela fuga dos “sem energia”, rs, sendo que um casal pegava o último quarto de solteiro para dividir. O jeito foi voltar para o Maria Isabel. Detalhe: O taxista ficava falando pra eu ir com o Allan que ele esperaria...fiquei com medo de “fugir” com as nossas malas e não o deixamos em nenhum momento sozinho com elas. Desta vez eu entrei e disseram que era 130.000 COP sem taxa e seguro, sendo ambos obrigatórios e fechando em 164.000 COP. Saí para ver com o Allan e o cara veio atrás. Acabou deixando um quarto simples por 130.000 COP, sem café da manhã. Ao chegar no quarto, era um de solteiro! Como estávamos meio sem opção, sem ter pra onde ir e cansados, ficamos só naquela noite. Hotel de entrada refinada e quarto meia boca. Detalhe que o taxista queria cobrar 30.000 COP! Reclamamos que 5.000 COP era muito do Ibis até ali e ficou em 28.000 COP. Ele foi ganancioso, pois perdeu pelo menos duas corridas com a gente por conta da sacanagem Pesquisamos outros hotéis, banho e cama. Gastos do dia (2 pessoas): - Trolebus: US$ 0,50 - Táxi Panecilho: US$ 10 - Táxi Quito-Aeroporto: US$ 25 - Embalagem da mala: US$ 12 - Alimentação: US$ 15 - Táxi Bogotá: 28.000 COP - Hotel Maria Isabel (1 diária): 130.000 COP
  15. 10.11.2013: Baños Cansados do dia anterior, acordamos um pouco tarde e fomos tomar café da manhã no Plantas y Blanco para apreciar a vista. Confesso que esperava mais, mas tudo bem. Tomei um suco de maracujá e comi um pão com queijo quente, enquanto o Allan pediu um suco de laranja e panqueca com queijo e melado. Aprovado! Fomos na Adventure Equartoland para ver passeios, mas fechamos em outra por causa do valor. Fechamos a rota das cascatas e o rafting, sendo que na rota das cascatas tem a opção de fazer canopy. Demos uma volta no centrinho, entramos na Basílica, que é muito bonita, durante uma missa e vimos os quadros sobre os milagres da virgem, ouvimos o coral cantar “Jesus Cristo”, compramos uma água e fomos para o hotel nos trocar e deixar as coisas, depois de comprar o doce típíco “Melcocha”. Saímos 12h30 para tomar um sorvete e esperar a chiva, que saiu às 13h40 da nossa agência. Primeiro paramos em um rio e, depois, na primeira Tarabita. Tarabita é uma espécie de gaiola/teleférico que atravessa de uma cachoeira para outra. Meia boca, mas... Continuamos passando por belas cachoeiras e paisagens bonitas. Paramos para o canopy pequeno, uns 400m, mas vale a diversão, rs. É possível descer em até 4 pessoas, dependendo do peso dos integrantes, descendo sentado, de ponta cabeça ou deitado de mão dada. Escolhemos a terceira opção, indo tranquilamente, sem muita velocidade. Mais adiante paramos em outra tarabita, mas não fizemos por ser o mesmo que a anterior. Pra quem optar por fazer apenas uma também, a segunda parece ser melhor. A última parada foi no Pailón del Diablo, onde pagamos uma taxa para entrar e descer até a cachoeira. No caminho vimos alguns mirantes, passamos por uma ponte de madeira e descemos até chegar no meio da descida da cachoeira. Tiramos muitas fotos e esperamos o povo. De lá tomamos o caminho de volta, chegando perto da agência às 18hs. Descansamos um pouco e saímos para jantar. A ideia era ir ao El Chazón de la Malienda, mas estava fechado Voltamos e paramos em um que vimos na ida: Quilombo. Esse restaurante nos surpreendeu! Muito ajeitado e decoração diferenciada. O cardápio era o mais legal de tudo! São cubos ligados em 1 ou 2 partes e você tem que ficar mudando a combinação para ver tudo, sendo que existem algumas mensagens, como: “Atrás de um grande homem, há uma mulher revidando os olhos”, rs. Pedimos ½ Parrilla (uma inteira serve duas pessoas), uma cerveja club uma jarra de limonada. Com receio da comida ser insuficiente, resolvemos pegar uma tábua de frios para completar. Primeiro veio uma travessa com 1½ linguiça grande, assada, e uma tigela de salada. Depois veio a tábua com azeitonas, 4 canapés, queijo, maçã e peperoni. Fiquei em dúvida se o prato principal era só aquilo, até que chegou uma travessa com um bife grande de carne de porco e duas batatonas assadas. Estava bem saboroso, inclusive com os molhinhos a parte. Agora sim! Satisfeitos, estávamos encerrando quando chegou mais um prato! Não acreditamos e a moça até brincou que poderia levar de volta, rs. Neste tinha filé de frango grelhado, um pedaço médio de carne também grelhada, um pedaço de milho cozido, abacate e pimentão. Ficamos empanturrados! Se soubéssemos, não teríamos pedido os frios E olha que pedimos meio prato!!! O preço final foi o melhor de tudo: US$ 20 com gorjeta Gastos do dia (2 pessoas): - Tour Chiva: US$ 10 - Tarabita: US$ 3 - Canopy: US$ 20 - Entrada Pailón del Diablo: US$ 2 - Alimentação: US$ 40 –------------------------------------------- 11.11.2013: Baños Saímos às 8h40 para o rafting, que saiu da agência perto das 9hs. Pegamos o material e seguimos uns 40 minutos até o rio, aonde nos equipamos. Estávamos em 3 botes e um dos instrutores deu as orientações a todos de modo divertido. Instruções passadas, rumo ao rio. Vale dizer que esqueceram os sapatos do Allan e ele foi descalço Rafting tranquilo, caindo mais o povo que queria cair mesmo. Banho em uma quedinha de água em quem está na frente. Os instrutores são bem animados, conhecem bem também. O Allan e eu nos jogamos em pontos diferentes. Delícia! No final, lavamos as coisas no rio e perguntamos aos instrutores sobre as fotos. Um disse que acreditava estar incluso, mas se fosse pago seriam uns US$ 5. Perguntei ao outro como faríamos porque só nós dois fechamos em agência diferente e disse que nos daria o CD Na volta estava chovendo e o guia parou para dar carona para duas crianças fofas que voltavam a pé na chuva forte e era muito longe! Elas estavam nos guiando e sempre que perguntava se estava perto a resposta era: “Un poquito más...”. Muito fofas! Deu dó da distância que percorrem sozinhas para estudar. Paramos para almoçar na volta e tinha opção entre frango, carne, truta ou omelete. As opções acompanhavam arroz, salada, fritas e suco. Com exceção do suco, estava muito bom! Lá ficamos conversando com o pessoal, comemos e voltamos para a cidade. Tiramos mais algumas fotos e fomos ao hotel pegar a máquina. Tentamos ver o vulcão, sem sucesso, e acabamos parando em duas estátuas de crianças e voltando. Descemos para as termas e comprei um sorvete meia boca. Escolhi de chocolate suíço e cereja, coberto por chocolate e quebrou o galho...desde que os suíços não escutem seu santo nome em vão, hahaha. Pegamos as fotos e chegamos nas termas La Virgem às 15h45. Lá fora informava que poderia entrar até as 16hs, ficar nas termas até as 16h30 e nas duchas até 17hs, mas o chatão falou que teria que sair da piscina no máximo 16hs, independente do que estivesse escrito. Resolvemos voltar a noite e passamos na cachoeira ao lado, aonde 4 gringas que saíram das termas tiravam fotos e 2 caras tiravam delas...sacanagem! Na volta compramos um casaquinho de lã para o nosso sobrinho, outro de alpaca para a nossa sobrinha e a moça nos surpreendeu com duas pulseiras do Equador de presente Voltamos para o hotel e descansamos um pouco. Fomos para as termas 18h20 e o Allan teve que comprar touca, sendo que vimos muita gente sem...achei um absurdo! Eu levei a minha porque li na net que cabelo longo precisava, mas disseram que curto não. Pelo menos o guarda volume era de graça Tentamos entrar na debaixo que é a mais quente (precisa tomar uma ducha antes), mas era impossível de tão quente! Não sei como tinha gente lá...subimos e entramos na menor, pois a grande só funciona de dia, que fica entre 38 e 40ºC. É bem quente, doía um pouco, mas sou chata e, portanto, não sou parâmetro. Fizemos como o povo que dá choque térmico saindo dali e tomando banho na água gelada que vem da cachoeira e voltando para a terma. Nos relaxou bastante Na volta para o hostal compramos lanchinho para o dia seguinte. Banho e rua! Pagamos o hostal e conversamos com o agradável senhor Victor que é dentista e tem consultório no hostal mesmo. Rodamos um pouco escolhendo restaurante e paramos no Caña Mandur que é pequeno e aconchegante. Pedimos uma pizza (meia da casa, meia hawaiana), duas cervejas Pilsener e um crepe de frutas. Estava tudo muito bom e achamos que por um bom preço. Hostel, bode e cama! Gastos do dia (2 pessoas): - Rafting: US$ 50 - Termas: US$ 6 - Touca: US$ 1 - Alimentação: US$ 27
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