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  1. Australianos acham dinossauro de 25 metros Ossos fossilizados dos maiores dinossauros já localizados na Austrália foram apresentados na quinta-feira. Segundo cientistas, a descoberta lança novas luzes sobre o passado pré-histórico do país. Os restos de dois titanossauros, apelidados de Cooper e George, foram desenterrados em 2005 e 2006 por pecuaristas perto de Eromanga, no estado de Queensland, no árido sudoeste australiano, mas foram mantidos em segredo para permitir que especialistas investigassem os achados. "Estávamos tangendo gado em motos quando encontramos fragmentos do grandão, o Cooper. Meu filho de 14 anos achou o outro", disse o pecuarista Stuart MacKenzie à imprensa local. Ossos fossilizados das pernas mostram que a dupla tinha cerca de 25 m -- entre 6 e 7 metros a mais que o maior saurópode (dino herbívoro pescoçudo) previamente conhecido na Austrália, segundo Scott Hocknull, curador do Museu de Queensland. "O bom da Austrália é que sempre há coisas novas sendo achadas, e tudo isso é novo para a ciência, é a ponta do iceberg", disse Hocknull. Os titanossauros, com até cem toneladas e longos pescoços e caudas, estão entre as criaturas mais pesadas que já caminharam sobre a Terra. Eles foram um dos últimos saurópodes do Cretáceo, 98 milhões de anos atrás, quando o continente era mais verde e úmido. Esses herbívoros foram extintos numa época de mudança climática. Eles foram batizados em homenagem aos titãs (gigantes inimigos dos deuses) da mitologia grega e viviam principalmente no sul do antigo supercontinente de Gondwana. (Fonte: Reuters / Portal G1)
  2. Madagascar cria 1 milhão de hectares de novas áreas protegidas Pela segunda vez em dois anos, o governo de Madagascar criou mais de um milhão de hectares de novas áreas protegidas, seguindo uma política visionária para conservar as florestas intactas restantes no país. As 15 novas áreas protegidas compreendem um total de 1.071.589 hectares - área equivalente à do município de Goiânia -, e incluem floresta tropical, floresta seca decidual, lagos, rios, cavernas de pedras calcárias e outros ecossistemas que abrigam espécies ameaçadas, tais como o rato-saltador-gigante (Hypogeomys antimena). Madagascar tem somente uma pequena fração de sua cobertura florestal original, mas continua sendo uma das regiões biológicas mais ricas do mundo, com muitas plantas e animais não encontrados em outro lugar. O Fundo Global para Conservação (GCF), criado pela Conservação Internacional (CI), contribuiu recentemente com US$ 1 milhão para a Fundação Madagascar para Áreas Protegidas e Biodiversidade e planeja aportar outros US$ 2 milhões este ano para ajudar na implementação das novas áreas protegidas. Estas áreas foram criadas no escopo da ‘Visão de Durban’, como ficou conhecido o compromisso assumido pelo governo do presidente Marc Ravalomanana durante o V Congresso Mundial de Parques, na África do Sul em 2003. No evento, ele prometeu triplicar o território protegido no país para seis milhões de hectares. Seu governo criou um milhão de hectares de áreas protegidas em dezembro de 2005, seguidos pela adição mais recente de mais outro um milhão de hectares para aumentar o território total protegido de Madagascar para 3,7 milhões de hectares. “Quem quer que diga que a conservação e o desenvolvimento não podem andar de mãos dadas está errado,” diz o presidente Ravalomanana. “É importante enfatizar o impacto positivo que a conservação da biodiversidade tem no desenvolvimento econômico e na qualidade de vida”. As novas áreas protegidas compreendem três grandes trechos - o Corredor da Floresta Fandriana-Vondrozo, no sudeste, de 499.598 hectares; o Complexo de Áreas Alagadas Mahavavy-Kinkony que contém lagos, rios e floresta na costa noroeste, com 276.836 hectares; e a Floresta Central de Menabe, de floresta seca decidual no sudoeste, com 125.000 hectares. As áreas protegidas adicionais incluem os notáveis pântanos do lago Alaotra – habitat do único primata no mundo que habita áreas de junco: o Lêmure-de-bambu-do lago-Alaotra (Hapalemur alaotrensis) - assim como áreas menores que objetivam impedir extinções de espécies locais endêmicas e criar corredores de ligação com outras regiões protegidas, além de proteger nascentes de água e territórios sagrados das comunidades locais. Muitas espécies ameaçadas de extinção ocorrem quase exclusivamente nas novas áreas protegidas, inclusive um dos primatas mais ameaçados do mundo - o grande lêmure-de-bambu (Prolemur simus), classificado pela IUCN como ‘Criticamente em Perigo’ - junto com o sifaka-de-coroa (Propithecus coronatus), o lêmure-dourado-de-bambu (Hapalemur aureus), o sifaka de Milne-Edward (Propithecus edwardsi), o mangusto-de-dez-listras (Mungotictis decemlineata), o guará-sagrado de Madagascar (Threkiornis bernieri), o jabuti-de-casca-chata de Madagascar (Pyxis planicauda) e o cágado-de-cabeça-grande de Madagascar (Erymnochelys madagascariensis). O programa de Madagascar é um modelo para governos das nações em desenvolvimento que se deparam com a escolha entre a possibilidade de explorar os recursos naturais de forma a esgotá-los ou a opção pela conservação destes, de forma que a economia e as comunidades locais possam beneficiar-se dos bens naturais em caráter perpétuo. Outras nações que optaram pela conservação e os benefícios a longo prazo são a Costa Rica e a Libéria. “Madagascar é, na opinião de muitos, o hotspot de biodiversidade de maior prioridade na Terra”, afirma o presidente Russell A. Mittermeier, da CI. “O compromisso do presidente Ravalomanana com uma ampla cobertura de área protegida é histórico e tem significado global. Esperamos que outros líderes na África e em outras partes do mundo sigam seu exemplo e tomem atitudes decisivas similares”. Por décadas, a biodiversidade única de Madagascar esteve sob a ameaça de destruição da floresta, comércio ilegal de animais silvestres e outros problemas. Cientistas estimam que 90% da cobertura florestal original já desapareceram. As organizações que apóiam o programa de áreas protegidas do governo incluem: CI, Associação Fanamby, Wildlife Conservation Society, WWF, Durrell Wildlife Conservation Trust, Missouri Botanical Garden, USAID, Agence Française de Développement, Fonds Français pour l’Environnnement Mondial, KfW e Banco Mundial. A próxima fase do programa irá enfocar os benefícios econômicos para as milhares de pessoas que vivem dentro e no entorno das áreas protegidas, por meio de ecotourismo, contratos de serviços ambientais e iniciativas de monitoramento ecológico. Ao todo, o GCF já concedeu US$ 2,2 milhões para apoiar projetos de áreas protegidas em Madagascar. O GCF e o CEPF (Fundo de Parcerias para Ecossistemas Críticos) também contribuíram significativamente com o planejamento e o desenho das novas áreas protegidas no país. (Fonte: Assessoria Comunicação CI-Brasil)
  3. Tartaruga mais rara do mundo agora tem companheiro, diz estudo Talvez ainda não seja tarde demais para resgatar das garras da extinção o réptil mais carismático do planeta. George, o Solitário, um macho de tartaruga-gigante que era considerado o último representante de sua espécie e hoje é um ícone da destruição ambiental, não está mais tão solitário assim, revela uma nova análise genética. A nova esperança para a espécie de George – hoje listado no Guinness com o nada invejável título de “criatura viva mais rara do mundo” – por enquanto se resume a outro macho adulto. Trata-se de um híbrido, cujos pais provavelmente eram um parente de George e uma tartaruga-gigante de outra espécie, nativa de uma ilha diferente do arquipélago das Galápagos (costa do Equador), onde vivem nada menos que 11 espécies do bicho. É claro que os dois machos não podem cruzar, mas é quase impossível que o híbrido seja o único de seu tipo, declarou ao G1 a bióloga Adalgisa Caccone, da Universidade Yale (EUA). “Pode até ser que ainda existam alguns indivíduos puros da espécie de Pinta [à qual pertence George]. Lembre-se de que eles vivem bastante”, ressalta Caccone, co-autora do estudo genético na edição desta semana da revista científica “Current Biology”. Pinta de sobrevivente A espécie de George, Geochelone abingdoni, assim como as demais das Galápagos, são basicamente jabutis sul-americanos que acabaram crescendo depois de atravessarem o Pacífico por acidente há milhões de anos. George, por exemplo, nativo da ilha de Pinta, tem uma carapaça de 1 m de comprimento e pesa cerca de 90 kg. O fato de os bichos estarem isolados por tanto tempo – com pouco contato entre cada ilha do arquipélago – permitiu que eles se diferenciassem um bocado. “Algumas pessoas preferem se referir às tartarugas de cada ilha como subespécies, mas, com os dados genéticos que obtivemos, hoje as consideramos espécies diferentes”, diz Caccone. Em maior ou menor grau, isso vale para toda a flora e fauna nativas das Galápagos, que é única no mundo. A chegada dos seres humanos, porém, dificultou catastroficamente a vida de George e companhia. A partir do século 16, navegadores, pescadores e baleeiros passaram a usar as Galápagos como ponto de reabastecimento ou fazenda, criando cabras e capturando tartarugas como forma de ter carne fresca durante a travessia do Pacífico. (Os bichos conseguem sobreviver meses sem comida e água, podendo ser carregados vivos e abatidos mais tarde.) Essa pode ter sido a apólice de seguro da espécie de George. Embora as tartarugas tenham sumido de Pinta (menos George, que foi resgatado em 1971 e levado para a Estação de Pesquisa Charles Darwin, onde vive até hoje), uma ou algumas delas poderiam ter sido levadas para o mar por outras ilhas, ou então abandonadas lá por humanos. “Quando os barcos ficavam pesados demais por causa da abundância de capturas, pode ser que os marinheiros jogassem algumas tartarugas na água”, diz Caccone. E assim, ao que tudo indica, pelo menos uma G. abingdoni chegou ao vulcão Wolf, na vizinha ilha de Isabela. Sabe-se que a população de tartarugas do Wolf é altamente hetereogênea, contendo marcas físicas e genéticas das outras ilhas do arquipélago. Os pesquisadores compararam o DNA das tartarugas do vulcão com todas as outras espécies vivas do bicho, e até com membros da espécie de George que hoje estão empalhados em museus mundo afora. O resultado: de 27 bichos amostrados no vulcão Wolf, um tem o DNA que se esperaria de um híbrido de primeira geração entre a espécie de George e a G. hoodensis, da ilha de Española. Como só no vulcão Wolf existem entre mil e 2.000 tartarugas-gigantes, é quase impossível que o híbrido seja um caso isolado, diz Caccone. George, embora viva com duas fêmeas, até hoje nunca conseguiu cruzar com elas; por isso, talvez a grande chance de ressuscitar a espécie seja se concentrar nesses híbridos. “Poderíamos trazê-los para Estação de Pesquisa Charles Darwin e começar um programa de reprodução em cativeiro. Por meio de sucessivos cruzamentos, poderíamos reduzir os genes que não são de Pinta, teoricamente até 99,99%. Claro que isso vai levar muitas gerações, mas pode ser feito.” A busca continua. (Fonte: Reinaldo José Lopes / Portal G1)
  4. Proibição de fumar em bares enfurece dono de 'café com maconha' de Amsterdã Países da União Européia estão se preparando para banir o cigarro de restaurantes, bares e cafés a partir do início de 2008. Mas em Amsterdã, na Holanda, proprietários e freqüentadores das coffee shops onde o consumo de maconha é liberado estão dispostos a enfrentar a nova lei. Até parlamentares querem proteger esses estabelecimentos, considerados atrações turísticas internacionais. O político conservador Michael Veling, dono do café De Kuil e porta-voz da organização de varejistas de canábis, desafiou: "É ridículo pensar que a proibição será o fim das coffee shops. Aqui você pode trazer salsinha ou uma meia velha, picar e fumar que ninguém vai falar nada". Além disso, diz ele, há maneiras de driblar a proibição de acender um cigarro (de tabaco ou maconha). Uma delas é o "volcano" (vulcão): uma geringonça que aquece o fumo e solta a fumaça dentro de um balão transparente, passando por um funil metálico. O consumidor compra o balão e inala a fumaça. "Em dias bons, quando a casa está cheia de americanos, vendemos 100 ou 200 balões", declarou Michael, já um senhor de 50 anos. Sentado perto da porta de entrada, com um sorriso de orelha a orelha e pupilas dilatadas, o tcheco Pavel Kotrba, cliente do De Kuil, afirmou: "Se a proibição rolar, eu fumo meu baseado ali na rua, sem problema". Na Holanda, a posse de até 5 gramas de maconha não é crime. Os mais de 700 cafés autorizados pelo governo podem ter em estoque até 500 gramas da erva. Recentemente foi proibida a venda simultânea de maconha e bebidas alcoólicas. Mas agora a maioria dos parlamentares da Holanda se dizem contrários à proibição de qualquer tipo de fumo nas coffee shops. (Fonte: Portal G1, com informações da Reuters)
  5. Uso de aspirina por idosos pode causar hemorragia cerebral, diz estudo O uso de aspirinas e outros medicamentos antitrombóticos por idosos na faixa dos 75 anos pode causar apoplexias derivadas de hemorragias cerebrais, segundo um estudo divulgado pela revista "The Lancet". Apesar de ser comprovado que o uso desse tipo de substâncias reduz o risco de apoplexias e ataques cardíacos nas pessoas que sofrem de doenças vasculares, não há provas claras de que estes sejam beneficentes para outros indivíduos em razão do risco de complicações hemorrágicas, muito comuns entre idosos. No entanto, muitos idosos que gozam de boa saúde tomam aspirinas regularmente, com a esperança de prevenir ataques cardíacos. O professor Peter Rothwell e seus colegas da Faculdade de Neurologia Clínica da Universidade de Oxford estudaram a incidência das apoplexias por hemorragias cerebrais em idosos britânicos acima e abaixo dos 75 anos e os riscos associados a elas, como a hipertensão e os medicamentos. Os pesquisadores identificaram uma menor incidência das apoplexias associadas à hipertensão ao combinar os dados correspondentes às pessoas de menos e mais de 75 anos - o que se devia, principalmente, a uma redução da pressão sanguínea. No entanto, a proporção das apoplexias entre as pessoas com mais de 75 anos permaneceu estável, em parte devido ao aumento das hemorragias intracerebrais associadas ao uso de remédios antitrombóticos. Enquanto apenas 4% dos pacientes com hemorragias intracerebrais tinham tomado medicamentos antitrombóticos à época de um dos dois estudos, realizado entre 1981 e 1985, no segundo, de 2001 a 2006, a proporção aumentara até 40%. Segundo os autores do estudo, o aumento do uso de antitrombóticos pode superar muito em breve a pressão sanguínea não controlada como o maior fator de risco de infarto hemorrágico nas pessoas de mais de 75 anos. "Como pelo menos dois terços dos casos de hemorragias intracerebrais e 50% das apoplexias ocorrem depois dos 75 anos, é essencial incluir esta faixa de idade nos estudos", afirmam os pesquisadores. "Substâncias antitrombóticas como a aspirina são boas para os pacientes de mais idade que sofreram algum ataque cardíaco ou uma apoplexia, mas nossos estudos indicam que não se deve aconselhar seu uso generalizado e diário em idosos com boa saúde, sem um histórico de doenças vasculares", completam os cientistas. EFE (Fonte: EFE / Yahoo)
  6. Câncer ligado a trabalho mata 200 mil ao ano Tumores relacionados a riscos no local de trabalho atingem principalmente o pulmão. Doença é causada pela inalação de fibras de amianto e fumaça de tabaco. Pelo menos 200 mil pessoas morrem a cada ano por algum tipo de câncer relacionado com seu ambiente de trabalho, enquanto milhões de empregados correm o risco de desenvolver essa doença por causa da inalação de fibras de amianto e fumaça de tabaco, revelou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS). Na véspera do Dia Mundial da Segurança e a Saúde no Trabalho, a agência sanitária da ONU lembrou que os tipos de câncer que possuem relação com o trabalho são os de pulmão, os mesoteliomas (tumores na membrana que cobre os pulmões), os de vesícula e a leucemia. De acordo com a pesquisa, 10% das mortes causadas pelo câncer de pulmão estão diretamente relacionadas com os riscos nos locais de trabalho. "Atualmente, cerca de 125 milhões de pessoas no mundo estão expostas ao amianto em seu trabalho e pelo menos 90 mil morrem por essa razão", disse Fadela Chaib, porta-voz da OMS. Outras milhares de pessoas morrem de leucemia por sua exposição ao benzeno, um solvente orgânico amplamente utilizado pelos trabalhadores na indústria química e de diamantes. Chaib informou que as taxas de câncer ocupacional são mais altas entre pessoas que trabalham em ambientes que não cumprem os requerimentos de proteção da saúde e a segurança, e que, ao mesmo tempo, precisam de medidas para prevenir a contaminação do ar com substâncias cancerígenas. Os trabalhadores que estão altamente expostos à fumaça do tabaco, mesmo não sendo fumantes, possuem duas vezes mais vezes chances de desenvolver câncer de pulmão em relação aos que desempenham suas atividades num ambiente livre de fumaça. A maior parte desses cânceres ocorre em países desenvolvidos, onde o uso de diferentes substâncias cancerígenas era constante há 20 anos, enquanto hoje, após a descoberta de seus efeitos nocivos para a saúde, os controles são mais rigorosos. Mesmo com este controle, a OMS lamentou que ainda existam empresas que usem produtos que podem levar seus funcionários a desenvolver diferentes tipos de câncer. Além disso, afirmou que algumas companhias estão transferindo suas fábricas para países ainda em desenvolvimento, onde as leis são menos rígidas. "Se o uso desregulado de cancerígenos continua nos países em desenvolvimento, é possível esperar por um aumento do câncer ocupacional nas próximas décadas", afirmou Chaib. No entanto, a porta-voz da OMC disse que os cânceres relacionados ao trabalho podem ser evitados, e, para isso, é necessário que os Governos e o setor privado garantam que os locais de trabalho cumpram os padrões internacionais de saúde. (Fonte: EFE / Portal G1)
  7. Empresas negam ou dizem estar empenhadas em acabar com testes em animais Com o objetivo de orientar o consumidor na hora de escolher qual produto usar, a organização Projeto Esperança Animal (PEA) elaborou listas com empresas que fazem testes em animais. “Não queremos que ninguém se torne um radical anti-social. A idéia da lista é que se você tiver opção de escolher, opte por quem não faz os testes”, diz o presidente da PEA, Carlos Rosolen. A lista foi organizada a partir de um comunicado enviado pelo PEA às empresas, perguntando se fazem ou não uso de animais vivos em testes de laboratório. As empresas que responderam “sim” ou aquelas que não enviaram resposta entraram na relação daquelas que fazem os testes. A Bionatus, fabricante de alimentos e medicamentos fitoterápicos, que consta da lista da PEA, informou à Agência Brasil, por meio de nota da assessoria de imprensa, que não realiza testes toxicológicos ou clínicos dos seus produtos, porque eles já têm segurança de uso e eficácias comprovadas cientificamente. “Estes estudos já foram realizados por pesquisadores e publicados em livros ou revistas científicas e são estes que a Bionatus utiliza para registrar os medicamentos”, afirma o comunicado. Outra empresa citada pela PEA foi a Unilever, fabricante de produtos alimentícios, de beleza, higiene e limpeza. Também em nota enviada à Agência Brasil, a assessoria da Unilever diz que a empresa está empenhada na eliminação total de testes com animais em seus produtos. “A aplicação de testes em animais é a exceção e não a regra na Unilever, utilizada muito raramente e apenas quando não há método alternativo disponível (testes em laboratórios ou modelos computadorizados) ou quando a legislação de um país realmente exigir e não existir alternativa segura”. O documento informa também que, no Brasil, a Unilever não realiza testes em animais e que a empresa está empenhada em eliminar a realização de testes em animais da legislação em todo o mundo. “Mas isso leva tempo, pois cada país tem diferentes diretrizes sobre o tema”, explica a assessoria. A Galderma, que fabrica cosméticos e produtos para cuidados pessoais, diz que a empresa segue normas que garantem a qualidade e segurança de seus medicamentos, expondo da menor maneira possível o uso de animais em pesquisas. “Todos os programas de testes em animais são supervisionados pelo Animal Welfare Officer, sendo que a empresa não faz uso desses testes para desenvolvimento de quaisquer produtos cosméticos”, afirma a empresa, em nota. A Galderma diz que também não faz testes com animais no Brasil e afirma que acompanha todos os esforços mundiais atuais para o desenvolvimento de alternativas que eliminem a necessidade desses testes. A fabricante de cosméticos Embelleze está na lista de empresas que não usam animais para testar seus produtos. De acordo com a gestora de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Embelleze, Vanderlina Oliveira, essa é a realidade há mais de dez anos, e a decisão foi tomada levando em conta as demandas da sociedade. Ela explica que os produtos a serem testados são mandados para um laboratório especializado, que faz os testes de segurança de uso e de comprovação de eficácia. Oliveira acredita que não há mais espaço na sociedade brasileira para empresas que não estão comprometidas com o meio ambiente. “Hoje em dia a sociedade está bastante consciente com relação à preservação do meio ambiente, da fauna e da flora e não aceita mais esse tipo de atitude. Basta olhar os inúmeros movimentos de sociedades protetoras dos animais e a preocupação crescente com o meio ambiente para o futuro do nosso planeta. E os animais estão inseridos nesse contexto”, afirma a gestora. (Fonte: Sabrina Craide / Agência Brasil)
  8. Mais de 8 mil peças de artesanato com partes de animais são apreendidas na Operação Moda Triste O total de multas aplicadas durante a operação Moda Triste, deflagrada pelo Ibama anteontem, passou de R$ 3 milhões. Os fiscais apreenderam em 25 estados e no Distrito Federal 8.567 peças de artesanatos que utilizam ilegalmente partes de animais da fauna silvestre brasileira. Os técnicos da divisão de fiscalização de fauna em Brasília ainda estão consolidando os dados da operação. Segundo o coordenador geral de Fiscalização do Ibama, Arty Fleck, a intenção desta operação foi coibir este comércio que é alimentado pelo tráfico de animais e pela caça ilegal. Para o coordenador, a operação também teve o objetivo de conscientizar a população. “Ao comprar estes produtos, as pessoas estão indiretamente estimulando o tráfico e a caça ilegal e estas práticas, devido ao volume do que é comercializado, trazem danos consideráveis à natureza.” Entre os objetos apreendidos, encontram-se brincos, colares e outros enfeites com penas de araras e papagaios e também alguns artesanatos e acessórios de decoração e moda esdrúxulos como um uirapuru vendido em um vidro de formol, um perfume feito a partir de testículos de boto e um lote de tampas de vasos sanitários com borboletas. (Fonte: Ascom Ibama Sede)
  9. Ambientalistas pregam boicote a empresas que fazem testes com animais Empresas brasileiras fabricantes de cosméticos fazem testes desnecessários em animais, segundo organizações ambientalistas como o Projeto Esperança Animal (PEA). De acordo com esses ativistas pelos direitos dos animais, a maneira mais eficiente de convencer os empresários a desistirem dessa prática é deixar de comprar produtos dessas marcas e informar à empresa o descontentamento em relação ao uso de animais para testes em laboratórios. Nina Rosa Jacob, fundadora do Instituto Nina Rosa, entidade que promove o bem-estar animal e o consumo sem crueldade, explica como são os testes. Ela diz que, ao contrário do que pensam alguns consumidores, quando se fala em testes de cosméticos em animais, isso não significa que o pêlo do animal seja lavado com um determinado shampoo, por exemplo. Segundo ela, são testes de toxicidade, nos quais são injetadas substâncias tóxicas nos olhos de coelhos vivos em graus de concentração bem mais fortes dos que aparecem no produto final. “Os coelhos são escolhidos para esses testes por serem baratos, dóceis e fáceis de conter. Além disso, eles são incapazes de lacrimejar, portanto, não podem se defender nem mesmo através das lágrimas”, diz Nina Rosa. Ela diz que mesmo testes de batons são feitos nos olhos do animal, também para testar a toxicidade. Há também, diz, testes na pele dos coelhos, após a remoção de seus pêlos. “Como são feitos com altas concentrações do ingrediente tóxico, os testes causam danos irreparáveis nos animais, como cegueira e dor extrema. No final do período, os animais são mortos para averiguar os efeitos internos dos produtos”, explica a ativista. O presidente da entidade ambiental Projeto Esperança Animal (PEA), Carlos Rosolen, concorda que apenas a atitude do consumidor poderá mudar essa realidade. “O consumo é o que realmente determina a mudança de postura de uma empresa. Se ela sente que o consumidor está se incomodando com alguma coisa, ela vai mudar de atitude, mesmo que não concorde com a idéia”, diz Rosolen. Ele recomenda que o consumidor vá às compras já sabendo as empresas que testam e as que não testam. “Existem alternativas para todo tipo de produto que colocamos dentro de casa, e existem empresas que fazem produtos com toda segurança sem usar animais para testes”, diz o presidente do PEA. Rosolen diz que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) exige apenas que os produtos sejam seguros, mas quem escolhe a forma de testá-los são as próprias empresas. (Fonte: Sabrina Craide / Agência Brasil)
  10. Parque do Itatiaia, o primeiro do Brasil, inicia comemorações de seus 70 anos São 70 anos de criação, mas quase 100 anos de histórias que confundem-se com a própria História do Brasil. O Parque do Itatiaia tem muito a comemorar nessas sete décadas de existência. Encrustado na região serrana que divide os estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, é o primeiro parque reconhecido pelo governo federal. Criado em 14 de junho de 1937, por meio de decreto do então presidente Getúlio Vargas, suas terras já pertenceram a Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá, grande empresário brasileiro do século XIX. Nesta quinta-feira (22), será inaugurada uma exposição de ilustrações e fotografias que retratam esses 70 anos. O material poderá ser apreciado, entre 23 de março e 24 de abril, no auditório da unidade do Sesc - Serviço Social do Comércio em Pompéia, no município de São Paulo. O Ministério do Meio Ambiente ainda prepara para junho uma série de atividades para as comemorações do aniversário de fundação do Itatiaia, que faz parte do "Programa de Visitação nos Parques Nacionais", lançado no passado pela ministra Marina Silva. Dos 62 parques nacionais, 25 foram escolhidos para fazer parte do programa, entre eles o Itatiaia. O objetivo geral do programa é incrementar a visitações por meio da reestruturação dos parques, a fim de promover a recreação, a educação ambiental e o turismo ecológico. Chefe do Parque Itatiaia, Walter Behr destaca: "O Parque do Itatiaia é marco, pois demonstra o início da preocupação dos governos com a preservação". E completa: "Temos de dar continuidade a isso, conciliando a preservação com melhor estruturação para os visitantes". Segundo Behr, o Itatiaia recebe anualmente cerca de 80 mil visitantes. Até 1982, o parque abrangia uma área de 12 mil hectares, que naquele ano foi ampliada para 30 mil hectares. A origem do nome Itatiaia é indígena. Significa "Pedra Cheia de Pontas", por causa de suas formações rochosas. Seu ponto mais alto chama-se "Mirante do Último Adeus", detém 90 metros de altura. O parque situa-se na parte sudoeste do estado do Rio de Janeiro e no sul de Minas, mais precisamente em dois municípios fluminenses (Resende e Itatiaia) e em três mineiros (Bocaina de Minas, Alagoa e Itamonte). Além do "Mirante do Último Adeus", outras atrações do Itatiaia são o "Lago Azul", a cachoeira "Poranga", a piscina natural do "Maromba" e as cachoeiras "ltaporani" e "Véu de Noiva". A área também abriga riquezas da flora e fauna brasileiras, como pacas, quatis e antas. Fonte: MMA
  11. Passarinho de espécie rara encontrado em esgoto tailandês Um pássaro dos pântanos que não era avistado há quase 140 anos foi descoberto numa estação de tratamento de esgoto na Tailândia, informa a organização Birdlife International. Pouco se sabe sobre o rouxinol-dos-caniços de bico grande (Acrocephalus orinus), porque o pássaro não é visto desde que foi descoberto, em 1867, na Índia. Por ser tão raro, cientistas vinham debatendo se ele realmente representaria uma nova espécie, ou se só teria sido um indivíduo peculiar de uma espécie mais comum. Mas o debate parece, agora, encerrado, depois que o ornitólogo Philip Round, da Universidade Mahidol, de Bangcoc, capturou um espécime em 27 de março de 2006, numa estação de tratamento de esgoto. "Embora os rouxinóis-dos-caniços sejam todos muito parecidos... um dos pássaros que capturei naquela manhã me pareceu muito estranho, algo nele não parecia certo", diz nota divulgada pelo cientista, acrescentando que o espécime tinha bico longo e asas curtas. "Então, dei-me conta. Eu provavelmente estava segurando um rouxinol-dos-caniços de bico grande", disse ele. "Fiquei mudo. Senti como se estivesse segurando um dodô vivo". Para confirmar sua descoberta, Round enviou fotografias e amostras de DNA do pássaro para Staffan Bensch, da Universidade Lund, na Suécia, que havia estudado o espécime capturado na Índia. Ele confirmou o achado. Mai evidência de que a variedade de bico grande representa uma espécie à parte veio seis meses depois da descoberta de Round - enfiada em uma gaveta de museu. Um segundo novo espécime foi encontrado na coleção do Museu de História Natural de Tring, na Inglaterra. Ele fazia parte de uma coleção de rouxinóis-dos-caniços comuns, coletada na Índia no século 19. Este exemplar havia sido capturado em 1869. "Encontrar um rouxinol-dos-caniços de bico grande após 139 anos foi notável. Encontrar um segundo, bem debaixo do nariz dos ornitólogos, é um verdadeiro milagre", disse um representante da Birdlife International, Stuart Butchart. Fonte: Efe/ Estadão Online
  12. Mergulhadores acham maior caverna submarina do mundo Dois mergulhadores informaram na segunda-feira, 5, que encontraram na Península de Yucatán, no México, passagens subterrâneas que formam o maior sistema de cavernas submarinas do mundo. O britânico Steve Bogaerts disse que ele e seu colega alemão Robbie Schimittner descobriram passagens conectando dois sistemas de cavernas já conhecidos. O achado mostra como o sistema de águas subterrâneas de Yucatán é interconectado e vulnerável. Para sobreviver, por milhares de anos os índios maias dependeram da água encontrada em cavernas e em lagos que se formavam quando o teto das cavernas desmoronavam. Esse tipo de lago está presentes em toda a península de Yucatán, uma das regiões mais prósperas do mundo para o turismo. Bogaerts afirmou que seus mergulhos provaram uma conexão entre as cavernas de Nohoch Nah Chich e o sistema de Sac Actun, que juntos medem 153 quilômetros de comprimento. Essa conexão mostrou que muitas dessas passagens aparentemente isoladas fazem parte de um único sistema gigante, disse o mergulhador. Até então, o maior sistema de cavernas submarinas conhecido era o Ox Bel Ha, com 145 quilômetros de largura, informou a Sociedade de Espeleologia dos Estados Unidos. "O importante para as pessoas saberem (...) é que elas (as cavernas submarinas) são interconectadas", disse Bogaerts. "Há tantos sistemas cavernais que se houver um foco de poluição em qualquer área, ele pode se espalhar intensivamente através de todo o sistema." Bogaerts e Schmittner ficaram quatro anos nadando ao longo do sistema, fazendo cerca de 500 mergulhos, ligando um sistema ao outro. Algumas passagens eram "grandes o bastante para caber um enorme jato", enquanto outras eram tão estreitas que os mergulhadores tiveram de tirar seus tanques de oxigênio para passar. A descoberta da passagem que liga Nohoch Nah Chich ("A Gaiola Gigante", em maia) e Sac Actun ("Caverna Branca") foi realizada pelos mergulhadores no dia 23 de janeiro. Jonathan Martin, professor assistente de geologia na Universidade da Flórida, disse que tal descoberta, que ainda não foi publicada em periódicos científicos, é plausível, baseado nas formações geológicas de Yucatán. Fonte: Associated Press/ Estadão Online
  13. Santa Catarina pode ter primeira Reserva de Fauna do país Após a realização de vários estudos técnicos que demonstram a importância ambiental da Baía da Babitonga, o Instituto promove novas consultas para discutir com a comunidade a criação de nova área protegida no estado. As consultas públicas estão marcadas para os dias 6, 7, 8 e 9 de março nos municípios de Itapoá, Balneário Barra do Sul, Araquari e Garuva. “Nós fizemos, em novembro, audiências públicas em Joinville e em São Francisco do Sul. Agora, vamos consultar a população dos demais municípios abrangidos pela unidade de conservação”, explica o técnico da coordenação do bioma marinho costeiro da diretoria de ecossistemas do Ibama Eduardo Godoy. A importância da Baía da Babitonga - As riquezas naturais da Baía da Babitonga e a necessidade de proteger os ecossistemas locais do impacto das atividades humanas culminaram na proposta de criação de uma Unidade de Conservação para a área. A iniciativa tem o objetivo de promover uma integração harmoniosa entre as atividades produtivas da região e a conservação da natureza e de espécies da fauna que ali ocorrem. Por um lado, há a necessidade de assegurar as fontes de recursos naturais que sustentam atividades turísticas e mais de duas mil famílias de pescadores artesanais. Por outro lado, é necessário garantir a proteção de espécies nacionalmente ameaçadas como o Boto Cinza (Sotalia guianensis), a Toninha (Pontoporia blainvillei) e o Mero (Epinephelus itajara), além de 6.200 ha de manguezal, “habitat” exclusivo do Caranguejo-Uçá (Ucides cordatus) e um dos ecossistemas mais produtivos e ameaçados no mundo. Além disso, pretende-se fomentar a realização de pesquisas que subsidiem a gestão da pesca do Robalo (Centropomus spp.), bem como das atividades de maricultura (cultivo de mexilhão e ostras) realizadas na Baía da Babitonga. De acordo com a Portaria N° 09/2007 do Ministério do Meio Ambiente que reconhece as Áreas Prioritárias para a Biodiversidade no Brasil, tanto a área da Baía da Babitonga quanto o seu entorno são considerados de alta prioridade para ações de conservação, utilização sustentável e repartição dos benefícios da biodiversidade brasileira. Vítima de todo o processo de degradação proveniente da histórica ocupação humana ao seu redor, a Baía da Babitonga vem sofrendo ao longo dos anos sérias ameaças à sua conservação, que vão desde a poluição de suas águas decorrentes dos despejos provenientes das indústrias e do esgoto doméstico, o assoreamento acelerado devido ao desmatamento criminoso, a pesca predatória, a caça clandestina, a ocupação ilegal das áreas publicas, as obras mal dimensionadas e os aterros dos bosques de manguezais. Considerando as características da área e os diferentes tipos de usos antrópicos que já existem, a Reserva de Fauna é a categoria de Unidade de Conservação que melhor reflete as necessidades de conservação da Baía da Babitonga. Este tipo de unidade compatibiliza a conservação da natureza e o uso sustentável de parcela de seus recursos naturais, adequando-se assim a uma realidade local onde a exploração da pesca artesanal envolve mais de 4.000 pessoas. Fonte: Ibama
  14. Cuba desenvolve bactéria para combater a dengue Cuba começou a desenvolver uma bactéria capaz de destruir as larvas do mosquito Aedes aegypti, agente transmissor do dengue. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (1º) pelo jornal oficial Juventud Rebelde. O diretor da Unidade de Luta Antivetorial da província de Camagüey, Raúl de Armas, disse que a bactéria é obtida por meio de um processo de fermentação e, ao ser ingerida pelas larvas do mosquito, provoca uma reação em seu tubo digestivo que lhe causa a morte. O bacilo, cuja denominação científica é Thuringiensis israelensis SH-14, se deposita em locais com água estagnada, onde o mosquito vive logo nas primeiras etapas de sua vida. A eficiência da bactéria em destruir as larvas do mosquito transmissor da dengue foi comprovada em testes realizados em laboratório e em áreas comprometidas com focos do mosquito, como cisternas, fossas e tanques. Segundo o jornal, o desenvolvimento desse bacilo teve início nos anos 80. A bactéria foi descoberta em 1911, na província alemã de Tringia. Seu uso não afeta a saúde humana, e seu caráter biodegradável a faz desaparecer em sete dias sem contaminar o meio ambiente. Fonte: Efe/ Terra
  15. Lista de animais em risco inclui lagosta do Brasil O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, publicou uma lista provisória de 40 medidas para proteger as espécies em risco de extinção. O documento foi divulgado pelo Secretariado da Convenção Internacional de Proteção às Espécies em Perigo de Extinção, Cites. As medidas incluem regulação e restrições à pesca e captura de espécies em risco para deter a crescente destruição da flora e da fauna em nível mundial. O coordenador-geral de gestão de recursos pesqueiros do Ibama, José Dias Neto, falou à Rádio ONU, sobre as medidas adotadas pelo governo brasileiro para proteger duas principais espécies de lagosta do país. “Controle do esforço de pesca que pode seguir sobre essa pescaria, tamanhos mínimos na captura para as duas espécies. Existe também um período de defesa, ou seja, que a pesca é proibida, e estamos, inclusive, vivendo esse período, que vai de 1 de janeiro a 30 de abril. Portanto, até abril estamos com a pesca dessas lagostas proibida”, disse. O Pnuma está estudando formas de envolver mais a sociedade civil no processo de proteção à vida selvagem. Fonte: Ambiente Brasil
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