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panda

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  1. Meu primeiro mochilão pela Europa foi no longínquo ano de 2004 (mesma época em que entrei aqui no fórum). Acredito que a frase acima já lhe permita imaginar como minha viagem foi bastante diferente, levando em conta o quanto o mundo evoluiu em 15 anos. Sem mais delongas, vou citar abaixo 10 itens/coisas que levei em meu primeiro mochilão e que hoje poderia dispensar. As imagens são meramente ilustrativas. 1. Câmera Fotográfica Eu sei exatamente o que você está pensando: em 2004 câmeras digitais já eram (quase) populares. Sim, já eram. Inclusive levei uma delas comigo (daquelas fininhas point and shoot). O problema é que minha câmera digital usava pilhas palitos que se desgastavam rapidamente. Além disso, meu irmão tinha uma câmera analógica semiprofissional da Canon e eu a levei acreditando que as fotos ficariam muito melhores do que na outra. A Canon era pesada, com uma lente grande...e não era fácil de guardar em uma mochila. 2. Carregador de pilhas Mais barato do que comprar pilhas todos os dias para a minha câmera, eu comprei um carregador com 4 pilhas recarregáveis. 3. MP3 Player Nada como ouvir uma boa música enquanto você espera o trem chegar...ou antes de dormir, depois de andar quase uma maratona para conhecer o maior número de pontos turísticos na cidade que se visita. Aliás, cabe salientar que meu mp3 player também usava pilhas palito. 4. Despertador/relógio Levei dois relógios de pulso (um com o fuso do Brasil e o outro com o fuso local), mas descobri alguns dias antes da viagem que ambos tinham o som do alarme muito baixo (e eu o sono muito pesado). Diante deste problema, corri para uma loja de 1,99 e comprei um despertador (só pra garantir...sabe como é...). 5. Lanterna Quando você dorme em um quarto com 8 ou 10 pessoas que você não conhece, é sempre bom ter uma lanterna pra encontrar o caminho do banheiro ou algum item perdido na sua mochila bagunçada. 6. Dicionário Como já tinha certo conhecimento da língua inglesa, levei comigo um dicionário português/francês, pois passaria por 3 países francófonos. 7. Diário de viagem Para guardar boas lembranças, além de registrar informações importantes (que depois compartilhei aqui no fórum), levei um caderno ou diário de viagem. Tenho ele guardado até hoje. 8. Guia de viagem / mapas em papel /outros tantos papéis Levei um livro/guia de Amsterdã que emprestei de um amigo, além de várias páginas impressas com dicas que encontrei na rede (como ir da estação de trem/aeroporto até o hostel, principais pontos turísticos, onde comer gastando pouco, etc). Lembrando que o mochileiros.com tinha apenas 2 anos na época e a internet ainda não dipunha de tantas informações compartilhadas entre viajantes. Além disso, me utilizei de vários mapas em papel que ganhei ou comprei pelo caminho. Sem falar, é claro, nos tickets de trem/ônibus/avião que eu precisava guardar em minha mochila. Enfim...muitos papéis. 9. Roupas em excesso / Peso em excesso Ainda que o mochilão tenha ocorrido no inverno, calculo que levei quase o dobro de roupas que eu efetivamente usei. Lavei algumas peças nos hostels e outras nem cheguei a usar. Isso impactou principalmente no peso de minha mochila (e em dores nas costas). 10. Kit de costura Pensei muito se incluía ou não este item na lista, pois ele efetivamente salvou a minha vida (metaforicamente, é claro). Em razão do citado excesso de peso em minha mochila, somado ao fato desta não ser de uma qualidade muito boa, sofri um acidente quando aguardava meu trem na estação de Bonn, na Alemanha. Minha mochila simplesmente rasgou o fundo, despejando minhas coisas diante de uma plateia de alemães incrédulos com a cena. Embora inicialmente desesperado, vi o kit de costura no chão e o usei para costurar minha mochila. Entretanto, não foi tão fácil assim. As linhas do meu kit eram de má qualidade e quebravam quando eu tentava costurar um material tão duro quanto a mochila. Diante de tal infortúnio, não tive dúvidas: costurei com algo muito mais resistente, fio dental. A mochila ficou feia, mas aguentou o resto da viagem sem problemas. Pensando melhor...talvez seja bom manter o kit de costuras... Enfim, esta é a minha lista. É fácil perceber que o smartphone substituiu a maioria destes itens que citei, dentre outros que acabei não citando aqui (talvez em uma parte 2). E você? O que não levaria no seu próximo mochilão?
  2. A forma mais prática de se deslocar entre as grandes cidades é de trem. Porém, a maioria só de ônibus mesmo (Chefchaouen, por exemplo).
  3. Gostaria de compartilhar com vocês minha viagem para Marrocos, muito embora ela tenha sido mais por motivos pessoais do que turísticos. A moeda do Marrocos é o Dirham marroquino. A maioria dos estabelecimentos também aceita euros, mas não cartão de crédito. 1 euro = 11 dirham. Casablanca Casablanca é a maior cidade de Marrocos. Hospedagem Fiquei hospedado na casa de parentes, localizada no bairro de Ain-Diab, bem próximo ao mar e longe do centro da cidade. Transporte O transporte público não funciona bem, com exceção do Casablanca Tramway (bastante limitado, mas pode lhe levar para a praia ou para a estação de trens). As pessoas se deslocam mais de táxi do que de ônibus (segundo alguns relatos que ouvi, o uber é mais caro do que o táxi). Existem dois tipos de táxi: Grand Taxis (brancos) - Possuem rotas definidas (levam do ponto A ao B). Petit Taxis (vermelhos) - Funcionam como um táxi normal. O detalhe interessante é que o táxi é compartilhado. Ou seja, ele pega vários passageiros pelo caminho (exceto se você quiser pagar por todas as vagas). Aeroporto O Aeroporto Mohammed V fica a + ou - 30 km do centro da cidade. É bastante moderno e seguro (só viajantes podem entrar nele). Possui apenas 2 terminais que ficam no mesmo prédio (desembarques no térreo e embarques no primeiro piso). Além do raio-x e de algumas entrevistas e revistas pessoais, você precisa entregar uma espécie de ficha especificando local de hospedagem, profissão, motivo da viagem, etc, tanto na chegada como na saída de Marrocos. Importante: brasileiros precisam mostrar o conteúdo de suas malas na chegada. Pontos turísticos - Mesquita Hassan II É a terceira maior mesquita do mundo e a única que pode ser visitada por não-muçulmanos em Marrocos. Comporta, aproximadamente, 25.000 pessoas. Visitas são guiadas e ocorrem às 09h, 10h, 11h e 14h (na sexta-feira os horários são diferenciados). O valor do ingresso é 120DH. Por mais 10DH você pode visitar o museu da mesquita (não vale a pena, só se você tiver tempo sobrando ou gostar de molduras). - Morocco Mall É o maior shopping center da África. Tem um aquário gigante e vista para o mar na praça de alimentação. Para entrar, você precisa passar por detectores de metal. - Catedral Notre Dame de Lourdes É a maior igreja católica em Casablanca. Vale a visita mesmo se você não for religioso. - Catedral do Sagrado Coração de Casablanca (Catedral Branca) Apesar do nome, deixou de ser igreja em 1956 e hoje é um centro cultural. Bonita por fora, mas infelizmente fechada para reformas. - Quartier Habous Bairro bonito e organizado em Casablanca. Além da arquitetura que se destaca, você também pode visitar o Mercado de Habous (para comprar azeitonas, frutas, roupas típicas e tecidos). - Velha Medina Lá você pode encontrar roupas, joias, peças de metal, louça, madeira e itens de couro. - La Corniche É a praia mais badalada de Casablanca e que possui os melhores restaurantes. Rabat É a capital do Marrocos. Apenas passei o dia na cidade. Foi o bastante para visitar os principais pontos turísticos. Pontos turísticos - Mausoléu de Mohammed V É onde está sepultado o pai e o avô do atual rei de Marrocos. Destaca-se pelo luxo e é protegido pela guarda real. - Torre Hassan É uma mesquita não terminada, ou melhor, é uma torre. Fica no mesmo sítio do mausoléu. - Kasbah dos Oudaias. É uma antiga e bonita fortaleza à beira-mar com corredores estreitos. - Jardim Andaluz É um jardim que fica no caminho para a Kasbah. Marrakech É a cidade mais conhecida do Marrocos e não é à toa: respira e transpira turismo. Porém, se eu tivesse que defini-la em uma única frase: nada é de graça em Marrakech. Uma simples pergunta, uma foto qualquer, uma visita a uma casa marroquina, tudo tem um preço. Hospedagem Fiquei hospedado no Riad Akka. Paguei 65 euros a diária, mas valeu a pena. Localizado dentro da Medina, é seguro, confortável, bonito e limpo. Fica ao lado do Palácio da Bahia e a 800 metros da Praça Jemaa El Fna. Transporte Se você se hospedar dentro da Medina, você não vai precisar usar táxis, exceto para chegar/partir do aeroporto/estação de trem ou para visitar alguns poucos pontos turísticos que vou destacar abaixo. Atenção: Estabeleça o preço antes da corrida ou exija que o taxímetro seja ligado, senão a chance de você ser enganado é de 100%. Pontos turísticos - Palácio da Bahia Palácio maravilhoso onde foram gravados cenas do filme Lawrence da Arábia, dentre outros. O ingresso custa 80DH. - Palácio El Badi Na verdade, são as ruínas que sobraram do palácio. Algumas pessoas adoram, outras acham horrível. Eu gostei bastante, especialmente pela história. o ingresso custa 80DH. - Praça Jemaa El Fna É onde tudo acontece. Durante o dia, você encontra vendedores de frutas, especiarias ou qualquer coisa que você queira comprar, além de encantadores de cobras, macacos para fotos, músicos, mulheres que fazem hena. Mas é durante a noite que a mágica acontece: luzes e sons por todas as partes, barracas de comidas típicas espalhadas pela praça inteira e mais turistas do que você pode imaginar. Vale a pena jantar ou beber algo nos restaurantes que ficam em algum lugar alto ao redor da praça. De cima o show parece maior ainda. Nas redondezas da praça você encontrará a maior parte dos souks que vendem de tudo, desde roupas até perfumes ou peças de metal. - Bairro Judeu Vale a visita pelo contexto histórico e fica no caminho para o Palácio El Badi. - Bab Agnou É um antigo portal da Medina que ainda resiste ao tempo. 2 minutos para olhar o portal e mais 1 minuto para tirar uma foto. - Mesquita Koutoubia Esta mesquita destaca-se na cidade de Marrakech. Próxima à praça Jeema, infelizmente não pode ser visitada por não-muçulmanos. - Tumbas Saadianas Embora não pareça interessante, é um lugar muito bonito. O ingresso custa 80DH. - Museu de Marrakech A arquitetura do local é fascinante. O ingresso custa 80DH. Dentro do museu há um senhor que escreve seu nome em árabe (ou de quem você quiser) em cartões postais. Lindo trabalho. Custa 20DH. - Jardim Secreto É um lugar bonito, mas que deve se destacar mais na primavera. Vale a visita pela calma, paz e silêncio (e pelo wi-fi grátis, pra quem se interessar). O ingresso custa 80DH. Se você quiser visitar a torre tem que pagar mais 30DH (não vale muito a pena). - Museu do Perfume O museu em si não é muito interessante, porém você pode ter uma aula sobre perfumes e fazer um especialmente pra você (com os ingredientes que você escolher). O ingresso custa 40DH. Para fazer um perfume seu (e pela aula), você terá que desembolsar 400DH. - Jardim Majorelle, Museu Berbere e Museu Yves Saint Laurent Para visitar estes locais você vai precisar usar táxis ou tuk tuks ou charretes, pois eles ficam localizados na parte nova da cidade, fora da Medina. O ingresso conjunto para os 3 locais custa 180DH. O Jardim é muito bonito e colorido. Yves Saint Laurent morou dentro do jardim por anos e lá foram espalhadas suas cinzas. O Museu Berbere destaca roupas e joias típicas de várias partes do Marrocos. Vale muito a pena, mas fotos não podem ser tiradas. O Museu Yves Saint Laurent conta a história do estilista por meio de fotos em ordem cronológica e de um filme de uns 10 minutos. Lá você também pode ver as peças de roupa que ele criou (manequins vestidos com as roupas). Infelizmente fotos não podem ser tiradas. - Souks de Marrakech Souks (mercados) são os locais em que você pode comprar desde echarpes/lenços/vestidos até itens de couro, metal, perfumes, especiarias ou recordações da cidade. São muitos, mas a maioria está próximo da Praça Jeema, como salientei acima. Não existe preço tabelado para nada nos souks, exceto comida. O vendedor sempre lhe dará um preço absurdo por aquilo que você quiser comprar. A partir daí começa a negociação: você oferece menos, ele pede mais. Minha dica é: tente pagar 30% do valor pedido inicialmente. Na pior das hipóteses, nunca pague mais do que 50%. Estabeleça seu preço e vá embora se ele não concordar (ele te buscará no corredor, não se preocupe). De qualquer forma, você sempre sairá pensando que pagou demais, mas não deixe este pensamento estragar sua viagem. Procure não demostrar interesse por algo que você não pensa em comprar e/ou não dê atenção aos vendedores, senão eles vão lhe incomodar para você "só dar uma olhada" ou "conferir as promoções". Alguns até lhe seguem, lhe seguram pelo braço, gritam, é bastante chato e constrangedor. Marrakech é o lugar para você ser mal educado: nem responda "bom-dia" aos vendedores (ou responda em francês para que eles não saibam de onde você é e siga em frente sem olhar pra trás). Dicas específicas para Marrakech Como salientei acima, tudo gira em torno de dinheiro em Marrakech. Se você parecer perdido, um bom samaritano surgirá do nada para ajudá-lo e depois pedirá um valor absurdo pela ajuda. Por isso, indico que você tenha um celular com internet ou um bom mapa consigo e, se precisar de ajuda, peça aos policiais ou a outros turistas. Se você tirar fotos das cobras ou dos macacos sem estabelecer um preço antes, os donos pedirão um valor absurdo pelas fotos. Se você precisar trocar dinheiro (câmbio), recomendo o do Hotel Ali. É seguro comer pratos quentes nas barracas da Praça Jeema à noite. Entregue-se...mas confira bem a conta no final (na verdade, confira o troco SEMPRE, em qualquer situação). Guias em Marrakech Cuidado com guias baratos em Marrakech. Na melhor das hipóteses, eles são apenas motoristas que mal falam qualquer língua além do árabe e só atuam como taxistas e não guiais (lhe deixam nos locais com prazo para voltar ao carro). Eu contratei um guia e valeu a pena cada centavo. Paguei caro pois estava sozinho, mas o preço é negociável sempre (quanto mais gente, melhor). Fiquei 3 noites e 4 dias em Marrakech, mas contratei ele por 2 dias (das 09h às 13h, embora ele tenha ficado comigo até às 14h.) Paguei 1400DH. Ele é espetacular e me dava dicas até de preços das coisas. Se alguém tiver interesse, o nome dele é Najib Khelfi. Ele fala árabe, francês e inglês e entende italiano também. Telefone: +212 6 63 09 17 64 (ele responde ao whatsapp). E-mail: [email protected] Também recomendo o Riad Marhbabikoum. Ele é considerado um dos melhores da cidade. Entrei em contato com o dono Khalil e ele me disse que não tinha vagas, mas que conseguiria pra mim em outro local, e assim o fez. É uma pessoa confiável em Marrakech para qualquer indicação. O telefone dele é +212 6 61 34 81 14. Minha viagem para Marrakech foi planejada em cima da hora, então acabei pagando preços mais salgados do que eu esperava com hospedagem e guia, mas valeu MUITO a pena mesmo assim. Não se assuste! Apesar de tudo que narrei de ruim, a cidade é maravilhosa. Sem dúvidas, a viagem mais incrível da minha vida. Eu não sei se posso postar links/endereços aqui, mas meu instagram é carlosrigoni, caso alguém queira ver minhas fotos.
  4. Por maiores que sejam os meus sonhos, eles sempre cabem na minha mochila.
  5. O Adriano já deu uma aula aqui. Gostaria que todas as pessoas que planejam viajar para a Europa lessem o que ele escreveu neste tópico. Só acrescentaria 5 observações: 1. Sempre faça o planejamento do seu roteiro com um mapa ao lado. Assim você percebe, por exemplo, que Praga-Paris é um trecho longo pra fazer de ônibus 2. Se possível, compre suas passagens com antecedência (na minha opinião, no mínimo 2/3 meses). Comprar em cima da hora sai mais caro. 3. Pesquise datas diferentes. Assim você saberá o preço médio da passagem e não entrará em uma furada. 4. Você pode fazer cotação de passagens aéreas no skyscanner.net 5. Já que você vai fazer o trecho Budapeste-Viena, por que não Bratislava? Boa sorte!
  6. beto-carrero-e-balneario-camboriu-meio-de-transporte-onibus-e-transfer-t89738.html
  7. Dê uma olhada neste link (http://www.viajenaviagem.com/2015/09/viagem-cambio-dicas). Fala especificamente sobre o Chile.
  8. Olá Tiago. Conversei com meu irmão que mora na Inglaterra e ele me disse que utilizou algumas vezes o Transferwise. A transferência tem que ser entre contas bancárias. Por exemplo: você emite e paga um boleto aqui no Brasil e o dinheiro é depositado automaticamente na conta do país estrangeiro (ou vice-versa). Não é preciso pagar IOF e a cotação utilizada é a oficial (ou próximo disso) e não a cotação das casas de câmbio. O app cobra uma taxa de + ou - 2% (depende do país), mas ainda assim é mais vantajoso do que comprar em casas de câmbio e levar o dinheiro em espécie. No Western Union, a taxa é de + ou - 5%. A única reclamação que encontrei foi de eventual demora de 3/4 dias para o crédito na conta. O segredo dos caras é ter contas bancárias em vários países, então eles não fazem a transferência internacional propriamente dita. Se não me falha a memória, é possível transferir 1.999 libras por dia e até 9.999 libras por mês. Este artigo é bem interessante: https://www.conta-corrente.com/remessa-internacional/enviar-recursos-ao-exterior-pelo-transferwise-e-legal/
  9. Se você puder, já leve pesos colombianos. Alguns câmbios em SP trabalham com peso e até levam no aeroporto pra você. Só estive em Medellín, então não posso dar dicas sobre as cidades que você vai visitar. Como destacado pelo LF, se sua conexão for pelo Panamá, você precisará do passaporte. ATENÇÃO: De qualquer forma, seu RG não pode ter mais de 10 anos. Você não precisa da vacina para febre amarela.
  10. Quando fui à Amsterdam não conhecia nenhum dos 2. Dando uma olha rápida nos sites de ambos, acredito que o "I Amsterdam card" valha a pena na modalidade 72 horas (acho que custa 68 euros). Se você considerar que, isoladamente, o cartão-transporte para 72 horas custa 16,50 e que a entrada do Van Gogh custa 17 euros, só aí você já gastou o equivalente à metade do cartão. De qualquer forma,melhor checar no site a lista dos museus que o cartão contempla (tanto aqueles em que a entrada é grátis, como aqueles em que o cartão só dá desconto). Isso facilitará o seu planejamento. Além disso, seria interessante ouvir (ou ler) quem já se utilizou do cartão.
  11. Sim, você precisa trocar euros por libras. O ideal é comprá-las no Brasil mesmo.
  12. Olá Aline. Minhas dicas são as seguintes: 1. Evite usar o carro nos últimos dias de dezembro; o trânsito fica infernal, especialmente na Avenida Atlântica [beira-mar] e na Brasil. A cidade tem 180.000 habitantes, mas supera 1 milhão no final de dezembro...então imagine a confusão. 2. Se precisar ir ao mercado, aproveite para fazer compras em dias e horários menos visados (alguns mercados só fecham à meia-noite - o Fort Atacadista é 24 horas). 3. Se você pensa em passar o Réveillon em alguma casa noturna, adquira as entradas com antecedência (se puder, já compre - http://www.blueticket.com.br). Em média, elas custam R$ 150,00/200,00 para mulheres e R$ 250,00/350,00 para homens; mas podem superar R$ 1.000,00 em alguns casos (http://www.blueticket.com.br/11128/Reveillon-Parador-e-Shed-2015/?obj=busca). 4. Se você pensa em passar a virada na areia, chegue à tarde na praia ou vai ficar sem lugar (algumas pessoas montam barracas, deixam por lá, e só voltam à noite). O costume aqui é passar a virada na areia ou no calçadão para ver a queima de fogos e depois partir para algum outro lugar (muitas pessoas continuam a festa na praia, mas sempre rola uma confusão na madrugada - brigas, furtos, etc). 5. A cidade não é violenta, mas o número de assaltos tem aumentado nos últimos meses. Na dúvida, sempre escolha as ruas mais movimentadas.
  13. Como já destacado, a maioria absoluta dos hostels possui armários nos quartos para que você possa guardar as suas coisas. Por essa razão, leve consigo um cadeado pequeno (base não superior a 3 cm) para trancar o seu armário. Caso você se esqueça do cadeado, muitos hostels alugam. É possível que sua mochila não caiba inteira em alguns armários. Neste caso, alguns hostels possuem um quarto de bagagens (ou você também pode simplesmente deixá-la embaixo ou mesmo ao lado da cama, como salientou o Davi). Passaportes e dinheiro/cartões Quando estou sozinho, eu os levo até para o chuveiro (dentro de um plástico zipado - zipa tudo); algumas pessoas simplesmente deixam dentro do armário. No seu caso, você pode cuidar destes itens enquanto seu amigo toma banho e vice-versa. Para dormir, sempre me utilizei da mesma tática do Davi: dentro da fronha do travesseiro. Nas minhas viagens pela Europa nunca presenciei alguém mexendo em coisas alheias e também nunca ouvi nenhuma reclamação neste sentido, porém é adequado não facilitar a ação de gatunos.
  14. Como destacado pelo Davi, tudo depende do seu perfil. Eu prefiro ficar em hostels (quartos com 4 ou 6 pessoas justamente para conversar e compartilhar experiências).
  15. Ulm parece ser uma cidade bem interessante...e Albert Einstein nasceu lá...
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