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Antonio Junior.o

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  1. Vinícius, como não passei em nenhuma portaria, não fiz reservas. Boa sorte lá!
  2. Olá Adislson, nessa data eu não vou poder. já estou cheio de compromissos. O Calçado Mirim é junto do Calçado, então vc passa nele. O calçado já não é um pico de fato, então nem sitei o calçado mirim, hahauha. Mas a travessia é bacana, vale a pena. Mas talvez dezembro não seja um boa época, principalmente se for realizar o cannioning que eu fiz.
  3. Fala Jorge! verdade, SF é mais fama... To de olho nessa do Rio Claro. O grande problema é permissão pra entrar por lá. Já vi que é bem complicado. Ainda to analisando uma forma de resolver esse inconveniente, hauahaua E ainda tem esse paredão, todo cuidado é pouco.
  4. Rafael, Obrigado. É isso mesmo, ir fora de feriado é outro nível. Mas nem sempre é possível e, certamente, pra quem nunca pode, melhor ir no feriado do que nunca ir. Pois é, ainda tenho vários relados a escrever, daí vão saindo aos poucos, hauahau Ederson, tenho apenas o esboço, que usei como referência para navegação pela carta. Não é muito confiável pra uso em gps. Posso te mandar sim.
  5. [align=center]Travessia da Serra Fina, solo. Já fazia algum tempo que eu ouvia falar da Travessia da Serra Fina, considerada a “mais difícil do Brasil”, fiquei intrigado com esse “título” e resolvi conferir de perto. Após algumas pesquisas descobri que a Serra Fina, na verdade, é um lugar “badalado”. E que em feriados, verdadeiras procissões cruzam suas cristas. Além disso, vi pessoas reclamando que agências de turismo estavam monopolizando os pontos de camping, como? Contratando carregadores (sherpas) que corriam na frente e reservavam os melhores lugares. Diante disso, tinha que evitar feriados, mas como conseguir 4 dias livres fora de feriado? A oportunidade veio a surgir no feriado de 7 de setembro de 2010, que caiu numa terça. Daria tempo suficiente pra completar a travessia, eu e mais 1037 pessoas. Felizmente, dessa vez eu tinha alguma flexibilidade, e poderia sair um dia antes, na quinta à noite (dia 2). Para a navegação pela serra, levei carta topográfica e bússola. Imprimi, em papel A4, trechos da carta com um esboço do trajeto. Na quinta-feira a tarde cheguei em casa e comecei a arrumar a mochila, ainda faltava algumas coisas pra comprar. Quando terminei de arrumar a mochila já era mais de 21h. Detalhe, ainda não tinha comprado passagem. A única coisa que eu sabia é que o ônibus saia as 23h. Bem, essa é uma das vantagens de fazer as coisas solo, tudo que você faz de errado, só afeta você mesmo. Joguei a cargueira nas costas e segui para o ponto de ônibus. Aí já foram uns 20 minutos esperando o ônibus e mais uns 20 até a rodoviária. E lá estava eu numa fila gigante no guichê da viação Gardênia. Já passavam das 22h e ainda tinha umas 7 pessoas na minha frente. Eis que ouço a vendedora dizendo: “pra São Lourenço só tem mais 3”. Nóoooo, momentos de tensão. Até que chegou a minha vez, e eu consegui comprar a passagem!! A aventura começou cedo, pensei, hauahaua. A previsão de chegada a São Lourenço era as 5:20h, e 5:10h tinha o primeiro ônibus pra Passa Quatro. Por sorte, cheguei as 5h e já embarquei 10 minutos depois. Finalmente, por volta das 7h, cheguei em Passa Quatro. Primeiramente fui a padaria e tomei um café reforçado, depois fui a procura de transporte até a Toca do Lobo. Conversei com o pessoal do posto de gasolina próximo à padaria e eles tentaram, sem sucesso, contatar algumas pessoas que faziam o trajeto. Depois de mais de duas horas de tentativa, decidi que teria que seguir a pé, pois já estava ficando muito tarde. Segui até a BR, pois a estrada para a Toca ficava do outro lado. Enquanto comia uma barra de cereais e batia fotos, chegou um motoqueiro, ele disse que o pessoal do posto tinha ligado para ele. Negociamos um valor (R$ 40,00), e seguimos até a Toca do Lobo, bem no início da trilha. Croqui da travessia. Trajeto de aproximadamente 48 km. DIA 1: Subindo para o Pico do Capim Amarelo Enfim, as 10:10h, iniciei a subida. O inicio da trilha fica do outro lado do riacho. Sobe-se em meio a uma pequena matinha, por um trecho ligeiramente íngreme e curto. Saindo da mata, se alcança a crista, que é o caminho predominante dessa travessia. A partir desse ponto começa o sobe e desce, sempre pela crista. Dali de baixo já dava pra ver o topo do Capim Amarelo. Riacho onde inicia a trilha - Toca do Lobo O tempo estava ótimo, céu completamente azul. A subida estava tranquila. Fiz uma pequena parada no quartzito, onde me abasteci como cerca de 3,5L de água. Continuando, passei em um pequeno trecho de bambus e segui para um semi-pico, de onde deve-se descer antes de seguir para a parte final, que é um pouco mais íngreme. Nesse ponto já se está bem alto, e olhando ao sul, é possível ver os Picos do Itaguaré e Marins. Logo após ao Quartzito. Pico do Capim Amarelo a esquerda. Esse primeiro dia é praticamente 100% subida, apesar disso, é compensado por ser um percurso curto. As 14:10h cheguei ao topo, o que encerrava a caminhada primeiro dia. O pico do Capim Amarelo me causou uma certa estranheza, pois ao invés de rocha nua, ele é recoberto de capim elefante, planta que pode chegar a aproximadamente 2 metros. Em meio ao capim, corredores e “cômodos” espalhados pelo pico. Como ainda era muito cedo e eu estava sozinho, não tive pressa, primeiro deitei por um tempo sob a sobra do próprio capim. Descansei e relaxei ao som do vento, enquanto fitava o infinito, daquele incrível céu azul. Depois passeei pela enorme mansão, procurando pelo melhor quarto. Desempenando a coluna. Barraca montada, agora viria a parte mais difícil, que é curtir todo aquele visual. Ao sul, era possível ver a cidade de Cruzeiro, em SP. Bem distante, a oeste, a penumbra dos picos Marins e Itaguaré. E a leste, o destino do próximo dia, a Pedra da Mina. Pedra da Mina ao centro, Tartarugão a direita e caminho (cristas) do dia seguinte a esquerda. Já no fim da tarde, deitei em uma pedra inclinada e fiquei curtindo o pôr do sol. Depois disso preparei o jantar, que foi bem simples, apenas miojo, sardinha e batata palha. A noite foi muito tranquila, nem mesmo ventava. Pessoalmente, prefiro mais animação, aceito até chuva =P. Completamente só no pico do Capim Amarelo, muita paz e tranquilidade DIA 2: Pedra da Mina Acordei por volta das 6h, dava pra notar que estava bem claro. Dei uma espiada pela porta da barraca e vi que o tempo continua completamente aberto. O sol estava pra nascer atrás da Pedra da Mina, e isso deixava o espetáculo ainda mais bonito. Aos poucos, a grande tocha foi ascendendo, e seus raios foram vazando pela laterais da Pedra da Mina, até que finalmente o mar de luz eclodiu e fui acolhido pelo calor, naquela manhã fria(wtf?!). Após o grande evento matinal, preparei o café e logo após desmontei a barraca. Nascer do sol Devido a minha lerdeza caracolistica, só comecei a andar por volta das 8h. Peguei uma trilha saindo do Capim Amarelo bem batida, e já comecei a descer. Passei por uma floresta de bambuzinhos e já achei estranho. Pouco depois cheguei ao fim da linha, aquele caminho estava errado, e estava batido de tantas pessoas errando ali, como eu. Como tinha andado apenas uns 10min, foi fácil resolver, nem precisei subir de novo. O mais curioso, é que ali perto tinha uma mochila velha, com algumas coisas estranhas, como velhas, borrachinhas de dinheiro e uma lata de achocolatado vazia. Alguém deve ter passado aperto naquele local. De volta á trilha correta, segui descendo por uma trilha bem íngreme, até chegar a uma matinha agradável, já praticamente no colo do vale. Mesmo dalí, era possível ver a Pedra da Mina, bem distante. Esse trecho tem sobe-e-desces bem suaves. Mais a frente, passei por uma grande área de camping, possivelmente o chamado Maracanã. Em sequencia, um belo túnel de bambuzinhos, quem brandavam ligeiramente ao vento, fazendo um efeito interessante de luzes no chão. Pedra da Mina ao longe. Depois do bambuzal já começa uma subida mais forte, e olhando pra trás da ver todo o caminho percorrido. E o que chama mais atenção é o desnível do pico do Capim Amarelo, nem parece que é possível descer. Pico do Capim Amarelo e toda a crista percorrida até ele. Depois de mais alguns sobe-e-desce, sobra apenas o enorme maciço da Pedra da mina. Enquanto a direita, bem menor, o pico do Tartarugão. Entre eles, a cachoeira Vermelha, que na ocasião estava seca, apenas com as pedras molhadas. Pedra da Mina "Cachoeira" Vermelha e Morro do Tartarugão A intenção era subir o Tartarugão, mas minha água já tinha acabado. Teria que pegar água primeiro, então voltar e realizar o ataque. Mas na verdade, a sede não me impediria de realizar o ataque, o que me impediu mesmo, foi o fato de ter pouco espaço pra montar barraca no topo da Pedra da Mina. E como esse dia já era feriado, possivelmente teria muita gente subindo pelo Paiolinho pra ir apenas na Pedra da Mina. Eu fazia questão de acampar lá no pico, por isso, desisti do ataque e segui. Por volta de 12:40h, cheguei na água. Felizmente, tinha bastante água. Saciei a sede e recolhi água para passar a noite. Então segui para a subida final. Foi uma longa subida, cheguei ao topo as 14h. Como eu havia previsto, já tinha algumas pessoas por lá, apesar disso, ainda tinha uma excelente vaga. E pude montar a minha barraca com tranquilidade. Terminando a montagem, já chegaram algumas pessoas, e informaram que vários grupos estavam por chegar. Água da vida! Parece pouco, mas dava até pra nadar... só que não =P Cume da Pedra da Mina. Pico do Capim Amarelo a esquerda. Barraca montada no topo da Pedra da Mina. Ainda era cedo, pouco antes das 15h, então resolvi fazer um ataque ao Tartarugão. O ideal era dar uma volta gigante e passar próximo à cachoeira Vermelha, mas era muito longe e optei por um caminho mais curto, na verdade, quase em linha resta. Pra eu ter sucesso, bastava vencer uma “floresta” de capim elefante. Inicialmente, eu desci fora da trilha, de frente para o Tartarugão, era bem íngreme, mas deu pra descer. Chegando no capim elefante, vissh... muita treta! Fiquei lá numa batalha sem fim, tomei altos capotes, não conseguia ir pra onde eu queria, e aquilo foi sugando o resto das minhas energias. Por fim, desisti de seguir em frente, deixa pra próxima. Afinal, o capim elefante me mastigou e cuspiu fora, haahauhau. Uma vez livre do capim elefante, foi só subir toOoOoda Pedra da Mina. Chegou só o bagaço lá em cima. Morro do Tartarugão e sua "floresta carnívora". De volta ao topo, notei que as últimas vagas já tinha sido ocupadas. Os grandes grupos tiveram que acampar mais em baixo. Aproveitei para assinar o livro do cume. Depois fiquei conversando com algumas pessoas que estavam por lá. Acabei conhecendo o Tácio e o Parofes, que pretendiam subir o Tartarugão nos próximos dias. O sol se preparava pra descansar ao fim do horizonte, e todos sacaram suas câmeras pra registrar o momento. O belo céu azul se esvanecia, enquanto a interface do céu com a terra explodia em tons de laranja, e por alguns instantes o ofuscante astro rei nos contemplou com seus contornos, e em seguida, repousou. Pôr do sol. Após o pôr do sol a temperatura caiu rapidamente, e todos se abrigaram em suas barracas. Antes de ir dormir preparei a minha tradicional feijoadinha gordurenta e deliciosa. Falem o que quiser, mas esse trem é bão demais! No meio da noite saí pra regar a moita, e pra minha surpresa, uma das barracas parecia uma boate, com luzes piscado e até música. Isso sem contar que mais cedo eles estavam tomando pinga. Imagina descer toda a serra com ressaca? não deve ser fácil. DIA 3: Pico dos 3 Estados Acordei por volta das 5:40h, antes do sol. O céu ainda estava perfeitamente límpido, ligeiramente azul com uma borda laranja, de onde em poucos minutos emergiu o astro rei, que inaugurou o dia. Após várias fotos, tomei café a arrumei minha mochila. Era hora de despedir da Pedra da Mina e descer para o Vale o Ruah. Por volta das 9h iniciei o percurso. A descida é acentuada, e o tempo todo você é contemplado com a visão do Vale. De longe, parece que o vale e recoberto por uma graminha baixa, mas chegando um pouco mais próximo, pode-se ver que trata-se de capim elefante. Bem ao fundo, é possível ver o tímido Rio Verde fazendo curvas suaves vale a dentro. Vale do Ruah. Chegando no vale, encontro vários saguões, enormes áreas de camping. A frente, vários caminhos, mas todos com o mesmo destino, uma vez que o vale vai se estreitando. Logo já se está ao lado do rio Verde. Aproveitei uma árvore à margem do rio e fiz uma parada. Enchi minha reserva d'agua, dessa vez cerca de 4L de água. Área de camping no Vale do Ruah. Rio Verde A partir desse ponto, a trilha não ia na direção que eu queria, procurei e não achei nenhuma que fosse. Resolvi varar o capim. Deu muito trabalho mas consegui, cheguei na borda do morrote desejado, subi numa pedra e fui comer uma barra de cereais. Enquanto fitava o vale, notei que onde eu estava não fazia sentido algum, eu estava completamente fora da rota. Desci novamente, varei mais capim e voltei a trilha. A partir daí segui o caminho correto. Vale do Ruah. Na parte estreita, próximo ao Rio Verde. Continuei pela crista. Chegando no alto já é possível ver o Cabeça de Touro e o Cupim de Boi. No caminho, alguns morrotes mais suaves, e pouco antes do Cupim, um pequeno trecho de mata. Enquanto seguia para o Cupim, notei uma enorme nuvem vindo do lado de SP, ela chegou até a crista, mas não foi capaz de ultrapassá-la. Após o Cupim, desci e passei por um trecho de bambus e algumas árvores, aproveitei a sombra para fazer um lanche. Logo a frente havia uma pequena área de camping, e após grande trecho de capim elefante, já iniciei a subida final para o pico dos Três Estados. A subida foi razoável, e por volta de 16h já estava descansando no topo do pico. Pico 3 Estados(esq.), pico Cabeça de Touro(dir.) e Cupim de Boi, a esquerda do Cabeça de Touro. Próximo ao Cupim de Boi. Pedra da Mina ao fundo. Mais uma vez, um espetáculo de visual. O lado do Rio e Sampa recoberto de nuvens, enquanto Minas completamente limpo. Estava sozinho no pico, e não tive pressa em escolher o local para a barraca. O pico dos Três Estados, como o próprio nome já diz, é o ponto onde os estados de Minas, Sampa e Rio se “tocam”. Lá existe um marco de metal, uma espécie de pirâmide, e em cada uma de suas três arestas (que não estão contidas no plano do solo) está escrito o nome de um dos três estados. Barraca montada. Pico Cabeça de Toura no fundo. É sabido que a Serra Fina é habitada por roedores, que furam barracas e mochilas atrás de comida. Eu havia levado mortadela. Com receio do cheiro atrair os roedores, prendi a bendita em um mastro de metal que existe por lá. Se um rato conseguisse subir lá, seria merecedor do prêmio. Por fim, depois de tudo arrumado. Fiquei apenas aguardando o pôr do sol, que dessa vez contou com algumas nuvens para ornamentar o espetáculo. E ao escurecer, me recolhi em minha barraca. Por do Sol visto do Pico 3 Estados. DIA 4: Alto dos Ivos e fim da travessia Pela manhã, ao sair da barraca, fui logo conferir se mortadela ainda estava no mastro. Estava lá, geladinha, devido às baixas temperaturas da madrugada. O cenário se mantinha, ainda um mar de nuvens a leste, enquanto Minas permanecia límpido. No Rio, a serra do Itatiaia exibia sua imponência, acima das nuvens. Era possível ver claramente o Pico das Agulhas Negras, e foi bem próximo dele que o sol emergiu. "Pirâmide" no Pico 3 Estados. Nome dos 3 estados em metal. Após o café da manhã, arrumei minha mochila e me preparei para o dia final. Era hora de descer a serra. As 9:30h parti para as cristas. Inicialmente uma descida mais suave, até que se inicia uma mais suave. A seguir, o tradicional sobe e desce de alguns morrotes, até a ultima subida mais forte, em direção ao Alto dos Ivos, chegando lá por volta das 11:40h. No topo existe um totem de pedra, com cerca de 1 metro. E como na Pedra da Mina, também não possui capim elefante. Alto dos Ivos A partir desse ponto, andei pouco mais de 1h até, enfim, deixar a crista e entrar numa mata. Esse trecho da mata é muito bonito, começa por uma trilha bem marcada. Depois a vira uma estradinha abandonada, cheia de mato. No caminho, a preciosa água. Desci durante 1h, até chegar o sítio do Pierre. O sítio possui várias casas enormes, até mesmo quadra de futsal. Mas aparentemente está tudo abandonado. Mar de nuvens. Último trecho da crista. Trilha na mata Pra quem tem resgate, esse é o fim da linha. Mas não era o meu caso, continuei a descer pela estradinha. Já quase chegando no asfalto, passei por uma casa. Parei pra pedir informação sobre transporte. Como de práxis, acabei sendo convido pra um cafezinho, e claro, não recusei. Descobri que não iria passar ônibus por ali, e minha única chance seria uma carona. Chegando no sítio do Pierre. As 15:30h, lá estava eu na BR com o dedão em posição. Estava pouco promissor, mas tive sorte. Depois de 40min, um caminhão parou uns 100m antes de mim. O motorista desceu e foi ver alguma coisa no caminhão. Era a minha melhor chance, então fui conversar. Chegando próximo ao caminhão notei que ele estava atrás do caminhão mandando um “N° 2”. Pra não constranger o cara e perder minha carona, esperei ele ”aparecer” pra então pedir a carona. E assim, sem maiores problemas, consegui carona até Varginha, de onde peguei um busão para BH. Na BR-354, contando com a sorte. Considerações Finais Roedores: Embora eu não tivera problemas com roedores, já vi vários relatos de pessoas que tiveram suas barracas e até mesmo suas mochilas furadas pelos bichanos. Então fiquem espertos. Água: Eu não sou de beber muita água, e consigo ficar muito tempo com pouca água. Mas pra quem consume muito, recomendo levar entre 5 e 6 litros. Nessas condições, água não é peso a se economizar. Abraços, Antonio Junior[/align]
  6. Aê, parabéns! excelente relato =) Uma pena terem pegado mal tempo, mas pelo menos diversão não faltou. Volte sempre, a Serra do Cipó tem perrengue que não acaba mais, hauahaua
  7. Fogareiro é tranquilo, sem problemas. Bebidas alcoólicas são proibidas, embora algumas pessoas burlem isso. Agora em março vai depender da sua sorte, mas tem muita chance de pegar tempo ruim. até mais
  8. Obrigado, pessoal! Lucil, uma pena o tempo não ter colaborado. Mas realmente, tem q evitar tempo chuvoso para realizar a essa travessia. Sandro e Lucil, quando tiverem um tempinho, caiam aqui para a Serra do Cipó, são inúmeras as possibilidades de travessias. abraços
  9. Ótimo relato, marcosplf. Pena que não deu pra seguir. Fiquei imaginando que com o tempo ruim seria muito complicado continuar. Cheguei de lá hj, felizmente pequei o tempo bom. Em "breve" escrevo o relato. Quanto à água, peguei tudo que eu precisava no morro do Careca. Mas acho que aquela água do careca é menos confiável do que a da base do Marins. Lá tava cheio de lixo, muito tenso. até mais
  10. opa! Então, eu peguei a rua que passa à direita da igrejinha e fui subindo ao sul. Fui perguntando para as pessoas até descobrir por onde ia. Só que eu não decorei o passo a passo, pq foi meio confuso, hauahauahau Mas assim, existe uma trilha, vc só tem que se preocupar em chegar ao início dela. Depois pode seguir as dicas do relato. Outra coisa, no meu relato tem uma foto de um trecho da estradinha inconfundível, já serve como um marco. Esse lugar é problemático, além de não ter track log, nem esboço da pra fazer, a imagem do google ta com baixa qualidade e com nuvens e sobras. =\ Vou ficar de devendo essa... ate mais
  11. Cesar, normalmente uso mochila entre 70 e 80L. Minha barraca é semi-geodésica, 4 estações. Não precisa de tanto, mas recomendo que a barraca seja pelo menos auto-sustentável. Quanto ao equipamento geral, levei o básico, fogareiro + utensílios de cozinhar (que inclui uma pequena faca de cozinha), lanterna de cabeça e um facão. Levei o facão pq eu tava neurado com as histórias das onças, mas em condições normais eu não levo. Navegação: carta e bússola. se orientar por lá é trivial, isso é mais q suficiente. Comida: Nessa travessia em específico, levei miojo, linguiça defumada, feijoada(não é muito adequado mas é bom demais!), batata palha, castanhas, pão, mortadela, frutas e biscoito. Roupas: levei um conjunto de "segunda pele", blusa polar, uma ceroula grossa(q nem precisei usar) e touca. Água: Bem, lá tem algumas nascentes, mas não sei se tão com sempre com água. Descendo um pouco entre os picos, normalmente tem água. Quanto a melhorias, só não levaria o facão msm, o resto foi na medida. Lembrando que eu sempre levo comida excedente, pra caso tenha q ficar mais dias. Espero ter ajudado, abraços
  12. Isso acontece sim, se dentro da barraca tiver algo com cheiro forte, como mortadela, feijoada, carne assada, etc.,eles furam a barraca msm. Mas se não tiver nenhum cheiro que os atrai, é de boa.
  13. Pois é, isso foi meio triste. Mas.. mais triste ainda seria perder a câmera no meio da viagem, huahauaahu Vou deixar a última foto q tirei dentro do canyon, antes de deixar a câmera numa fenda na lateral. Já estava com água até a cintura, e estava "agarrado" na lateral. Nilton, não deixe de conhecer a chapada, o lugar é incrível! abraços
  14. Estive lá no carnaval - estava solo também, e por causa disso, com mochila muito pesada (estava com uns 17kg) - abortei a subida ao Cristal, porém com dor no coração! Tinha ouvido falar que o caminho é meio exposto, e com a mochila grande ficaria perigoso. Acha que confere essa informação? A subida ao Cristal é mesmo meio tensa, vindo do Calçado? Cissa, de fato o caminho é exposto, tem q subir alguns lajes bem inclinadas. Lembro que subi com cuidado, e a mochila dificultou. Acho q vc podia ter escondido a mochila e subido leve, assim fica mais tranquilo.
  15. Olá Antônio! Belo perrengue este da descida com final em Alto Caparaó... Na minha visão foi um dos pontos "altos" do relato! Abraço! ah, certamente foi o ponto alto da travessia! Agora que eu sei q é possível, dá até vontade de repetir com mais calma. Passei em tantas cachoeiras e tão rápido, que nem deu pra apreciar direito. abraços
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