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paulinham

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Sobre paulinham

  • Data de Nascimento 23-11-1981

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Reputação

  1. Oi, Felipe! Estou gostando muito do relato! Quais foram os hostels que vc ficou, em Washinton e Nova York?
  2. Olá, tudo bem? Gostei do seu relato, estou pensando em fazer um roteiro parecido com o seu em maio do ano que vem. Gostaria de saber o nome do aplicativo do metrô de New York que vc citou no início do relato e em qual site achou as datas dos jogos de baseball e comprou as entradas.
  3. 10-10 – Tendo ido dormir de madrugada, levantei só para não perder o café da manhã e voltei para cama. Saí mais tarde e resolvi passar por La Rambla, avenida super charmosa com um calçadão enorme no meio. Fiz o caminho do porto até a Plaça de Catalunya. Primeira parada Museu de la Cera, dispensável. Enfim, fui até o Palau Guell, uma obra de Gaudí. Decidi não entrar e continuar a caminhada. Mercat St Josep, mais conhecido como La Boqueria, um lugar mágico! Muitas cores, cheiros, opções. As barracas que vendem frutas e sucos são como um arco íris. Há ainda barracas que vendem apenas chocolate catalão, carnes, frutos do mar e algumas que vendem comidas prontas, para consumir lá mesmo. Abastecida fui à Igreja Santa Maria del Pi, uma construção enorme e linda que vale uma visita! Continuando pela rambla cheguei à Plaça de Catalunya. Parada para almoço, depois metrô até Sagrada Família. Que lugar é aquele?! Impressionante! Magnífico! É até difícil descrever o que se sente quando entramos, a luz do sol batendo nos vitrais coloridos deixa o interior com cores incríveis. De lá peguei o metrô até o Passeig de Gràcia, uma linda avenida onde ficam duas grandes obras de Gaudí, Casa Batlló e Casa Milà (La Pedrera). Uma mais incrível que a outra por fora! Como o horário de visitação das duas já estava no fim, sem contar a fila, optei por entrar na Casa Milà. Por dentro é tão incrível quanto por fora, o telhado então é muito bacana! Saindo de lá decidi andar pelo bairro Eixample, com casas lindas e muitas lojas bacanas. Encontrei o Mercat de la Concepció, um mercado antigo todo em metal, muito bonito. 11-10 – Dia frio e chuvoso... Para meu azar era o dia reservado para visitar o Park Güell. Fazer o quê? Lá fui eu de calça, bota e sombrinha visitar um lugar que merecia muito sol! O parque é lindo, logo na entrada as construções onde funcionam a loja e a segurança me lembraram da casa de doces da estória de João e Maria! É possível visitar a casa onde viveu Gaudí, com alguns de seus objetos originais. Aproveitei pouco do parque pois a chuva apertou e ficou difícil andar por lá sem ficar ensopada. Quando dava uma trégua tirava algumas fotos, mas fiquei apenas perto da entrada do parque, infelizmente. Decidi ir embora e segui para a próxima parada do dia, Camp Nou. Segui de metrô até o Palau Reial, de onde já é possível ver o complexo esportivo onde fica o estádio. Comprei o passe para o Museu del FC Barcelona que inclui visita às arquibancadas, túnel dos jogadores, campo e sala de imprensa. É de impressionar a grandiosidade do lugar, além da admiração pelo Messi. Tem uma parte do museu só sobre ele! A entrada é cara, mas vale a pena para quem gosta. Na volta de metrô parei na Igreja de Saint Pau del Camp, a primeira igreja de Barcelona. Depois no Antigo Hospital de la Santa Creu, com um lindo jardim interno. Parada para um chocolate quente antes de voltar para o hostel e começar a arrumar as coisas para o dia seguinte, o último...infelizmente. 12-10 – Último dia resolvi andar pelo Barri Gótic. Comecei pela Plaça de Catalunya. Segui pela ruas com algumas paradas definidas, mas também um pouco sem rumo. Parei na Igreja de Santa Anna, uma graça. Depois me rendi ao consumismo na Decathlon. Segui até a Catedral de Santa Eulália, entrada de graça. Grande e rica, muito bonita. Não deixe de circular a catedral para ver prédios e pátios incríveis. De lá fui até o Museu Picasso, mas como não havia me planejado encontrei uma fila gigantesca, onde perderia em torno de 2 horas somente para entrar. Fazer o quê, tive que deixar passar. Fui então até a Igreja de Santa Maria del Mar e ao Mercat del Born, onde hoje funciona um centro cultural. Depois do almoço fui até a Estació de França, uma estação de trem com estrutura de metal e vidro, linda! Peguei um ônibus e fui até o Arc de Triomf, isso mesmo, é uma cópia do de Paris. Em seguida, Parc de la Ciutadella. Lugar agradável para se passar uma tarde, jardins lindos e bem cuidados. Lá dentro há uma fonte monumental chamada La Cascada, impressionante! Queria ir até a Torre Agbar e achei que fosse perto, que engano! Andei muito, cerca de 13 quarteirões, simplesmente porque não prestei atenção e não vi que poderia ter pegado um bonde. Enfim, no cominho vi o Teatre Nacional de Catalunya e o Els Encants, um enorme mercado de pulgas, onde acha-se de tudo, roupas, maquiagem, móveis, livros, eletrodomésticos e tecidos. De lá foi possível ver a Torre Agbar, finalmente! É realmente impressonante. Fui também ao Centre Commercial Barcelona Glòries, uma espécie de shopping tradicional com galeria a céu aberto, interessante. Voltei à Rambla de ônibus. Passei o resto da noite no hostel já que havia combinado com mais duas pessoas de dividirmoso táxi até o aeroporto e sairíamos às 4h. Vôo até Lisboa e depois para Belo Horizonte. Triste por voltar, mas extasiada pela experiência que vivi, lugares e pessoas que conheci! Foi maravilhoso! Desculpem o tamanho do relato, mas queria colocar o máximo de detalhes possível. Quando planejava minha viagem os detalhes dos relatos daqui foram de grande ajuda! Espero que gostem!
  4. 07-10 – Hoje é dia de terminar meu roteiro. Ainda faltava conhecer a Plaza de Toros de Las Ventas eo Estádio Santiago Bernabeu, o estádio do Real Madrid. Segui rumo ao metrô, graças à falta de atenção comprei o bilhete errado e gastei 4,20 à toa... Enfim, com o ticket correto segui primeiro para Las Ventas. A saída do metrô é exatamente de frente para a Plaza de Toros. Lugar lindo, enorme!! Fiz a visita, que já inclui o audioguia, bem útil. Nos fundos da Plaza existe o Museo Taurino (entrada gratuita!) que também vale a visita. Com roupas de toureiros, cartazes antigos de touradas, fotos e figuras, é pequeno mas interessante. Como havia consultado na internet no dia anterior, peguei o ônibus número 43 atrás da Plaza de Toros para chegar ao Estádio. Bem fácil, cerca de 20min de viagem. Estádio impressionante! Tour pelo estádio (19,00! Quem mandou aumentar o salário do Cristiano Ronaldo?) começa pelo ponto mais alto da arquibancada, onde se chega por escadas rolantes! Isto mesmo, vc entendeu certo, há escadas rolantes no estádio para quem estiver sentado nos lugares mais altos. Para descer é andando mesmo. Passa pelo empolgante museo com a história do time, outro ponto da arquibancada, sala de imprensa, vestiários, beira do campo e banco de reservas (com assentos melhores que qualquer poltrona de avião). A loja oficial é grande, mas achei tudo caro. Seguindo, peguei o ônibus número 27 até o Paseo del Prado. Caminhei pela Gran Via até Plaza de España para chegar ao Parque del Oeste e descobrir que o teleférico no qual eu planejava andar estava fechado! Na baixa temporada ele só funciona nos fins de semana. Parei par tomar sorvete e voltei caminhando para o hostel. 08-10 – Dia de ir embora, infelizmente. Terminei de arrumar minhas coisas e fui andando até a Estação de Atocha Renfe. O lugar é enorme e meio confuso, mas perguntando consegui achar o lugar correto para comprar minha passagem para Barcelona. Chegando ao guichê retirei a senha 764, ao olhar para o quadro, senha atual: 719!! Depois de muita espera, passagem na mão, preço salgado! (Fica a dica: não deixem de comprar a passagem com antecedência. O site da Renfe vende com 1 mês de antecedências, acontece que eu esqueci de comprar! Pode?!). A viagem foi muito tranquila, agradável. Poltrona confortável, filme a bordo. Barcelona! Almocei na Estação de Saints mesmo, já que eram 15h e estava morrendo de fome. De lá fui de metro para o hostel, super fácil! Apesar de eu ter começado a andar para o lado errado, mesmo assim, era na Rambla! Hostel Kabul Backpackers excelente. Melhor localização não há! Fica na Plaza Real, ao lado da La Rambla, um dos lugares mais movimentados de Barcelona. Quarto para 4 pessoas, pequeno. Banheiro compartilhado muito bom, um por andar. Área comum grande e agradável, sempre movimentada. Deixei minhas coisas e fui fazer um reconhecimento da área. Segui pela Rambla até a Rambla del Mar. Dei uma volta no Shopping Maremagnum, passeio num supermercado (que tava mais com cara de mercadinho) para suprimentos para os próximos dias e voltei para o hostel. 09-10 – Bom café da manhã do hostel, farto e variado. Primeira parada: comprar Barcelona Card (Cartão que dá direito a andar de graça em qualquer meio de transporte público, entradas de graça em algumas atrações e desconto em outras. Vc compra por quanos dias quiser, um cartão pode ser para 1 ou até 5 dias). Cartão para 4 dias: 54,00 euros. Decidi começar pela orla marítima. Passei pela Rambla del Mar até o Moll d’Espanya, um dos cais de Port Vell. Segui pelo Palau del Mar até chegar a Barceloneta, antigo bairro da comunidade de pescadores. Super charmoso! Passei pela Plaça dela Font onde fica o Mercat de Barceloneta, segui pelas pequenas ruas até chegar à praia, a Platja Sant Sebastià. O dia estava nublado e eu ainda queria ver muita coisa, por isso só molhei meu pé no Mediterrâneo e continuei o passeio. Parei em um supermercado para comprar algo para o almoço e fui para o teleférico que parte da Torre de Sant Sebastià e vai até o Montjuïc. A vista do teleférico é de tirar o fôlego! Chegando ao alto do morro achei uma sombra para almoçar meu sanduíche com salada e suco. Abastecida, fui andando pelos Jardins de Montjuïc até chegar à Fundació Joan Miró, entrada gratuita com meu Barcelona card. Não conhecia bem o trabalho dele, bem interessante, mas meio viajado para meu gosto. Quando saí da fundação havia começado a chover, o que eu não esperava. Decidi pegar um ônibus e descer do morro, atrapalhando o que eu havia planejado, descer à pé até a Plaça d’Espanya. Chegando estava chegando na praça parou de chover, desci do ônibus e dei meia volta. Fui à Plaça de les Cascades, um lugar encantador. Subi, pelas escadas rolantes (isso mesmo!), até chegar ao Palau Nacional. Palácio de estilo neoclássico que abriga o Museo Nacional d’Art de Catalunya. Que lugar! Fiquei perdida em meio às coleções de arte gótica e romântica. Adorei, recomendo mesmo para quem não é muito fã de museus (o meu caso), vale a pena! Início da noite, voltei para hostel pois havia combinado com os brasileiros que conheci lá para irmos ao Pub Crawl daquela noite. Antes disso, jantamos no hostel, free!! Funciona assim, todas as noites eles fazem algum prato, massa ou mesmo arroz com frango, e servem às 20:30h. Acontece que se vc não chegar lá até as 20:35h, já não vai encontrar nada. É impressionate como a fila se forma assim que os pratos são colocados na mesa, antes mesmo da comida chegar. Chega a ser engraçado! Para nosso azar o pub crawl foi cancelado, e decidimos ficar pelo hostel mesmo, bebendo, conversando e jogando sinuca.
  5. 03-10 – Mais um dia no Porto, um dia belíssima! Hoje sai rumo à Igreja da Sé, não é a mais bonita, mas com certeza a mais importante. Visita à igreja de graça, ao claustro e ao tesouro paga-se 3 euros. De lá atravessei a Ponte D. Luís I a pé, emocionante! Venta muito e o metrô passa bem ao lado de quem está caminhando, mas a vista é maravilhosa! Já em Vila Nova de Gaia (isso mesmo, do outro lado da ponte é outra cidade) comprei um ticket tipo um combo que dava direito a ida e volta no teleférico, cruzeiro de 50min pelo Rio Douro, entrada no Mosteiro do Pilar e prova de vinho em uma das caves. Comecei pelo mosteiro, interessante com sua igreja circular e uma linda vista da torre da igreja. Em seguida teleférico, tbm com uma ótima vista. Parada para almoço, passeio por Vila Nova e suas caves. Retornei andando novamente pela ponte para visitar a Igreja de Santa Clara. Chegando lá descubro que a igreja fecha para almoço... vai entender! Resolvi ir ao funicular para descer até o cais da Ribeira. Aí foi a vez do passeio de barco pelo Douro. O passeio chama-se Cruzeiro das 6 pontes, dura em torno de 50min e vale a pena fazer. Subi meio sem rumo pelas ruas em direção à Avenida dos Aliados onde parei para comprar lembranças e um gelado. À noite saí com o pessoal do hostel e alguns amigos do Porto. Fomos ao Bar do Piolho, famoso pelos estudantes, mas meio que uma concentração. Depois andamos pelas ruas da Baixa e paramos num bar para bebermos sangria, mas de vinho rose com pimenta. Uma delícia! 04-10 – Acabei acordando tarde por causa da noite de ontem. Tomei café e fui arrumar minha bagagem, dia de ir embora. Depois de realizada a tarefa fui andar pelas ruas do bairro, meio sem destino, parei para almoçar num restaurante pequeno um delicioso bife de peru. Dei uma volta pela Praça da Liberdade, parei para um gelado e retornei ao hostel para pegar minhas coisas. Fui de metrô para o aeroporto, super fácil e tranquilo. Chegando lá, chá de cadeira, já que meu voo atrasou quase duas horas. Por causa disto cheguei a Madri mais de meia noite e acabei indo de táxi para o hostel, o que eu não havia planejado...morri em 29 euros! Cansada, fiz chek in e fui dormir. Hostel grande, boa recepção. 05-10 – Viva Madri! Café da manhã do hostel desapontador, principalmente depois do Porto, apenas café, chá, leite e churros. Fui andar em direção aos principais pontos. Primeira parada Plaza Mayor, depois Puerta Del Sol com sua estátua de ursinho muito fofa! Plaza de las Cibelles com seu Palácio maravilhoso! A vista do terraço é espetacular, é o único lugar que paga para entrar. Depois segui pelo Paseo de Recoletos até a Plaza Colón passando pela Biblioteca Nacional. Em seguida Puerta de Alcalá e Parque de El Retiro. Uau! Enorme, lindo! Era um sábado ensolarado e estava cheio de gente, todo tipo de gente: famílias, ambulantes, turistas, muitos turistas. Almocei por ali mesmo, lá dentro tem um bocado de restaurantes. Fui conhecer o Palácio de Cristal, um sonho. Saindo do parque fui em direção à Estação de Atocha, que vale uma visita mesmo que vc não vá viajar! Parada no Museo Reina Sofia, somente por fora, não estava muito animada. Fui ao Jardim Botânico. Estava muito bonito, mas na primavera deve ficar espetacular! Quando ia para a fila do Museo Del Prado a bateria da minha máquina acabou! Aí parei para fazer umas comprar par o café da manhã e voltei para o hostel. 06-10 – Felizmente mais um dia ensolarado! Hoje fui para o lado oposto de ontem. Comecei Catedral de Almudena, depois Palácio Real. De tirar o fôlego, mas tbm não permitia fotos no interior. Passada na Plaza de Oriente, em frente ao Palácio e Jardins de Sabattini, bem ao lado. Em seguida fui à Plaza de España e ao Templo de Debod (que fica no Parque del Oeste), a entrada ao templo é de graça nos fins de semana. De lá Campo del Moro e Muralha Árabe. Seguindo pela Calle Mayor ia almoçar e seguir até o Paseo del Prado, mas comprei uma mala para o peso extra que estava começando a carregar e resolvi ir ao hostel para deixá-la. De lá fui ao Paseo del Prado e enrolei um pouco até a hora de formar a fila para entrar no Museo del Prado de graça (após 18h de terça a sábado e após 17h aos domingos, ou seja, dias horas antes do museu fechar). A fila fica gigante, mas pelo menos anda rápido. O museo é enorme e muito lindo! Caso vc tenha tempo vale mais de uma visita, neste esquema de entrar de graça, claro! Saindo do museu fui à procura do El Rastro, mercado de rua que acontece no primeiro domingo do mês, mas errei em algum caminho e acabei não encontrando.
  6. 29-09 – Acordar com o badalo do sino não é muito agradável, mas acontece quando o hostel fica ao lado da igreja. Tomei um ótimo café da manhã no hostel e saí para andar. Perca-se nas muitas ladeiras de Coimbra! A cada esquina há algo belo! Primeira parada no Pátio da Universidade, que fica em frente à Biblioteca Central, à Faculdade de Letras e à Faculdade de Medicina. Entrada no Pátio é de graça, mas existem alguns locais que são liberados somente mediante ingresso, como a Biblioteca Joanina e a Capela. Mas vale muito a pena. Os lugares são espetaculares, ricamente decorados. A Sala dos Primeiros Exames devia ser bem intimidante aos calouros. A Biblioteca Joanina é um espetáculo à parte. Seus livros ainda podem ser consultados, mas deve-se fazer uma reserva e a consulta é realizada com vigia do lado. Outro detalhe interessante foi a Prisão Acadêmica que era usada para castigo aos estudantes por desacato em sala de aula ou fora dela, roubos, manifestações ou mesmo por roubo de livros. Continuei a visita indo à Igreja da Sé Velha, assim chamada porque já foi construída uma nova (claro, né!). De lá fui almoçar no restaurante recomendado pelo hostel, Fangas. Uma graça, pequeno, acolhedor, comida deliciosa e preparada na hora. Não chega a ser caro, mas tbm não é dos mais baratos. Fui descendo pelas escadarias e becos, descobrindo coisas novas para serem vistas, até chegar à beira do rio Mondego, onde há um parque verde muito bacana. Pena que nesta hora a chuva apertou e resolvi voltar para o hostel, não sem antes parar para um gelado. O restante do dia e a noite foram de muita chuva, acabei ficando no hostel: internet para pesquisar comboios para Aveiro amanhã, filme, conversas. 30-09 – Ganha um doce quem adivinhar como estava o tempo: chovendo! Café da manhã, arrumar mochila e depois estação do comboio. Viagem de aproximadamente 50min até Aveiro. Se não parasse tanto seria bem mais rápido. Chegando a Aveiro, mesmo problema de Fátima, não havia locker para bagagem. Vamos percorrer a cidade fazendo musculação. Infelizmente isto afeta o humor de qualquer cristão. Dei uma olhada no mapa da cidade que havia na estação e andei até encontrar o Mercado Manuel Firmino e o canal. Dei uma volta, encontrei o Rossio e decidi fazer um passeio de barco, já que assim iria conhecer um pouco da cidade sem precisar carregar a mochila. Dura em torno de 45min e percorre os principais canais da cidade e pontos turísticos. Achei interessante e proveitoso, já que ficaria somente algumas horas na cidade. Mas todo o percurso pode ser feito à pé facilmente. Almoço no Centro Comercial Forum, que vale uma visita. Eles têm um jardim de oliveiras no terraço que já ganhou até prêmio de arquitetura (assim disse o guia do meu passeio de barco). Voltei para a estação do comboio e comprei a passagem para Porto. Para variar tbm estava chovendo, por isso táxi para hostel. Gallery Hostel muito bom, recomendo! Bons quartos, staff bacana e super disponível! Área comum muito boa, com lounge, sala de TV, cozinha bacana. Por causa do tempo decido jantar no hostel, jantar típico português: caldo verde e tapas portuguesas. Muito bom, excelente custo benefício! 01-10 – Porto! Chuva... . Hostel tem bom café da manhã. Saindo para caminhar, primeira parada comprar sombrinha, já que a anterior havia ficado em Fátima. Equipada, vamos andar. Fui às Igrejas do Carmo e das Carmelitas, uma ao lado da outra. A parede lateral da igreja do Carmo é completamente coberta de azulejos, linda!! Passeio pelo Jardim da Cordoaria, longo em frente, e, por fim, Torre e Igreja dos Clérigos, com todos os seus 221 degraus (é, eu contei!). Para entrar na igreja não paga, apenas na torre. Pausa para café numa galeria em frente à Torre dos Clérigos, uma graça, mas meio cara. Fui à Livraria Lello e Irmão (é só terminar de atravessar a galeria que já sai em frente). Pena não poder tirar fotos, mas o lugar é lindo, vale uma visita, mesmo sem comprar nada, coisa que a maioria faz! Em seguida fui à Praça da Liberdade e à Avenida dos Aliados. Enfim o sol deu o ar da graça! Parada para almoço. Melhor crepe que já comi na vida! Recomento total: Casal Bar e Café, bem no início da Avenida dos Aliados, lado direito de quem sobe, logo depois do McDonald’s. Depois fui caminhando até os Jardins do Palácio de Cristal e visitei o Museu Romântico. O jardim é de graça e vale a pena a visita! Retornei ao hostel andando pelas ruas do Art District. No mês de outubro estavam com uma promoção em 12 restaurantes/cafés: por 3 euros vc come um prato de tapas e toma uma taça de vinho. A cada lugar vc ganha o carimbo numa comanda, se até o fim do mês tiver ido a 8 lugares diferentes ganha uma garrafa de vinho. Bacana, mas não ia dar tempo para mim. 02-10 – Mais um dia a caminhar pelo Porto. Dia amanheceu frio, ma sem chuva. Fui até o Palácio da Bolsa, impressionante por dentro, mas tbm outro lugar onde não é permitido tirar fotos. Igreja de São Francisco e Mercado Ferreira Borges ficam perto dali, todos em volta da Praça do Infante. Depois passeio pelo cais da Ribeira até a Ponte D. Luís I. Muito bacana ver a estrutura por baixo, é enorme! Resolvi pegar o bonde pela beira rio até seu ponto final, o que, para minha surpresa, acabou sendo a Foz do Rio Douro. Tem uma linda praça logo no ponto de parada do bonde, seguindo pela beira rio chega-se até o quebra-mar. O dia estava nublado, com o mar um pouco agitado, foi bacana de ver. De lá retornei para a Praça da Liberdade de ônibus. Infelizmente começou a chover. Parei para almoçar na Avenida dos Aliados. Comi a famosa francesinha do Porto...nada que eu mesma não possa fazer em casa: pão de fôrma recheado com bife e presunto, com um ovo frito por cima, isso tudo coberto por muita muito queijo e molho de tomate levado ao forno. De lá fui conhecer o Mercado do Bolão, pena que muitas bancas estavam fechadas. Depois de metrô até o Estádio do Dragão, infelizmente estava fechado e não pude entrar. A seguir metrô até Casa da Música, que eu conheci apenas pelo lado de fora até onde não precisa pagar. A Praça Mourinho de Albuquerque logo em frente é bem agradável. O Mercado do Bom Sucesso foi uma surpresa. Lugar super charmoso com vários cafés e restaurantes, mas tbm com frutas, verduras e outras coisas. Tem uma lojinha ótima para lembranças divertidas chamada Make Notes. Na volta parei perto do Mercado do Bolão novamente para conhecer a Rua Santa Catarina, famosa por suas lojas. Bem movimentada! À noite tapas novamente, desta vez em outro lugar.
  7. 26-09 – Lisboa, finalmente! Peguei o comboio em Alhandra com destino a Lisboa, estação de Santa Apolônia. Um pequeno, grande detalhe: após comprar sua passagem não se esqueça de validar seu ticket em um dos totens da estação. Eu esqueci, e quando o fiscal do comboio veio checar meu cartão me passou o “maior sabão”. Eu expliquei que era minha primeira viagem de comboio, que não sabia, pedi desculpas e ele apenas falando sobre multa que eu teria que pagar... Enfim, no final deu certo. Em Santa Apolônia mesmo peguei o metro linha azul para estação Parque. Fica em frente ao Parque Eduardo VII. Vale uma visita, muito bonito. Desci a Avenida da Liberdade, passando pela Praça Marquês de Pombal. Dei sorte no dia e havia uma feira de antiguidades ao longo de toda a avenida, até a Praça dos Restauradores. Caí na tentação e fui almoçar no Hard Rock, ali mesmo na praça. Reabastecida, continuei a pé passando pela Estação do Rossio, Teatro Maria III, Praça de Figueira, Rua Augusta com seu arco magnífico, Elevador de Santa Justa e Terreiro do Paço, à beira do Rio Tejo. Como o elevador de Santa Justa estava com uma fila enorme, decidi seguir para Belém. Metro até Cais do Sodré e depois elétrico até Belém. Visitei o maravilhoso Mosteiro dos Jerônimos. É de cair o queixo tudo que foi esculpido na pedra no mosteiro, e a igreja também não deixa por menos. Logo em frente fica o Padrão dos Descobrimentos, que tem uma vista maravilhosa do terraço, caso vc esteja disposto a pagar. Linda vista, mas vale mesmo para aqueles que têm máquinas com zoom de 1000x... Em seguida, Torre de Belém. Fui bem rápida porque estava à pé e o tempo estava fechando ( e minha sombrinha havia ficado em casa). A volta para casa foi interessante, cada trecho com um meio de transporte diferente: a pé no início, elétrico até Praça do Comércio, metro do Chiado até Santa Apolônia e comboio até Alhandra. Só faltou o bonde, este deixo para amanhã. 27-09 – O dia amanheceu muito chuvoso, por isso só tive coragem de sair de casa por volta de 11h. Novamente comboio até Santa Apolônia, metro até Restauradores. Hoje fui ao Elevador de Santa Justa, fila pequena quando cheguei. Parada nas Ruínas do Carmo, achei superinteressante! Desci à pé para conhecer os becos da cidade e tbm para não ter que pagar o elevador novamente. Peguei metro no Chiado até Martim Moniz, pois havia lido que lá havia uma praça bacana. Realmente há uma praça grande, mas meio suja e mal cuidada. De lá decidi pegar o bonde até o Castelo de São Jorge. Parei para perguntar a um condutor qual iria para lá e ele me deu uma dica ótima: o bonde número 12 faz o mesmo caminho do 28, e é bem menos concorrido. Pude perceber isso pela fila que havia para o 28 e apenas uns gatos pingados para o 12. Parada no Miradouro de Santa Luzia, que fica bem perto do Castelo de São Jorge. Achei interessante, mas o ingresso meio caro para pouca coisa. Continuei o percurso de ônibus (n. 737) até a Catedral da Sé. Visitei apenas o que era grátis, para o claustro tinha que pagar. No mesmo ônibus, depois segui até a Praça da Figueira. Parada para almoço. Fui de metro até a Estação Oriente, que sozinha já é um ponto turístico. Comprei minha passagem de ônibus para Fátima para o dia seguinte. Passeio rápido pelo Parque das Nações, já que o tempo não estava colaborando (sem chover, mas ventava muito). Conheci o Centro Comercial Vasco da Gama, a meca dos consumistas de Lisboa. 28-09 – Dia de ir a Fátima. Não começou muito bem, já que perdi a hora do primeiro comboio para a Estação Oriente, onde iria pegar o ônibus para Fátima. Mas como a sorte estava do meu lado, e como estamos na Europa e a pontualidade existe, consegui pegar o comboio seguinte a chegar lá faltando 5 minutos para o ônibus partir. Na verdade, para o ônibus chegar pois o esquema deles de rodoviária é meio estranho: o ônibus chega, o motorista desce, abre o bagageiro e começa a gritar os destinos do ônibus. Caso vc esteja interessado, guarde sua bagagem e dirija-se à porta para mostrar o bilhete para o motorista. Enfim, 1h20min depois já estava em Fátima. Continuando a maré de sorte, não havia locker na rodoviária, por isso teria que passar o dia com minha mochila, de aproximadamente 13kg, nas costas! Para melhorar, começou a chover!! Muito, com vento e tudo! Sigo para a Basílica que me informaram ser bem perto (tudo bem que fiquei com medo de ser como um “ali” de mineiro), mas no final acabou por ser perto mesmo. Parei para tomar café e segui, na chuva... Chegando à basílica, é impressionante o tamanho do lugar! Faltava meia hora para a próxima missa, então resolvi ficar, como havia prometido para meu pai. Quando a missa terminou, a chuva havia parado e o sol resolveu sair. Dei uma volta pelo lugar admirando a grandiosidade e devoção presentes ali. Parei para almoçar, comprar algumas lembranças e voltei para a rodoviária a fim de seguir viagem para Coimbra. É muito perto, com 50min já estava em Coimbra! Com o endereço do hostel na mão, fui perguntara um garçom da rodoviária se ficava perto e ele disse que até poderia me ensinar o caminho para ir à pé, mas que com o peso que estava carregando seria melhor pegar uma táxi...hehehe. Segui o conselho, o que foi bom, pois teria que subir uma bela escadaria com minha mochila. Hostel bacana, staff prestativo. O prédio foi sede da primeira maternidade de Coimbra, então as paredes estão cheias de dizeres sobre amamentação, direitos da criança e da gestante. Me senti em casa! Depois de um belo banho saí para jantar, meio sem rumo entre os becos e descidas, parei em um café e acabei comendo uma pizza.
  8. Seguindo a tradição, deixo aqui o relato do meu primeiro mochilão sozinha. Afinal nas outras viagens estava com turma e de mala... que evolução! Decidi por Portugal/Espanha pela facilidade da língua e por ter uma amiga morando em Portugal. Viajei do final de setembro até início de outubro, pegando o início de outono. Temperaturas agradáveis, mas dei um pouco de azarem Portugal e peguei vários dias de chuva, mas nada que tivesse atrapalhado muito. 22/09 – 23/09 – Saí de BH em voo direto da TAP para Lisboa. Longo mas confortável, comida boa, bom sérvio de bordo com filmes e coisinhas mais. Cheguei às 06:00h, depois de um voo de 9 horas... Minha amiga me buscou no aeroporto, fomos para sua casa em Alhandra. Deixei minhas coisas, tomamos café e já fomos passear. Tenho que agradecê-la muito, Larissa, tirou 2 dias de folga só para me acompanhar, me levou a lugares que eu não teria ido sozinha, lugares lindos! Primeira parada em Mafra. Chegamos cedo, por isso o Palácio ainda estava fechado, acabou sendo uma vantagem porque assim descobrimos o Jardim do Cerco, um lugar lindo (de visitação grátis) que fica logo atrás do palácio. Logo depois fomos ao Palácio Nacional de Mafra e à Basílica de Nossa Senhora e Santo Antônio de Mafra. Cada um mais encantador que o outro! Seguindo fomos almoçar em Ericeiras, lugarejo a beira mar com praias boas para surfistas. Delicioso arroz com mariscos. Minha amiga teve um imprevisto e teria que ir ao trabalho no fim da tarde, com isso fomos parar em Sintra, cidade onde ela trabalha. Passeio rápido pelo centro histórico para matar o tempo. Depois, enquanto ela estava no trabalho, me deixou em um centro comercial (isso mesmo, shopping...) para que eu a esperasse. Duas horas depois estávamos indo para casa, eu, morta, já que estava sem dormir desde o Brasil. 24-09 – Dia de Évora! Cidade histórica, cercada por muralhas. Com exceção destas, me senti em um cidade histórica mineira (Ouro Preto, Tiradentes, Diamantina, vc escolhe...). A cidade é linda com vários monumentos e igrejas. Adorei o Templo de Diana e a Igreja da Sé (que infelizmente estava fechada). Ao chegar à Igreja de São Francisco, onde fica a Capela dos Ossos, descobrimos que estava fechada para almoço, então decidimos almoçar também! Carne de porco a alentejana, nada mais que carne de porco cozida com mariscos! Valeu a experiência, mas não é muito do meu gosto. Terminado o almoço fomos ao Jardim Público que fica do lado direito da Igreja de São Francisco, já que ainda não estava na hora de abrir. Uma graça, ótimo para descansar. Enfim entramos! A Capela dos Ossos é magnífica! Não dá para imaginar o tempo que levaram para fazer tudo, cada detalhe, cada encaixe de osso, tudo simétrico. A inscrição na entrada faz vc pensar... A Igreja de São Francisco é muito bonita, ricamente decorada. Muito ouro brasileiro foi utilizado ali... A muralha da cidade por fora também é uma atração à parte. Quando estávamos a caminho de Évora passamos por uma cidade, Montemor-o-novo, que indicava ter um castelo a ser visitado. Na volta resolvemos procurá-lo. Que surpresa boa! Apenas a muralha e a torre do relógio estão completamente inteiras, mas as ruínas restantes são super interessantes. Lá há até um sítio arqueológico sendo explorado. Retornando para casa fui presenteada com jantar especial feito pela Larissa: bacalhau assado com batatas a murro! Me sentindo! 25-09 – Hoje Larissa teria que trabalhar, mas aproveitei sua carona até Sintra para conhecer a cidade de verdade desta vez. Infelicidade a minha quando chegando lá estava chovendo, muito!! Fiquei quase 2 horas parada na estação do comboio(é o trem!) porque estava sem sombrinha ou capa de chuva... Assim que maneiro um pouco segui para o centro histórico, mas não sem antes comprar uma sombrinha. O dia continuou assim: chovia, parava, o sol aparecida, chovia mais... Enfim, comprei um bilhete do ônibus que circula para cidade, com ele vc pode subir e descer quantas vezes quiser durante um dia. Quebrou o maior galho por causa da chuva! fui ao Palácio Nacional de Sintra, o interior me surpreendeu. Muuuitas escadas, assim como tudo neste país! A seguir fui ao Castelo dos Mouros. Na entrada fui avisada que não é um bom lugar para visitas durante dias chuvosos, mas como não teria outra oportunidade fui assim mesmo. Sorte minha, já que o lugar estava vazio e a chuva não atrapalhou em nada! É magnífico pensar como vivia-se naquela época! Após pausa para almoço, segui para o Palácio da Pena. Caso esteja animado, suba à pé da portaria até o Palácio, como eu não estava comprei o passe para subir e descer por 2 euros. O Palácio é lindo, está em restauração, por isso a presença de andaimes e salas fechadas. Mas tudo que estava aberto compensava. A vista do terraço da rainha, o quarto da rainha é de impressionar! Pirei nos azulejos aqui, cada um mais bonito que o outro! Perto da entrada há o jardim da rainha, também vale a visita. Estava na hora da Larissa sair do trabalho, encontrei com ela e fomos a Cascais. Ela queria me mostrar a Boca do Diabo. Formação rochosa à beira mar que encanta! Voltamos de carro pela beira mar que a seguir virou beira Tejo. Lindo! Paramos em Belém para comer pastéis. Valeu a experiência, mas não achei a menor graça no pastel. Isso mesmo, comi um só para provar. Na volta para casa ela passou de carro pelo Parque das Nações para que pudesse conhecê-lo. Enorme, bonito e com partes esquecidas.
  9. Camila, adorei seu relato!! Já conheci Buenos Aires, e felizmente correu tudo bem, sem ameaças de rouba, mas eu estava em grupo... Ainda não conheço Mendoza ou Córdoba e fiquei animada com sua descrição, principalmente porque vou viajar sozinha na próxima viagem e estava com algm receio. Abraços.
  10. Oi, poboscov! Ainda não defini onde vou ficar, mas assim que souber conto com sua ajuda! Abraços.
  11. Léo!! Que delícia de viagem!!! Vcs merecem esse descanso, pelo menos, de vez em quando, né? Bjos.
  12. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110305215809.JPG 500 375 Legenda da Foto]Amanhecer no Salar do Atacama[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110305215938.JPG 375 500 Legenda da Foto]Caminho entre as lagunas Miscanti e Miñiques em San Pedro do Atacama[/picturethis]
  13. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110305215151.JPG 500 333.333333333 Legenda da Foto]Vulcão Licancabur em San Pedro do Atacama[/picturethis]
  14. Léo e Lê, até que enfim, né!! Meus dois amigos, companheiros de viagem, editores do mochileiros, ainda não tinha dado as caras por aqui! O bom é que já chegam ajudando!! LiCo, acho que o restante das dicas do Léo e da Lê te ajudaram mesmo. Conta como foi na volta! Boa viagem! Anala, o Léo já respondeu bem a sua pergunta, o câmbio melhor mesmo é em Montevideo, na avenida 18 de julio, mais para perto da plaza independencia. Quanto aos restaurantes é meio complexo até a conta, de tantas opções vc tem para pagar, a conta vem em todas as moedas mesmo! Boa viagem para vc tbm! Abraços a todos!
  15. Oi LiCo, tudo blz? Não pesquisamos muito sobre os ônibus em Punta porque resolvemos alugar o carro, mas o qe ouvi falar é que lá não tem muitas opções de ônibus de linha. Ir à Casa Pueblo de ônibus é possível, mas o ônibus para na estrada e vc tm que percorrer o resto do caminho a pé. Nosso amigo que fez isso acabou assistindo ao pôr-do-sol no meio do caminho porque acharam que fosse mais perto. As 3 atrações que vc quer ver são bem distantes umas das outras. La mano vc vai ver quando chegar na rodoviária, pois fica exatamente na praia em frente. Já a ponte ondulada é mais longe, para o lado oposto do Casa Pueblo. Na rodoviária tem um balcão de uma empresa de turismo que aluga carros e faz passeios, lá vc consegue informações sobre os ônibus tbm. Eu sei, eu sei...dá até vergonha escrever aqui e participar do site e confessar ter viajado de mala de rodinhas, mas já me prometi comprar uma mochila para a próxima viagem! Abraços.
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