Ir para conteúdo

Filliped

Membros
  • Total de itens

    17
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

0 Neutra

Sobre Filliped

  • Data de Nascimento 23-07-1982
  1. Oi Fábio! Estou pensando em fazer uma viagem de 1 semana pra ver Aurora, se você tivesse que recomendar só 1 lugar para ir, qual seria? Estou na dúvida entre islandia, Tromso, ou um resort na finlândia...
  2. Oi Sonia, você sabe se alguma dessas empresas aceita que leve animais? Estou me mudando para a frança, mas não quero colocar meu cachorrinho no porão de um avião pois li que há muito risco de ele morrer. Obrigado! Fillipe
  3. Show! Só pra lembrar, Ushuaia fica na Terra do Fogo, que é uma ilha. Não tive problemas para pagar os passeios, hostels e transportes com cartão, a estrutura turística nessas cidades é bem organizada. Você pode fazer alguma excursão para Torres Del Paine direto de calafate, mas é um pouco mais distante. Acho que só compensa se vc quiser fazer um dia mesmo, pq vários dias acho melhor ir para Puerto natales.
  4. Eu montei o roteiro baseado em dicas de amigos e conhecidos. Basicamente como estou fazendo o meu roteiro Peru-Bolivia-Chile agora: Pesquisando sobre a região e marcando num mapa tudo o que eu queria ver. O que acabei descobrindo é que é um roteiro comum entre mochileiros, tanto que 2 israelenses que dividiram quarto comigo na primeira cidade (Ushuaia) acabaram dividindo ônibus comigo para a última cidade (El Chaltén), e tivemos tb um marroquino e um suiço que acompanharam a gente em partes da viagem. O Marroquino foi ainda mais longe que eu, e acabou seguindo até Bariloche depois. As únicas coisas que eu reservei previamente foram os vôos Rio-Buenos Aires-Rio, e o vôo Buenos Aires - Ushuaia. Até o Vôo de volta Calafate-Buenos Aires eu deixei pra comprar na hora, o que foi meio perrengue, então não recomendo... Mas de resto, pesquisei antes quais eram os melhores albergues em cada lugar, e chegando lá batia na porta. Quando o albergue que eu estava tinha internet, eu tentava já marcar o albergue da cidade seguinte, 2 ou 3 dias antes. Todos os passeios eu marquei no local mesmo, geralmente no dia anterior. É tranquilo e tem varias agências que fazem, os albergues podem te indicar sem problema. Infelizmente não me lembro o nome das agências...
  5. Milena, Pelo que vi vc perde um dia no trajeto de La Paz a Uyiuini, certo? Vc teve que dormir em Uyiuini uma noite ou o passeio de 4 x 4 saiu no mesmo dia? Fillipe
  6. Show, se quiser mais dicas sobre a região me avisa! Com tempo, e na época certa, vc consegue até navegar entre baleias e caminhar com os pinguins...
  7. Hum... ok, então acho melhor eu pegar o bus das 7:30, assim eu chego a copacabana e ainda consigo pegar o barco para a Ilha do Sol às 13hs. Obrigado!!
  8. É, a idéia é ficar 1 dia lá pra fazer Uros e Taquile. na verdade eu tô indo mais pq eu vou com uns amigos, e eles querem passar lá. No dia seguinte eu me separo deles e vou pra Copacabana, mas eu não queria perder um dia tendo que voltar pra cuzco com eles e depois ir pra lá... A assinatura nem é agressiva, vai... é uma declaração carpe diem... eheheh Ah, e sobre a trilha Inca que a galera está perguntando, eu vou fazer a de 4 dias e quando tentei reservar no começo de julho para o meio de setembro já não tinha mais vaga, por isso reservei para o meio de Outubro, sendo que já metade das vagas estavam tomadas... Então quem quiser fazer, tem que reservar pelo menos com uns 3, 4 meses de antecedência.
  9. Oi Milena, parece que vc está de olho no meu roteiro e eu no seu... eheheh 2 perguntas: - Você sabe se é possível ir de Puno a Copacabana direto, sem precisar voltar a Cuzco? Se sim, dá pra fazer noturno? - Que albergues você recomenda dos que vc ficou? bj!
  10. As reservas para o abrigo podem ser feitas por telefone (21) 2642-8365 ou por email: [email protected] essa foto tem truque sim... não fui eu quem tirou, foi um amigo, mas ele usou um efeito de photoshop chamado HDR, que faz uma sobreposição de imagens a diferentes exposições. Vc tira a mesma foto 3 vezes com niveis de iluminação diferentes, e depois o photoshop junta, o que suaviza a iluminação geral da foto. Quanto à bebida, só pra deixar claro ninguem ficou bebado não, foram só uns golinhos pra esquentar... eu é que não ia encarar 4hs de caminhada de ressaca... De qualquer maneira é proibido a entrada no parque com bebidas alcoolicas.
  11. Tem ônibus sim, um marroquino que estava conosco foi de Calafate para Bariloche, mas parece que é quase um dia de viagem pq a estrada era beeem ruim. Como Bariloche é a parte mais ao norte da patagonia, vc pode deixar como ultima parada a caminho de Buenos Aires. Com o pouco tempo que vc tem eu focaria na parte argentina da patagônia, ficando 2 dias em El Calafate (1 dia para o trekking no glaciar e outro para o passeio de barco entre icebergs), depois Bariloche e então buenos Aires. Se conseguir apertar no seu roteiro El Chatén (que fica entre Calafate e Bariloche) eu recomendo, veja as fotos aí em cima, são trilhas sensacionais.
  12. Verdade, mas os rapazes conseguiram passar pela segurança da guarita com uma garrafa, então... De qualquer maneira não recomendo que ninguem leve, sob risco de ser confiscado...
  13. Filliped

    Pedra do Sino (RJ)

    Pedágio? Para começar a viagem, já a aventura de nos encontrarmos, já que cada um morava em um canto do Rio de janeiro. Renato, que até ali era certo no passeio, não atendia o telefone de jeito nenhum, por isso o Daniel foi lá para casa, e juntos no carro fomos encontrar com o Granja que vinha no sentido contrário da linha amarela. Depois de muuuuito esperar por ele na saída do pedágio, me aparece o infeliz, suado e cansado. Aparentemente, não é permitido cruzar a linha amarela a pé, e ele foi até o carro ouvindo sermões dos guardinhas que encontrava pelo caminho... 2 horas de viagem depois, chegamos ao parque nacional serra dos órgãos, subindo pela entrada principal, em teresópolis. Pagamos a entrada para quem vai pernoitar (nosso caso), e começamos a subida. Para quem se interessar é melhor reservar antes, pois parece que há um limite de 200 pessoas por dia (100 para pernoite). Seguem abaixo os custos do parque: Visitação Ingresso parte baixa R$ 3,00 Ingresso parte baixa – moradores do entorno R$ 1,50 Estacionamento Estacionamento de veículos (por dia)* R$ 5,00 Estacionamento de motos (por dia)* R$ 3,00 * estacionamento disponível apenas nas Sedes Teresópolis e Guapimirim. Camping Pernoite por pessoa R$ 6,00 Trilhas de Montanha Bate e volta R$ 12,00 1 pernoite R$ 24,00 2 pernoites R$ 36,00 Cada pernoite adicional R$ 12,00 A trilha até a pedra do sino demora cerca de 4hs, mas como subimos tarde decidimos ir direto para o abrigo (3hs), onde passaríamos a noite. A trilha, apesar de longa, não me pareceu tão íngreme – para quem conhece as trilhas do Rio, achei mais puxada que o Pico da Tijuca, e menos do que a Pedra da Gávea. Com paradas esporádicas para água e comida (durante o caminho você consegue recarregar sua água), chegamos 3 horas depois ao abrigo, já escurecendo e começando a sentir aquele friozinho característico... Encontrei jesus Ao chegar ao abrigo, um chalé ao lado do camping, vimos que a noite seria mais longa do que esperávamos, já que não havia eletricidade e as camas eram beliches de madeira com um colchonete fino por cima só para enganar. Conseguimos uma lanterna emprestada com Jesus (Jesus é o funcionário do parque responsável pelo abrigo, que mora lá em cima metade do mês e é apaixonado por carrinhos em miniatura) e usando a luz do celular para enxergar um mínimo possível conseguimos arrumar nossas coisas e tentar um banho. Banho Quente: R$ 2,00 o minuto (máx. 5min) Banho Frio: R$ 1,00 o minuto (máx. 8min) Depois de uma caminhada longa, resolvi me dar o luxo de um banho quente de 5min (sim, depois de 5min Jesus fecha a água), e tocamos a fazer um panelão de miojo no fogãozinho que havia na cozinha, (segundo a lenda, cujo botijão Jesus leva nas costas por toda a trilha). De barriga cheia e saboreando a água do miojo quentinha como se fosse a melhor sopa das nossas vidas naquele frio infernal, fomos deitar às 22hs, já que iríamos acordar bem cedo no dia seguinte para ver o sol nascer na pedra do Sino. Para os mais desavisados, fica aqui um conselho: apesar de parecer sensato quando vc está fazendo a mochila, nunca, jamais, em hipótese alguma, deixe de levar suas luvas, saco de dormir, casacos e seja lá o que você tiver para se aquecer só para reduzir o peso na mochila. Se você acredita no Pedro Bial quanto ao filtro solar, então acredite em mim e na sua mãe, LEVE O CASACO, PQ VC VAI PASSAR FRIO! Como o garotão aqui estava devidamente desprotegido para o frio da madrugada a 2000m de altitude, passei, literalmente, a noite toda tremendo de frio (sério, cheguei ao ponto de colocar os pés dentro da mochila pra ver se aquecia...), numa que foi provavelmente uma das piores noites da minha vida. Meu companheiros de aventura, que também não estavam lá essas coisas em termos de agasalhos, também não conseguiam dormir, e passamos a madrugada toda em reviravoltas nas camas até que resolvemos simplesmente ficar conversando para passar o tempo até a hora de subir para o Sino. Deus salve o presidente Às 4:30 da manhã nos levantamos (levantar, não acordar, já que nunca chegamos a dormir), arrumamos nossas coisas e lá fomos nós 3 rumo ao pico, novamente com a ajuda da lanterninha de Jesus e dos celulares potentes. Depois de uns 20min de caminhada chegamos a um platô, onde sentamos para apreciar os primeiros raios de sol no horizonte. Logo se juntaram a nós 2 outros mochileiros, o Ramón e o Marcello, que continuaram conosco o resto da aventura até o Rio. O Ramón segurava o tempo todo uma garrafa de conhaque, e quando perguntei que marca era ele deu aquele sorrisinho - “Presidente. Depois de hoje, nunca mais falo mal do presidente...” – e me ofereceu um gole, para aquecer. Assistimos à base de presidente o resto do espetáculo que era o sol nascendo, as nuvens abaixo de nós formando ondas que pareciam um mar, e subimos para a pedra do Sino. Ali, nos juntamos a mais um grupo que já estava e ficamos descansando e apreciando a vista. A paisagem é sensacional, e descobri que de lá dá pra ver até o cristo redentor e a baía de Guanabara. Depois de algumas horas ali, quando o sol começava a ficar forte, iniciamos nossa jornada de volta para o Rio. Enquanto o Ramón e o Marcello desmontavam sua barraca, pegamos o resto dos nossos pertences no abrigo, nos despedimos de Jesus, e partimos para a longa trilha de volta, com mais de 3hs de descida até o carro. Apesar do perrengue que eu passei com o frio, recomendo a todos que puderem que façam essa aventura (devidamente preparados, claro). Acho que nem preciso de muito para convencer vocês, vou deixar as fotos falarem por mim... 
  14. Oi Milena! Eu não pularia Chaltén, é a capital nacional do trekking e o cerro Fitz Roy é sensacional. O trekking na geleira é feito em 1 dia, tanto o mini-trekking quanto o Big Ice (3 a 4 horas), então não adianta você dedicar mais dias a isso. Se quiser o Big Ice, aviso que o governo limita a 20, 30 pessoas por dia, então reserve bem cedo. Na verdade o meu plano inicial era visitar o parque terra do fogo e fazer o passeio no trem do fim do mundo, mas chegando lá eu descobri que existem muitos poucos ônibus pra sair da terra do fogo. O ônibus para Punta Arenas/Puerto Natales por exemplo só sai uma vez por dia às 4as e 6as. Por isso, tive que cortar alguma coisa do meu roteiro e acabei tirando o parque, pois me disseram que o passeio de trem era muito turistão. Fiz o 4 x 4 nas montanhas ao invés, que recomendo fortemente.
  15. [align=]Patagônia em 10 dias[/align] Dia 1 - Rio - Buenos Aires - Ushuaia Dia 2 - Ushuaia Visita ao museu do fim do mundo, um antigo presídio que foi transformado em museu mas ainda se pode ver trechos inalterados da arquitetura. Uma boa para quem quer entender um pouco mais a história do lugar. Entrada: 20 pesos (U$6). À tarde, passeio de barco no canal de Beagle, com visita à ilha dos pássaros, ilha dos lobos (leões-marinhos), focas e o farol do fim do mundo. Dependendo da época, se pode ver pingüins também, mas não é o ano todo. O passeio custa cerca de 120 pesos (U$36). Dia 3 - Ushuaia Passeio de 4x4 aos lagos nas montanhas. Visita ao lago escondido, com direito a canoagem em canoas canadenses e uma lareira para um cafezinho. Depois, uma trilha de land rover com muito mato e lama, e com sorte, ver alguns castores trabalhando no caminho. Visita ao lago Fagnano, maior lago da terra do fogo (eu jurava que era um mar... rs) e almoço típico (leia-se, parilla) em um restaurante na estrada. Tudo incluído por 220 pesos (U$70). Dicas Não cheguei a ir por falta de tempo, mas parece que o parque nacional Terra do Fogo vale a pena ser visitado, inclusive à um passeio turístico de trem em volta do parque. Dia 4 - Ushuaia - Puerto Natales O trajeto de ônibus é longo (12hs), mas a paisagem é bonita e você ainda pode ter a aventura de cruzar o estreito de magalhães de balsa (e ficar 5hs parado na margem esperando o vento baixar pra poder passar...).  Fiquem atentos pois o ônibus tem dias certos, e se você perder pode ficar literalmente preso em Ushuaia mais 1 ou 2 dias do que o planejado... O trajeto todo custa 185 pesos (U$58). Dia 5 - Puerto Natales Chegamos ao Chile, mas... esqueça a cidade. Puerto Natales tem um ou outro restaurante bem interessantes (fui numa pizzaria moderninha e um italiano familiar que valeram à pena), mas o forte da cidade é a proximidade ao parque Torres Del Paine, o maior parque da América Latina. Mochileiros de todo o mundo vão para lá acampar no parque, que possui trilhas de trekking que podem durar até 10 dias (!!!). Pelo problema de tempo eu optei por fazer um “foto safari”, percorrendo os principais trechos do parque numa van. O parque tem paisagens sensacionais, e se pode ver facilmente guanacos (parente da lhama) e raposas, além de flamingos e outros animais menores. 18.000 pesos chilenos (U$42) + 15.000 (U$35) de entrada no parque. Dicas Para quem gosta de aventura e quiser se aventurar pelas trilhas do parque, vários albergues como o Erratic Rock em Puerto Natales alugam material de camping. Se o negócio é mais alto nível, há hotéis de alto nível dentro do parque com vistas espetaculares... Dia 6 - El Calafate Passeio de barco “Los Glaciares”, com visita aos glaciares Spegazzini, o mais alto do mundo, e Upsala, o mais longo do mundo. Passeio leve de barco, onde a maior atração além dos glaciares é a navegação em meio aos icebergs, que se partem de quando em quando fazendo um belo espetáculo de som e imagem. O piquenique no parque à beira de um lago com icebergs flutuando também é interessante, apesar do frio... Custo: 275 pesos (U$87), mais 40 (U$13) de entrada no parque. Dia 7 - El Calafate Trekking no glaciar Perito Moreno! Ponha crampons nos sapatos e caminhe pela geleira e sua imensidão azul. Aqui há 2 opções, o mini-trekking, com cerca de 1:30h de caminhada, ou o “Big Ice”, passeio bem mais restrito com cerca de 4hs de caminhada (caso queira, reserve alguns dias antes pois a administração do parque restringe esse passeio a 20 pessoas por dia). Piquenique na beira de outro lago, com vista para o glaciar, e depois visita ao mirante, de onde se pode ver bem de perto a vasta formação de gelo, e com sorte, apreciar alguns blocos se desprendendo. 310 pesos (U$98) o mini-trekking e 420 (U$132) o big ice, mais os já tradicionais 40 (U$13) de entrada. Dicas Para saber mais procurem a série Man vs Wild, que passa no Discovery sob o nome “À Prova de Tudo”, e vejam o episódio duplo que se passa na patagônia com direito até a trekking no glaciar Perito Moreno! Dia 8 – El Chaltén A Viagem até El Chaltén dura 4hs, e custa ida e volta 100 pesos (U$32). O ônibus sai bem cedinho, para aproveitar o dia na cidade. Aqui existem diversas trilhas, entre cachoeiras, cumes geleiras e lagos. No primeiro dia fiz o trajeto até Cerro Torre, um cume belíssimo e com uma paisagem fenomenal no caminho (4hs de caminhada ida e volta). A cidade não possui absolutamente nada para se fazer, mas é reconhecida como a capital nacional do Trekking, então se não for adepto de longas caminhadas recomendo pular essa etapa da viagem. O ponto positivo é que não é preciso pagar para se fazer os passeios, basta a cara e a coragem, digo, o tênis e a coragem... Dia 9 – El Chaltén Saímos bem cedinho para pegar a trilha principal rumo ao “cerro” Fitz Roy, principal atração da região. O caminho é longo, são cerca de 6hs ida e volta, mas assim que você avista o monte percebe que valeram a pena cada um dos quilômetros percorridos. A paisagem é de tirar o fôlego, e você vai se sentir no meio de uma cena do Senhor dos Anéis. Dia 10 – Retorno a Calafate e então Buenos Aires Reservem com antecedência o vôo de volta, deixamos para fazer isso 1 semana antes e uma amiga nossa teve que encarar uma viagem de 33hs de ônibus para voltar a Buenos Aires pois não havia mais vôo disponível... Gastos Patagônia.xls
×
×
  • Criar Novo...