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ludug3r0

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  1. Olá, Dois anos atrás comprei uma North Face Solo 12 para o circuito de TDP. Este ano irei escalar no Frey na Argentina e irei usar a mesma barraca. O problema é que esta barraca envelheceu um pouco e apresenta agora 2 problemas: Uma delaminação na fita de vedação das costuras Esta meio grudenta por dentro É uma barraca de uma só camada, impermeabilizada por dentro com Uretano e por fora com silicone. Pesquisando constatei que o motivo dos dois problemas é a degradação do uretano. O problema de estar meio grudenta não é muito importante, usei talco para resolver isto como muitas pessoas já fizeram segundo relatos na internet. O tecido, propriamente dito, continua impermeável. Já sobre as costuras, existem pontos de tensão onde nitidamente dá pra ver que entraria água numa chuva mais persistente. E é este problema que gostaria de idéias. Dizem que o silicone impregna o tecido inteiro impedindo que outras substâncias grudem nele. Pensei então em duas técnicas a usar... Selar as costuras por dentro com uretano de selar calhas Selar as costuras por fora com silicone de aquário Alguma contraindicação? Alguma dica de como fazer alguma enventual diluição das soluções selantes? Não posso pedir garantia da North Face agora porque está meio em cima a viagem para resolver este problema. Obrigado!
  2. ludug3r0

    Torres del Paine

    Hehehe! Fui e aqui estou de volta vivo! Clima perfeito todos os dias! Peguei uma chuvinha só na noite do último dia. O único contratempo foi o terremoto em Santiago que me fez ter que passar mais 4 dias em Punta Arenas, perder o casamento de um dos meus melhores amigos e ter que ir para Rio Gallegos para pegar o vôo para Buenos Aires e voltar para o Brasil. Fora isto, ter ido sozinho foi muito legal. Recomendo totalmente! Até mesmo como primeiro trekking na vida (mas vá preparado para mudanças de clima, não vá morrer congelado lá por que eu disse pra você ir só). Fui na maior bagunça! No trekking mesmo levei só uma calça, duas camisas de algodão, 3 cuecas, 2 pares de meia de acrílico, o anorak + fleece da Conquista Kathmandu, um second skin pras pernas e pra o torso. Nem levei lanterna, só o celular que servia de lanterna dentro da barraca. Fui inventar de comprar um fogareiro aztec por lá, dois bastões de trekking, uma balaclava e minhas duas melhores aquisições: Uma baraca Solo 12 e o saco de dormir Fission da The North Face. Passei calor com este saco. Condensação na barraca só uma noite no Acampamento Paso e foi bem pouca. Só pra reforçar, uma das melhores coisas que fiz foi ter ido só. Conheci um monte de gente, fiz o passo John Gardner com um canadense super preparado, fiquei amigo de um alemão e três chilenos que fiz a parte final do percurso. No final das contas devo ter andado uns 60 km só e os outros 40 km com esta galera. Ainda voltei no ônibus falando com um Israelita que tinha bem uns 65 anos que conheci na trilha e que mal falava inglês. Na fila da LAN, resolvendo o problema do meu vôo, ainda passei horas conversando com dois pesquisadores de Fairbanks Alaska que estavam fazia três meses por lá fazendo pesquisas sobre a Antártica. E muitos outros mais nas hospedagens e esperando os ônibus. Agora me diga a chance de eu ter falado tanta gente se estivesse num grupo de brasileiros todo fechadinho... Sem comparações. Se as fotos interessam: http://picasaweb.google.com.br/ludug3r0/TorresDelPaine Só pra deixar um último comentário. Me deu vontade de queimar minha Nômade Finisterre. Funcionou perfeitamente por 5 dias. Estava todo orgulhoso dela. No 6 dia algo aconteceu no calcanhar esquerdo que cada passo que dava era a dor de uma facada. Entupi o calcanhar com silver tape pra evitar bolhas e funcionou. Mas a dor ficou me aperreando até o final de todo o percurso, ou seja, mais 3 dias andando onde cada passo era um sacrifício. Fora isto, ela aguentou bem. Não abriu, não deixou meu pé muito molhado. Nenhum bolha finalmente. Outra informação: No Pehoe agora você tem tomadas para carregar celular e câmeras fotográficas. Tomadas no estilo chileno. O preço das comidas lá e na Hostearia Las Torres também não está abusivo. Comprei no Pehoe um saco de pão, um pacote de molho de tomate e um pacote com seis salsichas e saiu tudo por 1500 pesos chilenos (R$ 5,00 mais ou menos). Convidei o canadense para comer a gororoba e enquanto eu cozinhava a coisa ele foi lá e comprou duas cervejas Austral (2000 pesos chilenos). A cerveja ficou meio cara, mas nem tanto. Abraços!
  3. Opa, opa, opa! Se você realmente encontrou a Bigwall Tenesterre por RS 199,0 eu acho que tá valendo. Comprei a minha na Centauro do Recife e paguei R$ 299,00 mais ou menos um mês atrás. R$ 299,00 era o preço normal da Finisterre (tanto na Bigwall quanto na Nômade). Se o preço estiver este acho que tá valendo levar. Tá tendo um descontão ai de R$ 100,00... Grande abraço.
  4. Olá, Deana! Segundo o fabiomon, em 17 Fev 2009 ele escreveu Não sei se os novos modelos apareceram. Eu comprei a Finisterre que na Bigwall tinha o nome Tenesterre.
  5. Thiago Dias, Pelo que andei neste tópico, suspeito que o couro na bota seja um pouco mais resistente para frio quando usado em botas. Alguém estimou nas mensagens anteriores que a titã (feita em cordura) era agradável até os +3° C e a, se me lembro bem, Terra ou Peregrino (acho que descontinuadas e substituídas pela Finisterre, já que não encontro no site da nômade ), era confortável até os -5°C. A grossura do nobuk da Finisterre é de 2,2mm, parece que a Terra era 2,5mm. Não tenho certeza, mas acho que não deve fazer tanta diferença assim estes 0,3mm. Agora, o que acho que deve fazer diferença para este frio ai em torno de -5°C, é a palmilha e as meias. A palmilha da minha BigWall Tenesterre (clone da Nômade Finisterre) é de EVA que normalmente é considerado um bom isolante. Acho que talvez isto seja importante se você vai andar por um tempo limitado em cima de neve. Acredito que as palmilhas dos outros modelos da Nômade sejam também de EVA. O que fica restando você pesquisar sobre meias. Sobre meias, o que recomendam são meias de material sintético que sequem rápido e que consigam transportar o suor para fora da bota de alguma maneira. Para esta temperatura talvez seja bom meias bem grossas. Assim, mesmo que seja exagerado durante a caminhada, deve dar para aqueçer um pouco o pé quando for na hora de dormir (se você resolver usar a meia nesta hora). Lembrando que as botas da nômade não devem servir (sem maiores cuidados) para temperaturas abaixo de -5 °C. Talvez você consiga baixar um pouco esta temperatura com meias especiais (e bem caras). Você deve ganhar uns bons graus ai usando overboots. Mas ai como não tenho certeza disto, deixo para alguém mais responder ou dar detalhes sobre isto. Quem sabe até o próprio fabiomon ajuda. Acho que é isto. Eu não sou muito experiênte nesta coisa de frio (sou pernambucano), mas lendo por ai foi o que consegui descobrir. Posso dizer que minha Tenesterre está indo muito bem aqui no calor de Recife. Já no frio, ainda não testei. Qualquer coisa é só falar. Grande abraço.
  6. clebsonmelo, Eu não sei se serve para você, mas recetemente comprei a BigWall Tenesterre que, segundo o fabiomon, é idêntica à Nômade Finisterre. Também no meu caso não veio manual (mas também não foi prometido manual pela BigWall). Postei a dúvida aqui e recebi um tempo depois um e-mail de uma mulher chamada Suzana, funcionária da nômade, me passando algumas dicas. Não sei se serve para você (pois são modelos diferentes), mas segue abaixo o que recebi. Acredito que grande parte deve se aplicar a sua Titã também... Espero que ajude. Abraços.
  7. Eu tenho a mesma dúvida em relação a temperatura com a minha Finisterre. Pensei também em ir pra Patagônia com ela. Dá pra aguentar? Grande abraço.
  8. Olá! Quanto a minha pergunta já foi respondida pela Suzana uns dias atrás. Acho que só ficou faltando saber se algum dia, quando a impermeabilização já não funcionar bem, eu posso aplicar algum produto pra reforçar ou se devo pensar nisto antes que a impermeabilização vá embora. Obrigado.
  9. Não sei.... Recife é um cidade meio estranha às vezes... Acho que não tem muita área verde no Recife... E a violência aqui está um pouco complicada... Tem um certa diferença da violência daqui com a do Rio, por exemplo... Não sei se é verdade, mas... Me falaram que no Rio, a violência mesmo fica concentrada em bairros... Tem bairro que é maior limpeza você sair e não vai ser assaltado... Aqui no Recife tem bairros barra pesada também.. Mas assalto tem em qualquer lugar... Não existem estas zonas de segurança... Ai acho que um Camping é meio complicado aqui.... Por curiosidade.. Existe Camping em São Paulo? A capital mesmo? Acho que o ambiente é urbano demais pra um camping.
  10. Ahh.... Pra quem souber sobrepor imagem no GoogleEarth, as cordenadas limitantes da imagem são: Norte: 7°00'00.00"S Sul: 8°00'00.00"S Leste: 39°00'00.00"W Oeste: 40°00'00.00"W
  11. Baixei os dados do site EarthExplorer no formato DEM. Estes dados foram obtidos em 2002 no projeto STRM. O satélite mede a altitude a cada 3 arcos de segundo (mais ou menos 92,58m) por todo um grau (mais ou menos 111,111 kms). Bem... Traduzindo... Na imagem original, que tenho aqui em casa, cada píxel representa a altitude de um quadrado de 92,58m x 92,58 m... Nas imagens acima, reduzi o tamanho dos lados pela metade pra poder mandar arquivos menores então cada píxel representa uma área 4 vezes maior... Bem... Os dados eu sei que são precisos... E acho que sei um jeito de sobrepor trilhas e estradas na imagem através do reconhecimento visual destas estruturas no Google Earth (a sobreposição que o dglopes falou pra fazer funcionou e bateu perfeitamente com as imagens do LANDSAT que o google usa)... Resta só a dúvida se tem alguma utilidade um mapa onde cada píxel representa praticamente a altitude de um hectare... Se servir de alguma coisa eu levo adiante e vejo se faço um tutorial de como fazer e como colocar as trilhas (esta vai dar um pouco mais de trabalho porque vou ter que programar algo pra remover dados salvos no GoogleEarth)... Bem... Fico por aqui... Se alguém achar relavente é só falar, deve servir pelo menos pra alguém que pague alguma cadeira de cartografia na faculdade .
  12. fabiomon, Comprei a Big Wall Tenesterre (equivalente da Finisterre) hoje na Centauro no Recife. Tem como eu arrumar o manual dela pra saber dicas de como manter tudo funcionando corretamente por mais tempo? Tem isto no site? Nao consigo achar, poderia de alguma forma me indicar como conseguir? Mal ai pelo pedido. P.S. Senti muito conforto com a bota. Quanto ao tamanho, uso 39 mas comprei a 40.
  13. Moro no Recife e nunca soube de Camping por aqui. Achei esta lista para você: http://www.webcamping.com.br/ufpe.htm Acho que o de Olinda deve servir. Mas não sei como ele em termo de qualidade ou se é agradável. Recomendo você ver se gosta dele e se decidir se vale a pena. Tenta ligar pra lá e obter informações. Caso você não goste você pode procurar uma pousada ou albergue. Talvez valha a pena tirar a carteira de alberguista. Os campings que fui cobram o olho da cara... Pode valer a pena. Você pode ver detalhes neste tópico: http://www.mochileiros.com/carteirinha-de-alberguista-como-fazer-vale-a-pena-t10257.html. Abraço.
  14. Olá, Estou plenajando uma travessia pela Chapada do Araripe pelo Ceará. Como não achei mapas topográficos da região, resolvi construir os meus mapas e cheguei nas seguintes imagens: Consegui gerar a partir de imagens DEM e se alguém se interessar posso tentar fazer algum tutorial de como fazer. Mas o problema é: Alguém sabe como eu posso sobrepor com imagens do google earth? Quero sobrepor pra poder gerar as estradas e achar as trilhas. Se alguém puder me ajudar nesta parte eu seria grato. Grande abraço.
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