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mariokn

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  1. clap...clap...clap...é só o que tenho a "dizer". Também adoro viajar de carro e sempre incentivei as pessoas a fazerem o mesmo ao menos uma vez. Se não encontrarem um motivo realmente forte para fazer uma viagem assim encontrarão facilmente várias desculpas para não fazer. Segurança, falta de tempo, falta de companhia, preguiça, $$, e por aí vai. Parabéns pelo estilo de vida.
  2. https://photos.app.goo.gl/iiN42hr6vVUeJDr4A
  3. Segue. Mas já faz tempo que fui. https://photos.app.goo.gl/iiN42hr6vVUeJDr4A
  4. Minha esposa, nosso filho de 5 anos e eu passamos dias bastante agradáveis na chapada dos Guimarães. Contratamos os serviços da guia Marcia (65 9241-7582 - whatsapp) e seu marido Marcelo (11 99912-2723 - whatsapp). Todas as indicações e recomendações positivas que li no mochileiros se confirmaram. São super atenciosos, prestativos, conhecem bem a região e passam muitas dicas e informações. Meu filho os adorou. Chegamos como turistas + guias e voltamos para casa tendo a certeza que deixamos um casal de amigos por lá. Mario
  5. Gostaria de relatar 2 impressões que tive a respeito de Bueno Brandão, uma da primeira vez que fui com minha namorada (hoje minha esposa) em 2002 e neste retorno em abril/2015 no feriado de Páscoa com ela e nosso filho. Lembro muito pouco, praticamente nada, da primeira vez que fomos. Recordo que a estrada que liga Socorro a Bueno Brandão não era asfaltada, ficamos hospedados no hotel Central e do detalhe que mais nos marcou e influenciou nossa opinião a respeito da região. Apesar das belas cachoeiras, encontramos muito gado nas proximidades, próximos mesmo, a ponto de vermos grandes quantidades de fezes de gado nas beiras das cachoeiras e nas “prainhas” delas. Por este motivo lembro que praticamente não entramos nas cachoeiras e também nunca mais tivemos vontade de retornar à cidade. Estávamos sem programação para este feriado então pensei em levar nosso filho de 3 anos para acampar, dormir pela primeira vez ao ar livre, numa barraca. Queria um lugar próximo a SP, capital, com várias cachoeiras e trilhas tranquilas e Bueno Brandão veio à mente. A má impressão que ficou da primeira vez ainda era forte e não foi fácil batermos o martelo por Bueno Brandão. Destino definido, escolhi a Arrelaros Pousada para acamparmos. O valor seria (“seria” e daqui a pouco explico o motivo) R30/pessoa/dia/sem café da manhã. Saímos cedo de casa e no caminho começaram as surpresas, boas surpresas. A estrada de 30km que liga Socorro a Bueno Brandão está asfaltada e um asfalto bom, pista simples. A Arrelaros Pousada fica no Km18. Bem sinalizada e fácil de chegar. Descarreguei o carro e comecei a montar a barraca tentando envolver nosso filho na tarefa. A barraca é antiga, uma Falcom 3 da Nautika, da época que minha esposa e eu ainda fazíamos algumas trilhas mais puxadas. Fácil de montar e 10 min depois já estava pronta. E quem diz que meu filho quis entrar na barraca? Entramos para ele brincar um pouco e nem 2 minutos pediu para sair. Quando falei que dormiríamos nela não quis saber, começou a pedir para voltar para casa. Conversa vai, conversa vem deixamos para decidir o que fazer mais tarde. Fomos visitar as cachoeiras. A primeira foi a do Felix que era bem pertinho da pousada. Pagamos R5/pessoa e entramos pela parte de cima. Não lembro de ter pago naquela primeira vez, em lugar algum (mas acho que pagamos, tanto faz). As boas surpresas continuaram. Nenhum gado nas proximidades, nenhum cocô de gado perto da cachoeira. E como criança alguma pode ver água, nosso filho logo pediu para ficar de sunga e cair nágua. Desta vez entrei com gosto. Tudo de bom poder curtir a exuberância da natureza e ainda mais na companhia da minha esposa e nosso filho. Foi a cachoeira que mais nos agradou pois forma uma prainha excelente para as crianças brincarem, tanto que voltamos no dia seguinte. A água das cachoeiras é bem turva, não é nada cristalina como em outras regiões. Acredito que seja devido às características do solo, arenoso, barroso, sei lá. Ou até mesmo devido às pastagens dos gados. Mas como desta vez não vi gado por perto e o que os olhos não veem o coração não sente, foi só curtição. Depois fomos à cachoeira do Luiz. O caminho é a partir da cidade, sentido Munhoz. Senti falta de indicações para as cachoeiras. A do Luiz é exceção, o caminho todo é bem sinalizado, mas tem uma explicação. Eles possuem uma estrutura excelente no local. É como um parque. Paga-se R8/pessoa para entrar, tem um restaurante self service muito bom, playground para as crianças, tirolesa, tudo muito bem cuidado. Elogiei mas farei um comentário pessoal, opinião e gosto meu, prefiro tudo mais natural, menos “pavimentado”. Antes de voltarmos para a cidade passamos na cachoeira Santa Rita que fica bem perto. Voltamos para a pousada e tivemos que decidir o que fazer, como dormiríamos. Desistimos de dormir na barraca e como a pousada estava vazia, pegamos um chalé e tudo resolvido. Chalé super simples por R$70/diária/pessoa/com café da manhã. Descansamos o final da tarde e a noite saímos para passear no centro da cidade e jantar. Eu havia pego algumas indicações de restaurantes aqui no mochileiros, o Cumpadi, Villa Bueno, Cheiro Verde, restaurante do Luiz, Pizza na Pedra. O Cumpadi só abre no almoço, nem quisemos procurar o Cheiro Verde pois estávamos com fome, fomos direto para o Villa Bueno bem em frente à igreja principal. Restaurante ajeitado, atendimento atencioso e comida boa a la carte, farta e barata para os padrões de São Paulo (uma parmegiana, arroz, fritas, salada, pedimos um pouco de feijão para nosso filho, para 2 pessoas R32). No dia seguinte fomos à cachoeira Machado II, também próxima da pousada. Paga-se R5/pessoa e até a cachoeira pega-se uma trilha tranquila. Chegamos na parte de baixo da cachoeira. O volume dágua era pouco devido à estiagem mas ainda assim ela mostrava sua imponência. Brincamos um pouco e fomos para a Machado I. Ela fica do outro lado da estrada, sentido Bueno Brandão e também paga para acessá-la, R5/pessoa. É uma cachoeira larga com grande volume de água. Abaixo dela forma uma piscina rasa e dá para ficar bem tranquilo. Fomos almoçar na cidade, no restaurante Cheiro Verde. Almoço em pleno sábado de feriado e o restaurante vazio. Estranho. Ele é simples mas bem cuidado e a comida boa, no almoço é self service e a la carte no jantar. Antes de voltarmos para a pousada fomos novamente até a cachoeira do Felix. Desta vez entramos pela trilha que leva direto à parte de baixo da cachoeira, uma trilha “pavimentada” com pneus. Como estávamos perto da pousada ficamos o final da tarde nesta cachoeira e só fomos embora quando bateu o sono no pequeno. Conforme indicações que peguei aqui, fomos jantar no restaurante Pizza na Pedra e entendemos o motivo de tantas recomendações. Tem um ambiente muito bem decorado e as pizzas deliciosas. A sobremesa que comemos, um ganache de chocolate com sorvete, fora de série. E apesar de tudo não tinha um preço exorbitante. Chegamos por volta das 20h e o estacionamento estava tranquilo. E com o passar do tempo o restaurante foi enchendo. Quando saímos havia uma boa fila de espera. Os restaurantes foram outra grata surpresa e o Pizza na Pedra foi a cereja do bolo. Esta viagem foi boa para revermos a impressão que tínhamos a respeito de Bueno Brandão. Mudamos totalmente nossa opinião e já planejamos um retorno. Quem sabe com uma turma de amigos pois um lugar assim deve ser divulgado para o máximo de pessoas.
  6. Bom dia. Eu já fui para lá (com pacote) há uns 17 anos mas minha esposa e filho, 3 anos, não conhecem. Pretendo ir em maio de carro (de SP capital). Temos tempo, quero passar em outros lugares na ida e na volta e gosto de dirigir. Então meu receio não é o carro. Minha dúvida é se meu filho aproveitará alguma coisa desta viagem. As agências permitem fecharmos o passeio e fazermos o deslocamento com nosso carro? As crianças de 3 anos podem fazer as flutuações? Ou vão em algum tipo de bote ou coisa parecida? Algo que não muda em Bonito é a beleza é os preços. Já naquele tempo voltei da viagem dizendo que vale muito a pena conhecer mas que os passeios são bem caros. Obrigado. Mario
  7. Cleo, o ônibus de Pucon até a entrada do parque foi parando nos pontos de ônibus, pegando e deixando as pessoas, igual ônibus comum. Se não me engano foi em torno de 30min até o parque, aí depende de quanto o cara estava acostumado a pedalar. Mario
  8. Cleo, boa noite. Na entrada do parque recebemos um mapa. O guarda-parques perguntou se já conhecíamos e diante da nossa resposta negativa, recomendou a trilha que fizemos, dos 3 lagos. A trilha era bem demarcada e foi tranquilo. Este guarde-parque falou para guardarmos o ticket da entrada pois no meio do caminho haveria outra portaria e deveríamos entregar o ticket. Realmente havia outra portaria mas sem ninguém. Como era apenas uma corrente, passamos e seguimos adiante. Um abraço. Mario
  9. A região do vulcão Lascar é mais bonita porém como a gente sofre mais para subir, acabamos dando pouca atenção à paisagem e focando mais em conseguir chegar no topo.
  10. Serio? Poxa eu li algumas recomendacoes sobre a agencia Politur e Patagonia Experience. Essas parecem confiaveis. Pode deixar que deixo umas dicas do que eu fiz por lá. Leia meu relato. Fui com a Politur. Apesar de haver rivalidade comercial entre as agências, no momento da subida percebi bastante colaboração mútua. Um abraço. Mario
  11. Não tem problema algum. A trilha é bem definida. Boa viagem.
  12. Oi. Não sei se já teve oportunidade de ler. chile-sao-pedro-de-atacama-salar-de-uyuni-pucon-dicas-e-sugestoes-t53620.html Boa viagem.
  13. Jamie, o passeios para as Lagunas Altiplanicas é conjugado com a Laguna Chaxa. Todas as agências que pesquisei trabalham com pacotes prontos e definidos. Acho que até conseguiria fazer apenas o passeio para as Lagunas Altiplanicas mas pagaria por esta exclusividade. Não sei o que vc chama de salar do atacama. O visual do Salar de Tara é bem diferente do visual que encontrará em Uyuni. O lugar onde o visual é parecido com Uyuni é a Laguna Tebinquiche, que é conjugado com a Laguna Cejar. Um abraço. Mario
  14. Jamie, a pousada não cobrou para guardar nossas malas mas não sei se a prática é esta. E as malas não ficaram em nenhum cofre ou compartimento especial, fechei bem (como se fosse para ir embora) e ficaram num cantinho de um escritório da pousada. O passeio em Uyuni passa por algumas regiões elevadas com mais de 4.000m e vc pode sentir efeitos desta altitude (o chamado mal da altitude). No relato eu comento sobre o mal da altitude pois minha esposa sentiu nos primeiros dias. Seria interessante passar alguns dias em SPA e depois ir para Uyuni, já mais aclimatada. No meu caso "encaixei" Uyuni dentro do período que fiquei em SPA. Um abraço. Mario
  15. Vivi, obrigado. Para quem gosta deste tipo de viagem, o Atacama e Uyuni é presença obrigatória na lista de viagens a serem realizadas. Um abraço. Mario
  16. Jamie, boa tarde. Como eu voltaria para SPA e ficaria mais uns dias na mesma pousada, pedi para eles guardarem nossas mochilas maiores e levamos apenas o necessário para Uyuni. Pelo comentário dos proprietários da pousada essa é uma prática normal. Nem cheguei a procurar lockers particulares. Um abraço. Mario
  17. Thiago, realmente faz frio mas nada insuportável. Ainda mais se estiver preparado. O esquema básico e que funciona é vestir segunda pele (calça e blusa), um fleece e um corta vento. Há várias marcas aqui no Brasil mas compramos (segunda pele e fleece) na Decathlon e atenderam perfeitamente. Só o corta vento que comprei da Trilhas e Rumos (que não é das mais caras). Só temos um conjunto de segunda pele, 2 fleeces e um corta vento cada. Trocamos as camisetas que sempre levamos daquelas sintéticas, finas e leves. Durante o dia faz sol e esquenta bem, a noite a temperatura cai na mesma proporção. Nos alojamentos a temperatura fica agradável. Não tem calefação, claro, mas o fato de estar isolado do frio já ajuda bastante. Temos um saco de dormir bem compacto e nem é para temperaturas muito baixas, acho que é para até 10oC. Sempre carregamos e se o frio é muito intenso acabamos usando (quando estamos abrigados em pousadas ou alojamentos). Nos alojamentos onde ficamos no passeio para Uyuni todos possuiam cobertores e colocávamos sobre o saco de dormir. A praticidade da mochila é colocar nas costas e ir embora. Dificilmente conseguirá usar as rodinhas das malas mas não é um impeditivo para deixar de usá-las. Além da falta de tempo para procurar e pesquisar roupas em Santiago, minha esposa e eu somos pequenos e nem sempre as roupas vestem bem então compramos aqui no Brasil (com calma). A maioria do que compramos foi na Decathlon (luvas, gorros, cachecol, protetor para orelha, etc). Minha esposa é bem friorenta mas ela é da mesma opinião que eu, não deixaria passar a oportunidade de conhecer lugares fantásticos por causa do frio. Estejam preparados e vão. Encarem tudo como uma aventura, divirtam-se com as adversidades. Superem-se, surpreendam-se. Quem faz as viagens "acontecerem" e serem incríveis somos nós mesmos. Apenas um parenteses, estamos com um bebê (inclusive seu xará, Thiago) com 5 meses. Já fizemos vários passeios com ele e algumas caminhadas levinhas ao redor de SP, capital. Em setembro já reservamos uma pousada em Monte Verde e iremos. É uma das poucas cidades que costumamos ir com frequência. Pretendemos fazer algumas trilhas que já conhecemos bem. Todos ficam dizendo que somos doidos, malucos, etc, etc, etc...que não devemos ir, etc, etc, etc... Estamos nos preparando e iremos. E sabemos que será incrível. Um abraço. Mario
  18. Thiago, minhas respostas estão em destaque. Olá, Mario Parabéns pelo relato e obrigado por compartilhar estas valiosas informações. Estou com passagem comprada para o dia 17 de setembro pra Santiago e pretendo fazer um roteiro muito parecido ao que você fez. Gostaria de confirmar o tempo necessário para cada um dos passeios (especialmente Uyuni e Pucon). Abaixo descrevo o que imaginei e gostaria de saber se tem algo furado. dia 1: Chegada em Santiago. Ônibus noturno para Pucón (a que horas sair????) A viagem Santiago-Pucon demora 10 horas (eu consideraria 12h por conta dos possíveis atrasos na saída do busão - o meu atrasou 1h - e no trajeto). Veja que hora pretende chegar em Pucon (quanto mais cedo melhor, assim aproveitará bem o dia) e faça as contas para ver que hora precisa sair de Santiago. dia 2: Pucon (descanso, conhecer cidade, esquiar se der) Descansar?!?...faz isso quando voltar para casa...rs... dia 3: Subir Villarica dia 4: Esquiar (se estações ainda estiverem abertas). Retornar a noite pra Santiago (dá tempo???) Dá tempo de retornar sim. É aquele mesmo esquema, depende da hora que pretende chegar em Santiago. dia 5: Santiago (descansar e conhecer um pouco a cidade a tarde) No final da viagem vc voltará para Santiago, tem necessidade deste micro tour agora? Por que não tenta viajar o mais cedo possível para Calama? dia 6: Santiago-Calama(chegando hora do almoço). (Dúvida: dá tempo de chegar em SPA e ainda fazer o passeio do Valle de la luna?) O passeio para o Vale da Lua sai as 16:00h. Assim que chegar em SPA terá que se hospedar, talvez almoçar, etc. Eu que pergunto, para que hora vc comprará o voo Santiago-Calama? Considerou o trajeto Calama-SPA? São mais 1,5h de trajeto. dia 7: Uyuni (saindo de manhã) dia 8: Uyuni dia 9: Uyuni dia 10: Uyuni (chegando a noite) dia 11: Lagunas Altiplanicas (Chaxa, Miñiques/Miscanti, Toconao e Quebrada de Jere) - chega as 5pm em SPA dia 12: Tatio Geieseres, pueblos (Pukará de Lasana e Chiu-Chiu) - chega às 6pm em SPA dia 13: Tulor y Pukara de Quitor. Retorno pra Santiago no final do dia. dia 14: Santiago dia 15: Santiago dia 16: Valparaíso/Viña dia 17: Santiago (vinícolas) dia 18: Santiago-SP O motivo de ir primeiro pra Pucón é tentar pegar a estação de esqui aberta...se não der, faremos outro passeio... Minha aflição em definir logo os dias exatos é pra poder comprar a passagem aérea Santiago-Calama e reservar hostales na chegada, pois chegarei em pleno meio do feriado mais importante no país e não quero correr o risco (especialmente indo pra Pucón, onde os "Santiagueños" vão nos holidays) de ficar sem boas opções...ia arriscar a compra das passagens aéreas e do hostal hoje, mas vi seu relato na última hora e preferi recorrer à sua ajuda Este detalhe do feriado foi bem observado por vc. Talvez seja realmente necessário comprar as passagens e reservas as hospedagens antecipadamente para não correr riscos. Além das dúvidas que indiquei em alguns dias, gostaria de sua opinião sobre como readequar o roteiro caso algo não esteja bom... O roteiro está bom. O ponto chave está nos horários que comprará as passagens aéreas e rodoviárias. Abraço
  19. Vlad, bom dia. Não tenho como fazer este cálculo para vc. A maneira mais segura é entrar em contato com alguma agência, pedir uma cotação dos passeios e fazer a conversão. No meu ralato procurei informar os valores da época baseado no dolar, daquela época, para que as pessoas possam ter uma idéia. Um abraço. Mario
  20. Rodrygo, boa noite. Não sei se estas 4 quadras são em direção ao centro de Pucon ou o contrário. Onde era tinha que caminhar um pouco até o centro mas super tranquilo. Se ao menos manter a qualidade já estará bom. No relato coloquei os valores dos passeios da época que viajei, inclusive com a referência do dolar. Se estiver se referindo ao vulcão Lascar, mesmo no verão deve fazer um bom frio lá no topo. Mas nada que uma segunda pele, um fleece e um corta vento não resolvam. Quanto aos cuidados com maq fotográfica devido ao frio, nenhum especial, pode levar tranquilo. Um abraço. Mario
  21. Rodrygo, boa tarde. Mesmo indo em época de alta temporada não é necessário fechar os pacotes aqui. Deixa para fechar lá, terá mais oportunidade de negociar. Pesquise antes para ter idéia dos preços mas feche por lá. Dos passeios de bicicleta que vc citou fizemos somente o Pukara de Quitor, alugando a bike em SPA. Super tranquilo, pouco mais de 3km do centro da cidade até Pukara de Quitor mais um tanto de caminhada se quiserem ir até o mirante, vale a pena. Como estarão num grupo de 5 pessoas será interessante pela diversão. Vc faz este passeio em qualquer metade de dia que estiver tranquilo, seja pela manhã ou a tarde. Já que citou o vulcão Lascar, aqui vai meu comentário. Se vc gosta de trekking, esforce ao máximo para conseguir subir um vulcão, justamente pelo que vc citou, a experiência única, a superação, etc. Mas não é fácil ainda mais para nós brasileiros que estamos acostumados a viver ao nível do mar ou pouca coisa mais elevada. A altitude do vulcâo Lascar (5.592m) fisicamente nivela todo mundo por baixo. Diferente do vulcão Vilarrica onde o pico está a 2.843m. No relato eu deixei o contato do guia que nos levou ao vulcão Lascar. Fechamos pela agência mas ele trabalha por conta, tenta contactá-lo. Digo isso porque tudo que ele nos emprestou era dele mesmo. A idéia do aluguel do carro em Pucon é uma boa. E uma das vantagem do Hostel Pucon Sur, da brasileira Ângela, além de bem cuidada e confortável, é que fica em frente ao terminal de ônibus da Turbus. Um abraço. Mario
  22. Rodrygo, bom dia. Difícil dizer qual passeio pode abrir mão no Atacama. Tente organizar um roteiro otimizando os passeios. Os passeios para o Vale da Lua só saem a tarde. Os do Geiser Del Tatio saem de madrugada e voltam na hora do almoço. Em termos de horário dá para fazer os 2 no mesmo dia tranquilamente, apenas ficará puxado porque terá que madrugar. Mantida as proporções, a Laguna Tebinquiche (conjugado com Laguna Cejar) é o local que mais assemelhará com o Salar de Uyuni. Vale a pena conhecer já que vc não pretende ir para Uyuni. As Lagunas Altiplanicas (conjugado com laguna Chaxa - aqui verá bastante flamingos) também não pode perder. Pelo que vi nos passeios, abriria mão do salar de Tara. Vc não verá aquele monolito gigante de pedra e nem algumas lagunas com um tantinho de flamingo. Eu subi o vulcão Lascar porque gosto de caminhadas em montanhas e não poderia deixar de ir. Talvez vc não faça questão. O esquema para ir até Pucon (de busão, claro, 10h de viagem) é viajar de noite a partir de Santiago. Os ônibus semi-leitos são bem confortáveis, vc chegará de manhã cedo em Pucon, economizando uma diária em hospedagem e tendo o dia inteiro para passear. Compre a passagem num horário que chegará bem cedo em Pucon. Se pretende subir o Vilarrica, conhecer o parque Huerquehue e alguma das thermas precisará no mínimo 3 dias inteiros. Isso considerando que na noite do terceiro dia vá embora de Pucon. É um esquema bem cansativo, eu reservaria 4 dias para Pucon pois a cidade oferece bons lugares para se conhecer. Principalmente para comer bem. Se vc pretende subir o Vilarrica e não abre mão deste passeio, ele norteará os demais pois depende das condições climáticas para subir. Pensando bem eu não abriria mão de nenhum passeio no Atacama (principalmente no Atacama por conta da distância e dá logística para deslocar até lá) nem em Pucon. Deixaria Santiago para outra oportunidade afinal dá para conhecer razoavelmente bem num final de semana prolongado de 4 dias. Boas escolhas. Um abraço. Mario
  23. Gihtex, esta é uma das viagens dos sonhos que pretendo fazer....de carro. Outra é ir até a Patagônia também de carro. Não posso opinar pois ainda não as fiz mas no site há vários relatos interessantes e dicas ótimas. Uma viagem dessa não deve ser feita na correria, com o tempo contado, tudo muito justo. Deve ser feita com calma para poder apreciar os lugares que passará. O dia que eu tiver preparado e a oportunidade surgir, irei. Se vcs estiverem nestas condições, não perca a oportunidade. Um abraço. Mario
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