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  1. Ol! Olha tinha uma galera curtindo a praia sim. Estavam com uma almofadinha ou algo assim. Mas pra gente, acostumado com areia, fica estranho mesmo. Fui molhar o pé e a agua estava geladíssima.
  2. Valeu lucas! Boa viagem, a Chapada é um lugar mágico!
  3. Olá! Peguei tempo bom nessa época. Teve um dia que amanheceu chovendo, mas logo abriu sol. Em Boipeba tem turista o ano inteiro, a vantagem em se viajar na baixa sao os preços mais baixos. Boa viagem, Boipeba é um sonho!
  4. É complicado mesmo, transporte público no Brasil... Mas Boipeba vale cada gota de suor
  5. Olha tygeer, como eu aluguei um carro, combinei com a operadora de me entregar o carro lá no aeroporto. Você pode fechar com algumas das agências de turismo para te levarem do aeroporto até sua pousada em Lençóis - 25 reais por cabeça; o táxi cobra o mesmo. Não me lembro de ter visto um ponto de táxi no aeroporto. Talvez vc tenha que pedir para sua pousada reservar um taxi para você. Durante minha estada na Chapada não vi um ônibus urbano sequer, apenas os de viagem. Existem alguns guias com carro sim. Dá uma olhada na página de perguntas e respostas da chapada; eu me lembro de visto algum comentário de alguém indicando guias com carro.
  6. Ola tygeer! Fui em abril para Chapada (o link do depoimento está na minha assinatura). Realmente a Azul/Trip só tem vôos nas quintas e domingos. Na quinta você só vai chegar depois do almoço... estou achando pouco tempo sim. Não tem como você inverter e ir num domingo e voltar na quinta? Assim ganha mais um dia. Eu fui de avião e paguei mais ou menos isso, 190,00. Pelo que vi, a passagem de bus sai por 140 e demora de 6 a 8 horas desde Salvador a Lençóis, contra 1 horinha de vôo... Na minha opinião vale mais a pena ir de avião. A cidade de Lençóis é o ponto de partida para a maioria dos passeios. O imperdível para mim, fica fora de Lençóis, a cahoeira do Buracão. Para visitá-la é mais aconselhável pernoitar em Mucugê ou em Ibicoara mesmo. Mas dá para fazer muita coisa por Lençóis, vai depender do seu gosto e disposição. Dá uma olhada no site de algumas operadoras de turismo de Lençóis, assim vc poderá ter uma noção de distâncias, percurso, o que vai encontrar em cada roteiro e preços. Monte seu roteiro e deixe para fechar os passeios lá em Lençóis. Valeu!
  7. Olá! Jappinha, eu sai do Rio. Não tenho uma planilha com gastos, mas por alto: 2x160,00 (diarias Mucugê) + 5x200,00 (Alcino) + 300 (2 diárias do carro) + uns 120,00 de gasolina + 600 (passeios com agencia para 2 pessoas) + 70 (guia Buracão) + 75 (entradas Poço Azul, Encantado e Buracão - 2 pessoas) + acho que uns 80,00 por dia em alimentação (casal), fora as passagens e lembranças. Acho que dar para ter uma idéia. Roberta, os carros altos são os mais indicados, mas dá para fazer com o civic. As estradas de chão são muito ruins e como eu falei NÃO TEM SINALIZAÇÃO ALGUMA. Em alguns pontos tem bifurcações e ninguem para perguntar. Acho que com um guia vc ficaria mais segura. Você pode contratar um guia independente, da associação. Acho que deve estar uns 70-80 a diária, mas se vc fechar vários dias, esse preço cai. Você pode pedir a sua pousada para lhe indicar um guia de confiança. Pelo preço que pagamos pela diária do carro por lá (150 + gasolina) não compensou. Fazer os passeios por agência, além de nos permitir conhecer pessoas, nos livrou do stress de dirigr nas estradas de terra mal conservada e sem sinalização. Mas isso é de cada um. Estou à disposição!
  8. Olá amigos mochileiros, segue mais um relato de uma viagem incrível à linda Chapada Diamantina. Partimos de Salvador em uma quinta feira ensolarada rumo a Lençóis via Azul/Trip. Consegui uma bela promoção, vôo de ida por apenas R$79,00 e volta por R$109,00! :'> Para Leçóis só há vôos partindo de Salvador às quintas e aos domingos. Chegando no aeroporto de Lençóis, um funcionário da Lukdan - onde alugamos um carro - nos recebeu e nos levou até o carro, no estacionamento. :'> O aeroporto fica à 25km do centro de Lençóis, e a Lukdan cobrou uma taxa de 30 reais para levá-lo ao aeroporto. A diária do carro foi de R$150,00, km livre. Bem cara, quando comparada às grandes cidades. :'> Muitas pessoas preferem alugar um carro em Salvador e seguir até a Chapada, justamente pelo valor elevado da diária. Mas como conseguimos um ótimo preço na passagem aérea e iríamos ficar com carro por 3 dias apenas, contando os valores de pedágio, mas stress de dirigir em uma estrada cheia de caminhões, 1 hora de vôo contra 6-8h de carro, preferimos assim. Façam as suas contas. Do aeroporto seguimos direto para Mucugê O objetivo era começar pelo sul e terminar em Lençóis e não correr o risco de perder o vôo de volta. Estrada surpreendentemente boa. Nos hospedamos na Pousada Mucugê, R$ 160, diária para o casal. Boa localização, limpa, com estacionamento e com ótimo café da manha. A noite fomos atrás de informação para fazer a Cachoeira do Buracão no dia seguinte. Não conseguimos nada de concreto. Jantamos - Sabor e Arte - acho que o filé mignon mais macio que já comi na vida. No dia seguinte, o tempo amanheceu meio esquisito, mas segundo informações dos locais era assim mesmo e que iria abrir mais tarde. Resolvemos partir para Ibicoara (+86km de Mucugê) e fomos atrás de um guia - obrigatório para cachoeira do Buracão - na agência Bicho do Mato. Conseguimos um, o Wilians - valor 70,00. Gente boa, só que muito caladão. Seguimos para cachoeira, 30km de estrada de chão e nós, em um fiat uno 1.0 demoramos mais de 1h para vencê-la. Depois mais 3km de trilha, passando por alguns locais para banho até a cachoeira. Chegando lá, é obrigatório colocar um colete. Taxa de 3,00. Valeu muito a pena, estava um calorão, entramos logo na água e seguimos nadando - contra correnteza - por entre os cânions até avistarmos a queda d'água. Acho que nunca esquecerei a primeira visão. Linda demais. Ficamos um tempo por lá, na volta ainda paramos para mais um bando no rio Espalhado, deixamos o guia na agência e voltamos a Mucugê. Dia 3 - Seguimos de volta para Lençóis, passando pelos Poços Encantado e Azul, que ficam no caminho. Chegamos às 9.30h no poço Encantado, mas o guia local informou que o raio de sol só iria entrar no poço às 10.30h. Resolvemos esperar. Às 10.20h entramos, bem na hora da entrada do raio de sol. O valor da entrada é algo em torno de R$20,00 e um guia de lá mesmo desce com vc e explica a história do poço. 20 minutinhos para contemplação e fotos e seguimos rumo ao Poço Azul. Aqui vale uma breve observação: tem uma estrada de terra que liga os dois poços, não precisa retornar à BA. Só que em alguns pontos surgem bifurcações, sem nenhuma placa. Nossa sorte foi que encontramos alguns locais pelo caminho que foram nos explicando. Os guias que estavam com turistas no Poço Encantado olham meio de cara feia para que vai sem guia. E parece que são eles mesmos que retiram as placas, justamente para evitar a visitação sem guia. Poxa, mas se o valor da entrada já contempla um funcionário local, que vai te explicar tudo sobre os poços, porque pagar mais um guia? Bom voltando ao relato, chegamos ao Poço Azul, bem na hora da entrada do raio de sol. Uma ducha antes de descermos ao poço e um belo mergulho naquela água geladíssima... Meia horinha e rumo à Lençóis Em Lençóis nos hospedamos no Alcino Estalagem, bem no centro. É um casarão amarelo, em frente ao hotel Canto das Águas. Fiz questão de ficar no Alcino, mesmo não sendo a opção mais barata, porque li vários depoimentos em blogs de viagens falando do café da manhã. A pousada ganhou por 3 anos seguidos o título de melhor café da manhã do Brasil pelo Guia 4 Rodas. É ou não um bom motivo para pagar a mais? Diária R$200,00 o casal. Quarto espaçoso, com ar condicionado e sem TV. O Alcino é artista plástico e vários detalhes na decoração foram feitos por ele. O café da manhã é servido em uma mesa grande, o que é legal pela interação com os outros hospedes. Eles vão servindo em porção pequenas uma variedade de delicias, mini-tapiocas, ovos mexidos com sal do mediterrâneo, pizza com massa de aipim, mini-acarajés, bolos de frutas secas sem farinha, bruschetas, etc... dá para ficar umas 2 horas na mesa... Devolvemos o carro e cada noite íamos fechar os passeios, de acordo com nosso pique! Fizemos os passeios com a Chapada Adventure Daniel, recomendo bastante. Dia 4 – Roteiro 1 – Grutas: Poço do Diabo, Gruta da Lapa Doce (sensacional!), almoço. Gruta azul, Pratinha e pôr do sol no Morro do Pai Inácio. Cansativo, mas muito bom. R$150,00 por cabeça, com almoço e taxas incluídas. A flutuação na pratinha e a tiroleza são pagas por fora. Bebidas do almoço também. Dia 5 – Cachoeira do Mosquito, almoço na Fazenda e Serra das Paridas. Nada demais, acho que depois do Buracão as outras cachoeiras ficam meio sem graça... além do mais, o clima estava seco há dias, a cachoeira estava com baixo volume. R$150,00 por cabeça. Não valeu o custo benefício, principalmente quando comparamos com o roteiro 1, pela quantidade de coisas diferentes vistas. Dia 6 – Ribeirão do Meio e Serrano. A primeira, uma trilha de 3km (plana) e a segunda bem próximo a cidade. Tem varias piscininhas formadas nas pedras, uma delícia. Entre um e outro passem pelo Açaí na Tigela, o dono, seu Oswaldo é uma figura e o açaí, delicioso Dia 7 – Explorando Lençóis e novamente no Serrano e dia seguinte casa!
  9. É mesmo Ênio, o transito é um grande mal das grandes cidades brasileiras...
  10. Olá mochileiros! Vou relatar um pouco sobre uma curta e inesquecível viagem a paradisíaca ilha de Boipeba. Para quem não conhece, Boipeba fica entre Salvador e Morro de São Paulo e é uma opção mais rústica à sua vizinha famosa. Segundo a definição da responsável pela pousada que ficamos: "Morro de SP é a ilha dos solteiros (devido sua agitada vida noturna) e Boipeba é a ilha dos casais. O público de Boipeba vem para curtir o sossego e as belezas naturais, sem se importar com luxo". A Ilha de Boipeba, inserida no Arquipélago de Tinharé, que compõe o município de Cairu, é cercada de um lado pelo oceano e de outro pelo estuário do Rio do Inferno. A Ilha se destaca por uma rara beleza natural e grande diversidade dos seus ecossistemas e está integrada à Área de Preservação Ambiental das Ilhas de Tinharé e Boipeba. Junto com a Ilha de Cairu formam o município singular do mesmo nome. Em virtude do patrimônio natural, a região foi reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera e Patrimônio da Humanidade, estando inserida no Corredor Central da Mata Atlântica. (fonte: http://www.ilhaboipeba.org.br/boipeba.html). Bom, a passagem para Salvador foi comprada com certa antecedência, antes mesmo que o "estudo" sobre a logistica da viagem fosse feito. Por isso compramos um vôo com chegada à Salvador prevista para as 13h. Depois de muitas pesquisas, percebemos que chegando no aeroporto de SSA depois de 11:30h fica inviável chegar a Boipeba por transporte público. Bom a solução foi ligar desesperada para a moça da pousada e pedir socorro. Vou relatar como seria a logística ideal e o que tivemos que fazer: - Chegando no aeroporto de SSA (ANTES DE 11:30H), pegar um táxi até o porto de SÃO JOAQUIM para pegar o ferry boat para Bom Despacho. O taxi sai por 70-80 reais. Tem ônibus também, mas eu creio que tenha que chegar mais cedo ainda, o transito em Salvador está caótico. - Tem ferry de hora em hora, custa R$ 5,20 e demora cerca de 1 hora até Bom despacho. - Chegando lá tem guiche para comprar a passagem até Valença ou Graciosa que são dois municípios de onde saiem os barcos para Boipeba, R$20,00 a passagem e tempo de viagem de cerca de 2,5 horas. Valença é maior e delá saem embarcações para Morro tb. É ai que vc deve ser informar bem e saber qual o último horário dos barcos para Boipeba (na baixa temporada tem menos horários). Tem serviço de lancha rápida por 38 reais por pessoa e demora cerca de 1 hora ou barcas maiores que demoram bem mais. - Nós, por termos chegado tarde, tivemos que reservar uma lancha particular saindo de Graciosa (a pousada cuidou de fazer a reserva com um barqueiro de confiança). Pela "bagatela" de 180,00. É o preço que se paga. Não conseguimos ninguem para dividir. Fizemos a travessia depois do pôr do sol, e um céu repleto de estrelas e um ventinho maravilhoso durante a travessia nos fez esquecer o sufoco de chegar e perceber que tudo valeria a pena. E como valeu! A lancha nos deixou em frente a pousada - POUSADA PÉROLA DO ATLÂNTICO - que fica de frente para o rio, à 500mt da vilinha, localização esplêndida. A gerente D. Penha, um amor de pessoa, que tem um amor comovente pela ilha. A pousada é uma graça, cercada por um lindo jardim, café da manhã muito bom, servido de frente para o rio. Querer mais o que? No primeiro dia fizemos um passeio de volta a ilha, que passa pelas piscinas naturais de Moreré, pelo rio, por uma pequna ilhota que se forma no meio do mar, almoço na praia Cova da Onça, parada em um criadouro flutuante de ostras para degustação e mergulho e volta para Boipeba. R$ 60 por pessoa na baixa temporada. No segundo dia fomos andar pela ilha. Saimos da pousada seguimos para praia de Tassimirim, passamos pela Cueira (linda demais, com umas centenas de coqueiros). Essa praia é onde está o restaurante do Sr Guido, famosos por preparar lagostas divinas. Pratos com lagosta a partir de 80 reais. Seguimos pela praia até a praia de Moreré onde paramos no restaurante Paraíso de uma francesa que já está há uns 10 anos na Ilha. Ele fica na areia da praia mesmo, uma agua de coco geladíssima e um peixinho frito que vale a pena. Depois de comer ela mesmo estendeu 2 redes para descansarmos um pouquinho No final da tarde, o barqueiro quenos levou ao passeio no dia anterior foi até lá buscar uns outros turistas e aproveitamos e pedimos uma caroninha. Veio bem a calhar. OBS: para voltar, não dá para ir pelo mesmo caminho, beirando mar. Em Boipeba o fenomeno das marés é bem marcante, amanhece maré baixa e ela vai subindo até a tarde. Ou volta de barco ou segue caminhando até a vila de Moreré e pega um trator de volta, 5 reais por pessoa, mas só sai se estiver lotado. Senão quiser esperar fecha ele (50 reais) e volta. Ou então volta andando. No terceiro dia fomos caminhando novamente, parande de vez em quando para um banho maravilhoso e resolvemos almoçar no Guido e provar sua lagosta. Entardecer no rio, de frente para pousada, andando de caiaque, e o pôr do sol... e a viagem seguiu para Chapada Diamantina, mas isso é assunto para outro tópico... Algumas informações: - diária da pousada: 140,00 o casal, com café da manhã. - acho que ficar de frente ao rio/praia é a melhor localização, dá ficar a noite tomando banho e tomar café com aquele visual é inspirador. - atenção a localização da pousada, se ficar muito distante da vila pode dar uma certa preguiça de sair a noite, fora que não tem muita iluminação. Além disso, faltou luz algumas vezes no período que estivemos, uma escuridão total. Baixe um aplicativo de lanterna no seu celular ou leve uma lanterninha para sair para jantar. Só para garantir. - a vila é bem pequenina, tem alguns restaurantes. Fomos todas as noites em uma pizzaria bem de frente a praça. É de um carioca que largou tudo e foi para Boipeba com a mulher e o irmão buscar sossego. Pizza muito boa. Qualquer dúvida é só perguntar!
  11. Concordo com a colega acima... Na minha também modesta opinião, ser mochileiro é muito mais do que carregar uma mochila nas costas ou se hospedar em albergues... o espirito mochileiro pode também estar em uma mala de rodinhas ou em querer aproveitar uma pousadinha transada... É conhecer os lugares com calma, fazer programas com os locais, ir a lugares fora da rota turística, conversar com os moradores, enfim, viver o lugar é muito mais do que passar correndo só para dizer que foi. É programar sozinho (=sem agência) todos os detalhes da sua viagem e não se importar se tudo sair exatamente diferente do roteito planejado. Aqui no site mesmo, tem muito "mochileiro" que visita 5 países em 20 dias... isso é viajar? Passar por Paris é dizer que conhece a França? Passar o carnaval em Salvador é conhecer a Bahia? Para deixar claro: nada contra quem faz isso, mas tem muitos que fazem esse tipo de viagem e criticam quem usa mala de rodinhas, que prefere uma pousada ao invés de hostel ou camping... E ai, o que é ser um verdadeiro mochileiro para vcs? A pergunta continua...
  12. Oi Luzicarla! Olha esse preço de 4 euros me parece mais real, foi mais ou menos o que eu paguei. Comprei a passagem na hora. Não sei a respeito do ônibus. Valeu, qualquer duvida é só perguntar!
  13. ffms

    Fernando de Noronha

    Bom dia Julio! Essa decisão vai depender muito de quanto vc utilizará esta camera. Vc costuma fazer mergulhos? Depois de Noronha vc acha que precisará de uma subaquatica? Se for, acho legal ter sua própria câmera, até para se adataptar melhor e por consequencia conseguir melhores fotos. Eu, por exemplo, faço muito ecoturismo, não mergulho mas faço snorkel, então comprei uma Olympus, 8M. Excelente câmera e pela quantidade de vezes que já utilizei, já compensou. Valeu!
  14. ffms

    Los Roques

    Foi no dia 05/01/13. Segue o link: http://oglobo.globo.com/mundo/aviao-com-herdeiro-da-familia-italiana-missoni-desaparece-na-venezuela-7203599
  15. ffms

    Rio de Janeiro: Arquivo

    Oi Danii! Pode vir tranquila! A mídia faz muito estardalhaço. È claro que vc deve tomar os cuidados básicos de qquer cidade grande, tipo evitar lugares desertos sozinha, não dar mole com bolsa / dinheiro ou câmera fotográfica, não aceitar balas de estranhos (kkk, essa última me lembra minha vó falando antes de eu ir para o colégio kkkk). Estude direitinho onde quer ir, os meios de transporte, onde vai se hospedar. Fora isso, é só curtir a cidade mais linda do mundo...
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