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Kamila Nascimento

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Sobre Kamila Nascimento

  • Data de Nascimento 23-07-1984

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  1. Oiii Tami, Eu fiquei em Ouro Preto no Brumas Hostel...foi R$30,00...tem um outro albergue dos mesmo donos que fica mais central...mas o Brumas tem uma vista muito linda e muito espaço então gostei mais. Em BH só existe o Chalé Mineiro...se não me engano foi R$35,00...ele não é central..mas é uma casa bem legal até com piscina. Mas tens que ver pra onde vai querer ir e o transporte pq se for sair sempre de taxi talvez seja mais barato algo mais central. Espero ter ajudado.
  2. Depois de tanto utilizar os relatos aqui da comunidade chegou a hora de dar a minha colaboração. Quero ressaltar que fiz essa viagem sozinha e quero com esse relato incentivar outras pessoas a tentarem! Primeiro dia Fortaleza - Ouro Preto Cheguei em BH por volta das 5 da manha. O aeroporto fica longe do centro e da rodoviária e um táxi sairia bem caro, mas descobri aqui na comunidade que existe esse onibus que sai do aeroporto e pára em vários pontos do centro e inclusive na rodoviária de onde eu tinha que pegar o onibus pra bh. Esse onibus custa R$8,70 (http://www.conexaoaeroporto.com.br/). De lá da rodoviária de BH para Ouro Preto é pouco mais de 1 hora, e eu recomendo que não durmam pois a vista compensa todo o trajeto...muitas montanhas lindas e a estrada passa sempre ao lado do despenhadeiro (tanto que eles chamam de estrada da morte) é incrível...os medrosos durmam, hehehe. Cheguei em Ouro Preto já perto do meio dia. As chuvas nas semanas anteriores em Minas espantaram bastante os turistas e pra completar destruíram a rodoviária então a primeira surpresa foi descer numa rodoviária improvisada. Liguei pro hostel que eu já havia reservada e perguntei se era próximo e se dava pra ir a pé, já pensando em economizar a grana do táxi. Disseram “Ah dá pra vir são umas 4 quadras”, pensei: “opa!”. Mochila nas costa lá vou eu pro albergue. De fato quatro quadras mas cada uma devia ter uns 500 mts, meu deus já cheguei morta. Passado isso adorei o albergue, limpinho, muito espaço livre e uma vista espetacular da cidade. Fiquei desolada de saber que não tinha quase ninguém hospedado. Deixei a mochila, tomei um banho e parti pra explorar a cidade. Tinha idéia de lugares pra ir, e foi bom ter porque nas informações turísticas eles não tinham nada, é bom não contar com isso. É bem fácil conhecer Ouro Preto, os prédios históricos são auto-evidentes, você sai de um e já vê outro e outro, mas aja pernas, é um sobe e desce de ladeiras sem fim. As grandes atrações são igrejas e museus. Eu pessoalmente só entrei em uma porque são todas pagar, não tem guias dentro pra falar da história e nem pode fotografar, então achei que não valia tanto a pena, porque a grande atração é a arquitetura e essa é de graça. Como tava sozinha tinha aquele velho problema de pedir para alguém tirar fotos, mas sempre dá pra pedir pra alguém, minha estratégia é sempre dizer “que tal se eu tirar a foto de vocês e vocês a minha?” sempre funciona! Voltei morta pro albergue e já com meu miojo do jantar na bolsa. Fiquei na sala com o note e eis que me aparece um hospede. Puxei assunto pra saber de onde era e acabamos num papo muito agradável enquanto eu preparava meu jantar. Conversa vai, conversa vem ele também tava sozinho viajando pelo Brasil e começamos a trocar informações sobre viagens. Três horas de papo decidimos descer e tomar uma cerveja nos bares. Os barzinhos não têm nada de especial, são universitários e alguns turistas mas pelo menos nessa época, nada muito movimentado. Meu amigo já estava indo embora no outro dia pela manha então voltamos pra descansar. Segundo dia – Ouro Preto Logo cedo fui acordada por duas meninas que acabavam de chegar no hostel, levantei e fui tomar café, e puxei assunto com elas, e elas me convidaram para passar o dia passeando com elas. Não deu certo. Tive um problema com o meu cartão de crédito e tive de ficar esperando o banco abrir pra sacar dinheiro. Elas foram visitar as minas e adoraram. A noite fomos comer um pizza e depois barzinho. As meninas eram super animadas e eu descobri que ambas também saíram de casa pra viajar sozinhas (detalhe que elas são holandesas) e acabaram por se conhecer num albergue no Rio e decidiram tocar a viagem juntas. (Achei isso, mara!) Terceiro dia – Belo Horizonte No terceiro dia estava eu com umas 10 paginas de google maps pronta pra explorar o centro histórico de BH, mas depois de passar por alguns pontos no ônibus que vinha de Ouro Preto pra BH acabei percebendo que as atrações não eram lá uma “brastemp”, e tive certeza disso quanto conheci o Mercado Central que dizem ser atração imperdível. Olha só se estiver interessado em comprar queijo ou gaiola de pássaros, siceramento achei feio, sujo e caótico. Depois visitei o Mirante do Papa, a vista vale totalmente a pena, mas não tem o que fazer é só sentar e ficar olhando, então se tiver outras coisas pra fazer lá é jogo rápido. resolvi visitar a gruta da lapinha há uns 50 km de BH. A gruta é muito bonita, pra quem gosta desse tipo de atração vale bem a pena, mas não tem nada lá além da gruta. Eu pessoalmente achei que valeu a pena conhecer a gruta. O albergue é bem legal e tem até piscina, porém o atendimento na recepção é ruim, nesse dia eles ficaram sem internet o dia inteiro e não tomaram nenhuma providencia pra resolver o problema. Fim da tarde fui na Pampulha conhecer o lado e a igrejinha. É um passeio dispensável pra quem tem pouco tempo ou pra quem não quer gastar mais porque a pampulha é um pouco longe do centro. A igreja é pequeninha e não é essa brastemp. O que eu achei mais legal em toda viagem é quebrar esse mito de que meninas não podem viajar sozinhas. Obvio que muitas precauções precisam ser tomadas antes, inclusive as psicológicas, porque é claro que eu tive uma baita sorte e caso contrário teria ficado três dias viajando sozinha. Mas isso também é algo que agente precisa ajudar a sorte, porque sem tomar a iniciativa de conversar com as pessoas e sem mesma ficar aberta para que elas conversassem comigo não teria sido possível. Boa Viagem a todos!
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