Ir para conteúdo

Heineken

Membros
  • Total de itens

    126
  • Registro em

  • Última visita

Tudo que Heineken postou

  1. Caramba, que texto fluído. Me prendeu. Já são anos desde que foi escrito, espero que o autor ainda esteja nessa pegada.
  2. Muito fera. Você acha que veículos populares aguentam esses passeios? Foi em uma época de Dezembro. As chuvas inviabilizaram as estradas de terra? Valeu.
  3. @murillo.sciuto Quando fui estava aberto. Qual foi o motivo do fechamento em Novembro? Clima? Não fiquei sabendo. Se programa para fazer o O, acho que dificilmente fecha. Qualquer coisa faz o W de plano B. Valeu.
  4. Puts, rodar esse tanto para se lascar nas burocracias, kkk, só sendo muito loucão mesmo. De qualquer forma, bem-vindos a Brasília e Chapada dos Veadeiros.
  5. A capital sergipana não aparece no topo das cidades litorâneas mais visitadas do Nordeste e do Brasil, mas reserva boas surpresas. Chamada de "pequena notável" entre as irmãs nordestinas, ela é bem menor do que as enormes Salvador, Recife e Fortaleza. São muitos rios que deságuam nas praias sergipanas. Há bastantes áreas de mangue no litoral da capital. Foram poucos dias de viagem, mas o suficiente para curtir. A viagem foi no mês de Agosto de 2017. Chegamos numa Sexta-feira à tarde no aeroporto. Pegamos um carro e partimos para o povoado de Pontal, no extremo sul do estado. Como é um estado menorzinho, deu apenas uns 70 KMs. Passamos na Praia do Saco para ver um pouquinho dela. Mangue Seco-BA, está do outro lado do Rio Real, que divide Sergipe da Bahia. Ele pode ser transposto em 4 lugares: Aqui entra a gama de opções.... Praia do Saco, na ponte sobre o Rio Pauitinga; No Atracadouro do Porto do Cavalo (na ponte Gilberto Amado); Em um ponto da pista da SE-100; Orla do povoado do Pontal. Pontal foi escolhido. Quando passei na Praia do Saco, mas não vi um movimento bem organizado de lanchas. Vi alguns moradores dizendo que "conhecia pessoas que faziam a travessia", que era só telefonar, etc. Um garoto disse que o preço seria uns 160 reais. Achei caro. Como já era um horário avançado da tarde, preferi não procurar nada por ali e rumar para o povoado do Pontal, onde eu sabia que há uma estrutura de estacionamentos e lanchas. Acho que Praia do Saco é uma boa escolha para quem vai fazer o bate-volta para Mangue Seco. Como eu iria dormir por lá, achei melhor deixar o carro na sombra. Já vi muito relato falando que as outras opções são "furada" ou algo do tipo. Não tenho como comparar, mas não deixam de ser opções. Não vou colocar na balança qual é melhor ou pior, mas tentar pensar que alguma se encaixa melhor situação do que outra. Em Pontal o preço pouco variava. Geralmente vendem junto estacionamento + travessia. Fechei com o que me pareceu mais organizado o estacionamento. Um dos primeiros quando chega-se na pista. Ele deu um preço maior que os demais, mas quando disse que iria pesquisar, deu um desconto. É bom tentar um desconto melhor na baixa temporada, principalmente em dia de semana, com o movimento baixo. Amigos disseram que conseguiram um desconto de 50% nesse período e pagaram um preço bem diferente do Verão no final de semana... A travessia é rápida e muito bonita. O local que ficamos foi o Mangue Seco Hostel. À noite, funciona nele um restaurante um pouco mais requintado e com opções diferentes do que o restante do local. Vale a pena. Um casal muito simpático onde a mulher faz mágica na cozinha. O café-da-manhã é uma experiência gourmet, com geleias e pães artesanais incluídos. Não deixem de prova a carne de sol feita com filé mignon e a sobremesa de brigadeiro de cacau. A maioria das pessoas fazem o passeio de um dia no local. Chegando por volta das 10h e saindo lá pelas 16h. Geralmente pegam o passeio de buggy ou quadriciclos para percorrer as dunas, pois o tempo fica escasso. Outros grupos chegam em carros próprios, com tração 4x4. Para quem está a pé e dormindo na vila, tem entre as 06h e 10h de um visual de praia quase deserta. É preciso ter certo cuidado caso dirija na praia, pois há ovos tartarugas marinhas no local e o Projeto Tamar atuando, com viaturas. A opção de dormir no povoado, garante algumas coisas, como: -Caminhar sem pressa; -Descansar à noite; -Belo pôr (e acredito que nascer) do Sol. Não recomendo para quem curte festas, badalação, bares, vida em noturna geral. É bem calmo por lá. Nas barracas da praia há comida e alguns bons sucos. Vendem cerveja e água. A população local vende alguns doces também. Tudo bem simples. O mar é calmo, formando algumas pequenas piscinas. Ótimo para crianças ou para quem prefere o mar assim. Além disso, a água tem uma temperatura bem morna. Excelente. O pessoal arma umas tendas com mesinha e algumas redes pra descanso. Ótimo cochilar após o almoço! O passeio reserva muitas paisagens de mangue, restinga e dunas de areia. O rio Real também está presente, dando a possibilidade de tomar banho em um rio "temperado" pelo sal em alguns pontos, com água mais calma. O ponto de referência é um farol da Marinha, visível sempre. Também é dele o mirante para curtir o visual do Rio Real, do lado sergipano e da ponte. Eis aqui o tracklog que fiz no Wikiloc: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=19140107 Ele está com um tempo de caminhada alto, mas não assustem, pois parei em diversos momentos para tirar fotos, olhar pássaros e descansar em sombras. É possível fazer a volta na pontinha do local, dependendo da maré. Como eu não quis arriscar e sabia que o horário não estava favorável, preferi voltar pelo mesmo caminho, até porque queria aproveitar o rio para banhar-se, mas pergunte aos locais qual será o horário da maré na pontinha. Saímos de Mangue Seco. De carro fomos direto a Aracaju ver o Museu da Gente Sergipana. Abre nos domingos e foi grátis. Super-interativo. O dia não estava muito para praia, diferente de Sábado. Então foi colocada em prática a ideia e visitar o belíssimo Parque dos Falcões, a cerca de 40 KMs de Aracaju. Tem que tentar ir de carro e GPS. Por mais que seja pertinho da pista, a entrada e o caminho de terra podem complicar um pouco quem tentar ir de outro transporte. O dono do parque, que na verdade é um sítio, é o peculiar Percílio. Ele se comunica de forma muito natural com as aves. O passeio começa com explicações sobre alguns tipos de ave de rapina, com muitas curiosidades. No final, algumas aves mais tranquilas são convidadas a tirar foto junto com os visitantes. Experiência bem legal, pois não é todo lugar que há essa possibilidade. Procurem reportagens no Youtube sobre o local e vejam se é cabível entre suas preferências. Retornamos no final do dia para Aracaju. A hospedagem foi no único hostel (Aju Hostel) que achei ali na cidade, perto dos monumentos principais, como a Passarela do Carangueijo e aqueles arcos e parquinhos. O calçadão é bem grande, a praia é longe e vários opções de comer estão disponíveis. O hostel concedeu uma cortesia para uma atração que já estava nos planos: O Projeto Tamar, com o Oceanário. também na orla. A entrada é bem baratinha e vale uma visita sim. Pois tem uma grande piscina com tartarugas grandes e uma mini piscina com elas pequenas. Há outras espécies de animais aquáticos também. Essa parte da orla e do oceanário para quem vai com crianças pode ser o ponto alto. De lá, fomos ao Mercado Municipal, ver a muvuca das pessoas vendendo de tudo, principalmente comidas (não prontas). É aquele modelo de mercado de capitais, bem comum, mas bem arrumado. Vale a pena para levar doces, pimentas, queijos, manteigas. O mercado municipal é um avermelhado. Ao lado dele, há o Mercado de Artesanato (amarelinho). Esse último mais para lembranças mesmo, como sandálias, imãs, objetos de madeira, literatura de cordel, etc etc etc. Na parte de cima desse mercado, há o restaurante Caçarola. Ele tem comida nordestina, à quilo, por um preço justo. Vale a pena almoçar por lá. Enfim, foi uma viagem rápida e tirada, apenas em um final de semana, com passagens compradas de último momento, mas já deu para colocar a linda capital de Sergipe e os arredores na memória e coração!
  6. Muito bom! Você foi em Maio ou Junho? E, parece bobagem, mas foi em que dias da semana? Estou sozinho e pensando se conseguiria cia no Hostel ou na entrada do parque. Talvez no final de semana tenha mais pessoas, né? O tal do Cavalinho para fazer sozinho, é bem difícil sem corda e sozinho, né? Valeu
  7. Olá, Carolina. Aluguei um carro, chego dia 13 de Agosto e já parto a tarde para Lençóis. Se pilhar, dá um alô.
  8. Valeu, Eugênia! É sempre bom entrar em contato direto. Essa informação é tão preciosa que mudaria totalmente meu planejamento de viagem. Acabei perdendo $, mas tudo bem. De qualquer forma, quem planejar fazer o dia, voltar pra Porto Natales e depois voltar pro Parque, tenham em mente que tem a passagem e a viagem que não é tão rápida. Na época do Verão é ótimo, porque a luz solar se estende até bem tarde da noite.
  9. Olá, qual dia vai? Dia 13 devo chegar, alugar um carro no aeroporto e partir. Se quiser ajudar no gás, manda uma mensagem!
  10. M.Eugenia , obrigado. Posso ter pecado nessa informação! Realmente...agora eu não sei! Eu busquei essas informações no hostel onde estava, de pessoas que estavam indo e voltando (fazendo o bate-volta no mesmo dia e voltando para dormir). Como foram 2 pessoas, tomei como verdade isso. Mas seria uma boa informação para compartilhar, porque muita gente pode estar sendo induzida a erro . Pelo que eu lembre, eles não dão nenhuma via de papel para a gente quando entramos, o que dificultaria provar que entrou-se no dia anterior, por exemplo. Pode ser caso de pedir essa via. Vamos fazer dessa info pública, porque se eu me enganei, outras pessoas também se enganaram nessa! Se souber, volta aqui e conta? A tempo: só há uma portaria possível, depois que o veículo adentra, pode-se locomover para uma ponta ou outra do parque. Desculpe pela confusão . Valeu.
  11. Decidi fazer minha primeira viagem totalmente sozinho. Seria em Novembro de 2015. A Patagônia me encantou em diversos aspectos. Minha escolha foi o Parque Torres del Paine. Passei sim em Santiago, mas o objetivo principal eram os cumes do sul. A ideia era o circuito W, acampando em locais pagos e levando a própria comida. O refúgio seria ótimo, mas o dólar estava em uma alta complicada. Enfim, sou de Brasília e consegui uma passagem bem barata em milhas de São Paulo para Santiago, ida e volta. Comprei. Fui para São Paulo e fiquei de couchsurfer por uns 4 dias na casa de pessoa que já conhecia, pois tinha planos de descansar ao mesmo tempo que me preparava com corridas, mas foram muito chuvosos dessa Sampa londrina. De lá, fui para Santiago e fiquei mais alguns dias De Santiago o voo é para Punta Arenas. Demorado, turbulento e sem comida legal. A cias mais populares são LAN e Skyline. Existem ônibus que saem do aeroporto de Punta Arenas e vai direto a Porto Natales (a cidade "base" do parque). Foi a empresa Bus Sur que escolhi, porque foi a única que respondeu e-mail. A comunicação não é tão simples. Eles te passam um boleto de paypal para pagar e depois pedem que você escolha o dia e o horário do ônibus. Pronto, fica na confiança que vai dar certo, sem ticket, sem passagem, só na esperança mesmo e no e-mail, portanto, salve-o offline ou imprima. O ônibus chega e a funcionária canta o nome das pessoas. É bom prestar atenção, quase uns gringos ficam de fora porque a mulher não teria mesmo como adivinhar a pronúncia de seus nomes nórdicos. Como meu voo chegou lá pelas 02h e o ônibus foi às 07h...o jeito foi se escorar no canto. Dormir? quase impossível. O aeroporto de Punta Arenas não chega a ser ruim, mas é pequeno e meio barulhento, além dos cantinhos já serem caçados pela galera da mochilagem que estão chegando e esperando o ônibus ou indo embora. A viagem? Infelizmente dormi, mas parece que é bem bonita, nos momentos que olhei para fora. Um cenário totalmente diferente de tudo o que vi. A chegada em Porto Natales Acordei pouco antes da chegada na rodoviária de PN. O frio já começava a pegar. Quando desci do ônibus, tentei ir andando ao hostel Base Camp, apenas lembrando do mapa de cabeça, pois sabia que a cidade não é grande. Um erro, porque não lembrava muito bem do caminho. O vento era terrível e não ajudava a recordar. Me rendi e peguei um táxi para lá. Ao chegar, infelizmente fiquei sabendo apenas lá sobre uma reforma, da qual fazia o hostel não receber ninguém. Não fiz a reserva porque no site deles não foi possível também. Pedi indicações de lugares e fui afortunado na acolhedora Tin House, que fica bem próximo ao Base Camp. Lá foi possível escapar do vento e descansar um pouco. Junto ao Base Camp há o pub Erratic Rock. Todos os dias, às 15h, rola uma palestrinha e bate-papo sobre o parque Torres del Paine, em inglês. Mesmo não dominando a língua, dá para pegar muita coisa, como as opções de hospedaria, a alimentação, dicas de manuseio de equipamentos, roupas, mapas, etc. Não cobram nada, oferecem chá e a contribuição é sugestiva. Na verdade eles miram no aluguel de equipamentos, como anoraks, kits de cozinha, bastões, barracas, etc. Recomendo ir a palestra, mesmo que não queira alugar nada lá. Após a palestra, começa uma verdadeira maratona de aventureios para comprar alimentos e realizar aluguéis, porque elas já querem ir no dia seguinte. É válido, haverá luz solar até mais tarde e poderá ter tempo suficiente para buscar tudo o que precisa ainda no mesmo dia. Eu estava ainda perdido por ter chegado ali cansado e sem ter andando nada na cidade. Mas, se estiver descansado, corra ao UNIMARC, que fica na rua Baquedano (saia do Erratic, vire a esquerda e siga) com a Bulnes. Ali terá todo comércio principal da pequena cidade à disposição. Em frente ao supermercado UNIMARC, atravessando a rua após o estacionamento, há uma lojinha de produtos de frutos desidratados e uma grande rede de roupas esportivas e de trekking, a Salomon. Se pensa em comprar algo, vale a pena, mesmo com o Real enfraquecido, fica mais barato do que no Brasil e com produtos bons. Explore essas duas ruas citadas e as próximas a elas e encontrará tudo que necessita. Há farmácias, bancos, aluguéis de barraca, restaurantes, lojas de lembrancinhas, agências de viagens que fazem diversos tipos de pacotes, enfim, uma gama de opções que me surpreendeu. Quer uma dica: Faça o pedido de vaga nos campings pela Internet, junto com aluguel de barraca, mat isolante e saco de dormir. Você até economizaria dinheiro fazendo isso na cidade, mas vamos aos fatos: -Você perderá tempo indo atrás de equipamento; -Você perderá tempo montando e desmontando equipamento; -Você terá um peso muito maior já saindo da cidade e entre um camping e outro; -Você terá menos espaço na mochila, onde poderia carregar roupas, comida, etc; -Você perderá tempo retornando os equipamentos aos locais de aluguel, porque eles terão de conferir tudo; -Você perderá boa parte do valor pago caso devolva os equipamentos antecipadamente. E digo mais: se puder realizar a compra antecipada de refeição nos refúgios (mesmo quem acampar tem direito ao restaurante CASO tenha comprado refeição). Ao menos a comida principal, como almoço ou janta, ou ao menos a comida quente do dia. Assim economizará também espaço do kit cozinha e tempo na preparação. Eu sei, é caro...mas essa viagem não dá para pensar em pequenas economias assim. Se já optou por acampar a escolha já foi ótima em termos de economia. O bom do parque é isso: aceita vertentes diversas, desde campings gratuitos até hospedagem de luxo. Isso tudo é uma escolha. Eu queria muito ter pensado nisso antes, mas acabei alugando tudo e comprando toda comida para levar. No meu caso essas dicas acima seriam válidas. Eu não segui elas, mas para quem está sozinho e quer acampar, creio que seja esse o ideal. Se estiver em mais pessoas, ou ficar nos refúgios com cama ou fazer apenas passeio de um dia só, desconsiderem. Agora, uma dica geral: Alugue roupas, caso não tenha. Ao menos um anorak e um casaco bom. Pode fazer isso na cidade, já que sairá vestido para pegar o ônibus. Também tenha calça impermeável e bons tênis ou botas. Recomendo a compra, pois usar calçados desconhecidos (alugados) ou novos (sem amaciar, sem usar antes....não parece uma boa ideia). Na Rodoviária, não se preocupe, terão várias empresas que fazem o caminho para Torres del Paine (ao menos até o mês de Novembro, não precisa comprar antes). É só ir até o guichê da empresa e pegar. Já pode comprar também a volta, pois ela pode ser usada a qualquer momento (dia e horário, mas da mesma empresa, obviamente). Aqui estão os horários e demais informações: http://www.parquetorresdelpaine.cl/es/buses-regulares Se vai iniciar o trekking pelo lado do Glacial Grey ou visitará lá apenas esse dia, vá até a parada Pudeto, onde haverá um pequeno café (onde há banheiro, aproveite). Fique na fila do barco que se formará naturalmente quando ele atracar. Entre sem medo, pois a cobrança será feita durante o trajeto. Sua mochila ou equipamento mais pesado será acomodado numa parte específica do barco, talvez longe de você. A dica aqui é não deixar nada pendurado nos bolsos de fora, nem comida que queira comer ali mesmo, nem câmera; digo isso para não cair nada mesmo, pois ninguém ficará mexendo. Mais questão de logística do que segurança. Aqui vão os horários e informações do catamarã: http://www.parquetorresdelpaine.cl/es/navegaciones Atente-se para os diferentes horários nas diferentes épocas. Aproveite para apreciar o visual, se o tempo colaborar, pois aí já começa a sensação de estar no paraíso, com águas de cores incríveis. O pequeno Porto de Pehoé é belíssimo para fotografias. Ao lado dele, temos o camping e abrigos Grey, pertencente a Vertice Patagonia (http://www.verticepatagonia.com/) Bom, aqui o ideal seria, caso tenha chegado cedo, do primeiro ônibus vindo de Porto Natales, ir direto para o trekking até o Glacial. Pode também montar a barraca e depois ir para o trekking (a maioria faz isso, tente fazer também). Se não for experiente, peça ajuda para a escolha do local da barraca, assim como deixar ela montadinha. Nesse ponto, novamente evoco a dica valiosa da qual eu não pude aproveitar: alugue as barracas DELES. Já estão MONTADAS, nos MELHORES lugares e não sei, mas muito provavelmente, não precise de desmontar elas também. E parecem ótimas barracas. Não é nada divertido montar barracas com ventos patagônicos. As coisas andam, voam...enfim. Esse abrigo conta com lojinha. Há estrutura de cozinha e banheiros no camping que são até satisfatórios. Esse trecho de trekking tem bastantes pedras, alguns galhos. É bem difícil se perder, mas se achar que o caminho está estranho, volte e fique parado algum tempo, pois alguém passará por você indo ou vindo, ai terá noção das coisas. Vi o glacial de longe, mas sei que há lá também outro camping, o Grey. A ideia era voltar logo, pois estava já faminto e o vento com chuva tornou as coisas menos divertidas. A noite foi pavorosa. O efeito “chicote” dá chuva fazia um barulho chato na barraca, que parecia que em algum momento iria levantar voo. Fiquei com vontade de ir ao banheiro...lá longe. Já estava com roupa de dormir e teria de vestir todo aquele equipamento impermeável, botas... A decisão foi estranha, mas uma garrafinha serviu de banheiro naquele momento. A mesma garrafinha que tinha água quente dentro do saco de dormir (tente fazer isso, resolve pra caramba). O frio era tanto que a garrafa de urina ficou quentinha e deu até vontade colocar ela para esquentar os pés. Eca, claro que não fiz isso, mas fiquei boladíssimo com o episódio. Comida e roedores: não sei se estava impressionado ou se esse camping especificamente tem esse problema, mas estava com a neurose de escutar roedores na barraca. Ao amanhecer, isso não se confirmou, porque eu embalei tanto a comida que não acharam nada, se é que entraram lá e se é que existiam esses animais. De qualquer forma, vi essa dica em vários posts aqui no site. Cuidado com comida e animais. Foi nesse momento que eu decidi que não queria mais brincar de fazer o W completo, e que iria embora ao amanhecer, pois eu tinha visto que o tempo não tinha nenhuma tendência para melhorar nos dias que seguiam. Foi um momento de muito conflito interno...querer estar ali naquele lugar lindo e ao mesmo tempo desejar sair da situação de acampar tantas noites. Tirei algumas fotos enquanto esperava o catamarã chegar. O tempo tinha melhorado um pouquinho e deu pra pegar alguns momentos de sol, o que me fez pensar em deixar de frescura e seguir viagem. Porém, pouco antes do barco chegar, fechou tudo novamente. Era isso, minha despedida temporária do Parque. Voltei a Porto Natales desmoralizado. Tudo que eu desejava era a cama do hostel e comida quente. Satisfeita tais necessidades, fui ver como ficaria a previsão do tempo para outros dias. Haveria diminuição da chuva, mas teria mais frio. Escolhi relaxar e devolver todo equipamento alugado. Na orla de Porto Natales, há um calçadão com uma pequena ciclovia, alguns equipamentos de exercício típicos de praça, uma pista de skate, uma quadra, etc. Já que não teria muito o que fazer e estava com saudade de me exercitar, fui me acostumar ao frio. Quando não chovia, eu aproveitava correr lá. Revigorado e otimista com o clima, resolvi retornar ao parque. Mas, dessa vez, levaria apenas comida do dia. Recomendo fortemente esse trekking de dia todo para quem quer ir leve e com intenção de ver as torres. Leve dinheiro, se possível, trocado, para tudo. Saiba o que gastará para não ficar sem troco. Geralmente consiste nos ônibus e entradas do parque. Comer lá dentro é caríssimo e eles não se importam que você entre com toda a comida que quiser. A restrição mesmo é em relação a fogueiras. Tolerância quase zero, com multas e cadeia. Leve o kit cozinha permitido e faça apenas fogo nas áreas permitidas dos campings. Primeiro, pegue ônibus cedo, desça na Portaria Laguna Amarga. Lá, haverá conferência de documentos, assinatura de papéis e vídeo instrutivo. Se a galera for obediente com os guardas, não demora. Obedeça e seja educada, pois eles são bastante. Ah, esse procedimento é feito também para quem ficar em outras paradas, não importa. Já tinha feito anteriormente para ir ao Pehoé. E tem um detalhe: entrou, pagou. Não tem como usar a mesma entrada para voltar no dia seguinte. Eu acho que isso é um pouco rígido demais, deveriam pensar em fazer bilhetes que valessem por 2 ou 3 dias. Enfim, não sou cidadão chileno nem quero criar polêmica, mas fica aqui o registro que a cada dia no parque, pagará a cara entrada. Da Laguna Amarga, há uma van ou ônibus que leva até a Hosteria las Torres, baratinho. É só ficar ali perto e esperar o movimento natural das pessoas e perguntar para funcionários. Em Las Torres (destinos na van). Há refúgio e camping, além de um hotel chique. Não demore muito tempo para iniciar o seu trekking, deixa as fotos dessa base para o final do circuito de bate-volta às Torres. Haverá sol. Se não conseguir andar rápido ou achar que seria uma boa pegar o pôr do sol nas Torres, tem 2 campings no caminho: Camping Chileno (com estrutura, administrado pela Fantastico Sur, http://www.fantasticosur.com/) e o Camping Torres (zero estrutura). Olha, para não fazer confusão com os nomes, recomendo muito que estude e ame o mapa antes da viagem. Você até ganha uma versão impressa na entrada e consegue fácil na cidade, mas a organização pode te fazer aproveitar muito mais. A caminhada é tranquila e bem demarcada. Há alguns pontos onde a terra viram pequenas pedrinhas e é bom respeitar o pessoal que está no fluxo contrário ou de trás que quer passar mais rápido; a passagem é estreita e ao lado o barranco é bem ingrime. A vegetação no caminho varia, tendo pontos abertos e outros bem menos. O dia que fui, nevou, mas ao menos não choveu nem ventou tanto. Como eu adorei aquela neve caindo de forma suave. Os joelhos podem sofrer nas pedras que se aproximam das Torres, mas vi muita gente com aqueles bastões de trekking que pareciam ajudar. O visual na chegada foi impactante, mesmo com muitas nuvens. Almocei por lá, aguardando o tempo melhorar. E acabou acontecendo uma brecha legal entre as nuvens pesadas, aí sim, deu para ver porque o lugar é tudo isso que a gente pensa que é mesmo. Como vale a pena. Faça o cálculo de quantas horas levou para sair da base (na Hosteria, com estrutura) até as Torres. Leve em consideração que a volta será mais facilitada por ter mais descidas. Eu calculei que levaria o mesmo tempo, porque faria mais lentamente e tirando mais fotos. Deu bem certo, até porque o visual da volta foi mais interessante, por ter mais visão do lago Nordenskjold, ter um clima mais legal e por estar com menos pessoas. Cheguei com folga de 1 hora para o ônibus. O engraçado é que ele atrasou muito e tinham várias pessoas já abismadas, porque esse ônibus que nos levaria para a portaria do parque para pegar os vários ônibus que de fato nos levaria a Porto Natales. Mas o motorista até tirou sarro de nós, falando que estava tudo bem (claro que eles comunicam-se entre si na portaria). O medo de ficar no frio e a noite no parque levou a todos, inclusive eu, a preocupar-se com essa bobagem. Relaxa que dará tempo. O pôr-do-sol foi belíssimo lá na Hosteria. Imagino o espetáculo que é o nascer do Sol nas Torres. O sol de põe atrás delas e, quando nasce, bate direto nelas. Não tive a oportunidade de realizar esse desejo, pois demanda uma boa organização e dose extra de coragem para fazer o percurso final à noite e no horário mais frio do dia. Caso queira fazer isso, leve em consideração bastante proteção contra o frio e luzes, headlamp, etc. Escute as dicas do Erratic Rock e terás noção se quer ou não encarar. As modalidades de passeio no parque são bem distintas, mas pelo pouco que vi, considerar a subida as Torres pode ficar entre as prioridades tranquilamente. Não deixe de ir. O lugar é relativamente perto de nós e vai gente do mundo inteiro. Talvez seja mais vantajoso pegar voo do Brasil para El Calafate e conhecer a Patagônia argentina junto, com El Chatén. Muita gente faz assim. Como meu voo de volta para Santiago era em Punta Arenas, resolvi ir lá um pouco antes para conhecer os animais que eu sempre gostei e nunca tinha visto: pinguins. Fiquei em um hostel na beira do Estreito de Magalhães. Lá a cidade é mais portuária mesmo. Na praça da igreja, encontrei as melhores opções para lembrancinhas da região. São duas as empresas que fazem o circuito até a Isla Madalena. Depende muito do clima do dia. Cheque isso no hotel ou diretamente com a Solo Expediciones (http://soloexpediciones.com/en/magdalena-island-penguins-tour/). Punta Arenas também tem um cemitério dito um dos mais bonitos do mundo. As reservas de refúgio, vaga em camping, refeições, barracas, etc, podem ser feitos nos sites das Vertice Patagonia e da Fantastico Sur. São 2 empresas que atuam no parque e locais distintos de atuação. Qualquer pergunta, estou à disposição. Grato.
  12. Heineken

    Torres del Paine

    Marcelo eu vou muito leve ai estpu copncentrando mesmo nas liofilizadas mesmo... Quanto ao bujao esse modeloq ue mostrei nao e o que tem a venda no Brasil... e menor, mas pelo menos existe uma boa chance de encontar la... Voce sabe se alguma loja de equipos d emontanhismo la tem site? [/quote=renato5129] Bullseye, a alimentação nos refúgio é pra todos que pedem, independente de vc estar alojado ou acampado. Nessa data vc não precisará de reserva, fim de temporada com certeza encontrará vagas. Estive no início de março e encontrei vaga sem reserva no campamento Los Cuernos, ao chegarmos lá, o tempo virou, muito vento, nuvens e bastante trovões, pra não ficar carregando equipo molhado resolvemos pernoitar no refúgio. Ficamos num quarto só pra gente, pois tinha bastante vagas. O pessoal foi super gente boa. Como não tinha pesos suficientes ele aceitaram o pagamento em real. Não sei se sempre agem assim, mas comigo foram super solícitos. No fim das contas acabou que não choveu. hehehehe! E se vc não encontrar vaga em algum refúgio, pode alugar equipo de camping no próprio refúgio. Otimo era exatamente o que eu imaginava mas queria confirmar. Minha posicao e que fazendo o completo terei de acampar mesmo assim estarei levando a barrca. Minha intenção era se estiver muito cansado poder escolher a cama ou barraca e economizar peso com a comida... Estava com essa mesma dúvida se poderia comer nos refúgios e carregar baterias, mesmo acampando. Então a resposta seria positiva, não é? Também queria saber se os refúgios tem bebidinha alcóolica tipo vinho e whisky. Valeu.
  13. Cara, eu realmente sai no susto de lá, sei que o tem um ônibus do aerporto que te DEIXA no Transmilênio. E a partir de lá tu segue rumo ao centro. Eu passei da parada onde deveria descer e fiz o caminho todo andando, uhauhaua, levei horas, mas achei a cidade. Não tem muito segredo, quando chegar no centro você saberá. Mas saiba que o ônibus do aeroporto ainda não é o Transm.
  14. Jehpegoraro, Fiquei apenas em Bruxelas. Pelo que vi Bruges é bem bonito, com alguns castelos, restaurantes, clima medieval... um amigo foi com a esposa e curtiu. Eu acabei não indo para lá. Antuerpia eu realmente não cheguei a pesquisar! Imagino que Waterloo deva ter muita coisa ligada à História, pela própria questão Napoleônica. Recomendo dar uma olhada nos outros tópicos e em sites especializados. Uma ótima viagem!
  15. Obrigado pelos elogios de vocês ao relato! Me encoraja a tentar ajudar mais quando puder. Agradecimento especial a srta. Ana! Beijão e sua ideia de ir fora do frio é melhor do que imagina.
  16. diopires, o tram da Centraal até o lugar mais próximo do Stay Vondelpark que eu peguei foi o 2. Mas dizem que pode ser o 5 também. As estações mais perto são a de Leidseplein e a de Rijskmuseum. Meu voo também foi igual o de vocês, muito cedo. Como eu estava de galera e certa bagagem deles (que fizeram muitas compras de chocolate e roupa em Bruxelas), resolvemos pegar um serviço diferenciado de táxi em um carro elétrico. 35 Euros. Esqueci até de detalhar isso porque não vinha ao caso, mas foi uma experiência! O carro chegou, quando encheu o porta-malas (sedan) o cara abriu a parte da frente...pasmém! Outro porta-malas! tudo abrindo no controle remoto, até as portas. Ao entrar no veículo, me senti num filme: 2 monitores de umas 15 polegadas e banco de carro de corrida. Quando o cara acelerou, foi muito estranho, me senti numa cápsula de vácuo, pois o barulho era zero. O carro ia de 0 a 140 kms/h em pouquíssimos segundos e na pista até o aeroporto, vimos BMWs, Mercedezs e outras máquinas ficando para trás. Enfim, se conseguirem se enturmar com alguém que vá para o aeroporto nesse horário, acho que vale a pena o táxi, porque pareceu que de ônibus poderia demorar um pouquinho pela distância. Outra dica é sobre a localização do Stayok: ele fica praticamente DENTRO do Vondelpark. Na verdade, uma ruazinha lateral quase não percebida leva até ele, mas dá para quebrar caminho por umas árvores do parque. Querem uma dica boa mesmo? Olhem a localização dele no Google Maps, no zoom. Se eu não tivesse feito isso poderíamos ficar perdidos (vi muita gente rodando feito barata tonta em torno do hostel com mapa e celular na mão). Também podem ver as paradas do tram no Maps. Podem confiar. Isso aí, boys, que aproveitem mais do que eu essa trip. Abraços.
  17. Disponha! Se surgir alguma dúvida, poste aí que se eu puder, ajudo. Espero que seja uma ótima trip.
  18. Bem. Espero ser que seja um guia quase completo de Amsterdã. Fotos ficarão no final do post. Em primeiro lugar, pode parece uma elucidação chata ou pedante, mas eu tinha apenas noção do que vou explanar agora e espero que ajude a entender mais ou menos essa confusão acerca dos nomes desse maravilhoso lugar. O nome do país é Nederlanden, em holandês. Em inglês fica Netherlands. Em Português, no literal, fica Países Baixos (porque o sufixo holandês Neder e inglês Nether, querem dizer baixo, para baixo). O land em Português é "terra". Bem, Netherland é um Reino e compreende alguns outros lugares que são bem menos frios do que a nossa Veneza do Norte. O Reino compreende os tropicais Aruba, Curaçao e Sint Maarten (esse último em Português, São Martinho). E Holanda? Porque conhecemos por esse nome? Sei lá, mas Holanda temos duas, e são províncias (tipo estados) dos Países Baixos: Holanda do Norte, onde temos as charmosas Amsterdam e Haarlem. E Holanda do Sul, onde temos as industrializadas Haia e Rotertam. E esse Armersterdão que coloquei no tópico? Apenas a feia tradução literal portuguesa para Amsterdam. ãã2::'> Chega de Geografia! Vamos lá: A ida a Europa na minha vida teria um prazo bem maior, por causa do preço da passagem aliada à desvalorização do Real perante o Euro. De repente, estou no trabalho e recebo a notícia de uma oferta que soava estrambólica. A KLM errou, segundo eles, o preço de passagens durante todo o dia. Na dúvida, era melhor aproveitar. Foram várias tentativas de pegar feriados, Carnaval ou Domingos, mas a data ficou entre 05 e 13 de Fevereiro. Sendo que dia 05 e o próprio dia 13 eram nulos porque eram de viagem. Líquidos: 06 dias. Um amigo já estaria na Inglaterra no mesmo período. Ele então modificou o roteiro e foi nos encontrar na Holanda. Eu e outro brother nos juntamos a ele, desde nossa chegada até a partida. Então, tudo inicia-se com o serviço de bordo da KLM: show de bola. Muitas refeições, café, vinho, lenços umedecidos, comissárias educadas e que entendiam vários idiomas. O avião, claro, foi lotado. Na chegada, a tal de imigração. Nunca em nenhuma outra viagem vi algo tão tranquilo: zero filas, muitos e sorridentes policiais, poucas perguntas. Único desentendimento foi a pergunta de qual portão eu sai. Não entendi a pergunta e, depois que entendi, não lembrava. Mas só mostrei a passagem e pronto. O aeroporto tem sistema de esteiras daqueles que nos fazem sentir raiva dos nossos brasileiros. Schiphol surpreende por ser funcional e bonito. Tem até mercado dentro, além de algumas lojas de roupas de marca famosa. Há Wifi livre e foi assim que conseguimos contato com o amigo que vinha de Londres, por trem (que também tem Wifi....) Nosso local de encontro foi um cubo que fica num lugar movimentado do aeroporto. Chama-se meeting point e é impossível não ver ele! Genial a ideia. Aqui tem informações:http://www.schiphol.nl/Travellers/ToFromSchiphol/PickUpDropOff/MeetingPoint1.htm Como se não bastasse, abaixo do aeroporto temos...uma estação de trem. Você pode ir direto para Paris, Bruxelas, Roterdã ou para a Amsterdan Centraal, apenas descendo uma escada rolante. Para tanto, compre bilhetes em máquinas amarelas que ficam ao redor da meeting point. É bem fácil, mas só consegui usando cartão de crédito...nenhuma que vi aceitava dinheiro. Foi a única vez que tive de usar meu cartão internacional, porque preferi levar dinheiro vivo (que não chega a formar um bolo de dinheiro, porque o euro é valioso e o papel moeda estranhamente fino). Falando em dinheiro, já abro os primeiros parênteses importantes. Enquanto na América do Sul temos a figura do serviço (tipo 10%), e nos EUA temos as gorgetas, na Europa me parece que vigora o valor literal. Se algo custa 57 cents, você recebe 43 de troco. Se você paga uma conta de 40,52 Euros com 40,50, irão te cobrar os centavos restantes....(sim, aconteceu e sim, mesmo que tenha odiado a comida ). Já aproveito para deixar a única anti-dica de lugar: O Pancake Corner...lugar caro sem oferecer nada demais no que pedimos. Voltando à estação de Schiphol...pegue o trem número 5 em direção a Centraal. Segunda classe é na parte de cima, não cometa o mico de viagem de ficar embaixo todo sorridente por estar vazio e confortável (sim, começamos cedo os micos). Descendo na Centraal, pegue um tram (bondinho) para a localidade que ficar. Creio que seja importante explicar a lógica dele, que é a seguinte: Ele para nas paradas (óbvio! ), mas alguns metros antes, ele para fora dela para o desembarque, apenas. NÃO se afobe e esqueça que é um brasileiro sofrido que pega ônibus. Depois de todo mundo sair, ele para milimetricamente na parada para o embarque. Se você não comprou o cartão (nosso caso, pois não valeria a pena monetariamente) espero todos passarem seus cartões e vá até a cabine do(a) cobrador(a). Pague e receba um cartão descartável e passe onde todo mundo passou (ao lado da cabine do cobrador). Ao sair, também deve fazer o checkout com o cartão. O tram é um transporte bacana, pois tem precedência sobre quaisquer outros veículos, inclusive bicicletas e pedestres. Ele também informa as paradas que faz. Sistema de transporte interessante. Há um aplicativo de smartphone e website que facilita a vida de quem quer traçar rotas. É o 9292 (http://9292.nl/en). Eu não utilizei muito, só mesmo para saber meu tram que saia da Centraal até o hostel. Quem fica em hostel (e são muitos), basicamente escolhe entre 2 áreas: Leidseplein e Red Light Distict. Esses 2 são os lugares mais agitados da cidade. Nossa decisão foi pelo Stayokay no Vondelpark. Ele fica quase de frente a Leidseplein, perto do Hard Rock Cafe, da boate Paradiso, de vários restaurantes e, principalmente, perto da Museumplein, onde concentram-se alguns museus, como o Rijksmuseum e o Van Gogh Museum. Dá para fazer tudo a pé. Essa é a parte mais ao sul da cidade. Ao norte temos o bairro cool Jordaan, onde fica a Casa de Anne Frank, e a Red Light District. Dá para chegar andando, mas o bonde chega tranquilamente. Língua: Difícil. Demais. Mas no nosso caminho todos falavam inglês. Uma pessoa do staff do hostel até falava Português e foi bastante útil porque tivemos que pedir para ele arrombar um armário que fecharam com a chave por dentro e no meio da explicação em Inglês (estava traduzindo para o amigo), ele percebeu que falávamos Português e animou-se. A única palavra que eu quis decorar foi Danke (obrigado). Percebi que o sufixo Straat era rua e o Plein era praça. Só. Bicicletas: gosto de bike e faço parte do meu trajeto para o trabalho em bicicletas compartilhadas aqui em Brasília. A ideia era pedalar na capital mundial delas. Mas depois achei melhor não. O número de bikes e o fluxo delas não permitiria a contemplação do caminho, pois é um meio de transporte “sério”. Quando digo sério, não quero dizer que é antipático, só quero dizer que pessoas fazem quase tudo nela: carregam filhos, transportam mercadorias, há faroletes específicos de bike, faixas de mão e contramão. Um fato engraçado é que quando entravamos na ciclovia sem querer, nas primeiras horas da cidade, os ciclistas só tocavam a campainha e nem freavam. Dizem que eles não curtem quando turistas fazem isso, de invadir a ciclovia. Dá para entender até. Coffeeshops: São vários espalhados pela cidade. Nenhum me pediu passaporte, mas se você tem jeitão de menor de idade, leve seu documento. Em meados de 2012 a venda foi legalizada também para estrangeiros. Alguns são mais famosos, como o The Bulldog. Cada um tem algumas pequenas regras diferenciadas que é importante observar ao adentrar. Alguns (maioria) são proibidos beber alcóol. Noutros, só pode adentrar se consumir algo além da erva (chá, café). Em alguns é permitido levar a sua erva e apenas usar o espaço. Até vi um que tem uma área de fumante e não fumante (isso mesmo... fuck logic). O que acho importante deixar claro é que o clima não é nenhum pouco pesado. Existem pessoas que só querem relaxar, conversar, ler, como em um café comum. Para quem não é, digamos, adepto e quer apenas o experimento da coisa, existem fumos pré-feitos (ou pré-bolados, hehehe) que atendem pelo nome de pre-rolled. Para os mais experimentados, pode ser um playground, pois existem diversos tipos, desde mais naturais e fraquinhos até outros mais fortes. Costumam usar uma tabela com 3 níveis de potencialidade. Para quem, como eu, não curte tragar fumaça, existe a opção de alimentos com a matéria-prima. São os space cake, space brownie e space cookie e space muffin. Ai vai do gosto da pessoa. A dica que é dada e que repasso é: coma apenas um, não misture com nada, tenha paciência para que o efeito apareça depois de 30 minutos a 1h30. O efeito é leve e prazeroso, durando cerca de 3 a 5 horas. Os coffeeshops são locais de muita calma e silêncio, mas há gente que logo corta isso com algumas gaitadas mais animadas. Minha dica é para não exaltar-se lá dentro. Aproveitei meu estado para ir a museus e para o Vondelpark. Vondelpark, por sinal, vale muito a pena dar uma andada. Ele pega uma boa área da cidade e tem várias entradas. As casas que o beiram são lindíssimas e parecem coisa de filme. Tem muita criança, senhores e cachorros, além de atletas obstinados que correm mesmo num frio que é difícil de animar sair do hostel quente. As árvores e aves são outro show à parte. Fui no inverno e achei bonito, na primavera dizem que é algo espetacular e cheio de gente. Vi gente bebendo e fumando no Vondelpark, parece que é regularizado isso, mas não tenho certeza. Ainda em relação a beber em áreas públicas, parece que tem áreas que não pode. Enfim, eu não quis arriscar porque não tem mesmo muito sentido sair bebendo num frio daqueles. Mas atente-se a isso. Cogumelos: estão proibidos já tem um tempo depois de algumas questões complicadas que envolveu até morte de turistas que exageraram no uso e misturaram com outras coisas, resultado até em mortes. Como a Reino Fungi parece ser amplo na questão dos mushrooms, parece que tem lugares que vendem alguns ainda não proibidos...sei lá, não vi e nem me interessava, mas existem lugares. Cervejas: Além de Amsterdam, visitei também Bruxelas, então a concentração da bebida foi lá. Porém, sou um grande apreciador da verdinha Heineken e não tinha como não ir na Heineken Experience. O lugar vale a pena, fica pouco depois da Museumplein e o nome Experience faz jus, porque é tudo bem interativo e divertido. Tem alguns jogos com máquinas, você pode tirar fotos e pedir para enviar no e-mail, imprimir fotinhas de lembrança e fazer garrafas no seu nome. O shopping de lá é muito bacana e só não comprei nada porque realmente estava fazendo uma viagem mais econômica. O ingresso te dá direito a provar uns 3 copos e você leva um de recordação. Vale muito a pena. Havia lido sobre um pub que ficava numa região já distante do centro chamado – ehr...vamos lá - Brouwerij 't IJ, que fica de frente a estação Hoogte Kadijk. Jamais saberei a pronúncia e resolvemos que iriamos andando. Foi uma dura caminhada e chegamos inclusive a sair do mapa que entregam no hostel. Olha, o lugar é bonito por fora, pois tem um grande moinho desativado. Também parece ser mais frequentado por moradores. As bebidas são variadas e com um preço bastante justo. Casa de Anne Frank: Fica em Jordaan e tem uma vizinhança bonita. O museu tem um clima pesado, mas não tem móveis. É bem lotado e não recomendo ir sem antes comprar o ingresso on-line. As filas para a compra no local chegam a ser estúpidas de grandes. Acho que para quem leu o livro é uma grande experiência. Eu não li e foi iaté nteressante, mas só porque minha ideia acerca de museus era frequentar os mais diferenciados, digamos, pois, apesar de ter vários museus de arte importantíssimos, como o de Van Gogh, eu optei por opções não propriamente artísticas (não que eu não goste de arte, mas em outras viagens frequentei bastante os normais e vi que tinha bastantes “anormais” em Amsterdam e o tempo era exíguo). Por isso escolhi Heineken Experiencie, Casa da Anne Frank e.... Museu do Sexo: Parece-me que há uns 2 ou 3 na Red Light. Custou uns 7 euros e talvez não valha o preço, mas só o pequeno hall de entrada já é um show a parte, com um manequim montada em uma bicicleta, digamos...excêntrica. Assim como em Bruxelas, não vi opções de gastronomia propriamente tradicionais holandesas. O que eu posso recomendar é o seguinte: Leidseplein tem algumas opções de comidas tradicionais de outros países. Uma grande sacada é o Febo. Trata-se de uma rede de lanches rápidos onde tudo fica em uma pequena vitrine onde os preços variam entre 1 e 3 euros. Depois de colocar o valor indicado na máquina, a janelinha é liberada para você pegar o lanche. Pronto! Muito legal, mas são lanches bem fast food, como hamburguers, hot dogs e croquetes (a única coisa mais diferente mesmo). Site explicando essa belezura: http://www.holland.com/br/turismo/artigo/febo-amsterdam-10.htm Diferente de Bruxelas, onde a movimentação policial ostensiva era intensa e havia pedintes em alguns locais, Amstedam mostrou-se absolutamente segura para andar em qualquer local turístico em qualquer horário. Em poucas vezes houve sutil abordagem de traficantes na zona da Red Light, oferecendo drogas pesadas. Nada invasivo e foi negado da mesma forma cortês que ele apresentou-se. Existe um site de turismo que reune várias informações sobre a cidade. Também há um cartão que eles ofertam para que você tenha vários descontos em atrações. Segue o site e a explicação do cartão em Português, que me permitirei divulgar no blog Viaje na Viagem: http://www.iamsterdam.com/en/ http://www.viajenaviagem.com/2012/07/i-amsterdam-card Aquela velha frase batida em letreiros sobre amar um lugar (Eu Brasíla. I Bagdá) em Amsterdam fica especial porque eles brincam com as letras: I amsterdam Além desse site, recomendo o ótimo blog de um rapaz que já vive por lá tem um bom tempo. Ele organiza muito bem os tópicos e fala sobre quase tudo que se pode imaginar. é o http://www.ducsamsterdam.net/ Há aquele programa da Band onde o criador do site acima aparece e também vários outras pessoas passando suas impressões. Se você não liga para "spoiler" sobre viagens e curte pesquisar, recomendo: http://entretenimento.band.uol.com.br/omundosegundoosbrasileiros/episodio/15387055/1-amsterda.html Curiosamente fui entrevistado por uma funcionária desse mesmo site (I amsterdam) no hostel. Foi o momento que mais tive de usar inglês. Ela perguntava sobre várias coisas. No final, ela pediu para citar 3 coisas boas e 3 coisas ruins sobre Amsterdam e eu consegui listar o Seguinte: :'> Boas: Freedomm, Safety, Cool Ruins: Weather, Expensive...e só consegui pensar nisso. É, eu fui Amsterdam, mesmo que um pouco só. Foi o máximo.
  19. A KLM deu a louca e consegui Brasília – Amsterdan por um preço irrisório. A permanência em Bruxelas foi de 09 a 11 de Fevereiro de 2014. Na viagem a Amsterdan, foi decidido que Bruxelas teria 3 dias e dividiria a viagem com a cidade holandesa (pensou-se em Bruges, na Bélgica, ou em outra cidade holandesa, mas conhecer uma capital bacana como essa pesou na decisão). O trem sai da capital holandesa, passa por Roterdã e segue rumo a Paris. Bruxelas é uma das paradas. O trem é extremamente pontual. Chega 2 minutos antes do horário determinado para a partida. A paisagem parece bonita, mas infelizmente dormi a maioria do tempo, pois era extremamente cedo. Dá para comprar tudo pelo site e imprimir sem transtornos. A estação de Bruxelas é grande e tem diversas lojas e lugares para comer. Logo na saída percebeu-se como a capital belga não é uma cidadezinha, mas sim uma metrópole surpreendente. O trânsito tem cara de capital mesmo. Parece quase uma São Paulo, mas quando chegamos nos monumentos...percebemos a beleza européia da cidade. Ficamos no hostel Gîte d'Etape - Youth Hostel Jacques Brel (curiosidade: o senhor Jacques Brel é um cantor belga e compositor da famosa Ne Me Quitte Pas. Sim, não é francesa, nem da Piaf ). A ideia era pegar o mapa fornecido pelo hostel e sair traçando monumentos tudo a pé. Logo percebeu-se um clima de cidade não tão pacata e romântica quando passavam carros de polícia de todo tipo, para todos os lados. Havia Exército na porta de alguns prédios públicos, judaicos e da União Européia. Um rapaz escreveu "Je Suis Charlie" com spray perto do hostel. Isso tudo criou um certo clima de tensão inicial, mas depois acabamos por nos acostumar, porque estava tudo "normal" (dentro da anormalidade de ameaças de atentados terroristas). Procuramos algo para comer. Esperávamos topar com vários lugares oferecendo o tal gaufre (o típico waffle belga), mas o que mais encontramos longe do centro mesmo foram restaurantes italianos, mexicanos, vietnamitas e árabes. Muitos árabes. Comemos mais kebab do que o waffle em si! Muito pelo bom preço, a boa quantidade de comida e por ser sempre a primeira opção que aparecia. Também deixo claro que os waffles ficam mais próximo do centro, na Gran-Place (Grote Markt, em holandês). Outra peculiaridade: nem todos falam inglês. Pode parecer até algo semelhante ao torcer de nariz do pessoal da França, mas eu creio que seja mais pela quantidade de línguas oficiais que a Bélgica tem: são 3; o francês, o holandês e o alemão. É muita coisa já para assimilar. Imagina em um lugar que as fronteiras para outros países estarem sempre a menos de 1 hora de carro e ter 3 línguas! Mas de qualquer forma, quebram o galho muito bem na parte turística: policiais, taxistas e comerciantes em centros principais. Aliás, fique de olho no mapa e nas informações, porque tudo tem nomes em francês e em holandês. Uma rua pode ter 2 nomes completamente distintos. Exemplo: Rue Royale é a Koningsstraat. É mais ou menos isso: O que é Rue vira Straat. O que é Avenue fica Laan. O que é O que é Parc fica Park mesmo, mas muda totalmente o que vem antes...tipo Parc de Bruxelles fica Warandepark. ãã2::'> Uma dica bem mochileira: vá ao supermercado. Comprar água, chocolate, pequenos lanches. Pode parecer barato pegar água por 2 euros sempre, mas pense que em real fica uns 7 R$ (na época em que fui). Tem momentos que são inevitáveis, mas se passar por mercados nas caminhadas, vale a pena parar e mandar um "mérci". Mercados, aliás, quase todos são Carrefour Express. Lá você pode economizar na lembrança também, porque a quantidade de chocolates amargos e cervejas bacanas na área normal do mercado nos faz lembrar os chocolates e cervejais superultramega-premium que temos aqui nos nossos mercados. E isso nos faz ficar bolados, de fato. No reconhecimento da área do hostel, esbarramos com o Colonne Du Congress. Então, iniciamos a caminhada passando primeiro pelo Palais Royal, de frente ao Parc de Bruxelles. Passamos pela bonita igreja Notre Dame du Sablon e o jardim-praça que fica de frente, o Jardin du Petit Sablon. Rendem boas fotos, mas o tempo não estava bonito (nublado e frio). Continuando a caminhada, rumamos ao Palais de Justice, que, infelizmente, estava em uma reforma enorme em sua fachada. Existe um bonito monumento homenageando soldados em frente ao palácio. Depois de caminhar um pouco mais, o frio venceu e fomos ao hostel. Là havia um bar onde as cervejas belgas estavam com um preço convidativo. Logo cedo, a intenção de caminhar até o Parc Du Cinquantenaire. Na chegada, o queixo caiu. É imenso e imponente, principalmente o arco do triunfo ao fundo. Nesse mesmo parque, há o Musée Royal de l´Armée et d´Histoire Militaire. Para quem gosta de armas, história, brasões, veículos miliares, etc, esse é o museu! Enorme e gratuito, conta com uma gama de artigos, uniformes, armas e equipamentos que passam desde a era Napoleônica até a Segunda Guerra Mundial. Existe um galpão anexo que exibe aviões militares de várias épocas. Não é difícil gastar até horas nesse lugar. Vá com tempo. Ainda no Parc Du Cinquantenaire, há o museu de automotivo chamado Autoworld. Ele é pago. Conta com acerco amplo de carros antigos, inclusive com os primordios e primeiros modelos de algumas marcas famosas européias. Ele também pode distrair um amante do tema por um bom tempo. A saga da caminhada tomou os rumos do Leopold Parc, que é bem próximo. Muito bonito com bastantes pessoas fazendo exercícios físicos. Atrás desse parque (ou na frente, dependende do ponto de vista) há o European Parlament. Um prédio interessante, mas não chegamos a adentrar pelo tempo exíguo que tinhamos e por já estarmos satisfeitos com museus naquele dia. O prédio contava com um forte esquema de segurança também. O frio e a fome pesaram e, apesar de ter o mapa em mãos, perdemos a noção de onde estávamos em certo momento, e creio que saímos da área do mapa, porque ficou tudo mais residencial e com pistas mais com cara de rodovias. Sabe aquele lema de caminhar até se perder? Pois é, o lema foi levado a sério e quando acabou a graça, achamos melhor não pegar o metrô (que estava bem lotado) nem mais caminhar sem rumo. A ideia foi pegar um táxi mesmo, que dividindo-se, não fica caro, além de serem bem confortáveis e novos. O destino foi o belo Gran-Place. Ali vimos a real potência em monumentos que é Bruxelas. Gente de todo mundo tentando encaixar os prédios enormes nas máquinas fotográficas e celulares. Missão difícil captar boas imagens com tanta gente na praça e ângulos que não favoreciam. Trabalho para um fotografo ou fotografa bem mestre. A nova missão era encontrar o monumento mais famoso e, ironicamente, menorzinho de todos (após observar tantos outros colossais): O Manneken Pis, garotinho que faz xixi numa pequena fonte. Turistas se acotovelavam para chegar perto e tirar fotos. Pode parecer frustrante aquela pequena estátua ser considerada o monumento mais emblemático de Bruxelas, mas a irreverência e simplicidade dela diante dos outros enormes monumentos sisudos (com anjos, soldados e magnitude em tamanho) é algo no mínimo curioso. Depois de tanto museu e monumento, fomos atrás de comes e bebes, mas não nessa mesma ordem. O pub Delirium é meio toscão e não tem garçom, mas é enorme e nos moldes padrões de pub de ir até o balcão, pedir e pagar. Fui com uma expectativa alta em relação à cerveja, considerada a melhor ou uma das melhores do mundo. Só posso dizer que ao primeiro gole, tive certeza que estava bebendo algo que não era normal. As cervejas da casa são as que mais saem e percebi turistas que arregalavam os olhos ao gole da Delirium. Sem exageros: para o amante da cerveja, aquele lugar é um paraíso. Provei algumas e só não continuei porque o teor alcólico era bem elevado e, se eu fosse provar tudo que gostaria ou repetir as que mais gostei, teria de sair numa maca! Agora, os comes: Cadê o tal gaufre?! Era hora. Havia muitos estabelecimentos de waffle estilo fast food, e um que tinha uma pequena fila e parecia bom e barato. Miramos lá e fomos agraciados com opções de caramelo, chocolate, Nutella, entre outras. É bem gostoso. Depois provei o da Haagen-Dazs e achei bom e barato também. É algo para quem é fã de doce. Faltava o famoso Atomium. Fica bemmmm longe do Centro, já saindo da cidade. As opções são metrô ou táxi. Concordamos que o táxia atendia bem porque daria para rachar e “estudar” o metrô em pleno último dia de Bruxelas não era uma vantagem (mas se já estiver familiarizado ou com tempo, ele chega bem certinho). O Atomium fica em um parque que eu tenho certeza que merecia maior atenção e gasto de tempo...uma pena que não teríamos isso. O complexo de lazer conta com uma vila de restaurantes, parque de diversões, um clube com piscina e a Mini Europa. Tudo fechado por causa do inverno, uma pena. No verão ou primavera aquilo ali deve ficar extremamente agradável e passível de passar o dia todo. Se for nessa época, pense nisso. Bruxelas é uma cidade com gente do mundo todo, inclusive achamos brasileiras residentes. Tem muitos islâmicos também.Cosmopolita sendo antiga. Enfim, depois de muita cerveja, kebab, monumentos grandes, pequenos, algumas risadas e vento gelado. Voltamos a Amsterdan! Bruxelas vale uns 4 ou 5 dias. Se tiver tempo, ir para Bruges ou Antuperpia seria interessante. Pena que o período que eu peguei na passagem maluca da KLM não me permitiu mais tempo. Aqui há uma leitura e fotos interessante sobre a Bélgica que li após a viagem, e ajudou a reforçar minhas impressões: http://nomadesdigitais.com/5-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-a-vida-na-belgica/ Em caso de dúvidas, claro que estou aqui para tentar responder!
  20. Fera o relato! Ficou quanto tempo? Experimentou alguma droga lícita?
  21. ôpa, ando pesquisando sobre lá porque vou em Fevereiro. Infelizmente suas fotos não saíram! Se colocar eu fico grato. Valeu.
×
×
  • Criar Novo...