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Alfajorge

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2 Neutra
  1. Olá Eriendson, sou brasileiro, moro atualmente no Porto. Estarei acompanhando a tua peregrinação. Fiz o Caminho por 2 anos consecutivos. sempre saindo de Roncesvalles na Espanha mas estou pensando em percorrer o Caminho Portugues, talvez neste ano ainda e partindo do Porto. Aconselho-te a não repetir as longa distancias diárias, pois é um convite a uma tendinite. Bom Caminho pra você e estamos na torcida para que tudo corra bem.
  2. Olá Raquel, Desculpa a demora. Eu estava com dificuldades de postar aquí no Mochileiros. Mas vamos agora, em atenção a você principalmente, terminar o relato : 2º DIA Procuramos sair o mais cedo possível do Hotel, mas o café da manhã só foi servido a partir das 08:00h. Tomamos café e saimos. Por uma ciclovia que beira a estradinha andamos os 6 kms até Bacaxá. Ali pegamos uma rua de paralelepípedo ao lado da Igreja da praça que corta mais de 1 Km da Amaral Peixoto. Saímos nela mais a frente e pedalamos 7 Kms até a saída à direira pra Praia Seca. Acostamento ruim nesse trecho, mas relativamente tranqüilo. Na estrada de Praia Seca, asfalto bom, pista larga mas sem acostamento. Foram mais de 55 Kms nessa estrada, que contorna a lagoa maior até Arraial do Cabo e Cabo Frio, passando por Figueira e Monte Alto. Muitas salinas e o incrível visual da restinga da Massambaba, enorme área de proteção ambiental. Ficávamos, mesmo sendo um sábado, vários minutos sem ouvir o som de um carro. Muito silêncio e estávamos bem perto do mar, mas não dava pra vê-lo. Dunas cobriam a visão que era belíssima. Cheguamos a ver uma cobra morta na estrada e um mamífero grande, que não identifiquei, já em decomposição, numa vala no canto da estrada. Após 60 Kms, chegamos a Arraial do Cabo, pausa pra fotos no pórtico da cidade e dali fizemos a melhor média na viagem, até Cabo Frio, em torno de 28 Km/h. No primeiro dia foi 15,5 e no segundo ficou em 17,8. Rendemos bem no geral e tivemos praticamente o mesmo desempenho nas 3 bikes. Em Cabo Frio um dos amigos e idealizador da viagem ficou na casa alugada pela família da namorada e eu e o outro ficamos em uma pousada na mesma rua. Passeamos por C.Frio, tiramos algumas fotos, jantamos todos juntos, inclusive os pais e avós da namorada do meu amigo, em um restaurante a beira do canal. Cabo Frio é maravilhoso. No dia seguinte fomos a principal praia da cidade - Praia do Forte - almoçamos e tomamos um ônibus de volta para Niterói. Para os moradores do Rio, Niterói e redondezas eu indico esse passeio.É uma viagem tranquilíssima, por estradas totalmente planas que, fora dos feriadões, são bem sossegadas. E o visual... Fotos do passeio em: http://www.flogao.com.br/alfajorge
  3. Amigos, No dia 25/02/2005 iniciei, juntamente com 2 amigos, uma pequena viagem até Cabo Frio, na Região dos Lagos. Um deles, Adré Pinnola que mora no Flamengo atravessou de barca para Niterói e se encontrou com Daniel. Eles rumaram para a rodovia Amaral Peixoto onde em um trecho previamente combinado eu os aguardava. Iniciamos a pedalada por essa rodovia de pista dupla, uma verdadeira ciclovia. Pedalamos cerca de 6 km quando o pneu da minha bike furou. Aí o André disse: -Para evitar furo eu sempre uso Mr. Truffy (uma fita especial que colocada entre a câmara de ar e o pneu evita furos). Trocamos a câmara e saimos, então...500 m após furou justamente o pneu do André com Mr.Truffy e tudo. Trocamos e partimos. Não houve mais furos até o final da viagem. Pedalamos pela rodovia atá Maricá onde atravessamos a cidade, parando antes em uma padaria onde lanchamos e fomos em frente. O sol estava fortíssimo, mas o visual...praias enormes a tambem a lagoa. O calor aliado a um suco de açaí c/guaraná (600ml) tomado em Maricá quase me puseram fora de ação. Muita dor de cabeça e enjôo. Mesmo assim prosseguimos, parando sempre para rehidratação e fotos. Fomos até a praia de Ponta Negra onde pegamos a primeira estradinha de terra/areia. Os meus amigos estavam de bicicletas reclinadas e essas tiveram um pouco de dificuldade na terra/areia e eu de MTB passava como se estivesse de Jeep. O interessante é que por serem diferentes as bicicletas reclinadas provocavam verdadeiro alvoroço por onde passávamos. Todos queriam saber que bikes malucas eram essas, onde comprar, se eram confortáveis, etc, etc...Tínhamos que ir dando verdadeiras palestras em todas as paradas. Chegamos á praia de Jaconé pegamos asfalto de novo e seguimos até Saquarema, e quase chegando eu botei prá fora o que me fizera mal ao estômago e melhorei. Em Saquarema fomos para um hotelzinho barato. O André havia ligado antes pedindo um quarto com 3 camas e quando entramos no quarto encontramos uma cama de casal e uma de solteiro. Aí pensamos: caramba! Acho que a dona do hotel tá pensando que nós somos gays, talvez por causa de nossa roupas de ciclismo coloridas!!! Fomos reclamar e ela disse que havia uma cama embaixo da cama de solteiro. Uff! Que susto! Já pensou dormir dois barbados numa cama de casal? O que que nós íamos dizer depois para o nosso eleitorado? Descansamos no hotel um pouco e logo saímos para jantar... (continua no próximo capítulo) OBS: Algumas fotos da viagem em http://www.flogao.com.br/alfajorge
  4. Olá Lucky, Ele tem sim outro livro que é MINHA MOTO, EU E A AMÉRICA. Esse eu não li. Alfajorge
  5. Oi Estradero, Ainda no tema de moto há um muito bom : YUKON -A última Fronteira, de Miragaia René Angelino. Ele é brasileiro, advogado, jornalista, artista plástico e, principalmente aventureiro que percorreu 55.000 km do Brasil ao Alasca, ida e volta em uma Super Teneré Yamaha. Livro muito legal. ALFAJORGE
  6. Oi Amelie, Muito legal essa tua narrativa. Servirá, certamente, de base para muitos mochileiros que forem visitar Lençois Maranhenses. Parabéns pelo tópico. ALFAJORGE Niterói-RJ
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