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diegos

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  1. Não há o que agradecer! Esta rede social é para isso mesmo. Até onde sei, elas vão até onde tem o "grande estacionamento", que fica um pouco antes da vila. Depois disso, somente transporte "local". Ligue na empresa e pergunte até onde eles vão. Sim, a entrada lá é cara. Por ser distante, deve ter alguma empresa que faz o transporte no estilo "lotação". Eu curto muito água, então iria com certeza! Sobre a quantidade de dias, vc colocou apenas 2 para Fortaleza e outras duas praias que ficam próximo. Já que tens tempo, sugiro acrescentar um dia neste primeiro grupo que vc citou. De resto, creio que os dias são suficientes. Talvez seja até "demais" ficar tudo aquilo em Canoa... mas depende do que vc curte. Em relação aos dias em Jeri, 6 está bom... mas como lá é o paraíso .. hehe.. fique o máximo de tempo que puder.
  2. Olá! Até onde sei, os carros só entram até determinada área de Jeri. Depois dela, somente moradores da vila e buggueiros. Não tem interesse em ir ao Beach Park? Me arrependi de não ter ido Seu roteiro tem 11 dias, e não 10. No mais, acho que rola numa o circuito que vc planeja!
  3. Olá, crysthyna! Eu fiz o tour de manhã, bem cedo, e não achei arriscado. Entretanto, vc deve ter cuidado para não "ostentar" a "imagem" de turista: câmera , óculos, relógio, bolsa... Na dúvida, vá sem nenhum daqueles acessórios que citei, apenas com a grana do lanche e transporte. Espero ter ajudado.
  4. Olá, Juzinha! Isso mesmo, se for somar todos os gastos e dividir pelo número de dias (sem somar o gasto com o voo) deu mais ou menos isso. Aliás, a minha "média" de gastos no Nordeste por dia sempre é de R$170-190. Abraço!
  5. diegos

    Madri

    Opa! Em uma balada 'normal', paga-se para entrar? Será que esta política ocorre nas demais grandes cidades turísticas? Estive em Miami recentemente e fiquei surpreso: nas baladas 'normais' (convencionais, sem muito luxo) cobra-se apenas a consumação, no próprio bar, em cada pedido. Obrigado!
  6. Oi! Primeiro, parabéns pelas fotos e texto. Sobre o Seguro Viagem.. vc pesquisou exaustivamente sobre o tema? O que pesou na sua decisão (GTA)? Preciso contratar um (seguro/assistência) e ainda estou cheio de dúvidas. Abç!
  7. 3) 25.08, SÁBADO (2º DIA) - RECIFE (PE) – OLINDA (PE) Acordei por volta das 8:30, tomei café da manhã e segui até a orla da praia de Boa Viagem para pegar o ônibus até Olinda, indicado pelo pessoal do hostel. Não me preocupei com horários da linha pois disseram que era freqüente, embora fosse sábado. A primeira impressão com a praia é de algumas quadras de esportes envoltas por tela, onde o pessoal joga futebol e vôlei de praia. Além disso, a “clássica” placa de “Cuidado com os Tubarões” ..haha.. Impossível não tirar uma foto! A água do mar no horizonte e à beira mar são de um azul escuro bem aceso, potencializado pelo dia de sol que fazia. Embora precisando de alguns reparos, a infraestrutura do calçadão é boa. Como é comum nas capitais litorâneas, os prédios residenciais chamam a atenção pelo “paredão” de concreto, sendo que alguns se destacam pelo projeto arquitetônico e as assimetrias deste. Os ônibus na cidade tem tarifas diferentes. Os que peguei eram, na maioria das vezes, veículos semi-novos, mas com limpeza a desejar. A rota “praia de Boa Viagem (Recife) – Olinda” é curta (pouco mais de 18 km) e foi sem perrengue no trânsito (lembrando que era sábado, sem trânsito intenso). Pedi para o cobrador me deixar “na pracinha perto dos Correios”, conforme indicado pelo pessoal do hostel, pois dali é melhor começar o tour por Olinda. Já no desembarque houve um assédio intenso de uma molecada que fazia parte de uma Associação de Condutores de Turismo. Pelo preço informado (R$40), sem chance de eu contratar os serviços! Para minha sorte havia um grupo de ensino médio, com qual segui ladeira’cima! O grupo contava com instruções de uma professora (de história, creio) e de um dos guias mirins. Já nos primeiros passos provamos de uma das famas da região: a garoa! Rapidinho todo mundo se protegeu nas soleiras das casas. A pancada não foi suficiente nem para molhar a terra, mas cogitei comprar uma capa de chuva no caso de a previsão indicar tempo instável para os próximos dias. A primeira casa que paramos chamava a atenção por ter uma “senzala” como “andar térreo”. Destacaram que os senhores de engenho tinham casas naquela faixa do litoral pernambucano mesmo residindo no interior do estado, de modo que sua comitiva sempre era acompanhada por um contingente grande de escravos. O segundo ponto que chamou a atenção – ladeira’cima – é o ponto mais evidente de Olinda: o número de igrejas! São muitas! Este fato é relacionado com o que citei acima, ao passo que cada senhor de engenho (ou famílias abastadas ligadas ou não a esta atividade) era o “mecena” (construção, decoração e manutenção) para a construção de uma delas. Por suposição, a qualidade e o “barroquismo” denotavam o poder econômico de quem a promovia. Além disso, a própria igreja católica já havia se estabelecido no estado desde o advento da ocupação do território, uma vez que Pernambuco foi um dos primeiros núcleos do país, tendo sua responsabilidade no feito desta “cidade histórica sacra”. Este apanhado arquitetônico justifica o fato de Olinda ser considera Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela ONU. Infelizmente as igrejas também chamam a atenção pelo seu estado de conservação, não raro deficitário, consoante a nossa realidade econômica e social brasileira, onde outras áreas são prioridades latentes. Como Olinda fica em terreno elevado, é possível perceber a conurbação formada com Recife, ficando ainda mais evidentes suas diferenças: uma metrópele versus uma cidadezinha histórica; um frenesi urbano versus a cantoria de pássaros... Destaque-se que Olinda, hoje, é uma cidade com quase 400 mil habitantes, que se desenvolveu “em volta” de seu complexo de edificações históricas e à guisa da capital, sua vizinha. Um dos pontos altos de Olinda é Igreja (Basílica) e Mosteiro São Bento, considerada uma das mais suntuosas de Olinda, quiçá do Brasil, original de 1599 (mas reconstruído em 1632 em função de um incêndio de grandes proporções relacionado à invasão holandesa no estado). O grande destaque é o altar de 14 metros de cedro talhado e recoberto em ouro, que totalizam 13 toneladas – simplesmente indescritível! Esta grande peça foi restaurada em 2001 visando exposição no museu Guggenheim de NY, sob patrocínio milionário da ação empreendida [cf. goo.gl/g11gr]. Destaque-se a missa de domingo pela manhã há o canto gregoriano dos monges em clausura no mosteiro. Infelizmente não pude ir neste dia, mas é algo altamente recomendado. Nesta igreja há assédio de locais “se infiltrando” como guias... vc responde seus cumprimentos e, quando menos imagina, já está recebendo uma sutil indireta para contribuir pelas informações passadas (algumas delas imprecisas e sem validade). Cuidado! O tour com a trupe escolar deu-se pelas demais igrejas na parte alta de Olinda e alguns museus da cidade, cada um deles com suas peculiaridades e a vista exuberante “clássica”: igrejas entre coqueiros frondosos e emolduradas pelo mar. Depois de um tempo eles seguiram para um lado e eu realizei meu roteiro [ver rota no GMaps em goo.gl/maps/6qj1j]. É claro que entre uma atração e outra vários pontos expressivos chamam a atenção (paisagem, edificação, ruelas de pedra, etc), mas os destaques são estes assinalados no roteiro. Eu recomendo o restaurante Oficina do Sabor, no qual consumi o famoso “Camarão ao Forró - camarão com molho de maracujá e manga, perfumado com leite de coco. Acompanha arroz de coco queimado e castanha de caju”. Bem, como eu estava com muita fome, tive que solicitar complemento para o prato principal e sobremesa, de forma que com bebidas a conta ficou um pouco “salgada” (..rs), mas vale a experiência. Agora, convenhamos, a curiosidade vem à tona em relação ao carnaval de Olinda, um dos mais famosos do Brasil, onde rola muito frevo e marchinhas. Fica a intenção de um dia voltar nesta “altíssima temporada” à cidade. O Plano A para este dia era fazer Olinda pela manhã, almoçar no restaurante Oficina do Sabor e seguir à tarde para Itamaracá, a fim de conhecer a Ilha Coroa do Avião, Projeto Peixe-Boi e Forte Orange. Entretanto, o roteiro e o almoço demoraram mais que o planejado, de forma que no meio da tarde era inviável ir de ônibus (era sábado) ou encontrar outro meio (empresa de turismo, por exemplo) para ir até lá. Dessa forma decidi retornar ao hostel para tomar banho e caminhar pela orla de Recife. Serviços e Preços
  8. 2) 24.08 SEXTA-FEIRA (1º dia) - FLORIANÓPOLIS (SC) – SÃO PAULO (SP) – RECIFE (PE) No aeroporto, infelizmente implicaram com o peso da minha mochila e tive que despachá-la. Mas antes tratei de ir naqueles quiosque que embalam a mala em um plástico pelo fato de alguns bolsos dela não terem como pôr cadeado. Ida Voo 1251 – FLN (19:10) – GRU (20:30) Voo 1728 – GRU (21:05) – REC (00:05) Nunca tive atrasos com a Gol, e neste dia não foi diferente. O aeroporto do Recife (na verdade, município de Guararapes (PE) - Aeroporto Internacional dos Guararapes - Gilberto Freyre), é um dos maiores e mais movimentados (10º) do Brasil. Nele, destaque-se o “vão central” cortado por escadas rolantes e o painel que retrata características da cultura pernambucana. Também há peças do artista Romero Britto, que é natural daquele estado. Havia trocado alguns e-mails com o pessoal do hostel e chegado à conclusão de que era mais viável ir de táxi até lá em função do horário. Já na área de desembarque há um quiosque da cooperativa de táxi com preços tabelados para algumas regiões da cidade, o que evita taxista malandro. Escolhi o Arrecifes Hostel depois de pesquisas no Mochileiros.com, redes de albergue e no Google para sondar os que não são filiados a nenhuma rede. Do aeroporto até lá são 10 minutos de carro. O hostel é bastante seguro (muros e controle de entrada por interfone) e fica em uma área que passa a mesma sensação, a 600 metros da orla da praia de Boa Viagem e a 800 metros do Parque Dona Lindu. A decoração das áreas comuns conta com artesanatos do estado, o que as torna bastante aconchegantes. O atendimento também é muito bom, assim como o café da manhã, no padrão da rede Hostelling International – HI Hostels (a Rose, cozinheira, capricha nos sucos e na composição da mesa!). Os banheiros estavam limpos, sendo que um deles é o “xodó” do hostel por ser quase privativo: porta com tranca, um sanitário, um box para banho e muito espaço, o que é raro neste tipo de cômodo. O silêncio também é um atrativo, pelo menos no quarto que fiquei (justificativa a seguir.. hehe). Minhas únicas ressalvas são em relação ao quarto coletivo que fiquei (9-10 camas): não tinha janela(!), talvez pelo fato de que nas instalações do hostel, antes, funcionasse uma clínica de estética. Além disso, a roupa de cama e travesseiros estavam bastante puídos. Os quartos privativos do hostel pareciam ter um padrão bem melhor, inclusive em relação àqueles dois aspectos (janelas e roupas de cama). Como citado acima, cheguei no meio da noite e tratei de ir dormir para acordar cedo e aproveitar melhor o dia. Serviços e Preços Protec Bag - “invólucro plástico” para a mochila no Aeroporto I. Hercílio Luz http://www.protecbag.com.br/ R$ 40 (depende do tamanho/volume da bagagem) Gol http://www.voegol.com.br 3.000 milhas FLN – GRU – REC R$ 12 lanche a bordo Cooperativa de Táxi – Aeroporto Guararapes R$ 31 (conforme tabela) Carteirinha Nacional Hostelling International – HI http://www.hihostelbrasil.com.br/carteirinha/index.html R$ 25 (preço tabelado para a rede) Arrecifes Hostel http://www.arrecifeshostel.com.br/ R$ 40 a diária em quarto coletivo
  9. 1) ANTECEDENTES DA VIAGEM Compra de Passagens e Definições Preliminares do Roteiro Tudo começou com a atualização no Melhores Destinos dia 01.06.2012: “Gol faz promoção com passagens por 3.000 milhas no Smiles até dezembro”. Pronto: era o que eu precisava para agendar minhas férias de 2012! Já tinha definido que gostaria de fazer um tour pelo Nordeste, e essa promoção era o incentivo que faltava para parte das minhas férias. Depois de algumas pesquisas aqui no Mochileiros.com, verifiquei a possibilidade de conhecer os estados de Pernambuco e Alagoas, “descendo” pelo litoral desses estados. A promoção da Gol permitia a compra de trechos separados pelo mesmo “valor” em milhas – 3.000 cada trecho. Dessa forma, efetuei a compra para chegar em Recife e partir por Maceió. Os voos ficaram assim: Ida 24.08.2012 Voo 1251 – FLN (19:10) – GRU (20:30) Voo 1728 – GRU (21:05) – REC (00:05) Volta 08.09.2012 Voo 1161 – MCZ (02:40) – GRU (05:55) Voo 1442 – GRU (07:10) – FLN (08:20). As datas escolhidas referem-se “à virada da fatura do cartão de crédito”, de forma que aproximadamente metade dos gastos da viagem seriam pagos em setembro e a outra metade em outubro. Também para otimizar o período de férias, pois embora saísse na sexta-feira após o expediente, a contagem das férias se daria a partir de segunda-feira. Até então a ideia era conhecer estes dois estados. Eis que o Melhores Destinos divulga uma nova promoção: “Passagens Promocionais a partir de R$28 só neste fim de semana”. Me chamou a atenção o R$28 e, ao procurar qual destino, tinha o voo Recife – João Pessoa (PB) por R$56 (ida e volta). Não pensei duas vezes e incluí a Paraíba na jogada! Todavia, posteriormente aproveitei que a TAM mudou o horário do voo e cancelei essa passagem (com a mudança pela TAM, vc pode cancelar ter ressarcido o valor integral do bilhete), pois descobri que era muito fácil fazer esse deslocamento de ônibus, dado que são 123 km de distância. Portanto, se for conhecer Pernambuco, não descarte conhecer João Pessoa ou ao menos o litoral sul da Paraíba. Além disso, o ideal seria ter escolhido a chegada por João Pessoa, “descendo” pelo litoral até Alagoas... ou mais além, como Aracaju (SE) ou Salvador (BA). Mas inclusão de Aracaju (SE) foi mais intempestiva, conforme narrarei abaixo. Roteiro Compradas as passagens e agendadas as férias, comecei a aprofundar as pesquisas aqui no Mochileiros.com. Nessa empreitada conheci pessoas muito legais, como a Fernanda Gotz, que faria um roteiro semelhante com a família e amigos em 12.2012, e criou um tópico para receber ajuda e sugestões da galera que mora lá ou já tinha conhecido os lugares que ela pretendia. Posso dizer que hoje somos amigos e agradeço muito as dicas que ela me passou. A ela e todos os que aqui contribuíram/contribuem com seus relatos – meus agradecimentos! Semanas a fio pesquisando aqui e acolá.. montando planilha do Excel.. defini um roteiro preliminar, mas que no decorrer da viagem acabou sofrendo algumas alterações em função de oportunidades que surgiram in loco. O roteiro realizado, então, foi este: 24.08 (1º dia) - Florianópolis (SC) – São Paulo (SP) – Recife (PE) 25.08 (2º dia) - Recife (PE) – Olinda (PE) 26.08 (3º dia) - Recife (PE) 27.08 (4º dia) - Recife (PE) – João Pessoa (PB) 28.08 (5º dia) - João Pessoa (PB) 29.08 (6º dia) - João Pessoa (PB) – Cidades do Litoral Sul da Paraíba (PB) 30.08 (7º dia) - João Pessoa (PB) – Recife (PE) – Ipojuca (Porto de Galinhas) (PE) 01.09 (8º dia) - Ipojuca (Porto de Galinhas) (PE) 02.09 (9º dia) - Porto de Galinhas (PE) – Maragogi (AL) 03.09 (10º dia) - Maragogi (AL) 04.09 (11º dia) - Maragogi (AL) 05.09 (12º dia) - Maceió (AL) 06.09 (13º dia) - Maceió (AL) – Piaçabuçu (AL) (Foz do Rio S. Francisco, divisa AL-SE) – Aracaju (SE) 06.09 (14º dia) - Aracaju (SE) – Maceió (AL) 07.09 (15º dia) - Maceió (AL) – Cidades do Litoral Sul de Alagoas (AL) 08.09 (16º dia) - Maceió (AL) – São Paulo (SP) – Florianópolis (SC) Na sequência, cada dia recebe uma postagem. Serviços Preliminares Melhores Destinos – sites com dicas de viagens e, principalmente, promoções de passagens aéreas: . Link da promoção das milhas à época: . Link da promoção de passagens a partir de R$28 à época: . Mochileiros.com (é claro!) – diversos relatos envolvendo os municípios e estados do roteiro: . Valeu pelas contribuições aqui, galera! PS: link do MEGA e COMPLETÍSSIMO relato da Fernanda Gotz, que fez um tour semelhante .
  10. Este relato terá 18 postagens: - 1 referente aos Antecedentes da Viagem; - 16 referentes a cada dia da viagem; - 1 referente às impressões gerais da viagem.
  11. Opa, obrigado! Eu sugeriria carro para o litoral oeste e leste (incluindo aqui Canoa) de carro, pois perto de Fortaleza tem muitas praias que foram indicadas. Mas alugar para Jeri eu acho desnecessário, até mesmo porque não se entra com o carro lá... ele ficará em um estacionamento em Jijoca, pois em Jeri só bugue e alguns carros de moradores locais. Ou seja, o que vc iria gastar com estacionamento, vale a passagem de Fortaleza a Jeri, dependendo do número de dias. Além disso, como digo no relato, no passeio do litoral leste há algumas passagens pela areia quando se está de bugue. Se fores de carro, terá o custo do bugue se quiseres conhecer esses trechos. Talvez ocorra o mesmo para o litoral oeste (não fui, não posso confirmar isso). Mas, ainda assim, eu locaria o carro para estas partes (oeste e leste). Foto 1 - Jardineira, em Jijoca, que leva até Jeri pelas dunas. De Fortaleza a Jijoca é um ônibus "normal" Foto 2 - Exemplo de partes do litoral leste em que só se chega de bugue.
  12. Olá! Dados seu interesse - e levando em consideração o que conheci naquelas bandas -, sugiro que vc vá direto para Jeri, pois lá perto tem várias praias bem isoladas e com poucos frequentadores. Vc pode pegar um "táxi bugue" e pedir para ele te deixar na praia que tem antes da Pedra Furada, por exemplo, se não estou enganado ela se chama "Praia da Malhada". Tens que verificar se o mar não é muito revolto para banho. Lembro que percorri alguns kms por ela e não tinha ninguém. Praia lá é o que não falta! (http://goo.gl/maps/h7CNm) Boa viagem!
  13. Eu, na verdade, sugeriria vc cortar Canoa do roteiro e aproveitar mais Jeri. Deixe Canoa para outra oportunidade Abraço!
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