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Erikakim

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    Analista de Suporte - Estudante
  1. Erikakim

    Huayna Potosí

    Olá. Eu to querendo ir em abril, tentar o Huyana, de novo. Tentei em 2013, mas não fiz uma aclimatação, meu par era um suiço que se achava... Bem tudo deu errado e só consegui chegar a 5.800. O guia ajudou bastante, ele se livrou do suiço para eu ficar mais confortavel (porque o suiço queria imprimir um ritmo mais acelerado). Mas mesmo assim não deu para mim. Bem, na minha próxima tentativa quero aclimatar melhor e contratar um guia só para mim. Não é difícil não desde que esteja com as roupas certas e aclimatado. Achei o Cotopaxi mais dificil. Alguém indo pra lá em abril?
  2. Olá pessoal. Alguem pretende visitar Terra Ronca no carnaval? Alguém indo de Brasília? Estou muito afim mas sem companhia. Tenho carro e se rolasse de mais alguém ir seria legal. Valeu! Qualquer coisa me escrevam: [email protected]
  3. Voltei da Russia há uma semana. Passei sete dias: 3 em Moscou e 4 em Sao Petersburgo. Cidades lindas, mas já estava muito frio (alguns dias, 5 graus negativos e nevou). Não achei muito caro não: metro, cerca de 80 centavos de dólares. Comia-se bem gastando 10 dólares. Hostel, vai depender da qualidade do lugar, localização. Em Moscou fujam do Chilax (indicado no Hostelworld). É péssimo, sujo e desorganizado. Não passa de uma grande casa cheia de imigrantes (nada contra mas não é um clima para mochileiros). Em São Petersburgo fiquei no Soul Kitchen, de longe o melhor hostel em que já me hospedei. caro, mas vale a pena. Lá todos os museus dão descontos para estudantes (de qualquer nacionalidade, basta apenas apresentar a carteirinha da Universidade), alguns são até de graça. Voc~e se desloca bem em Moscou com o metro. E em St. pete dá pra fazer quase tudo à pé. O povo não fala ingles, as estações de metro não tem sinalização em outra lingua que não a russa. Para quem não fala, vai na base da mímica. Por isso, aconselho chegar antes em aeroportos e estações de trem. Assim terá tempo para descobrir onde embarcar. vale muito a pena, viagem incrível.
  4. Olá "deia". Bem eu não sei se você percebeu, mas eu deixei claro que havia lido todo o tópico. Na verdade, talvez fosse melhor ter especificado mais minha pergunta, já que estou à procura de informações a respeito de Cias Aéreas e ou Rodoviárias para o deslocamento citado, horários e, desse modo, poderia saber se, realmente os 11 dias que disponho serão suficientes. No seu relato, você não menciona outra opção exceto o ônibus, talvez porque não saiba ou porque não exista mesmo. Mas como é que eu vou saber não? Alguns países como a Guatemala trabalham com um enorme sistema de shuttles que cobre quase todas as cidades turísticas. Tive esse conhecimento apenas quado cheguei lá. E se me perguntarem, responderei de bom grado com as informações a que tive acesso. Valeu! PS: A empresa Eucatur, citada por alguém, não opera mais na Venezuela.
  5. Galera preciso de uma ajuda. Já li muita coisa e não achei muito sobre essa questão que irei fazer. Pretendo entrar pela Venezuela por meio de Santa Elena. Lá quero fazer o Roraima e depois, Salto Angel. Minha dúvida é sobre o salto. Para faze-lo, necessito ir até a Ciudad Bolivar. Como faço para ir até lá? Há ônibus, vans ou vôos regularmente? Alguém sabe indicar alguma empresa? Quanto tempo se leva até lá? Terei 11 dias para fazer os 2 até pegar o vôo de volta a partir de Boa Vista. Serão suficientes? Agradeço demais a ajuda
  6. Erikakim

    Visto para Belize

    Olá galera! Quanto ao visto de entrada em Belize, bem eu fiz o trecho por terra desde a Guatemala. Na Fronteira, o cara de Belize ficou meio que implicando, fazendo perguntas (isso porque tenho visto americano, canadense, mexicano etc...). Mas mesmo assim me deixou entrar e deu algo como 7 dias de permanecia. Putz... nem precisava porque eu achei tudo uma merda e resolvi ir pro México no mesmo dia (claro isso é muito pessoal, mas só o fato de nenhuma cidade em Belize ter rua asfaltada já assusta). Na saída de Belize, se paga uma taxa de 19 dólares americanos (porque há o dolar de Belize, que custa metade).
  7. Erikakim

    Quito

    Olá Galera! Estive em Quito no final de outubro e vou tentar deixar minha colaboração: 1 Transporte: do aeroporto (que é longe pra caramba) até o centro da cidade há um serviço chamado Aero Bus. É Muito seguro, onibus novíssimos e com Wi-Fi e custa 8 dólares. Funciona 24 horas, há onibus a casa 30 minutos e o guichê é bem na saída do lado direito da porta. Eles te deixam no aeroporto antigo de Quito, mais próximo ao centro. De lá, voce pode pegar um taxi até a Plaza Foch (onde quase todos se hospedam) que vai custar uns 4 dolares (lembre-se sempre de chorar o valor ou insistir para que liguem o taximetro); 2- Todo transporte em Quito é muito barato: ônibus custam 0,25 de dólares (o que me deixou revoltada se pensarmos nos preços do Brasil) e taxis, se a corrida não é muito longa, cerca de 2 a 3 dolares. Não tive problemas nos ônibus nem me senti insegura. Apenas faça como no Brasil: não de mole com suas coisas. 3- Comida: esse item é ridiculamente mais barato que o Brasil. Se come a 2 dolares, tranquilamente. Os pequenos preços do Mcdonalds (que aqui chegam a ser 4 reais ou mais), lá é 0,9 cents. Ridículo. Quem quiser esbanjar e ir no que é considerado o melhor restaurante de Quito (que fica no Hotel Sheraton) vai fazer um almoço por cerca de 20 dólares. Nessa região do Sheraton, muito moderna aliás, há vários outros restaurantes bem legais e devem ser mais baratos. Kkkkkkkk. 4- Segurança: eu me senti muito segura em Quito, aliás, bem melhor do que muitas cidades brasileiras. Há muitos policiais no centro, bem como na região Mariscal. Também fiz vários passeios por conta própria, tomando ônibus comum e não passei por qualquer situação ameaçadora. 5- Hospedagem: os hostels costumam cobrar cerca de 10 dólares. Eu fiquei em dois: O Vibes (que achei uma merda! Cama velha, banheiro ruim... não sei porque é bem avaliado no Hostelword. deve ser porque tem um barzinho bem caído mas que a gringaiada fica enchendo a cara) e o Mitad Del Mundo (esse foi melhor, com instalações relativamente boas, banheiros grandes. Mas quem tem nojo da falta de troca de roupa de cama, melhor levar seu próprio lençol (aliás, um habito muito comum é não trocar roupa de cama em cada saída de hóspedes, em alguns lugares da America do Sul). 6- Baladas: todas as melhores baladinhas estão na região da Plaza Foch. Há muitos bares, pequenas boates, restaurantes. A cerveja custava cerca de 2 dólares e mulheres não pagavam para entrar. Nos finais de semanas, as mais concorridas costumam cobrar consumação. Fui em algumas e adorei! 7- Os passeios tradicionais são legais: Mitad Del Mundo, Centro Histórico (aliás, belíssimo, mas não tive tempo de checar se havia Walking Tour, mas pode ser que sim), Teleférico, Museus (quase todos de graça). Fiquei poucos dias e ainda fiz o Cotopaxi e isso limitou demais a viagem. 8- Compras: Compra-se muita coisa boa em Quito e bem barato. Na Av Amazonas, acho, onde fica o Sheraton, há um shopping mega moderno com lojas de grife (Diesel, Gucci, etc) com preços bem bacanas. Havia uma North Face perto da Plaza Foch com preços bem legais, em promoção. Comprei algumas coisas lá. Tudo original, bem diferente da Bolívia. 9- No Mais, Quito é uma cidade moderna, está muito preparada para receber turistas. A cidade é limpa, quase não se vê morador de rua. As pessoas são muito amáveis e eles estavam loucos, pois o Equador estará na Copa. Então toda gente perguntava coisas sobre o Brasil, sobre onde serão os Jogos. Galera muito simpática mesmo. 10- Outra dica valiosa: nunca ande com dinheiro de valor alto. Se vc andar com 50 dolares, dificilmente vai conseguir trocar. Tenha notas menores sempre.
  8. Erikakim

    Huayna Potosí

    Olá. Sinto-me na obrigação de ajudar com algumas informações, já que o forum foi muito útil na minha aventura na Bolívia. 1- A empresa que contratei foi a Travel Track ( fica na Sagarnaga 213) e foi indicada por alguem aqui no site. Não tenho queixas, assistencia boa, os guias foram atenciosos ( em especial Felix 2 com quem subi no ataque ao cume). Os equipamentos e roupas eram bem mais ou menos. Assim, se não tiver os seus próprios (em especial roupa), aconselho a comprar ou exigir algo melhor. 2- Valor: 1000 Bol, mais 200 para o porteador (tenho problema em carregar peso nas costas e as condições de saúde não estavam boas. Não queria que nada me atrapalhasse para o cume). 3- Bem, cometi um erro tremendo: fui meio que achando que a coisa era facil, até amadora e isso contribuiu para meu insucesso. É muito difícil, muito mesmo, o esforço físico é enorme, embora tenha um preparo fisico ótimo, com uma meia-maratona completada menos de um mês antes do cume. 4- Não fiz a aclimatação devida e isso também foi um fator determinante. Cheguei em La Paz vindo de Santiago onde esquiei por vários dias acreditando que isso ajudaria. Como não tinha muitos dias e já estava com as passagens compradas para La Paz, resolvi arriscar. 5- Condições físicas devem estar 200%. Nada, absolutamente nada pode te atrapalhar (dor de barriga, dor muscular, muito enjoo etc). No meu caso, uma gripe violenta já me derrubou em Santiago. Mas a sede de esquiar me impediu de parar e me recuperar. Passava o dia todo nas montanhas, me alimentando mal e saindo para beber à noite. 6- Cheguei em La Paz numa sexta-feira e contratei o passeio com saída no domingo. Passei o sabado comprando coisas e tentando me recuperar da gripe. 7- No domingo partimos: eu, um suíço e um casal de belgas. Os dois primeiros dias foram normais, mas visivelmente eu era a mais fraca do grupo. Por mais que me alimentasse e descansasse a gripe não ia embora. E a cabeça te prega peças terríveis: o tempo inteiro eu me perguntava o que estava fazendo ali e porque não iria embora. No dia do cume, estava chateada pois havia discutido com o suiço, pois ele não queria ir comigo. O guia botou panos quentes mas foi categórico ao dizer que teríamos de ir juntos. Em momento algum me senti pressionada a abortar pelo guia, mas sim pelo parceiro. Bem, subimos os três e, no meio do caminho comecei a sentir muita dificuldade. O guia começou a tentar resolver o problema e tentou me deixar com um grupo mais lento (que no fim, acabou desistindo. mas eu ainda queria tentar). Depois de um tempo, ele deixou o suiço com um grupo e prosseguimos só nós dois. Só que em dado momento eu já não estava diferenciando mais sonho de realidade (uma hora sentia um calor do caramba, outra hora um frio extremo. Taí a razão da necessidade de roupas boas, técnicas). E foi então que conversei com Felix e falei que queria voltar (foi a decisão mais frustrante de todas as aventuras que fiz). Ele ainda avisou que estávamos a 5.800 e que era para tentar mais um pouco. Mas ao olhar a subida gigante que tinha de fazer e ainda havia um bom pedaço até a crista, pois dava pra ver as lanternas lá em cima, comecei a chorar. Felix pediu para que eu não chorasse, pois ele iria voltar. Não se tratava disso, mas sim da decepção de não ter conseguido. Voltei o tempo inteiro chorando e andei muito. Sei que cheguei no limite, não tinha mais de onde tirar forças. 8- Para mim ficou a lição: mais preparo da próxima vez. Ainda estou digerindo tudo isso, não foi fácil, afinal de contas fui à Bolívia somente para a montanha. Bem, mas no ano que vem estou de volta, mais preparada e sem gripe.
  9. Erikakim

    Esqui no Chile

    Continuando as dicas: 8- Bem, ao voltar do passeio com a Ski Total (totalmente com raiva), a primeira coisa que fiz foi parar na locadora e pegar um carro. 9- Correntes: então, elas são obrigatórias se tiver nevado ( e veja bem: se tiver nevado mesmo, na noite anterior, por exemplo). Ocorre que para subir ao Valle, El Colorado etc, passa-se por uma guarita da polícia e eles perguntam se vc está com a corrente. Dissemos que sim, mas eles não checaram. Então não sei se haveria alguma multa. 10- Colocação das correntes. Putz isso sim foi uma coisa ridícula. Se vc alugar junto com o carro, as correntes são coloridas e vem um folheto explicando como proceder. Me pareceu que qualquer pessoa que tenha brincado bastante de lego poderia fazer. E pode! O que aconteceu foi o seguinte: num dia em que nevou terrivelmente (a noite) eu e minha irmã tivemos a brilhante ideia de ir a El Colorado com o carro. Ao chegar num ponto da estrada, todos estavam parando para por as correntes. Tinha uns caras cobrando o valor de quase 30 reais para colocarem. A gente tentou por sozinha e tava quase conseguindo. Mas tava um frio do c..., estávamos atrasadas, enfim, tudo conspirando contra. Acabamos dando 5 mil pesos pro cara por a corrente em menos de 2 minutos, juro (acredito que se chorássemos e disséssemos que só tinhamos 3 mil, ele teria feito)! Então, quando for alugar, peça para a pessoa mostrar como se coloca e treine antes, de dia. Ah, pra tirar ninguém ajuda não. É no se vira mesmo. 11- Dirgir na neve. Se voce tiver muita calma não é nada tão fodastico assim. Mas se não quiser estressar, realmente aconselho a ir de van se tiver nevado. É tenso, bem tenso, mesmo com correntes o carro deu uma rodada numa curva (culpa minha, óbvio). A sorte foi que não bateu em nada. No estacionamento em El Colorado, tinha tanta neve que uma hora eu achei que o carro ia capotar. Kkkkkkkkkkkkkk. Tenso, mas possível (Ah! Era um HB10, 1.1 da Hunday). 12- Aluguel de equipo baratinho: no caminho para o Vale Nevado havera uma bifurcação: esquerda, El Colorado e direita, Vale. Se vc pegar para El Colorado, passara por umas lojinhas que fica à sua direita (tem uma bandeira da Suzuki). Alugamos equipos ali a 10.000 mil ( o mais barato que tinha visto foi 16). Detalhe: em El Colorado sairia a 20 mil. Foi engraçado pois perdi um dos bastões e, ao devolver tudo, a mulher ficou com pena e não cobrou nada. KKkkkk. os equipos não são de primeira, mas da pro gasto. 13- Aluguel de equipo mais barato em Santiago: na Calle Dartagnay (acho que é assim que escreve, fica pertinho da Calle Pio Nono) tem uma loja grande de aluguel. O equipo sai a 16 mil pesos (considerando que no Vale custa 22, é uma boa economia). Acho que vale a pena se estiver de carro, alugar o equipo por lá. Eles também fazem o transfer mais barato que a ski total (12 mil pro Vale). 14- Portillo. Se estiver de carro e souber esquiar num nível tipo intermediário, vale muito a pena. São 170 km de Santiago. Saímos entre 6:30 e 7h da manhã e chegamos por volta das 09:30. A estrada é doida, perto de Portillo tem muitas curvas, bem fechadas e muitos caminhões. Tem uma hora que vc vai vendo os teleféricos, há pistas de ski que cruzam a estrada (por cima de tuneis), muito lindo. Ah, tem uns três pedágios no caminho (custam cerca de 2000, somente em dinheiro). Nos deram um desconto na entrada, agora não vou lembrar, mas acho que saiu 33 mil pra entrar na montanha. Alugamos equipo por lá também. Na minha opinião, foi a estação mais linda, mais radical. Não tem aquela turistada toda, só a galera que está no hotel. A paisagem é imponente, deslumbrante mesmo, tem um lago lindíssimo. Um pouco cansativo por conta da altitude. Mesmo esquema: levar comida, água, ninguém te perturba com nada e ainda tem livre acesso ás dependências do hotel. Pra mim valeu muito a pena mesmo. Vários tombos!!!! Kkkkkkk. Há pistas extremamente radicais e altíssimas (nunca tinha visto nada como aquilo). Claro que não fui em nenhuma das radicais. 15- Nenhuma das estações cobra estacionamento de carro. Acho que é isso. se lembrar de mais algo escrevo.
  10. Erikakim

    Esqui no Chile

    Voltei do Chile tem uma semana. Tentarei dar alguma contribuição: 1- Se prepare e muito: por mais que se tente economizar, cada dia de esqui não sairá por menos de 300 reais, no mínimo! Tudo é muito, mas muito caro. 2- Roupas de esqui: acha-se muita coisa barata de segunda mão na Calle Bandeira, no centro de Santiago. Se voce vai esquiar por vários dias, vale a pena. Por exemplo: uma calça e uma blusa excelente paguei cerca de 70 reais (as duas peças). Sem contar que voce leva embora e já tem sua roupa de esqui para a próxima temporada. 3- Transporte até lá (Valle Nevado), varia entre 10.000 a 14.000. A Ski Total domina tudo, é incrível. Se vc for até o Omnia Center, vai encontrar empresa (Austral acho) que faz a 10 mil. Só que tem de esperar a van lotar pois, obviamente, toda a turistada vai pela ski total (simplesmente nao da pra entender). Acabei sendo forçada a ir pela ski total. 4- A Ski Total aluga equipo a pouco menos que no Vale. Alugue no Vale, é melhor. 5- Chegue bem cedinho no Omnia e, mesmo assim, vai demorar pra sair. 6- Valle Nevado de segunda feira para mulheres tem 50% de desconto. Isso sim foi uma maravilha. Então programe-se para tentar ir na segunda. 7- É bom repetir: leve comida e água. Ponha tudo numa mochila, não há problema algum. Eu e minha irmã faziamos pic nic na neve, era engraçado. Aliás, paramos num restaurante apenas para pedir uma agua e uma coca. Saldo total: 27 reais!!!! 8- Quanto a aulas eu não fiz, já esquiei varias vezes, não tenho tecnica mas me viro. Minha irmã aprendeu sozinha também. Se vc tiver coragem não é tao difícil. 9- Gente é inacreditável como brasileiro tem medo de tudo. No primeiro dia eu quis muito alugar um carro, mas ouvi cada história (o motor de carro pequeno não aguenta, explode kkkkkkkk, as curvas são terríveis o carro iria despencar, tem de usar corrente e sao dificilimas de por, kkkkk). Enfim, a burra aqui não alugou no primeiro dia. Foi ridiculo, me senti a pessoa mais idiota dentro daquela van com a turistada toda. Meu, é só uma estrada com muitas curvas fechadas, nada demais. Só ir devagar, não entendo o motivo pelo qual um 1.0 explodiria. Só se estivesse estragado. Kkkkkkkkkk. Pois bem, o aluguel do carro sairia uns 20.000 e eu gastei 28.000 com a van, tendo de ir/voltar no horario deles. Que ódio. estando em dois ou mais o aluguel do carro é a melhor saída. Indico a Chilean Rent a Car (calle Bela Vista 0183.) Tinham o menor preço inclusive o aluguel das correntes também era o mais barato.
  11. Estive em La Paz agora em outubro e comer foi uma coisa. PRa começar, eu passei muito mal mesmo comendo em bons restaurantes. Uma pessoal brasileiro que eu conheci, também teve algum tipo de desarranjo (algo que eu apelidei, carinhosamente, como MAL DO PACHAMAMA). Muito cuidado com saladas, frutas e água de torneira. Dei esse vacilo com comida crua e paguei o preço. Não vou indicar um restaurante específico mas sim uma Rua 22 de Outubro. Fica longe do centrão, é preciso pegar um taxi. Mas é localizada numa área nobre e nessa rua tem muitos restaurantes badalados. Italianos, contemporâneos e até um suiço chamado Pisco Paris (recomedo altamente). Nesse último, os pratos chegam a 80 ou 90 bolivianos mas são show de bola. Coisa fina mesmo. Há vinhos também pra todo gosto.
  12. Olha na boa: quem quiser bagunça, noitada e bebedeira eu indico o Wild Rover e Loki. O primeiro, consegui ficar apenas uma noite: uma gritaria infernal, todo mundo bebado, as garotas que estavam no me quarto passavam o dia inteiro dormindo e a noite toda enchendo a cara e gritando no quarto. Aliás, vi várias festinhas em outros quartos tambem. Ta o hostel tem uma boa estrutura, mas pra quem quem não curte molecada e gritaria de bebedeira, fuja. Uma galera brasileira que eu conheci estava hospedada no Loki e também saiu de lá pelos mesmos motivos. Acabou que ficamos todos no La Republica, em frente ao Wild Rover, que não era dos melhores mas tinha paz. KKkk. É isso!
  13. Olá. Estive em Uyuni no começo de outubro e fechei o passeio de 3 dias. Não fiz reservas e procurei pelas agências na parte da manhã. Me arrependi um pouco por não ter feito reservas, pois queria fazer o passeio com a Cordilheira ou Red Planet Expedition (mais indicadas) e não foi possível pois estavam lotadas. A Cordilheira promete carro com, no máximo, 5 pessoas e custa 850 bolivianos. A Red Planet custa por ai também e tem excelente recomendações. Enfim.... acabei fechando com a Colque Tours a 700 e, por sorte, só havia mais duas pessoas (achei que nao iriam sair com o passeio, pois o carro não estava completo). Fomos com muito conforto no carro, a comida foi ótima (carne de Lhama no primeiro dia), o alojamento da primeira noite razoável, embora o banheiro não tivesse agua quente. Obviamente, não se deve esperar conforto nem muita higiene numa viagem dessas. No segundo alojamento, por exemplo, o lençol não era trocado há meses, mas havia água quente. Na hora de voltar a Uyuni, meu motorista ficou no Atacama e me colocaram num jipe lotado. Foi infernal, mas enfim, era a Bolívia. Não esperem muita coisa. A paisagem é incrível, deslumbrante mesmo. Mas o desconforto é grande. É isso!
  14. Maria Emilia, acho que a lógica da cidade está meio louca não? O melhor seria sair direto de Santa Cruz e ir até o Salar não? E de la subir pra La Paz. Valeu
  15. Ola Erika, desculpa me intrometer na sua conversa com a Maria Emilia, mas eu acho que vc deve procurar um hostel bem badalado como o Torino ou o Loki mesmo, até pq vc esta viajando sozinha e vai precisar fazer amizades rápido. Da ultima vez que eu fui em La Paz eu fiquei na Hotel Sagárnaga que a Maria Emilia ja se hospedou tb. Gostei muito de la, mas pelo fato de ser quartos privados e ser hotel, não tinha muita interação com os hospedes. Os amigos que eu fiz foi na rua mesmo, nos bares e restaurantes. Imagina Tiago. Toda ajuda é super bem vinda! Não tinha entendido que o Torino é um Hostel. Vou tentar ficar nele então. Se bem que tava olhando o site do Loki e parece ser bem maneiro. Vou decidir entre os dois então. Depois de pagar até 60 dólares em Hostel em Nova York os 8.70 do Loki para quarto quadruplo parecem piada! Kkkkkkkkkkk. Valeu!
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