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Mirtes ST

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Tudo que Mirtes ST postou

  1. Mirtes ST

    Manaus

    Dica do passeio que eu fiz em Julho de 2009. (Obs.; Não adianta ir sómente com roteiro, mas saber os horários de cada ponto turístico, bem como saber a logística dos meios de transportes é importante para o bom fluxo do cronograma) O roteiro que fiz para 7 dias na Amazônia. 1º dia (5ª feira) - chegada, check in no hotel, Teatro Amazonas, city tour no Palácio do Rio Negro e Mercado Municipal. 2º dia - Encontro das Águas, Anavilhamas, passagem ao lado do hotel da selva (Ariaú), nado com os botos e almoço num restaurante flutuante, visita a Aldeia de Tupé, Museu do Seringal, Porto de Manaus. 3º dia - Visita ao zoológico do CIGs (dica: 1 vez por mês, tem a feira dos agricultores, com produtos locais, verificar calendário - vale a pena), à noite Pça. da Polícia (Pça. Heliodoro Balbi) 4º dia - Feira de artesanato da Eduardo Ribeiro (dica: prove o X- Caboquinho), Ponta Negra, Bosque da Ciência/Inpa. 5º dia - Museu do Índio, Centro Cultural dos Povos da Amazônia (verificar calendário de eventos), à noite vista noturna do Teatro Amazonas e Largo São Sebastião (dica: prove o Tacacá da praça). 6º dia - Presidente Figueiredo (c/veículo) - Cachoeira da Asframa, Cachoeira do Berro e Cachoeira do Santuário, entre outras. 7º dia - Mercado Municipal (compra) e check out/retorno. Dicas: __Experimente o abacaxi da amazônia (um mel). __Prove os peixes típicos da região, grelhados e assados na brasa (tambaqui, pirarucu, tucunaré, matrinxã). __Prove o Jaraqui frito. (vc. não vai se incomodar c/as inúmeras espinhas). __Experimente X-Caboquinho (sanduíche composta de queijo, tucumã, banana - o da barraca que eu provei veio até um tipo de presunto ou carne- não lembro). __Suco das frutas típicas (cupuaçu, açaí, graviola, à base de guaraná) __Um dos restaurantes que recomendo - Peixe com Arte - de Roberto Kleber. Lugar simples, pratos deliciosos e ótima recepção. Fica na 10 de Julho ao lado do Teatro Amazonas (foi o único lugar que fui 2 vezes durante a minha estadia). __Souvenirs como flechas e zarabatanas não podem ser transportadas como bagagens de mão e sim dentro da mala ou em embalagens especiais para serem despachadas, junto com as malas.
  2. Calma Fábio....o acampamento ficará sem a minha presença, com certeza (uma a menos!). Landopai....estou anotando....falta definir o horário. A padaria que o Rafa referiu e a Igreja Matriz, ficam próximos? Se ficarem, prefiro, o encontro na padaria... Assim, as pessoas que chegarem com antecedência, têm a oportunidade de tomar um cafezinho. Por favor, passe-me o endereço para poder divulgar ao pessoal. Rafa.... grata pela dica do cabo de vassoura...estava pensando em fazer um espeto de bambu...mas cabo de vassoura é algo + fácil de se achar.... o meu nervo ciático agradece (estou em recuperação, mas participarei da limpeza).
  3. Leandro, nada é negativo, tudo é conhecimento.... vc. tem uma boa ferramenta de pesquisas que é este site. Fora, os que vc. poderá pesquisar na net. Pesquise, monte o seu roteiro dentro das suas possibilidades e boa viagem. Outra coisa.... troca de idéias e conversas com os nativos também lhe trará conhecimentos com uma visão diferenciada da que vc. adquire através da mídia.
  4. Olha o Ailton Aqui!!!! (como trilheiro, vc. já pe velho no pedaço) Apoio ao Rafa. Divulguei o evento em outras comunidades trilheiras e preciso dos seguintes dados para que possamos organizar as saídas de S.Paulo: Local exato de encontro da turma em Salesopolis ou outro local e, horário dos mesmos para sábado e domingo. O que cada um deve levar como necessidade básica para passar o dia e também como ferramenta de apoio ao evento. Irei na turma de domingo...pois trabalho no sábado. Não conheço a infra estrutura do local, por isso preciso desses dados p/passar ao pessoal. Landopai o link que vc. passou, não mostra o local exato do evento. Acho que vc. o colocou incompleto. Aguardo contatos com detalhes.
  5. Bom...quanto a empresas de turismo, não posso dizer nada, pois contratrei um guia particular que teve que fazer o meu roteiro proposto, inclusive contratar o barqueiro. Não tenho agência de turismo, mas não sou tão leiga, pois sou formada em turismo, mas não exerço a profissão. Antes de ir ao destino escolhido pesquisei sobre os roteiros, o itinerário de cada roteiro e os preços cobrados pelas agências. Daí negociei o meu preço, pois queria um roteiro totalmente particular, pela necessidade da ocasião. Fiquei satisfeita pelo retorno dos serviços prestados. Quanto a parte gastronômica, não tenho o que reclamar. Dos 7 ou 8 dias que fiquei, fui apenas duas vezes em um único restaurante, sendo que tentei diversificar o máximo possível. Servi de refeição à base de carne, somente duas vezes durante a estadia, sendo que uma delas p/experimentar um prato à base de carne de sol do norte. Demais refeições foram à base de peixes típicos, de diferentes preparos e todos estavam perfeitamente bem servidos. Na maiorira das vezes acompanhado de baião de dois e uma salada/vinagrete, mas cada restaurante com o sabor peculiar do prato. Até um peixe com muitos espinhos como Jaraqui e Pacu, apreciei sem problemas de espinhos e aprendi a preparar os peixes semelhantes daqui do sudeste, com conhecimentos que adquiri no norte. Thijamaican, fazer turismo é conhecer o diferente. Se for para ser recebido do jeito da sua cultura, é melhor ficar onde vc. vive. O choque das diferenças é que faz a beleza do local e sentirmos o quanto temos de diferente para aquele lugar que nos recebe. Afinal de contas os turistas são os invasores para o receptivo.
  6. Parabéns Jorge, pelo relato da travessia. Conheci Perequê e, em Marujá já estive por duas vezes, sendo que numa delas fiz a caminhada que leva à Piscina da Lage (ida e volta de Marujá -25 km), que foi num dia ensolarado e muirto cansativo, sendo que na ida fomos pelo costão rochoso e na volta subinos o Morro da Tapera como vcs. Ao relatar sobre a comunidade de Cambriú, vc. me fez lembrar de um rapaz que, durante a semana é pescador e trabalha como monitor ambiental nos finais de semana. Eles levam uma vida muito humilde. Pois como vc. mesmo disse, eles não podem plantar e nem ter nenhum tipo de criação para a sobrevivência. Tanto é que Marujá da 1ª vez que conheci há 5 anos, não havia quase nada de infra estrutura turística. Mal havia uma pousada que comportava uma excursão e quando voltei no ano passado, a comunidade havia mudado muito. A maioria das casas de nativos, foram transformadas em pequenas pousadas ou os quintais, em campings, um meio de sustentabilidade local. Gostei do seu relato, pois sempre tive a curiosidade de saber como seria o lado Atlântico entre Perequê e Lage. Da próxima vez que retornar à comunidade Marujá, pretendo locar uma bicicleta e conhecer a Enseada da Baleia que está quase desaparecendo, o Pontal do Leste e de barco, conhecer o distrito de Ariri que fica no continente.
  7. Para trilhas que descrevi como autoguiadas a 5 tópicos acima, são trilhas com facilidade de locomoção, pois possuem placas indicativas duante o percurso. Mas antes de mais nada é preciso ter bom senso e uma noção mínima em relação à segurança e responsabilidade para um bom desempenho. Não aconselho ir sozinho em nenhuma trilha, por mais que seja uma trilha aparentemente fácil. Estar sozinho numa trilha é: QUERER CORRER RISCOS. Como: candidatar a ser vítima de assaltos, não ter ninguém para socorrer, em caso de algum acidente ou eventualidade, etc...
  8. Oi adriano.utfpr.... a estrada que liga Jacupiranga a Iporanga, apesar de ser muito sinuosa, é asfaltada. De Iporanga ao Bairro da Serra, é de terra...acho que têm uns 16 km. Com paciência, chega-se ao destino.
  9. Desculpa pessoal.... não é "peneira"...foi erro de digitação... é "PERNEIRA".
  10. Eh, Daniel... quando faremos a próxima trilha? Está difícil de acertar as folgas. Saudades da Pedra Selada e dessa turma.
  11. Landopai, Vivi mar, por favor, vcs. poderiam postar o itinerário a seguir a partir de Salesópolis ou outra rodovia mais próxima, para chegar ao local do encontro? Pode ser através de Google Maps. Pois não sei alocalização dessa represa.
  12. Pedro David, vc. como eu, deve atuar na área de humanas, pois temos a mesma visão em relação à cultura: respeito e conhecimento. Também pretendo voltar àquela região, desta vez ficar em Presidente Figueiredo e conhecer também a região de Rio Preto do Eva.
  13. Oi Karol... uma dica para ser turista, principalmente mochileira. Alojar no centro da cidade, facilita muito no deslocamento, tanto em questão de transporte, como em relação ao movimento diário (geralmente contra fluxo para se deslocar). Quando fui p/Manaus, fiquei próximo ao Teatro Amazonas. Outro detalhe: cada ponto turístico tem a época ideal para ser visitada. Para Manaus, diria que Março (época de inverno, como os locais dizem), não seria uma boa época para visitar, pois é época de chuvas e cheias. É melhor ir no 2º semestre do ano. Quanto a locadora de veículos, também tive problemas, mas conhecendo um pouco a legislação, consegui contornar a custo, baseado em dados legais, os meus direitos de consumidora. Imaginei na hora que, se o cliente fosse leigo em relação ao seus direitos, o gerente conseguiria enrolar direitinho. Concordo com a sensatez do André Maués. Não sei se trabalha com o turismo, mas a sua visão é mais ampla. Para os manauaras, que trabalham com o turismo, esse portal é interessante para melhorar a recepção do turismo. Afinal de contas estaremos sediando a Copa do Mundo e as Olímpiadas. Temos que profissionalizar no setor de turismo. Como dizia os mais antigos: propaganda boca a boca é a alma do negócio. Quando fui, percebi que os nativos dão muito valor aos estrangeiros, devido a fonte econômica oriunda destes, que geralmente é cotado em dólares. Mas devemos, antes de mais nada, valorizar o turismo interno, fazendo com que os brasileiros tenham facilidades de se locomover dentro do país. O nosso país é muito rico em cultura e belezas naturais. Atualmente está mais barato fazer um tour por Bolívia e Peru do que conhecer Manaus e região. Isso deve ser mudado para que as divisas econômicas fiquem no país. Muitas pessoas conhecem quase toda a América do Sul, mas não conhecem todos os lados do Brasil. Na maioria das vezes não conhece sequer, a capital do nosso país, muitas das vezes nem o seu próprio Estado. Fiquei uma semana em Manaus na época que teve a maior enchente do século. Sou de S.Paulo e relevei muita coisa, pois não posso comparar a cidade que resido, cuja a cidade faz parte de uma das maiores megalópoles da face terrestre, onde a maioria dos serviços funcionam 24 horas, com demais cidades do país. Gosto de fazer o turismo interno para conhecer a beleza natural e cultural diferenciada de cada local, cujo modos de viver devem ser respeitados e acrescidos como conhecimentos em nossa vida. Ao fazer o deslocamento, deve-se levar em conta e ficar consciente que, todo lugar, cuja cidade tem potência de capital, possui um trânsito caótico. É por isso que fiquei centralizada para evitar desgastes na locomoção. Talvez tenha perdido um lindo pôr do sol da Ponta Negra, mas todas as minhas andanças foram tranquilas. É questão de planejamento e opção. Nem tudo é perfeito.
  14. Oi Adja Cristina.... sou de S.Paulo e participo todas as vezes que eu posso do rally à pe que é um trekking de regularidade. Visite www.rallyape.com.br e verifique o calendário anual de eventos, em vários locais. Quanto as trilhas participo de comunidades daqui de S.Paulo, talvez fique um pouco longe para vc. locomover. bjs
  15. Adorei o seu relato, Fábio. Fez reviver a minha ida para esse lugar maraavilhoso. Pelo jeito, o sujeito que te deu as informações sobre a trilha que leva ao Pico da Pedra Selada é o mesmo de quando fui (Nov/2009). Fiz o mesmo caminho, com mesmo erro (trilha à esquerda depois da porteira) e quando percebi, subi o morro em direção também das araucárias, onde encontrei a trilha principal..rsrsrs... Logo depois, uns 0,5 km, desci uma trilha vicinal e banhei na cachoeira, que por sinal foi muito bom para reanimar o corpo para subida . Foi o meu 1º autógrafo que deixei nas alturas. Quando fui, fiquei instalada em Maromba, mas ainda não conheço as principais cachoeiras de Visconde de Mauá. Além da Pedra Selada, conheci a Cach. da Fumaça, da Saudade (trilha c/várias cachoeiras), a do Santuário (trilha c/várias cachoeiras) e Cach. Toca da Raposa (locais muito interessaates) Na próxima, pretendo ir nas Cach. tradicionais como Escorrega, Véu da Noiva, Alcantilado, Santa Clara, entre outras.
  16. Geralmente em casas especializadas que vendem produtos para proteção ao trabalho existe um produto chamado "peneira" que é destinado para esse fim. É um pouco pesado para aquelas pessoas que não estão habituados com o peso. O par pesa cerca de 1 kg. É vendido via internet também, mas sai mais caro. Tenho um par que usei para trilhas longas e em matas fechadas - estreiei na trilha do Corisco (Parati/Ubatuba). Mas acho válido o seu uso em prol da segurança. Na época (final do ano passado), paguei R$18,00 - comprei na R. Florêncio de Abreu, 680 (perto da estação da Luz), em S.Paulo, numa loja de equipamentos de segurança. Quanto a cobra cascavel, vc. encontra mais em matas de transição ou em cerrados (locais mais secos). O seu venenno ataca o sisterma nervoso e parece-me que em pouco tempo cega a vítima, imobilizando-a. Na mata atlântica e em beiras de rio é comum encontrar as cobras da família das jararacas (bothrops). Estas possuem veneno que podem gangrenar ou putrefar o local da picada. Avistar uma coral é mais raro. Até agora, nas minhas andanças nas trilhas, só encontrei duas vezes com cobra coral; da família das jacaracas já perdi a contagem. Ainda não tive a honra de encontrar com cascavéis na trilha, pois ando mais em região de mata atlãntica de encostas. Mas deve-se levar em conta que todo veneno de cobra peçonhenta é mortal, portanto todo cuidado é pouco. Um outra proteção quando anda na trilha fechada, principalmente quando for o 1º da fila é bater (tatear o chão) com cajado ou pedaço de pau. Assim o animal poderá assustar com a batida e se movimentar, logo poderá ser percebida pelas pessoas que estão andando. Cuidado que devemos ter também, é andar num dia seco, posterior ao dia de chuva. As cobras saem p/tomar sol e geralmente ficam enrolados no meio das trilhas. Outro cuidado que se deve tomar é verificar o lugar na hora de colocar as mãos para transpor um nível ou obstáculo (rochas, pedras, raízes de árvores, troncos). O lugar é propício para o esconderijo de animais como cobras, escorpiões e aranhas. Calçados adequados (ex. calçado a base de couro), também ajudam na proteção, dificultando o alcance dos dentes na pele. Época de quaresma é também a época de procriação das cobras. Nessa época vai encontrar muitos filhotinhos nas trilhas.
  17. Pessoal...caso vcs. ainda não tenham passaporte das Trilhas de São Paulo, poderão adquirir fazendo a 1ª trilha (a R$5,00). Aqui, na cidade de São Paulo, as Trilhas do Pico do Jaraguá (Pai Zé e do Silêncio - trilhas autoguiadas), as da Cantareira (Pedra Grande e Engordador - trilhas autoguiadas), do Jardim Botânico (Nascente do Riacho Ipiranga - trilha autoguiada), da Guarapiranga (Trilha da Vida- monitorada/agendar), Núcleo Curucutu (Mirante - monitorada/agendar). Maiores informações no site: http://www.trilhasdesaopaulo.sp.gov.br/
  18. No dia 21, estarei de plantão, mas dia 22/05, ok!!!... Essa data já é o definitivo? Onde nós vamos limpar? Posso divulgar em outras comunidades?
  19. Parabéns à todos que foram nessa jornada. Da próxima vou dar um jeito de ir.
  20. Subindo o mesmo lado do Rio Negro, mas um pouco a frente do Museu do Seringal, na Praia de Tupé, há uma maloca onde vivem 55 índios das tribos dessano, tucano e tuíuca. Vale a pena fazer a visita e conhecer um pouco de sua cultura. Eles contam de onde são e como é a cultura deles. Fazem apresentações de danças típicas. Visitas imperdíveis do tipo: 2 em 1. Não sei se existe alguma embarcação que atenda esses dois pontos, pois quando eu fui, fiz um outro roteiro mais extenso, por conta própria.
  21. Adriano: antes de ir, faça contatos e deixe agendado, pois ao chegar, pode ser que vc. não consiga agendar conforme o roteiro elaborado devido a demanda do feriado. P/Pres.Figueiredo, ou vc. vai através de alguma agência que faz um bate e volta ou terá que alugar um carro. Se não fizer isso, não valerá a pena, pois as cachoeiras ficam uma longe das outras e um meio de transporte é imprescindível. Boa opção de fazer o encontro das águas numa 2ª feira, pois muitos dos locais turísticos não costumam abrir de 2ª feira. Verifique se o local que vc. pretende ver souvenirs abrirá de 2ª feira. Pelo jeito vc. pretende fazer todo roteiro através de alguma agência. mas se for fazer por conta, verifique a localização do hotel p/facilitar a locomoção. Se ficar no centro, fica + fácil p/se locomover. Fiz todos os roteiros apresentados no Amazon Explores, por conta. P/isso tracei toda logística do roteiro e fui c/informação das linha de ônibus p/não perder tempo. Lá em Manaus acrescentei + informações com os nativos, mas não com comerciantes, pois eles indicam serviços a serem consumidos. Bom passeio!!!
  22. LANDOPAI e Vivi..... fiquei triste por ter agitado a galera e não poder participar. Para reservar uma data na minha agenda, terá que ser com uma antecedência. Para maioria, é melhor anunciar uma data com muita antecedência e já entrar na agenda da turma interessada. Assim terá mais adeptos e voluntários participando com idéias inovadoras que possam agregar ao movimento sócio-educativo, com propósito de conscientização ambiental. Ex: promover o 1º encontro de conscientização ambiental da Represa do Rio Paraitinga que poderá ser de limpeza e de plantio de árvores no seu entorno, com apoio de instituições particulares e governamentais, além da colaboração de voluntários para a realização. Infelizmente, muitas pessoas só lembram das transformações que a terra vem sofrendo, quando há catástrofes ou quando o calor fica insuportável, como vem fazendo nas últimas semanas. Mas devemos agir à medida do possível para amenizar ou pelo menos, para retardar esse aquecimento global, pois a transformação ou melhor a degradação do meio ambiente na última década foi marcante. E se continuar no rítmo que vem apresentando, infelizmente teremos muitas catástrofes.
  23. Dia 13, não vai dar...aliás, todos 1º final de semana após dia 11 de cada mês, tenho compromisso. Participo do campeonato paulista de rally à pé. No dia 13/03, será em Juréia-Peruíbe e no último final de semana de março, já está reservado umas trilhas em Intervales. Que pena...fica p/próxima.
  24. Oi, Guilherme. Adorei o seu relato. O Est. de São Paulo têm muitos locais maravilhosos, cujo destinos turísticos ainda não entraram na "boca da mídia". Petar é um desses pontos turísticos. Já fui 3 vezes, e hoje têm muitas cavernas cuja visitação está proibida. A Trilha do Rio Betari é a + díficil daquele Núcleo, mas a paisagem, como vc. mesma verificou, é indescritível. Deixo aqui dicas de alguns locais do Bairro Serra para vc. desbravar nas suas próximas aventuras, além das cavernas do Núcleo Santana que vc. ainda não conheceu (Santana, Couto, Morro Preto, Cachoeira do Couto) Caverna do Alambari de baixo (uma aventura diferente - leve um saco estanque p/colocar a s/câmera). Cachoeiras Sem Fim (propriedade privada) Caverna Ouro Grosso (atualmente interditada parcialmente, não sei até que ponto está permitida a visita desta caverna) Bóia Cross (dependendo da época, torna-se um rala-cross) - em todas as minhas viagens, não deixei de fazer essa atividade, mesmo na viagem que consegui pinçar o meu nervo ciático, eu fiz. É a atividade onde deixo o meu estress. As demais cavernas, nem vou postar, pois não tenho a certeza se está aberta p/visitação. Certamente esse ano estarei indo novamente p/Petar com uma turma de trilheiros.
  25. Outra sugestão.... já que temos que locomover p/fazer a tal limpeza e estamos ainda no mês das chuvas, que tal, para quem estiver em Salesópolis, pedir para instituição resposável pela represa, autorização p/plantar algumas mudas de árvores nas margens desse lago? Pois ao passar nas margens, pela rodovia, vi que não havia quase nada de árvores nas margens do lago. O que vcs. acham? Referi no começo, que estamos no mês das chuvas, pois teria mais condições da sobrevivência das mudas plantadas, mesmo sem as regas frequentes. Onde que poderíamos conseguir mudas gratuitas nessa região de Salesópolis? A prefeitura de Salesópolis ou a instuição responsável pela represa teria algum viveiro de mudas que dispõem de mudas de árvores p/população plantar? Quanto a data, trabalho no dia 26.... a minha opção fica p/dia 27/02, ou em março, sendo que 26 e 27/03, já tenho compromisso.
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