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brunasscarvalho

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Sobre brunasscarvalho

  • Data de Nascimento 28-07-1986

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Brasil (Sergipe, Pernambuco, Ceará, Paraíba, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Alagoas, Paraná, Santa Catarina, Pará, Mato Grosso).

    Mundo (Argentina, Uruguai, Paraguai, EUA, Espanha, França, Itália).
  • Próximo Destino
    Morro de São Paulo-BA, Argentina e Chile.
  • Meus Relatos de viagem
    [b]Bolívia e Peru - SOZINHA - Via Mato Grosso do Sul e Acre - 20 dias[/b][url]http://www.mochileiros.com/bolivia-e-peru-20-dias-sozinha-via-mato-g-do-sul-trem-da-morte-acre-e-otras-cositas-mas-t137379-15.html[/url]
    [b]Madri, Paris e Roma - SOZINHA - 14 dias[/b] [url]http://www.mochileiros.com/madri-paris-e-roma-14-dias-sozinha-mar-2015-t114914.html[/url]
    [b]Miami e Orlando - SOZINHA - Nov/13 [/b] [url]http://www.mochileiros.com/miami-e-orlando-sozinha-nov-13-t103946.html[/url]
  1. Roteiro - 15 dias no México - Preciso de Ajuda!!!

    Então... Meu principal interesse na Riviera Maia é Chichen Itza e os cenotes. Me disseram que Playa tem mais infraestrutura e opções mais em conta de hospedagem, mas que Tulum é mais sossegada. Queria saber se pra ir a esses dois lugares que mencionei é tranquilo saindo de Playa ou Tulum (pensando em excursões). E qual opção seria mais em conta também, porque não queria gastar muito com isso. Obrigada!
  2. Roteiro - 15 dias no México - Preciso de Ajuda!!!

    Vou em Março. Não peguei a de 1040 pq só tinha para janeiro e fevereiro. Mas paguei 1165 saindo de Sampa pela Aeroméxico. Em vista do que eu estava pesquisando ficou bonzão! Aguardo seu relato para me dar aquele helps!
  3. Bom dia!!! Vou passar 15 dias no México, no mês de março e tô muito na dúvida de onde ir e quanto tempo passar... Gostaria muuuuuito de ajuda! Salientando que meu perfil de viagem é econômico (mas não cheguei ainda ao ponto de pegar carona... aluguel de carro pra mim não é viável) e não sou das baladas. Nesses 15 dias já estão excluídos os dias de ida e volta para o Brasil. Pretendo fazer todos os roteiros possíveis entre as cidades de ônibus e a noite para economizar dinheiro e tempo (tenho costume de fazer isso em meus mochilões). Exceto o último trecho que leva 24 horas e eu não sei ainda como fazer. Já estou de olho nas low costs mexicanas, mas aceito dicas nesse sentido também. Dia 1 Cidade do México Dia 2 Cidade do México Dia 3 Cidade do México Dia 4 Cidade do México Dia 5 Acapulco Dia 6 Acapulco Dia 7 Puebla Dia 8 Puebla Dia 9 Oaxaca Dia 10 Oaxaca Dia 11 San Cristobal de las Casas Dia 12 San Cristobal de las Casas Dia 13 Tulum ou Playa del Carmen Dia 14 Tulum ou Playa del Carmen Dia 15 Tulum ou Playa del Carmen Não sei se escolho Tulum ou Playa del Carmen como base. Cancun está fora de cogitação e outros lugares mais distantes também. Não encontrei hostel em Acapulco. Alguém sabe de algum? Ou tem sugestão de Airbnb confiável e bem localizado? Desde já, muito obrigada!!!
  4. San Andrés - Dia 4 e 5, Cartagena e a volta Tirei os últimos dois dias para descansar. A gripe me derrubou muito. Senti muitas saudades de casa e de um pouco de conforto. Confesso que entrei em crise com a questão de mochilar... Teria eu envelhecido? Seria uma fase ou definitivo? Porque essa necessidade de conforto que eu nunca tive? Nesses dias tive esse conflito... Achei que seria o fim do meu hobby de mochilar... Graças a Deus passou e estou ansiosa pelo próximo mochilão. Aprendi a parar quando for necessário. Não fui a todos os lugares que queria, mas me contentei em fazer o melhor por mim e pela minha saúde. A viagem não pode ser uma escravidão de que se você não esteve em lugar X não compensou ter ido. Andei bastante pela cidade nas horas que me sentia mais disposta. Tomei toda a limonada de coco que podia. Comprei estoque de melatonina para dois anos. Não sou muito chegada à compras, mas para quem gosta, a cidade é excelente para isso. É possível comprar perfumes, maquiagem e chocolates a preços realmente muito bons. Eu já tinha quebrado de um tanto que troquei os reais que são meu plano B nas viagens. Ao contrário dos itens acima, comer bem não é tão barato. Não experimentei o restaurante caseiro que fica próximo ao hostel porque estava sempre muito cheio. Gastei sempre mais de 30.000 COP com comida. Até que chegou a hora de ir e fui. Voo da Wingo (novamente), mas acompanhada com um time de alguma coisa da cidade e seus acompanhantes. Foi o voo mais insano desta vida. Nunca vi tanta gente mal educada em um avião. Batiam nas pessoas para olhar pela janela, cantavam como se estivessem na excursão da quinta série, se estapeavam na fila do banheiro. Foi assustador. Sobrou um dinheirinho de San Andrés e tinha que tomar algumas decisões sobre o que faria com ele. Estava na dúvida se dormiria no aeroporto ou não, já que meu voo sairia as 5h da manhã. Uma das meninas voltou no mesmo voo que eu, então: Peguei um táxi com ela - Me hospedei no mesmo hostel que ela (assim poderia tomar um banho e dormir, antes de iniciar uma saga de 20h até chegar em casa) - Passeei mais um pouco por Cartagena - Lanchei - Peguei um táxi para o aeroporto - E ainda tomei um cappuccino do Juan Valdez Café com o resto! (eita 80.000 COP que renderam). Saí da Colômbia, mas não antes de ser questionada pela polícia sobre o que tinha ido fazer por lá, onde eu tinha ido e porque estava viajando sozinha (calejada dessa pergunta). Fiz uma outra conexão no Panamá e retornei para o meu lar! A Colômbia me surpreendeu muito positivamente. É um país muito bonito, com uma diversidade incrível e um povo amável. Como li muito, creio que é o povo mais parecido com o brasileiro. Recomendo muito essa viagem! O custo não é tão baixo como um mochilão pela Bolívia e Peru. Os preços praticados são semelhantes aos do Brasil. Cartagena e San Andrés são mais caras. Medellin é intermediária e Bogotá é barata. Vamos viajar, povo! O mundo é enorme e interessante! Estou à disposição para quaisquer esclarecimentos.
  5. Ain... Saí com vontade de ter passado mais tempo! Gosto de cidades grandes, da vida que elas têm, de observar as pessoas. Saí do parque explora tarde e estava bem cansada. Passei pelo planetário, mas acabei sem conhecê-lo
  6. San Andrés - Dia 2 No dia anterior tinha combinado com uma moça e dois rapazes de dar a volta na ilha com eles. Mas acho que o divertimento a noite foi bom e 9h da manhã ninguém estava acordado ou pronto para isso (mil perdões, sou diurna). No hostel tem muito brasileiro, então a possibilidade de encontrar gente para os passeios aumenta. Arrumei duas moças para o passeio. Fomos até as lojas de carro e alugamos uma mula, com gasolina, por 175.000 COP (a mula é mais veloz que o carrinho de golfe... bem mais veloz rs). Tinha cotado o carrinho de golfe no dia anterior a 120.000 COP (para mim, os dois valores ficariam pesados para pagar sozinha, portanto se estiver na mesma situação, faça um social no hostel). Esse passeio é o melhor! Façam. A paisagem é surpreendente. E dirigir o carrinho é muito legal (dividi a direção com uma das moças) Paramos em la piscinita (bom lugar para observar os peixes e saltar do trampolim, maaaaas não concordo muito com essa história de ficar enchendo o bucho dos peixes de pão). Também achei cheio. Paramos em west view que tinha outro ponto de mergulho mais vazio. Fomos ao hoyo soplador, mas não tinha nada de mais. Ai começou a chover muuuuuuuito. Mas ainda assim paramos em algumas das praias e entramos nas ruas onde as pessoas de fato moram, no centro da ilha. Concluímos uma volta e como a gente tinha muito tempo e gasolina (haha) resolvemos dar uma volta no sentido inverso. Nessa hora o tempo tinha melhorado. Paramos em um deck aberto para mergulhar, entre la piscinita e o hoyo soplador e acreditem, foi o melhor mergulho que demos, sem pagar e sem dar comida aos peixes. Passamos hooooras lá, estava vazio, só tinha uma família, então foi o ponto alto do passeio. Carrinho devolvido, combinei com uma das meninas de ir ao Peru Wok, restaurante famoso na cidade. A comida é muito bonita, o lugar é legal, mas já comi ceviches muito melhores por bem menos. Paguei 48.000 COP em uma entrada de mandioca frita com uns molhos, um ceviche clássico e um refri. San Andrés - Dia 3 Tinha combinado com as meninas do dia anterior de irmos juntas a acuário e jhonny cay. Compramos os ingressos na cooperativa e eu juro que não lembro quanto foi... mas foi o preço que todo mundo pagou nos relatos! Enchi a cara de dramin pra suportar tanto barco. Sobre Acuário: É lindo, lindo, lindo. Mas achei muito cheio. E em um sol infeliz não encontrei sombra pra ficar, foi meio complicado. Inclusive nesse dia, muitos gringos estavam passando mal de desmaiar por conta do calor. Sobre Jhonny Cay Também é lindo, lindo, lindo. Mas também achei muito cheio. Alugamos uma barraca chorando por 30.000 COP para as 3. A água era morninha delícia, mas o calor não estava colaborando. Cheguei à conclusão de que não estava chata, mas que estava doente. Não dei conta de dar a volta na ilha e depois de voltar pro hostel reconheci que estava doente e precisava descansar. Creio que pelo choque de temperatura (ar condicionado a -1°C, rua 50° C) e pelo próprio sistema imunológico que não estava muito bom (tinha saído de uma pneumonia um mês antes da viagem) gripei e por motivos óbvios fiquei preocupada. Me mediquei e resolvi ficar quieta.
  7. San Andrés - Dia 1 O voo Medellin - San Andrés pela Viva Colômbia foi tranquilo. Tinha lido em alguns relatos que havia a possibilidade de pagar a taxa de entrada na ilha no cartão de crédito. Para minha tristeza, não consegui. Foram 105.000 COP no cash! Dessa forma, tenham cuidado ao comprar passagem para a Colômbia. Se o intuito é ir a mais de uma cidade durante a viagem, não compensa comprar a passagem ida/volta para San Andrés. Caso isso seja feito, a pessoa terá de pagar a taxa duas vezes, já que ela é paga por ingresso e não por permanência. Ouuuuutra recomendação para os mais aventurescos. Antes de embarcar foi solicitado meu bilhete de volta. Acredito que se não o tivesse teria tido problemas para embarcar (ou mesmo não embarcaria). O aeroporto de San Andrés é minúsculo, mas o procedimento de entrada foi rápido (acredito que tenha sido por eu estar sentada na frente e desembarcado logo) Os taxistas cobram 20.000 COP para te levarem ao centro. Se estiver com pouca bagagem, não cometa esse pecado. Dá pra ir a pé sossegado. Demora uns 20 minutos de caminhada lenta mesmo com o sol rachando no coco. Fiquei hospedada no polêmico El Viajero Sobre o hostel Li muitas avaliações ruins sobre o hostel o que me fez ter bastante receio de fazer minha reserva lá. Mas prezei pela localização, custo/benefício e pela possibilidade de encontrar pessoas para dividirem comigo o carrinho pra dar a volta na ilha. Me surpreendi positivamente. Achei os quartos limpos e não tive problemas com bed bugs (nem ouvi relatos disso). O banheiro realmente não se mantém limpo, mesmo tendo eu presenciado a limpeza duas vezes por dia. As funcionárias foram super amáveis (faço questão de ser amável com todos também, desde o povo da recepção, até o da cozinha, da limpeza...). Consegui até imprimir meu cartão de embarque de graça (aliás, consegui isso em todos os hostels. No padrão Colômbia (que é bem diferente do padrão brasileiro) o café da manhã é muito bom. O hostel fica bem localizado, a uns 10 minutos de caminhada lenta até a praia do centro. A cidade é muito quente. Manaus e Cuiabá são fresquinhas. Então se prepare para comprar galões de água. Nesse dia me contentei em dar uma volta e descansar. Além de fazer um social no hostel para encontrar possíveis parceiros para o passeio do carrinho.
  8. Medellín - Dia 2 Me permiti dormir mais um pouquinho. A idade vai chegando (kkkkkk) e durante as viagens a necessidade de descanso aumenta. Levei algumas roupas para a lavanderia (geralmente viajo com roupa para uma semana e vou lavando, ou nas pias e chuveiros da vida, ou na lavanderia mesmo). Depois fui atrás do pueblito paisa. O pueblito paisa é uma réplica de uma cidade da região antigamente. Fica dentro da cidade em um bairro industrial. Achei meio ruim de chegar, me perdi, mas nada que pedindo uma informação aqui e ali não seja encontrado. Para os sedentários como eu a ladeira é grande kkkk suei que nem tampa de cuscuzeira. Mas as pessoas normais vão para lá no fim de semana praticar esportes na escadaria (subir e descer correndo para me humilhar). O lugar é lindo! É uma cidade cenográfica que dá muita paz de tanta lindeza. Me permiti passar algum tempo lá, comer frutas (que são populares em todas as esquinas colombianas), comprar algumas lembrancinhas. Lá também é possível ter uma vista muito boa da cidade! Retornei ao bairro Poblado porque era sábado e a lavanderia fecharia cedo. Peguei minhas roupas, almocei, troquei dinheiro e passeei pelo bairro que é todo gracinha. Visualizei alguns lugares para o lanche da tarde ou jantar, mas meus planos foram por água abaixo. Voltei ao hostel para descansar. Aproveitei para fazer meu check in do voo do dia seguinte. Foi ai que meus problemas começaram. Os pilotos da avianca estavam em greve e meu voo para San Andrés foi remarcado para a semana seguinte, dia em que deveria voltar para o Brasil. Tentei resolver o problema usando o telefone do hostel. Sem sucesso, creio que centenas de pessoas estavam com o mesmo problema e passei 40 minutos sem ser atendida. Resolvi então ir ao aeroporto, que fica bem longe. Como ir para o aeroporto de bus: Pegue um ônibus ou um táxi (mais ou menos 7.000 COP) até o centro comercial (parece um shopping) San Felipe. Na parada em frente a esse shopping passa um ônibus para o aeroporto. Custa 9.000 COP e demora uns 40 minutos para chegar. Nesse mesmo ponto, há uma empresa de táxis compartilhados, que saem a 14.000 COP, mas que está sujeito à lotação para sair. Chegando no aeroporto, expliquei para uma funcionária da avianca o meu problema e ela gentilmente pegou um papel com o telefone que eu havia ligado e disse que era pra eu resolver por telefone... Perdi meus sentidos e descobri que sei brigar muito bem em espanhol. Disse pra ela que só sairia dali com meu problema resolvido. Fui encaminhada para o balcão de check in, onde as atendentes pesquisaram todas as formas da avianca me acomodar em outro voo. Sem sucesso. Uma atendente mais experiente pediu meu passaporte e sumiu. Enquanto isso, a outra atendente me contava do seu sonho de conhecer o Brasil e aprender português. Um tempo depois... Tcharam... Ela apareceu com uma passagem da Viva Colômbia para mim, com bagagem despachada (a Viva Colômbia não aceita bagagem grátis acima de 6 Kg, salvo engano). O grande problema é que o voo sairia as 7h da manhã do dia seguinte. Peguei o ônibus e volta para o hostel... Nesse tempo tinha que pensar em soluções para essa mudança de planos. Acabei decidindo por tomar um banho, arrumar minhas coisas, comer e ir para o aeroporto passar a noite lá. Um táxi para o aeroporto me custaria 55.000 COP. Tomei um táxi até o centro comercial e passei por outro estresse no ponto de ônibus indo para o aeroporto a noite! Um taxista queria me obrigar a ir de táxi com ele. Ofereceu o mesmo preço do ônibus. Fiquei desconfiada de tanta insistência para me levar. Sim, eu sei que os taxistas são insistentes. Também sei que devemos ter cuidado com eles em qualquer lugar do mundo. Na Colômbia ouvi muitos alertas sobre sequestros em táxis. Não há problemas em viajar sozinha, mas devemos estar sempre alerta pois, infelizmente, somos muito visadas nessa situação. Comecei a bater boca com ele dizendo que não iria sozinha. Ele me disse que estaria correndo o mesmo risco indo sozinha com o motorista de ônibus (uma ótima coisa para se ouvir sozinha, às 23h, em um ponto de ônibus de uma cidade desconhecida). No fim, disse que não iria com ele porque não queria. Graças a Deus chegou o ônibus e uma moça para me fazer companhia dentro dele. No aeroporto de Medellin tem alguns sofás onde dá pra dormir bem. A claridade incomoda um pouco, mas nada que uma máscara de dormir não resolva! Gostaria muito de ter passado mais tempo e menos perrengues em Medellin. É uma cidade modelo, cheio de vida e infelizmente não consegui ver nem o básico. Queria ter ido à comuna 13, andado de teleférico, conhecido o centro com mais calma... Mas infelizmente não consegui.
  9. Medellín - Dia 1 O busão chegou na rodoviária às 8h da manhã. Tem uma estação do metrô lá, o que facilita muito a vida de quem chega de ônibus. Fiquei hospedada no bairro Poblado, seguindo a recomendação da maioria dos relatos e blogs que li. Hostel Montañita Fica a uns 10 minutos do metrô e creio eu que é o primeiro hotel da subida (kkkk isso já me fez amá-lo). Fica perto do parque el poblado (onde passam vários ônibus) e do parque lleras (bem animado, vida noturna movimentada). Chegando no hostel (esbafurida da subidinha... ok, estou fora de forma) tomei café da manhã e conheci uma brasileira que estava fazendo um intercâmbio em Bogotá e resolveu passear em Medellin sozinha. Como era a primeira vez dela viajando sozinha ela se apegou a mim (tinha no máximo uns 19 anos) e eu a adotei. No hostel não tinha mapa da cidade para os hóspedes (como assim???). Só um mapa na parede. Confesso que sou totalmente dependente de mapas, físicos, no papel. Ahhh mas você pode usar o celular. Detesto usar celular no meio da rua. Tenho medo. Mais ainda assim fomos pra rua, fazer o que né... Um quiosque de informações turísticas poderia ser encontrado fácil, pensei eu... Fomos para o centro, onde fica a praça Botero e o museu da Antioquia. Meu foco era tão grande em achar um centro de informações para conseguir um mapa que não consegui aproveitar muito as atrações (ok, preciso de terapia). Fomos para o centro administrativo da cidade, já que é por lá que se tem acesso ao parque dos pies descalzos. No meio do caminho achei um centro de informações, consegui um mapa e minha vida mudou! Fomos ao parque dos pies descalzos (que só me lembra a música da Shakira quando ela era colombiana... a dúvida é só se o parque inspirou a música, se a música inspirou o parque ou se não tem nada a ver) onde aproveitei e coloquei meus pés cansados na água para refrescar (lá tem vários lugares com água e areia para que as pessoas, de fato, fiquem descalças). Impossível colocar os pés na areia no sol de meio dia. Ali perto tem algumas lanchonetes estilo fast food com bons preços nas refeições. Comprei um frango empanado com batatas fritas a 14.000 COP. Fomos à plaza de las luces. Lá deve ser bem lindo a noite. Tomamos o metrô até o parque explora. Lá, minha coleguinha achou um passeio para Guatapé, no dia seguinte. Como ela não tinha planos de ir no parque explora e eu não tinha planos de andar a cidade toda naquela tarde, orientei ela a caçar o rumo dela, já que ela só tinha aquela tarde para conhecer tudo o que queria e eu achava essencial ir ao parque explora e tinha um dia e meio para fazer todo o resto. Eu sou apaixonada por ciências. Então esse parque foi o primeiro item da minha lista. A entrada não é das mais baratas para o viajante econômico. Custa 24.000 COP. Mas só não curti mais porque estava muito cansada. Lá tem vários aparelhos interativos para comprovar conceitos da física, aquários gigantes e a parte mais legal que são as salas en encena, mente, física viva e tiempo. Cada sala dessas tem experimentos interativos acerca da sua temática. Pode parecer infantil, mas não achei. Me diverti demais. Não fui ao jardim botânico por falta de tempo e de coragem. Fui ao parque de los deseos descansar os pés. Medellin é uma cidade surreal, exemplo de superação para o mundo! Em um passado não muito distante era dominada pelo narcotráfico e pela violência. Hoje é uma cidade desenvolvida, limpa, acessível. A população desfruta muito dos parques e praças que existem ali. Todos com wifi, que funciona efetivamente. Além disso, a presença da polícia, pelo menos nas áreas em que estive, é uma constante. Recentemente estive em uma palestra com um ex prefeito da cidade. Ele deixou bem claro que as mudanças não ocorreram só pela minimização do tráfico. A população acreditou que era possível mudar e passou a fazer parte da mudança. Além do mais, passou a confiar no Estado. Ouvindo o discurso dele ainda fiquei com vários "comos" na cabeça e tentando fazer uma analogia com o Brasil... Mas na realidade, a Colômbia inteira mudou e não só a cidade de Medellin... Bruuuuuna, volta para o relato! Fiquei um tempo ali no parque porque meus pés realmente estavam destruídos. Tinha muita gente, muitos estudantes e particularmente gosto desse tipo de lugar pela possibilidade de observar o comportamento das pessoas. Depois disso, fui a um quiosque provar um frozen de manga verde com sal e limão. Não é ruim, mas não é maravilhoso... Manga com sal é algo bem comum na Colômbia e dá pra encontrar em todas as esquinas (lembre-se de quando você catava manga verde pra comer com sal e pimenta do reino e liberte essa vontade que está dentro de você, isso na Colômbia). Conversei um tempo com o vendedor (adoro essas conversas) e ele me falou sobre como eles gostam dos brasileiros e sobre como a tragédia da chapecoense aproximou os brasileiros dos colombianos. Voltei para o hostel e saí com a colega para o parque lleras. Mas como não sou da noite só fui conhecer mesmo e comer... Para quem gosta de agitação me pareceu o lugar correto. O pessoal do hostel disse que inclusive rolam aulas grátis de salsa.
  10. Então... Não gosto de lugar muito cheio e nem de vendedor insistente... Então não gostei muito. Além da colombiana que não calava a boca. Me arrependi muito de não ter feito outra coisa, mesmo se tivesse gasto mais. Mas não dá pra negar que a praia é linda! Fiquei com medo de ir a Monserrate a pé depois das recomendações. Mulher viajando sozinha precisa ficar com os olhos, ouvidos e sentidos ligados. Mas o táxi da Candelária pra lá é muito barato, 6.000 COP. Dá pra ir de transmilenio tbem, mas não pesquisei como. Realmente só gosto de museus muito específicos. No Free walking tour até fomos no de Botero, que eu gostei e na casa da moeda. Mas ainda prefiro os parques e as igrejas. Tentarei concluir o relato ainda esta semana.
  11. Conexão no Panamá - Aproveitando o tempo!

    Foram direto. Fiz isso até pra economizar com guarda-volume. Despachei minha mochila em Brasília e só peguei em Cartagena.
  12. Conexão no Panamá - Aproveitando o tempo!

    Cheguei no Panamá as 6h. Meu voo para Colombia saiu as 21h. O que demora mais é ir do aeroporto para o centro da cidade. Do albrock mall para o canal é rapidão. Como não tinha nenhum navio passando, passei mais ou menos 1 hora no canal. E tive a sorte de não esperar muito pelo ônibus na ida e nem na volta. Não sei se tem opção de ônibus para ir ao canal sem o cartão!
  13. Bogotá - Dia 3 Dia de ir ao cerro de monserrate. O ingresso subida/descida custa 19.000 COP (o preço depende do dia da semana e do horário). A vista de Bogotá é muito linda! A igreja que tem lá também. Tinha muitas crianças em excursão da escola... Eles pedem pra tirar fotos com você, porque você é brasileira. Senti o efeito da altitude e tomei um chá de coca para me sentir melhor (e para matar a saudade, deveria ser vendido no Brasil) Um táxi da candelária para lá custa 6.000 COP. É possível ir a pé (um subidão), mas nem a guia do tour, nem a moça do hostel recomendaram. Almocei uma Frijolada, que é a feijoada colombiana (14.000 COP). Curti, mas não curti hehe... A nossa é bem mais temperada. Não sou muito fã de museus, mas para matar o tempo fui ao museu do ouro (4.000 COP a entrada, imperdível para quem curte museus). Também fui na feirinha de artesanatos comprar mais lembrancinhas. Por volta as 18h fui para a rodoviária. Paguei o transfer do hostel porque achei o preço bom (20.000 COP) além de ser cômodo. Comprei a passagem na hora na empresa expreso boliviano (recomendo) para medellin a 65.000 COP. Lanchei no subway mesmo (lugar menos suscetível a dar um piriri na viagem) e esperei até as 22h, horário de saída dos ônibus. Por volta das 2 da manhã o ônibus para em um lugar que nunca saberei onde é. Nesse horário, as pessoas comiam pratos enormes de comida. Fiquei com medo do motorista cochilar por indigestão, mas deu tudo certo!
  14. Bogotá - Dia 2 Resolvi fazer o Free Walking Tour para conhecer a cidade. Super recomendo. Ele sai as 9h em frente ao museu do ouro e termina por volta de 12h30. A gorjeta sugerida era de 30.000 COP (achei super justo porque a moça que foi nossa guia era bem legal, sabia bastante da história da cidade). Esse tour passa por todos os pontos turísticos, exceto o cerro monserrate, que fica mais longe Almocei em um restaurante recomendado pela guia, que salvo engano se chama la puerta del castillo (fica ao lado da catedral e do famoso la puerta falsa). O lugar é super arrumado, mas os preços são bons. Comi um ajiaco (frango com caldo de batatas e milho - sensacional) e paguei 25.000 COP por isso. Depois fui ao mercado comprar café pra trazer de lembrancinha (pacotinhos pequenos =). Descansei no hostel (senti um pouco do efeito da altitude, mas nada comparado a Bolívia e Peru) e depois fui andar mais pelo centro e comer no la puerta falsa o famoso chocolate com queijo ( é um chocolate quente feito com água, ai você mergulha o queijo, ele derrete e você come... é bom, mas é ruim rs)... a 7.000 COP (parece estranho, mas recomendo).
  15. Cartagena - Bogotá - Wingo Fui feliz para a sala de embarque, chegando lá quem eu encontro: a colombiana da praia branca. Ela me convidou pra ficar na casa dela, e obvio que eu nunca aceitaria (meu fígado anda ruim, mas meus rins e meu coração devem servir no mercado negro)... 4 da manhã eu não estava muito disposta a conversar... Ignorei. No voo ela ainda sentou perto de mim (não ao lado, mas na mesma fileira). Fiquei com medo dela insistir muito e ao desembarcar fiz hora no banheiro até dar tempo dela ir embora sem me encontrar. Deu certo. O voo da wingo foi muito bom. Bem mais espaçoso que o avião da Copa que foi de Brasília ao Panamá. Não tenho do que reclamar. Bogotá - Dia 1 Sair do aeroporto de Bogotá de ônibus é muito simples. Tem um ponto de ônibus onde você pega o ônibus alimentador sem pagar nada. Ele vai te deixar no portal El Dorado onde você vai comprar o cartãozinho do busão e ir pra onde precisar. Fiz minha reserva pelo booking no explora hostel, na Candelária. Quando cheguei na Candelária o local me pareceu assustador, tipo o centrão antigo de São Paulo. No começo me arrependi de ter reservado hospedagem lá, mas depois de circular por lá percebi que é movimentado, policiado e seguro, além de ser perto das principais atrações e estações do transmilênio. O hostel é maravilhoso. Não tinha café da manhã incluso, mas em Bogotá come-se muito bem pagando pouco. Havia combinado com uma moça em cartagena de ir para a Catedral de Sal junto com ela. Mas acabamos nos perdendo e só nos encontramos lá na hora de voltar. Mas não é difícil chegar lá por conta própria (pode ser demorado). Então nada de excursão. Vamos lá: Pegue o transmilênio de onde quer que você esteja até o portal norte. Atravesse a catraca e pegue um ônibus para Zipaquirá (a viagem dura mais ou menos 1 hora). Pergunte ao povo do ônibus como chegar à catedral de sal. Estava faminta e almocei em Zipaquirá, uma cidadezinha muito simpática. Fui caminhando até a catedral (caminhada em linha reta, não tem erro). Não é tão perto, mas não é tão longe. O que pega mesmo são as subidas quando se chega no parque onde fica a catedral. Eu quase cai dura quando descobri o preço para entrar na catedral (50.000 COP, o pacote mais básico... com ida a museu e outras coisinhas esse valor pode aumentar bastante... tinha lido informação errada na internet e quase fiquei sem dinheiro). Mas a visita vale cada centavo. Os grupos saem com um guia que explica tudo direitinho e dura entre 1h e 1h30. A catedral é linda, foi um dos melhores passeios que fiz na Colômbia, muito emocionante. Na volta encontrei com a moça e voltamos para Bogotá. Como era horário de pico gastamos 4 horas pra voltar (sim, o trânsito de Bogotá é muito ruim). Implorei pro moço em uma casa de câmbio trocar dinheiro pra mim para que eu pudesse comer. Lanchamos e voltei para o hostel.
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