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  1. cmcf, Não. Cafiaspirina é a aspirina que tem tb cafeína. A cafeína é vaso dilatador. Por isso, ajuda a reduzir os sintomas do mal da altitude. Pelo menos, foi o que o médico me explicou. Há tb um remédio que se toma durante uns três ou quatro dias antes da viagem que evita o problema, mas não pode ser usado por alérgicos à sulfa. Não lembro o nome, mas qdo viajei, estive no hospital da UFRJ que tem um serviço de ajuda a viajantes e eles iam receitar, mas como sou alérgica, nada feito! Mô
  2. cmcf, Não precisa comprar a Soroche Pills, basta levar a velha e boa Cafiaspirina que dá no mesmo. Outra dica importante é quando estiver chegando, comece a comer caramelos. O açúcar ajuda a melhorar os sintomas. Essas dicas foram passadas por um amigo que morava em La Paz e eu comprovei que dão certo!
  3. Paguei US$ 65 (incluindo o hotel de sal) pelo tour de quatro dias, mas dá tranquilamente para pegar o de três dias, pois fazem o mesmo passeio, apenas mais rápido. O preço do de três dias era US$ 55. Vou procurar em casa para ver se acho o cartão da operadora. Abs, Mô
  4. Magno, a Colque anuncia que hospeda no hotel de sal, mas qdo vc chega lá eles dizem que infelizmente o hotel está fechado. Fiquei no outro, que inclusive apareceu em uma reportagem da Globo acho que na semana passada, e foi muito legal. Paguei US$ 5 a mais para a operadora de turismo (Bolivia Explorer) para ficar lá. Um detalhe: eles cobram por fora o direito a tomar banho, são mais 10 pesos (+ou- US$ 1,25). Se estiver com problemas de grana, recomendo que fique no hotel de sal. Abs, Mô
  5. Não quero ser estraga prazeres, mas a máquina do meu amigo travou no Pico da Bandeira, que convenhamos não é tão frio assim. O esquema de esquentar a máquina dá certo em determinadas situações, mas se estiver próximo a zero, a recomendação de fabricantes de filmadoras digitais profissionais é colocar uma capa, que vem junto com a máquina. Sei disso pq trabalho com profissionais de fotojornalismo, que alternam máquinas fotográficas digitais com filmadoras digitais. Por las dudas, e como pretendo viajar a lugares onde a temperatura fica próxima a zero ou abaixo de..., optei por comprar uma mecâ
  6. Olá Trota, Não sou especialista em fotografia, mas tenho vários amigos fotógragos profissionais. Como pretendo viajar para a Patagônia, fui conversar com eles para especificarem uma câmera para mim. Estava pensando numa digital, mas levei um susto: em locais muito frios, câmeras digitais ou eletrônicas podem travar e vc não ter nenhuma foto. Mandaram eu comprar uma manual. Foi o que fiz. Fica a dica. MÔ
  7. Acho que tem informação truncada. Tirei passaporte no Rio, no posto da Polícia Federal na Praça Mauá (Av.Venezuela,2) em dois dias. Sete dias leva para quem é comodista e entrega os documentos no Riosul ou na Barra. Pode ir na Pça Mauá que é garantido.
  8. Paulo, o tour de 4 dias pela Aerosur está variando de US$ 335 a US$ 370 (partindo de Sta Cruz ou La Paz) e de US$ 298 a US$ 340 (partindo de Cochabamba). É muito caro! Vc pode comprar uma passagem pela LAB até Sucre (em outubro agora paguei US$ 392) e depois seguir de ônibus até Potosi (15 bolivianos) e depois Potosi/Uyuni (20 bolivianos). Não faça direto Sucre/Uyuni pq são 11 horas (se não atrasar) em ônibus sem banheiro e apenas duas paradas: uma em Potosi (mais ou menos 30 minutos e dá para negociar ida a um banheiro próximo) e depois no meio do caminho entre Potosi e Uyuni, onde não há
  9. Gmar, se escolher a Expediciones, veja se consegue ir com o motorista Alejandro. Ele é super legal e quebra todos os galhos. A gente fazia mil pedidos e ele sempre atendia. Foi ótimo. Se conseguir que ele seja o motorista, o tour certamente será um sucesso.
  10. Gmar, pelo que presenciei, recomendo a Expediciones Discovery Bolivia, pois eles fornecem um contrato especificando tudo que irão fazer (a Cordillera só me deu um recibo dizendo "tour de 4 dias"), onde está especificado que se o motorista beber ou se o carro quebrar e o tour não for completado, haverá devolução do dinheiro. Eles também garantem que se o carro quebrar, há rádio para chamar outro. Detalhes: todas não incluem no preço a entrada na Isla del Pescado (15 bolivianos), nas Lagunas (30 bolivianos) ou o banho no hotel de sal (10 bolivianos). É preciso pedir para ficar no hotel de sal e
  11. Eu vi o avião no "aeroporto" de Uyuni. Parece saído de um filme da década de 40. Não tenho medo de voar, inclusive vivo voando em helicópteros, mas naquele eu não entrava nem pagando. Outra coisa: o preço é alto, acho que é US$ 420 entre Potosi e Uyuni. Para mim, não vale!
  12. Leonardogse, outra opção é ir pela LAB (o preço de ida/volta saindo do Rio é US$ 420 em dezembro) até Sucre e depois ir de ônibus para Potosi (15 bolivianos) e de Potosi para Uyuni (20 bolivianos). É mais barato que o trem e vc ainda conhece Potosi. Não recomendo ir direto de Sucre para Uyuni pq são 11 horas de viagem (se não tiver atrasos) em ônibus sem banheiro. Com um detalhe: eles só param duas vezes, uma em Potosi (dá para negociar a saída em busca de banheiro) e no meio do trajeto entre Potosi e Uyuni, onde não há banheiro. Para vc ter uma idéia do câmbio, em outubro (dia 20), US$ 1 val
  13. Gmar, Estive no Salar agora no final de outubro e usei a Cordillera. Parece que eles se aproveitaram da fama e começaram a pisar na bola. Paguei o tour de quatro dias (dá para fazer em três) US$ 65, ficando no hotel de sal. Eles queriam cobrar US$ 80, mas baixaram qdo eu disse que a Colque tinha cotado a US$ 65. Paguei mas na hora de viajar, eles me repassaram para outra agência, que na verdade é quem fez o tour. Tinha dois brasileiros com eles, que pagaram menos US$ 10. A Cordillera manda a gente comprar água e a outra oferece uma garrafa de dois litros por dia, de graça. O atendimento foi
  14. Correção: Sai "acho de voltar" e entra: "acabo de voltar". Perdoname.
  15. Salsicha, atualizando os preços: passagem Sucre/Potosi- 15 bolivianos e 3h de viagem. ônibus razoável. Potosi/Uyuni- 20 bolivianos para 7h de viagem e ônibus sofrível. Se oferecerem Sucre/Uyuni (35 bolivianos), fuja! Além do ônibus ser ruim, são no mínimo 11h de viagem, com duas paradas: uma em Potosí (parada de 30 a 50 min, dependendo do motorista) e outra no meio do caminho, numa pocilga que eles chamam de restaurante. O ônibus não tem banheiro e muitas vezes as poltronas estão quebradas. Acho que voltar e entrei nesta roubada! O tour para o Salar, em três dias fica em US$ 60, dormindo uma
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