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Danielle Paes

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Sobre Danielle Paes

  • Data de Nascimento 19-11-1973

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  1. Olá, Puxa, fico super feliz em saber que o que escrevo está sendo útil!!!! A bem da verdade, estou me "sentindo" depois de ler o seu comentário... rs Olha só, Postei mais dois dias de viagem, contudo ainda não deu para carregar as fotos. Nessa semana, sem falta, darei um gás na parte da França!!!! Beijos!!!!
  2. Oi, Ingrid!!! Não desisti e olha, postei meus dois últimos dias em Barcelona e algumas indicações de Paris!!!! Estou meio lentinha, mas prometo que nessa semana você já verá notícias da França e as fotos que faltam nas minhas últimas inclusões. Vou ter um pouquinho mais de trabalho porque meu bloco de notas sumiu... Daí minha referência cronológica da França será por meio das fotos e dos tickets das atrações que tenho guardados. Não desista de mim! Bjs
  3. 20º dia Paris Passeios: Hôtel des Invalides; Champs Élysées; Quartier Latin; Notre Dame; Margens do Rio Sena. Todos imperdíveis!
  4. Olá Mahpa e Ana, Puxa, fiquei super feliz com o feedback de vocês! Vou ver se consigo dar uma acelerada nesta semana para que possa chegar logo em Paris. Ontem fechei mais um dia em Barcelona (16º)... Espero que gostem! Beijão, Dani.
  5. Olá Ingrid, não pararei! rs Obrigada pelo eleogio!!!! É que eu passei por um período bem punk no trabalho e agora que as coisas estão mais tranquilas, tô retomando o relato no Mochileiros!!!! Vou postar mais fotos e continuar a saga! rsrsrsrsrs Abraços!!!!!
  6. 19º dia Barcelona - Paris (Charles de Gaulle) Aerobus Ramblas-Aeroporto (5,5 euros) Vôo pela Easyjet, 70 euros (comprei meses antes), Easyjet - http://www.easyjet.com 2h30 de viagem Hospedagem: Grand Hôtel de L'Avenue, http://www.avenue-paris-hotel.com/index.htm 14 rue Rampon, Av. Republique. 524 euros (7 diárias, valor total dividido por duas pessoas) quarto duplo com banheiro Café da manhã pago à parte. Passeios: Quartier Latin. Conforme previsto, a noitada terminou com o sol nascendo. Nós tivemos 1 hora de sono e nos mandamos para a Praça Catalunya para tomar o aerobus, ou seja, o "frescão" que nos levaria ao aeroporto. Chegamos sem maiores problemas no aeroporto, pero a m. do terminal da Easyjet era na #%*#. Estávamos em cima da hora e ainda por cima andamos mais um tempão até chegar lá. Por isso, muita atenção na hora de comprar bilhetes de companhias aéreas de baixo custo como a a Webjet ou Ryanair, pois os respectivos e muitas vezes distantes terminais podem por tudo a perder... Chegamos no bendito terminal e tinha uma fila enorme para Paris e ali ficamos. A fila não andava, ninguem dizia nada, o tempo corria e eu ia ficando nervosa. De repente, o que estava como "vôo previsto" na tabela eletrônica mudou automaticamente para "última chamada". Quase enlouqueci! Corremos para a frente da fila do check in e... corremos mais um bom pedaço para o portão de embarque! Fomos as ultimas a entrar no avião e, óbvio, sentamos na última fileira antes do banheiro.... aarrrrrrrrrrrgh...
  7. 18º dia Barcelona Passeios: Trem para Figueres, 20 euros (ida e volta) - 2h de viagem. www.renfe.com/viajeros/index.html; Teatro Museu Salvador Dali, 7 euros, www.salvador-dali.org; Mercat de la Boquería; Bairro Gótico - obrigatório!!!! Sinatra; Soul Club; Taberna L'Ovella Negra, Sitges 5, Ciutat Vella - Barrio Raval , www.ovellanegra.com; Marula Café. Todos valem muito à pena! Acordamos empolgadíssimas, pois logo tomaríamos o trem que nos levaria até o museu de Dalí!!!! Fazia um tempinho que eu não cometia uma besteirona, e nesse dia quase comprometi o passeio. Fomos à estação da Plaça Catalunya atrás dos tickets de trem e daí eu resolvi comprá-los na bilheteira eletrônica. Como o nome da lista mais parecido com Figueres era Figaró (Montmany), não hesitei e comprei. Desconfiada, falei com um rapaz no balcão de informações ali perto, tudo ok. Algumas paradas depois do embarque, tivemos que fazer uma baldeação, então aproveitamos a oportunidade para perguntarmos novamente sobre o itinerário a um dos fiscais dessa estação. Ele nos olhou e disse: - vocês têm que comprar o ticket para Figueres, Figaró é um povoado com pouco mais de 1000 pessoas nas cercanias de Barcelona. O que vocês querem lá? Vocês voltarão todo o percurso que fizeram e comprarão novos tickets de TREM no balcão da Renfe da Estació de Sants. TREM!!!! Daí eu me dei conta que tinhamos tomado METRÔ e que as passagens realmente estavam muito baratas para uma viagem que supostamente duraria cerca de 2 horas... Eram mais de 10h da manhã quando finalmente embarcamos para Figueres. Chegamos ao nosso destino e seguimos a multidão que aparentemente também rumava para o Museu. As lojinhas ao caminho eram lindas e ficamos enlouquecidas para entrar, mas fomos fortes e não perdemos o foco. Acho que levamos uns 15 minutos entre a estação e o museu, e no trajeto até lá encontramos uma Figueres muito encantadora. Simplesmente I-N-C-R-Í-V-E-L! O desenho do edifício e a disposição das peças nas salas de exposição foram meticulosamente projetados por Dali. Cabe destacar que o Teatro Museu Dalí , fundado em 1974, foi construído sobre o que restava do antigo teatro local e lá concentra a maior e mais importante coleção de obras de Salvador Dalí. Conhecer esse lugar foi uma experiência única. "Devoramos" o museu!!!! Mais do que recomendado! Depois de 3 horas com Dalí corremos para a estação e tomamos o trem de regresso a Barcelona que saía às 16h30, pois queríamos dar mais uma volta pelas cercanias das Ramblas antes de anoitecer (afinal, partiríamos para Paris no dia seguinte). Lá fizemos um pit stop no Mercat de Boquería e depois fomos "dissecar" o famoso bairro Gótico, o mais antigo de Barcelona cujas ruas, ainda de pedra, são muito estreitas e por isso não circulam carros. Além da também gótica Catedral de Barcelona e do museu de história local (onde há restos de muralhas medievais), há muitas lojas estilosas de jovens artistas ou designers, restaurantes descolados, muito lugar legal para se beber e comer tapas e óbvio, "inferninhos" onde dançar(para todos os gostos) até o sol raiar. Voltamos para o hotel, deixamos nossas bagagens prontas para o dia seguinte, descansamos algumas horas e iniciamos o ritual de despedida de Barcelona começando pelo restaurante Sinatra (isso mesmo, clientes fidelizadas), fizemos um tour gastronômico pelo cardápio e ficamos lá até a hora de ir para o Soul Club (há!). Decepção, nesse dia estava tão lotado e o assédio tão esquisito que sumimos dali rapidinho. Andamos errantes pelas ruas e por acaso nos deparamos com a famosa taverna L'Ovella Negra, no bairro Raval (cuidado quando andarem por ali sozinhos, principalmente à noite) . É um clube noturno/restaurante em um edifício do século XVII, antigo convento de monges que depois se tornou armazém de farinha da cidade. É dirigido ao público que gosta de rock'n Roll, com mesas longas repletas de barceloneses e de mochileiros de todos os cantos do globo se divertindo. Se eu não me engano, também vi mesas de sinuca, totó e um palco legalzinho para bandas se apresentarem. Meu lado "metaleiro" deu pulinhos de alegria, mas a minha parceira de viagem já não curtiu muito (achou meio "sujão", com razão). Demos um tempinho por ali e nos mandamos para o Marula Café, pois seria diversão garantida para ambas. E foi!
  8. 17º dia Barcelona Passeios: Caminhar a pé pela cidade; Mercat de la Boquería; Barceloneta (incluindo o almoço); Museu Nacional d'Art de Catalunya, http://www.mnac.cat/index.jsp?lan=001, 8,50 € (válida para dois dias durante um mês, coleção permanente); Akom; Soul Club; Jamboree Jazz Club, http://www.masimas.com/jamboree, Plaça Reial 17; Marula Café. Acordamos as 11h da manhã e já haviamos perdido o desjejum do hotel. Aproveitamos a ocasião para comer no famoso Mercat de la Boquería, a três quarteirões do Lloret. A feira é linda, como o nosso mercado municipal em São Paulo. Havia várias tendas coloridas com legumes e frutas da estação, sucos de milhares de sabores, chocolates, presuntos de todos os tipos, tapas deliciosos, mariscos, etc. Mas eu estava com uma P. de uma ressaca, então me limitei a tomar água de côco... Por via das dúvidas, comprei lasquinhas de côco e biscoitinhos salgados e enfiei na mochila, para o caso da fome chegar de vez (como acontece na maioria das vezes). Tiramos o dia para caminhar e assim fomos até a Barceloneta, bairro em cuja orla marítima encontram-se o Port Vell e o Porto Olímpico. Em vez de seguirmos direto pelas Ramblas, resolvemos fazer o percurso entrando na Carrer de la Unió, pois queríamos conhecer a Plaça Reial. Descemos mais e vimos a Basílica de la Merced, andamos mais um pouco e pronto, estávamos na Passeíg de Colóm, que desemboca na Barceloneta. Avaliamos a possibilidade de entrar no gigantesco aquário à nossa frente, contudo, concordamos que era melhor passarmos o dia ao "ar livre" dado o estado crítico em que nos encontrávamos (rs). Seguimos caminhando pela bela orla e parávamos eventualmente para descansar ou tirar fotos ao lado de esculturas ou nas muradas dos cais pelo caminho, apinhados de barcos e lanchas. Para alcançar um ponto da praia onde pudéssemos estender nossas cangas e colocar os pés na água, atravessamos o bairro. Confesso que a praia em si, embora seja uma das mais famosas de Barcelona, não é lá essas coisas e as edificações em volta não são tão bonitas como em Cascais (Portugal), mas o clima estava bem agradável e havia muita gente bonita circulando por ali. Detalhe: pelo menos 70% das "moçoilas" tomavam sol fazendo topless. "Calangamos" na areia por algum tempo e fomos procurar um lugar para almoçar. Do outro lado da rua que separa a praia dos edifícios, há dezenas de restaurantes lado a lado com preços e cardápios variados. A Renata queria comer gambas (camarões grandes) e eu, alérgica a crustáceos, para variar tive que me "contentar" com peixe. Mais uma vez acertamos, pratos saborosos, bem servidos a um precinho camarada (cerca de 15 euros cada) e vinho da casa, claro! Tenho a impressão de que o restaurante se chama El Gamba... Depois de comermos, decidimos ir conhecer o Museu Nacional d'Art de Catalunya, que tem como acervo a arte catalã em todas as suas formas, desde o período românico até meados do século XX. No dia anterior, quando fizemos o passeio no ônibus turístico, ficamos encantadas com o gigantesco palácio que abriga o museu (El Palau Nacional, que haviamos visto só de longe) e que está praticamente na entrada do Parc Montjuïc. Bem, fomos até o ponto de ônibus comum e ficamos de molho por quase 1h até chegar o nosso. Foi uma aventura, estava lotado e o motorista era uma figura! Uma velhinha se sentiu desrespeitada e disparou a xingá-lo porque ele não abriu a porta do veículo para ela subir, daí ele gritou: "Então, a senhora vai sentar no meu colo??? É isso???". Ah, sim... os catalães geralmente são beeeem pavio-curto... Ok, descemos na parada (Plaça d'Espanya) que o motorista indicou, e caminhamos... Não bastasse a longa distância entre a parada e o museu, ainda havia a subida. Sorte nossa que em alguns trechos tinhamos escadas rolantes para nos dar um refresco. O pátio externo do museu e a vista panorâmica da Plaça d'Espanya (linda!) valeram a canseira que foi para chegar até lá. Não estávamos com paciência para conhecer o acervo do museu, portanto só tivemos acesso a parte das suas dependências, como a Sala Oval (onde acontecem mega eventos). Do lado de fora, ainda havia muita gente sentada pelas escadarias externas esperando para ver o pôr-do-sol. Antes disso, já estávamos na estação de metrô, rumo às Ramblas. Voltamos à noitinha para jantar no Akom e estava fechado. Entramos no restaurante vizinho e foi uma tragédia, péssimo atendimento. Então, passamos na padaria, pegamos algumas guloseimas e partimos para o hotel. Quando deu 1h da manhã fomos direto para o Soul Club. Lá estava tão bom quanto na noite anterior, e um pouco mais cheio. Lá pelas 2h fomos em busca do Jamboree Jazz Club, outra dica de Lorenzo. O lugar é bem legal, meio largado mas estiloso e principalmente democrático, pois em cada andar tocava um estilo de música diferente, além de ter um espaço reservado para pequenos concertos. No entanto, não me senti à vontade ali. Muita molecada... Não relaxei... A Renata também ficou meio deslocada, pois não demorou muito para perguntar se eu não queria dar uma checada no Marula. Topei na hora! Chegamos lá e só não pegamos a enorme fila que ser formava porque fizemos amizade com o segurança. Ficamos menos de 1h, pois as músicas estavam péssimas e já que estávamos super cansadas e teríamos que acordar cedo no dia seguinte para viajar até Figueres (Teatro Museu Dalí), não titubeamos em voltar imediatamente para o hotel.
  9. 16º dia Barcelona Passeios: Caminhar a pé pelas ruas; Casa Batló, http://www.casabatllo.es, 17,50 euros (com desconto de 10% por comprar o ticket do City sightseeing); La Pedrera, http://www.barcelona-tourist-guide.com/en/albums-en/gaudi-pedrera, 10 euros; City SightSeeing - Rota oeste; Almoço no Divine Restaurant, C/ Balmes, 24; Parc de Montjuic, http://www.barcelonaturisme.com/Parc-de-Montjuic/_dHcEaVlbphwE-UMd45leEd5DlUsztdocdW4LHetpKP8, entrada gratuita; Fundació Joan Miró, http://www.fundaciomiro-bcn.org, 9 euros (+4 euros, audio-guia); Soul Club (Soul, Funk Jazz and Latin Grooves), http://www.soulclub.es, Nou de Sant Francesc 7 (para esquentar a noite!!!!); Marula Café, http://www.marulacafe.com, C/Escudillers, 49 (a coisa começa depois de 1h e só acaba quando já é dia!!!). Tudo imperdível! Acordamos cedíssimo e fomos para a rua. Nós iríamos apenas a uns 3 ou 4 quarteirões dali, na Avenida Passeíg de Gràcia, conhecer a Manzana de la Discordia barcelonesa, onde estão lado a lado três edifícios de arquitetura modernista absolutamente diferentes entre si: Casa Batlló de Gaudí, Casa Lleó Morera de Lluís Domènech i Montaner e a Casa Amatller de Josep Puig i Cadafalch (só foi possível entrar na Batló, ). Entrei sozinha na casa Batló, pois a Renata já tinha feito esta visita um dia antes. Paguei 17,50 euros para também receber o audio-guia, eria interessante compreender um pouco melhor o que se passava na cabeça de Gaudí quando concebia suas obras... Telhas inspiradas em escamas de peixes, espinhas dorsais de lagartos em forma de escadas (ou seria o contrário?), colunas com arcos em forma de costelas de baleia, vitrais estranhissimos e ausência absoluta de arestas... As soluções para circulação de ar e a exploração de luz natural eram vanguardistas como o autor. Algo que eu não sabia é que essa casa também é conhecida como Casa dos Ossos, pois dizem que sua fachada se parece com um crânio. Depois do momento de êxtase na Casa Batló, seguimos caminhando até a Casa Milà, mais conhecida como La Pedrera. Como esta residência é patrocinada pelo governo Catalão, o valor da entrada caiu bastante (10 euros). E mais uma vez Gaudí nos emudeceu... Já estava na hora do almoço e a calçada da avenida Passeíg estava lotada de mesas de cafés e restaurantes da vizinhança. Escolhemos o Divine Restaurant, onde comemos e bebemos muito bem (entrada, prato principal e sobremesa, regados a um suave vinho tinto) e deixamos 70 euros na mesa sem "chiar". Depois da comilança e de uma ligeira caminhada para ajudar a digestão, tomamos o ônibus turístico para o lado oposto que percorremos no dia anterior. Fomos até o Parc de Montjuïc, onde está a Fundació Joan Miró. Esse parque é como um cinturão verde em Barcelona. A vista lá de cima é fantástica! Embora tenhamos chegado ali de ônibus, o mais bacana é "subir" de funicular ou teleférico. Entramos na Fundació Juan Miró, museu com acervos do artista (http://mestres.folha.com.br/pintores/11/) que dá nome ao espaço e com duas ou três galerias para exposições temporárias. Creio que muita gente conhece suas obras, mas não "associa o nome à pessoa". Os símbolos nas pinturas e esculturas surrealistas de Miró, que têm forte influência dos estudos psicanalíticos de Freud, inspiraram padronagens em tecidos e são estampadada mundo afora em roupas, bolsas, capas de caderno, etc... Saímos do museu no fim da tarde e caminhamos pelo parque, vimos outros espaços culturais (o museu militar fica no edifício mais antigo do parque, o Castell de Montjuïc), instalações e monumentos que foram construídos especialmente para a Exposição Universal de 1929 e os Jogos Olímpicos de 1992. Tomamos o ônibus de volta para o centro de Barcelona sabendo que muita coisa ficou para trás. Comemos uma besteira qualquer na rua e fomos descansar, pois mais tarde iríamos curtir a balada noturna barcelonesa (finalmente!!!). À meia noite já estavamos batendo perna nas Ramblas e, antes de investigar as sugestões que recebemos do garçom do Sinatra (Lorenzo, um publicitário italiano que resolveu "dar um tempo" no trabalho e cair no mundo), seguimos a multidão que rumava para uma das várias ruelas que desembocavam ali. Além dos "panfleteiros", havia muito imigrante vendendo drogas. Eles emparelhavam seus passos aos nossos e nos ofereciam desde haxixe à heroína. Aliás, só estando dentro da Europa que compreendi porque a xenofobia vem aumentando vertiginosamente. Há muitos ciganos romenos (embora também sejam europeus, não são bem vistos), africanos e latinos vivendo ilegalmente nos países da Comunidade Européia... Na França, por exemplo, essa situação está fora de controle. Bem, recebemos um panfleto de um lugar chamado Soul Club e nesse dia iria rolar o quê? soul & funk brasuca da década de 70 mais black music em geral! Para lá fomos! Pagamos 10 euros para entrar com direito a um drink. Quem estava nas picapes era um dj grego apaixonado por música latina. Ao fundo da pequena pista de dança havia uma tela onde passavam filmes P&B antigos com cenas corriqueiras de New Orleans ou de Louis Armstrong tocando, mulheres dançando, tudo muito sincronizado com as músicas que estavam rolando. De repente, começou a tocar Wilson Simonal e Tim Maia (Racional), como eu já estava na 2ª caipirinha (por incrivel que pareça, a melhor que já experimentei) deixei meu corpo ir no embalo... O Soul Club era só o começo, quando deu 2h da manhã fomos atrás da dica de Lorenzo: o Marula Café. Para chegar até lá, passamos por algumas ruas escuras e estreitas e como a entrada do local é bem discreta, quase passamos batido pela porta (a verdade é que nos perdemos e rodamos o mesmo quarteirão algumas vezes antes de encontrar o lugar). Pagamos 10 euros e atravessamos uma cortina vermelha parecida com a de um cabaré. Lá dentro estava escuro, a pista de dança era um pouco maior e havia espelhos nas paredes, exceto no lado onde estava a cabine do DJ. Fomos pegar a cerveja para continuar os "trabalhos"(5 euros a Heineken long neck!!!!! ) e quando pisamos na pista começou a tocar Jorge Benjor, deliramos! Dançamos até as 6 da manhã e fizemos alguns amigos, dentre eles um brasileiro. O dia raiou, mas a nossa vibe ainda estava noturna... Perambulamos pela rua atrás de um bar aberto, mas aparentemente nada mais estava funcionando. Uma portinha se abriu, um sr. nos acenou para entrar em silêncio e fechou rapidamente quando todos estavamos dentro. Era um bar lotado servindo bebidas e petiscos! Lá me explicaram que depois da 5 da manhã é proibido esse tipo de estabelecimento aberto. Resultado: Às 8 horas da manhã rumamos a pé para o hotel, bebuns e muito felizes... [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110421122943.JPG 375 500 Legenda da Foto]Fundació Antoni Tàpies.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110306184335.jpg 500 473.75 Legenda da Foto]La manzana de la discordia.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110421122601.JPG 375 500 Legenda da Foto]Casa Batló.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110421123242.JPG 500 375 Legenda da Foto]Mais de perto e mais acima.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110421125150.JPG 375 500 Legenda da Foto]O que esta escada lembra mesmo?[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110421125325.JPG 500 375 Legenda da Foto]Uma das salas mais belas da casa.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110421185932.jpg 500 375 Legenda da Foto]La Pedrera.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110421190836.JPG 500 375 Legenda da Foto]Terraço da La Pedrera.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110424191130.jpg 500 375 Legenda da Foto]Fundació joan Miró (minha bateria da máquina ficou ruim por 1 semana, então, peguei esta emprestada do Wikipedia).[/picturethis]
  10. 15º dia Barcelona Passeios: City SightSeeing (nesse dia fizemos a rota leste), 29 euros - válido para 2 dias, http://www.barcelonacitytour.cat; Templo Expiatório da Sagrada Família (Catedral da Sagrada Família), 14 euros (+ Casa Museo Gaudí, no Parque Güell); Parque Güell; Casa Museu de Gaudí; Restaurante Acoma, http://barcelona.salir.com/acoma_cafe_bar; Restaurante Xnotila (Ramblas); Passeio pelas Ramblas; Exceto os restaurantes, tudo imperdível! Ah, Barcelona... Foi o primeiro lugar na Europa em que me belisquei para certificar se eu estava ali mesmo... Barcelona é simplesmente FABULOSA, péssimos são os preços das coisas lá. Ô, cidade cara!!!! Quem quiser se aventurar por essas terras catalãs deverá se preparar psicologicamente e financeiramente (claro!) para gastar, pois não é o tipo de local que valha a pena economizar, mas não mesmo... Bom, nós acordamos e tomamos o café da manhã do hotel, aliás, muito bem servido. Recomendo muito o Lloret! Ficamos num quarto simples, mas excelente e com banheiro privativo (finalmente...). Fomos para a rua e a primeira coisa que fizemos foi ir à praça Catalunya comprar o ticket para passeio nos ônibus turísticos. Nossa primeira parada foi na Catedral da Sagrada família (desde desde longe já viamos suas altas torres). Não consigo descrever o que senti quando a vi de perto além do ar que desapareceu de meus pulmões. Nós ficamos boquiabertas com a beleza/estranheza arquitetônica da igreja, simplesmente gigantesca e magnífica. Ali ainda será um grande canteiro de obras por muito tempo, pois a riqueza de detalhes prevista nos planos de Gaudí está sendo um grande desafio para os arquitetos e engenheiros atuais... Algumas imagens esculpidas são tão esquisitas que eu fiquei me perguntando se Gaudí estava debochando de Deus, nada disso, ele era católico fervoroso. Vejam o que capturei sobre ela no Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Templo_Expiat%C3%B3rio_da_Sagrada_Fam%C3%ADlia "Quando Gaudí começou a dirigir a construção do templo, somente estava construída a cripta, na qual modificou os capitéis, que passaram de ser em estilo coríntio a outro estilo inspirado em motivos vegetais. Gaudí evolucionou desde o primeiro projeto neogótico para o seu estilo particular naturalista, orgânico, adaptado à natureza; uma das suas fontes de inspiração foi a Caverna do Salnitre em Collbató (Barcelona). Gaudí opinava que o gótico era imperfeito, porque as suas formas retas, o seu sistema de pilares e arcobotantes não refletia as leis da natureza, que segundo ele é propensa às formas geométricas regradas, como são o paraboloide hiperbólico, o hiperboloide, o helicoide e o conoide.[27] As superfícies regradas são formas geradas por uma reta, denominada geratriz, ao se deslocar sobre uma linha ou várias, denominadas diretrizes. Gaudí as achou em abundância na natureza, como por exemplo, em juncos, canas ou ossos; dizia que não existe melhor estrutura do que um tronco de árvore ou um esqueleto humano. Estas formas são ao mesmo tempo funcionais e estéticas, e Gaudí empregou-as adaptando a linguagem da natureza às formas estruturais da arquitetura, aproveitando as suas qualidades estruturais, acústicas e de difusão da luz[28] Gaudí assimilava a forma helicoidal ao movimento, e a do hiperboloide à luz." Saímos da igreja e fomos comprar alguns badulaques antes de subir no ônibus novamente. Só encontramos algo com o preço mais viável depois que nos afastamos razoavelmente. Tipo 30% de diferença... Fica aí a dica. Depois de rodar mais um pouco, chegamos à parada do Parc Güell. Subimos uns 200 metros de ladeira um tanto ingreme e entramos no parque (gratuito). Atenção: a linha 3 de metrô, descendo na estação Vallcarca, também é uma alternativa para ir até lá. Atravessar os portões do Parc Güell foi como embarcar num sonho psicodélico: lá é repleto de mosaicos multicoloridos e brilhantes, com esculturas de dracos e outras criaturas, formas onduladas, colunas parecidas com troncos de árvores ou absolutamente geométricas e muitos outros elementos maravilhosos. Gaudí deve ter inspirado uma legião de arquitetos e artistas ao buscar a perfeita integração das suas obras na natureza. Ali havia gente tocando música clássica e barroca nos poucos locais cobertos e algo mágico acontecia com o som que saía dos instrumentos, tornando-o divino aos ouvidos atentos (gràcies, Gaudí!). Foi uma experiência extasiante. http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_G%C3%BCell Nossa última visita dentro do parque foi a Casa de Gaudí, uma casa pequena e incrível. Para entrar nós usamos o ticket combinado que compramos para a Catedral da Sagrada Família. É importante ressaltar que Gaudí se preocupava ao máximo em aproveitar a luz natural em suas obras, e não foi diferente em seu lar. Além dos projetos arquitetônicos, ele desenhava móveis e objetos com a mesma inspiração encantadora... Infelizmente não nos permitiram fotografar, snif... Quando estavamos voltando para o ponto do nosso ônibus entramos em várias lojinhas, nós "babamos" nos objetos mas não levamos nada pela mesma razão das "tiendas" perto da catedral, estupidamente caras. Não almoçamos, comemos uma bobagem qualquer na rua e continuamos o passeio. Renata queria comprar algumas coisas, então entrei no esquema e fomos fazer passeio de mocinhas: Zara, Burberry, El Corte Inglés, Desigual (recomendo muuuuuuuuuuuito para as moças mais descoladas), H&M, FNAC, etc... Tudo ali nas cercanias das Ramblas. Eram 7h da noite, bateu a fome novamente e nos deparamos com o restaurante Acoma, no Bairro Gótico. Eu estava doida para tomar uma sangria catalã e para acompanhar, pedimos tapas. Gostei muito do ambiente, mal chegamos e começou uma apresentação de jazz instrumental bem legal. Voltamos para o hotel, demos uma dormida básica e saímos à meia noite em busca de um lugar para comer. Las Ramblas estava lotada, para variar. Vimos o restaurante Xnotila, pareceu simpático e o fato de estar lotado nos fez pensar que poderíamos comer bem. Preço razoável e pratos bem servidos, mas no quesito sabor foi beeeem mais ou menos (pelo menos no meu ponto de vista). Ya estábamos muertas e a friaca foi mais um estímulo para voltarmos para as camas quentinhas do hotel. Portanto, a noitada em Barcelona foi adiada para o dia seguinte... [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110213225238.JPG 500 375 Legenda da Foto]Barcelona resgatada para as Olimpíadas de 1992...[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110213225610.JPG 375 500 Legenda da Foto]Torre Agbar ao fundo, bizarrice fálica catalã...[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110213230043.JPG 375 500 Legenda da Foto]A bela catedral por trás das árvores.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110213230604.JPG 375 500 Legenda da Foto]As Torres da fachada da Paixão.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110214212613.JPG 375 500 Legenda da Foto]Lateral da Fachada da Paixão[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110213231247.JPG 500 375 Legenda da Foto]Entrando no estômago da baleia...[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110214212925.jpg 500 375 Legenda da Foto]Claustro que rodeia toda a igreja...[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110214213512.JPG 375 500 Legenda da Foto]Vitrais.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110214214014.JPG 375 500 Legenda da Foto]Renata fazendo pose em frente à entrada do parque.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110215201931.jpg 500 375 Legenda da Foto]Uma ds galerias do parque.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110215202258.jpg 500 375 Legenda da Foto]Mais Parc Güell.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110215202647.jpg 500 375 Legenda da Foto]Música, maestro...[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110215203510.jpg 500 375 Legenda da Foto]Detalhe no teto...[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110215203117.JPG 500 375 Legenda da Foto]Draco...[/picturethis]
  11. Olá, Fiz uma viagem de 1 mês pela Europa com uma Deuter Traveller 55 + 10, desenhada especificamente para o público feminino. Recomendo muito!!!! Eis o link: http://www.deuter.com.br/detalhes-traveller-55-10-sl Ela não foi barata (paguei 700 reais divididos em parcelas bem humilhantes, mas valeu cada centavo. Abraços!!!! Dani.
  12. Oi Patty, Pode deixar que vou escrever algo sobre balada ainda, porque o esquema noturno começou a esquentar mesmo em Barcelona, rsrsrs Sim, comprei em fevereiro deste ano com o meu cartão de crédito internacional sem problemas! Se puder pegue o trem, a viagem é simplesmente linda. Comprando hoje você teria direito a um belo desconto na passagem (turista, 46 euros), dê uma olhada neste link: https://w1.renfe.es/vol/buscarTren.do. Beijos!!!
  13. 14º dia Madri - Barcelona Trem de Alta Velocidade, 46 euros. Renfe - http://www.renfe.com 3h30 de viagem Hospedagem: Hotel LLoret, http://www.hlloret.com/; (em frente à Las Ramblas, localização magnífica) Rambla Canaletes, 125, Barcelona 933 173 366 440 euros (5 diárias, valor total dividido por duas pessoas) quarto duplo com banheiro Com café da manhã. Passeios: Las Ramblas de ponta a ponta; Restaurante Sinatra Lounge Bar, http://www.grupodegusplus.com/, Calle Heures, 4-10 Sorveteria Amorino (ao lado da entrada do hotel), Rambla dels Estudis 125. Todos imperdíveis! Fui para a Estação Sol e lá tomei o metrô (linha azul - direção Valdecarros) que me levaria à Estação Atocha Renfe. Foi bem tranquilo e rápido, embora eu tenha errado de estação e descido na Atocha quando deveria descer na seguinte, Atocha Renfe (nada demais porque eu estava com tempo de sobra. ufa...). O trem de alta velocidade é uma atração a parte. Lindo! Quando entrei, achei que estivesse numa nave espacial. O único inconveniente é que demorei pelo menos 5 minutos para aprender como abrir a porta do banheiro (kkkkkkkkkkkk). Esperei alguém aparecer e entrar antes, para que eu pudesse imitar. Nada... Então tive que pagar o mico e me virar sozinha... O dia estava bem ensolarado. A paisagem que separa Madri de Barcelona é simplesmente magnifica, com direito a ruinas de grandes castelos pelo caminho. No entanto, como o trem viajava a 300km por hora, ficou difícil variar a sequência de borrões que surgiam na tela de minha câmera. Pensei que fosse dormir durante a viagem, mas a pessoa que viajava a meu lado puxou conversa e fomos conversando até desembarcarmos. Era uma médica portuguesa que morava em Barcelona e que participava de um comitê de pesquisa sobre Sistema de Saúde Pública. Ela me disse que já tinha ido algumas vezes ao Brasil para conhecer o SUS, que se encantou com a proposta do nosso sistema, etc... Conversamos sobre várias coisas e combinamos de nos encontrarmos. Mas Barcelona é tão hipnotizante que sequer me lembrei do compromisso que assumi naquele momento. Desci na Estació de Sants, tomei o metrô L3 (direção Trinitad Nova, http://www.tmb.cat/en_US/barcelona/moute/planols/lineametroplano.jsp?linia=3) e rapidinho cheguei na Praça Catalunya. Quando subi as escadarias e me deparei com a praça, compreendi imediatamente a razão da fama de Barcelona. A energia é totalmente diferente dos locais em que estive antes. Eu me senti como se tivesse atravessado um portal para um mundo paralelo: toda a sinalização estava em catalão, havia o quadruplo de turistas nas ruas se comparado à Madri ou à Portugal e uma vibe muito boêmia no ar. Não foi difícil avistar as Ramblas, passarela de cerca de 1km que liga a Praça Catalunha ao porto da cidade. Ali concentra várias lojas, cafés, restaurantes, floriculturas, a Boquería e artistas expondo seus trabalhos nas ruas. Está sempre repleta de turistas caminhando desde a manhã até a madrugada. Quando atravessei a rua, logo vi o meu hotel (Hotel Lloret). Localização mais do que perfeita! Agora meu estilo de viagem iria mudar bastante, pois não estaria mais só. Eu encontraria minha amiga, Renata Osório (Rê, obrigada por compartilhar esse momento tão importante em minha vida!), com quem completaria a 2ª etapa de minha viagem (Barcelona/Paris). Digamos que nos aventuramos bastante na loucura noturna de Barcelona... Durante o dia fazíamos os passeios, chegavamos umas 7h da noite no hotel, dormíamos até a meia noite, íamos jantar e entre 1h30 e 2h da manhã íamos para a balada. Bem, a Renata estava fora quando cheguei ao hotel. Como eu estava morrendo de fome, fui comer sozinha num restaurante quase vizinho ao hotel. Mais um micão para o dia: reclamei com o garçom porque o cardápio estava em catalão e que não estava entendendo nada. Ele apenas virou a página e voilá: os nomes dos pratos em espanhol e inglês. Vergonha... de novo. Bom, comi arroz selvagem com shitake (muito bem preparado) que com a bebida ficou cerca de 14 euros. Não lembro o nome do lugar, mas fica 2 lojas à esquerda do hotel, na direção para a praça Catalunya. Quando eu estava saindo do restaurante, ela apareceu e fomos dar uma voltinha rápida pelas Ramblas. Fomos para o Hotel dar uma dormida básica e depois voltamos para a rua. A noite em Barcelona é assim, você entra nas ruas que estão ligadas às Ramblas e aparecem carinhas panfletando várias opções de restaurantes. Uma das maneiras que eles encontram para te seduzir é oferencendo drinks ou tapas grátis... Numa dessas nos deparamos com o Sinatra. A rua que dá acesso ao restaurante é um pouco esquisita, meio sinistra, mas quando chegamos ao restaurante, uau! Parecía que estavamos num filme cult! Uma decoração estilo Deco fascinante com uma trilha sonora perfeita, mix maravilhoso de Frank com Funk. Tomamos espumante e experimentamos tantos tapas quanto aguentamos comer. Nota 1000 para a cozinha! Preço? Ligeiramente salgado. Arrependimento? Nenhum!!!!!!!!!!!!!!!!! Era 1h da manhã e ambas estávamos cansadas, então decidimos voltar ao hotel para acordar bem cedo no dia seguinte. No caminho, vimos uma sorveteria charmosíssima ao lado do hotel e não resistimos. Na Amorino os sorvetes são servidos em forma de rosas e cada pétala é de um sabor. Sem dúvida foi o sorvete mais gostoso que já provei! [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110130154847.JPG 500 375 Legenda da Foto]Paisagem capturada durante a viagem de trem.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110130155200.JPG 500 375 Legenda da Foto]Ruínas...[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110130155855.jpg 500 375 Legenda da Foto]Ramblas. Imagem "capturada" no Blog Mochila Colaborativa (mochilacolaborativa.wordpress.com).[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110130160919.jpg 500 375 Legenda da Foto]Sorvete Amorino!!!!![/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110130161522.JPG 375 500 Legenda da Foto]Primeiros registros das ruelinhas de Barcelona...[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110130162727.JPG 500 345.525568182 Legenda da Foto]Espumante e tapas no Sinatra.[/picturethis]
  14. 13º dia Madri Passeios: Parque del Buen Retiro; gratuito Restaurante Casa Botín; Caríssimo! Mas muito gostoso! Calle de los Cuchilleros, 17, perto da Plaza Mayor. City sighSeeing; 17,20 euros Madri Histórico e Moderno Assisitir as comemorações do dia de San Isidro; Festa na Gran Vía. Todos imperdíveis!!! O dia estava lindo e eu ainda não havia ido ao parque del Buen Retiro. Fui com o meu "roommate" Muhammad, com quem fiz amizade na noite anterior. Fizemos um percurso com o qual eu já estava familiarizada, pois passamos perto dos museus que visitei dias antes. O parque fica atrás do museu do Prado (e ao lado do belíssimo Real Jardín Botánico, que cobra a entrada de 2 euros). Eu fiquei extasiada com os jardins e labirintos verdes, museus, palácios, monumentos e principalmente com os magníficos arcos na beira de um lago. Depois de andarmos bastante por lá, sentamos à beira de um laguinho, num gramado verdinho, verdinho, repleto de micromargaridas e ficamos observando os patos disputarem migalhas de pão com as carpas multicoloridas. Quando saímos de lá, fomos ver de perto a Puerta de Alcalá, monumento neoclássico que já foi a porta de entrada de Madri. Sentimos a fome apertar e fomos almoçar numa rua próxima à Plaza Mayor. Enfiamos o "pé na jaca" e comemos muito bem na Casa Botín, um dos melhores restaurantes de Madri e o mais antigo do mundo, segundo o Guinness Book. Prefiro não comentar sobre a conta... Muhammad ia tomar ônibus para Córdoba no início da tarde. Depois de nos despedirmos, fui procurar um quiosque para fazer um City Tour pela cidade. Comprei um bilhete que dava direito a dois itinerários diferentes, histórico e Moderno, e daí pude finalmente ter uma visão panorâmica da cidade. Só não foi melhor porque numa de minhas subidas para o andar superior do ônibus, uma ventania daquelas levou o meu ticket. Tive que ficar no ônibus até realmente decidir onde descer, porque depois, já era. Antes da decepcionante perda do bilhete pude conhecer locais como o Teatro Real, na deslumbrante Plaza de Oriente; o gigantesco Palácio Real e a Catedral de Almudena (com uma fila enorme para ir à torre, desisti e só entrei na nave da igreja mesmo); Puerta de Toledo, onde acontece a feira El Rastro, estava tão lotada que não me atrevi a adentrar; Plaza de Colon; Plaza de Cibeles; Plaza de Espana, onde há um monumento em homenagem ao Cervantes; Templo de Debod, edifício de 2 a.C dado de presente pelo governo egipcio; um pouco mais do paseo del Prado, etc... A cidade estava em festa. Todos os bairros por onde andei muito enfeitados, vários madrileños com roupas folclóricas pelas ruas e por todos os lados havia palcos ondem aconteciam apresentações de dança e teatro em comemoração ao dia de San Isidro. Fiquei chateada porque a bateria de minha máquina fotográfica descarregou, o que me impediu de registrar momentos preciosos. No fim do dia, houve a comemoração de 100 años da Gran Vía, portanto, mais festa... Cheguei no hostel de madrugada. Sorte minha que o trem para Barcelona sairia depois das 10 da manhã, porque do jeito que eu estava "destruída" não iria conseguir acordar antes desse horário mesmo... [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110130153717.JPG 500 375 Legenda da Foto]Puerta de Madrid.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110130153220.JPG 500 375 Legenda da Foto]Uma das praças do Parque do Bom Retiro.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101222212956.JPG 500 375 Legenda da Foto]Catedral de Almudena.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101222213612.JPG 500 375 Legenda da Foto]Palácio Real.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101222213145.JPG 375 500 Legenda da Foto]Madrileños vestidos a carater para as festas de San Isidro.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101222214336.JPG 500 375 Legenda da Foto]hehehe...[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101222215141.JPG 375 500 Legenda da Foto]"Bolo" de niversário de 100 anos da Gran Vía, antes da muvuca.[/picturethis]
  15. 12º dia Madri Passeios: Museo Reina Sofia, http://www.museoreinasofia.es/index.html - 6 euros; Andar a pé pelas ruas de Madri e pelo Paseo de la Castellana até chegar na Plaza de Castilla, entrando e saindo dos edifícios e observando os monumentos; Beber sangría durante o almoço (pedir o "menú del día") em um restaurante tradicional. Todos imperdíveis!!! Curiosamente eu acordei com o pé "zerado". O dia estava lindo, apropriado para ir às cidades próximas como Toledo ou Segóvia. Mas eu queria mais de Madri. Assim como em Portugal, optei por explorar tranquilamente as atrações locais (que não eram poucas) e voltei para o Brasil com o compromisso de brevemente fazer trajetos mais dedicados nesses países. Quando eu estava tomando o café da manhã, conheci um português/angolano (Reinaldo, de quem hoje sou amiga. Viva o Facebook!!!!) que ia fazer a mesma programação que eu: ir ao Museo Reina Sofia (onde está a famosa pintura Guernica, de Picasso), um dos grande acervos de arte moderna da Europa, para fechar o famoso "triângulo de Ouro da Arte de Madri". Fomos a pé até lá e ficamos embasbacados com a imponência do edifício, um antigo hospital setecentista com interessantes intervenções arquitetônicas contemporâneas. Esse museu alberga peças imperdíveis de artistas nacionais como Picasso, Juan Miró, Juan Gris, Dalí, etc, além de exposições temporárias que, pelo menos as que estavam em exibição quando passei por lá, também são de tirar o fôlego. Guernica (http://pt.wikipedia.org/wiki/Guernica) é uma pintura que merece uma pausa para contemplação, mesmo com a multidão que se "amontoa" para vê-la. O quadro, que ocupa uma imensa parede, retrata a devastação após o bombardeio "nazi" durante a Guerra Espanhola na cidade de mesmo nome da tela. "Vasculhamos" todo o museu e saímos quando a fome já estava quase insuportável. Comemos o menú del día(nesse dia era um preparado de peixe muito gostoso e bem servido) em um restaurante típico. Tomamos o vinho da casa e fechamos com um café espresso no lugar da sobremesa. Saiu 15 euros para cada. Reinaldo propôs que caminhássemos pelo Paseo de la Castellana, uma das mais largas avenida de Madri, até chegar à Puerta de Europa (Torres KIO). É um passeio interessante porque gradualmente saímos do centro histórico e conhecemos uma Madri mais modernizada. Após de algumas horas de marcha, quando procurávamos um banheiro público, nos deparamos com a "famosa" sorveteria Fredd Fredd (de acordo com o Reinaldo, eu experimentei o sorvete deles e não achei grande coisa, juro...) e lá demos uma pequena pausa na nossa peregrinação até a Plaza de Castilla. Passamos por várias praças, igrejas, fontes e monumentos. Entramos na Hard Rock Café de Madri, mas não vimos nada de mais. Numa das praças posei para a foto sentada numa escultura de Botero e apertei o dedo de uma mão gigante de metal; brincamos nas esculturas quadradas da faculdade de engenharia, onde havia madrileños aproveitando o dia de sol "calangando" no gramado; conhecemos um Don Quijote argentino e admiramos o enorme estádio de futebol Santiago Bernabéu, do Real Madri. Lindo!!!! Quando alcançamos a Plaza de Castilla, estávamos com os pés doloridos, mas fomos corajosos e voltamos a pé para o centro histórico. Erramos o caminho de volta algumas vezes, mas graças a isso conhecemos lugares muito curiosos como um bairro que me trouxe Oscar Niemeyer e Burle Marx à mente . Ali havia um condomínio com prédios que tinham suas varandas em concreto aparente cobertas de "verde", como se a natureza estivesse agindo ali livre de interferências, e o sol se pondo dava um toque mágico e dourado àquele cenário. Chegamos ao hostel com 2 metros de língua para fora e ora vejam, meu pé machucado estava inteiro!!! Eu estava com muita fome, mas a comida que comprei no mercado tinha acabado. Tomei um banho rápido e saí para comer. A minha sorte é que havia um restaurante gostoso e barato em frente ao hostel. Comi, paguei e voltei correndo porque além de cansada, a noite estava gelada... [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218135817.JPG 375 500 Legenda da Foto]Juro que pensei que fosse um artista de rua....[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218140052.JPG 375 500 Legenda da Foto]Fachada do Museo Reina Sofia.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218140435.JPG 375 500 Legenda da Foto]Escultura de Picasso, próxima à sala onde está o Guernica.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218140817.JPG 500 375 Legenda da Foto]Jardim interno do museu com esculturas e instalações artísticas a céu aberto. [/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218141230.JPG 375 500 Legenda da Foto]Juan Miró.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218142025.JPG 375 500 Legenda da Foto][br]Esse elefante é uma das coisas mais incríveis que vi nas ruas de Madri.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218201918.JPG 500 375 Legenda da Foto][/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218202507.JPG 500 375 Legenda da Foto]Monumentos e mais monumentos no Paseo de la Castellana. Adorei este.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218205429.jpg 500 375 Legenda da Foto]Sentada sobre o Botero.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218203417.JPG 500 375 Legenda da Foto]Meu amigo Reinaldo tirando uma onda no quadradinho. Escultura pertencente à Faculdade de Engenharia.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218204054.JPG 500 375 Legenda da Foto]Estádio Santiago Bernabéu.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218204447.JPG 500 375 Legenda da Foto]Plaza de Castilla e Puerta de Europa ao fundo...[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20101218205323.JPG 500 375 Legenda da Foto]Bairro verde.[/picturethis]
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