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tuliosousa

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  1. Valeu, Guilherme! Na época que fui o clima estava suportável sem o fleece e a segunda pele, por isso nem cheguei a olhar o preço dessas peças. Andei pela Calle Illampu, mas não me lembro desse Mercado Buenos Aires. Talvez estivesse fechado. Também fiquei um pouco assustado com os preços da Tattoo, mas me lembro que lá na Illampu era bem mais barato. Abraço
  2. Pedrada, Valeu, cara! Boas trips também! fabio_canto, Desculpe, mas não saberia te apontar os detalhes e minha blusa não está aqui pra ajudar. =/ leone_ftt, Que bom que o roteiro está sendo útil. Nessa viagem utilizei uma câmera “velhinha” Canon A95. Nesse ano comprei a Canon G12, que oferece mais um pouco mais de recursos que esta. Sou muito satisfeito com as duas. Seu mochilão vai ser mais estrada ainda, hein? Rapaz, salvo engano pegamos o ônibus em Lima às 7h. Chegamos em Pisco e pegamos o taxi imediatamente. Assim chegamos a tempo do último tour para as ilhas em Paracas. Tente sair 1h mais cedo de Lima que fica mais seguro. Nossa mochila ficou em muitos lugares estranhos durante a viagem. Em Paracas mesmo o tour estava saindo e tivemos que largar as mochilas na Empresa de Turismo. Ficaram lá jogadas no canto da empresa. Quando voltamos estavam lá intactas, apesar de a empresa estar aberta e não ter ninguém trabalhando lá no momento. Hehehe! Nesse ano voltei a Paracas e fiquei no primeiro hotel do lado direito da cidade, de esquina. Gostei do atendimento lá. Se toparem acredito ser um bom lugar para guardar as mochilas.
  3. Legal, Dinha_09! Faça uma ótima viagem! Aguardo o relato, pois em março vou a Buenos Aires, Mendoza e algumas cidades do Uruguai.
  4. É, isabela vs... Paguei mesmo a visita ao Santuário. E, pelo visto, por um ingresso um tanto inflacionado! O mais engraçado foi uma japonesa que tinha um mini-computador parecido com aquelas agendas eletrônicas antigas que servia como tradutor. Ela pegava o ticket, tentava traduzir, olhava pros turistas protestando e não entendia nada! Hehehe! Acabou pagando e até hj deve se perguntar o que era... Choquequirao foi mesmo incrível. O esforço faz com que aproveitemos ainda mais o tour. Abraço
  5. Oi, Dinha_09! Olhando seu pré-roteiro e levando em conta os tempos de viagem que separam as cidades, estou achando um pouco apertado. Com exceção da ida e da volta, você irá fazer os trechos de ônibus? Pesquisei os tempos estimados de viagem e lá vai: Pré roteiro: Goiânia - Buenos Aires Buenos Aires - Salta (20h) Salta - Atacama (11h) Atacama e Uyuni (tour de 3 dias?) Atacama - Santiago (23h) Santiago - Mendoza (6h) Mendoza - Buenos Aires (12h) Buenos Aires - Goiânia. Considerando que são 19 dias, talvez você passe menos dias do que gostaria em algumas cidades. Há tours interessantes em cidades como San Pedro de Atacama. Fora que as capitais são grandes e para curtir são necessários alguns dias... Além disso, ainda há Viña del Mar e Valparaíso, que valem ao menos 1 dia para conhecê-las. Mas é ruim fazer o roteiro e te falarem que está apertado, né? Desde já assumo que meu ritmo de viagem é bem mais lento que o de outros mochileiros... Conheci Buenos Aires e Santiago em viagens diferentes e fiquei 2 semanas em cada cidade. Gostei muito de tudo e, talvez por isso, pra mim todo o tempo seria pouco. Já tem estimativa de quantos dias em cada cidade? Abraço
  6. Oi, Monicacca! Ótima rota a que escolheram para percorrer! Só estou achando um pouco corrido conhecer Ballestas e Linhas de Nazca no mesmo dia. Imagino que não tenham muito tempo, mas com o roteiro assim vocês correm o risco de ter de dormir em Nazca para fazer o vôo em outro dia. Me disseram que o melhor horário para conhecer as Linhas é do início da manhã às 14h, mas não sei até que horas os vôos são feitos. A empresa que fiz o tour se chama AERO PALCAZU ([email protected]) e talvez te informem os horários por e-mail. Se os vôos só acontecerem até as 14h, talvez seja interessante que vocês sigam de Paracas para Ica, façam um tour rápido + almoço em Huacachina (bem perto de Ica) e peguem o ônibus de 20h30m de Ica para Nazca. Assim, no outro dia, certamente fariam o vôo. Um dos mochileiros aqui me disse hoje ter encontrado uma empresa que faz Nazca - Arequipa às 15h. Talvez seja um bom horário para partir caso tenham dormido em Nazca. Não consigo responder suas dúvidas com exatidão, porque demos a sorte de ter passeios e ônibus quando precisávamos, mas vamos lá: 1 – O passeio para as Ilhas Ballestas tem de hora em hora? Não sei te informar ao certo a frequência do passeio de Ballestas. Pelo que vimos acontece mais pela manhã. Nos disseram que o nosso era um dos últimos e saiu por volta das 11h. Não sei qual o primeiro tour, o que pode atrasar a ida de vocês para Nazca. 2 – Qual é o tempo do passeio? Como foi um dos tours que mais gostei, fiquei num estado de hipnose com tudo aquilo e não me lembro ao certo a duração do passeio. Imagino que seja mais ou menos 1h30. 3 – O passeio Parte de Paracas ou de Pisco? Em qual Local comprar o passeio? O passeio parte de Paracas. Compramos o tour em Paracas mesmo, numa das primeiras agências do lado direito do vilarejo. O taxista já parou numa delas e não sei se há um acordo, mas as outras agências não fizeram muita questão de negociar conosco. Acabamos pechinchando e fechando nesta mesmo. Não me lembro o nome... Mesmo assim, não recomendo fechar o tour em Pisco no ponto onde o ônibus pára. Os preços eram mais altos que os de Paracas + Taxi. 4 – Terminado o passeio a onde pegar o ônibus para Ica? Em Paracas, Pisco ou no entroncamento da Panamericana? Com qual entrada, para Pisco ou para Paracas? Terminado o passeio, vocês terão de pegar um taxi e recomendo tomar o ônibus em Pisco, onde costumam deixar os turistas que terão como destino Paracas. Pergunte ao motorista do ônibus na ida. Lá é mais seguro, pois há maior movimento de turistas e os ônibus param lá primeiro, aumentando as chances de encontrar assentos vagos. Havia uma fila de turistas e empregados das empresas paravam os ônibus, conferiam as vagas e os colocavam pra dentro. Procurei no Google Earth, mas não consegui encontrar o local exato da parada para te mostrar. Sei que há uns quiosques de palha do lado direito e durante o dia sempre ficam pessoas com álbuns na mão tentando fechar um tour pela agência deles. 5 – Em Ica é fácil e onde comprar passagem para Nazca? Tem vários horários? Compramos a passagem pra Nazca na rodoviária de Ica mesmo e foi bem tranquilo. Não sei a frequência com que saem os ônibus, mas o último é às 20h30m. Qualquer dúvida estamos aí! Espero ter ajudado.
  7. Como vai passar só uma noite em Lima e pretende conhecer Miraflores, sugiro que fique no Loki Hostel. Albergue bom e muito bem localizado. Loki Hostel Lima http://www.lokihostel.com/en/lima Se der, conheça as ruínas de Huaca Pucllana, que ficam em Miraflores também. Huaca Pucllana http://pucllana.perucultural.org.pe/ Boa viagem!
  8. Tranquilo, André! Nosso guia tinha dito que iríamos a Choquequirão no 2º e 3º dias, mas acabamos indo só no 2º e ficando até à noite. Nem todos os guias topam voltar no escuro, mas acho que o nosso queria economizar a ida do dia seguinte. Hehehehe!
  9. Obrigado, André! É tranquilo sim! Com Machu Picchu fechado, a procura para Choquequirao nunca esteve tão grande e mesmo assim consegui. É bom procurar logo que chegar a Cusco, pois ao menos na empresa que vimos, não saem tours para Choquequirao diariamente. A empresa que nos levou foi a CHOQUEQUIRAO tours. Fica na Plaza de Armas no lado oposto ao da catedral. Começamos a conversar sobre o tour com antecedência e fechamos 2 dias antes. Se tiver interesse, procure o Fidel Castro (é sério!), pq ele é filho do dono da agência e foi maleável nas negociações. Em Cusco fiquei 3 dias, mas poderia ter ficado 10. A cidade tem muito a oferecer! :'> Se estiver com tempo, acho legal de 3 a 5 dias. O City Tour é feito em uma tarde, o Valle Sagrado em um dia inteiro e há outras ruínas que estão incluídas no Boleto Turístico, mas que o tour não vai até lá. Nessas você pode tentar ir por conta própria. Também acho muito legal ir ao espetáculo de dança no Centro de Arte Qosqo, que é a noite e também está incluído no Boleto. Se estiver falando de Choquequirao, passamos só umas 6 horas no parque e voltamos. Acho que um pouco mais seria melhor, mas o nosso acampamento era longe do parque e tivemos que ir embora. No dia seguinte fomos embora cedo, pois ninguém animou voltar lá. No total foram 4 dias e 3 noites. Abraço. Túlio
  10. Como postei anteriormente, várias anotações que estavam na planilha grampeada no guia foram perdidas no tour do Salar. Busquei o valor das despesas nas anotações e segue a planilha com o custo estimado. Não me prendi a detalhes sobre custos de cada refeição e taxis, porque na prática o valor muda bastante. Os taxis e ônibus estão incluídos na despesa "Alimentação e Transportes", além de algum tour, ingresso ou taxa que não estiver detalhado na planilha. Tentei me lembrar das empresas de ônibus e agências de turismo, mas infelizmente não consegui todas. Nas linhas referentes às passagens, o tempo estimado da viagem está entre parênteses. As passagens aéreas foram adquiridas com milhas TAM e GOL. Segue o link para download do arquivo em Excel: http://www.4shared.com/document/jdK0mocF/Sudamerica2010.html Agradeço a todos os que contribuem com o fórum Mochileiros.com deixando suas impressões e dicas de viagem! Qualquer dúvida estou à disposição para ajudar. Se me lembrar de mais algum detalhe, complemento o relato. Abraço! Túlio
  11. O que deixei de relatar: Viajei com dólares e ia trocando aos poucos, portanto deixo aqui a cotação desta moeda frente as demais: Cotações do dólar: 1 dólar (US$) = 1,80 reais (R$) 1 dólar (US$) = 2,87 soles (/s) - PERU 1 dólar (US$) = 7,07 bolivianos (B$) – BOLIVIA 1 dólar (US$) = 515 pesos chilenos (CLP) - CHILE 1 dólar (US$) = 3,85 pesos argentinos (AR$) - ARGENTINA Equipamentos: Mochila: Curtlo Mountaineer – 60l + 15l. Capa: Curtlo Mochila de ataque: Kailash – Lizard 28l Fontes de Informação: http://www.mochileiros.com – IMBATÍVEL! Guia Criativo do Viajante Independente – América do Sul Guia Visual Folha de São Paulo – PERU O que não levaria de novo: Tantas blusas de frio (3). Uma impermeável com fleece removível já resolveria. Além disso, levei 10 camisetas, mas levaria ainda menos. Além de uma camiseta ou outra que se compra na viagem, há muitas lavanderias por quilo a preços baixos. O que foi muito útil: Camisetas dry fit Calças de poliéster Lanterna Bloco de anotações + caneta Remédios básicos Protetor solar Capa para a mochila – os bagageiros são muito sujos e às vezes a mochila viaja ao ar livre sobre os ônibus. Dicas extras: Praticamente em todas as rodoviárias do Peru tivemos que pagar uma taxa de embarque não incluída no preço da passagem. Reserve um pouco de dinheiro, algo em torno de 2 /s por pessoa. Todos os preços descritos aí no relato foram conseguidos depois de pechinchar MUITO! Desde um taxi de 5 bolivianos até um tour, vale a pena! No final, o custo da viagem é reduzido consideravelmente. No começo ficamos com muito medo de roubarem as nossas mochilas nos ônibus. Na primeira viagem então... Nem descansei com medo disso. Claro que precisa de atenção, mas não adianta perder o sono – literalmente – com isso. Junte o que for imprescindível pra seguir em frente (câmera, passaporte, dinheiro, cartões, etc.) e não se separe disso hora nenhuma. No mais dê uma olhada de vez em quando nas malas que estão tirando do bagageiro. Algumas empresas conferiram o ticket da bagagem, outras não. De Potosi para Uyuni nem tinha ticket. Hehehe! O importante é que no final da viagem deu tudo certo com nossas mochilas que viajaram sobre os ônibus, foram deixadas em agências de turismo, hostels e etc. Uma boa dose de sorte ajuda. Em nenhum lugar me senti mais ameaçado que nas grandes cidades brasileiras. Ande esperto, olhando à sua volta e sinta o clima do lugar. Se notar que a região é perigosa, saia dali. Algumas das minhas preocupações ao fazer o planejamento eram: será que consigo fazer esse tour com toda a bagagem nas costas? Tenho onde guardar? É seguro? A nossa forma de superar isso foi, na maioria das vezes, procurar um hostal e negociar um preço para guardar as mochilas, usar o banheiro e tomar um banho. Assim fizemos em Arequipa e Potosi, cidades em que não passamos a noite. Por menos de 1 dólar você deixa de carregar um peso enorme e acaba curtindo ainda mais a viagem. Fale com as pessoas! Aproveite a viagem para conversar com todos! Além de uma ótima oportunidade pra se praticar um idioma, dá pra se fazer amizades bem legais. Conheci pessoas muito bacanas e conversamos com todos os brasileiros que encontramos pelo caminho. Um deles, o mineiro Fabricio, veio conversar comigo em Cusco dizendo que tinha me visto em um post aqui no Mochileiros. Hehehe! Vou ver se encontro ele por aqui, pq esqueci de pegar o email dele. Aproxime-se da cultura local. Leia um livro, ouça músicas, assista filmes e a viagem vai ter um significado ainda maior. Quem vai a Lima, recomendo ler o livro "Tia Julia e o Escrevinhador", de Mário Vargas Llosa. Fala bastante dos bairros limenhos e dá pra se ter uma ideia de como a cidade era em meados dos anos 50.
  12. 16/03/10 – San Pedro de Atacama – Salta Chegou o dia de despedir de SPA. A cidade estava mais vazia pelo fim da corrida, mas depois de 3 noites ali, confesso que já sentia saudades mesmo antes de pegar o ônibus. Que lugar! Que astral! No final das contas, mesmo perdendo um dia de Salta por não termos conseguido ônibus, fiquei feliz em aproveitar mais dali. Conversando com um chileno dono de uma agência de turismo em SPA, entendi um pouco desse sentimento pela cidade. Ele me disse que é bem comum que pessoas vão a SPA para alguns dias e fiquem por semanas, meses, anos. Deu vontade... Pegamos o ônibus para Salta às 10h atrás do Museu Arqueológico Gustavo Le Paige, numa grande área de terra. O ônibus da empresa Genius era ótimo! Não fomos nas camas, mas foi uma viagem bem confortável e segura, com revezamento de motoristas e poucas paradas. Chegamos em Salta às 20h e os ônibus para Puerto Iguazu saíam às 15h do dia seguinte. Com preços bastante semelhantes entre as empresas, compramos o bus cama da Flecha Bus por AR$ 284 no cartão de crédito. Pegamos um taxi para a Praça 9 de Julio por AR$ 7. Como as casas de câmbio estavam fechadas, trocamos dólares por pesos argentinos com cambistas de rua muito estranhos. Eles ficam na Praça 9 de Julio em frente a uma casa de câmbio. Não tivemos problemas. Fomos em busca de hospedagens e ficamos num albergue que não consigo me lembrar o nome. Fica atrás da Praça 9 de Julio, na Avenida Belgrano e pagamos AR$ 30 por pessoa num quarto para 4 com banheiro compartilhado. Não é dos mais confortáveis, mas estávamos exaustos pra procurar um albergue 100% pra passar uma noite apenas. A cidade estava bem movimentada e resolvemos sair pra conhecer um pouco dela à noite. Comemos pizza e tomamos algumas Quilmes em um bar e gastamos AR$ 30 por pessoa. Catedral de Salta à noite Praça 9 de Julio à noite 17/03/10 – Salta – Puerto Iguazu Tomamos um café da manhã bem pobre no hostal e fomos caminhar na Praça 9 de Julio, principal da cidade e que abriga o Cabildo e a Catedral. Conhecemos a Catedral e o Cabildo, que tem um museu legal com entrada grátis às quartas. Do segundo andar dá pra se ter uma visão bonita. Catedral de Salta durante a missa O Cabildo, antiga administração espanhola no período colonial Vista do 2º andar do Cabildo Vista da Praça 9 de Julio do 2º andar do Cabildo Dali fomos até a Igreja San Francisco, que possui a torre mais alta da América do Sul, segundo alguns nativos. Torre imponente da Iglesia San Francisco Seguimos caminhando até o shopping, numa caminhada de 30 minutos. Lá almocei um bife de chorizo fenomenal + refri por AR$ 34. O famoso Fredo custava AR$ 15 – três sabores de sorvete. Se você perder as chances de comprar roupas de frio na Bolívia ou Peru, neste shopping há uma loja Columbia que estava com algumas boas promoções. Voltamos à Praça 9 de Julio e compramos alguns presentes na Havana. Uma caixa de alfajores com 8 por AR$ 20 e um vidro de Dulce de Leche pequeno por AR$ 13. Pegamos o táxi para a rodoviária por AR$ 5 e fomos preparados pra viagem mais cansativa de todas: 23h até Puerto Iguazu. O ônibus da Flecha Bus era muito bom e fomos confortavelmente instalados nas camas do primeiro piso. O primeiro dia passou rápido, pois passaram um filme atrás do outro até as 22h. Detalhe é que os filmes eram pirata. Hehehe! De tempos em tempos tinha serviço de bordo: bolachinhas + chá. Neste dia o ônibus parou uma vez, por volta das 20h e tivemos 10 min pra comprar algo e esticar as pernas. Dormi. 18/03/10 – Salta – Puerto Iguazu – Foz do Iguaçu Acordei e nesse dia não teve filme. Um passageiro desavisado foi embora sem as palavras cruzadas e tentei usá-las como passatempo. Como eram em espanhol, fiz muito pouco e já bateu o tédio. Esse trecho demorou bastante. Às 14h chegamos na rodoviária de Puerto Iguazu e atravessamos para o outro lado para pegar o ônibus até Foz. Ficamos hospedados na casa da irmã do Santoro e, por isso, não gastamos com albergues e parte da alimentação. No caminho até a casa dela, paramos no marco das três fronteiras. Ela e o marido moram em um bairro ali perto e nos disseram que a região é bem perigosa. A exemplo de alguns posts aqui do fórum, não nos recomendaram a ir lá a pé. Marco brasileiro das três fronteiras Vista do Rio Iguaçu e das fronteiras com a Argentina (esquerda) e Paraguai (direita) 19/03/10 – Foz do Iguaçu – Ciudad del Este Chegamos cedo no Paraguai pra comprar perfumes e eletrônicos e acabamos gastando mais tempo do que imaginávamos. Passamos a manhã e a tarde lá, o que inviabilizou o tour em Itaipu. 20/03/10 – Foz do Iguaçu – Brasília Como nosso vôo saía às 14h de Foz, decidimos conhecer rapidamente o lado brasileiro das cataratas. Como o lado argentino é mais demorado e ficou para a próxima vez. Chegamos no parque às 8h já com as mochilas e prontos para embarcar. Tudo lá é muito organizado! Há eficientes guarda-volumes a R$ 3 e a entrada custou R$ XX para nós, brasileiros. Descemos do ônibus e caminhamos 1,5 km já vendo as cataratas. No caminho até a passarela há mirantes e a vista é impressionante! Começou uma chuva, que virou praticamente uma tempestade e nos deixou num estado terrível pra poder embarcar. Hehehe! Vista das cataratas em visita ao lado brasileiro E o tempo fechou... Por volta de 12h pegamos o taxi e fomos para o aeroporto. O parque fica bem próximo ao aeroporto, mas o taxista nos disse que a taxa mínima era R$ 15. Não discutimos, pq, afinal, estávamos molhando os bancos de couro do carro dele. Ao chegar no aeroporto, há vistoria das malas num raio-x, mas estávamos dentro da cota de US$ 300 e não tivemos qualquer problema. Embarcamos para São Paulo e seguimos para Brasília. Na bagagem, muitas histórias pra contar e as lembranças de lugares inesquecíveis...
  13. 14/03/10 – Geyseres del Tatio + Lagunas Cejar + Ojos del Salar O tour dos Gêiseres parte antes das 4h para que possamos vê-los em atividade. É fundamental se agasalhar e não faça como eu. Não vá de Havaianas! Como as tinha usado por todo o tour do salar, resolvi continuar e meus pés quase congelaram, pq estava fazendo -5°C. Chegamos aos Gêiseres já com sol e a visão é muito legal. O vapor sendo expelido da terra em vários burados e, em alguns casos, a água baixa, acumula pressão e sobe fervendo! Ali mesmo tomamos café da manhã – incluído no tour, que custou 23.000 CLP. Gêiseres del Tatio em atividade Seguimos para as águas termais e no caminho muitas vicunhas e outros animais típicos. As termas são um pouco menos quentes, mas tão impressionantes quanto as da Bolívia. Mais um dia de banho em águas termais. Turista cozinhando ovos na "nascente" das águas termais. A próxima parada foi no povoado Machuca, última resistência boliviana antes da tomada do território pelo Chile. O povoado, que chegou a ser exterminado, hoje tem menos de 10 famílias, segundo o guia. Povoado Machuca Igreja em Machuca Retornamos a SPA e almoçamos no Adobe, um restaurante excelente! Por 5.000 CLP: salada + lomo com purê + sobremesa de creme catalão + taça de vinho. 5 estrelas!!! Lomo com purê do restaurante Adobe Descansamos e fizemos outro tour à tarde: Lagunas Cejar + Ojos del Salar, que custou 15.000 CLP - não me recordo a empresa - e saiu às 15h. Nas Lagunas Cejar há mais sal que no Mar Morto, segundo a guia. A entrada não está incluída no tour e custa 1.500 CLP estudantes e 2.000 CLP a inteira. Lá se bóia naturalmente e o clima estava ótimo para o banho. Muito calor e a água bem agradável! Lagunas Cejar: mais sal que no Mar Morto Impossível não boiar Fomos até os Ojos del Salar, onde o banho é numa água mais fria e menos salgada. Não chega a ser “água doce”, como a guia disse. Ojos del Salar: "água doce" O tour encerrou no pôr do sol na Laguna Tebinquinche, regado a pisco – incluído no tour - e com grande celebração entre o grupo. Pôr do sol na Laguna Tebinquinche Tivemos o prazer de conhecer um senhor polonês, Sr. Jan, de 92 anos e que viajava SOZINHO! Conversamos um pouco e ele me disse que estava dando a primeira volta ao mundo e que ano que vem seria próxima! Que exemplo! Santoro, Sr. Jan e eu. Que figura! Voltamos a SPA e procuramos por um lugar barato para comer, pq a mudança de planos apertou um pouco o orçamento. Encontramos uma lanchonete, “La Pica del Miguel”, que serve mega-empanadas a 1.000 CLP + 1.000 CLP o suco de 1 litro de caixinha. Fomos encontrar uma lan house e, pra se ter ideia dos preços, 1h custa 800 CLP. 15/03/10 – Valle la Luna + Valle la Muerte O tour nos custou 8.000 CLP - não me recordo a empresa - e partimos para o tour às 15h, começando pelo Valle la Muerte. Incrível, pois segundo o guia é um ponto morto na Terra. Não há fauna ou flora. Pode-se coletar amostras e analisar em microscópio que não há vida ali. Vai saber... Disse também que é o lugar mais seco do mundo e chove uma vez por ano. Tinha sido 20 dias antes, um chuvisco de menos de 10 minutos. Hehehe! Valle la Muerte: ponto morto na Terra Muita areia e sol no tour pelo Valle la Muerte Fomos ao Valle la Luna, onde a estrada não está incluída - 1.500 CLP estudante e 2.000 CLP a inteira. Conhecemos alguns pontos de destaque, como o anfiteatro e vimos o pôr do sol do alto de uma montanha. Magnífico! Valle la Luna Formação rochosa conhecida como "Anfiteatro" Pôr do Sol do alto de uma montanha
  14. 12/03/10 – Lagunas Partimos para conhecer as lagunas por volta de 9h da manhã. Paramos em um povoado chamado Julaca e em coloridas plantações de quinua. Vimos também muitas lhamas e vicunhas. Povoado de Julaca Plantações de Quinua Lhama próxima aos campos de quinua. Esta foto me custou atolar a perna no barro até a altura da canela Seguimos para a Laguna Hedionda, onde havia vários flamingos e descemos para uma caminhada breve. Flamingos na Laguna Hedionda Vôo do flamingo Nosso carro "estragou", segundo o motorista, mas depois de cerca de 1h ele e o motorista do carro que parou pra ajudar constataram que era só falta de gasolina. Hehehe! Motorista/mecânico de primeira viagem Passamos pelo "Árbol de Piedra", que infelizmente estava cercado. Chegamos ainda de dia na reserva em que fica a Laguna Colorada e tivemos que pagar mais ou menos B$15 por pessoa, não incluídos no preço do tour, mas devidamente avisado pela equipe da Colque. Chegamos no alojamento, descemos as mochilas e saímos para um passeio na Laguna Colorada. Vale a pena subir em um mirante de rochas. A vista é linda! Passeio pela Laguna Colorada Vista da Laguna Colorada, que não estava tão colorada assim... Os banheiros eram compartilhados e estavam um tanto sujos. Além disso, a água fria desanimou e ninguém tomou banho. Deixamos pro dia seguinte... O jantar novamente estava ótimo: sopa de vegetais de entrada, macarrão ao sugo como prato principal e uma garrafa de vinho para cada grupo. Saímos para ver as estrelas, mas os -5°C fizeram com que ficássemos poucos minutos contemplando o céu. Vale sofrer um pouco lá fora, pq é mágica a sensação de ver um céu com as constelações tão claras e perfeitas! 13/03/10 – Gêiseres, Hot Springs, San Pedro de Atacama Saímos por volta de 5h da manhã para alcançarmos os Gêiseres em atividade. Meio dormindo, meio acordado, fui conferir os geyseres e o forte cheiro de enxofre de perto. Gêiseres e sol querendo nascer Seguimos viagem e vimos o nascer do sol logo em seguida. A próxima parada foi em "Hot Springs": piscina de águas termais vulcânicas. Se fora d’água estava por volta de 10°C, lá dentro em torno de 45°C! . Resolvi entrar nas termas, pq vai saber quando que se vai ter outra oportunidade dessas, né? Escolha acertada! Um dos pontos altos do tour! A temperatura é ótima e a única dificuldade é sair dali! Conhecemos a Laguna Verde, que estava quase seca. Tomamos café em frente à Laguna Blanca e quem ia com destino a San Pedro de Atacama deveria pegar um minibus da Colque e seguir viagem sem o jipe. Laguna Blanca - Eu e o Andrew, figuraça torcedor do Cambridge United, da 5a divisão do Campeonato Inglês. Fomos em um minibus confortável até a imigração e, depois de carimbarmos os passaportes, pegamos as estradas chilenas. Para sair da Bolívia, nós, brasileiros, não tivemos que pagar, mas houve taxa para europeus e asiáticos que estavam conosco. Curioso que a aduana chilena fica na entrada de San Pedro de Atacama, a quilômetros de distância da Bolívia e, por um momento, pensei ter passado “batido”. Paramos na aduana, tivemos de tirar todas as malas e passar por um raio-x. Carimbados os passaportes, entramos em SPA. Logo na chegada, vimos que a cidade tem um ótimo astral! Menos de 2 mil habitantes, muitos turistas, bons restaurantes, muito sol e muita, muita areia! Praça Principal de San Pedro de Atacama Uma das ruas principais de SPA, cidade apaixonante! Estava tendo o fim da corrida “Atacama Crossing 2010”, 215 km em 6 dias e uma das etapas do “Racing the Planet” http://www.4deserts.com/atacamacrossing/, que acontece também no Saara, Nepal, Austrália, etc. Impressionante ver o esforço dos atletas terminando a corrida e principalmente no estado em que estavam. Chegada emocionante na Atacama Crossing depois de 215 km. Fomos em busca de um albergue e acabamos no Villacoyo. Pagamos 7.000 pesos chilenos (CLP) por pessoa num quarto para 4 + banho compartilhado com água quente das 7h às 22h. Fomos muito bem atendidos! Área de convivência do albergue Villacoyo Almoçamos no “Grado 6” por 4.000 CLP: panqueca de palta de entrada + chuleta de prato principal + pisco + mousse de manga com melão. Ótima comida! Ê, comida boa! No fim do dia, fomos procurar passagens para Salta e vimos que não havia ônibus todos os dias. De acordo com nosso roteiro, íamos ficar 2 dias em SPA, mas tivemos que aumentar para 3, pois só havia ônibus para Salta no dia 16/03, terça-feira, às 10h da manhã. Compramos as passagens por 24.000 CLP na empresa Genius. O escritório fica próximo à praça principal.
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