Ir para conteúdo

Noslinjr

Membros
  • Total de itens

    51
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

0 Neutra
  1. Fala Romulo, blz? Ainda estou aki tambem na expectativa do 'final da sua viagem'. Muita coisa já aconteceu depois que eu comecei a acompanhar seu relato, inclusive li uns trechos enquanto estava na europa... valeu pelas dicas, foram muito uteis quando eu estava no meu proprio mochilão. no aguardo do termino do relato. Abs, Nilson
  2. 04.05 – Dia de chuva. Para não estragar o dia, fomos para o Grand Bazar. Como o nome diz, ele é realmente grande e tem de tudo que se pode imaginar e mais um pouco. Foi aí que meu dinheiro foi embora: lembranças, doces, etc. Até andar por todas as ruas levei umas 3hr e não sei se realmente conheci tudo, porque chega uma hora que tudo fica igual e você já não sabe mais pra onde ir kkkk. Valeu a pena por que o dia ainda estava chuvoso. Um detalhe interessante: os turcos gostam de negociar. Quando você para em frente a uma loja, o vendedor já vem perguntando do que você gostou, de onde você
  3. 03.5 – Começamos o dia pela Taksim Square, pois já estáva lá perto mesmo. Tirei algumas fotos, peguei uma mapa da cidade no centro de informações turistas ali na Taksim mesmo e comecei a descer a rua Istiklal rumo à Torre Gálata. Essa rua é bem movimentada, ligando a Taksim Square à Ponte Galata, com diversas lojas, turistas. Nessa rua meu amigo tomou um daqueles sorvetes em que o cara faz um monte de firulas com o sorvete antes de entregar. Como isso fazia parte de um trato, ele pediu e eu filmei rsrs... Para subir na Torre Gálata custa 11 liras. Vale à pena, principalmente se o dia esti
  4. 02.5 – Como amanheceu chovendo, dormi até um pouco mais tarde e deixei algumas coisas para ver na sexta, pois o voo voltava para Munich. Pensei em sair para o aeroporto à 11h, por que pelos meus cálculos, conseguiria chegar no aeroporto por volta das 12:30, o que estava de bom tamanho para um check-in internacional. Mas não sei porque cargas-d’agua, só saímos da hospedagem às 11:30, o que começou a me preocupar em se conseguiria chegar a tempo do check-in. O transfer do metro para o trem (S-1) foi às 11:50, previsão de passagem do S-1, 11:55, que aflição. Fazendo as contas, as chances de per
  5. Marcio, valeu pelo incentivo. Vou continuar postando e atualizar as fotos destes ultimos dias. Abs
  6. 30.4 – A chegada em Munich foi às 15:30. Até descobrir o metro que ia até a hospedagem, conseguir mapa, etc, perdemos 1:30h. Quando encontramos uma turma de brasileiros, fomos direto para o Augustiner, uma cervejaria tradicional, onde os locais frequentam. Essa foi uma noite típica Bavara: joelho de porco, musica alemã e cerveja. 01.5 – Feriadão na Bavária. Contra todos os costumes bávaros, começamos o dia às 9h, com a Marion, uma alemã que conhecemos no dia anterior e que se dispôs a nos mostrar a cidade e seus principais atrativos. O primeiro ponto turístico foi na estação Sendlinger
  7. 28.4 – O dia começou cedo, assim que clareou deixei a mochila no locker e parti e direção à Dragon Bridge e Triple Bridge. Nas imediações da ponte estava rolando uma feira, então aproveitei para me inteirar da cultura local, aromas etc. Comprei um suco natural de maça, totalmente orgânico de uma senhora que vendia somente maças. Logo após segui ate a catedral St. Nicholas, depois prefeitura e em seguida o castelo. A cidade vista do castelo é muito bonita, mas o castelo em si foi transformado em um museu de arte moderna e contemporânea, o que resultou que o seu interior foi totalmente modifica
  8. 27.4 – 2° dia em Plitvice. Levantei às 7:20, o café foi servido na varanda, embaixo de um frio de 6°C. Cheguei na entrada do parque às 8:20. Optei pela trilha K, a maior de todas. Essa trilha leva a outros cenários, permitindo que aviste os lagos de cima e outras partes da floresta que rodeia o parque. A trilha não é difícil, mas devido ao tanto que se caminha, é bom que se tenha um bom preparo físico. Plitvice vale muito a pena para quem tem tempo e gosta de natureza. É muito dificil descrever esse lugar em palavras ou até mesmo fotos... Cheguei de volta na portaria principal às 14:2
  9. 26.4 – Peguei o onibus às 7:30 na rodoviária de Zagreb rumo ao Plitvice Park. Cheguei em Grabovac, onde era a pensão, às 9:46. Grabovac é tipo um vilarejo que fica +- 10km da entrada do parque. Foi somente o tempo de deixar as mochilas no quarto e partir rumo ao parque para iniciar a trilha. Como existem diversas, a maior tendo uma duração de +- 8 horas, escolhi uma média e deixei essa maior para o outro dia. A média que escolhemos é a B, que dura entre 4 e 6 horas. O parque é simplesmente lindo. O contraste entre o azul da água e o verde das árvores é surreal. Embora estivesse chovendo e un
  10. 25.04 – Peguei o trem na estação Keleti (linha vermelha do metrô) às 6:30h. O trem era do mesmo estilo que os outros (coisa eu ia comprovar ao longo de toda a viagem), mas como o trajeto foi de dia, não foi ruim como o de Praga x Viena. O ponto alto da viagem foram as duas romenas que dividiram a cabine com a gente. Simpaticas ao extremo. Compartilharam conosco comida e até uma bebida típica romena, feita em casa pelo pai de uma delas, chamada Ţuică. É parecida com uma vodka, só que muito mais forte, algumas tem até 60% de teor alcoólico. Eu ganhei uma garrafa e trouxa para o Brasil hahah
  11. 24.04 – Comecei o dia cedo!!! Rumo à Gellert Hill, Gellert Hotel e Citadella. Parei na estação de tram bem em frente ao hotel. O hall de entrada das bath é ricamente adornado de detalhes, muito bonito. Após um tour por dentro do hotel (eu não tomei nenhum banho nas termas) fui em direção à citadela. E haja perna pra subir. O caminho é sem sinalização nenhuma, então fui meio que no instinto, no fim eu consegui achar sem me perder muito rsrs. No topo, mais ângulos incríveis para fotografar a cidade. Aproveitei para conhecer o bunker da 2ª guerra. O ingresso custa 1200 ft e vale
  12. Pessoas, Desculpa por ter abandonado o topico nos ultimos dias. Estou mto atarefado para um curso que terei na proxima semana. Espero que depois desse curso as coisas aliviem um pouco. Mas prometo colocar todo o relato aqui para voces. Até.
  13. 23.04 – Nesse dia não ouvi o despertador e acordei só 10:30h. Até que levantei e consegui sair, já tinha perdido metade do dia. Como era tarde, comecei pela casa do terror. Confesso que esse foi um dos piores dia da viagem, é muito triste ver como o ser humano é capaz de tantas maldades contra o seu próximo por causa de coisas tão mesquinhas como ter poder. Dali eu fui em direção da estação Népliget para verificar se tinha ônibus para Zagreb. Descobri que o único meio possível é de trem, que sai da estação Keleti Pu. Nova peregrinação para comprar o bilhete. Depois de resolvido essa et
  14. 22.04 – O dia começou cedo. Fui até a praça Deank Ferec, localizar o centro de informações turísticas e conseguir o tão essencial mapa da cidade. Após isso, passei pela igreja St. Stephens, logo em seguida à Sinagoga da cidade. A caminha prosseguiu meio desencontrada, meio perdido no sentido da Academia Hungara de Ciencias, Chain Bridge, sempre margeando o Danúbio, aproveitando para fotografar o castelo na margem oposta. Após a Chain Bridge, a caminhada continuou para o Parlamento. Não consegui fazer a visita pela parte de dentro pois os ingressos já estavam esgotados e como no dia seg
  15. 21.04 – Saí em direção à Bratislva às 8hr da estação de metrô Meidling, pela empresa Glabuss. O trajeto levou cerca de 1:30hr. Quando chegamos em Bratislava, a primeira coisa que fizemos foi deixar as mochilas no locker. O mais engraçado é que o locker da rodoviária não é igual aos lockers existentes nos outros países: eles tem uma sala com um funcionário que junta todas as malas em um canto, como se fosse um guarda-volumes. Como não tinha outra opção, o jeito foi arriscar. Caminhei em direção ao centro histórico para encontrar um centro de informações ao turista, conseguir um mapa e as
×
×
  • Criar Novo...