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Noslinjr

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  1. Fala Romulo, blz? Ainda estou aki tambem na expectativa do 'final da sua viagem'. Muita coisa já aconteceu depois que eu comecei a acompanhar seu relato, inclusive li uns trechos enquanto estava na europa... valeu pelas dicas, foram muito uteis quando eu estava no meu proprio mochilão. no aguardo do termino do relato. Abs, Nilson
  2. 04.05 – Dia de chuva. Para não estragar o dia, fomos para o Grand Bazar. Como o nome diz, ele é realmente grande e tem de tudo que se pode imaginar e mais um pouco. Foi aí que meu dinheiro foi embora: lembranças, doces, etc. Até andar por todas as ruas levei umas 3hr e não sei se realmente conheci tudo, porque chega uma hora que tudo fica igual e você já não sabe mais pra onde ir kkkk. Valeu a pena por que o dia ainda estava chuvoso. Um detalhe interessante: os turcos gostam de negociar. Quando você para em frente a uma loja, o vendedor já vem perguntando do que você gostou, de onde você é, etc. Tudo isso para saber qual o preço que ele vai te oferecer a mercadoria. Geralmente você consegue negociar por até 1/3 do valor original, então chore bastante, diga que é do Brasil, moeda desvalorizada, etc. Ao sair faminto do bazar, não perdi tempo em achar um restaurante de comida típica e comi um kebap de ovelha delicioso. Depois do merecido almoço, segui em direção à mesquita Beyazit, bem ao lado do bazar. Como se não bastasse o dia de autógrafos, mais de uma pessoa nesse dia pensou que eu fosse árabe e algumas até falaram comigo em árabe; e eu morrendo de medo de arrumar briga sem querer ou me meter em alguma enrascada. Na sequencia da peregrinação, entrei na mesquita Süleymaniye. Ao sair dessa mesquita, tinha a intenção de caminhar em sentido ao antigo aqueduto da cidade, mas claro que eu me perdi; não foi uma daquelas perdidinhas, mas uma perdida imensa que me fez andar em círculos e chegar em frente ao Grand Bazar novamente. Depois de localizado e mapa na mão, segui na direção exata. No meio do caminho entrei na mesquita Sehzade e em seguida, agora sim, vi o antigo aqueduto. Tentei ver a mesquita Fatih, mas como ela estava sendo reformada, não consegui ver nada por dentro, só andaimes!! Nos arredores dessa mesquita, foi impressionante o numero de mulheres de todas as idades e crianças que estavam por ali. Tinha duas feiras ali por perto, então talvez tenha sido esse o motivo. Ao andar por estas feiras e outras lojas de rua, percebi que os preços dentro do Grand Bazar eram bem maiores do que destas lojas. Então uma dica interessante é tentar comprar lembranças e outras coisas fora do Grand Bazar, pois os turcos mesmo não compram nada dentro do Grand Bazar.
  3. 03.5 – Começamos o dia pela Taksim Square, pois já estáva lá perto mesmo. Tirei algumas fotos, peguei uma mapa da cidade no centro de informações turistas ali na Taksim mesmo e comecei a descer a rua Istiklal rumo à Torre Gálata. Essa rua é bem movimentada, ligando a Taksim Square à Ponte Galata, com diversas lojas, turistas. Nessa rua meu amigo tomou um daqueles sorvetes em que o cara faz um monte de firulas com o sorvete antes de entregar. Como isso fazia parte de um trato, ele pediu e eu filmei rsrs... Para subir na Torre Gálata custa 11 liras. Vale à pena, principalmente se o dia estiver bem claro, pois aí você consegue uma boa vista da cidade, onde estão as principais atrações, etc. Lá de cima resolvemos conhecer as atrações do mesmo lado da torre em relação ao canal chamado de Goldeness Horn e nos outros 2 dias as outras atrações do lado oposto (ambos os lado ficam do lado europeu de Istambul). Dali seguimos rumo ao Dolmabaçhe Palace. No caminho entramos em quase todas as mesquitas no caminho, pois era novidade total e não queria perder nada! Ao chegarmos no palácio, a fila estava bem grande para comprar o ingresso, então foi 1 hora só de fila. Foi nesse momento que aconteceu algo muito engraçado, provavelmente de toda a viagem: um grupo de crianças entre 8 e 10 anos, de alguma escola parou bem ao nosso lado, formando uma fila paralela. Um dos meninos querendo treinar o inglês começou a falar comigo, com aquelas perguntinhas básicas, “what time is it?” e por aí vai. Eu entrei na onda e contei que era do Brasil. Quando fiz isso, foi uma comoção geral, começaram a falar um monte de coisas, mas tudo em turco porque tinha acabado o repertório dele, então sem saber o que fazer mais, ele pediu que eu escrevesse alguma coisa no caderno dele. Quando eu concordei, todas as crianças da fila me cercaram e pediram que eu escrevesse no caderno delas também, parecia até sessão de autógrafos rsrsrs. Meu amigo não aguentava de rir e o povo na fila olhando e perguntado: “quem é esse mané?!” Piadas e vergonha para trás, o castelo é impressionante, tendo o interior mais luxuoso que já vi. Em comparação com outros castelos, tanto da Austria, França, esse ganha disparado, fazendo os outros parecerem simples e humildes. Pena que não pode fotografar. Essa visita com certeza deve ser feita por quem está em Istambul. Existem dois tipos de ingressos à venda: com direito ao Palácio ou Palácio + Harém. Comprei o combo e de novo fiquei com a impressão de que não lucrei (igual em Viena) porque o Harém era a residência da família, então é simples e acaba sendo repetitivo. No complexo do castelo existe também outras atrações como o palácio de cristal e clockhouse, onde estão os relógios que o sultão ganhava. Ao sair do castelo, parei para comer um sanduiche de pão sírio. Tinha o nome complicadíssimo (claro) então eu não anotei... Depois de recuperada as forças, segui em direção à Ponte Gálata (famosa pelos pescadores na beira dela) e mesquita Yeni. Aproveitei para caminhar pela feira que tem na beira do mar, onde são servidos sanduiches de peixe feitos de dentro do barco.
  4. 02.5 – Como amanheceu chovendo, dormi até um pouco mais tarde e deixei algumas coisas para ver na sexta, pois o voo voltava para Munich. Pensei em sair para o aeroporto à 11h, por que pelos meus cálculos, conseguiria chegar no aeroporto por volta das 12:30, o que estava de bom tamanho para um check-in internacional. Mas não sei porque cargas-d’agua, só saímos da hospedagem às 11:30, o que começou a me preocupar em se conseguiria chegar a tempo do check-in. O transfer do metro para o trem (S-1) foi às 11:50, previsão de passagem do S-1, 11:55, que aflição. Fazendo as contas, as chances de perder o voo eram enormes. Não bastando isso, 2 estações antes do aeroporto, o trem ficou parado por 5 minutos e nós na aflição, roendo as unhas. Quando desembarcamos no aeroporto, não tínhamos a menor de ideia de aonde deveríamos ir e já eram 12:35h, sendo que o limite para o check-in era 12:45h. Não tinha noção de onde era o terminal, o balcão da cia, nada!!! Tudo foi descoberto na correria e na pura sorte. Por milagre, achamos tudo que era necessário e fizemos o check-in às 12:45, no ultimo instante e os últimos!!!! UFFFAAAAA. O voo saiu conforme o programado e a chegada na em Istanbul foi às 16:57! O aeroporto foi o Sabiha Gockem, lado asiático. Fiz cambio de 20 euros no aeroporto, só pra pagar o ônibus da Havas até Taksim Square, que custou 14 liras. Até encontrar a hospedagem, foram muitas informações desencontradas, muitas voltas no mesmo lugar, até que já escuro, consegui encontrar a rua e finalmente a hospedagem. Como a ultima refeição tinha sido nem me lembro quando, a fome estava bizarra. Saimos em busca de um restaurante e encontramos um a poucas quadras de onde estávamos que vendia uma excelente comida turca. Fui de Kebap servido no prato com coalhada, pão molho, fenomenal!!!! Custo: 15 liras.
  5. Marcio, valeu pelo incentivo. Vou continuar postando e atualizar as fotos destes ultimos dias. Abs
  6. 30.4 – A chegada em Munich foi às 15:30. Até descobrir o metro que ia até a hospedagem, conseguir mapa, etc, perdemos 1:30h. Quando encontramos uma turma de brasileiros, fomos direto para o Augustiner, uma cervejaria tradicional, onde os locais frequentam. Essa foi uma noite típica Bavara: joelho de porco, musica alemã e cerveja. 01.5 – Feriadão na Bavária. Contra todos os costumes bávaros, começamos o dia às 9h, com a Marion, uma alemã que conhecemos no dia anterior e que se dispôs a nos mostrar a cidade e seus principais atrativos. O primeiro ponto turístico foi na estação Sendlinger Tor, onde ainda tem um pedaço da antiga muralha que contornava a cidade medieval. Dali fomos rumo à Karlsplatz onde está situado o palácio da justiça. A rua do comercio estava deserta, nela seguimos direção da Marienplatz, parando e conhecendo as seguintes igrejas: Burger Saalk, St Michael e Frauenkircher. Na Marienplatz eles estavam montando um palco para um show comemorativo. Subimos na torre da igreja St Peter para termos uma visão geral da cidade. Como o dia estava claro e limpo, tivemos uma vista e tanto da cidade. Custo: 1,5 euro. Dali a Marion nos levou em direção ao Hofbrauhauss, tirar fotos, comprar lembranças e ficar com muita vontade de beber!!! Só íamos voltar ali à noite, então a sede continuou. Dali caminhamos em direção à State Opera, residenz e Hofgarten. Em frente ao largo da entrada do metrô Odeons Platz tem uma igreja muito bonita (não descobri o nome), toda branca por dentro, muito bonita, vale à pena! Após muitas fotos no Hofgarten, caminhamos em direção à Konigplatz pela Briemer Strasse, a primeira avenida de Munich. Nessa rua tem um cartaz explicando a importância daquela área no período nazista, bem interessante. Fomos até a praça que é realizada a Oktoberfest para vermos a estatua da Baviera. Quando chegamos lá, estavam realizando uma festa (tipo um parquinho) para comemorar o inicio da primavera, junto com uma exposição de carros antigos. A Marion nos levou para um churrasco com uns amigos dela. Após o típico churrasco alemão (salsicha e bisteca de porco) fomos para o Schloss Nymphenburg. O lugar nem preciso dizer que é muito bonito. Serve de ponto de encontro para os alemães caminharem, conversarem, comerem, passear com o cachorro, ler, enfim, esses caras sabem curtir a vida. Lá tinha até um casal de noivos tirando fotos!!! Após essa visita, encerramos o dia na de casa uma brasileira casada com um português que vivem em Munich para um jantar, boa conversa, cerveja. No dia seguinte tínhamos o voo marcado para Istambul às 13:30.
  7. 28.4 – O dia começou cedo, assim que clareou deixei a mochila no locker e parti e direção à Dragon Bridge e Triple Bridge. Nas imediações da ponte estava rolando uma feira, então aproveitei para me inteirar da cultura local, aromas etc. Comprei um suco natural de maça, totalmente orgânico de uma senhora que vendia somente maças. Logo após segui ate a catedral St. Nicholas, depois prefeitura e em seguida o castelo. A cidade vista do castelo é muito bonita, mas o castelo em si foi transformado em um museu de arte moderna e contemporânea, o que resultou que o seu interior foi totalmente modificado. Eu particularmente não gostei, mas... Depois desci em direção às ruinas romanas, Emona. Visitei também uma igreja chamada Usuline Church of The holy Trinity e Slovene National Theatre. Após isso fui caminhando e me perdendo pela cidade de propósito, andando a esmo e sentindo o clima excelente que a cidade proporciona. Apesar de ser a capital do país, é uma cidade pequena, apenas 300 mil habitantes, o que confere aquele clima de cidade interiorana. 29.4 - Dia de férias das férias. Como o dia anterior tinha rendido bem, o cansaço estava batendo, estava aquela chuva deliciosa para dormir, então decidi descansar um pouco e recuperar as energias. Fiz isso de consciência limpa, e lá eu entendi o que muitos já tinham postado aqui, que um descanso é bom quando dá no meio da viagem. O único compromisso foi ir até a estação de trem comprar a passagem para Munich. Como cheguei tarde na estação, perdi a promoção de 29 eur. Eles tem este tipo de promoção, porque as passagens de sábado são as mais procuradas, é quando os locais resolvem das uma espairecida também. A única opção era comprar a passagem de 82 eur. A única duvida era o horário: Viajar a noite inteira e enfrentar mais um dia cansado ou viajar na manhã seguinte e perder um dia de Munich. Devida a experiência da noite anterior, resolvi perder um dia em Munich e chegar lá descansado, saindo de Ljublijana às 9:12h. Como tinha feito boas amizades, eles já tinham marcado mil coisas para a noite, então valeu a pena.
  8. 27.4 – 2° dia em Plitvice. Levantei às 7:20, o café foi servido na varanda, embaixo de um frio de 6°C. Cheguei na entrada do parque às 8:20. Optei pela trilha K, a maior de todas. Essa trilha leva a outros cenários, permitindo que aviste os lagos de cima e outras partes da floresta que rodeia o parque. A trilha não é difícil, mas devido ao tanto que se caminha, é bom que se tenha um bom preparo físico. Plitvice vale muito a pena para quem tem tempo e gosta de natureza. É muito dificil descrever esse lugar em palavras ou até mesmo fotos... Cheguei de volta na portaria principal às 14:20, depois de uma trilha toda embaixo de garoa e muito frio. Como o ônibus para Zagreb só passaria às 16:45, fiquei dando um tempo na lanchonete, onde tinha calefação, então era um bom refugio, e como estava um frio miserável com chuva, o chocolate quente foi mais do que bem-vindo. Para não correr o risco de perder ônibus, decidi ir um pouco antes para o ponto, que fica logo em frente ao parque. Essa foi a melhor escolha: um tiozão de sprinter passou no ponto anunciando que estava fazendo uma lotação para Zagreb. Então embarquei com meu amigo, 3 americanas e 5 japoneses. A chegada na capital foi por volta das 18:30h. Comprei a passagem de trem para Ljublijana saindo as 21:45 e previsão de chegada para 23:30. A chegada foi como o previsto, mas o detalhe crucial era que a hospedagem só começava no dia seguinte, então tive que amanhecer na estação de trem. Ainda bem que tinha uma lanchonete 24h na estação, então fiquei ali matando o tempo.
  9. 26.4 – Peguei o onibus às 7:30 na rodoviária de Zagreb rumo ao Plitvice Park. Cheguei em Grabovac, onde era a pensão, às 9:46. Grabovac é tipo um vilarejo que fica +- 10km da entrada do parque. Foi somente o tempo de deixar as mochilas no quarto e partir rumo ao parque para iniciar a trilha. Como existem diversas, a maior tendo uma duração de +- 8 horas, escolhi uma média e deixei essa maior para o outro dia. A média que escolhemos é a B, que dura entre 4 e 6 horas. O parque é simplesmente lindo. O contraste entre o azul da água e o verde das árvores é surreal. Embora estivesse chovendo e uns 10°C, consegui aproveitar bem a trilha e o visual. Na portaria 3 do parque, tem um lugar que vende frango assado na brasa e linguiça caseira e algumas outras iguarias. Embora estejam dentro do parque, não cobraram um preço exorbitante. Retornei para a pensão de ônibus. Como estava moído da viagem e trilha, resta o descanso para no dia seguinte enfrentar a maior trilha, viagem para Zagreb e trem para Ljublijana. Gastos com o parque: Entrada: 180 kunas (para 2 dias) Lanche: 33,50 kunas Capa Chuva: 19,50 kunas Nestea: 13,38 kunas Onibus p/ pousada: 18 kunas Cartão Postal: 3 kunas
  10. 25.04 – Peguei o trem na estação Keleti (linha vermelha do metrô) às 6:30h. O trem era do mesmo estilo que os outros (coisa eu ia comprovar ao longo de toda a viagem), mas como o trajeto foi de dia, não foi ruim como o de Praga x Viena. O ponto alto da viagem foram as duas romenas que dividiram a cabine com a gente. Simpaticas ao extremo. Compartilharam conosco comida e até uma bebida típica romena, feita em casa pelo pai de uma delas, chamada Ţuică. É parecida com uma vodka, só que muito mais forte, algumas tem até 60% de teor alcoólico. Eu ganhei uma garrafa e trouxa para o Brasil hahaha. Elas não eram ciganas e fiquei com uma boa impressão do povo romeno. A chegada em Zagreb foi às 13:30h na estação Glavni Kolodvor, a principal. Usei o locker da estação (2 eur) 24hr. Comprei a passagem para Plitvice no dia seguinte. A passagem custou 86 kuna (ida). Detalhe: a empresa não vendia a passagem de volta; essa deveria ser comprada no próprio ônibus na volta. Vê se pode!!!! Após isso, o destino foi a praça Bana Jelačića, seguida da Katedrala e Dolac Market. Mas como eu sou muito azarado, esse dia era feriado por lá, então tudo estava fechado e as barracas do mercado todas desmontadas. Então a impressão que eu tive da maior parte do centro de Zagreb é parecida como uma cidade fantasma, mas mesmo assim muito bonita e com certeza digna de ser visitada. Fui em direção à St. Marsks Church, com seu telhado típico e muito diferente de qualquer telhado que temos no Brasil. Em seguida eu queria tomar um sorvete e como tinha anotado uma dica de um post da Mariane Rangel recomendando a sorveteria Millenium, decidi ir atrás da dita cuja. Não é que eu achei e o sorvete é realmente bom?! Valeu pela dica... O destino seguinte foi o Teatro Nacional, Mazvraniou e estação de trem para pegar as mochilas. Na minha visão, Zagreb é só isso, não consegui ver o que mais a cidade tem a oferecer em atrações históricas, mas isso não diminui em nada a beleza da cidade. Inclusive o mapa turístico aponta poucas coisas. Mas recomendo a visita, não mais que um dia.
  11. 24.04 – Comecei o dia cedo!!! Rumo à Gellert Hill, Gellert Hotel e Citadella. Parei na estação de tram bem em frente ao hotel. O hall de entrada das bath é ricamente adornado de detalhes, muito bonito. Após um tour por dentro do hotel (eu não tomei nenhum banho nas termas) fui em direção à citadela. E haja perna pra subir. O caminho é sem sinalização nenhuma, então fui meio que no instinto, no fim eu consegui achar sem me perder muito rsrs. No topo, mais ângulos incríveis para fotografar a cidade. Aproveitei para conhecer o bunker da 2ª guerra. O ingresso custa 1200 ft e vale à pena. Você tem a oportunidade de conhecer como era a vida dentro de um bunker em meio à guerra. É muito interessante. Dentro dele estão diversos bonecos de soldados em situações que faziam parte do dia-a-dia deles. Depois dessa visita, mais uma vez terminamos o dia na cidade mais cedo do que o normal para almoçarmos com nossos amigos e curtirmos um tempo com eles. No próximo dia, a viagem é Zagreb, 7hr de trem.
  12. Pessoas, Desculpa por ter abandonado o topico nos ultimos dias. Estou mto atarefado para um curso que terei na proxima semana. Espero que depois desse curso as coisas aliviem um pouco. Mas prometo colocar todo o relato aqui para voces. Até.
  13. 23.04 – Nesse dia não ouvi o despertador e acordei só 10:30h. Até que levantei e consegui sair, já tinha perdido metade do dia. Como era tarde, comecei pela casa do terror. Confesso que esse foi um dos piores dia da viagem, é muito triste ver como o ser humano é capaz de tantas maldades contra o seu próximo por causa de coisas tão mesquinhas como ter poder. Dali eu fui em direção da estação Népliget para verificar se tinha ônibus para Zagreb. Descobri que o único meio possível é de trem, que sai da estação Keleti Pu. Nova peregrinação para comprar o bilhete. Depois de resolvido essa etapa, atravessamos para o lado Buda. Fotografei o Parlamento pela margem oposta, onde tem um belo ângulo. Caminhei pela margem rumo ao castelo. A subida foi a pé mesmo, pois o o bondinho que leva não vale a pena o custo x beneficio. Lá em cima conheci a Matias Church, que já estava fechada, mas é uma das igrejas mais bonitas que visitei na Europa. O clima nesta parte da cidade é bem medieval, tinha até um homem com um falcão de caça, muito interessante. Desta parte da cidade também pode-se ter ótimos ângulos para foto dos principais pontos da cidade: Parlamento, Chain Bridge, etc. Aproveitei até escurecer para então descer e ir sentido de casa.
  14. 22.04 – O dia começou cedo. Fui até a praça Deank Ferec, localizar o centro de informações turísticas e conseguir o tão essencial mapa da cidade. Após isso, passei pela igreja St. Stephens, logo em seguida à Sinagoga da cidade. A caminha prosseguiu meio desencontrada, meio perdido no sentido da Academia Hungara de Ciencias, Chain Bridge, sempre margeando o Danúbio, aproveitando para fotografar o castelo na margem oposta. Após a Chain Bridge, a caminhada continuou para o Parlamento. Não consegui fazer a visita pela parte de dentro pois os ingressos já estavam esgotados e como no dia seguinte era sábado, perdi a chance... Depois disso fui caminhar pelas ruas do Distrito 7 que é onde Budapest está acontecendo. Lá tem muitos bares descolados, galerias de arte e outras coisas da cena Cult de Budapest. Como já estava na região, fui até a casa do terror. Mas quando cheguei lá, descobri que o passeio dentro do museu demoraria +- 2 horas, então deixei para fazer a visita amanhã. Na mesma avenida está localizada a Hungarian State Opera House. O edifício é muito bacana e pra quem quiser, ali são encenadas muitas operas a um preço bem baixo. No outro extremo da avenida (pra ser exato, no fim dela) está o parque Városliget, vale a pena a visita também. Depois me arrependi de não ter ido quando meus amigos me disseram que era muito bonito. Depois disso foi rumo da hospedagem, lavar roupa e fazer um social com nossos novos amigos.
  15. 21.04 – Saí em direção à Bratislva às 8hr da estação de metrô Meidling, pela empresa Glabuss. O trajeto levou cerca de 1:30hr. Quando chegamos em Bratislava, a primeira coisa que fizemos foi deixar as mochilas no locker. O mais engraçado é que o locker da rodoviária não é igual aos lockers existentes nos outros países: eles tem uma sala com um funcionário que junta todas as malas em um canto, como se fosse um guarda-volumes. Como não tinha outra opção, o jeito foi arriscar. Caminhei em direção ao centro histórico para encontrar um centro de informações ao turista, conseguir um mapa e assim iniciarmos o tour pela cidade. Com o mapa na mão, traçamos o roteiro, que teve inicio no Primatial Palace. Depois a caminhada foi em direção ao Slovakia National Theatre. Na praça em frente ao teatro, tinha um principio de feirinha, mas muito devagar. Em seguida o destino foi a praça Frantiskanske, onde tem uma igreja franciscana e uma fonte. Depois a parada foi no St. Michaels Gate e segui em direção ao castelo pela rua Kapucinska. O castelo é um dos pontos alto da cidade, não só pela grandiosidade da construção, mas pela vista da cidade que ele proporciona e a área verde que tem em volta do castelo. Desci o castelo em direção à St. Martins Catedral. Depois de toda essa perambulação, comecei a procurar algo para comer. Optei por comer uma baguete recheada. O local para desfrutarmos foi a praça Frantiskanske. Após o lanche rápido e a boa descansada, segui rumo ao Slavin, passando em frente ao Grassal Kovich Palace, a residência do presidente da republica. Bem atrás do palácio tem um parque bem bonito, que proporciona uma visão do palácio de outro ângulo. Continuei a subida rumo ao Slavin, passando pelos bairros em volta do monumento, que são bem aconchegantes e calmos. Muitos degraus depois, pude admirar o monumento em homenagem aos 6.845 soldados soviéticos mortos na 2ª Guerra Mundial. Como o ônibus rumo a Budapeste saia às 17hr, voltei em direção à rodoviária, com direito a uma parada para refrescarmos a garganta com uma bela cerveja. Afinal o calor estava de matar. O ticket do ônibus foi adquirido pela Orange Ways. Onibus bem confortável; a viagem durou cerca de 2:30hr. Ao chegar em Budapest, desembarcamos na estação Nepliget (linha azul do metro). O caminho até a hospedagem era bem longo, pois no final da linha vermelha teríamos que baldear para um trem e andar mais 3 estações. Mas até que nos localizamos fácil, o difícil foi entender que tipo de bilhete comprar. O único momento tenso foi quando na baldeação encontramos com uns 15 punks ou mais, todos com moicano levantado, alguns levando cachorros, etc. Mas não mexeram com a gente, ufa!!! Agora é descansar para amanhã conseguir aproveitar o maximo da cidade.
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