Ir para conteúdo

BiaInWonderland

Membros
  • Total de itens

    7
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

0 Neutra
  1. 5o. Dia - NY Esse dia não amanheceu muito bonito. Menos mal que já tínhamos planejado ir ao MET. Antes, aproveitamos para ir à Grand Central Station, palco de inúmeros filmes. Lá dá pra sentir na pele o ritmo de NY, aquela massa de pessoas caminhando freneticamente que não se consegue quase atravessar os corredores. Parar para tirar fotos então, impossível. Tem que achar um canto menos movimentado pra conseguir focalizar. Andamos entre diversos corredores lindos, com lustres quase centenários até chegar ao grande salão. Procurando a saída da Grand Central, descobrimos um mercadinho muito interessante. Parecia uma versão muito mais chique daqueles mercados Públicos, cheios de frutas, comidas, grãos e temperos. Tudo de dar água na boca. Mas caro. Uma barra de chocolate artesanal, com embalagem toda estilosa, custava algo em torno de 20 dólares. Ao sair, mais fotos do lado de fora, que também exibe uma arquitetura exuberante. Acabamos entrando novamente para pegar o metrô até as imediações do MET, onde tomamos café lojinha só de bagels com tudo quanto é tipo de recheio. MUITO recheio. Deu cerca de 10 dólares pra cada um, mas valeu muito a pena pois ficamos muito bem alimentados até quatro da tarde, quando almoçamos. Bom, a duas quadras dali, o MET. Com sua fachada imponente e centenas de turistas entrando. Pegamos uma época muito boa, com uma exposição super rica de Picasso. Aqui, outra dica muito valiosa do Guia Mãos de Vaca: a entrada tem preço sugerido de 20 dólares. Pagamos somente 1 dólar cada. Mas não economizamos no audio guide, que é um tipo de walkman onde a gente digita o número correspondente de uma obra e ouve-se sobre a história do artista, contexto histórico ou sobre como ela foi criada. Mesmo não tendo em Português, é muito, muito legal, mesmo. Paga-se 7 dólares cada um na retirada. O MET é gigantesco. É preciso escolher o que ver. Nós optamos pelas alas contendo arte do Egito, Idade Média, Grécia e Roma, dando uma passada rápida pelas American Wing (só com artistas americanos), China, Japão e Instrumentos musicais. Na parte das pinturas, pegamos carona num grupo de escola que estava com um guia que explicava bem didaticamente os períodos e características dos artistas, com especial ênfase sobre Picasso. Com taaaaaaaanta coisa interesante pra ver, só fomos ceder à fome lá pelas quatro da tarde, quando achamos uma lanchonete na American Wing. Cada um pegou um sanduíche pronto (o meu era de atum com salada e o do Jô, de peru com molho de cranberry) o legal é que era uma espécie de combo, que dá direito a uma sopinha de entrada. Tri boa pra aquecer no dia frio que tava. Só saímos de lá perto das 17h30. E porque fomos "expulsos", hehehe. O museu tinha que fechar uma hora, não? De lá, rumamos para o East Village, nas imediações do show do Stomp. No caminho, muitas fotos e pit stop na Strand Books, um sebo muito famoso, onde compramos alguns livros e uma sacolinha estilosa. A essa altura a gente já estava queimado no horário pra assistir ao show. O teatro, superpequeno (bem off Broadway) era incrível: parecia as paredes de um ferro-velho, cheio de placas, peças de carro, canos, grades penduradas. Pegamos um lugar na terceira fileira que dava pra ver a poeira levantando no nível do palco. O show valeu cada centavo. Pra quem nunca ouviu falar, vale a pena procurar vídeos pela internet porque os caras são muito feras. Eles conseguem contar histórias, construir personagens, transmitir emoções, só batucando nos objetos!!!! Claro, tem muita linguagem corporal e humor. Do nosso lado tinha uma senhora falando alemão com outra vovozinha que estavam admiradas... mas de ouvidos tapados por causa do barulho muito alto (que é bem alto mesmo). Bom, pra encerrar o dia supercultural, resolvemos dar uma volta no bairro. Aqui, vale observar algo que quem viaja a NYC descobre rapidamente: cada bairro tem personalidade própria. As lojas, a disposição das ruas, as pessoas e até os cheiros são diferentes. É um banquete para os olhos, ouvidos e nariz. Este era muito estiloso, com muitas lojas descoladas, estúdios de tatoos, sex-shops e restaurantes orientais. E foi no mais pitoresco deles que escolhemos jantar. Todo decorado com cartazes de filmes B japoneses ou de propagandas antigas, esse restaurante tem um clima muito legal. Como tudo estava em japonês (só nos pratos tinha legenda em inglês), obviamente, não sabemos direito o nome. Como não tínhamos noção do tamanho do pratos, acabamos exagerando nos pedidos. Eu comi uma panqueca de yakisoba, o Jô foi de rã frita e ainda pedimos uma porção de lula pra finalizar. Pra beber, dividimos uma cervejinha como a da foto: Saímos de lá perto da meia noite, andamos pelas ruas e voltamos de metrô pro hostel. Tudo bem tranquilo.
  2. 4o dia - NY A manhã do 4o dia estava reservada pra conhecermos Roosevelt Island (pegando um bondinho famoso, que aparece inclusive num dos filmes do Homem Aranha). Pensei que daria excelentes fotos aéreas! Chegamos lá e estava em reforma... Ficamos andando pelos arredores e aproveitamos pra conhecer a loja da Apple da 5th Avenue. É aquela que fica em uma quadrado de vidro: linda demais! Ali ao lado fica a FAO Schwarz, onde as duas crianças geração anos 80 queriam conhecer o piano de "Quero ser grande". O Jô tirou o sapato e bem que tentou tocar igual ao filme; foi engaçado de ver a cara de certa decepção de ver que ele não sabia tocar o bifinho... Dali a gente pulou direto pro almoço - sem value menu dessa vez - numa lanchonete que é tudoooo de bom: Johnny Rocket's. Ela é carinha pra uma lanchonete, mas vale cada centavo. Tem um ambiente tipo anos 60, com pequenas Jukebox em casa mesa. A gente coloca uns centavos e pode escolher a música pra tocar no ambiente. Confesso que não consegui ouvir as que escolhemos, mas é legal anyway.De toda forma, vale a dica: vá e experimenta ao menos um dos milk shakes, que vem com o "chorinho" extra num copo de metal. Apaixonannnnteee! Dali seguimos nossas andanças, passando pela Trump Tower, St Patrick Cathedral e todas aquelas lojas de marca em que a gente sai mais pobre só de respirar perto da vitrine! Depois fomos a um museu pequeninho e muito legal chamado Museu de Ilustração Americano. É de graça pra entrar e tem uns trabalhos muito legais, contemporâneos. Pegamos uma mostra de novos talentos que era genial. Muitas ideias diferentes pra todo tipo de mídia. Lá eu comprei um conjunto de poesia em imã de geladeira, com um bando de palavras soltas pra gente grudar na geladeira e usar a imaginação. Muito legal! A noite estava reservada pra Mary Poppins. Era só retirar os ingressos na bilheteria e curtir! Adoramos o espetáculo, cheio de efeitos especiais e um timing perfeito na troca de cenas. Antes de voltar pra casa, parada básica no Mc Donald's pra pegar mais um lanche do Value Menu: um Mc Chicken por 2 dólares! E assim a gente ia se equilibrando entre refeições boas e lanches. Foi muito válido! Antes de viajarmos, calculei 65 dólares para cada um de nós nas 3 refeições: café da manhã, almoço e janta. Em vários dias até gastamos menos... Outra grande economia foi a compra do Metrocard para 7 dias. Nossa, como a gente andou de metrô! Cada estação com suas peculiaridades, como essa logo abaixo, da Broadway...
  3. 2o. Dia - NY O Domingo amanheceu ensolarado, mas frio, novamente. Decidimos tomar café da manhã típico americano num diner próximo de onde a gente estava, na Broadway com a 96. Eu comi panquecas americanas com maple syrup, o Jô atacou de ovos mexidos, bacon e batata rösti. Ali descobrimos que a "tap water" (água da torneira) vem de graça e é super boa de se tomar. Como preparamos nossas malas para a primavera, cada um só tinha um casaco fino! (fica aí uma boa dica: em NY faz umas mil temperaturas diferentes em um só dia!) Fomos direto pra Macy's, pois sabíamos que lá teríamos desconto de 10% por sermos turistas. A loja realmente é enorme e foi uma dificuldade pra encontrar onde se apresenta o passaporte pra pegar o cupom de desconto que vale por 1 semana. Só conseguimos achar quando entendemos que eles tem andares 1/2. hehehhe. Então do andar dos cosméticos, enxergamos uma escada que levava a um setor de vendas de memorabilia do Metropolitan Museum - e bem ao final desse corredor ficava uma filinha de estrangeiros com seus passaportes em mãos. Os preços da Macy's não são os mais convidativos, então o desconto ajudou na compra dos nossos casacos. Também arrecadamos um chocolate Godiva por US$1,99 : super achado e uma delícia! Saímos da Macy's e fomos olhar as ofertas da Foot Locker, na própria 34. Sempre tem umas promoções legais de tênis, porém preferimos nos "guardar" pra Orlando. comprei só uma mochila em promoção - da Nike - por US$ 14,00. Dali a gente seguiu pro Jack's 0,99, que fica na W 32 st entre a 6th e a 7th. eu tinha lido sobre ele no blog "NY para Mãos de Vaca" e tinha muita expectativa sobre umas compras de preço beeeem razoável. [linkbox][LinkBox]http://www.maosdevaca.com/2007/03/dica-6-incrvel-loja-de-99-centavos.html[/linkbox][/LinkBox] A loja tem 3 andares e o primeiro é cheio de snacks. Compramos um salgadinho de queijo recheado de manteiga de amendoim. Sei que parece bizarro, mas é até bem gostoso e nos ajudou a forrar o estômago entre uma refeição e outra. Compramos meias, lanches, cabides, chocolates (pacote de Toblerone por 3 dólares!), xampu, condicionador e até algumas maquiagens. Tudo muito barato, menos de 5 dólares cada item. O meu preferido foi um Häagen Dazs de chocolate e manteiga de amendoim por 59 centavos!! Nosso almoço foi extremamente em conta: 2 sanduíches do Value Menu do Burger King (tudo por menos de 5 dólares!), um refri do Jack's e o Häagen Dazs de sobremesa! Como a gente já estava no meio da tarde, decidimos ir direto pra B&H Photo a pé mesmo. Fica bem próximo ao Madison Square Garden. A loja é muito bem equipada e tem preços que valem muito a pena, especialmente na seção de Refurbished (Usados ou devolvidos). Compramos: 1 Macbook Pro topo de linha por U$S 1.499,00 1 Nikkon D3000 por US$ 367,00 (incluindo a lente objetiva!!) Saímos de lá felizes e um pouco mais pobres, seguindo direto pra Times Square Church, pra assistir a uma missa gospel. Acontecem todos os domingos e terças, às 18:00. É uma opção pra quem não tem o harlem no seu roteiro de viagem e o coral é realmente muito bom! Compramos um cd, pra poder ficar ouvindo mais quando voltássemos ao Brasil. Saímos de lá e já era noite e as luzes de Times Square brilhavam! Totalmente piegas, admito, mas aquela comoção de luzes, gente/raças/nacionalidades, movimento, letreiros é mágica. Fiquei encantada, com lágrimas nos olhos, e Porto Alegre pareceu uma capital ainda mais provinciana do que já é. Andamos feitos dois abestados por umas 2 quadras, até enxergarmos a loja da M&M's. Compramos muita quinquilharia (e temos usado todas!!) Não resistimos à tentação de comprar mais quinquilharias e lembrancinhas (bem carinhas) naquelas lojas que vendem tudooo de NY. Sem arrependimentos. Jantamos no TGI Friday's depois de tantas compras e andanças e tava espetacular. Com ceva incluída, deu uma média de US$ 30. E valeu a pena! Devo admitir que uma das coisas que mais me impressionou nesta noite foi o fato de a gente estar andando com 2 sacolas enormes de eletrônicos (de metrô, inclusive) e de estarmos muito seguros, sem nenhum sinal de assalto. Digo que ali - independente da crise financeira que eles ainda enfrentam - a gente percebeu: definitivamente não estamos no Brasil. Foi bom demais experimentar segurança nas ruas!! 3o dia - NY Dia de museu!! Como o AMNH só abre às 10:00, planejamos começar o dia em Strawberry Fields. Andar pelo Central Park e descobrir cada recanto é simplesmente mágico! Tomamos café da manhã próximo ao "Imagine", homenagem feita ao John Lennon. É lotado de gente desde cedo e o pessoal começa a largar flores ao longo do dia... muito legal! Também visitamos "The Dakota", o prédio onde ele morava e onde foi assassinado. Umas quadras além estava o Museu de História Natural. Pagamos 20 dólares cada um (para termos direito a entrar no Planetário) e conseguimos uma guia que mostrou atrações bem interessantes, especialmente da parte de Astronomia. Pra quem gosta de Paleontologia, é muito legal ver os dinossauros montados e imaginar como era quando eles andavam por aqui... O Museu é enorme, então eu recomendo que se faça uma seleção do que mais se quer ver e se concentre nessas alas. E mesmo fazendo isso, nós só saímos de lá às 4:00 da tarde. Eu queria desbravar mais o Central Park, mas meus pés já estavam moídos. Conseguimos ir barganhando um desconto pra andar de pedicab (aquelas bicicletinhas-táxi que nos levam a passear dentro do parque). De 80 dólares o casal passou pra 40!! Super legal! É um passeio de 1 hora e meia, em que a gente se dá conta de quão enorme o parque é. Várias cenas de filme passando na nossa cabeça. E dê-lhe foto: Bethesda Fountain, fonte da abertura de Friends, aquele corredor ladeado de árvores... Depois de tanto passeio, terminamos o dia no Rockfeller Center, tirando fotos e parando na Magnolia Bakery pra provar o famoso cupcake deles. De lá fomos para o East Village, pois planejávamos ir ao Blue Note e ouvir Jazz, mas a fila estava quilométrica. Atravessamos a rua e fomos para o Village Underground. Muito legal e descolado, com direito a Noite de Talentos. recomendamos!
  4. Pessoal, decidi compartilhar minha experiência de viagem aqui, pois tenho usado o "Mochileiros" como referência pra planejamento de viagens desde 2009, quando organizei minha lua-de-mel no Chile só com base em relatos e informações que peguei daqui. Mas isso é história pra outro post... A viagem pros Estados Unidos começou por uma reunião de trabalho,mas que acabou se concretizando somente como turismo (a reunião foi transferida pro Brasil). Eu e meu marido optamos por ficar 1 semana em NY e 1 em Orlando (eu já tinha ido à Disney, ele ainda não). Pensando em custos totais, eu diria que gastamos uns R$ 6.000,00 cada um, mas porque reservamos bastante dinheiro para compras, principalmente roupas em Orlando (com Outlets tão baratos que dá vontade de nunca mais comprar nenhuma roupa aqui no Brasil!!). Compramos as passagens por um preço "mediano" - não foi o melhor, porém foi num voo direto e no período em que queríamos. Saída de POA em 7/05 às 13:00 - Embarque em Guarulhos às 20:00 - chegada em NYC (Newark) às 6:30. Total por passageiro: R$ 2.200,00 - com taxas de embarque incluídas. Pela Continental. Pagamos antecipadamente as hospedagens em NYC e Orlando, voos entre as 2 cidades, aluguel de carro em Orlando e ingressos de Broadway, Off-Broadway, Cirque du Soleil e parques da Disney (uma facada, diga-se de passagem!). Sempre busquei informações de hospedagem pelo Trip Advisor (aqui no Mochileiros encontrei poucas informações) e fiz a reserva do hostel em NYC pelo ww.booking.com e do hotel em Orlando + voos Orlando-NY + aluguel do carro pelo Expedia. Vale a pena tentar reservar voos+hospedagem no Expedia, pois eles dão descontos bemmm atrativos na compra casada. Mas vamos ao que interessa: valores! - Candy hostel - NYC - 6 noites em quarto de casal com banheiro no corredor - US$ 379,00 (incluindo taxas municipais de NYC) - Voo Delta+hospedagem Orlando - Hotel Sleep Inn (perto do Sea World) - US$ 620,00 - Ou seja - US$ 310,00 por pessoa por duas passagens ida e volta + 6 noites em hotel com café da manhã - Ingressos Broadway: Mary Poppins - US$ 65 cada um, comprados pelo Theater Mania (dá descontos para vários shows) - Ingressos Off-Broadway: Stomp - US$ 38 cada um, comprados pelo Theater Mania - Ingressos Cirque du Soleil: US$ 89 cada um, pelo Theater Mania, também, na primeira fila-lateral - Ingressos Disney: 4 dias com direito a um parque aquático por US$ 268 cada um - Ingressos Universal Studios: 1 dia com direito aos dois parques - US$ 120 por pessoa Relato de viagem: 1o. dia - NYC Chegamos às 6:30 em Newark e compramos um passe de bus que nos deixava em Porth Autorithy (Terminal de ônibus em Manhattan) por US$ 25 (contando ida e volta ao aeroporto). De lá fomos até nosso hostel (na W 94th) para guardar as malas em um locker, já que o check-in só iniciava às 15:00. Neste primeiro dia já compramos o cartão do Metrocard - válido por 7 dias consecutivos. Custou US$ 27 para cada um. Não dá pra dividir um cartão com outra pessoa. em compensação, temos a possibilidade de fazer percursos de metrô e ônibus à vontade durante os 7 dias - sem restrições. Do nosso hostel fomos tomar o primeiro café da manhã nova-iorquino, na Starbuck`s. Estava uma delícia, embora seja meio carinho (12 dólares por 2 cafés + 2 wraps). Neste primeiro dia já tínhamos um passeio definido, escolhido após a indicação de uma super amiga que passou 42 dias em NY. Era o "Grand Tour" do Jerry, um senhor de 70 e poucos anos que nos leva a conhecer a cidade caminhando desde o Brooklyn até o Soho, se não me engano. Acontece todos os sábados, com saída do Hostelling International, às 10:00. Pegamos um metrô até Brooklyn Heights e lá começou nossa caminhada. O bairro é muito bonita, cheio de casas, árvores e aquele estilo de vida dos subúrbios, sabe? Almoçamos à beira do rio e em seguida atravessamos a Ponte do Brooklyn a pé (o 1o desafio de exaustão física que tive na viagem ). o dia estava lindo, porém ventava muito. A visão da ponte é maravilhosa, inesquecível. Recomendo esse passeio a todos que forem para lá. Em seguida chegamos ao Centro Histórico, passando pelo WTC - a construção do novo prédio - e também por um monumento que homenageia as vítimas. Triste... faz a gente lembrar do horror daquele dia. Muito próximo fica Wall Street e o famoso touro. É dificílimo tirar foto exclusiva dele, pois ficam 500 pessoas em volta! Mas confesso que foi divertido. Acabamos desistindo do passeio - por total exaustão minha e por um leve desespero ao pensar que a previsão de término era à meia-noite!!! De toda forma, considero que foram 10 dólares bem investidos. Pegamos um metrô pro Soho, já conhecendo parte de Nolita e jantando em Chinatown (bom, barato e com direito a diálogos incompreensíveis com a atendente. Inglês oriental é brabo de compreender ). Tudo feito a pé. Aliás, uma constante em NY foram as caminhadas. Não há melhor forma de conhecer a cidade embora possa ser exaustivo para aqueles sem preparo físico (tipo eu... hehehehe). Meia-noite passada chegamos ao hostel e tivemos uma grande surpresa: nossa reserva constava; nosso pagamento, não. Como eu não tinha trazido o comprovante do cartão de crédito, a atendente foi irredutível. Liguei pro atendimento do Booking e um indiano enrolado me disse que não havíamos pago. Resultado: acabamos pagando NOVAMENTE pela estadia no hostel. (OBS: Chegando ao Brasil, vimos a fatura antiga, ligamos para o Booking para reclamar e tudo foi resolvido - segundo pagamento estornado). Já tinha lido algumas críticas sobre confusões desse hostel em relação às reservas, mas confesso que o custo-benefício falou mais alto em relação à localização (Upper West Side), a duas quadras de uma estação de metrô. Achei hospedagem em NYC extremamente cara. Vale a pena pesquisar bastante e com antecedência. Por hoje é só, pessoal....
×
×
  • Criar Novo...