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juniormayer

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    Analista Desenvolvedora de Sistemas

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  1. Olá JrMayer! E daí, saiu o material de bivaque? Fiquei curioso para ver o resultado... Abraço! Eu tb : ) Saiu não, gente! Faltou dedicação da minha parte. Mas os planos ainda existem!!!!
  2. A cada vez que eu leio um relato do Jorge me dá até vergonha! Eu, que clamo por todos os lados que adoro uma montanha, e, ainda sou de Curitiba, ao lado dessa maravilhosa serra do Ibitiraquire, nada mais conheço além de uma ou outra trilha pelas quais já passei diversas vezes. Parabéns, Jorge! Tanto pelo relato, como pela coragem e, mais ainda, pela sensibilidade e respeito à natureza!
  3. Já estou no Montanhoso, Vogetta! E já somos amigos no Facebook, só que lá eu uso o nome completo: Osnir Mayer Junior! Passeio na Cachoeira do Ipiranga é uma boa, sempre, pois é fácil e rápido! Podemos combinar de ir até lá em breve.
  4. Salve, Getúlio Estou pensando no próximo domingo no passeio do pessoal do Facebook na cachoeira (que agora não lembro o nome). Agora, se eu penso em fazer outras trilhas, com toda certeza! Na minha lista está tirar 1 semana (para usar menos tempo) e fazer a Travessia Lagamar, provavelmente em setembro. A Travessia do Monte Crista está também na minha lista, mas vai esperar mais um pouco e a Janela da Conceição vem antes disto, com certeza!!! Vamos nos combinando aí, para nos conhecer pessoalmente e fazer alguma trip!!! Grande abraço!!!
  5. Julia Também me diverti um monte com seu relato! Me lembrou minha primeira vez no Itupava, mais de 15 anos atrás, com uma mochila de 40 kg nas costas (eu pesava 65 kg na época!) e fui com dois amigos "experientes", que me disseram que eu tinha que levar barraca, 2 cobertores, 2 pares de calçado, dentre outras coisas que descobri no minuto em que botei o pé na trilha que não iria precisar e que era apenas peso inútil. Mas fiquei espantado com você ter bivacado já de cara, na primeira e não ter se arrependido, o que levanta a certeza de que nasceu com o espírito aventureiro. Se equipe m
  6. Putz, gvogetta!!! Aquele tempo dos anos 90, quando comecei, ainda tinha alguns parafusos fora do lugar e os miolos cheios de porcaria! Então, ia para lá apenas para tomar uns goles, fumar uns e outros e fazer a pernada inteira! Isto foi mais ou menos por 1996/1997 (mas sempre com consciência ambiental, sem deixar lixo na trilha e sem azucrinar os outros passantes). Daí os meus parceiros de presepada foram arrumando filhos e casamentos e eu fiquei para trás. Por volta de 1998/1999 fiz o trecho pela primeira vez "de cara", com um amigo das antigas que se converteu à igreja, e curti demais!!!
  7. Um pouco utópico esse desejo, gvogetta, dado os nossos governantes e administradores do local. Tenho comigo que o Itupava é um local para acampamento, sendo que, mesmo este vetado, como me foi informado pelo pessoal do IAP, ainda autorizam que se acampe na roda d´água, pois se não autorizarem o pessoal acampa do mesmo jeito! Assim sendo, eu sempre gostei da idéia de ir ao Itupava, fazer um trecho em um dia, e outro trecho no dia seguinte, o que me leva a desejar que o local em comento seja transformado em área de camping em moldes parecidos com o Marumbi. Parecido, pois para incluir a
  8. Bom pessoal! Iniciei hoje o desmonte de uma barraca iglu, Capri, daquelas de supermercado, para começar a fazer um saco de bivaque! Vou utilizar a lona do chão, as mosquiteiras e parte do nylon da cobertura original dela, além do zíper! Basicamente, utilizarei 75% do piso, fazendo um corte em "L", retirando cerca de 25% do material, onde será costurado a mosquiteira, o zíper e parte do nylon, afim de tornar a coisa respirável. Na região dos pés também um pedaço de mosquiteira, com uma capa/abertura em formado de "V" invertido, afim de evitar a entrada de água. Será fixada ao ch
  9. Tiro curto no Itupava hoje, apenas até a casa do Ipiranga! 6 horas de caminhada, ida e volta, com a trilha bastante movimentada! Infelizmente, ainda temos alguns trastes que acampam naquela clareira do Ipiranga e só fazem merda!!! Mas, de resto, o tempo ajudou muito e tinha muita gente boa no caminho, reforçando que os mal educados são minoria!!!
  10. MaBarce Esta é uma dúvida que também me incomoda! Creio eu que o pessoal que usa rede, deve amarrar a mochila na própria rede. Se algum ser mexe nela, fica possível acordar e se defender do provável ataque. Para quem vai de saco de bivaque, creio que a coisa fica um pouco mais complicada, mas eu procuraria uma forma de usar a mochila como travesseiro, afim de mantê-la comigo! Outrossim, há o risco de ataque de animais buscando comida na nossa mochila, o que poderia me levar a pendurar ela em algum galho. Mas ainda assim, fico na mesma dúvida que você!!
  11. MaBarce Esta é uma dúvida que também me incomoda! Creio eu que o pessoal que usa rede, deve amarrar a mochila na própria rede. Se algum ser mexe nela, fica possível acordar e se defender do provável ataque. Para quem vai de saco de bivaque, creio que a coisa fica um pouco mais complicada, mas eu procuraria uma forma de usar a mochila como travesseiro, afim de mantê-la comigo! Outrossim, há o risco de ataque de animais buscando comida na nossa mochila, o que poderia me levar a pendurar ela em algum galho. Mas ainda assim, fico na mesma dúvida que você!!
  12. Ficaram algumas dúvidas. Se o amigo puder esclarecer: 1) Melhor então procurar sempre uma câmera que grave em extensão .RAW, para poder "trabalhar" a foto posteriormente 2) Câmeras digitais mais simples, mas com regulagem de abertura e exposição seriam uma "farsa"? A segunda pergunta se dá por eu ter duas câmeras, uma delas com 4.0 mp e a outra com 12.1 mp (que na época da compra eu acreditava nos megapixels, até ler sua matéria), sendo que as melhores fotos eu sempre tirei com a menor câmera. Todavia, esta é a que tem algumas regulagens que posso fazer manualmente, mesmo sendo ambas
  13. Há alguns anos, dois amigos meus tinham modelos individuais da Coleman. Não sei o modelo, mas eram bem pequenas, compridas e fáceis de confundir com um sarcófago (inclusive um desses amigos tem fotos da barraca com uma lona preta em cima e um monte de velas acesas em volta, rs). Nunca mais encontrei o modelo à venda (e na época eu não podia comprar uma por falta de $), mas tenho interesse em encontrar um modelo, mesmo que usado, mesmo que para construir outra nova. O peso era muito pequeno, coisa de 900 g, 100% em nylon (inclusive o piso) e servia apenas para dormir dentro (poderia
  14. Há um item que o Otávio Luiz incluiu para o qual não havia me atentado: o APITO! Estará presente nas minhas mochiladas por aí! Água e comida são essenciais, por isto que tratei com certo desprezo no questionamento acima. Estes sempre estão presentes! O telefone celular vai junto porque já se tornou item do vestuário das pessoas, não vivemos mais sem ele. Agora, quanto ao kit de primeiros socorros, o que este incluiria? Costumo levar alguns "band-aids" e remédios para dor, mas nada além disto, até por não ter conhecimentos suficientes a operar determinados procedimentos de prime
  15. Pessoas Há alguns anos iniciei na prática de caminhadas pelas trilhas da serra do mar paranaense, perfazendo por diversas vezes a trilha do Itupava, além de passeios ao Marumbi. Sempre com mochila cargueira, levando barraca, alimentos e utensílios completos, já que sempre pernoitava nos locais. O tempo passou, eu deixei de fazer as trilhas, ora por falta de companhia, ora por motivos profissionais, até que recentemente decidi retornar, fazendo trilhas na modalidade ataque. Ou seja, mochila leve, trilha curta, saindo de casa pela manhã e retornando ao anoitecer. Adquiri uma mochila
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