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Mahpa

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Sobre Mahpa

  • Data de Nascimento 25-11-1974

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  1. Chicago, uma grata surpresa, e novamente em casa - 28/05/2013 Madruguei no hotel e lá estava o transfer no horário certo para levar ao aeroporto. O que mais gostei nesta região do aeroporto de Atlanta foi a regularidade desse serviço, sendo a cada meia hora durante o dia e a cada uma hora entre a meia noite e as seis da manhã. Se você se programar certinho, não tem erro. Check-in realizado sem problemas, voo no horário e em pouco mais de uma hora já estava desembarcando no belíssimo aeroporto de Chicago. Dos que estive até hoje esse é sem dúvida o mais bonito. Como eu teria um intervalo de quase doze horas nessa conexão, resolvi aproveitar para visitar a cidade. Assim como em Atlanta, comprei um passe de transporte de um dia e o metrô me levou até a área central da cidade em cerca de 30 minutos. O tempo estava um pouco nublado e frio, mas nada insuportável ou que atrapalhasse o passeio. A cidade é muito bonita e organizada, com vários edifícios muito altos, lembrando Nova York, mas sem toda a correria e a barulheira que se ouve lá. Andei um pouco pelas ruas sem um rumo certo apenas para conhecer e sentir um pouco o ritmo da cidade. Depois peguei um ônibus até o United Center, onde jogam o Chicago Bulls (NBA) e o Chicago Blackhawcks (NHL), esperando fazer uma visita. Infelizmente não deu pra visitar nada, nem o museu, pois teria um show do Rolling Stones lá naquele mesmo dia e estava tudo fechado. Se tivesse me atentado a isso antes teria até tentado ficar mais um dia só pelo show. Mas fica pra próxima. Retornei para a parte central e resolvi subir no Skydeck, na Willis Tower, que fica no 103º andar. Vista fantástica, onde podemos apreciar de cima a beleza de Chicago. O observatório de vidro é fantástico e dizem ser muito seguro, apesar das rachaduras apresentadas recentemente (http://extra.globo.com/noticias/mundo/vidro-de-atracao-turistica-estilhaca-visitantes-se-assustam-nos-eua-12650054.html). Ainda bem que não aconteceu na minha vez, rs. Na sequência fui até o Millenium Park que é um parque bem bonito e onde acontecem várias atrações culturais. Neles estão localizadas diversas esculturas interessantes, como a Cloud Gate (ou "The Bean", pois tem mesmo a forma de um feijão, que é uma escultura surreal e bem interessante) e a Crown Fountain (que são duas torres de LED onde rostos diversos ficam fazendo caretas e sorrindo, e de vez em quando "cospem" água nas pessoas. Divertido e as crianças fazem a festa, mesmo no frio). Começou uma garoa meio chata, mas mesmo assim resolvi caminhar até o Navy Pier, que é um cais revitalizado e onde estão concentradas diversas atrações gastronômicas e de diversão em geral, que atende todas as idades. É uma ideia excelente para recuperar pontos sem graça e decadentes de nossas cidades. Dali peguei um boat bus por US$ 9,00 e contornei a praia do Lago Michigan até o final do Grant Park, onde estão concentrados o Shedd Aquarium, o Field Museum e o Soldier Field (onde joga o Chicago Bears da NFL). A vista do skyline de Chicago a partir daquele passeio e do Grant Park são fantásticas. Como meu tempo era curto até o retorno para o aeroporto, acabei não visitando nenhuma das três atrações localizadas ali, fazendo apenas um passeio pelos arredores, que já é um excelente programa. Durante este passeio, parei num trailer para comer o típico hot-dog de Chicago, por pouco mais de US$ 3,00. Achei interessante que eles colocam um monte de coisa nele, como um pedaço cortado de pepino e também um "pickles" inteiro no meio. Mas só ao morder o lanche foi que percebi que o "pickles" na verdade se tratava de uma bela de uma jalapeña, que ferveu até a alma, rs. Ainda bem que a Coca-Cola ajudou a amenizar a situação, rs. Mas depois que dá aquela amortecida na boca, o sabor fica melhor. Depois disso que entendi o slogan que dizia que era "The Original Hot", kkkk. Como estava se aproximando o horário do rush e eu fiquei com um certo receio de atrasar minha chegada no aeroporto por causa do movimento, mesmo meu voo sendo somente às 21hs, resolvi retornar para lá e aguardar o embarque com calma. Definitivamente foi um passeio que foi incluído no roteiro somente por causa da conexão, mas que foi uma das mais gratas surpresas. A cidade é muito bonita, com muita coisa para se fazer e que pode ser incluída em qualquer roteiro turístico sem medo. Não deve ser muito agradável no inverno, mas no verão é uma excelente opção. E a viagem de volta para casa transcorreu sem maiores problemas, passando direto pela alfândega. Agora é esperar o próximo relato.
  2. Início da viagem de retorno, Atlanta - 27/05/2013 Depois de muito tempo enrolando, finalmente vou finalizar este roteiro, pois já tem outros para colocar aqui, rs. Acordei cedo e fechei minha conta no hotel pois meu voo saía onze horas para Atlanta. Peguei um táxi para o aeroporto de La Guardia por aproximadamente US$ 30,00 mais gorjeta. Dava pra ir de metrô e ônibus, mas por ser feriado do Memorial Day e por conta das malas que estava carregando, sem chance. A primeira impressão ruim do aeroporto de La Guardia se desfez no embarque. Muito mais organizado e com salas de espera de voos bem confortáveis, com tablets com wi-fi à vontade para os usuários. Nem sempre a primeira impressão é a que fica. O voo para Atlanta transcorreu normalmente e novamente me hospedei no Atlanta Marriot Airport, que conforme já tinha colocado em outra postagem (http://queviajada.blogspot.com/2013/06/atlanta-21052013.html) eu reservei pelo Priceline. Como não houve atrasos na minha programação, fui para o Piedmont Park para presenciar o festival de Jazz que estava tendo por lá. O parque é bem grande e muitas famílias estavam por lá apreciando o dia ensolarado. Aproveitei para caminhar por uma feira gigantesca, com muitas coisas interessantes e comidas das mais variadas. Resolvi experimentar o tal do Turkey Leg (coxa de peru) por US 8,00 e uma limonada tradicional (excelente) tamanho família por outros US$ 4,00. Quase não dou conta de tudo, mas encarei. O festival tinha atrações até o final da noite, mas o cansaço e o calor me venceram neste dia e voltei cedo para o hotel para descansar, afinal de contas no dia seguinte teria outra maratona para enfrentar. Essa parada em Atlanta na volta foi necessária, pois como falei no inícios das postagens, na promoção que comprei o voo de volta disponível era à 07:40hs e eu não quis arriscar de perder o voo, motivo pelo qual preferi me hospedar na região do aeroporto.
  3. Disponha. A parte sobre Nova Iorque já encerrou. O final do roteiro será o dia de volta, onde faço uma escala de 12 horas com passeio em Chicago. Abraço.
  4. Olá Glaucia. Vou falar pela experiência que eu tive. Como narrei, cheguei no dia 22 de maio. No dia da chegada o clima estava muito bom, com sol e sem vento. Devia estar em torno de 23 graus e à noite não esfriou muito, dando uma refrescada com o vento. Por isso nestas fotos tinha pessoas de bermuda e camiseta. No dia seguinte choveu mas não esfriou tanto. Um moleton foi suficiente neste dia até à noite. Já no dia 24, amanheceu nublado mas sem tanto frio, em torno de 18 graus. Durante o dia a chuva apertou acompanhada de vento, e a temperatura caiu para 10 graus. O frio de 4 graus chegou por volta das 11 da noite ao final do jogo de baseball que fui. Este foi o único dia que fez muito frio. Dia 25 ainda choveu um pouquinho, mas rapidamente fui me livrando das "camadas". E o dia 26 foi com muito sol e calor. Portanto, como pode perceber, você pode esperar um pouco de tudo. Vai depender da sorte ou azar de pegar uma dessas frentes frias. A orientação é sempre se vestir por camadas, tirando ou colocando blusas à medida que varia a temperatura. Além disso, acompanhe a previsão do tempo no weather que eles são precisos em até uma semana.
  5. Até o final de semana tento terminar o relato.
  6. Top of the Rock, Staten Island, Brooklyn Bridge e passeio final - 26/05/2013 Felizmente o dia amanheceu totalmente ensolarado, perfeito para o último passeio em Manhattan. Como seria muito corrido, pois ainda faltavam muitos locais para ver, saí bem cedo do hotel e fui direto para a estação 57 St, bem ao lado do Central Park. Fui andando em direção ao mosaico Imagine, no Strawberry Fields, em homenagem a John Lennon, próximo ao local onde foi assassinado. Domingo é dia de parque. Muita gente se exercitando, passeando com a família, cachorros, andando de carruagem, entre várias outras atividades. Dá pra ficar um domingo inteiro por lá. Enquanto andava pelas ruas da região, topei "quase" sem querer com uma Century 21. Aí já viu, foi entrar, perder umas duas horas lá dentro e ter que comprar outra mala para viagem. Preços realmente excelentes e uma loja bem organizada. O endereço desta é 1972, Broadway, a duas quadras do Central Park. Como era quase meio dia e ainda tinha muito o que fazer, resolvi não voltar ao hotel para guardar a mala e fui passear com ela mesmo, rsrsrs. Impressionante como consegui atravessar Manhattan de norte a sul sem enroscar a mala em lugar nenhum. Nada como primeiro mundo. Só em algumas estações de metrô que tive que descer algumas escadas, mas nada que desse problema. Abaixo a foto da decoração de uma dessas estações. O próximo local a ser visitado foi o Top of the Rock. Demora em torno de meia hora para passar por todos os trâmites e finalmente chegar ao topo do edifício. Mas a espera compensa e muito. A vista do Central Park de um lado e do Empire States e o Centro Financeiro de outro é realmente impressionante. As fotos não representam nem de perto o que se vivencia lá em cima. Continuando o passeio com minha mala de estimação, desci para uma última passadinha na Times Square e peguei um ônibus para Battery Park, onde pegaria o ferry para Staten Island, passando ao lado da Estátua da Liberdade. Poderia ter ido de metrô, mas nesse caso não aproveitaria em nada a vista da cidade. E como acabei ficando sem tempo de ver muita coisa que tinha planejado, por causa da chuva, o passeio de ônibus foi muito bom para ter uma pequena ideia destes locais. O contraste entre os "bairros" é bem interessante à medida que você vai descendo a ilha. Só lembre-se que se você estiver nos últimos bancos do ônibus com uma mala de rodinhas, tome o máximo de cuidado para não ficar tirando fotos e ela resolver dar uma "voltinha" pelo busão. Pode ser constrangedor resgatá-la. Não que eu saiba que isso tenha acontecido com alguém, kkkk. A estação do ferry fica bem ao lado do ponto final do ônibus e não esperei mais do que 15 minutos para o embarque. É tanta gente aguardando que você acha que vai ser a maior dificuldade encontrar um lugar, pois como é de graça, nem fila tem para entrar. Mas os ferrys são muito grandes e tem espaço para todo mundo. Só que se quiser ficar na janela do lado que vai ter vista para a estátua, é bom dar uma corridinha e reservar seu lugar. Na hora das fotos é bem concorrido. Detalhe que tanto na ida quanto na volta minha mala teve que ser devidamente "farejada" antes do embarque. Com toda a neura dos americanos com atentados, já sentia que todas as câmeras da cidade estavam voltadas para mim por onde eu fosse. Afinal de contas, quem andaria o dia todo por Manhattan puxando uma mala (apesar que é bem comum ver pessoas com malas nas ruas, seja chegando ou indo embora de Nova Iorque). É um passeio interessante e que leva uma hora (meia para ir e meia para voltar). Se não quiser perder tempo, é só desembarcar e embarcar de novo no mesmo ferry (não pode esperar dentro dele). Como se pode perceber, o ferry não passa assim tão perto da estátua, mas se você não considera um passeio essencial, como foi o meu caso, então já é mais do que suficiente. E a vista do sul de Manhattan é bem interessante. Depois, já no final da tarde, fui caminhando até a Brooklyn Bridge para atravessá-la. Eu segui margeando o rio, mas o ideal é pegar a segunda rua à direita saindo do ferry, que é a Broad St. e que depois vira a Nassau St., pois aí você sai direto no acesso para pedestres. Margeando o rio, como fiz, você tem que subir um bom trecho até o início da ponte. A travessia é bem tranquila e a paisagem é de tirar o fôlego, ainda mais no comecinho da noite, onde se tem um skyline perfeito. As fotos abaixo falam por si só. E se vocês acham que eu era o único com uma mala atravessando a ponte, se enganam. Uma turista francesa ficou extremamente feliz ao me ver, pois percebeu que ela também não era a única que resolveu fazer umas compras a mais no meio do passeio. Só não entendi nada do que ela falou, rs. Depois de gastar um bom tempo apreciando a vista de tirar o fôlego, fiz uma refeição rápida e voltei para o hotel, pois tinha que arrumar as malas para a viagem de volta no dia seguinte. Já estava com aquele sentimento de quero mais. Se tudo der certo, em breve...
  7. Depois de muito tempo apareço aqui novamente para terminar este relato. Ocorre que eu tinha tudo anotado da viagem e tive um problema no computador, o que fez perder as anotações. Acabei desanimando de escrever. Mas como acho que devo terminar o que comecei, mesmo que com tanto atraso, venho aqui continuar o relato até seu final. Empire States, Flatiron, 5ª Avenida e arredores - 25/05/2013 Reservei este dia para andar sem destino e conhecer mais alguns pontos interessantes de Manhattan. Infelizmente tive um problema com as anotações que fiz destes últimos dias, então terei que puxar as informações da memória mesmo. Portanto posso ficar devendo alguns dados. Saí do hotel e peguei o metro em direção à estação 34 St. Herold Square, de onde comecei minhas andanças passando pela Macys, onde acabei não entrando, Madison Square Garden, que estava em reforma, e pelo não menos famoso Empire States. É gigantesco e fica difícil olhar para o seu topo embaixo dele. As melhores vistas são à distância. Como eu já havia decidido que entre o Empire States e o Top of The Rock eu iria subir somente no segundo (para ter uma melhor visão do primeiro), nem fiquei muito tempo por ali, ainda mais que o tempo continuava chuvoso e ventando. Além disso, olhei de tudo quanto é lado e não consegui visualizar o King Kong, então continuei andando, rs. Dali segui caminhando pelas ruas e avenidas fazendo um zigue e zague em direção ao Flatiron Building. No caminho dei uma passadinha na lojinha do New York Police Departament para comprar alguns souvenires. Tinha uns blusões muito bonitos mas eles não podiam vender para turistas (não sei o motivo). Estava tendo uma feira no local, bem em frente ao Flatiron com várias opções de alimentação. Como eu pensava em experimentar o famoso hamburguer do Shake Shak, fui até o parque em frente, onde fica um dos quiosques, mas desisti ao ver a fila quilométrica. Deveria ser realmente muito bom, mas o tempo não estava ajudando a enfrentar uma fila dessas. Pelo menos fica como mais um motivo para voltar. Continuei caminhando até o Union Square Park onde também havia outra feira, esta bem maior e com diversas coisas para comprar além de produtos alimentícios. Bem interessante para passar o tempo. Fiz uma refeição por ali mesmo. Como começou a garoa um pouco, resolvi pegar um ônibus e subir para perto do Rockefeller Center, para ver se conseguiria subir ao Top of the Rock. Então de dentro do busão fui apreciando a 5ª avenida passando pelas famosas lojas, inacessíveis aos pobres mortais, rsrsrs. Como o tempo definitivamente não ajudava, desisti de subir ao mirante e fiquei andando pelas redondezas, passando pelo Radio City, pelo Rockfeller Center e pelas lojas da Apple e FAO Schwarz, dentre outras atrações. Por falar em FAO Schwarz, paraíso das crianças, foi onde finalmente encontrei o King Kong, mesmo que em miniatura, rsrsrsrs. E como o vento estava muito forte (é incrível como os prédios canalizam o vento pelos corredores de ruas e avenidas), resolvi voltar para o hotel e descansar antes do último dia completo de viagem.
  8. Obrigado. Espero que aproveitem muito. Não esqueçam do jantar com tango, que não fomos por causa da idade da nossa filha. Abraço.
  9. Olá. Obrigado. Vai ser bem corrido o seu passeio, então eu aproveitaria a cidade mesmo, pois tem muita coisa interessante pra ver. Como o tempo será curto, iria para Lujan somente se fosse um dos motivos da viagem (mesmo sendo um passeio muito legal). Compre um passe do ônibus turístico para otimizar seu tempo e poder conhecer a cidade de um modo geral, aproveitando aquilo que for mais atraente. Sobre hospedagem, no Centro tem mais opções, mas fica meio deserto à noite. Eu optaria por Palermo novamente ou na Recoleta, por serem mais residenciais e ter mais movimento à noite. Mas tem outras boas regiões também. Vale pesquisar. abraco.
  10. Museu de História Natural, MET e METS - 24/05/2013 Acordei um pouco mais tarde pois estava cansado e o dia amanheceu bem chuvoso. Tinha planejado zanzar pela cidade e subir no Top of the Rock. Mas optei por ir no MET e no Museu de História Natural, visitas que eu faria domingo. São dois museus bem completos, bonitos e organizados, mas como já tinha ido nos similares de Londres e Paris não foi tanta novidade, mas foi um excelente passeio. Ambos tem tarifas sugeridas, mas você paga quanto quiser. Não quis ser tão "mão de vaca", rs, e paguei 3 dólares em cada, mas podia pagar um dólar que ninguém falaria nada. A verdade é que exceto na entrada, antes da bilheteria, onde as bolsas são vistoriadas, ninguém conferiu se eu realmente tinha comprado o bilhete. Mas por via das dúvidas sempre compre um mesmo que por 1 dólar. Tem umas máquinas que vendem o bilhetes sem precisar pegar fila, mas só no preço sugerido. Entre um e outro ainda aproveitei para caminhar pelo Central Park e dar uma passada no Castelo Belvedere. O parque é imenso e mesmo num trajeto curto, atravessando-o em linha reta entre os dois museus é muito fácil se perder no labirinto de estradinhas. Tem que acompanhar os mapas que tem no caminho e ainda assim é complicado. A vista do Castelo e do parque são muito bonitas, mas a chuva e o frio me impediram de ficar mais tempo aproveitando e tirando fotos. Uma das coisas que percebi neste dia é como que as pessoas saem para fazer turismo sem se ater à previsão do tempo. Fiquei chateado pela chuva ter atrapalhado meu passeio, mas eu já sabia dessa possibilidade e do frio que faria e me preparei para isso, me agasalhando suficientemente. Fiquei com muita pena das crianças que saíram com pais desprevenidos, pois em poucas horas a temperatura caiu de 18 para 10 graus (sensação térmica de 6 por conta da chuva e do vento). Por isso os museus estavam lotados na entrada, pois todo mundo foi lá se aquecer e se esconder. Voltei para o hotel em torno das seis horas pois comprei ingressos para o jogo de baseball entre New York Mets e Atlanta Braves. Da estação 21st Queen-Bridge, que é a mais próximo do hotel, até a estação Mets-Willet Points, que fica entre o Citi Field (estádio do Mets) e Flushing Meadows (onde é realizado o aberto de tênis dos EUA) foram cerca de 25 minutos, com uma baldeação. Você sai praticamente dentro do estádio. Como já havia comprado o ingresso antecipadamente, simplesmente fui a um guichê e passei o mesmo cartão de crédito utilizado na compra para retirar o ingresso e os vouchers de alimentação (opcional que comprei por 34 dólares, em local coberto para fugir da chuva e espantar um pouco o frio de 4 graus.). A entrada é muito bem organizada e com um visual muito bonito. Cheguei nas arquibancada bem na hora do hino e já pude perceber o quão patriotas são por lá. E isso ficou ainda mais evidente quando, durante o jogo, foram feitas diversas homenagens a heróis de guerra, policiais, bombeiros e socorristas. Eles valorizam que cuida da segurança e da saúde da população. Fiquei no segundo piso ao fundo do campo, mas a visão era tão boa quanto qualquer outro local. Na verdade, muita gente nem fica sentada nas cadeiras. Eles compram comidas e bebidas e assistem o jogo em pé nos corredores, onde são distribuídas várias mesas para o pessoal se alimentar. A visão é ótima de qualquer local. Eu entendo bem as regras e gosto do jogo, mas não é um esporte que atrai muita gente. No entanto, a festa que eles fazem nos intervalos e a interação com a torcida é um verdadeiro show à parte. Muito legal as brincadeiras feitas no telão (de altíssima qualidade, diga-se de passagem). Gostaria de ter ido a um jogo da NBA, mas o Knicks foi eliminado na véspera da minha viagem, ou da NFL, mas ainda não era temporada de futebol americano, mas a experiência já foi extremamente gratificante. Quem tiver a oportunidade de ir a algum evento esportivo nos Estados Unidos deve ir pois os caras são especialistas na arte do entretenimento. Vale a pena mesmo. E ao final do jogo ainda teve um espetáculo de fogos de artifício dignos de uma final de copa do mundo. Foram 15 minutos de muito rock'n roll, luzes e fogos (infelizmente acabou a bateria do celular e não consegui gravar). Eles sabem como organizar um evento. O jogo terminou perto das onze horas e o retorno para o hotel foi tranquilo novamente.
  11. Jersey Gardens Outlet- 23/05/2013 Acordei cedo com chamada da esposa no Skype. O wireless do hotel é bom e gratuito. Ela sabia que era dia de outlet e já estava encomendando mais comprinhas. Desci para tomar o café da manhã, o que também foi um diferencial do hotel, pois normalmente nos EUA não está incluso. Não é padrão brasileiro mas tem opções o suficiente para começar o dia bem alimentado. Tem bagels, café, sucos, frutas, iogurte, cereais e donuts. Peguei o metrô e rapidinho estava na mesma estação de ontem. E em duas quadras cheguei no Port Autorithy Terminal Bus (nome mais chique para rodoviária). O portão para o ônibus 111, que vai para o Jersey Gardens Mall, é o 222 (fácil memorizar: 111 no 222). Basta seguir as placas. Para comprar os tickets vá até qualquer máquina e toque na tela para selecionar o idioma espanhol ou inglês. Selecione o tipo de viagem (normalmente "round", ida e volta). Depois digite 111. Em seguida clique em "by destination" e escolha Jersey Gardens. Finalmente selecione o método de pagamento. Fiz no cartão de crédito e foi tudo bem. 13 doletas ida e volta. Como o rush era no sentido contrário o trajeto de meia hora foi tranquilo. Ao chegar no Mall a primeira coisa a fazer é ir até a concierge para pegar o livreto de descontos, que na maioria das lojas acumula com os descontos já oferecidos. Fica no térreo bem na entrada ao descer do ônibus. Precisa apresentar o passaporte. O mall é bem parecido com um shopping daqui mas sem o luxo e com os descontos. Tem muita coisa que vale a pena mesmo. Não vou nem citar pois não caberia no post. A diferença para o Brasil é absurda na maioria dos casos. Cheguei dez da manhã, quando abre e fiquei até às nove da noite quando fecha. Andei por tudo antes de começar a comprar, senão já enchia a mala na primeira loja. Enchi minha mochila de 30 litros e ainda comprei uma sacbag de rodinhas por 30 dólares que ficou cheia. Até esqueci de almoçar, rsrsrs. Fui comer quase quatro horas da tarde no Outback do mall. Outra vantagem deste outlet é que para roupas e calçados não precisa quebrar a cabeça com o imposto, pois não tem. Assim um Mizuno Profhecy 2 que no Brasil está 999 reais aqui no Jersey Gardens fica por algo em torno de 450 reais dependendo da cotação do dólar no cartão. Mas tem outras opções de sobra. Uma outra vantagem deste outlet em relação a Woodburry é que choveu o dia todo e nem percebi. Se fosse lá complicaria tudo. Terminada as compras o retorno foi igualmente tranquilo mesmo arrastando a sacbag por duas quadras na lotada Times Square. Mas eu não era o único. Tem bagageiro no ônibus. O problema foi descer as escadas do metrô com uma mala pesada. Felizmente a estação próxima ao hotel tem escada rolante. Dica para não passar vergonha (também): Se tentar passar com a mala na roleta do metrô ela provavelmente vai travar, você não conseguirá entrar e terá que esperar 18 minutos pra passar o Metrocard de novo. Então deixe a mala do lado da saída de emergência, entre com o Metrocard, abra o portão de saída e pegue a mala. Senão terá que ir na bilheteria pedir para abrir o portão e correr o risco de levar um sermão mau humorado da atendente.
  12. Nova Iorque - 22/05/2013 Depois de descansar do dia anterior fui para mais uma maratona no aeroporto e adivinhem. Novo atraso, mas agora de uma hora e meia por causa do tempo em Nova Iorque. O voo foi tranquilo. Chegando ao La Guardia (esse sim com cara de Guarulhos, mas maior) já comprei meu Metrocard de uma semana por 30 dólares. As máquinas são bem intuitivas. E paguei com cartão de crédito. Peguei o ônibus Q33 que me deixou na estação do metrô Jackson Roosevelt Av., onde peguei o metrô expresso da linha F e logo em seguida estava a uma quadra do meu hotel. Demorou cerca de meia hora da saída do aeroporto até a chegada no hotel. A região do Hotel Sleep In Island City não é bonita, mas o hotel é novo, com um bom quarto limpo e pela metade do preço de Manhattan. Isso sem falar na vista do terraço ou de algum quarto mais alto e voltado para Manhattan. Depois de me alojar já era hora de passear. Então peguei o metrô rumo à Times Square. Em cerca de 10 minutos estava a duas quadras de lá. No trajeto o que menos se ouvia era alguém falando inglês. Se já tinha achado Londres cosmopolita, Nova Iorque é ainda mais. A primeira visão daquele mar de gente e neon é impressionante. Muita coisa pra ver e fotografar. Além disso é interessante ver a Babel que vira aquele local. Como estava sem destino nessa noite fiquei rodando pelas ruas ao redor e me deslumbrando com aquele primeiro momento na Big Apple. Fui tentar comer no Shake Shak mas a fila enorme me levou a optar pelo velho Mac. Retornei ao hotel por volta das onze. Metrô com bastante gente, ao contrário de Atlanta. A caminhada de uma quadra até o hotel foi sem sustos, acompanhado de um grupo de alemães do hotel vizinho.
  13. Atlanta - 21/05/2013 No aeroporto mesmo comprei um ticket de um dia para o metrô no valor de dez dólares nas máquinas do Marta. É bem simples e intuitivo. E a estação fica dentro do próprio aeroporto, no terminal doméstico. Não precisa nem falar que o aeroporto é gigantesco e com uma estrutura fantástica. No trajeto, que é feito na superfície, podemos ver os subúrbios de Atlanta, que não tem uma aparência muito amigável. Na verdade em Atlanta você se sente em um clipe de rap. Muita gente com roupa tipo "de gangue" e cheio de tatuagens (nada contra, pois tenho as minhas também). Se fosse no Brasil pensaríamos que estávamos dentro de uma cadeia. Mas apesar da aparência não teve nenhum contratempo. Só a volta para o hotel perto das onze horas da noite é que foi meio tenso, mas mais pelo nosso costume com a nossa violência. Voltando ao passeio, desci próximo ao complexo que reúne o Centro de Eventos, o Phillips Arena (NBA) e o Georgia Dome (NFL). Estava tudo deserto com o calor de 30 graus e fiquei algum tempo por ali tirando fotos. O estádio de futebol americano é gigante. Pena que não consegui fazer a visita ao interior pois é só às segundas e quintas. Caminhei até o Centenial Park onde finalmente vi um pouco de movimentação. Várias pessoas e crianças se refrescavam nos jatos de água que saíam dos arcos olímpicos. Apesar de bonito não tem nada de excepcional no parque. Fui almoçar em um restaurante bem americano especializado em waffles. Pensa numa bagunça. Pedi uma salada com frango pra não cair de cara no fast food deles. Saiu barato, 10 dólares já com a gorjeta, que é sagrada. Em seguida fui ao aquário que é interessante, mas bem parecido com o de Lisboa. Os diferenciais ficam por conta das belugas, dos tubarões baleia e do show com os golfinhos. Apesar do musical enjoativo a lá Disney os bichinhos dão show mesmo. Vale o ingresso. Depois fui visitar a Coca Cola. Tem uma apresentação meio fake bem americana, mas distrai um pouco até chegar na parte interessante que é a prova dos refrigerantes da Coca pelo mundo. Tem diversos sabores muito bons, alguns mais ou menos e uns poucos muito ruins, como um italiano. O mais complicado é acompanhar o inglês dos guias. Passeio mais ou menos que serviu pra passar o tempo. Depois disso voltei ao aeroporto para pegar o shuttle até o hotel. É gratuito, mas é esperado que se dê alguns dólares de gorjeta ao motorista em cada viagem. A grande vantagem é que funciona 24hs a cada 15 ou 30 minutos, de acordo com o horário. Fiquei no Atlanta Airport Marriot e estava apreensivo pois reservei por 50 dólares pelo Priceline. Surpresa agradabilíssima. O hotel faz jus às quatro estrelas informadas. Outra boa surpresa foi que minhas compras da Amazon estavam lá me esperando. Depois cometi o erro de voltar ao centro para ver o movimento. Acredito que o local da noitada é outro, pois estava tão deserto quanto de dia. Dei uma volta rápida e fui jantar um hamburguer com batatas e refrigerante na Hooters. A conta ficou em 17 dólares. Não demorei muito por lá e fui embora. Resumo de Atlanta com base no que pesquisei na internet e no que conferi pessoalmente: - Ótima rede hoteleira próxima ao aeroporto com sistema de transporte gratuito entre eles. - Sistema de metrô com bom preço e que atende bem a partir do aeroporto. - Não tem tantos atrativos turísticos que compensem uma viagem só pra ela. Vale a visita para quem ficará algumas horas ou uma noite para troca de avião. - Dá uma impressão de não ser tão segura, mas não posso afirmar por conta do pouco tempo.
  14. Início da viagem - 20/05/2013 Vamos começar a falar sobre como foi a viagem. Eu não iria falar sobre o voo, mas como deu problema para variar, então vamos lá. Como falei no planejamento, comprei passagens para Atlanta numa promoção e o trecho para Nova Iorque em separado. No fim das contas, considerando todos os gastos, incluindo duas noites de hotel em Atlanta, o custo ida e volta ficou em aproximadamente 1.650 reais. Quase metade do preço do que normalmente se paga saindo direto de Londrina. E ainda levei de "bônus" Atlanta e um dia em Chicago. Mas em compensação tem vários check-ins. E aí é que estava o problema. A ida de Londrina para Curitiba foi ok e como seria só uma escala, sem problema. E lá foi o avião para manutenção. A folga de cinco horas que eu tinha em São Paulo já estava diminuindo. Ficamos duas horas esperando, mas cheguei a tempo de fazer o check-in em São Paulo, pois para o trecho internacional não havia conseguido fazer no site. O voo para Chicago foi tranquilo. Só a poltrona que quase não reclinava. Quem é muito alto sofre. Ao chegar fui correndo para a imigração, pois tinha pouco mais de duas horas e meia para fazer o check-in. Mas foi tranquilo. A moça fez algumas poucas perguntas e me liberou. Nem perguntou nada sobre hotel, passagem de volta ou mesmo quanto dinheiro eu tinha. Em Chicago novo atraso. Tivemos que aguardar um voo de conexão que ficou preso por conta da chuva em outra cidade. Uma hora e meia de espera e partimos. Aí correu tudo bem. Agora vamos ser sinceros, o Brasil vai passar vergonha na Copa e Olimpíadas com essas rodoviárias que chamamos de aeroportos (com todo o respeito às rodoviárias). Como cheguei em Atlanta por volta de meio dia, resolvi mudar os planos e ir direto fazer o tour pela cidade pois só poderia entrar depois das três no hotel. Mesmo cansado resolvi encarar. E aqui começa meu roteiro propriamente dito.
  15. Olá. Depende o local onde estará. Em La Boca não é tão tranquilo por conta das calçadas irregulares (mas também não tem muito o que andar por lá, além do Caminito e da Bombonera) e na Calle Florida tem a questão do movimento, mas mesmo assim não tivemos problemas. Levamos um carrinho daquele tipo "guarda-chuva" que é bem mais prático para os passeios. Na maioria dos locais por onde passei dava pra andar com o carrinho numa boa.
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