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Fui viajar e ja volto (Ren

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Sobre Fui viajar e ja volto (Ren

  • Data de Nascimento Março 20

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    2009: Itália / Holanda / Espanha
    2012: Alemanha / Leste Europeu / Reino Unido
    2014: Franca / Croácia / Grécia / Espanha
    2015: Nova Zelândia (Ilha Sul)
    2015: Sudeste Asiático
    2015: América do Sul
    2016: Egito / Europa
  • Próximo Destino
    América Central (Costa Rica / Nicarágua / Honduras / Guatemala / Belize / México / Cuba)
  • Meu Blog
  1. No Egito precisa de visto, mas voce pode pagar na chegada do aeroporto. Nos outros paises nao precisa, mas atente se ao limite de 90 dias na area do tratado de schengen.
  2. Perguntaram isso para mim, mas nao sei o motivo. Depois de repetir algumas vezes que ia somente a Jerusalem e Tel Aviv, consegui entrar no pais. Mas cruzei a fronteira por terra em Eilat, entao nao sei se eh o mesmo procedimento em todos os lugares.
  3. Comecei esta viagem no final de marco até agosto.
  4. janes87, quando estive em Varsóvia era início de semana, então estava bem tranquilo a night lá. Fomos dar uma volta pela cidade e acabamos bebendo num bar perto do hostel. Mas uns brasileiros que conheci que moram/estudam lá disseram que a night no fds é boa. Já na Cracóvia curti bastante.
  5. POLÔNIA (8 dias) – VARSÓVIA E CRACÓVIA VARSÓVIA Novo país, nova moeda, novas culturas, mesma abordagem. Bora fazer o free walking tour e depois decidir o que fazer na cidade. É impressionante a rivalidade que existe entre Varsóvia e Cracóvia. A capital, apesar de ser menos turística, ainda é um lugar muito interessante para visitar. Existem vários monumentos espalhados pela cidade em memória a todas as guerras que impactaram a cidade. E também há um ótimo pôr-do-sol na "praia" às margens do rio Vístula. CRACÓVIA A Cracóvia é uma cidade universitária, então existe uma população muito jovem na cidade e isto se reflete na quantidade imensa de bares e baladas também. Fiquei em um dos melhores hostel da minha viagem (Greg & Tom Beer House – altamente recomendado) que organiza tour para Auschwitz e pub crawls todos os dias. Ir para Cracóvia significa visitar o campo de concentração de Auschwitz. É muito complicado tentar colocar em palavras os sentimentos que afloram neste lugar. Cada um reage de maneira diferente e um único ponto que me chateou por lá foi ver algumas pessoas querer tirar selfies lá. Sério, o mínimo que se espera dos visitantes é respeito por tudo que aconteceu naquele lugar.
  6. FINLÂNDIA (1 dia) – HELSINKI HELSINKI Havia combinado uma hospedagem pelo couchsurfing com um casal local, mas na última hora eles desistiram de me hospedar. Como já tinha comprado a passagem para Helsinki, resolvi conhecer a cidade e no final do dia seguir para Tallinn. Tenho certeza que Helsinki tem muitos outros lugares para explorar, mas em um dia, consegui visitar os principais pontos turísticos. Infelizmente meu bolso não estava preparado para os países escandinavos, então um dia ainda volto para explorar melhor este país. ESTÔNIA (3 dias) – TALLINN TALLINN Minha exploração dos países bálticos começou pela Estônia e se concentrou basicamente nas 3 capitais e alguns passeios para cidades pertos. Sempre que possível, fazia o free walking tour para conhecer o básico da cidade e depois explorar por conta própria ou com as amizades que fazia neste passeio. LETONIA (3 dias) – RIGA RIGA Assim como em Tallinn, o free walking tour serviu como base inicial para explorar a cidade. E foi interessante nestes tours ouvir a opinião de pessoas locais sobre o final da 2ª GM e a ocupação da União Soviética na região. Ainda em Riga, um passeio interessante é visitar o Castelo de Turaida na cidade de Sigulda. LITUANIA (3 dias) – VILNIUS VILNIUS Nova cidade, mesmo procedimento. Free walking tour e depois exploração da cidade por conta. Das três capitais, gostei mais de Tallinn porque o hostel era mais animado e tinha mais gente. Mas todas elas merecem uma visita se você estiver pela região. Ah e um ponto positivo é que todos estes países utilizam o euro como moeda oficial :'> . Até este ponto na minha viagem já tinha utilizado 5 moedas diferentes (Egito, Israel, Turquia, Romênia e Rússia). Ufa! Aqui também tem um passeio muito legal para o castelo de Trakai na cidade de Trakai.
  7. Dando continuidade ao relato do meu mochilão pela Europa, a parte II será composta por Rússia, Bálticos (Estônia, Letônia, Lituânia), Polônia e Hungria. RÚSSIA (7 dias) – MOSCOU e SÃO PETERSBURGO MOSCOU Chegando de avião, como brasileiro não precisa de visto, a imigração seria tranquila, certo? Talvez eles ainda não estejam acostumados com muitos brasileiros por lá, então tive que aguardar uns 15 minutos até o atendente confirmar que eu realmente não precisava de visto. Primeira barreira cumprida, agora era só pegar o metro e chegar ao hostel que ficava próximo a uma estação. Fácil, certo? Então, pegar o trem do aeroporto para o centro foi fácil e para achar a minha estação? Havia estudado o mapa do metro em inglês, mas quem disse que havia nome das estações em inglês por lá? Depois de alguns bons minutos, comparando meu mapa no cel com o mapa na parede e errar a direção do metro algumas vezes, finalmente consegui chegar ao meu hostel. Legal, check-in feito, vamos explorar a cidade. Primeira parada, lógico que seria visitar a Praça Vermelha. E surpresa, tudo fechado! Como assim fechado? Vim aqui só para isso .... hahahahaha! O fato é que como mochileiro bem informado, cheguei a Rússia, na véspera do principal feriado nacional e os principais pontos turísticos estavam fechado para visitação pois teria um desfile pela cidade no dia seguinte. Então no dia seguinte, vamos acompanhar o desfile. Andando pela cidade, você pode perceber como eles realmente valorizam o Victory Day. Terminado as comemorações do feriado, hora de turistar um pouco pela cidade. Primeira parada .... agora sim, Igreja de São Basílico na Praça Vermelha. Apesar de seu colorido impressionante, a igreja em si é menor do que eu imaginava. Mesmo assim é muito bonita. Próxima parada, Kremlin. As igrejas lá dentro são todas muito interessantes e você acaba passando o dia inteiro para visitar todas. Bom ... após curtir Moscou, hora de seguir viagem. E por algum problema, não consegui comprar a passagem de trem pela internet que era mais barato do que direto no guichê. E quando comprei a passagem, seria fácil identificar o vagão e a cama, certo? Lógico que a vida de mochileiro não é fácil e estava tudo em cirílico. Pelo menos sabia o dia e a hora do trem, o resto a gente dá um jeito. Pra que mais dificuldade, certo? O trem atrasou e o embarque foi todo às pressas. E quem disse que eu conseguia achar pelo menos o vagão correto? Entrei em um errado, mas o acompanhante de uma pessoa me auxiliou me levando até o vagão correto. Tudo resolvido agora, certo? E quem disse que eu achava qual era a minha cama. Como não estava cheio, esperei todo mundo se acomodar com o trem já em movimento e fiquei numa cama que estava desocupada. Ai veio o fiscal conferir a passagem de todos e disse que estava no local errado (lógico que ele estava falando em cirílico e eu estava entendendo tudo) . Dai surge uma boa alma que falava inglês e me ajudou a explicar para o fiscal que eu não fazia idéia de onde era a minha cama. No final consegui dormir ali mesmo, ufa !!! SÃO PETERSBURGO Ah ... que diferença !! Placas em inglês e pessoas falando inglês. Finalmente me senti como uma pessoa normal novamente. Check in feito, hora de explorar a cidade. Assim como São Basílico, São Petersburgo possui uma igreja toda colorida também (Igreja do Salvador do Sangue Derramado). Além desta igreja tem outras muito bonitas também. Lá também tem um dos melhores/maiores museus da Europa, o Hermitage. O museu em si já é impressionante e possui obras de Michelangelo, Da Vinci, Picasso! Ou seja, prepare-se para andar muito e “perder” um dia passeando pelo museu! Por fim, fui passear pelo Palácio de Peterhoff. Existem muitas empresas que fazem o tour para lá, mas como bom mochileiro que gosta de aventura e economizar, fui por conta própria. Mas desta vez, foi tudo tranquilo e pude curtir este visual maravilhoso. Ainda encontrei este pequeno indivíduo pedindo comida para os turistas.
  8. Término da Parte I Então esta foi a primeira parte do meu mochilão pela Europa. Infelizmente não tenho muito dos custos anotados , mas qualquer dúvida com relação a estadia e deslocamentos nestas cidades fiquem a vontade para entrar em contato. Em breve a parte II - Rússia / Bálticos / Polônia / Hungria.
  9. Romênia (9 dias) - Constança / Brasov / Bucareste Constança Inicialmente não tinha previsto passar pela Romênia nesta viagem, mas pesquisando preços de passagens para Moscou, percebi que os preços partindo de Istambul e Bucareste eram similares, então por que não ir para Romênia? Primeira parada, a cidade praiana de Constança. Podem perceber que sou realmente um pouco viciado por praias, não? Enfim, me parece que é uma cidade bem badalada na alta temporada, mas quando estive por lá ainda estava bem tranquila. Brasov Então vamos para a atração principal da Romênia que são os castelos na Transilvânia. Para visitar os castelos da região, a melhor cidade base é Brasov. De Brasov, visitei o castelo de Bran (mais conhecido como castelo do Drácula) e o menos conhecido e mais bonito Castelo Peles na cidade de Sinaia. Bucareste Última parada na Romênia, a capital Bucareste. A principal atração da cidade é o seu parlamento, o segundo maior prédio administrativo de governo no mundo. Uma chance para adivinhar qual o primeiro? No centro antigo, também tem vários bares para visitar a noite. Mesmo não sendo temporada já estava um pouco agitado, então um dia quero voltar lá para curtir a alta temporada.
  10. Turquia (13 dias) - Capadócia / Fethiye / Pamukkale / Éfeso / Istambul Capadócia Minha primeira parada no país foi no local que mais me encantou. Sim, o passeio de balão é super caro ãã2::'> . Mas acho que vale muito a experiência de ver a Capadócia lá do alto. É uma experiência única. Além do passeio de balão, ainda existem vários outros locais nas redondezas que são muito bonitos. Além disso, encontrei vários sul-americanos por lá e pude gastar um pouco do meu portunhol, Hola como estas? Fethiye Depois da Capadócia, o meu vício por praias falou mais alto e fui para cidade de Fethiye de ônibus. E sim, as praias de lá são muito bonitas. E não estavam lotadas, o que foi bom para relaxar por uns dias. Pamukkale Seguindo viagem fui para Pamukkale. O lugar é muito bonito e era caminho para Istambul. Não sei se iria apenas para lá, mas é impressionante o lugar, mesmo que algumas piscinas estivessem secas. Éfeso As ruínas de Éfeso é uma parada estratégica no caminho para Istambul. Lá se encontra a Biblioteca de Celso ! Istambul Finalmente chegando a capital, minha expectativa era muito grande por conhecer a cidade. Mas depois da tranquilidade e beleza do interior do país, Istambul me pareceu “grande” demais, barulhenta demais. Ainda sim é um lugar encantador com todos os seus templos (Mesquita Azul, Santa Sofia)
  11. Israel (11 dias) - Eilat / Jerusalém / Tel Aviv Eilat Minha passagem por Israel começou por Eilat, cidade praiana com divisa para o Egito. Na imigração, eles foram extremamente detalhistas ao analisar os carimbos de viagem e no meu passaporte tinha minhas viagens pelo Sudeste Asiático e América do Sul. Perguntaram repetidamente se iria visitar cidades mulçumanas e após confirmar que iria apenas para Jerusalém e Tel Aviv e dizer que conhecia uma menina que morava em Tel Aviv, liberaram minha entrada. A diferença de custos entre Egito e Israel é gritante. Não esperava que fosse tão caro assim. Como estava somente de passagem, curti um dia de praia e segui para o próximo destino. Jerusalém Como não sou um cara religioso, o meu fascínio pela cidade não era tão grande. Mesmo assim, andar pela cidade é uma viagem pela história. Estar presente em locais que você escuta tanto falar é uma experiência impressionante. Lá também fui visitar o Yad Vashem, Museu do Holocausto. Nesta viagem pude presenciar o impacto que a 2ª Guerra Mundial teve em vários países. De Jerusalém, ainda fui conhecer o Mar Morto em Ein Gedi. É uma experiência surreal entrar no Mar e não conseguir afundar. Tel Aviv Hora de seguir viagem e minha última parada em Israel foi a capital Tel Aviv. Devido ao preço de passagem para Turquia mais em conta (ok, não tenho frescuras viajando, mas evitar a travessia terrestre pela Síria era bom senso), acabei ficando mais do que o esperado na cidade. O que não foi um problema, pois apesar de não ter muitos atrativos turísticos, a cidade tem praia, vários bares e fiquei num hostel muito show (Florentine Hostel - altamente recomendado) E para prévia antes das baladas de Tel Aviv, procure pelo COFIX BAR Qualquer shot por preços baixíssimos para o padrão da cidade. E um conselho, você não vai querer gastar muito nas baladas em Israel.
  12. Bom pessoal, Para manter o BOM costume dos mochileiros que utilizam este site para ajudar no planejamento de suas viagens, tentarei compartilhar as experiências das minhas últimas viagens. Infelizmente não sou tão organizado em anotar informações como outros mochileiros quando estou viajando, então não terei detalhes de todos os custos/restaurantes/tours que fiz nestas viagens. Enfim, vou escrevendo e caso alguém tenha alguma dúvida/curiosidade, me perguntem que tento ajudar. Neste relato falarei sobre meu mochilão pelo Egito e Europa. Para não ficar muito extenso, o dividirei em seis partes. Nesta primeira parte constam os seguintes países: Egito, Israel, Turquia e Romênia. Egito (11 dias) - Cairo / Luxor / Aswan / Dahab O turismo do Egito ainda sofre com os problemas de terrorismo de alguns anos atrás. Mas na minha passagem por lá não tive nenhum problema. Cairo Comecei minha viagem pelo Cairo, cujo objetivo principal era visitar as pirâmides de Giza. Muita gente contrata tour por comodidade, mas é muito fácil e barato ir por conta própria para as pirâmides. Quando estive lá, por esta questão de segurança, não tinham muitos turistas estrangeiros. No final, para mim foi bom, pois pude passear com mais tranquilidade pelas pirâmides. Além das pirâmides, outro local interessante para se visitar é o Museu Egípcio. Luxor A próxima parada no Egito foi Luxor. A forma mais barata de se deslocar para esta cidade partindo de Cairo é de trem. Em Luxor, as principais atrações são os templos. Dentro do Vale dos Reis não é permitido tirar fotos, então não tenho nenhuma de lá. Aswan A próxima parada era visitar o complexo de Abu-Simbel e a melhor forma é contratar um tour a partir de Aswan. O meu deslocamento para Aswan foi feito por trem, mas existe a possibilidade de fazer um tour pelo Rio Nilo que disseram que é interessante. E melhor do que ficar descrevendo a beleza do lugar, prefiro compartilhar umas fotos do local. Dahab Como o próximo país da minha viagem seria Israel, tomei um trem de volta para Cairo e de lá um ônibus para Dahab, cidade praiana na divisa entre os países. Nas outras cidades não era permitida a venda de bebidas alcóolicas , mas aqui finalmente pude experimentar a cerveja local. E enquanto estive na cidade, aconteceu El Classico entre Barça e Real e pude perceber como eles são fanáticos por futebol também. Depois de saberem que sou brasileiro, todos queriam ficar conversando sobre futebol, Ronaldo, Ronaldinho, Neymar. Impressões Gerais Viajar pelo Egito é de certa forma barata, exceto pelas entradas as pirâmides e templos. Como o turismo está em baixa, qualquer lugar que você vá os locais irão te abordar e dizer que te ajudam a ir para qualquer lugar que queira sem nenhum custo, mas no final sempre pedem algo. Então cuidado quando for aceitar qualquer tipo de ajuda. Sobre a questão de segurança, não senti nenhum tipo de perigo. Com relação a assédio, encontrei uma canadense que estava viajando sozinha e reclamou bastante disso. Não presenciei nada com relação a isso, mas fica a dica para as meninas que queiram ir sozinhas para lá para tomar cuidado.
  13. Bom pessoal, Após utilizar muito este fórum para ajudar no planejamento das minhas viagens, resolvi escrever um pouco sobre o meu último mochilão para “tentar” ajudar os próximos viajantes. Já adianto que não tenho a disciplina de muitos mochileiros aqui que fazem anotações minuciosas e conseguem escrever de maneira super estruturada. Meu intuito é muito mais compartilhar alguns custos atualizados e fotos para incentivar o pessoal a viajar. Provavelmente vou melhorando até finalizar este relato, então qualquer dica/conselho é bem vindo. Bali – 10 dias Minha primeira parada foi Bali na Indonésia. Eu fiquei em 3 lugares diferentes: Kuta, Gili T e Ubud que possuem características totalmente diferentes entre si. Em Kuta fiquei no Monostel (175.000), o hostel é bem simplesinho e novo, com café da manhã incluído. A localização é boa, pois fica próximo das praias desta região e perto da J.Legian que é a rua com bares/baladas para sair a noite, com destaque para o Sky Garden. O principal atrativo desta região são as praias: dividi meus dias entre Seminyak/Kuta/Legian (andando) e Uluwatu/Padang Padang (indo com taxi). Fica aqui a dica que li em diversos relatos sobre utilizar os taxis da rede Blue Bird (únicos que utilizam o taxímetro em todas as corridas) e sempre prestar atenção, pois alguns taxis utilizam símbolos parecidos com os da Blue Bird. Em Kuta, também aproveitei para visitar o templo Tanah Lot, o primeiro de muitos desta trip. Depois de 4 dias nesta rotina era hora de continuar a trip, então peguei um ferry para Gili T (550.000). Em Gili T fiquei no La Boheme (100.000). O hostel é bem rustico e estavam reformando/pintando diversos quartos enquanto eu estava lá. Não foi dos melhores hostel que fiquei, mas não sei como são os outros albergues de lá. A ilha em si é bem pequena, então a primeira coisa que fiz foi alugar uma bike para rodar a ilha toda (coisa de uns 30 a 40 minutos) e escolher uma praia para ficar relaxando sobre o sol (ok, não tive muita sorte no meu primeiro dia e não estava muito sol). Outro atrativo é realizar o passeio entre as ilhas Gili, fazendo snorkel. Neste momento, percebi como uma Go Pro me ajudaria a tirar fotos muito mais legais desta trip, mas fazer o que, tive que me contentar a tirar fotos do meu cel e nenhuma foto submersa. Tem gente que prefere ficar em Gili Air, pois falam que a ilha é bem mais tranquila que Gili T. Eu passei todos os meus dias em Gili T e não me arrependo. A noite, tem vários bares/baladas para sair. É ir andando até achar o que tiver mais animado naquela noite. Em seguida, fui para Ubud. Lá fiquei no Ubud Hostel (100.000). O hostel é bem simples com um único quarto e umas 10 camas beliche. Eu não tive nenhum problema, mas alguns mochileiros tiveram problemas com bed bugs lá, então fica o aviso. O ambiente em Ubud é totalmente diferente. Não sei explicar, só estando lá mesmo. Bom, o que fazer em Ubud? Uma parada obrigatória é o Sacred Monkey Forest Sanctuary. Logo na entrada, você pode comprar algumas bananas para dar para os macacos e conseguir tirar umas fotos com eles. Outro passeio muito interessante são os terraços de arroz. Eu fui visitar o Tegallalang, um dos principais da região. Por fim, o último passeio que fiz foi o trekking do Monte Batur (300.000). Você precisa acordar super cedo porque o ponto alto deste trekking é ver o nascer do sol no topo do monte. Ou seja, vc começa a caminhada no escuro total e com auxilio de uma lanterna. A caminhada em si, não é difícil, mas tem alguns trechos com areia que são meio escorregadios. É cansativo, mas no final vale muito a pena. Após este passeio era hora de abandonar minha primeira grande companheira de viagem, a Bitang, e seguir para um novo destino. Rumo a Singapura !!
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