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Birigui

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Sobre Birigui

  • Data de Nascimento 01-02-1977
  1. Fala galera!! Gostaria de relatar uma viagem que eu e uma amiga fizemos pela Tasmania agora em Março de 2020! Foi uma viagem de 10 dias com aproximadamente 2.400 Kms percorridos de Campervan (para quem não conhece é um tipo de Motorhome montado no chassi de uma Van). No relato vou dar meu roteiro e algumas dicas que para mim funcionou muito bem! O roteiro Hobart Bruny Island Port Arthur / Eaglehawk Neck / Blow Hole / Devils Kitchen / Remarkable Cave Mount Field National Park Strathgordon / Dam Cradle Mountain National Park(North gate) Stanley / The Nut Penguin / Bakers Beach / Greens Beach Launceston Freycinet National Park Triabunna / Orford Hobart Como moro na Australia fiz uma pesquisa de preços nas CIAs aéreas de baixo custo e fechei a passagem com a Tigerair (Gold Coast - Hobart ida e volta AUD$293). A Campervan usei o Site/ APP da Motorhome Republic que é estilo a Skyscanner que checa todas as lojas de locação de Campervan - AUD$ 1,723 para 2 pessoas, já com seguro total e Km livre). Antes de iniciar o relato da viagem gostaria de deixar algumas dicas que fizeram diferença para mim na viagem. Dicas: As locadoras de campervan tem tipos de seguros diferentes que variam de seguro básico a seguro total. A vantagem do seguro total é que a maioria das locadoras diminuem o bond (que é uma especie de cheque calção que tem no Brasil, onde o valor é debitado do seu cartão de crédito). No meu caso tive que autorizar um débito de AUD$5000 no meu cartão que foi devolvido após 14 dias úteis do retorno da Campervan (já que não tive nenhum problema). Todos os National Parks cobram uma taxa de visitação e ela é cobrada por pessoa. Porém existe um Passe que dá direito a entrar em todos os parques que vale para um automóvel e até 6 passageiros. O passe custa AUD$60 e é válido por 3 meses. Já os tickets individuais custam em média de AUD$ 16 por pessoa. Então se tiver em 2 pessoas e visitar 2 parques o Pass vale bem mais a pena. site para emitir o Park Pass - https://passes.parks.tas.gov.au/ Para comer eu fazia uma pesquisa em Tavern pelo caminho e dava prioridade para comer neste lugares já que o preço normalmente é bem melhor que restaurantes e os pratos são bem servidos e saborosos. Em média eu pagava AUD$20 a AUD$25 por prato. Muita atenção com o horário de funcionamento de restaurantes, camperpaks, etc., porque os lugares fecham bem cedo para quem está acostumado com as coisas no Brasil. Restaurantes fechavam por volta das 20:00 hs. Camperparks também costumam fechar cedo então se quiserem dormir nos Camperparks é bom ligar antes das 16:00 hrs para reservar (alguns aceitam self-check-in). Existem vários camperparks free porém sem nenhuma estrutura (banheiro, cozinha, etc.) e normalmente estes camperparks ficam nos parks ou na estrada. Para usar o GPS do telefone eu sugiro um APP que possa utilizar o mapa Offline como o Sygic ou para aqueles que quiserem usar o mapa do Google eu sugiro pegar um chip telefônico da Telstra que é a principal operadora de celular da Australia e que me deixava com sinal praticamente 95% do tempo. Os APP para procurar locais para passar a noite com a Campervan (Free ou pago) eu usava o CamperMate ou o Motorhome Republic Trave. Quando for programar a rota e o sentido de como irá fazer o trajeto, indico fazer no sentido horário. Isto porque quando você estiver descendo do Norte para o Sul pela costa você estará de frente para o mar, o que te dá a oportunidade de ver várias paisagens lindas. As estradas tem uma pavimentação perfeita porém são bem estreitas e com muitas curvas, subidas e descidas. As velocidades não são altas o que acaba tornando a locomoção um pouco mais lenta. Tomar muito cuidado ao dirigir ao amanhecer, anoitecer e a noite. Isto porque são os horários que muitos animais vem para perto das estradas se alimentar e com isto o risco de atropelar os bichinhos é muito grande (infelizmente você vê muitos mortos pelo caminho). Levar capa de chuva ou roupa a prova d'água porque o clima na Tasmania muda muito rápido e chove bastante pela região. Entre um lugar e outro, é possível parar em vários pequenos lugares e lookouts que são indicados na estrada e não estavam no roteiro. Agora vamos para a parte que realmente importa que é a viagem. 1° dia - Hobart CDB - Centro da cidade Porto Wellington Park Cheguei por volta das 15:00 hrs horário local e fui direto pegar a Campervan. As empresas de Campervan ficam ao arredor do aeroporto e a que eu loquei não disponibilizava o serviço de pegar o cliente no aeroporto. Por isto, tive que pegar um Taxi até o local que ficava aproximadamente 5 Km de distancia e paguei AUD$ 16. Na locadora fiz todo o procedimento e já fui direto para o Camperpark que já havia reservado e ficava bem próximo do aeroporto para fazer o check in e em seguida já fui para o centro de Hobart que fica a 20 Km do aeroporto. Estacionei e dei uma volta pela área do Porto e CBD (CBD é como é chamado o centro das cidades). Aproveitei e já parei em um restaurante para almoçar porque já era umas 17:00 hrs. Após o almoço resolvi passar no mercado para fazer umas compras e abastecer a Campervan com comida, bebida e água potável. Do mercado resolvi subir para o Mount Wellington para ver a cidade de cima! 2° dia - Port Arthur Seven Miles Beach Eaglehank Neck Blow Hole Devil Kitchen Port Arthur Historic Site Remarkable Cave Acordei cedo tomei meu café da manha na Campervan e fui caminhando até a Seven Miles Beach já que ficava muito próximo do Camperpark. Fiquei um tempo na praia apenas contemplando porque estava frio e chuviscando. No caminho para o Port Arthur fui parando em alguns pontos para tirar fotos e conhecer (Eaglehank Neck, Blow Hole, Devil Kitchen). De lá já peguei a estrada em direção a Port Arthur Historic Site que é onde tudo começou aqui na Australia. Era o presidio que a Inglaterra enviava os presos para cumprir suas penas que variavam de anos à perpétua (perpétua - porque o preso não poderia mais voltar para a Inglaterra). O ticket para entrar no Site é AUD$40 que dá direito a uma visita guiada de 40 min e um passeio de barco pela baia. E por ultimo parei no Remarkable Cave. 3° dia - Bruny Island Salamanca Market - feirinha que só ocorre todos os Sábados das 8:00 as 15:00 hrs em Hobart Acordei cedo para pegar o inicio da feira. É uma feirinha com muitas barraquinhas de produtos variados (comida, artesanatos, bebidas, etc). Depois de 2 horas de feira, peguei a estrada sentido Bruny Island. Para chegar na ilha tem que pegar um ferry que custa AUD$ 60 (ida e volta) para carros acima de 6m. Chegando na ilha peguei a direção do farol parando no The Neck lookout onde você consegue ver o mar dos dois lados. De lá fui para a Lighthouse que tem uma vista muito bonita na extremidade da ilha. Iria fazer um outro tracking mas tive um pequeno problema com o freio de mão da minha Campervan o que me consumiu um tempo precioso e tive que desistir e retornar para o continente. 4° dia - Mount Field Trilhas Strathgordon / Gordon Dam Como fui direto da Bruny Island para Mount Field consegui dormir no camping que tem dentro do park nacional o que me economizou tempo para as trilhas do dia seguinte. Ao acordar fui pegar informação no centro turístico do park para definir quais trilhas iria fazer e decidi por uma que leva em média 3 horas ida e volta. Depois das trilhas peguei o carro em direção ao Gordon Dam que é uma barragem de uma usina hidrelétrica de 1974. 5° dia - Cradle Mountain Dormi em um Camping Park a 2 km da entrada do parque nacional o que foi muito bom para ganhar tempo de deslocamento. No parque visitei o centro turístico para definir qual trilha fazer e acabei fazendo duas delas. O legal neste parque que você deixa o carro no centro turístico e pega o ônibus do park que te deixa no inicio de cada trilha. Neste park é fácil ver alguns animais peculiares da Australia como os Wallabes (que são os cangurus menores) e o Wombat. 6° dia - The Nut The Nut Stanley Penguin Brakes Beach Greens Beach Iniciei o dia visitando The Nut. É um park nacional que fica em cima de uma grande rocha que tem acesso ou por trilha ou por teleférico e que dá uma visão bem bonita do mar. A cidadezinha de Stanley é bem pitoresca e nela foi filmado o "The Light Between Oceans". Novamente na estrada fui sentindo Penguin que é uma cidade que tem varias estatuas e desenhos de pinguins (nada alem disto....mas é bem engraçado). Não demorei muito na cidade e já fui em direção as duas praias que queria visitar. Nesta duas praias tem vários pontos para fotos e algumas trilhas. 7° dia - Launceston Cataract Gorge St Helens Launceston é a segunda maior cidade da Tasmania com um CBD com muitos prédios históricos que vale a visita. Do CBD fui para o Cataract Gorge Park fazer algumas trilhas e ver uma hidrelétrica de 1895. Após o park peguei a estrada para St Helens onde visitei alguns dunas de areia e suas praias. 8° dia - Freycinet National Park Bay of Fire Binalong Freycinet Bay of fire é uma baia de aproximadamente 25 milhas que ganhou este nome porque os colonizadores Ingleses viam, à noite, as fogueiras feitas pelos Aborigines. Também nesta região as pedras tem uma coloração alaranjada devido a simbiose entre um fungo e uma alga. Saindo de Binalong fui para Freycinet, que dentro de todos os parks visitados, é o que tem uma estrutura maior com restaurante e camperpaks. Passei no centro turístico para pegar informações das trilhas e acabei fazendo 3 delas (Wineglass Bay, Honeymoon e Cape Tourville). 9° dia - Hobart Triabunna Orford Triabunna e Orford tem saídas para o park nacional Maria Island. Não tive tempo para fazer este passeio já que além do tempo do ferry as trilhas são grande e não entra carro na ilha. Apenas dei uma volta nas cidades e peguei o caminho de volta para Hobart. Em Hobart visitei o Tasmanian Museum and Art Gallery que tem entrada free. Subi novamente no Wellington Mount e por fim dei uma volta no porto. 10° dia - Gold Coast No 10° dia apenas devolvi a Campervan e retornei para casa. Espero poder ajudar o pessoal que está montando seus roteiros de viagem. Nos vemos na minha próxima viagem.
  2. Jumirinda, fui pra lá a mais de 4 anos e na época gastei em torno de 4000 dilmas o mês todo e mais 1000 dimas com o curso de ingles... O rand está aproximadamente 4 para 1 entao da pra ir tranquila
  3. Juliana, certeza que o voo é direto? Tinha algumas opções mas todos com escala e no final a forma que fiz economizei 600 reais. Em Junho os dias estavam bem quentes mas nada que não estamos acostumados peguei dias variando entre 26 a 34 graus... Portanto para nós brasileiros não são dias tão quente assim, logico que é calor mas nada que um pouco de água durante o dia e um ar condicionado para dormir não resolva..... A ideia de um guia é muito boa, eu acho que se tivesse algumas informações mais claras antes da viagem acho que teria corrido atrás de um guia mas também não é nada de outro mundo... Acredito que você irá curtir Marrocos
  4. Olá Jessinha, vocês irão adorar Marrocos é um local muito bonito. Com relação aos custos eu gaste para 2 pessoas algo em torno de 700 Euros pois 1 Euro vale algo próximo a 10 ou 11 Dh. Mas acredito que 1000 Euros é o suficiente mas uma coisa que não fazemos muito nas nossas viagens é comprar portanto se gosta de comprar coisas o valor é um pouco maior Hotel gastávamos algo entre 30 a 40 Euros o que dava 300 a 400 Dh com café da manha (Pequeno almoço)... Com relação as hospedagens eu só reservei no local de chegada... isto porque ficamos com o tempo mais livre sem a preocupação de chegar nas datas programadas caso tivéssemos reservados nos hotéis. Conforme mostrado no meu post as vezes as cidades que programamos não tem muito o que fazer então podemos seguir viagem e hospedagem não é difícil de se encontrar. A dica é procurar algumas opções na internete antes e mesmo no local ir em alguns hotéis antes de fechar pois as diferenças pode chegar a 30 ou 40 Euros de um para o outro.
  5. Dicas para Marrocos Antes de continuar a viagem vou falar um pouco sobre GPS, comida, abastecimento, dicas, etc... [t1]GPS[/t1] GPS em Marrocos é muito útil porem para encontrar cidades e endereços fora das medinas! Dentro das medinas o GPS não serve para nada pois ele não encontra os endereços desejados porque as medinas não são mapeadas Outro ponto de atenção é que os nomes de ruas são traduzidos para a língua diferente da Árabe e isto causa um certo problema, muitos endereços traduzido encontramos com diversas grafias diferentes... desde separa palavras que devem ser escritas juntas até mesmo os letras diferentes. Isto para usar o GPS é um veneno porque se não digitar igual ao nome que encontra-se no banco de dados do GPS o mesmo não encontra a rua. [t1]Segurança para andar nas ruas[/t1] Marrocos é um pais Muçulmano e que respeitas as leis muçulmanas, e com isto você pode andar na rua sem nenhum preocupação pois ninguém irá encostar um dedo em você! Caso aconteça e você chame a polícia a pessoa que tentou alguma coisa com você corre o risco de perder a mão então tenha certeza que ninguém está afim de ficar sem ela [t1]Comida[/t1] A comida marroquina é muito gostosa e não é apimentada como achei que seria. Porem o ideia é sempre procurar um restaurante que tenha uma boa aparência e que tenha movimento, isto porque a higiene é o principal problema e ouvi alguns relatos de pessoas que tiveram problemas com isto. Vimos muitas barraquinhas que vendiam carne sem nenhum tipo de refrigeração em uma temperatura ambiente de mais de 30C... Para eles é bem normal isto mas nós não temos os anticorpos necessários para não ter nenhuma ziqui zira durante a viagem ãã2::'> [t1]Aguá[/t1] Aguá só em garrafa, não se arrisque de maneira alguma tomar água de lugares sem saber a procedência, o risco de adquirir alguma doença é muito grande. Desde diarreia até hepatite... portanto não arisque ou poderá estragar sua viagem. [t1]Mercados[/t1] Para nós mochileiros é muito bom ter a opção de comprar comida em mercados para economizar um pouco, porem em Marrocos você só encontra supermercados nas grandes cidades, nas menores só encontrará mercadinhos e ai volto a dizer para tomar cuidado com a higiene... Um outro problema de comprar comida é a dificuldade de prepara-la, isto porque não existe albergues (ou pelo menos não achei nenhum) e nos Riads e Hotéis você não terá como preparar sua comiga [t1]Carro[/t1] Dirigir em Marrocos é uma experiência fora do normal isto porque a galera é doidona, você divide a rua com carros, mobiletes, pedestre, animais, charretes, ônibus, caminhão e tudo mais que você pode imaginar. Tem que ter muito cuidado mas fora isto o demais é bem tranquilo porque as estradas e ruas são iguais a tapetes desde grandes cidades até no meio do deserto. [t1]Abastecer o carro[/t1] Para abastecer o carro se você tiver com carro movido a gasolina terá que usar as bombas de cor verde pois as de cor amarela são bombas de diesel... por muito pouco não fica caca... quase abasteci o carro gasolina com diesel. Isto porque cheguei no posto e falei que gostaria de colocar Gas e o cara me apontou a bomba amarela... na hora que ele iria começar a abastecer ele virou e começou a falar um monte de coisa que não entendia. Como a conversa não fluiu ele entrou no carro soltou o freio de mão e empurrou o carro para a bomba verde. Foi ai que entendi o que ele falava Provavelmente era: Seu burro to falando que você está querendo abastecer um carro a gasolina com diesel Eu gastava em média 300 dh para abastecer mas sempre não deixava o tanque com menos de 1/2 tanque. O litro estava em média 13,alguma coisa Dh [t1]Dinheiro[/t1] Praticamente em todos os restaurantes, hotéis e mercados aceita Euro mas é bom ter a moeda local. 1 Euro vale em média 10 Dh e é esta a conversão que a maioria dos locais não oficiais fazer. Usava casas de cambio ou bancos para trocar o dinheiro e ai consegui encontrar cotações de 1 Euro = 11 Dhs De forma alguma troque dinheiro no aeroporto! Por experiência própria, você será lesado A cotação nestes locais não passa de 8 para 1 [t1]Pedir informações[/t1] Pedir informações na rua é complicado, isto porque eles sempre querem dinheiro em troca, tudo é movido a dinheiro. Outro problema comum de acontecer é você perguntar sobre o hotel X e a pessoa falar que ele não existe mais (por algum motivo) mas ele pode indicar um outro de um parente que é melhor que o antigo hotel X e com o preço bem melhor... Outra coisa é que eles são bem insistentes e chegam a ficar andando junto de você e tentando te convencer a ir no lugar que ele indicou... PS: Isto foi a coisas que mais me irritou na viagem [t1]Cidades[/t1] Como falei aqui minha viagem estava planejada para 16 dias mas acabamos encurtando muito estes dias porque as cidades muitas vezes são muito pequenas e sem infraestrutura para viajantes. Como é não muito fácil encontrar informações perdíamos tempo indo para cidades que só tinha a rua principal e no máximo 40 casas uma ao lado da outra. As cidades turísticas como Casa Blanca, Fes, Marrakesh a infraestrutura é muito boa mas também não é tão pitoresca como as cidades menores... [t1]Roupas[/t1] Marrocos é um pais Islâmico porem a poucos anos atrás o rei introduziu uma nova lei chamada lei da família. Esta nova lei tirava do homem a propriedade da mulher e deu mais autonomia para elas. Hoje a mulher pode se separar, pode estudar, trabalhar, usar roupas sem ser burca entre outras coisas. Nas ruas você vê desde mulheres usando burca que não dá para ver nem os olhos como mulheres com roupas similares as que utilizamos. Uma coisa que dese ser respeitada mas via muitos estrangeiros não respeitando era decotes e roupas curtas. O ideal para as mulheres é sempre ter um lenço a tira colo para se necessário cobrir a cabeça mostrando respeito para os mais radicais e deixar as roupas curtas para usar em outra viagem. Para os homens é mais tranquilo, porem não via nenhum marroquino usando bermudas mas não é nenhuma ofensa utiliza-las pelo menos não ouvir falar nada. [t1]Mesquitas[/t1] As mesquitas são proibidas para os turistas a entrada é permitida apenas para os muçulmanos, apenas em Casa Blanca existe uma mesquita que pode ser visitada por turistas. Os muçulmanos rezam 5 vezes ao dia, iniciando as 5 da manha e terminando as 22 e em todos estes momentos você ouve ecuar pelas cidades o chamado vindo pelos megafones nos topos das mesquitas. [t1]Alcool[/t1] Bebida alcoólica é proibido ser vendidas nas ruas e restaurantes. Você só encontra bebida em hotéis mais chiques ou em alguns supermercados (totalmente separado de outros produtos) Se pegarem você bebendo na rua você terá muitos problemas Acredito que com estas dicas sua viagem ficará bem mais fácil, mas caso apareça alguma duvida que não coloquei aqui por não ter lembrado é só perguntar, se souber terei o enorme prazer é compartilhar
  6. Novamente na estrada com destino a Tanger, mas antes paramos em Chefchaouen, uma pequena cidade encravada na montanha onde a maioria das casas são pintadas de azul!! O porquê isto eu não sei, mas a cidade é bem bonita. Ficamos um tempo andando pela cidade observando as casinhas azuis e seu comercio e depois de algumas horas pegamos novamente a estrada agora com a ultima parada da viagem para Marrocos. Chegando em Tanger, fomos procurar um hotel para ficar e onde seria o local para a devolução do carro. Esta parte foi bem estressante, pois ao colocar o endereço de devolução do carro o nosso GPS não encontrava a danada da rua... O GPS nos levava a uma avenida, mas a rua onde seria o ponto de entrega do carro nada. Paramos o carro e começamos a peregrinação na busca do endereço (o GPS já havia pregado esta pegadinha na gente outras vezes mas desta vez eu tinha que achar o local). Andávamos para cima e para baixo nesta avenida até encontramos a rua com o nome muito similar, resolvemos entrar para conferir (o problema de grafia dos nomes em outra língua diferente de árabe é um problema pois as vezes elas são escritas separadas, outras vezes juntas e para o GPS fica difícil). Para nossa sorte encontramos um ANJO da GUARDA nesta rua, era um senhor proprietário de um restaurante que percebeu nosso desespero (isto mesmo, porque depois que 40 minutos sem achar a loja eu já estava com cara de desespero) perguntou se poderia ajudar. Ficamos meio ressabiados já que em Marrocos ajuda quer dizer ou dinheiro ou indicação para estabelecimento de familiares. Mostramos o papel com o endereço e ele nos informou que realmente erra aquela rua, mas ele não conhecia a Sixt rent a car... Porem o senhor foi muito prestativo, pegou o próprio celular e começou a ligar para alguns telefones e tentar falar com a Sixt. Na rua havia um guardador de carros que guardava os carros de pessoas que iam no restaurante e o senhor pediu ajuda para ele (em árabe) e o guardador informou que o local era na esquina ao lado de um hotel. Nossa cara mudou na hora, de desespero para alegria, agradecemos muito a ajuda e falamos que agora iriamos procurar um hotel para passar a noite e entregar o carro na parte da manha. Novamente nosso ANJO da GUARDA entrou em ação, o senhor começou a contar que era marroquino de Casa Blanca e que morava ha anos em New York e que tinha muitos amigos brasileiros e que gostava bastante do nosso povo, em quanto conversávamos ele pegou o telefone mais uma vez e começou a ligar no hotel da esquina da rua (ao lado do local onde deixaríamos o carro). Como este senhor era proprietário do restaurante e conhecido na rua ele usou da influencia para nos ajudar a ter um desconto na diária do hotel... foi muito bom ter encontrado este ANJO da GUARDA. Para retribuímos a gentileza prestada por ele à noite fomos jantar no restaurante que por sinal era uma delicia... Na manha seguinte devolvemos o carro sem problema algum, caminhamos ate a agencia para comprar as passagens de Ferry para a Espanha e voltamos para o hotel para terminar de organizar a coisas e ir embora. Porem ainda antes de deixar o Marrocos tive que passar por mais um pequeno susto rsrsrsr. Na imigração quando mostrei meu passaporte para deixar o Marrocos a pessoa que me atendeu falou que não estava encontrando o meu carimbo de entrada!!! Pensei comigo mesmo ...ERA SÓ O QUE ME FALTAVA... Pedi o passaporte de volta e comecei a folhar as páginas e lá estava o danado do carimbo, só que a policial falava que o carimbo estava muito apagado e ela não conseguia ler direito. Deu uma vontade de manda-la pra casa do c...... mas respirei fundo e falai que não tinha culpa e que os números impressos no carimbo eram xyz e que ela poderia procurar no sistema ou olhar no passaporte da minha esposa que era uma sequencia antes dos meus números. Ela ficou olhando para minha cara com uma feição de poucos amigos e após alguns segundos carimbou a minha saída de Marrocos... Foram alguns segundos bem tensos porque estava com medo de ter que ficar no porto Entramos no Ferry e após 35 min de viagem já estávamos no Velho Continente...
  7. Depois de algum tempo de estrada chegamos em Fez, como não tínhamos reserva e ouvimos dizer que no final de semana haveria um festival super conhecido ficamos um pouco apreensivos. Estacionamos o carro do lado de fora da Medina e comecei a negociar o preço com o cara do estacionamento. Como ele não falava inglês e eu não falo nem árabe nem francês a negociação foi toda feita no vidro sujo do carro ele eu colocava um numero e ele apagava e colocava outro, e assim foi ate chegarmos ao valor de 70 Dh por 3 dias . De lá fomos em busca de um hotel para ficar, para nossa surpresa não foi difícil encontrar mesmo com o festival. Apenas um lugar que entramos não havia mais lugar... O que tivemos cuidado em escolher era o quarto com ar condicionado. Tivemos uma experiência de escolher uma das vezes um quarto sem ar e eu falo para vocês é quase impossível de dormir devido ao calor. Os dias estavam fazendo aproximadamente 38 a 39C e não estava fácil... Quarto locado deixamos nossas coisas e saímos para bater perna já que estávamos craques em localização dentro das Medinas das cidades que passamos. Foi ai que veio mais uma surpresa, Fez a Medina é gigantesca e ainda para ajudar chegamos em uma sexta e estava tudo fechado. Como era um dia religioso para eles a Medina estava vazia e sem vida (em termos ). Mesmo assim resolvemos passear um pouco, o que foi uma besteira, andamos , andamos e nos perdemos por diversas vezes r mesmo usando uma bussola! (2 casais de Portugueses que conhecemos nos deu a dica de usar uma bussola pequena para nos orientar pelas ruas da Medina). Voltamos para o Riad e resolvemos sair da Medina e conhecer outros pontos pois no outro dia iriamos atrás de um guia. Conhecemos um parque muito bonito e depois comemos alguma coisa e fomos dormir. No outro dia encontramos com nosso guia e ai sim vimos que para conhecer as boas coisas dentro da Medina seria impossível sozinhos. Ele nos levou em uma fábrica de cerâmica, o famoso curtume e outros pontos que sozinhos não chegaríamos de maneira alguma. O valor do guia (meio período) não é caro e nos cobrou 250 Dh. Visitamos diversas oficinas artesãs com coisas lindíssimas valeu muito a pena. De Fez pegamos estrada novamente com destino a Tanger local onde pegaríamos o Ferry com destino a Espanha.
  8. Olá gisa.mar, comecei ler seu relato mas quero ver com mais calma já que será minhas férias do ano que vem Este ano (2014) fiz Marrocos e Espanha (já estou escrevendo um relato aqui no Mochileiros) e já comecei a planeja a próxima e a ideia é Canada e Alaska e minha ideia inicial é fazer de Motorhome!!! O que você acha? Chegou a ver estruturas para Motorhome nas cidades onde passou? Já fiz uma viagem de Motorhome ou Campervan pela Austrália e Nova Zelândia e foi uma experiencia que não esqueço e com isto gostarai de repetir isto... Acho que até o ano que vem iremos (eu e minha esposa) te azucrinar bastante com perguntas... Vou voltar a ler seu relato e com o passar dos dias vou fazendo algumas perguntas pode ser?
  9. Fiz o meu na LAL Conheci duas pessoas que fizeram na IH e eles gostaram mas falaram que tinha muito brasileiro porem no ano seguinte que fui na LAL também chegou a ter 70% de brasileiros
  10. Fala galera que está lendo o post, como solicitado pelo nosso amigo Willy Bus vou começar a por mais detalhes de comidas e outras coisas mas antes de iniciar os posts da Espanha vou fazer um post resumos com detalhes de comida, abastecimentos e outros detalhes isto porque são muitas coisinha e no meio do post isto vai se perder... VOLTANDO A HISTORINHA Saímos de Merzouga com destino a Midelt, mas pelo caminho mais uma vez passamos por varias cidadezinhas pequenas que muitas vezes só tinha a rua (estrada) principal e 2 dúzias de casas e mais nada. Uma coisa que vimos na estrada e demoramos a acreditar eram os pés de cabras isto mesmo já havia recebido por e-mail foto de uma arvore cheia de cabras em cima parecendo um pé de cabra... ache que era montagem e na primeira vez que vi na estrada continuei não acreditando pois como havia um marroquino em baixo pegando dinheiro dos turistas que batia fotos achei que as cabrinhas ou tinham sido colocadas lá ou estavam empalhadas . Só que no decorrer do caminho comecei a ver outros “pés de cabras” mas agora sem ninguém por perto... não é que as cabras aprenderam a subir nas arvores para se alimentas!!! Como no chão é pura areia a única coisa verde são as copas das arvores e as cabras que não são bestas subiam para se alimentar. Chegando em Midelt tivemos uma grande decepção em descobrir que as coisas que queríamos ver não era na cidade e sim nos seus arredores (30, 40 ate 70 km de distancia) com isto decidimos apenas dormir na cidade e continuar caminho no outro dia. Ficamos no Villa Midelt que era um Riad muito gostoso com um café da manha sensacional. Deixamos nossas coisas e fomos procurar um local para comer... Como era umas 17 hrs só achamos um restaurante aberto e para lá mesmo para comer. No restaurante só tinha um espetinho de frango chamado brochettes, como a fome era grande resolvemos comer o que tinha . Não nos decepcionamos porque estava uma delicia, além dos espetinhos vinha legumes e um repolho refogado, mas de entrada veio a boa e deliciosa salada marroquina que nada mais é que tomate, pepino, cebola tudo picadinho. Voltamos para o riad e aproveitamos para descansar já que acordaríamos cedo para continuar viagem. Tomamos um dos melhores cafés da manhã até então e pé na estrada sentido Azrou – Ifrane Aqui havia um parque nacional cheio de macacos... ãã2::'> verdade os turistas ficam dando comida para eles e ai já viu né, além de ficar cheio eles perderam o medo e acabam até roubando as coisas dos turistas... Ifrane é conhecida como a pequena Suiça do Marrocos pelas suas casinhas com a arquitetura parecida com as da Suíça... Como novamente não encontramos o que procurávamos seguimos direto para Fez No caminho paramos em Dayataoua que era um lindo lago que recebe milhares de pássaros aquáticos para a reprodução. Um pouco mais de estrada e chegamos em Fez mas ai eu continuo a contar depois
  11. Fala Willy valeu, iria fazer isto no final de cada pais colocando um resumo mas pode deixar que vou começar a acrescentar isto nos próximos posts
  12. Como já falado as estradas são lindas e não foi diferente para Agadir porem nossos planos mudaram, pois descobrimos que a alguns anos atrás Agadir sofreu um grande terremoto destruindo bastante a cidade e na sua reconstrução os prédios foram modernizados então acabou diminuindo muito nosso interesse pela cidade. Ficamos algumas horas na praia e continuamos nossa viagem, a cidade de Agadir hoje tem diversos hotéis 5 estrelas então virou o paraíso dos Europeus. Estrada novamente rumo a Taroudant que é uma cidade bem pequena com uma Medina pequena mas bem interessante. Passamos apenas uma trade e uma noite na cidade e ficamos no Dar Fatima Maison, o lugar era bem gostoso e o senhor que nos atendeu só falava francês o que foi um pouco difícil mas ele era tão simpático e fez de tudo para o problema com o idioma fosse resolvido. Foi possível até negociar o preço da hospedagem rsrsrsrs. Acordamos e demos uma volta pela cidade, mas muitas coisas estavam fechadas então decidimos continuar nossa viagem agora com destino a Ouarzazate. Em Ouarzazate existem diversos estúdios de cinema ao ar livre, muito legal de se conhecer também tem a cidade antiga com seus muros e construções magnificas. Mais uma cidade pequena que ficamos apenas um dia. Saímos de Ouarzazate com destino a Tinghir para conhecer o Gorges du Todra que é um vale onde passa um rio no meio, o lugar é inacreditável. Com a mudança da altura do sol a cor do lugar vai mudando e deixando a paisagem com várias tonalidades diferentes. Hospedagem não é problema neste local, isto porque existem pousadas e hotelzinhos um atrás do outro. A paisagem muda muito neste local devido a água, ela trás o verde das hortas e plantações num local que é desértico, nem dá para acreditar, o povo construiu diversos aquedutos para transporta a água de um local a outro possibilitando o plantio de hortas. Na estrada novamente agora com destino a Merzouga ponto mais esperado da viagem pelo menos para mim, isto porque Merzouga fica no meio do deserto nas dunas do Saara onde iriamos passar uma noite no acampamento Beduíno. A viagem foi tranquila até 40 Km antes de chegar isto porque pela primeira vez na vida pegamos uma tempestade de areia!!!! Isto mesmo uma tempestade que não dava para enxergar a ponta do carro, estilo as serrações que estamos acostumados a pegar nas estradas do Brasil. Para ajudar o GPS ficou doidão e não mostrava mais nada... foi alguns minutos de muita tensão já que não conseguíamos encontrar o hotel que procurávamos (Alberge Du Sud). Depois de muita insistência achamos o hotel e na empolgação e CABEÇÃO aqui entrou pelo lugar errado e atolou o carro rsrsrsr minha sorte que havia umas pessoas que me ajudaram a desatolar o carro. Quando entramos no hotel estávamos com cara de assustado e sem saber se teríamos um quarto para dormi já que não havíamos feito reserva. Mas após muito sufoco a sorte estava do nosso lado e conseguimos um quarto. Como a tempestade de areia ainda estava forte, decidimos deixar para ir para o acampamento no outro dia, mesmo ouvindo que no final da tarde a tempestade poderia parar (o que aconteceu). Ficamos no hotel e marcamos para o outro dia ir para o acampamento... Passamos o dia na piscina (isto mesmo piscina no meio do deserto) e mais uma vez a sorte estava do nosso lado, isto porque devido a grande procura para o acampamento básico tivemos um up para o acampamento de luxo sem nenhum custo adicional. O acampamento de luxo e coisa de loco e o melhor só estavam eu, minha esposa e mais dois casais, um casal de argentinos e um casal de canadenses. A noite era de lua cheia e a luz da lua iluminava as duas em volta do acampamento. Foi uma experiência que é difícil de descrever, no dia seguinte acordamos a 5:30 da manha para ver o sol nascer... também foi uma experiência indescritível. Voltamos para o hotel onde pudemos tomar um banho e voltar para a estrada. Agora com destino a Midelt
  13. Antes de continuar o Post espero que as pessoas que estão lendo estejam gostando pois vi que muitos estão lendo mas não houve nenhum comentário. Gostariam de mais detalhes nos posts ou o que estou colocando está bom? Posso também mandar mais detalhes para quem quiser por MP. Fiquem a vontade para perguntar ou comentar os posts. Vamos continuar a viagem: De Marrakesh fomos com destino a Essaouira que fica no litoral. O transito de Marrakesh é uma coisa de loco e com isto achei que as estradas também seriam, mas para a minha surpresa a estrada era bem tranquila e com isto fiquei um pouco confiante demais e após 30 min de estrada fui surpreendido por um guarda e adivinhem!!!! Fui presenteado com uma multa de excesso de velocidade. Fui pego no radar a 70 km/h em um ponto que era 60 km/h... lá se foram 300 Dh que tiveram que ser pagos na hora... Fiquei muito fulo da vida, mas aprendi e depois disto fiquei muito mais muito esperto com os limites de velocidade. A estrada é maravilhosa, com vistas lindíssimas, contrastes que não estamos acostumados porque de um lado é desértica a vista e de outro o oceano com vegetação rasteira e pelo menos um pouco de verde. Chegando em Essaouira o GPS nos levou para a Medina onde encontrava os endereços dos Riads (Hostel) que procurávamos. Como sabíamos que não pode entrar de carro dentro da Medina estacionamos o carro o mais próximo possível da entrada (lá também tem guardadores de carros e não tem como fugir deles) e entramos andando sem malas para procurar um local para ficar. A dica aqui fica em procurar diversos locais, pois os preços variam muito. Ficamos no Riad Etoile d’Essaouira Maison que servia um delicioso café da manha. Essaouira é uma cidade pequena e com isto a Medina é muito menor que a de Marrakesh porem foi a cidade de Marrocos que mais gostamos. A cidade tem um porto bem movimentado onde se pode ver os pescadores negociando o resultado de um dia de pesca. A cidade tem vários restaurantes aconchegantes e com preços atrativos. Os muros da Medina proporciona um local ideal para ver o por do sol que é maravilhoso, o muro com seus canhões alinhados lado a lado em direção ao horizonte. Diferente de Marrakesh em Essaouira você consegue circular pelas ruas da Medina sem ficarem te enchendo o saco para comprar algo ou pedindo dinheiro e por isto que as cidades pequenas foram as cidades que mais gostamos na viagem. 2 dias e 1 noite de verão (anoitecendo as 22 hrs) é bem tranquilo para conhecer a cidade possibilitando tomar banho de mar e desfrutar a bela cidade. Com isto no dia seguinte acordamos sem pressa, tomamos nosso café da manha passeamos mais um pouco pelas ruas e pegamos estrada sentido Agadir
  14. Acordamos cedo pegamos nossa bagagem e fomos para o aeroporto, lá trocamos um pouco de Euro (me arrependi muito pois o preço depois descobri que não valia a pena) em Dihan moeda marroquina. O voo é de aproximadamente 1:20hrs e Marrocos é 1 hora a menos do que a Espanha. As informações que tínhamos de um ónibus para o centro da cidade eram muito confusas e após alguns minutos procurando o tal ponto de ónibus resolvemos ir de taxi. Negociamos o preço com um cara e ele chamou um taxi para a gente, até ai tudo bem mas ao iniciar a viagem o motorista veio com uma tabelinha falando do valor que era superior ao combinado, imediatamente discordamos com o motorista e informamos que o acordado era 70 Dh e não os 90 Dh que ele queria nos cobrar, ficou um clima meio estranho mas o motorista aceitou o valor. Chegando na cidade o motorista parou em uma rua e falou que não poderia nos levar mais que aquilo pois não chegava de carro onde era nosso Hostel (depois descobrimos que era a maior mentira da face da terra rsrsr ele não levou de sacanagem). Descemos pegamos nossas coisas e começou a saga para achar a tal rua onde era o Hostel. Um cara na rua veio nos ajudar e pegou o papel com o endereço e começou a andar e nos chamar! Pensei comigo mesmo o povo gentil com os turistas estes Marroquinos!!! Rsrsrs O cara começou a entrar em umas ruas estreitas e estranha e nós atrás, em um determinado momento eu e minha esposa começamos a ficar com um certo receio e tentamos nos esconder do cara para depois procurar o endereço sozinhos mas não deu certo. Percebemos que o cara estava perdido como a gente pois toda hora ele perguntava para alguém na rua alguma coisa rsrsrs após uns 15 min caminhando achamos nosso Hostel e para nossa surpresa ficava praticamente na mesma rua onde o taxi havia nos deixado kkkk apenas uns 200 metros para a diagonal kkkkk. O cara entrou com a gente no Hostel e pediu uma gorjeta, dei uma moeda de 2 Euros e o cara achou pouco e falou que poderíamos dar mais, só que 2 euros são nada mais nada menos que 20 Dh então não achei que era pouco ainda mais depois da volta que ele nos fez dar rsrsrs Ficou um clima pesado ele falando em Árabe com o cara da recepção e pedindo mais e nós não entendendo nada e pensando nossa o cara sabe onde estamos e agora!!!! Fui ríspido com ele ai ele começou a tentar convencer minha esposa a dar mais dinheiro rsrsr até parece rsrsrs até um momento que fiquei um pouco nervoso e falei ou é isto ou é nada o que você quer? O cara pegou os 2 euros nos saudou em Árabe e foi embora... Neste momento não estávamos nem um pouco confortáveis pois estávamos receosos por saber que ele sabia onde estávamos e poderia fazer algo contra nós (coisa de Brasileiro que sabe o que pode acontecer com a gente em nosso país). O cara da recepção nos mostrou nosso quarto e depois de lavar o rosto e deixar nossas coisas resolvemos sair um pouco para relaxar. Afinal não foi a melhor maneira de chegar em um lugar. O que nos relaxou foi lembrar que estávamos em um país mulçumano e saber que as leis são muito pesadas com relação a estas coisas e com isto não haveria problemas com a nossa segurança. (Cada dia mais percebemos isto sobre a segurança). Nosso Riad ou Hostel (Riad Janat Salam End: 53, Avenue Houmane Fetouaki Arset Lamaach Medina) ficava muito bem localizado, ficava muito próximo a praça principal a Medina ficava praticamente atrás foi muito bom. Entramos na Medina e logo nos surpreendemos com as ruas estreitas e movimentadas, parece coisa de loco porque tem moto passando, pessoas, burricos e tudo mais. Para o primeiro dia as coisas pareciam uma loucura... rsrssr Logo começamos a relaxa e entender as coisas o que foi muito bom pois ainda tínhamos mais 2 dias antes de pegar o carro e começar a viagem por Marrocos. Andamos muito pela Medina neste primeiro dia e vimos de tudo. Antes de irmos para Marrocos lemos e ouvimos muitas pessoas falando que lá é muito sujo mas não vimos isto, pelo contrário, todo o momento você vê pessoas varrendo na frente de suas lojas, jogando um pouco de água para diminuir a poeira. A impressão de sujeira e a grande quantidade de poeira que tem pois o lugar é muito seco, não é um lugar que você encontra resto de comida jogado no chão entre outras coisas. Uma coisa que é complicado é comer em qualquer local, isto porque o manuseio dos alimentos não é feito com grandes cuidados, outra coisa que tivemos que nos atentar foi com a água para beber. Levamos um frasco de Hidrosteril para pingar na agua e também compramos o LifeStraw que é um “canudo” filtro. No segundo dia pegamos o ônibus turístico para conhecermos a cidade e depois voltar nos locais onde queríamos conhecer melhor. Foi muito bom pois este ônibus vai passando pelos pontos turísticos e você pode sair e voltar para o ônibus quantas vezes você quiser. Com isto visitamos o palácio Bahia, Jardim Majorelle, palácio Badia, Museu de Marrakesh, Mederssa e mais um pouco das ruelas da Medina Os 3 dias que ficamos em Marrakesh foi o suficiente e dá para conhecer muitas coisas.
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