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peter tofte

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Tudo que peter tofte postou

  1. Você tem um bom bivaque, a OR fabrica bons produtos. Comprei o meu bem leve porque poderia levá-lo junto com a tenda, para emergências ou se esfriasse demais. Também tenho uma rede da kampa com mosquiteiro mas numa das 1ªs vezes que acampei, escolhi mau uma das árvores. Resultado: ela inclinou e minha rede foi ao chão e rasgou numa pedra! Estou com nova rede mas ela está sem uso ainda. Então tivemos sorte no acampamento antes do Caratuva. Acho que foi porque estávamos numa crista que ventava muito, daí os insetos não voavam. Ainda quero conhecer o Marumbi. Numa próxima vez quero pegar o trem e descer a serra até a estação aos pés do Marumbi. Dizem que tem uma área de camping ali. Deixar a barraca montada e subir a montanha. Abs, Peter
  2. Se for direto, 2 dias puxados, sem side trips. Se for para o morro do Castelo, Cachoeirão por baixo, etc.. 4 a 5 dias. Abs, Peter
  3. Olhem um exemplo de trilha de longo percurso sendo implantada na Argentina. O Chile também está fazendo algo parecido. Quando será a vez do Brasil? La Huella Andina, el primer sendero de Largo Recorrido de Argentina, incorpora nuevas etapas que permitirán seguir a pie, y bajo la sombra de la Cordillera, la estela de la emblemática Ruta 40 en la Patagonia. Las Huella integra un total de 42 etapas que cruzan bosques cordilleranos de forma paralela a la Ruta 40 a lo largo de unos 600 kilómetros, todo un récord para Argentina, aunque muy lejos aún de los más de 5.000 de la legendaria carretera que une la Patagonia con la frontera de la Quiaca. Integrada por cinco parques nacionales -Lanín, Nahuel Huapi, Los Arrayanes, Lago Puelo y Los Alerces-, de tres provincias patagónicas, el sendero transcurre por la reserva de la Biosfera Andino Norpatagónica, que comparten Argentina y Chile. La iniciativa trata de "poner en valor los recursos naturales y culturales de la región y fomentar, mediante el senderismo, el desarrollo de comunidades locales que puedan beneficiarse del turismo sustentable", explica a Efe Damián Mujica, intendente del parque Nacional Nahuel Huapi, durante la presentación de la Huella en la Semana de la Aventura de Bariloche, unos 1.600 kilómetros al suroeste de Buenos Aires. Senderos preexistentes "Consideramos que el desarrollo no es enemigo de la conservación", agrega Mujica en relación a la apuesta de Argentina por las posibilidades de crecimiento de la Huella Andina, uno de los mayores reclamos del turismo de aventura y el senderismo del país. El proyecto reutiliza huellas y senderos ya preexistentes que se integran entre sí para crear un camino central que, en conjunto, cruza unos 20 municipios, comunas rurales y comunidades aborígenes. "Se trabaja con la negociación y el consenso y se habla con los pobladores sobre el desarrollo de la actividad turística", apunta a Efe Soledad Ontiveros, referente de Huella Andina en el parque Nahuel Huapi. "En general no hay problema porque las comunidades mantienen su rutina habitual, que suele centrarse en la agricultura y la ganadería, y si lo desean pueden integrarse en algún tipo de actividad turística que contribuya a diversificar ingresos de forma complementaria", continúa. Además, al igual que ocurre en algunos otros senderos de largo recorrido del mundo, como el popular Camino de Santiago en España, los caminantes que sigan la Huella tendrán su propio "pasaporte", que acreditará las etapas recorridas y les permitirá contar con descuentos y ventajas en establecimientos de la zona. Parques Nacionales Argentina cuenta con más de cuatro millones de hectáreas en áreas protegidas bajo la supervisión de Parques Nacionales, una institución del Ministerio de Turismo que cumplió este año el 110 aniversario de su nacimiento con la creación del Nahuel Huapi, el primer parque de Argentina y el tercero más antiguo de América. Más de 3,7 millones de personas visitaron el pasado año las 41 áreas protegidas nacionales de Argentina, y en su mayoría se decantaron por los parques de Iguazú (norte) -que recibió 1,2 millones de visitantes- y Glaciares (Patagonia), con 600.000. La Huella Andina ha sido una de las propuestas que ha protagonizado la quinta edición de la Semana de Aventura organizada por la Asociación de Turismo Activo de la Patagonia (Atap), que concluye hoy en Bariloche, uno de los principales polos turísticos del país, con la presencia de empresarios, funcionarios y expertos del sector. Fuente: EFE
  4. Obrigado Tatiana. Você vai gostar muito de Huayhuash. O grande segredo é uma boa aclimatação antes de iniciar o trekking. E também certo preparo físico antes de sair do Brasil. Celio: eu e Renato notamos esta grande variação de preços: dependo do nº de dias, do nº de pessoas, das mordomias oferecidas e especialmente do público alvo. Se a clientela de uma agência é principalmente de europeus endinheirados, com certeza cobrarão bem mais caro. Embora não tenha usufruído de uma expedição mais cara, minha intuição me diz que não deve ser tão melhor assim (provavelmente a qualidade da comida sim, porém nem tanto porque a dieta na altitude deve ser basicamente carboidratos, sopas, chás, ou seja, na expedição "pobre" e na "rica" a dieta em boa parte é de massas). Não tenho nenhuma queixa quanto a agência em que fomos, exceto pela desinteria, que é algo meio comum nos Andes da Bolívia e Peru. Abs, Peter
  5. Postei poucas fotos. Assim insiro mais algumas fotos da viagem. A impressionante estrada costeira ao Norte de Lima, antes de entrar e subir para Huaraz. Visão da Cordilheira Blanca da estrada, a cerca de 2 horas de Huaraz. Vilarejo de Popca, de van a caminho do 1º acampamento. Renato subindo o 1º paso. Laguna LLanguanuco. O famoso Siula Grande. Casinhas de camponeses, antes do Paso Siula. Brejo nas alturas. Cogumelo gigante em pedra. Abs, peter
  6. Bivaque Minha mulher comprou um saco de bivaque na França, na tradicional Vieux Campeur, encomendado por mim. O Survival Bivy Lite da RAB é levíssimo, 200 gramas. Depois de 10 anos fazendo trekking resolvi testar o bivaque. A vantagem é que não levamos o peso da tenda. Meu menisco do joelho direito agradece. Assim resolvi desencanar um pouco desta questão de dormir num bivaque. O pessoal diz brincando que bivouac, origem da palavra bivaque, é um termo francês que significa sofrimento. Psicologicamente sempre achamos que estamos mais protegidos se temos a fina parede plástica de uma tenda entre nós e a natureza, quando dormimos. Proteção do frio, da chuva, dos insetos, dos répteis, dos roedores,...Vamos deixar a lista por aqui. Isto é relativo. A onça que rasgou a tenda e devorou um pescador no Pantanal não conhecia esta teoria de que a tenda é mais segura (um caso raro porque o pessoal cevava as onças para vender pacotes turísticos). Na travessia do Villarica, Chile, peguei uma ventania na qual talvez estivesse mais seguro em um saco de bivaque. Assim rumei para Cocalzinho, 130 km de Brasília, para testar o saco na travessia Cidade de Pedra - Cachoeira do Rosário, num trekking solo fácil. Cheguei sábado meio-dia e deixei o carro no sítio de uma senhora conhecida. Rumei para a Cidade de Pedra e visitei algumas formações rochosas que não tinha visto num trekking anterior com o amigo Renato. Alguns paredões são usados pelo pessoal de escalada para treinamento. Tem pedras com 4 ou mais vias. No caminho avistei uma siriema. Formações rochosas ótimas para bouldering. Encontrei inclusive um lugar perfeito para um bivaque sob as pedras. Mas lá não tinha água e minha reserva estava pouca. Não dava para ficar. Na volta, para tomar o rumo do local onde queria bivacar, me perdi entre o labirinto de rochas. Só quando passei a usar a bússola, encontrei a saída. As vezes confiamos demais na memória visual e acabamos indo em outra direção. Mas foi bom. Apesar do atraso conheci outras formações rochosas. Peguei uma chuva mas o poncho deu conta dela tranquilo. Este poncho, vcs verão adiante, é também a cobertura do bivaque, se ameaçar chover no acampamento. Segui e fui para um córrego com mata ciliar que já conhecia. Depois de um total de 5 horas de caminhada (incluindo Cidade de Pedra) cheguei no ponto. Escolhi um local com uns lajeados de pedra bem retos, ideal para botar o isolante e o saco de bivaque. O porém é que não estava distante da margem do riacho (a água podia subir até lá) e uma chuva forte poderia provocar uma cascata de água descendo pelas lajes até o ponto que escolhi. Mas a previsão não era de muita chuva. Armei a barraca primeiro. Eu levei por segurança uma tenda. Como não tenho experiência, caso desse algo errado com o bivaque, eu teria uma opção. Armar o bivaque é brincadeira. Apenas estendi o isolante e a mochila, enchi o isolante inflável Therm-a-rest e joguei por cima o bivy, que já tinha dentro dele o saco de dormir e o liner. Deixei preparado um poncho de silnylon, que poderia usar para cobrir o bivaque, se começasse a chover. O Survivor só aguenta 1.000 ml de coluna d'água. Não suporta um pé dágua muito intenso. Tratei de tomar um banho. Uma sopa de missoshiro esquentou depois . Não precisei toalha, não estava frio. Vesti um underwear e fui dormir por volta de 7:30 horas, após botar repelente no rosto e nas mãos. Embora estivesse superconfortável, demorei um bocado para dormir. Aquela espectativa: será que os insetos vão incomodar, etc... O meu bivy só tem uma abertura por onde se entra nele e é a mesma que deixamos o rosto de fora. Um cordolete ajusta o diámetro. Temos que vestir primeiro o liner, o saco de dormir e depois entrar no bivy. Após algum tempo deitado tirei o saco de dormir. O bivy retém muito do calor corporal. Dormi a maior parte da noite só com o liner (um Reactor da Sea & Summit). Durante a noite fez algo entre 17 e 19º C. Só perto de amanhecer, quando faz mais frio, é que joguei o saco por cima, sem vestí-lo. Usei o saco durante a noite como almofada para os joelhos, porque durmo de lado e um joelho sobre o outro costuma doer. Nenhuma pertubação de insetos e outros bichos, noite tranquila. Levei até um chapéu com mosquiteiro para usá-lo durante o sono, mas não foi necessário. Dormi pouco a noite, mais por conta do psicológico. Mas é bonito olhar o céu e as redondezas da sua cama. Era noite de lua cheia e o clarão permitia divisar as proximidades. É uma coisa muito legal do bivaque. Só do meio da noite em diante é que precisei me enfiar mais dentro do bivy. A regulação da temperatura é basicamente o quanto do seu corpo é coberto pelo saco de bivaque. Meu modelo, na busca do menor peso, não tem ziper. De manhã, quando fui desmontar a barraca (uma Zolo da Doiter de um só tecido) me espantei com a quantidade de condensação dentro dela. O ar frio da noite esfriou a umidade dentro da barraca e deixou-a empapada. Talvez se tivesse dormido dentro dela meu calor corporal não deixasse a umidade condensar. Não tive nenhum problema de condensação no bivaque. O material - Pertex Endurance- dizem que tem muita respirabilidade. Só com mais uso posso afirmar se é bom. Mas passou num primeiro teste. Foto do saco de dormir + liner enrolado dentro do saco de bivaque. Para comparação de tamanho, ao lado minha bota. Casa e cama juntos. Não é uma economia de peso? Vou levá-lo sempre que for acampar em lugares frios. Ele aumenta bem a temperatura de uso do saco de dormir e pode representar a diferença entre morrer ou sobreviver numa emergência (tenda rasgada numa tempestade, por exemplo).
  7. Grande Getúlio! Soube que por pouco não acampamos juntos! Edver me disse que problemas na agenda dos membros do seu grupo impediram vocês de ir para o PP no fds passado. Eu levei um chapéu de aba com mosquiteiro. O saco de bivaque não tem tela. Assim se ficasse com a cabeça de fora, usava o chapéu. Porém tava tão frio que deixei apenas um orifício para respiração no saco de bivaque. Não precisei do chapéu. Não sei se pela chuva ou pelo frio ou se pelos dois, não tivemos incômodo de insetos no acampamento. Ou então tenho um sangue ruim! Abs, peter
  8. Otávio: isolante é o Neoair da Thermarest. Muito bom e leve. gosto muito dele. Comprei o modelo small, que apenas vai até um pouco abaixo da cintura. Uso a mochila para isolar as pernas. O problema maior foi que peguei chuva antes de armar a carpa e esfriei. Deveria estar com roupas mais quentes também. Esqueci um par de meia sobressalente, limpas e secas, o que faz muuuiita diferença na hora de dormir. Abs, peter
  9. Parabéns Marcos! Fotos bonitas, excelente relato, grande aventura! Subiram com tranquilidade. É uma excelente opção de trekking para quem só dispõe de 3 dias nos arredores de La Paz. Vc poderia informar quanto foi o custo? Me parece que na Bolívia não é caro. Abraços, Peter
  10. Prezados: Tenho pouca experiência de bivaque. Posto algumas fotos. Bivaque perto da Cidade de Pedra, em Cocalzinho/GO. Clima seco, ideal para uso do saco de bivaque (pouca ou nenhuma condensação). A tarpa/poncho verde (Integral designs, em silnylon) está de prontidão ao lado do saco de dormir, caso chova durante a noite. Na última foto o saco de bivaque Rab Survival Lite com o saco de dormir dentro. Abaixo um bivaque entre o Morro do Getúlio e a encosta do Caratuva, perto da bifurcação das trilhas para o Caratuva e para o PP, em Antonina, Paraná. Tempo ruim, névoa, chuva constante e muito vento. De noite 9,7º C. Passei frio. Condensação no saco (de bivaque!). A barraca ao lado é a Lightwave trek0 do Edver. Usei o poncho para fazer o abrigo. Mas valeu a experiência. Vivendo e aprendendo! Abs, Peter
  11. Anderson: O trekking custou 500 Soles (8 dias, grupo de 12 pessoas) + 10% gorjeta + 200 Soles pedágio. Onibus Lima -Huaraz 60 a 70 Soles cada perna. Cada dia em Huaraz custa entre 100 a 150 Soles (comida + hospedagem). Depende do quanto vc queira gastar ou possa gastar. Estes valores são baseados na minha média (mais para 150 S ). Na Casa de Zarela a diária era de 70 soles. Uma refeição boa varia de 25 a 50 Soles. Num restaurante popular vc come bem por 10 Soles. Tem hostel onde vc vai achar diária mais em conta. Creio que até por 20 Soles. Peru não é caro se vc comparar com o Brasil. Abs, Peter
  12. Valeu Carla! Pena que a gente não se encontrou em Huaraz. Huayhuash é um trekking duro. Nos primeiros passos eu e Renato estávamos sempre para trás. Eramos mais velhos (eu especialmente) e com poucos dias na região. Boa parte da galera já vinha percorrendo os Andes fazia algum tempo e estava melhor aclimatizada. Vi o relato que fez da Quebrada Cedros no seu blog. Muito legais as fotos! Posta também aqui o relato. Na próxima vez em Huaraz possivelmente tente este roteiro, seguindo suas pegadas. Mas talvez tente primeiro na Bolívia, já que ainda não fiz um trekking lá. Vai postando suas aventuras para inspirar os mochileiros. Abs, peter
  13. Valeu Juká! Postei algumas fotos no Facebook. Uma amiga alemã acabou de me perguntar, sobre a quarta foto (1ª foto do 1º dia do trekking) quem foi que deu o boné e os óculos escuros para o jumento do meio! Pior que minha roupa tá da mesma cor que eles!! Abs, Peter
  14. Valeu gente! Daqui a pouco eu e Renato vamos cobrar comissão das agências de Huaraz se muitos brasileiros decidirem fazer Huayhuash por conta deste relato! Sugiro lerem o relato da Carla Nog, com informações complementares do Cadu Lessa. O relato dela me inspirou a fazer este trekking e tem fotos belíssimas. O Cadu deu dicas importantes, inclusive a da operadora que escolhemos. Abs, peter
  15. Renato: Suas fotos estão belíssimas, especialmente a terceira, as montanhas refletidas na laguna Carhuacocha ao entardecer. Marcio: o ideal é uma aclimatação de uma semana e muito exercício aeróbico antes de partir. Não fizemos nenhum dos dois (estava com o joelho machucado, em recuperação). Renato também estava com um problema equivalente. Assim arfamos bastante nas primeiras subidas. É impressionante o que o ar rarefeito faz. Tive de usar o passo índio diversas vezes (sincronização das passadas com a respiração. Em trechos mais íngremes, duas respirações para cada passada). Se tivéssemos saído direto de Huayhuash para a Serra Fina/SP subiríamos correndo aquela serra! Vou ver como se faz para botar o link dos tópicos na minha assinatura. Em tempo, uma justa e agradecida menção aos nossos guia e arrieros, que aparecem na foto com o Renato: Elvis (guia e cozinheiro), Islander, Willy e Juan (arrieiros). O guia ganha 60 Soles/dia, os arrieros, 20 Soles. Muito trabalho e esforço para tão pouco!! E apesar disto muito dedicados e sempre com um sorriso no rosto. Abraços, Peter
  16. Corrigindo: a foto que aparece ao final é da Laguna 69. No começo foi trocada pela foto da LLanganuco (repetida). Abs, Peter
  17. Uai uai uai huash!! As pessoas dizem brincando que a Cordilheira Huayhuash é tão difícil que merecia esta denominação alternativa. Segundo a National Geographic é o 2° trekking mais bonito do mundo. Mas é pesado pela sucessão de passos de montanha e acampamentos acima dos 4.000 m. Eu e Renato chegamos em Huaraz no dia 29/8 pela tarde. O Wilder, da Mirador Tours estava nos esperando. Ficamos no Hostel La Casa de Zarela, um lugar legal. Nos dias seguintes fomos para a laguna Churup e para a Laguna 69, a aclimatação clássica para Huayhuash. No domingo 1º/9 descansamos e fizemos os últimos preparativos para a viagem. Llanganuco Laguna 69 1° dia - 2/9/2013 Wllder veio nos buscar no hostel. Fomos para um local de onde partem as vans para Huayhuash. Parece que é um grande pool. As agencias fecham e trazem clientes para formar um grupo. O nosso tinha 12 pessoas: 5 israelenses, 2 americanos, 1 australiana, 1 irlandesa , 1 alemão e 2 brasileiros (nós dois). Havia também outro grupo de mais 12 trekkers, todos israelenses. Ao longo do caminho estes dois grupos caminharam juntos embora cada um tivesse seu próprio staff. Seguimos para Chiquian, cidade em um vale a Sudeste de Huaraz (cerca de 110 km) e de lá pegamos estrada de terra por dentro de um canion, passando por LLamac e Popca. Pagamos a taxa de proteção, que os moradores locais cobram dos turistas. É na realidade um pedágio. No total do circuito pagamos 200 soles de proteção. O primeiro camping foi perto de Matacocha, em Cuartelwain, 4.180 m. A tarde foi livre para descanso. Na tenda refeitório, tomando chá de coca e comendo pipoca, cada um teve a oportunidade de se apresentar aos demais. De noite ouvimos passos do lado de fora da tenda. Quando olhamos, cadê os bastões de trekking? Saímos correndo da tenda para ver se ainda pegávamos o gatuno. Nada. No dia seguinte soubemos que os arrieiros guardaram os bastões na tenda refeitório. Nada deve ficar do lado de fora das tendas. 2º dia- 3/9/2013 Acordamos cedo, as 6 horas (em todos os demais dias o mesmo horário) - frio e escuro. Colocamos as coisas na mochila que iria com o burro. Na nossa mochila pequena de ataque apenas os agasalhos e lanche. Café as 06:30 e saída antes de 07:30. Pouco depois do acampamento começamos a subir, enfrentando o passe Qaqananpunta (4.890 m) para cruzarmos os Cerros Paria. Era difícil pela sua altura e por ser o primeiro, com pouca aclimatação. Subida de 2:30 horas. Lá em cima uma vista bonita para o vale seguinte, Quebrada Caliente, que tem este nome devido às águas termais. Descida tranquila. Com pouco mais de uma hora entramos num vale a direita, a Quebrada do Rio Janca e o espetáculo começou: diante de nos, na direção SO - Sul uma vista incrível dos nevados Jirishanca, Rondoy e Yerupajá. Começamos a subir outra vez, agora de modo mais gradual, para Carhuac Yanapunta. Mas algumas pessoas já estavam montadas nos cavalos. Antes do passo, paramos para almoçar uns sanduíches de pasta de atum, de abacate e queijo. Depois da refeição eu e Renato sempre tentávamos cochilar um pouco ao sol. Prosseguimos até chegarmos na Laguna Carhuacocha, com uma visão incrível do Yerupajá Chico e do Yerupajá. O acampamento ficava em um platô acima do lago. Um dos locais mais bonitos do circuito. Banheiros aceitáveis e pias com água encanada completavam o luxo do lugar. Renato desceu com o Juan, pai do nosso guia, o Elvis, para vê-lo pescar trutas. Soubemos que na semana anterior havia nevado dois dias neste acampamento. 3° dia - 4/9/2013 Acordamos cedo. Não havia água nas torneiras. Ela estava congelada dentro dos canos. Consegui umas fotos das montanhas rosadas pelo nascer do sol. Inclusive do Siula Grande, famosa devido ao "Touching the void". Ao sairmos, passamos por uma pequena ponte pênsil sobre o rio que extravasava a laguna Carhuacocha. Quando não havia vento era possível fotografar a laguna espelhando as montanhas em volta. Contornamos a laguna pela margem sul e entramos numa quebrada onde ficavam as 3 lagunas, Gangrajanca, Siula e Quesillococha. Descansamos e lanchamos na última. Em seguida veio o Passo Siula, 4.834 m, bem íngreme, o mais cansativo de todo o circuito. De cima de um mirante tiramos as fotos clássicas das 3 lagunas. Linda paisagem. No topo do passo uma campesina indígena vendia refrigerantes. Renato comprou uma Coca-Cola a 6 soles, para beber a Coca mais alta do mundo. Ele me ofereceu um trago. Bebi, mas quase arrotei tudo fora. A diferença de pressão do gás carbônico dentro da garrafa e naquela altitude faz o gás sair do líquido muito rapidamente. Logo depois do passo almoçamos. Durante o almoço um solitário trekker veio subindo no sentido oposto, carregando uma pesada mochila. O cara estava muito bem aclimatado. Descemos por entre pastos de ovelhas até o acampamento Huayhuash, a 4.345 m. Lá os israelenses do grupo nos convidaram para uma cerimônia de Rosh Hashaná, o Ano Novo Judaico. Comemos maçãs com mel, figos, pão e bebemos um pouco de vinho. Bonita celebração. Comemoravam a chegada do ano 5.774 no calendário hebraico. No jantar tivemos as trutas pescadas no dia anterior. Eu e Renato oferecemos um chocolate suiço e uma bananada brasileira na sobremesa, como retribuição. Noite estreladíssima e fria. Renato sentiu bastante o frio numa rápida caminhada fora das tendas. 4° dia - 5/9/2013 De manhã um mal sinal. Papel higiênico espalhado pelo acampamento perto das barracas. O pessoal teve uma diarréia fortíssima pela noite e não deu ou não queria correr até os banheiros que estavam distantes. No dia anterior já tinha notado uma mudança na consistência do número 2. Passei a tomar Ciprofloxacina. Isto impediu que a desinteria se desenvolvesse. Pedi ao Renato que trouxesse este antibiótico com a receita médica de um médico amigo porque ele é o medicamento de eleição para infecção bacteriana (a mais provável). Havia lido relatos que diziam ser este um problema grave no Peru (e pior ainda na Bolívia): a falta de higiene no preparo das refeições. Os companheiros de jornada, especialmente os israelenses, sentiram muito o efeito da desinteria. Alguns até vomitaram. Eu e Renato, que estávamos na rabeira da fila, agora estávamos com ritmo mais rápido que os doentes. Os cavalos não eram suficientes para todos. Houve revezamento dos animais. Os arrieros deixavam alguns num ponto alto e voltavam com os cavalos para apanhar os demais doentes. A desinteria é grave nas alturas porque pode levar a um quadro de desidratação, que torna as pessoas mais propensas ao MAM (Mal de Altura de Montanha). Renato havia preparado um super kit de primeiros socorros.Como farmacêutico ele sabia aplicar injeções. O dia seria fácil, com apenas 6 horas de caminhada, sem grandes subidas. Mas com a desinteria o grupo se movia lentamente. Atingimos o Portachuelo Huayhuash. Ventava e o dia estava nublado. Dali uma excelente vista da bela Cordilheira Raura, vizinha de Huayhuash. Não ficamos muito tempo devido ao vento. Passamos pela represa Viconga, usada apenas para irrigação. Aquela represa era uma feia intervenção humana na região. Ali perto havia uma antiga base do Sendero Luminoso. Caminhamos também pelos restos de uma antiga trilha inca. Chegamos em Atuscancha, mais conhecida como Águas Calientes. Depois do almoço fomos para as piscinas termais. A primeira e menor era para se ensaboar, para o asseio. Água quentíssima, doía ao entrar, parecia um ofurô japonês. A segunda, utilizada depois do asseio, tinha temperatura menor, era a piscina de relax. Eu, Renato e os arrieros ficamos conversando na piscina. Aproveitei para lavar algumas roupas (na verdade para molhar as roupas, pois não usei sabão). Pouco depois chegaram os demais. Fotos e muita conversa. Engraçado que saindo da água quente não sentíamos o frio ambiente de imediato. Demorava para sentir o frio. Renato estava apático e cansado. De noite apenas jantou sopa. 5° dia - 6/9/2013 Renato decidiu abortar a viagem. Acordou e viu que a urina estava com uma cor estranha (durante a noite urinamos em frascos, para evitar sair da barraca). Supusemos que se tratava de provável infecção urinária. O médico israelense, embora não fosse a especialidade dele, pensou o mesmo. Renato me disse que bebeu pouca água nos primeiros dias. Isto predispõe uma pessoa à infecção urinária. Este problema é caso de evacuação. Ele passou também a tomar a Ciprofloxacina e Juan arranjou um cavalo para levá-lo para Cajatambo, a 6 horas de distância, onde havia ônibus para Huaraz (fazendo escala em outra cidade) ou direto para Lima. Como ele estava medicado e estava sem sintomas graves de infecção (sem febre e sem dores nos rins) ele foi apenas com Juan para a cidade, dispensando minha companhia no trajeto. Partimos tristes devido a saída de Renato, pois o seu bom humor trazia alegria para o acampamento. Quando ele entrava na tenda cozinha para conversar com os peruanos, só ouvia da minha barraca as risadas, com as piadas do Renato. Enfrentamos neste dia a Punta Cuyoc, o passo mais alto, com 5.000 m. Mas a subida não era íngreme. Estava bem aclimatizado e apesar dos 50 aninhos deixei alguns jovens de 20 anos para trás. Mas a desinteria obviamente os retardou. Muitas fotos no passo. O Cerro Cuyoc com seu manto de neve, dava uma luminosidade especial no local. Após cerca de 2 horas de descida paramos para almoçar. Após a refeição o grupo se dividiu em dois. Aqueles que subiriam o Passo San Antonio para curtir o visual e tirar fotos e aqueles que seguiriam direto para o acampamento em Huanacpatay. Fiquei no segundo grupo. Não estava a fim de um segundo passo de 5.000 m no mesmo dia. E muito íngreme! Dos cerca de 23 trekkers (dois grupos) apenas 5 toparam a empreitada. Pena que não estava com este pique. A vista do passo é lindíssima, um dos cartões postais do circuito, com a laguna Jurau lá no fundo. Fui o primeiro a chegar no acampamento. Logo que cheguei, deitei um pouco na barraca. Depois lavei a cabeça no córrego e banho com baby wipes. 6° dia - 7/9/2013 Feriado no Brasil. E mais um dia de esforço aqui em Huayhuash Saímos cedo. Descendo o vale passamos por pequenas fazendas típicas, bonitas. Cercas e casas com muros de pedra e tetos de palha. Ovelhas pastavam. Como Renato observou: parecem fazendas típicas da Idade Média. A descida foi fácil até que encontramos o vale do rio Calinca, vindo da direita. Este é o vale em que sairíamos se cruzássemos o Passo San Antonio. Era um canion estreito. Descemos até o fundo do vale e prosseguimos até o vilarejo de Huayllapa. Uma porteira no caminho foi imediatamente fechada quando nos viram, para cobrança da proteção. Fui o único que desci para o povoado, com o arriero Willy, para carregar minha câmera num bar-mercearia. Tomamos uma Inca Cola e uma cerveja enquanto carregava. O restante do grupo subiu a Quebrada Milo. Encontrei-os 50 minutos depois na parada para almoço. Na entrada de Huayllapa encontrei o arriero Juan, que regressava de Cajatambo. Boas novas. Disse-me que deixou Renato lá na cidade e que ele estava bem. Que não precisou guiar o cavalo porque Renato era um bom cavaleiro, assumiu as rédeas (a maioria do pessoal a cavalo era conduzido pelo arriero). Disse-lhe que Renato era fazendeiro em Goiás, assim tinha prática de cavalgada. Depois do almoço, com mais duas horas chegamos em Huatiaq, nosso acampamento a 4.253 m. No fundo do vale o Raju Collota, o Diablo Mudo (5.350 m) montanha que muitos escalam para ter uma aventura na neve. Na hora do té de coca, uma surpresa: ao invés de pipoca, pastéis de queijo. Caí matando. 7° dia - 8/9/2013 Perdi a hora de acordar, levantei apenas 06:15. Partimos para a Punta Tapush, cerca de 4.800 m. No topo, descanso e lanche. Ao descer passamos pela laguna Susucocha. Olhando para a face Noroeste do Diablo Mudo pude observar a trilha na neve deixada pelos andinistas perto do cume. Continuamos a descida até chegarmos na Quebrada Angocancha à direita. Passamos a subir por esta. Era a primeira vez que via um bosque nesta cordilheira. Eram Quenuales, árvores de casca parecendo um pergaminho. Na Quebrada Santa Cruz tinha visto elas, 4 anos atrás. A subida para o Passo Yaucha (4.847 m) foi puxado, aliviado por uma parada para almoço. Porém meu rendimento estava bem melhor. Era a aclimatação surtindo efeito. Ficamos pouco tempo no Passo. Um vento frio indicava a aproximação de uma tempestade. O Rasac e o Yerupajá estavam envoltos em névoa. Foto com o Mathias (alemão). A descida pela Quebrada Huacrish foi deliciosa. Rajadas de granizo volta e meia nos atingiam. A chegada ao mirante da Laguna Jahuacocha foi o momento mais especial do trekking. O Rondoy envolto em nuvens de tempestade, o granizo caindo, a laguna e o acampamento Incahuain lá embaixo. Uma beleza selvagem, única. Apesar do granizo, não queria sair dali. Enfim, tinha de descer. O acampamento é um dos mais bonitos do circuito. O rio de desague das lagunas Jahuacocha e Solteracocha era cristalino e tinha algas no fundo. O pessoal pescava trutas vendo os peixes na água. O jantar obviamente foi com trutas. Discutimos a questão da gorjeta. Combinamos 10% do valor pago. Ou seja, 50 Soles (um pouco menos que US$ 20). Fui o encarregado da coleta. Amanhã acordaríamos as 3:30 porque pegaríamos o ônibus meio-dia em Popca. 8° dia - 9/9/2013 Acordei bem cedo porque ainda precisava ir para o banheiro. Neste acampamento as casinhas ficam do outro lado do rio, um verdadeiro trekking, que inclui travessia por sobre as pedras, no rio. Partimos na escuridão. Estava tão frio que continuei usando meu casaco de duvet. Uma lenta fila indiana descia o vale, todos com as headlamps acessas. Após meia hora, o dia já clareando, começamos a subir para cruzar a Punta Mancan. Um mesmo ritmo lento, pois subíamos todos juntos. A vista do Yerupajá ao alvorecer era muito bonita. Pequeno descanso no Passo. O vale do rio LLamac abaixo de nós. No lado oposto do vale terraços plantados. Poderíamos dizer que era no Nepal e os terraços eram de arroz. Porém estávamos no Peru e eles serviam para plantar batatas e milho, em suas dezenas de variedades. A descida foi demorada, pois o sendero fazia longas curvas até chegarmos a Popca. Lá almoçamos num restaurante simples, comida insossa e pouca. Fotos do grupo, um breve discurso para homenagear nosso staff, entrega das gorjetas. Embarcamos no ônibus de linha que lotou e mesmo assim ainda recebeu outros passageiros. Entre LLamac e Chiquian o ônibus furou um pneu. Descemos todos e esperamos por cerca de 40 minutos o conserto. Em Chiquian trocamos o ônibus por um maior. O vendedor de helados fez a festa, pois todos compramos sorvetes (larica de trilha!). Depois de hora e meia chegamos em Huaraz. Despedidas e trocas de e-mail. Grupo excelente. Fiz minha última caminhada com as duas mochilas até a Casa de Zarela. Um bom banho me aguardava. Em resumo, um circuito puxado, por um lugar lindo e incrível, que não pode faltar na wish list de quem ama trekking. Exige preparo físico e aclimatação, porém vale muito a pena. Outra coisa que me chamou a atenção: apenas 500 Soles por 8 dias com tudo incluído, exceto a "proteção" de 200 Soles e a gorjeta. Poucos lugares do mundo oferecem algo assim por este preço. Uma boa farmácia é essencial para quem parte para um trekking nos Andes Centrais. Não só para prevenir e combater a MAM, o EPGA e o ECGA como também para desinteria e outros males. Boa proteção térmica também, pois faz muito frio pela noite e de madrugada. A mineração está mudando Huayhuash. Estradas estão sendo construídas. No 1º acampamento, Cuartelwain, ouvimos a noite toda o barulho dos caminhões pesados passando. A promessa feita em 2002 quando criaram a reserva natural Huayhuash de que não haveria exploração de minérios não está sendo cumprida. Quem quiser conhecer esta cordilheira em seu estado mais selvagem vá logo.
  18. Andrea / Fabio: E aí, como foi o trekking pelas ruas de Londres? abs, peter
  19. Sandro: Imaginei isto ao cair naquela água fria do poção da cachoeira. Baixa insolação, a corrente de vento, o efeito spray da água que cai de grande altura! Foi Renato que me avisou que aquele arbusto era uma conífera, é a única espécie no cerrado. Aparece nas áreas mais elevadas do cerrado. Quem deu esta informação ao Renato foi o Fabio do ICMBio. Quando ele voltar de férias perguntamos a ele porque não sei as respostas. Abs, Peter
  20. Valeu Adriano! Mais algumas fotos. A única espécie de conífera do cerrado: Primeira travessia do Rio Segredo, local do almoço do 2º dia: Começo da mata, descendo para a cachoeira do Segredo: Prestes a entrar no canyon estreito da cachoeira: Descendo o rio Segredo rumo a fazenda, onde deixamos o carro: O rio Segredo é muito bonito. Abs, Peter
  21. Concordo com o Renato: a travessia não é difícil para quem tem experiência em trekking. A cachoeira do Segredo é uma das mais bonitas que vi no Brasil. Só ela já vale a travessia. Acrescentando mais algumas fotos, tiradas na minha máquina. Bonita sempre-viva: Eu no geraldão, terreno fácil de caminhar: Barracas montadas no final do 1º dia: Subindo a serra no início do 2º dia: Adriano e Renato no mirante da cachoeira do Segredo: Fácil adivinhar porque se chama cachoeira do Segredo! Na mata que não deveríamos ter pego. Mas valeu pela beleza do local, apesar dos carrapatos! Renato, Adriano e eu, felizes após comer a matula, no final da caminhada: Agradeço ao renato e ao Adriano, excelentes companheiros de trekking! Excelente pernada. Abs, peter
  22. Como sugestão; Pessoal: O poncho da Integral Designs (Sil Tarp se não me engano). Ele é feito de um material levíssimo e muito resistente e impermeável, o silnylon (nylon + silicone). Eu adoro. Pode ser convertido numa carpa para cobrir um bivaque. Tem pontos para amarrar cordoletes. Fica do tamanho de duas bolas de tênis, quando embrulhado dentro do seu saquinho. A única desvantagem do silnylon é que pega fogo fácil. Mas debaixo de chuva isto não é problema. Paga um pouco mais porém tem algo que supera de longe outros produtos. Nota 10, vale o investimento. Abs, Peter
  23. Pessoal: Criei este tópico para divulgarmos produtos com problemas (defeitos, má qualidade) para que os mochileiros estejam alertas e não percam dinheiro e paciência com produto ruim. Assim quem quiser postar fique a vontade. Vai estar ajudando um companheiro de trekking. Vou começar postando este produto: LUVA DE TREKKING OMNI-SHADE DA COLUMBIA Luva sem dedos, para uso em trekking. Tinha reparado que minhas mãos ficavam muito queimadas de sol quando uso bastões de trekking nas caminhadas. Quando vi as luvas numa loja de artigos esportivos na cidade do Panamá não vacilei. Mas após apenas 3 trekkings olha só o que aconteceu: O material não é bom. O tecido se esgarçou com o atrito com a empunhadora do bastão. Não vale a compra!É melhor comprar uma luva de ciclista, mais resistente. Abs, peter
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