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davidmarinho

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Sobre davidmarinho

  • Data de Nascimento 12-01-1984

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  • Lugares que já visitei
    Morei em Teresina/Campinas/Natal/Teresina/João Pessoa/Recife/Teresina/João Pessoa/Teresina. Visitei alguns outros lugares. Internacionalmente só o Paraguai, com 8 anos de idade, mas acho que nem conta.
  • Próximo Destino
    La Paz, Bolívia.
  • Ocupação
    Penseiro. Editor de vídeo. Pau-pra-toda-obra audiovisual. Técnico em informática. Sushiman de meio-chawan. Cozinheiro quebra-galho. Aspirante a músico.
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  1. Galera, me emociono toda vez que releio os posts desse tópico e leio os novos! Se bem que tem horas que me sinto mal por pensar essas coisas "diferentes", por causa de alguns posts, mas logo em seguida vem uma pessoa massa com idéias massa e aumenta ainda mais a minha empolgação e determinação! A minha viagem vai sofrer um atraso de alguns meses (mais trabalho pra juntar mais grana!), mas não passa de 2010! Galera, desculpa aí pelo "otimismo utópico", mas tem alguma coisa no ar! O mundo não perde por esperar! hehehe Abraços a todos!
  2. Acho meio que hipocrisia falar em espancar os dois sonhadores! Será que ter mais idade nas costas é algum sinal de maior responsabilidade ou capacidade de se virar? Conheço tanta gente que foi forçada a se virar sozinha com 13, 14, 15 anos... E estão aí, super de boa, pra contar a história! E é claro que esses dois tinham que fazer isso escondido, os pais nunca aceitariam! Pelo menos avisaram que tinham ido, não deixaram ninguém correndo atrás do IML... marcioebc: Eu interpreto a mensagem do Alexander Supertramp de forma diferente. É, sim, um belíssimo exemplo a ser seguido, e é esse espírito de aventura o que interessa no filme/livro, e não reforçar um discurso televisivo sobre os perigos que você encontrará caso saia da linha, do sistema. Certamente a intenção do filme/livro não era de pactuar com isso. É óbvio que o Alex S. considerava a possibilidade de não sobreviver, se submetendo a tantas condições extremas. Não significa que todos os que se inspirarem no filme vão seguir os mesmos passos e se expor às mesmas condições. Mesmo que o façam, podem muito bem conseguir sobreviver, não acha? Eu mesmo parto no segundo semestre em um mochilão de tempo indeterminado, inspirado por este e mais outros três filmes: Benjamin Button; Foi Apenas um Sonho (tradução infame pra Revolutionary Road) e O Mundo em Duas Voltas (documentário da família Schurmann). Mas antes de ver estes filmes já estava profundamente influenciado pela mensagem do conto O HOMEM DA CABEÇA DE PAPELÃO, de João do Rio,, que foi o começo de tudo.
  3. Olá a todos. Esta é minha primeira postagem. Logo que me registrei e comecei a navegar pelo mochileiros.com dei de cara com este tópico e não podia deixar de postar alguma coisa. Aliás, bote coisa nisso! Tenho planos de "ganhar o mundo" nesse ano. Eu e um amigo vamos começar a viajar, inicialmente sem data pra voltar, motivados por razões bem parecidas com as do xaliba e do _maya. Se ilude muito quem acha que estabilidade financeira é a única garantia de felicidade na vida. É garantia, sim, de viver pra sempre em função dessa preocupação vã. Faz você se acomodar geograficamente, socialmente, emocionalmente, espiritualmente; quando na verdade você tem muito mais a ganhar expandindo seus horizontes. Após (mais) uma grande crise pessoal percebi que o que me frustrava era persistir no erro de tentar me adequar a modelos pré-fabricados de vida. Percebi também que todas essas tentativas, no fundo, eram pra agradar/orgulhar outras pessoas, fossem elas pais, familiares, namorada... Por fim, percebi que a única pessoa a quem eu NÃO estava tentando agradar era eu. Mergulhei em mim mesmo, na busca de uma forma de viver que me parecesse fazer sentido. Não demorou muito pra perceber que o ÓBVIO pra mim era cair na estrada e viver (n)o mundo inteiro. Coincidentemente(?) acabei me reaproximando de um amigo de longas datas, e conversando sobre nossas inquietudes descobrimos que tínhamos planos semelhantes. De um ano pra cá viemos amadurecendo a idéia de "zarparmos" juntos. O único pesar, desde então, foi o fim de um lindo namoro de cinco anos, mas que no fundo não caminhava a lugar algum, por causa dessas minhas inquietações. Depois disso vi que todo o medo que impede a maioria das pessoas de sair "por aí" foi embora. Esse medo se chama APEGO. Apego a lugares, pessoas, situações, sentimentos, bens materiais duráveis ou não-duráveis. Depois que se percebe isso, tudo fica tão simples e claro... Enfim, depois de quase um ano sonhando juntos, cogitando possibilidades, esperando meu amigo se formar e juntando grana, decidimos começar a jornada pela Bolívia, rodar a América do Sul por alguns anos, depois voltar a Teresina pra rever pessoas queridas e traçar uma nova rota (quem sabe Ásia ou Europa). A nossa intenção é que a coisa seja auto-sustentável, ou seja, queremos depender o mínimo da grana da poupança. A idéia é passar vários meses num mesmo lugar, absorvendo a cultura local, estudando música e buscando trabalho pra garantir pão e teto (e umas cervejas de vez em quando). Pretendemos levar uma vida simples, sem posses e sem luxo. Sou formado em publicidade (não que eu me orgulhe) e atuo profissionalmente na área do audiovisual, principalmente como editor de vídeo (pra quem conhece, editei o filme AI QUE VIDA). Mas também sei consertar computador, cozinhar, limpar, carregar peso... Só mesmo muita preguiça pra me fazer passar fome. Estamos agora entrando numa etapa mais prática do projeto: AGIR! Como queremos levar uma vida bem musical (e na medida do possível obter algum sustento disso) mas não somos (ainda) músicos profissionais, estamos estudando música e juntando um repertório de violão e flauta transversa. Também estamos fazendo tratamentos médicos, tentando largar o cigarro, cuidando de burocracias e pesquisando. Tudo, enfim, para que em agosto ou setembro de 2010 estejamos entrando no Trem da Morte! Temos em mente que nossos planos provavelmente mudarão conforme O INESPERADO for acontecendo, e é exatamente atrás dele que estamos indo. Pela primeira vez na vida estou conseguindo traçar uma meta pra mim e me dedicar a ela com plena confiança, satisfação e otimismo! Dê no que dê, não tenho dúvidas de que estou fazendo a coisa certa. O principal é cair na estrada, do resto o acaso/destino se encarrega. PS.: _maya: Acho que temos muito o que conversar! Me adiciona no MSN: [email protected]
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