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Dragum

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Tudo que Dragum postou

  1. A Coleman Hooligan 2 é uma barraca de baixo preço para 2as pessoas com sobreteto integral e quarto em mosquiteiro, com apenas uma vareta central, não sendo assim, autoportante. A barraca foi usada pela terceira vez em Aiuruoca entre os dias 26 e 30 de maio, pegou uma chuva forte, que durou cerca de duas horas, em terreno bem drenado, e não entrou nenhuma água. Os materiais que compõem a barraca são de qualidade apenas aceitável, com o piso mais fino e frágil se comparada às Trilhas e Rumos. O material do sobreteto é resistente e impermeável, mas o ziper é de qualidade baixa, saindo do trilho facilmente quando puxado pelo lado de fora da barraca, exigindo que se abrisse por inteiro o mesmo para fecha-lo novamente depois, mas felizmente, quando utilizado por dentro da barraca, não ocorreu do mesmo dar problemas, tornando-o aceitável no uso. A montagem da barraca parece simples, mas demorei quase 40 minutos para conseguir ajustar o rainfly - sobreteto - sobre o quarto, sem que os mesmos se encostassem. No geral, achei mais difícil chegar a um ajuste perfeito que numa barraca iglu, mas depois que se consegue - tirando tenção dos lados mais afastados para permitir o ajuste do lado oposto - o resultado é uma tenda sólida e seca. A vareta única fica sobre muita tensão quando montada, o que faz parecer que a mesma poderá quebrar ao se montar, mas isso não aconteceu. O avanço é razoável, e pode-se guardar botas e até mochilas, mas não recomendo cozinhar, apenas se restritamente necessário. A barraca não vem com gancho para lanternas, mas possui bolsos internos para miudezas. É uma barraca muito ventilada mesmo sem as saídas pra ventilação, pois não possui saias para neve e o sobreteto fica bem distante no chão, quando montada, o que aliado a o interior todo em mosquiteiro, permite que o calor fique sob controle ao mesmo tempo que permite ver as estrelas pela janela da barraca em noites de céu aberto. Pontos positivos: -Preço -Peso -Tamanho -Ventilação e visibilidade. Pontos negativos: -Qualidade dos Zippers -Piso frágil -Sem suporte para lanterna -Montagem extremamente difícil sem ser autoportante
  2. A membrana Event não passou no teste com a Carvalho 2. Estou devolvendo a bota - comprei na internet e usarei o código de defesa do consumidor para devolver-la no prazo de 1 semana.
  3. Cabe observar que eu tenho uma pisada mais supinada em um dos pés e, nas primeiras vezes que usei a bota Quest 4d também senti na sola do pé um certo incomodo, em apenas um dos pés - nem lembro mais em qual, na verdade. Porém, não sei se meu pé acostumou ou se a bota laceou - continua bem rígida como uma bota de backpacking costuma ser, não vi diferença - mas não sinto mais incomodo nenhum, mas não da pra garantir que o mesmo vá acontecer com você. Já caminhei bastante com a 4D desde então e sem nenhum incomodo, mas, no final de Maio 26 a 30 vou a Aiuruoca - minha mãe mora lá -, e vou fazer umas caminhadas para ir às cachoeiras e para passear, como estou indo com minha futura esposa, camping selvagem está fora de questão nessa viagem, mas vou levar a Salomon como calçado principal e vou averiguar se sinto, andando na terra, subida e descida, a "dorzinha" na sola de novo em algum momento e te conto. Mas comigo melhorou, e eu sei do que você ta falando. PS: em último caso, se quiser ficar com a bota, tente deixar um pouco menos apertado no peito do pé - sei que não é o ideal, mas pode resolver- e compense no cano da bota, apertando bem. Talvez resolva. Fiz a viagem, estranhamente, caminhando e usando a bota por 5 horas não senti nenhum desconforto, mas na viagem de 5 horas de carro até voltar para casa, parado, senti uma dor no pé direito, mais supinado, mesmo estando sentado. Achei esquisito, mas pra mim está funcionando para o propósito dela, mas a Discovery que eu tinha era mais confortável na média e usa uma plataforma muito parecida a Authentic Ltr.
  4. Cada um tem uma opinião. As botas vento, muito faladas aqui no fórum, tem atendimento e renome, eu pessoalmente não uso pois a Finnisterre é uma bota com solado monobloco colado, o que pra mim trás a desvantagem dos solados colados, que seria a descolagem do mesmo por hidrólise, e a desvantagem do solado monobloco, que é o pior amortecimento. A Cronos, o último lançamento e a "bota mais confortável do mundo" tem - finalmente - solado bicomponente, o que mostra que a Vento está investindo em tecnologia, além de cabedal em peça única, muito legal. Se fosse em couro, provavelmente eu já teria adquirido, mas por se tratar de um material sintético que não amacia como o couro, nem é orgânico, fico com o pé atrás, principalmente pois as "vantagens" do Nanox, como maior resistência a abrasão e maior respirabilidade, são, na minha opinião, uma solução pra um problema que não existe, pois o couro já é excelente nesses aspectos. O gerente de produto da Vento também postou um vídeo onde fala que gosta de usar sua Cronos com o cano folgado pois a mesma machuca seu tornozelo - no fim do post -, e isso pra mim é um problema, principalmente pra "bota mais confortável do mundo", e pra mim, que gosto da bota bem apertada no tornozelo, acho que pode faltar espuma no cano desta bota, no caso. A Jackal evolution seria uma bota legal, mas poderia ser feita em couro, em vez de cordura. Tirando isso, os preços são médios, apenas. As Salomon tem - ou tinha, não sei - o problema da cola, que pode te deixar na mão, realmente, mas todas as botas Salomon tem solado bi componente; muito preenchimento de espuma no cano, o que as tornam confortáveis mesmo apertadas; são botas mais leves que as Vento de mesmo tamanho - mesmo o couro sendo mais pesado que o Nanox -; e se o solado tem uma aderência que não chama a atenção no molhado, sendo apenas OK, no seco são muito bons, além de durarem muito, nunca usei uma Salomon até o final da sola. Inclusive o desenho do solado da Finisterre é uma cópia - pois veio depois, claro - do solado da Quest 4D 2, só que monobloco. No geral, é a marca com botas mais confortáveis que já usei. Calcei a X-tracks, a Discovery, um modelo 3d Chassis que não sei o nome e a Quest 4D 3, todas elas são exemplo de conforto, sendo que meu tornozelo é muito sensível. Fora isso, são botas com bom conforto térmico. Eu experimentei também a TNF que, no modelo que eu adquiri, teve boa durabilidade da cola, mas o conforto não foi perfeito, além do solado - que adere bem no molhado - gastar rápido. O modelo que eu peguei é um pouquinho mais quente também. Antes da bota Verbera Lite, tive um tênis Hedgehog GTX - algo assim -, que quebrou - soltou - o ilhós de plástico no meio da vida útil, então ficaria atento ao escolher o modelo, depois desse tênis, sempre dou preferência a ilhós metálico, principalmente nessa marca. Nessa marca o GoreTex durou mais que nas Salomons tanto no tênis como na bota. A Timberland saiu do Brasil, mas tinha modelos muito bons como o Timberland Bridgeton, que meu amigo usou por 5 anos até acabar a sola e nunca descolou nem nada, ou a Chochorua GTX, que era honesta e usa a sola da Flume, macia e aderente. Uma pena que modelos como White Ladge; Rain Forest e Flume possuam aquele passador ridículo que fez muitas pessoas acharem que a marca é péssima, com razão. Ou seja, nada é perfeito por enquanto. Acho que uma Cronos ou uma Gaia podem ser boas opções se ficarem confortáveis no seu pé. As Salomons são excelentes, tirando o problema da cola e da durabilidade da membrana GTX. Vale lembrar que qualquer bota pode descolar se pouco usada ou se guardada úmida ou suja. Vídeo onde o gerente fala sobre o ajuste do cano da Cronos: videoplayback (1).mp4 PS: também não compro Vento pois o discurso do cara é bem bolsonarista, não reconhecendo o desmatamento desenfreado na Amazônia, por exemplo.
  5. Tênis de corrida Nike top de linha compro 42. Mizuno baratinho compro 43 pois a biqueira pode incomodar. Depende muito da forma, mas 43 sempre sobra um pouquinho, na maioria dos tênis, eu até prefiro. A Timberland Flume comprei 42 pois não tem membrana e eu queria ter pelo menos uma bota bem justinha. Felizmente não me incomodou, uso bastante depois que "consertei" a bota.
  6. Uso meias de coolmax, tenho uma solo e uma azteq. Em botas com membrana compro 43 - 42 ficam justinha as vezes até machuca o dedão em longas caminhadas e pode até danificar a bota.
  7. A grande maioria tem solado costurado monobloco e cabedal em couro, o que deixa a bota indestrutível, mas no conforto, as salomons são campeãs na minha opinião. Nunca peguei uma que machucasse meus pés de moça. Acho que não tem caterpillar com membrana...
  8. A The North Face Verbera Lite GTX é uma bota Vietnamita com tecnologia estadunidense fabricada em meados de 2015. Ela se propõem a ser uma bota de BackPacking de cano médio e baixo peso, com membrana GoreTex, sendo assim, impermeável. Cabedal: mistura de couro com material de aparência ritstop, biqueira em borracha e TPU fusionado. Seu preenchimento de espuma é, na minha opinião, insipiente, não protegendo os ossos do tornozelo dos ilhoses e gerando certo desconforto que só pode ser amenizado adaptando-se a amarração, mas não inviabilizando o uso com na Alpes 02 da Macboot. A membrana impermeável durou 3 anos, talvez o forro interno aparentemente fabricado pela GORETEX possa ter ajudado nessa marca de respeito. O conforto térmico é médio, sendo mais quente que uma Salomon tradicional, mas nada que inviabilize o uso no verão. A durabilidade dos Ilhoses são excelentes e a cola se soltou depois de 4 anos na biqueira, sempre exposta a bastante umidade, e um pouco na sola, após 6 anos, sendo que os últimos dois destes, a bota ficou guardada. Entressola e palmilha: em EVA de dupla densidade com palmilha estrutural em TPU que acompanha todo o solado e elevada flexibilidade. A densidade do calcanhar é bem macia. A proteção e estabilidade gerada pela palmilha estrutural é muito boa. É uma entressola de alta tecnologia que amortece os impactos, te protege e é leve além de flexível, sendo possível correr confortavelmente, pular, se agachar, tudo com muita liberdade e com relativa segurança. O destaque da bota. A palmilha também é, com 3 densidades, anatômica e estruturada, da própria The North Face. Solado: aparenta ter duas densidades. O Grip é bom mesmo em terreno úmido e, no geral, o problema do mesmo é a baixa altura dos cravos, para economizar peso, o que faz a durabilidade da bota reduzir. A Vbram economizou no peso mais fez um bom trabalho nessa bota. Conclusão: a bota resistiu bem ao tempo, tem grande impermeabilidade no modelo, tem excelente amortecimento e estabilidade, é flexível, não é excessivamente quente e tem ótimo grip. Fica devendo na durabilidade do solado e no revestimento de espuma no cano, que deixa a bota desconfortável para mim, se mal ajustada. Descolou o solado após 4 anos de uso e dois anos guardada.... A biqueira descolou após 4 anos de uso com umidade frequente. BÔNUS: bota no pé com a adaptação na amarração de viabiliza usa-la bem apertada como eu gosto, sem incomodar.
  9. Minha discovery começou a descolar a sola com quase 2 anos, eu usava ela em terrenos úmidos e com uma frequência média. No processo de levar a bota pra colar no sapateiro, perdi a sacola com a bota em algum lugar, mas se fosse colada, acho que ia durar bastânte. A bota que não sei o nome com 3D Chassis, funcionava ok enquanto eu usava ela, mas acabei encostando a mesma para usar outras botas e depois de 1 ano a entressola começou a descolar na região da flexão, deixei mais dois anos parada e agora metade de cada sola se soltou (a parte da frente). O XA Ultra Pro usei bastante, mas me incomodava meu tornozelo em descidas e foi usado mais no cotidiano por ser muito ventilado e pelo quick lace que botei, depois de deixar parado quando o tênis já estava gasto, descolou no calcanhar em um dos pés, colei com super bonder Flex e da pra usar até hoje, mas o cabedal descascou inteiro, ta horrível o tênis. O 4D tenho a 3 meses, uso pelo menos uma vez por semana na cidade. Tudo ok por enquanto. Quando fizer um ano faço um vídeo mostrando. Se descolar eu também falo. Minha The North Face Verbera Lite usei até o solado gastar bem (o que nem é tanto assim), deixei ela parada por quase 3 anos e só agora a sola deu uma rachadinha e está começando a descolar, vou até leva-la no sapateiro para cola-la pois é muito bonita e da pra usar na cidade ainda. Na questão de cola, The North Face foi melhor comigo. O maior inimigo da cola é a umidade, assim como ficar parada. Seque o calçado num lugar ventoso e na sobra, para secar rápido, assim aumenta a vida útil da cola. Acho que, agora que amadureci, um calçado desses passa de 3 anos no meu pé fácil, se a cola durar, é bota pra uns 10 anos, pois o solado aguenta muito e ela só fica mais confortável com o tempo, apenas o goretex não dura muito, assim como qualquer membrana, mas a bota dificilmente vai encharcar.
  10. X ultra trek: bota para backpacking, caminhadas com mochila cargueira. Ela é mais rígida e tem o cano mais alto para proteção, que é um ponto forte dessa bota. Normalmente a Salomon é uma bota relativamente confiável mesmo no verão, mas entre todas as Salomon vendidas no Brasil, está é a mais quentinha por ser preta e alta, mas deve ser ok sim. Tenho uma 4D e é fresca. O ajuste é melhor que a média pelo ilhós com trava. X ultra 3: bota leve de hiking com ou sem mochila de cano baixo para médio. Mais flexível que uma bota de backpacking, por derivar de um tênis, é bem flexivel na área dos dedos - toebox -, o que a deixa tão flexível como a maioria das boas de hiking. Boa proteção e cabedal mais arejado. Cano baixo é melhor para correr e para movimentos rápidos. O peso do calçado é menor que a maioria. Quest Prime: bota de backpacking e cano médio para caminhadas com mochila ou sem. Entressola macia, mas com baixo grau de flexibilidade, próximo a ultra trek nesse sentido, garantindo proteção mesmo com bastante peso nas costas além de conforto em marcha, mas rígida para corridas, além de ser intermediária na ventilação. O peso do calçado é bom para uma bota de backpacking, o ajuste é melhor que a média pelo ilhós com trava. Authentic: bota de cano médio para hiking com ou sem mochila. Entre todas, a que menos protege os pés, pois a salomon retirou a muitos anos a palmilha estrutural deste calçado tornando-o mais flexível ainda. Sua flexibilidade é próxima ao X Ultra, mas não tem suporte de TPU no berço do calcanhar, o que a deixa menos estável e torcendo mais. Também é tão arejado quanto o mesmo. Eu não recomendaria essa bota para mochilas com mais de 50 litros cheia com mais de 20kg pois ela é demasiada flexível e pode não proteger seus pés o suficiente após um salto ou uma queda. O peso do calçado é bom e o ajuste é melhor que a média pelo ilhós com trava. Eu ficaria com a authentic, mas se fosse fazer um mochilão longo, iria de x ultra 3 Ps: tive uma Discovery que era uma authentic com cano médio e palmilha estrutural; tenho uma 4D próxima a ultra treck e já tive uma salomon menos conhecida, que tu guardando até hoje toda descolada que usa 3d chassis da x ultra 2, mas usei pouco essa bota antes de descolar. Tenho um xa pro também desintegrando mas é tênis e usei bem. Ps 2: Errata sobre a flexibilidade do X Ultra que na verdade não usa 3D Chassis, me confundiu.
  11. Como absolutamente ninguém viu o vídeo, vou fazer um review aqui. A Bota Timberland Flume Mid WaterProof é uma bota que foi fabricada no Brasil até a saída da Timberland do mesmo em 2019. Ela se propõe a ser uma bota de hiking com cano curto feita toda em couro com costuras seladas sendo assim a prova d'agua. Cabedal: de couro muito resistente, com bom preenchimento de espuma, e com ilhós preso apenas na camada externa, com costuras seladas e interior muito confortável, porém, desde nova, a bota nunca foi totalmente impermeável, sempre deixou um pouco de água entrar, e isso piorou um pouquinho com o tempo, mas não me entenda mal, é uma bota muito resistente a água mesmo, entra só um pouquinho quando submergida. O calce fácil e a bota tem boa respiração, assim como conforto térmico adequado ao Brasil. Cadarço amarra bem, mas aqui mora o ponto crítico da bota, os dois últimos ilhoses: são uma pecinha de latão sem vergonha que se entortam ao amarrar mais apertado, e, se repetido mais vezes, se quebram. Uma pena, pois é um detalhe esdruxulo. Mas como fiz pra usar a bota por um ano? Bem, eu colei com Araldite profissional os mesmos para, só assim, conseguir usar a bota como gosto. Funcionou, mas é tosco demais ter de fazer isso numa bota de 400 reias. Na minha opinião, a Timberland agiu de má fé ao botar este produto no mercado com esse detalhe. Aqui cabe ressaltar que a Black Forest da mesma usa o mesmo ilhós ridículo. Entressola: aqui mora um diferencial da bota, a entressola em EVA de excelente qualidade que é macio e flexível. É das botas mais macias que eu tenho e aqui entre nós, muitos concorrentes não possuem uma construção típica de tênis de corrida como essa bota. Solado: Macio, sem reforço no calcanhar, o que leva a um desgaste acentuado em um ano de uso nessa área, principalmente. A quantidade de borracha é boa, assim como a aderência no seco, excelente, até em terrenos úmidos, é satisfatória. Poderia sem melhor, mas satisfaz. Abaixo, o detalhe do ilhós colado com Araldite Profissional. Conclusão: Uma bota toda em couro, bem resistente a água, com construção de tênis de corrida, acolchoada por dentro, com peso ok para o tamanho, dei 7 em 10 nesse sentido, totalmente sabotada por uma peça que devia custar 20 reais e custa 20 centavos.
  12. Olá, venho relatar minha experiência na Pedra da Maroca, em Copacabana. A primeira tentativa, fiz sozinho, mas não acreditei que a trilha fosse tão arriscada como aparentava e desisti, porém, chamei um amigo que já tinha ido para a segunda vez e ele me confirmou que a trilha realmente beira o desfiladeiro sem nenhuma proteção. Pode-se ir a pé, da escadaria próxima ao Túnel Velho ou de mototaxi, pedindo para ficar na trilha para o mirante, saindo próximo a Siqueira Campos. Após seguir por algumas calhas e subir algumas pedras, você encontra uma escadaria que da no primeiro mirante, a partir dali é terra batida. No topo do morro, segue-se a trilha na beira do precipício pela pedra por uns 50 metros e após isso, mais 5 a 10 minutos de caminhada, chega-se a Pedra da Maroca, com uma vista que vai da Ponte Rio Niterói até as Ilhas Cagarras.
  13. Comprei uma > ALPES < 2 e a mesma machucou meu tornozelo pois o ilhós, ao invés de ser preso na parte externa do cabedal, o atravessa, dada a ausência de espuma e acaba incomodando. Uma pena, parece uma bota boa e o EVA é muito macio também. Aparentemente eles "resolveram" o problema no modelo Carvalho, que vem com um colar acolchoado, mas agora, pra eu comprar outra bota dessa marca, vai demorar. O Modelo ALPES eu não recomendo. PS: Meu pé é de princesa.
  14. Não recomendo essa bota, para entender o porquê, assista ao vídeo:
  15. Kct, fala ai, rolo uma brutalidade pra isso acontecer? Rosca grossa pra kct... Talvez - falo isso pelo calor - um pouco de resina epoxi resolva seu problema por enquanto, se tiver com pouca grana. Diminui a portabilidade mas deixa as coisas no lugar até vc se decidir. Não se esquece, criança que brinca com fogo...
  16. Katmandu eu nunca tive, mas já presenciei diversas vezes. Sei que é a linha mais simples da Azteq. Se cuidar direitinho da pra levar na boa, por isso indiquei. Não é tão resistente quanto uma T&R, mas não vejo os donos reclamarem. A Quechua... Também nunca tive e se eu já vi, não percebi. Com esse peso extra, deve ser maior - não verifiquei. Como se trata de um casal, pode ser um pouco de exagero. Tem esse lance do blackout, mas na boa, invetaram solução pra um problema que não existe. No geral, imagino que a Quechua tenha mais qualidade e espaço, enquanto a katmandu tem menos peso. Uma correção: Se você não pretende andar pelo menos um dia com ela nas costas, a Quechua pode te servir melhor, quem sabe... Boas compras!
  17. Dragum

    Mochilas QUECHUA

    Tenho uma Forclaz 40L a uns anos, é minha mochila de treking, sempre que uso, ta no talo. Aguenta muito o tranco. Não é Rip Stop, nem nenhum tecido especial, mas tem suporte rígido de alu e não rasga fácil, é resistente. Se o modelo atual não tiver entrada inferior, de preferencia a outro, pois ter de tirar tudo da mochila para tirar o saco de dormir é um saco. Quechua dificilmente faz de qualidade abaixo dos concorrentes diretos. Renome francês. Falta uma capa e suporte do isolante, nesse modelo. Tem que improvisar.
  18. Deixando minha experiência com o Lafuma UltraLight provavelmente dos anos 90, que ganhei quando era criança, usado, e me acompanha, bravamente (com furinhos, zipper problemático, etc...) até hoje. É sarcófago isolado por material sintético, mas é relativamente grande, tanto aberto quanto quardado, mas nada assustador. A etiqueta não dava pra ler mais nada, então eu tirei. Acho que era até -3º ou -5 º na condição "extrema". Posso dizer que já peguei uns -3º sem isolante com ele, numa barraca e foi tenso. Eu "dormi" (sobrevivi) em cima da mochila e de todas as roupas em camadas, sobre o piso da barraca, numa área suficiente pra ficar encolhido. Foi sinistro, além é perigoso MESMO, pode crer. Mas é muito confortável por dentro. Da pra dar aquela comprimida e ocupar uns 60% da bag. PS: a bag é boa. Pera, achei, igual esse aqui provavelmente (etiqueta era idêntica, a cor e o nome igual, peso bate, até a alça é igual): Faz 20º eu boto casaco.
  19. Dragum

    Mochila de Ataque

    Tenho uma Equinox Front II 23L (Front 23), o primeiro modelo é sem costado mesh. Me agrada demais, uso pra estudo e trabalho, as vezes levo dentro de uma mochila maior também. Posso garantir que, fora um fiozinho ou outro de que solta do acabamento, a mochila da zero problemas é confortável e toda em Cordura. Zippers, etc, tudo qualidade internacional. Achei um pouco cara, agora, era mais barato. O único sinal de uso que minha mochila tem é um furinho menor que uma moeda de 1 centavo na parte superior da tela lateral (porta squeeze) e as marcas de tinta com logo "equinox" apagando das fitas dos zippers, fora isso? Nova. Uso muuuuito.
  20. Só deixando minha experiência com o Spark da Azteq. Fogareiro leve e compacto. Tive um problema com um parafuso de fixação, que se soltou, felizmente dei uma olhada na minha pequena coleção de parafusos para notebook e computador que tenho e achei um com a rosca idêntica, mas um pouco mais robusto para mais torque. Ficou um pouquinho mais feio, mas muito seguro mesmo. Ideal para levar com o gas na BAG junto à leiteira, para encaixar tudo direitinho. Excelente, esquenta muito rápido, esse modelo consome 57 g/h. Mas um pouco caro. Consumo de gás: 57 g/h Diâmetro do Fogareiro (suporte para panela): 10,5 cm Dimensões Aberto (cm): 8,5 x 8 Dimensões Fechado (cm): 5,5 x 8,5 Peso (g): 87 fonte: http://www.nautikalazer.com.br/aventura/acessorios/fogareiros/fogareiro-spark.html
  21. Bom review, para uma barraca desse tamanho, com avance generoso e tals, 4Kg é interessante. Mesmas dimensões da T&R com quase 2Kg a menos. Só pra fazer uma revisada sobre os 2 modelos que você comparou, vou descreve-los aqui em baixo. Vou adicionar também as de duas pessoas pois interessa à muita gente. A Super Esquilo 2 é ideal pra duas pessoas. É a única da família adequada à trekking: com um saco de dormir leve e poucas roupas ainda tem espaço para alimentação e higiene em mochilas entre 50~60L - isolante térmico externo. Nesta configuração, uma pessoa atlética carrega a barraca, sem ter de repor suprimentos, por até 3 dias de caminhada, sem traumas. Para mais dias, pode-se usar uma mochila maior, mas o peso começa a comprometer muito sua km diária. Seu avance enorme é atrativo e com certeza é a melhor barraca disparada para quem quer acampar com pet. Razoável para ciclistas - pesada para a prática, mas viável para poucos dias pois deixa a bike escondida e protegida -, mas exelente para se acampar com crianças, pelo espaço e qualidade dos materiais, simples mas resistentes. Por ser importada, pode apresentar pequenas falhas. A impermeabilização do tecido costuma durar mais que a barraca, as fitas menos, mesmo com cuidados com o sol. Não é o recomendado para quem vai enfrentar temperaturas negativas mas resiste bem a ventos (exceto alta montanha). A Super Esquilo 4 é ideal pra quem vai acompanhado da família, saindo da rodoviária/carro direto ao local de acampamento, isso se não incluir uma caminhada longa, pois é difícil achar mochila que caiba e fica pesada. Fora isso as mesmas qualidades da SE 2 somadas a um espaço para uma família de 3 ou 4 pessoas, se duas forem crianças, com boa parte do equipamento dentro da barraca. Como você disse, 4 pessoas com alguma intimidade. As respectivas Katmandu são opções muuuito próximas em termo de consumidor final. A Katmandu 2 também comporta até um casal e por ser mais leve, talvez seja a alternativa ideal pra quem anda de bicicleta e não pode gastar muito, se caber tudo certinho com as blocagens. A 4 perde um pouco pra SE4, na minha opinião, por ser um pouco pesada para caminhadas mas não apresentar tanta qualidade nos materiais - e quem sabe, requerer cuidados mais cedo - se comparado à T&R, mas continua sendo uma barraca mais leve que (~25%). No caso da Katmandu 2, acho que a diferença de peso acaba sendo mais importânte e compensa a menor qualidade. Nas barracas de 4, o peso acaba sendo um pouco menos relevante, já que normalmente se fica menos tempo com elas nas costas, e a qualidade acaba fazendo mais a diferença. Pelas varetas mais finas, a Azteq não aguenta tanto vento - mas estamos falando de muito vento, locais expostos. Eu não posso ignorar o fato de ter recomendado a Coleman Hooligan 2 em outro tópico, que tem o preço e dimensões parecidas. Como comparação, talvez seja a mais leve - cabendo em mochilas 40-50L com os mesmos 3 dias de suprimento. Não seria a melhor para Pets, mas seria também uma opção pra quem tem bike, as rodas no avance com botas etc, o quadro dentro da barraca mais protegido, restando algúm espaço no avance, mas com certeza o piso, frágil, vai furar com o quadro da bike toda hora dentro da barraca, então vai precisar de um rolo de silvertape junto, e muito cuidado, nesse caso. Talvez uma Katmandu 2 com varetas em alu seja a melhor opção pra esse perfil. Fora isso, acho a coleman um projeto mais legal, tem teto solar e tals, mas com certeza a impermeabilização vai abacar antes da trilhas e rumos, carecendo de cuidados (e gastos), talvez antes do fim da vida útil da barraca. Também encara um pouquinho menos de vento, provavelmente, mas é a minha preferida. Ai cabe você ver o que é melhor pra você. Espero ter ajudado, bom dia.
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