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João Rosenthal

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Sobre João Rosenthal

  • Data de Nascimento 22-01-1992

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    América do Sul: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai;

    América do Norte/Central: Canadá e Estados Unidos;

    Ásia: Camboja, Laos e Vietnã;

    Europa: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, França, Holanda, Hungria, Luxemburgo, Polônia, Portugal e República Tcheca;

    Oriente Médio: Israel, Jordânia e Palestina.
  • Próximo Destino
    África do Sul?
  • Meus Relatos de viagem
    Colômbia - https://www.mochileiros.com/topic/82862-col%C3%B4mbia-em-11-dias-san-andr%C3%A9s-e-bogot%C3%A1-jan2019/?tab=comments#comment-767560

    Camboja, Laos e Vietnã - https://www.mochileiros.com/topic/67167-camboja-laos-e-vietn%C3%A3-em-21-dias-nov2017/?tab=comments#comment-691627

    Europa - 11 países - http://www.mochileiros.com/europa-em-41-dias-11-paises-ago-set-2014-t100467.html

    Israel, Jordânia e Chipre - http://www.mochileiros.com/israel-jordania-e-chipre-t44098.html

    Argentina, Chile, Bolívia e Peru - http://www.mochileiros.com/argentina-chile-bolivia-e-peru-35-dias-t50977.html

    Califórnia (EUA) - http://www.mochileiros.com/california-em-11-dias-t91262.html

    Belém e Alter do Chão - http://www.mochileiros.com/belem-e-alter-do-chao-10-dias-t91645.html

    Guia Trilha do Gravatá, em Florianópolis/SC - http://www.mochileiros.com/trilha-do-gravata-florianopolis-sc-t45932.html

    Dicas do Canadá - http://www.mochileiros.com/dicas-o-que-visitar-no-canada-por-quanto-tempo-t92054.html

Últimos Visitantes

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  1. Eu achei o roteiro muito bom em geral. 19 dias para essas cidades excluindo o deslocamento desde o Brasil me parece ótimo, não penso de jeito nenhum que vá ser corrido. Como cada um aqui tem sua opinião, eu vou defender Viena. Amei a cidade, fiquei 4 noites e ficaria mais, pois não é só atrações, a vibe da cidade é incrível. Bratislava não curti muito, acho que uma noite seria suficiente. Vocês poderiam de repente tirar uma noite de lá e incluir em alguma cidade do caminho, como Cesky Krumlov ou interior da Áustria. Mas enfim, isso não traria grandes alterações, apenas não vejo Bratislava como uma cidade que mereça mais do que um dia.
  2. João Rosenthal

    O que fazer em Praga?

    Pra mim a melhor coisa de Praga é se perder pelas ruas, e conhecer cantos que não são falados em livros de viagens. Claro que tem as paradas obrigatórias (Praça do Relógio, Castelo, Ponte Charles), mas eu amava caminhar sem rumo. Outra sugestão legal é fazer os pontos turísticos de noite. A ponte com pouca gente e iluminada é algo incrível e foi um dos meus momentos favoritos na cidade. Dito isso, Praga é um espetáculo, cidade incrível!
  3. João Rosenthal

    Eurotrip

    Em geral achei o roteiro corrido, mas Londres foi a cidade mais prejudicada com certeza. Se não quiser excluir nenhuma cidade do roteiro, eu tiraria um dia de Roma e colaria em Londres, acho que seria mais coerente passar mais tempo em Londres.
  4. João Rosenthal

    Ajuda roteiro Europa!!!

    Cara, pelo que vi do seu ritmo de viagem me parece ok a sugestão que eu dei no meu primeiro comentário. Acho que se baseando nela mais ou menos vocês vão conseguir curtir.
  5. João Rosenthal

    Peru - Chile 10 dias!

    Eu acho 10 dias muito pouco para estes países, faria somente um deles. Indo para o Peru você pode focar em Lima/Cusco/Arequipa ou Lima/Cusco/Huaraz; no Chile daria para fazer Santiago/Atacama ou Santiago/Sul do país (Pucón, Puerto Varas). O problema de se fazer ambos em 10 dias é que as distâncias são muito longas, ou você paga uma nota em voos, ou perde um tempão em deslocamentos por terra.
  6. João Rosenthal

    Camboja, Laos e Vietnã em 21 dias - Nov/2017

    Eu sou apaixonado por esses três países, nunca direi para alguém não ir (a não ser que seja no meio de agosto quando chove 20 dias por mês). Outubro e novembro você pegará risco mais alto de chuva em Siem Reap e Hoi An apenas, porém se deixar essas duas mais para o final da trip já melhora bem. Eu estive em Siem Reap comecinho de novembro (cheguei dia 06) e só vi sol, zero chuva. Uma sugestão seria começar pelo Myanmar, onde praticamente não chove nesta época (especialmente em Bagan), depois seguir para os demais locais deixando Vietnã por último. Luang Prabang também ajudaria colocar no começo, pois lá em outubro já chove bem pouco, novembro quase nada. Dito isso, eu acho que o único local que realmente seria um pé no saco pegar com chuva seria Angkor, nos demais você se vira. Claro que todos preferem sol, mas eu peguei chuva em Phnom Pehn e Hoi An e não me incomodou, de verdade. Somente nos templos eu não gostaria, mas mesmo assim indo final de outubro ou começo de novembro é garantia que ao menos um dia de sol você pega, aí vê a previsão e deixa o dia com sol (caso estejam escassos) para o Circuito Pequeno.
  7. João Rosenthal

    Atacama + Uyuni - Março/19

    Bom dia! Conforme o amigo acima já disse, ser mochileiro de primeira viagem é uma ótima oportunidade para sair da sua zona da conforto! Ainda mais viajando sozinha, fique em hostel, conheça outros viajantes, interaja, converse com locais. Eu também era receoso quando fiz meu primeiro mochilão, e hoje é uma das melhores coisas da minha vida. Você vai curtir muito!
  8. João Rosenthal

    Camboja, Laos e Vietnã em 21 dias - Nov/2017

    Fala Alexandre! Então, novembro é uma época boa para todos os lugares que fui, menos Hoi An (e Vietnã Central de um modo geral). No Laos nessa época não chove, em média 2 dias por mês, então sequer vimos uma garoa. No Camboja é um mês médio, já não é considerado época de chuva, mas eventualmente pode ter (média de 7 a 10 dias por mês). Phnom Pehn pegamos um dia de chuva só, e em Siem Reap nenhum, o que foi ótimo para visitar os templos. No Vietnã chove pouco em Hanoi nesta época, e em Ho Chi Mihn depende, mas como era final de novembro já estava bem melhor. Os piores meses para HCMC são julho, agosto e setembro, então outubro e novembro já é transição para a época de seca. Nós demos sorte e não pegamos chuva em nenhum dos dois. O problema maior de novembro era mesmo Hoi An e Hué, chove muito! Eu estava muito preocupado com essa parte da viagem, mas demos muita sorte e pegamos praticamente só chuva leve! Em Hoi An teve um momento de chuva forte, mas durou nem duas horas, o resto do tempo era tranquilo sair na rua com uma capa de chuva. Agora sol mesmo é difícil de ver, só vi um momento e rápido, mas não me importei com a falta dele. De forma alguma o tempo comprometeu nossa estadia em Hoi An. Resumo: não deixaria de ir nesta época, com certeza os piores meses são agosto e setembro, novembro já é transição para o período bom, e se conseguir ir em dezembro melhor ainda! Espero ter ajudado.
  9. João Rosenthal

    Colômbia em 11 dias - San Andrés e Bogotá - Jan/2019

    Muito obrigado! San Andrés é demais, vale muito a pena, e se tiver tempo vai pra Providência também.
  10. João Rosenthal

    Ajuda roteiro Europa!!!

    Isso é bem pessoal, mas se eu fosse para essas cidades, faria mais ou menos assim: Lisboa: 3 dias completos Barcelona: 3 ou 4 dias completos Roma: 3 ou 4 dias completos Veneza: 2 ou 3 dias completos Budapeste: 3 dias completos Praga: 3 dias completos Munique: 3 dias completos Berlim: 3 ou 4 dias completos Por dia completo entende-se dia sem deslocamento, deixando os deslocamento para dias à parte ou em trens/ônibus noturnos. Quanto à ordem, acredito que a ideal seria exatamente a que você postou, e os trechos Lisboa - Barcelona e Barcelona - Roma eu faria de avião em companhias low cost. Espero ter ajudado!
  11. João Rosenthal

    Colômbia em 11 dias - San Andrés e Bogotá - Jan/2019

    Considerações finais A Colômbia é um país incrível! 11 dias foi muito pouco para um país com tanta opção, seja de natureza, seja de cidades, seja de praias. Se eu pudesse escolher o tempo de viagem sem me preocupar com liberação do trabalho, seriam 3 semanas completas só lá, e faria Medellin, Santa Marta e Cartagena a mais. De toda forma, eu amei San Andrés, é um verdadeiro paraíso no meio do Caribe, e Bogotá é uma capital incrível, cheia de história e vida. A cereja do bolo foram os hostels que fiquei e as pessoas que conheci. Praticamente não fazia nada sozinho, sempre tinha alguma companhia para conhecer lugares e tomar uma cerveja de noite. As duas hospedagens estão recomendadas: Karibbik e Botánico, não tenho absolutamente nenhuma reclamação a fazer de nenhum deles. Quanto aos preços, a Colômbia é bem acessível e mais barata que o Brasil. San Andrés, por ser uma ilha, é mais cara, mas nada de outro mundo (muito mais em conta que o Rio de Janeiro, por exemplo), e em Bogotá nosso Real é bem forte, comia fora sempre e por preços excelentes. Gastei ao todo R$5.000,00, sendo desses R$2.500 de passagens aéreas; porém eu não economizei muito pois só tinha 12 de férias e queria curtir ao máximo, então gastei no mínimo uns 40 reais por noite com cachaça . De passeios, o único realmente custoso foi o mergulho (aproximadamente 250 reais com as fotos). Ou seja, economizei com transporte público, restaurantes, mas quando era para me divertir não medi muito meus gastos. Enfim, acredito que R$2.500 para 11 dias não seja nada exorbitante, até porque o hostel em San Andrés não era barato (85 reais por dia). Dito isso, encerro aqui meu relato e espero de coração que ajude os próximos viajantes. A Colômbia é espetacular e acessível para nós. Se está na dúvida, vá! Agora é minha hora de trabalhar, juntar grana e planejar a próxima trip. Abraços!
  12. João Rosenthal

    Colômbia em 11 dias - San Andrés e Bogotá - Jan/2019

    29/01 - Graffiti Tour e volta pra casa O último dia de viagem havia chegado, e não conseguia esconder a decepção. Tomei o último café da manhã no maravilhoso terraço do Botánico Hostel e organizei minha mala para o check out antes do Tour que começaria às 10h. Tudo pronto, conheci uma holandesa e uma alemã que iriam para o Graffiti Tour e fomos juntos até o ponto de encontro no centro da cidade (10 minutos de caminhada). O guia era um colombiano que morou por 25 anos nos Estados Unidos e falava inglês fluente, e em NY ele se envolveu muito com o grafite e a cultura das ruas. Voltou para Bogotá em 2015 e virou artista de rua, além de guia. Era um cara sensacional, super inteligente e muito didático. O Graffiti Tour passa por várias ruas do centro, e em cada delas o guia contava a história do que estava pintado nos muros e um pouco da história do grafite de Bogotá em geral. Era muito legal ver o estilo diferente em cada parede, com traços perfeitos e detalhes impressionantes. Alguns grafites eram gigantes, ocupavam toda a lateral de prédios de 5, 6 andares. Eu amo grafite, sempre curti, mas foi a primeira vez na vida que fiz um tour voltado para isso. O tour acabou em um parque no centro de Bogotá, deixei 15.000 pesos para o guia e voltei para a Candelaria junto com a alemã e a holandesa, e fomos no mesmo restaurante que fui após o Bike Tour. Como elas não conheciam a sopa de ajiaco, apresentei pras duas e me senti o próprio colombiano explicando como era . Novamente estava sensacional, e para o passeio ficar completo sugeri tomar café no mesmo lugar, mas sem bolo dessa vez. O café colombiano é muito bom, por muitos anos foi considerado o melhor do mundo. Ele tem um sabor bem diferente do brasileiro, e eu que amo café não poderia deixar de provar. Depois do café voltamos para o hostel. Meu voo era às 18:20h, então me programei para sair 16:00h já que não teria mala despachada e o check-in estava feito online. Fiz hora no hostel, me despedi de vários amigos que tinha feito lá, e chamei o Uber. Deslocamento tranquilo até o aeroporto, e esperei por um bom tempo até meu voo de 3h para Lima, onde passei a noite toda dormindo nos bancos do portão de embarque. Na manhã seguinte peguei um voo para Santiago, onde esperei por mais 3h e peguei o voo para Florianópolis. Só fui chegar em casa no dia 30/01 às 19h, e no dia seguinte já estava trabalhando de novo .
  13. João Rosenthal

    Colômbia em 11 dias - San Andrés e Bogotá - Jan/2019

    27/01 - Bike Tour Não tinha programação para este dia, mas acordei e vi várias pessoas do hostel se preparando para irem juntas para o Bike Tour. Me arrumei em um minuto, tomei um café da manhã rápido e fui com elas para o Tour que começaria às 10h. O guia era um venezuelano super gente boa que explicava tudo com calma e muito bem, e fazia as coisas sem pressa respeitando o ritmo de cada um. Éramos em 14 total, sendo que desses 7 estavam no meu hostel. Começamos pela Plaza Bolívar, a praça que concentra os três poderes da Colômbia. Praça muito linda e cheia de vida, como era domingo haviam famílias e muitas pessoas de todas as idades. Lá o guia nos explicou um pouco sobre a história da Colômbia e ainda fez uma crítica à série Narcos, a qual ele considera fora da realidade do que foi a guerra às drogas no país. Depois seguimos por algumas avenidas do centro até um bairro adjacente de classe alta, com belas ruas, parques e muito arborizado. Lá tivemos a primeira prova do Tour, cinco sucos típicos diferentes, todos davam um gole de cada e ao final cada pessoa pegava um copo cheio do que mais lhe agradou. Escolhi um de morango muito gostoso, mas era bem diferente do suco de morango que temos no Brasil. O próximo destino foi um bairro de classe média, mas cheio de cores e vida. Achei ele muito legal, se chama La Soledad, e lá paramos para provar uma linguiça e uma batata assada típicas, e ainda provamos sorvete de sobremesa, vários sabores diferentes. Nada disso era pago, fazia parte do Tour. Por último passamos por um bairro de classe baixo em direção ao centro, não chegava a ser um lugar horrível, mas senti medo em alguns momentos com a quantidade de pessoas olhando. Nessa parte passamos por uma rua de comércio que era absurdamente cheia de gente, e tivemos que descer das bicicletas para conseguir passar. Passando essa parte retornamos ao ponto de partida, uma pequena praça na divisa entre La Candelaria e o centro financeiro. Deixei 20.000 pesos para o guia, que foi o valor que ele próprio sugeriu, e fui eu e mais 6 pessoas do Tour comer em um restaurante ao lado que tinha comida colombiana. Pedimos cada uma sopa de ajiaco, muito tradicional em Bogotá, que vem acompanhada de milho, arroz e frango, uma delícia! O preço foram inacreditáveis 8.000 pesos, e estávamos tão impressionados com o valor que fomos ainda tomar um café com bolo numa cafeteria próxima. Para minha surpresa, o dono do local ao saber que eu tinha feito aniversário alguns dias antes me deu o bolo de presente, só paguei o café . Depois disso voltamos para o hostel e como sempre passei o resto do dia lá. Nesse dia especialmente ele estava bem agitado, estavam distribuindo shot de tequila e outras bebidas, e o pessoal estava bem animado. Tinha vinho em dobro, então fiquei tomando vinho e algumas cervejas no meio, e mesmo depois de a música parar continuamos lá. Só fui dormir umas 04:00h. 28/01 - Minas de sal de Zipaquirá Uma alemã que conheci no dia anterior me convidou para irmos às minas de sal nesse dia, e topei. Não sei como, mas mesmo tendo ido dormir tão tarde e depois de tomar umas, consegui acordar relativamente cedo sem despertador e sem ressaca! Maravilha, tomei um café da manhã e fomos eu e ela para o terminal de ônibus, onde pegamos um ônibus até o Pontal del Norte, principal terminal do norte da cidade e de onde saem as vans para Zipaquirá. A van é super confortável e custa só 5.400 pesos para a viagem de 1:15, que te deixa no centro da cidade. Chegamos lá e fomos almoçar, pois depois teríamos pouco tempo para comer; achamos um restaurante super simples e bem sujo, mas o preço era inacreditável, algo como 7.000 pesos por um pratão de sopa de ajiaco e seus acompanhamentos. Estava muito bom! Alimentados, seguimos a pé até a mina de sal, e compramos o pacote com tour guiado, museu, experiência de mineiro e city tour em Zipaquirá (que servia mais para nos deixarem no local onde pegaríamos a van para Bogotá) por 68.000 pesos. As minas de sal são muito interessantes, e construíram milhares de santuários dentro dela, então por onde você passa vê cruzes e símbolos cristãos. Não sou religioso, mas achei muito lindo a forma como tudo é iluminado. O tour guiado durou mais ou menos 2h, e depois seguimos para a experiência do mineiro, na qual você vai a uma parte especial da mina por onde os mineiros passam para ir trabalhar (a mina é ativa até hoje) todos os dias. Lá te dão um capacete e um machado para escavar a rocha, e a quantidade de sal que sai a cada batida é inacreditável. Saímos da mina e fomos ao museu, que fica do lado de fora. Uma completa perda de tempo, super confuso e não conta nada de interessante. Pra fechar com chave de ouro mostram um curta metragem completamente non sense, ficamos eu e a alemã nos olhando com cara de "que m*** é essa?". Pelo menos demos risada da situação, mas saímos correndo para pegar o city tour das 16:30, que passaria pela cidade de Zipaquirá e nos deixaria exatamente em frente ao ponto da van. Confesso que não aproveitei o city tour, só queria voltar porque estava cansado já, então serviu como carona. Às 17:00 nossa van de volta saiu rumo ao Portal del Norte, dormi o caminho inteiro e fui acordado pela alemã. Era uma segunda-feira e 18:30, aí já viu né, um milhão de pessoas voltando pra casa depois do trabalho e uma verdadeira zona no terminal de ônibus. Tivemos um pouco de dificuldade em achar o ônibus certo para o centro, mas no final deu certo e às 19:30 estávamos lá. Depois caminhamos pro hostel debaixo de chuva e bastante frio. Como era minha última noite, queria aproveitar, e paguei os 20.000 pela janta mexicana no hostel, e depois fiquei tomando cerveja com o pessoal. As noites no hostel foram um dos pontos altos de Bogotá pra mim, eu me dei muito bem com todos e a vibe era exatamente a que eu gosto: música, cerveja, agito (mas sem aquela pegada insana de um party hostel). Como ainda queria fazer o Grafitti Tour no dia seguinte antes de pegar o voo de volta, coloquei o despertador para 08:30 apesar de ter ido dormir bem tarde.
  14. João Rosenthal

    Colômbia em 11 dias - San Andrés e Bogotá - Jan/2019

    25/01 - Deslocamento e primeiro dia em Bogotá Meu voo para Bogotá era as 12:00, então marquei de ir para o aeroporto às 10:30, pois era um deslocamento super rápido (aeroporto de San Andrés é bem central). Acordei umas 8:00 e fiz minhas coisas sem pressa, tomei café, arrumei a mala e fiquei descansando na área comum até o táxi vir me buscar. Achei a emigração (sim, há uma espécie de emigração, pois San Andrés é considerado um território meio que à parte da Colômbia) bem confusa e pouquíssimo atendentes para a quantidade de pessoas, vi muita gente desesperada com a chance de perder o voo. Como cheguei 1:25 antes, não tive problemas, mas praticamente entrei no portão de embarque e já estavam anunciando o voo. Foram 2h bem tranquilas até Bogotá, e confesso que estava triste por deixar aquele paraíso, foi um lugar especial que levarei comigo pra sempre. Cheguei em Bogotá e peguei um Uber (clandestino, pois é ilegal na Colômbia) até La Candelaria, bairro histórico onde fica meu hostel. Agora pensa num motorista perdido! O cara errou o caminho várias vezes, não tinha 3G para abrir o mapa no celular, ficava parando pra pedir informação. Quando eu comecei a ficar assustado que era golpe, finalmente o cara parou pra comprar crédito pro celular e ligou o 3G, e conseguiu chegar. Fiquei no Botánico Hostel, um dos melhores que já estive! Staff atencioso, super movimentado, localização ótima, preço bom e muito confortável. Peguei um quarto com 8 camas, deixei minhas coisas e saí para comprar algumas coisas no supermercado e almoçar, pois estava morto de fome; a boa surpresa foi descobrir que Bogotá é super barata comparado com San Andrés, um almoço completo com carne, arroz, fritas e limonada de coco me saiu por 17.000 pesos. Depois fui ao centro a pé mesmo, fica muito próximo à Candelaria, pois queria fazer uma volta de reconhecimento, e aproveitei para ir a um mercado lá. Comprei o que precisava e voltei, pois estava sem muito pique neste dia. Quando retornei já era fim do dia e o hostel estava bombando! Era Happy Hour e havia cerveja em dobro, já me juntei a um grupo de pessoas e fiquei bebendo com eles, até que o staff veio anunciar que haveria um ônibus para o Andrés Carnes de Res, um restaurante/balada famoso da cidade, e coloquei meu nome para ir junto. Saímos às 23h e a viagem demorou mais de uma hora, pois fica em uma cidade vizinha. Confesso que achei o lugar muito supervalorizado, mas curti a noite e principalmente a parte do ônibus, que era open bar. Retornamos pra Bogotá umas 04:00 e capotei. 26/01 - Monserrat e centro de Bogotá Com o barulho do quarto acordei umas 09:00, mas com bastante sono ainda. Tomei um café preto pra acordar e saí rumo ao Monserrat, um mirante com igreja que fica no topo de um morro, e de onde se tem uma vista completa de Bogotá. A caminhada foi de uns 30 minutos, mas cansativo devido à altitude, e desisti de subir a pé, peguei o bondinho pelo valor de 18.000 pesos. Lá em cima a altitude era bem pesada, tive que caminhar quase em câmera lenta para não morrer de cansaço, e isso que tenho um bom preparo físico. O Monserrat é, na minha opinião, uma daquelas paradas obrigatórias para quem visita Bogotá. Não, não é um local espetacular, mas ver toda a cidade de cima é algo incrível, Bogotá é uma cidade enorme e muito espalhada, e o entorno dela é uma mistura de vale com partes montanhosas. A igreja em si não entrei, não é algo que me impressiona e já vi muitas nas viagens da vida. Desci pelo bondinho mesmo, e de lá voltei para La Candelaria para procurar um restaurante pra comer. Para variar fui em uma sanduicheria, comi um sanduíche muito bom e um suco de lulo (fruta típica colombiana) pelo valor de 16.000 pesos. Ainda troquei uma ideia com o dono, um neozelandês que vive lá há 15 anos, e me deu algumas dicas sobre a cidade. Depois do almoço usei o tempo para uma volta pelas ruas da Candelaria, um bairro histórico e muito bonito, mas um pouco repetitivo depois de um tempo. Ainda assim, recomendo ficar lá, pois é super central e fácil de se locomover, fora que os melhores hostels estão ali. Passei o resto do dia descansando e, como sempre, às 19h o bar do hostel ganhava vida e os viajantes se juntavam para beber e interagir. Nesse dia fizeram uma janta típica colombiana por 20.000 pesos, não era barato, mas conveniente por ser no próprio hostel, e acabei ficando. Conheci muita gente nesse dia, de várias nacionalidades, algumas bem exóticas como Cazaquistão, Finlândia e Ucrânia. No Botánico tinha música até 02:00, e depois da leve decepção com o Andrés Carnes de Res na noite anterior, fiquei todas as noites seguintes no hostel mesmo, e foi uma decisão ótima, pois lá era praticamente uma festa. Nesse dia fui dormir tarde de novo .
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