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João Rosenthal

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Reputação

17 Boa

Sobre João Rosenthal

  • Data de Nascimento 22-01-1992

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    América do Sul: Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai;

    América do Norte/Central: Canadá e Estados Unidos;

    Ásia: Camboja, Laos e Vietnã;

    Europa: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, França, Holanda, Hungria, Luxemburgo, Polônia, Portugal e República Tcheca;

    Oriente Médio: Israel, Jordânia e Palestina.
  • Meus Relatos de viagem
    Camboja, Laos e Vietnã - https://www.mochileiros.com/topic/67167-camboja-laos-e-vietn%C3%A3-em-21-dias-nov2017/?tab=comments#comment-691627

    Europa - 11 países - http://www.mochileiros.com/europa-em-41-dias-11-paises-ago-set-2014-t100467.html

    Israel, Jordânia e Chipre - http://www.mochileiros.com/israel-jordania-e-chipre-t44098.html

    Argentina, Chile, Bolívia e Peru - http://www.mochileiros.com/argentina-chile-bolivia-e-peru-35-dias-t50977.html

    Califórnia (EUA) - http://www.mochileiros.com/california-em-11-dias-t91262.html

    Belém e Alter do Chão - http://www.mochileiros.com/belem-e-alter-do-chao-10-dias-t91645.html

    Guia Trilha do Gravatá, em Florianópolis/SC - http://www.mochileiros.com/trilha-do-gravata-florianopolis-sc-t45932.html

    Dicas do Canadá - http://www.mochileiros.com/dicas-o-que-visitar-no-canada-por-quanto-tempo-t92054.html
  1. Camboja, Laos e Vietnã em 21 dias - Nov/2017

    Dia 13 - Primeiro dia em Ha Long Bay Acordei e percebi que estava me sentindo muito melhor, e após colocar o termômetro vi que estava sem febre! Aquilo me deixou muito animado para começar o dia e ir rumo a um dos locais mais aguardados da viagem. Tomamos café e às 8:30 nosso ônibus passou para nos buscar, foram 4:30h de viagem com uma parada de meia hora, e perto da hora do almoço entramos no Apricot, nosso barco pelas próximas 24h. Entramos, colocamos nossas coisas no quarto e já fomos almoçar. A mesa de almoço era bem apertada, mas a comida era muito boa, bastante variedade e em boa quantidade; tinha de tudo um pouco, desde carne vermelha, suína, até frutos do mar, sempre acompanhados de salada, arroz e legumes. Durante o almoço o barco já estava se mexendo e adentrando cada vez mais as formações rochosas de Ha Long, e a visão que eu tinha era um espetáculo, o lugar é incrivelmente bonito. Pra completar o tempo estava nublado e sem chuva, o que dava um ar bucólico à paisagem. Depois do almoço demos uma descansada e no deck do navio, a melhor parte para se ficar, e começamos a interagir com os demais passageiros: além de nós, estavam no barco um casal de canadenses, dois casais de russos, um casal de ingleses, um casal de australianos, duas amigas inglesas, dois irmãos argentinos, um pai com uma filha de Cingapura, um cara da França e uma mãe com uma filha e sua amiga de Taiwan. Tirando os russos, que eram mais introvertidos, todos os outros eram muito simpáticos e fáceis de lidar, o que ajudou muito. E eram de todas as idades e vibes, então era um barco extremamente heterogêneo. Umas 4 da tarde descemos ao bote e fomos até uma caverna que tem por lá, não lembro o nome. Era enorme e interessante, mas achei aquele role pra preencher tempo de turista, preferia ter ficado no deck do barco tomando uma cerveja e admirando aquela vista de cinema. O passeio seguinte foi mais legal, fomos a uma ilha onde há uma escadaria com um mirante no topo, e a vista panorâmica da baía é demais. É ilha até não dar mais vista, realmente impressionante! Saímos de lá quando já estava escurecendo, e voltamos pro barco. Fomos direto pro banho, e apesar de que não havia box e molhava o banheiro inteiro, achei ele bem razoável. Em seguida fomos jantar, era quase a mesma coisa do almoço, mas como tinha comido super bem não achei problema. Depois da janta começou a parte boa, colocaram música no deck, abriram o bar e o pessoal começou a se aglomerar para confraternizar e beber. Como viajava com a minha mãe, não tinha feito nada de noite até então, e confesso que tava sentindo falta, pois gosto muito. Minha mãe foi dormir cedo, e eu fiquei lá bebendo até bem tarde, a galera era muito gente boa e nos demos muito bem. Fui dormir umas 3 da manhã depois de várias cervejas e até shot de tequila. Dia 14 - Despedida de Ha Long Bay Acordei às 6:30 da manhã e incrivelmente sem ressaca, e fui pra aula de Tai Chi Chuan que tava rolando. A aula era boa pra dar uma alongada, mas valeu mesmo pelo nascer do sol e pra dar uma acordada. Às 8 serviram o café, novamente muito bom, com pães, café, omelete, frutas e geleias. Comi muito bem e fiquei mais um tempo no deck descansado, não me saturava nunca daquele lugar. No meio da manhã saímos para andar de caiaque, outra experiência bacana pois a gente se sentia minúsculo remando no meio de tantas montanhas enormes. Andamos por quase 1h sem pressa, e o resto da manhã foi no barco relaxando. Como estávamos amigos dos outros hóspedes, passávamos muito tempo conversando e interagindo. Aproveitei para dormir um pouco ali nas espreguiçadeiras mesmo, para amenizar a noite mal dormida. Perto do meio dia esvaziamos o quarto e fomos pro almoço, com algumas coisas novas que não tinha comida no dia anterior, como lula e camarão. Novamente muito bom, a comida foi um dos pontos fortes desse barco. Durante o almoço notei que o barco já estava voltando pro porto, bateu uma tristeza e uma saudade antecipada, estava muito apegado a Ha Long Bay. Chegamos no porto perto da 1 da tarde e tivemos que esperar um pouco ainda, pois o ônibus não havia chegado. Depois disso foram mais 4:30 de estrada, dormi quase todo o caminho e só fui acordar na periferia de Hanoi. Deixamos algumas pessoas antes e fomos um dos últimos. Para não tornar esse dia em Hanoi morto, fomos ao lago novamente, nosso lugar favorito na cidade. Jantamos em um restaurante que ficava na margem, local muito agradável e a comida era muito boa. Comer no Vietnã era fácil, basicamente qualquer lugar era bom, então bastava escolher um com bom custo benefício e não tinha erro. Depois da janta demos mais uma passeada pela região, e inclusive assistimos um grupo de dança feminino que se apresentou com música latina no meio da rua. As vietnamitas tinham um belo gingado, dominavam completamente a música e vários estrangeiros e locais pararam para ver. De lá voltamos pro hotel, e fui dormir porque ainda estava um pouco cansado da noite anterior, e como não tínhamos grandes planos pro últimos em Hanoi, não ativei o despertador.
  2. Camboja, Laos e Vietnã em 21 dias - Nov/2017

    Dia 11 - Primeiro dia em Hanoi Acordamos bem cedo e às 7:20 nossa van passou para nos buscar rumo ao aeroporto. Tudo ocorreu sem problemas e às 8:50 embarcamos pela Lao Airline rumo ao Vietnã! A chegada e a imigração foram tranquilas, como já tínhamos nosso visto foi bem rápido. No aeroporto mesmo reservamos um serviço de táxi para o hotel, pagamos 36 dólares ida e volta (é bem longe da cidade). Chegamos perto das 11 no Oriental Central, um dos melhores hotéis da viagem. Muito bem organizado, atendimento impecável e localização excelente, no coração do Old Quarter. E bota coração nisso, de cara já vimos o que seria Hanoi: muvuca, muvuca, muvuca e um pouco mais de muvuca. Muita moto, muito comércio, muita gente, muito turista e muita zona. No começo eu adorei tudo, mas confesso que ao final da estadia eu tava doido pra ir embora dali, a cidade me cansou um pouco. Resolvemos dar uma volta de reconhecimento e fomos ao famoso Ho Hoan Kiem, o lago que fica ao lado do Old Quarter e é um dos principais cartões postais da cidade. É um lugar maravilhoso, voltamos muitas e muitas vezes nele apenar para caminhar e observar a vida vietnamita. Além do mais era um ótimo refúgio frente à insanidade do Old Quarter, então ajudava a relaxar. Almoçamos ali perto mesmo, num restaurante recomendado pelo Trip Advisor; como sempre a comida vietnamita é maravilhosa, sempre fui fã e sabia que comer não seria um problema lá. Pratos dos mais variados, com temperos espetaculares e muita criatividade na elaboração. Depois do almoço nossa ideia era rodar o Old Quarter para fechar o tour para Halong Bay, e passamos em umas 4 agências (são infinitas) até fechar um barco 4 estrelas por 95 dólares por pessoa (sem nenhuma taxa adicional, já ouvi gente falando que pagou coisas à parte) para dois dias depois, passeio 2D/1N. Feito isso, rodamos o resto do dia pelo quarteirão para conhecer mais ele e observar aquela loucura toda. Atravessar a rua mesmo, é uma diversão extra, eu adorava e minha mãe morria de medo. Mas não tem erro, se você vai eles param, se você exita por um segundo as motos já percebem e passam na frente.; o segredo então é olhar bem, estar atento, mas impor respeito, olhar na cara da moto vindo e dar um olhar de "eu que vou agora nessa p***" . No final sempre dá certo, não vi um único acidente. No final do dia fomos tomar um café em frente ao lago, meu lugar favorito em Hanoi. Ficar caminhando ao redor dele era sensacional, fizemos no mínimo umas 8 vezes pois era muito próximo de onde estávamos. Depois voltamos pro hotel bastante exaustos, pois Hanoi tem uma energia pesada, apesar de uma cidade incrível. Jantamos no hotel mesmo, pedimos pra recepção e eles ligaram pra um delivery pizza pra nós. Acabamos indo dormir cedo, pois no dia seguinte seria mais bate perna. Dia 12 - Conhecendo a Hanoi menos turística Acordamos cedo, tomamos o excelente café da manhã do hotel, o primeiro no estilo buffet da viagem, comendo à vontade e com muita variedade. Pegamos nosso mapa, boné na cabeça, muito protetor solar e saímos no sol escaldante de Hanoi rumo ao Ho Tay, o maior lago de cidade e também o menos visitado. Isso fica nítido conforme se aproxima dele, poucos turistas e uma vida cada vez mais puramente vietnamita. O caminho até ele era de aproximadamente 2,5km, e fizemos em uma hora e meia parando bastante no caminho, inclusive entrando em uma micro viela que depois virava um bairro inteiro encravado no meio do concreto, muito doido. Chegamos lá e a essa altura eu já não estava me sentindo muito bem. Dor de cabeça, indisposição, e não sei exatamente o motivo, acho que um somatório de coisas. Paramos em um café com ar condicionado para descansar e arejar a cabeça, e me ajudou um pouco. Depois seguimos para o lago e foi uma grande decepção, pois ele era feio e muito poluído, então decidimos nem ficar. Voltamos por outro caminho para passar em frente ao Palácio Presidencial e o Mausoléu de Ho Chi Mihn. Fomos por uma avenida larga e muito bonita, e conforme se vai chegando perto desses monumentos tudo fica mais luxuoso, a cidade pobre ganha uma nova cara. Longe de mim querer me engajar em debate político aqui, mas aquele luxo absurdo contrastando com uma pobreza marcante é algo típico dos governos socialistas (e muitos outros também), uma gastança desnecessária para satisfazer os luxos da elite política, enquanto pregam um discurso de igualdade acima dos crescimentos econômico e social. Muita hipocrisia. Enfim, o Mausoléu é interessante, porém estava em obras nesse dia, então as fotos ficaram horríveis. A praça que separa ele do Palácio do Governo é enorme e cheia de seguranças, então dá um clima um pouco pesado, mas ela é bem cuidada e bonita. Não ficamos lá muito tempo, seguimos para o caminho de volta ao hotel, passando pela avenida das embaixadas e pelo museu das armas, no qual não tivemos interesse em entrar. Eu voltei a me sentir mal e aquilo estava me desanimando, o dia seguinte seria em Halong Bay, um dos mais aguardados, e eu estava ali lutando contra uma febre. Nessa hora pensamos em chamar um táxi, mas desistimos e caminhamos o resto do caminho, que não era tão pouco assim. Foi legal pois entramos por um outro lado do Old Quarter que não havíamos visto ainda, e tinha uma vibe menos turística em relação à área do nosso hotel, parecia bem mais real. Almoçamos em um restaurante próximo do hotel já bem tarde, se não me engano já eram quase 17h. Eu comi algo leve, sem carne, para me polpar e tentar estar bem pro dia seguinte, mas mesmo os pratos vegetarianos são maravilhosos, pois eles fazem coisas incríveis com os legumes e plantas. Como já estava escurecendo, voltamos pro lago e ficamos sentados em um banco apenas observando. Momento incrível, o dia havia sido cansativo e momentos como aquele me renovavam. Por conta da minha indisposição, fomos dormir bem cedo, e eu rezando para acordar bem.
  3. Com 10 euros você come bem para o café da manhã em qualquer cidade. Pra ter uma ideia, eu tomei um café em Paris que vinha com Croissant, geleia, frutas, café com leite e suco, e tudo isso custou 7 euros. Detalhe, comi em uma região turística de Paris, que é uma das cidades mais caras da zona do Euro. Ou seja, se a diferença com e sem café é 10 euros, eu pegaria sem, pois tomar café na rua é até legal, escolher uma região agradável e aproveitar.
  4. Camboja, Laos e Vietnã em 21 dias - Nov/2017

    Dia 09 - Elephant Village Antes de viajar pesquisei muito sobre esse Elephant Village, e em simplesmente 100% das matérias e comentários eles estavam bem avaliados e, principalmente, eram atestados como o único local no Laos onde os animais são bem tratados. Tem certificado e tudo mais, pois lá é mais do que um local turístico, mas sim um centro de tratamento e recuperação de elefantes, e quando se faz a reserva pela internet você é obrigado a concordar em andar sem cela, direto no pelo, pois assim o animal não sente dores. Enfim, é um local famoso e aparentemente de confiança, pois jamais gastaria dinheiro com um local onde há mau trato. O tour custou 50 dólares por pessoa, e valeu muito a pena. Nos buscaram em uma van na porta do hotel às 8:30, e depois buscamos outras 4 pessoas que iriam no mesmo grupo, 3 espanhóis e uma australiana. Chegamos lá e fomos direto encontrar os elefantes, a primeira visão impressiona pois são bichos enormes. Parece uma informação besta e óbvia, mas ver pela primeira vez na sua frente dá um frio na barriga. Montamos neles e começamos o trajeto, sempre com um guia no mesmo elefante para ter mais segurança. Fomos através de um rio e depois uma parte por terra, num total de uns 35 minutos em cima do animal. Confesso que achei rápido, mas me explicaram que isso é para comportar todos os visitantes e não passar de 4h total para cada elefante, tempo máximo que eles passeiam por dia. Depois disso fomos alimentar outros elefantes, e depois pegamos um barco para conhecer os elefantes bebês, que ficam em local separado e obviamente não carregam pessoas. Foi uma experiência incrível como um todo, são animais fantásticos e até que bastante dóceis (mas não se empolgue muito perto deles, tenha sempre cautela). Seguimos de barco até a Tad Sae, uma cachoeira menor e bem menos famosa que a Kuang Si, mas que eu particularmente gostei mais porque lá era possível nadar tranquilo e com poucas pessoas. A cor da água é de cinema, um azul turquesa transparente em várias camadas que formavam uma piscina perfeita. Ficamos lá por 1h e foi um dos pontos altos do dia. Para finalizar o passeio voltamos ao Elephant Village, pegamos uma mesa incrível com vista para o rio e as montanhas, e comemos no Buffet que estava incluso no tour. A comida estava ótima, bastante variedade e sem limite de vezes, o que ajudou para mim que estava passando mal de tanta fome. Comi muito, até exagerei. Depois foi só capotar na van no caminho de volta e esperar chegar no hotel. Como ainda tínhamos uma tarde pela frente, aproveitamos para bater mais perna pela cidade, algo que sinceramente nunca cansa, e no fim do dia subimos o Mount Phousi para ver o por do sol. O local é espetacular, mas a quantidade de turistas é um pouco insana, então vale mais pelas belas fotos do que por um momento de paz curtindo o visual. Ainda assim não me arrependo nem um pouco, é obrigatório para quem vai a Luang Prabang. De lá andamos um pouco mais por ruas menos convencionais e bem menos cheias, e acabamos entrando num lugar para comer um churrasco do Laos. O restaurante em si era muito bonito, bem arborizado e o ambiente muito agradável; o nome dele é Lao Lao Garden. Bem, o churrasco do Laos é um uma chapa quente com uma sopa ao redor, você frita a carne na chapa e os legumes cozinha na sopa fervente. Eu amei, achei sensacional e muito diferente, mas apenas um para nós dois acabou sendo pouco, então saí de lá com fome. Ah, o valor foi 9 dólares. Como eu não estava totalmente satisfeito voltamos à rua principal, onde tomei um sorvete e minha mãe comprou uma bomba de chocolate em uma padaria. Sorvete meia boca, mas eu estava feliz de estar tomando, então valeu. Depois foi nosso tradicional rolê pelo Night Market, e de volta para o hotel. Dia 10 - Kuang Si Falls e jantar de patrão Nesse dia tínhamos planejado ir a Kuang Si Falls, e nos deram duas opções: Tuk Tuk ou van compartilhada. Escolhemos a segunda pois era mais em conta, mas o horário era fixo saindo às 11 e voltando às 16:30. Por conta disso acordamos mais tarde e ficamos de bobeira no hotel até o horário marcado. A van era bem apertada e estava com todos os lugares ocupados, então a viagem foi um pouco ruim, mas durou pouco mais de uma hora apenas. Chegando lá você passa primeiro por um local onde criam ursos, não entendi muito o intuito daquilo e nem pesquisei, mas os animais eram muito bonitos então eu curti vê-los. De lá chegamos na famosa Kuang Si, talvez a principal atração de Luang Prabang. E sim, ela é famosa por um motivo: é incrivelmente bonita e a queda principal é de cinema, parece um local místico, sei lá. Mas, como já falei antes, preferi ir na Tad Sae porque a quantidade de turistas é pequena, enquanto que na Kuang Si é demais. Apesar disso foi um dia maravilhoso, tomei um banho na cachoeira, visitei toda a extensão dela e tirei belas fotos. Faltando 1h para a van voltar fomos ao restaurante principal que há dentro do parque, e para nossa surpresa o preço era justo, então comemos lá mesmo. A comida era ok, nada de mais, nada a reclamar. Às 16:30 voltamos ao estacionamento e voltamos para Luang Prabang. A van não nos deixou no hotel, mas sim no centro da cidade próximo ao Night Market. Caminhamos de volta pro hotel, e mesmo cansados é muito bom caminhar por aquela cidade, pois tudo é bonito e ainda tem o Mekong ao redor para dar um charme maior. Chegamos no hotel e tiramos uma soneca rápida, e perto das 19h fomos ao View Point Cafe, um restaurante que fica na beira do Mekong. Escolhemos uma mesa que dava de cara com o rio, literalmente, e a vista era sensacional. O restaurante é um dos melhores da cidade segundo o Trip Advisor, e a comida estava espetacular. Porém, como custo benefício achei ruim, pois gastamos 25 dólares para os dois, muito acima da média da região. Mas como iríamos sair do Laos no dia seguinte, queríamos gastar nossos últimos Kip já que perderíamos numa troca. Então gastamos sem culpa e foi uma janta ótima. Comemos peixe, bambu, frango, sopa laociana e uma salada local. Depois voltamos cedo ao hotel, pois nosso voo para Hanói sairia às 8:50 do dia seguinte, e reservamos nossa van já no hotel mesmo, passariam às 7:30. Nosso último dia em Luang Prabang havia sido ótimo, e era com muita dor no coração que nos despedíamos da lá.
  5. Camboja, Laos e Vietnã em 21 dias - Nov/2017

    Dia 07 - Nascer do sol em Angkor Wat, Circuito Grande (parcial) e deslocamento para Luang Prabang Normalmente eu choraria por acordar às 4:30, mas para ver o nascer do sol em Angkor Wat eu iria feliz até sem dormir. Foi basicamente levantar, por roupa, escovar os dentes e sair; o café da manhã foi preparado pelo hotel e nos entregaram em sacolas. O Tuk Tuk era o mesmo do primeiro dia, gostamos tanto do cara que fizemos questão de que fosse ele novamente, e pontualmente às 4:50 já estava nos esperando. A cidade obviamente ainda estava vazia, mas o movimento de turistas em direção ao templo já era considerável. Chegamos às 5:15 mais ou menos e ainda foram mais 15 minutos de caminhada até o lago que fica em frente a Angkor Wat, onde a vista do nascer do sol é melhor. Não deu outra, chegamos e já estava tomado de gente, os melhores lugares obviamente ocupados; ainda assim pegamos um espaço excelente e que nos proporcionou uma vista maravilhosa de um momento mágico. O ponto fraco eram os sem noção que simplesmente ficavam na frente de todo mundo tirando fotos mais próximas, e atrapalhando todas as demais fotos. Quando o sol já estava alto pegamos nosso café da manhã e achamos um banco pra comer. Depois voltamos para a entrada e encontramos nosso motorista para seguir caminho até o Circuito Grande. A primeira parada foi o Preah Khan, um templo de apenas um andar e que possui lados perfeitamente simétricos que levam ao centro da construção, onde há uma estupa. O templo é muito lindo e muito interessante, e ainda possui escavações nas pedras com figuras de budas. De lá fomos para o Neak Pean, que fica no meio de um lago, e no espaço construído dentro do lago há outro micro lago onde o templo fica; uma verdadeira inception de lagos. O templo é pequeno, mas vale pelo entorno, pois você chega até ele por um ponte de madeira, um lugar muito diferente dos demais. O nosso planejamento para este dia foi ver templos específicos, todos pesquisados antes, pois não queríamos ficar saturados de templos e, além de tudo, tínhamos voo para Luang Prabang à tarde. O último templo do dia (e também de Angkor) foi o Eastern Mebon. Foi o meu favorito deste dia, além da sua imponência, ele possui esculturas de elefantes na entrada que me chamaram muito a atenção, pois na maioria dos outros são leões ou nagas. Apesar da preservação precária, as formas dos elefantes ainda estão perfeitamente visíveis. Outra coisa que gostei muito do Eastern Mebon foi a quantidade baixa de turistas, e era muito calmo e silencioso. Tiramos alguns minutos para sentar e relaxar, observar a natureza ao redor e curtir a vibe do local. Perto das 11h voltamos pro Tuk Tuk e de lá pro hotel. Nesse dia estava um calor insuportável em Siem Reap, na faixa dos 35 graus, então fiquei largado em uma sala com ar condicionado que tinha no hotel, e depois arrumamos nossas coisas e fizemos check-out. Saímos para comer e encontramos um restaurante razoável que havia ao lado, o que foi ótimo por conta do enorme calor e falta de vontade de caminhar. Depois voltamos, enrolamos um pouco mais, e às 15h o próprio gerente do hotel nos levou para o aeroporto. O voo foi pela Vietnam Airlines, e saiu às 17h sem atraso. Chegamos em Luang Prabang às 19:20 e pegamos uma van compartilhada para nosso hotel, o valor foi 7 dólares para os dois. Como a cidade é muito pequena chegamos bem rápido no Villa Oudomlith, nossa casa pelos próximos 3 dias. É um hotel muito bem localizado e muito simples; o quarto é ok, mas os serviços são um pouco bagunçados pelo fato de que é um funcionário atendendo todo mundo. Deixamos nossas coisas e saímos para comer. De cara o choque veio: a cidade é muito limpa! Muito mesmo, e muito organizada, com construções super bonitas e em um estilo meio europeu. A primeira impressão foi excelente, e já nos sentíamos em casa. Como teríamos o dia seguinte todo para bater perna, focamos em comer, e como eu estava me sentindo meio indisposto (acho que pelo calor de Siem Reap) optei por uma sopa básica. Depois da janta ainda andamos um pouco pelo Night Market e voltamos, pois eu queria dormir cedo, e foi o que fiz. Dia 08 - Dia de cama e aula de inglês para os locais Esse foi o dia mais frustrante de todos, pois aquela indisposição do dia anterior virou uma febre que me deixou sem condições de sair da cama. Tentei comer o café da manhã, mas não desceu, e já dava convencido de que não conseguiria sair do hotel. Voltei pra cama e dormi, enquanto minha mãe foi bater perna pela cidade. Ao menos consegui descansar o dia todo e só acordei às 16h, e me sentindo muito melhor. Já conseguia levantar da cama, comi normalmente e a febre tinha passado, mas ainda me sentia um pouco indisposto e com dor de cabeça. Saí na rua e vi uma grande muvuca ao lado do hotel. Minha mãe estava lá, e descobri que se tratava de um centro onde turistas dão aula de inglês voluntariamente aos jovens locais. Como me sentia bem melhor, topei a experiência e sentei numa mesa com mais 5 laocianos e um inglês (outro voluntário). Confesso que foi uma das melhores experiências de viagem que já tive, pois além de conhecer mais sobre o povo e a cultura do Laos através de pessoas simples e de um coração enorme, ainda estava fazendo um bem enorme e eles se sentiam muito agradecidos e felizes por estarem aprendendo um novo idioma. No meu grupo tinha um cara que falava bem inglês e os outros sofriam um pouco mais, mas na base da paciência sempre funcionava. Fiquei com eles por mais ou menos uma hora, e só parei porque eles precisavam ir embora. Voltei pro hotel muito feliz após um dia frustrante, e no final das contas aquilo me salvou. Acho que a sensação boa renovou minha energia e à noite já me sentia bem, e saí com a minha mãe para comer. Maneirei um pouco na comida, mas já arrisquei algo a mais do que uma mísera sopa. Comi um sanduíche sem carne e umas bruschettas. Depois andamos mais um pouco pelo Night Market e minha mãe comprou uma luminária para nossa casa. Voltamos relativamente cedo pro hotel pois o dia seguinte seria o de ir ao Elephant Village, passeio que já estava agendado pela internet há 2 meses.
  6. Camboja, Laos e Vietnã em 21 dias - Nov/2017

    Dias 01 e 02 - Overdose de avião, Dubai e chegada em Phnom Penh Após um voo de 1h de Florianópolis para Guarulhos, embarcamos no dia 03 de novembro a 1:10 para Dubai no Airbus A380, o maior avião do mundo. Ele é de fato bem mais espaçoso e a estabilidade é impressionante, mas ainda assim foram penosas 14 horas e 30 minutos de viagem até os Emirados Árabes Unidos. Às 21:00 (horário local) chegamos em Dubai e fomos recepcionados pelo Dubai Connect, o serviço para pessoas que passam a noite na cidade por conta da Emirates. Eles próprios providenciam o visto, serviço impecável, e o hotel que ficamos era bom, chama-se Copthorne. Só tivemos tempo de jantar no próprio hotel e capotar, pois no dia seguinte teríamos que sair às 6:30. Acordamos às 5:30, tomamos banho e comemos, e no horário marcado a van nos esperava. O voo saiu no horário previsto, e às 9:00 decolamos rumo a Phnom Penh, capital do Camboja. O voo demorou 6 horas até Yangon, no Myanmar, e depois seguimos por mais 2 horas no mesmo avião até Phnom Penh. A imigração no Camboja foi péssima, atendentes mal-educados, com um inglês péssimo, e bem indispostos a ajudar. Na base do achismo fomos fazendo as coisas e deu certo, mas vimos muitos ocidentes tendo problema e indignados com tamanha falta de vontade de todos os funcionários, sem exceção. Pegamos um táxi rumo ao nosso hotel, o Suite Home Boutique, sem dúvidas o pior da viagem. No caminho até lá eu já estava maravilhado, estava na Ásia! Trânsito caótico, calçadas invadidas por motos e pessoas, comida na rua, tudo desorganizado. E apesar de tudo é incrível. Chegamos no hotel às 22:00, mas por conta do fuso sem sono nenhum, então fomos até a região do Royal Palace que é onde a cidade mais tem vida. Como era dia do Festival das Águas, havia muita gente, completamente lotado, e as ruas todas iluminadas. Como nosso objetivo era comer, fomos a uma pizzaria com vista para o rio e a avenida e comemos uma pizza. Estava gostosa, mas o melhor foi começar a se habitua com os valores para comer nessa região, tudo muito barato! A pizza era individual e custava 5 dólares. Depois disso ainda rodamos um pouco mais pela praça em frente ao palácio e voltamos para o hotel. Apesar da falta de sono fomos dormir para tentar se adaptar ao fuso; obviamente não foi a melhor noite de sono da vida, mas no limite do possível deu certo. Dia 03 - Conhecendo a capital do Camboja Acordamos às 9:00, tomamos um café da manhã bem ruim, e fomos explorar Phnom Penh a pé. Caminhamos por toda a avenida principal (que margeia o rio) até o Wat Phnom, um dos principais templos da cidade. Região bonita, bem organizada perto da zona que é Phnom Penh. O Camboja é um país muito pobre, e a sua capital e principal cidade não é diferente: muita sujeira e uma desorganização nas ruas que impressiona. Mas ao mesmo tempo o povo khmer é demais, muito amigável, tentam ajudar ao máximo, e estão sempre com um sorriso no rosto. Depois do Wat Phnom fomos almoçar em um restaurante que fica à beira do rio, lugar muito agradável, mas não me recordo do nome. Fica um pouco mais afastado da zona principal, e por isso os preços eram bem em conta. Gastamos em torno de 12 dólares por um set menu, que vem uma sequência de pratos variados, todos muito bons. Saímos de lá muito bem alimentados e fomos ao Royal Palace, talvez a principal atração de Phnom Penh. O lugar é bonito, mas não me impressionou tanto. É relativamente pequeno e a área de visitação é muito limitada. Não quisemos ficar muito tempo, acho que a coisa mais legal de Phnom Penh é mesmo observar a vida asiática caótica e não turística (muitos dos lugares posteriores que fomos são excessivamente turísticos), e nisso acho que a cidade é fantástica; não é bonita, e nem recomendo passar muito tempo lá, mas conhecê-la foi uma experiência única. Depois do palácio resolvemos caminhar um pouco mais pela orla do rio, e como era final de tarde ela fica movimentada e cheia de vida, e o choque cultural é impressionante. Uma verdadeira aula de Ásia, com tudo que há de mais marcante na região reunido em uma área pequena. Vimos cenas surreais para os padrões brasileiros, interagimos com locais e ainda arriscamos um jogo de peteca local. À noite fomos comer em uma padaria, pois estávamos sem muita fome e queríamos apenas um sanduíche mesmo. A padaria por sinal era muito boa, estilo francesa com uma arquitetura muito bonita. Saímos de lá quase 22:00 e voltamos para o hotel. Nosso único dia completo em Phnom Penh estava encerrado. Dia 04 - Mais um pouco de Phnom Penh e deslocamento para Siem Reap Acordamos cedo neste dia, pois teríamos voo para Siem Reap à tarde. Decidimos conhecer partes menos convencionais da cidade, e de início fomos ao Monumento da Independência que fica em uma junção de avenidas largas. Lugar interessante, mas a partir de lá fizemos um caminho bem maluco até o Mercado Central, por avenidas nas quais éramos literalmente os únicos ocidentais. Algumas bem bonitas e arrumadas, outras muito sujas e bagunçadas; passamos inclusive por uma avenida de embaixadas, tudo muito luxuoso para contracenar com a pobreza cambojana. Chegamos por fim ao Mercado Central, que tem uma arquitetura no mínimo bizarra, parece uma nave espacial. Lá dentro vendem principalmente joias e roupas, e minha mãe comprou uns xales. Depois voltamos para o hotel. O forte deste era a localização, impecável e de fácil acesso a tudo. Lá pegamos um tuk-tuk, o primeiro da minha vida, e fomos ao Mok Mony, restaurante de melhor custo benefício em Phnom Penh segundo o trip advisor, que fica um pouco afastado da região central (não muito). Não decepcionou, a comida era espetacular, bem típica da culinária khmer, e o valor ficou em torno de 11 dólares para os dois, sendo que comemos muito! Pegamos novamente um tuk-tuk e voltamos ao hotel. Fizemos check out e às 15h pegamos um táxi para o aeroporto, rumo a um dos destinos mais aguardados da viagem: Siem Reap e o complexo de Angkor! Nosso voo foi tranquilo pela Cambodia Angkor Air, e chegamos às 18:45 em Siem Reap. Lá pegamos um táxi (10 dólares) até o Bayon Boutique Hotel, o melhor disparado da viagem: atendimento impecável, quarto enorme, localização excelente e ainda tinha piscina, massagem gratuita e ainda organizavam todo o planejamento de visita a Angkor com tuk-tuks credenciados pelo mesmo valor dos demais locais da cidade. O único ponto negativo era o café da manhã, vinha pouco e a qualidade era média. Assim que chegamos definimos nossa programação para a visita aos templos, e ficou da seguinte forma: · Dia 1: Angkor Wat, Bayon, Baphuon, Ta Keo, Ta Phrom e Pre Rup (pôr do sol); · Dia 2: Beng Mealea; · Dia 3: Nascer do sol em Angkor Wat, Preah Khan, Neak Pean e Eastern Mebon. Achei a divisão dos dias perfeitas, vimos todos os templos que interessavam mais e não ficamos saturados. Beng Mealea foi ótimo pra dar uma quebrada no ritmo, é um templo à parte (sequer faz parte do complexo principal) e muito diferente dos demais. Feita essa programação saímos para comer. A região central de Siem Reap é insanamente tomada por turistas, é um negócio até meio impressionante depois de sair de Phnom Penh. A cidade vive para turismo. Comemos num local bonito, mas a quantidade de pimenta na comida tornou a nossa janta um tormento, era num nível difícil de comer. A qualidade era muito boa, mas estragaram com a pimenta. Depois disso voltamos pro hotel e fomos dormir, o dia seguinte seria puxado. Dia 05 - Circuito pequeno de Angkor Wat Acordamos às 6:30, comemos e às 7:30 nosso tuk tuk estava nos esperando na porta do hotel. Era um cara fantástico, de um coração enorme, sempre com um sorriso no rosto. Não poderíamos ter encontrado melhor. Ele nos levou ao local onde se compra a entrada e escolhemos a de 3 dias pelo valor de 62 dólares por pessoa (Beng Mealea é à parte). Depois disso seguimos para Angkor Wat... meu amigo, que lugar é aquele?! A chegada, a primeira visão do templo emociona, me sentia num filme, num sonho, sei lá. É inexplicável. O lago ao redor, o portão de entrada, é tudo fantástico. Exploramos Angkor Wat detalhe por detalhe, inclusive perdemos mais tempo do que devíamos para completar a programação do dia. Subimos à parte mais alta dele, que tem fila demorada inclusive, e vimos todos os detalhes das paredes e construções. Saímos de lá depois das 12h e fomos ao Bayon, que foi na minha opinião o templo mais bonito. As enormes cabeças e o formato das construções são impressionantes, e por ser pequeno dá pra ser bem explorado nos mínimos detalhes. Seu vizinho, o Baphuon, foi o próximo destino, e apesar do tamanho e da altura, ele é um pouco mal cuidado e cheio de obras, o que torna a visita um pouco sem graça. Mas ainda assim gostei. Como já era quase 15h decidimos almoçar numa barraca ali perto, comida simples mas boa, e apesar de ser dentro do complexo era um preço razoável, em torno de 6 dólares o prato. De lá seguimos para o Ta Keo, totalmente dispensável e que não incluiria se fosse novamente. Ficamos pouco tempo e partimos para o Ta Phrom, esse sim espetacular e dos mais interessantes. Não é só pelas árvores que tomaram as casas, mas os seus labirintos em si são demais e valem a visita. Para encerrar o dia fomos ao Pre Rup ver o por do sol. Achei o templo em si muito bonito, gostei de conhecê-lo independentemente do por do sol, e apesar de a localização dele para isso não ser tão boa quanto a do Phnom Bakheng, este último é completamente lotado de pessoas, e principalmente de chineses, que tomam o espaço e fazem uma gritaria louca. Valeu a pena, pois o Pre Rup é silencioso e tranquilo. De lá voltamos ao hotel, onde chegamos às 18:30 e saímos para comer. Seguindo recomendação do trip advisor, fomos ao AnnAdyA, bem próximo ao nosso hotel. A comida era maravilhosa, comi um prato com carne de porco que estava delicioso, minha mãe comeu um peixe e dividimos uma salada e um coco. A conta deu 14 dólares, até pouco para a qualidade que comemos. Exaustos, só tivemos energia pra voltar pro hotel e capotar. Foi, sem dúvidas, um dos melhores dias da minha vida. Dia 06 - Beng Mealea Descobri Beng Mealea através do relato da Samantha, que foi um dos melhores que li sobre esta região: https://www.mochileiros.com/topic/19834-sanuk-tailândia-camboja-e-vietnã-em-35-dias/ deem uma olhada lá! Agradecimentos à parte, decidimos ir para Beng Mealea de táxi e custou 70 dólares para o dia inteiro. Ele nos buscou às 8:30 e o trajeto demorou uma hora e meia, e é incrível pois você vê a vida cambojana rural, que é um mix de cores, pobreza, comidas diversas e muita alegria. Chegamos em Beng Mealea às 10 e o ingresso custa 5 dólares por pessoa. Vale cada centavo, pois este templo é demais! Não houve alterações ou revitalizações, ele está como foi deixado, o que dá um clima de aventura total ao lugar. As pedras desmoronadas ocupam todos os espaços, e as árvores invadem quase tudo. O visitante vai por uma passagem construída que percorre toda a estrutura, mas há caminhos alternativos algumas horas. O ponto baixo do local é a quantidade de chinês, todos em grupos enormes gritando sem parar, invadindo o espaço alheio, e (sim, infelizmente) tacando lixo no templo! Fiquei tão indignado com aquela cena que parei e fui dar uma bronca no cara, mas ele não falava uma palavra em inglês e me ignorou. Naquela hora o sangue subiu à cabeça, fiquei muito, mas muito puto, mas não queria que aquilo estragasse meu dia e segui meu caminho. Tretas de lado, ficamos 2h em Beng Mealea e senti que foi o suficiente, pois andamos com calma e curtimos a vibe do local sem pressa. O melhor mesmo de lá é que muda muito em relação ao Complexo de Angkor, então é um dia à parte, não possui muita semelhança com os demais. Assim demos uma quebrada já que fomos em Angkor no primeiro e terceiro dias. Após sairmos de lá passamos ainda em outro templo pequeno no caminho de volta para Siem Reap, não lembro o nome e confesso que era bem sem graça. Muitos incluem Koh Ker no dia de Beng Mealea, mas era muito mais longe e não nos interessamos muito. Decidimos voltar cedo e ficar mais tranquilos o resto do dia. Demos uma volta pelo centro de Siem Reap e minha mãe aproveitou para comprar algumas coisas. Achei Siem Reap muito feia e empoeirada, mas tem muitos mochileiros e dizem que a noite lá é muito boa. Fim do dia voltamos para o hotel, tomamos um banho e fomos a outro restaurante recomendado pelo Trip Advisor, o Genevieve. Não era tão central, então pegamos um Tuk Tuk e valeu demais. O local é amplo, muito bonito, e a comida é espetacular por um ótimo preço. Comi uma sopa enorme com noodles e frutos do mar, minha mãe comeu um peixe, ambos bebemos água de coco e a conta saiu por 14 dólares. O dono é australiano e mora no Camboja há 6 anos, nos recebeu muito bem e disse para recomendarmos ele, então aqui deixo minha indicação; podem ir sem medo de errar (não estou ganhando nada com isso, juro). Voltamos cedo ao hotel e às 10h já fomos dormir, pois o dia seguinte começaria às 4:30.
  7. COMBINAÇÃO FUTEBOL E VIAGEM! CONHECENDO ESTÁDIOS PELO MUNDO!

    Também sou fã de futebol e amo conhecer estádios pelo Brasil e pelo mundo. Até o momento minha lista está a seguinte: Brasil: - Pacaembu, Palestra Itália (antigo), Morumbi e Arena Corinthians em São Paulo/SP. - Mineirão em Belo Horizonte/MG. - Couto Pereira em Curitiba/PR. - Ressacada e Orlando Scarpelli em Florianópolis/SC. - Arena do Grêmio em Porto Alegre/RS. - Vivaldão (antigo) em Manaus/AM. Exterior: - Estádio da Luz em Lisboa/Portugal. - Stadion Narodowy em Varsóvia/Polônia. - Olympiastadion em Berlim. Pretendo aumentar bastante ainda, espero ano que vem poder conhecer o Maracanã!
  8. Camboja, Laos e Vietnã em 21 dias - Nov/2017

    Planejamento da viagem: Sempre tive o sonho de conhecer o Sudeste da Ásia e a oportunidade veio quando descobri que teria 24 dias de férias em novembro. Não tive dúvidas e foquei que iria para esta região. Coincidentemente minha mãe também pegou férias no mesmo período e a convidei para ir junto, e ela prontamente topou. Como já conhecia Tailândia, Malásia e Indonésia, decidimos explorar outra região, e optamos por Camboja, Laos e Vietnã. Compramos as passagens com 5 meses de antecedência e não pagamos barato, mas em geral estão muito caras para essa parte do mundo. As raras promoções que surgem não servem para quem tem datas exatas como era nosso caso. Pagamos cada R$5500,00 pelos trechos Florianópolis-Dubai-Phnom Penh e Ho Chi Minh-Dubai-Florianópolis. Ao menos ganhamos uma pernoite em Dubai por conta da Emirates, com todas as refeições inclusas. Como viajei com a minha mãe, fiquei sempre em hotéis simples, a maioria na faixa dos 140 reais para os 2. Sempre priorizava uma boa localização, e minha referência para escolher é sempre o tripadvisor. Roteiro: O roteiro fizemos de acordo com a logística e interesse em conhecer, e por conta dos voos internacionais teríamos que começar por Phnom Penh e terminar por Ho Chi Minh City. Confesso que foram as duas cidades que menos gostei do roteiro, mas ainda assim eram interessantes, e como ficamos pouco tempo nelas foi tranquilo. No final ficou o seguinte: 02/11 - Voo Florianópolis -> SP pela Latam; 03/11 - Voo SP -> Dubai pela Emirates (pernoite em Dubai); 04/11 - Voo Dubai -> Phnom Penh com escala em Yangon (Myanmar); 05/11 - Phnom Penh; 06/11 - Phnom Penh e voo para Siem Reap no final dia; 07/11 - Siem Reap; 08/11 - Siem Reap; 09/11 - Siem Reap e voo para Luang Prabang no final do dia; 10/11 - Luang Prabang; 11/11 - Luang Prabang; 12/11 - Luang Prabang; 13/11 - Voo para Hanói pela manhã; 14/11 - Hanói; 15/11 - Halong Bay; 16/11 - Halong Bay; 17/11 - Hanói; 18/11 - Voo para Hué pela manhã; 19/11 - Deslocamento de Hué para Hoi An; 20/11 - Hoi An; 21/11 - Hoi An; 22/11 - Deslocamento para Da Nang e voo para Ho Chi Minh City 23/11 - Ho Chi Minh City; 24/11 - Ho Chi Minh City e voo para Dubai saindo às 23:55. Feitas as introduções, espero começar o relato em breve. Na verdade este tópico foi aberto com o intuito de eu me pilhar a escrever logo este relato, assim não fico enrolando. O trabalho está bem puxado, mas terei recesso final de ano e espero já adiantar alguma coisa até lá. Abraço a todos!
  9. Praga: A cidade mais bonita da Europa

    Fala Rodrigo, fiquei no Old Prague Hostel. O clássico feijão com arroz bem feito, hostel simples e limpo/organizado, mas a localização é espetacular. 5 minutos a pé da Praça do Relógio e 10 da Charles Bridge, eu ficava indo e voltando pra ele toda hora de tão perto que era. Recomendo muito!
  10. Ah que maravilha, eu acho que vou comprar na hora mesmo. Eu chego em Hanoi dois dias antes do meu tour pra Halong, então teoricamente terei um dia a mais pra programar isso. Se não conseguir nessa faixa de preço, paciência. Pelo menos vi que novembro é menor o fluxo de turistas, isso deve me ajudar. Brigadão!
  11. Fala Tanaguchi! Cara, muito bom esse relato! To indo agora dia 02 de novembro para o Camboja, Laos e Vietnam e seu relato tá ajudando demais. Meu roteiro será Phnom Pehn (2 dias) --> Siem Reap (2,5 dias) --> Luang Prabang (3 dias) --> Hanói + Halong Bay (4,5 dias) --> Hué (1 dia) --> Da Nang (0,5 dia) --> Hoi An (2 dias) --> Ho Chi Mihn City (2 dias). O tempo em cada local exclui os deslocamentos entre eles. Confesso que fiquei preocupado com essa escassez de tour para Halong Bay se comprados em cima da hora. Novembro não é considerado alta temporada, mas ainda assim... Porém pela internet é tudo muito vago, não queria algo tão luxuoso, tinha programado pagar em torno de 110-120 dólares para o tour de 2D/1N. Acha possível? Valeu!
  12. Praga: A cidade mais bonita da Europa

    Praga é um espetáculo, não tenho palavras pra descrever esta cidade. Belas fotos! Cara, eu comi fora algumas vezes e achei os preços muito bons. Comia em restaurantes perto do meu hostel, que por sinal era no meio da zona turística, e ainda assim conseguia pratos grandes por 5 euros, e inclusive comi uma pizza inteira (saí de lá rolando) por 7,50 euros. Ou seja, dá pra se dar ao luxo de comer fora sim, há muitas opções baratas.
  13. Como ir do Salar de Uyuni para Cusco?

    Não é uma viagem fácil, vocês terão que pegar um ônibus para La Paz (9h aprox.), e de lá ou voar para Cusco (1h), ou pegar uma van para Copacabana (4h) e de lá um ônibus para Cusco (8h). Mas acho um desperdício fazer esse trecho direto, La Paz é uma cidade incrível e Copacabana fica à beira do Lago Titicaca, outro local que não dá pra perder. Acho que vocês precisam pôr na balança se vale mesmo todo esse trabalho para apenas ir de passagens em lugares tão interessantes no caminho.
  14. AJUDA - Mochilão na Europa partindo da Bélgica

    Oi Larissa, Sugiro começar com os países vizinhos, Inglaterra, França e Holanda se encaixariam perfeitamente no seu roteiro. O que ver nesses locais depende dos seus interesses, mas o básico seria Amsterdam, Paris e Londres. Quanto à Bélgica acho dois dias muito pouco, você vai o que nesse tempo? Só Bruxelas? Recomendo muito ir ao interior também, Ghent ou Brugges são duas cidades espetaculares.
  15. Sudeste Asiático em 23 dias

    Já sim. Phnom Pehn - 2 dias Siem Reap - 2,5 dias Luang Prabang - 3 dias Hanói - 5 dias (2 em Ha Long Bay) Hué - 1 dia Hoi An - 2,5 dias Ho Chi Mihn City - 2 dias Serão 21 dias toal. O voo de ida será SP - Dubai - Phnom Pehn e o de volta Ho Chi Mihn - Dubai - SP. Quando ao seu caso, sugiro pegar um voo em Chiang Mai com escala em Bangkok para Siem Reap. São ambos voos curtos.
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