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Rafael Toledo

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Sobre Rafael Toledo

  • Data de Nascimento 20-05-1989

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  1. obrigado , ainda não voltei e também não me esqueci da chapada, linda linda... cedo, tarde, ou mais tarde, espero me mandar p lá denovo. :'>
  2. parabéns Mark!, viajei para Espanha só lendo o relato, dicas pontuais, e as fotos estão muito boas! Agora sair do Brasil e ser assaltado na Europa chega a ser hilário rsrs, mas que bom q n perdeste nada de muito valor e por fim tudo certo e uma excelente viagem. abraço!
  3. oi Sarah, acrescentando aqui na resposta da Naiara... toda vez que ia pra PF gostava muito de acampar e é uma ótima opção para ficar na margem de corredeira e mais próximo da natureza :'> , e se fores de carro levar uma barraca talvez possa sair mais em conta no fim... recomendo os campings da Porteira e o dos Passáros que custam uns 20 reais a pernoite, ambos ficam no km13 da AM-240. Boa Viagem!!
  4. boa viagem, espero que aproveite para conhecer e se encantar com as belezas dos rios e florestas do Amazonas.
  5. Valeu Fábio (y), espero q goste bastante, n deixe de ir principalmente em Urubici, foi a cidade que achei mais interessante.
  6. [align=]pessoal, sou manauara, me mudei no início do ano para Floripa, mas posso dar uma dicas já que vi muita gente com dúvida do que fazer de interessante por essa região um pouco escondida pelo Brasil, e principalmente para aqueles que esperam encontrar algumas belezas particulares da Amazônia que é também muito deslumbrante. Manaus cresceu muito nas últimas década e hoje tem um porte praticamente metropolitano abrigando quase 2 milhões de habitantes (muita imigração para trabalhar no polo industrial) e não ocorreu um planejamento apropriado para acompanhar o crescimento e hoje sofre também de várias mazelas na sua organização: transporte, segurança, educação, limpeza.... assim como demais cidades do Brasil. Os pontos atrativos da cidade que mais me atraiam, claro que tem alguns que eu não conheço, porém sempre é bom visitar: - Ponta Negra, de preferência o pier do Tropical Hotel, qualquer um pode ir lá, se fores de carro só terá que pagar estacionamento; - Teatro Amazonas, é muito lindo, vale demais uma visita interna com o guia, custa 10 reais. Construído na época áurea do ciclo da borracha, Manaus foi muito rica durante esse tempo (1870-1912), chegando a ser conhecida como Paris dos Trópicos. - Mirante das Lajes, único ponto por terra que é possível avistar o encontro das águas, como chegar: http://descobrindooamazonas.webs.com/encontrodasguas.htm'>http://descobrindooamazonas.webs.com/encontrodasguas.htm - Bosque da Ciência no INPA Agora para ver os maiores encantos, vocês tem que sair da cidade, os dois municípios mais próximos de Manaus com belezas mais espetaculares são Presidente Figueiredo - 106km (saindo de Mao pela BR 110) e Novo Airão - 180km (saindo pela ponto do Rio Negro na AM-070 e depois de mais ou menos uns 90km pega a AM-352). Presidente Figueiredo: nessa hora eu recomendo demais alugarem um carro, normalmente as coisas mais interessantes vão ficar afastadas e vocês ou ficarão limitados a ver uma atração popular e de centro da cidade ou ficarão nas mãos de taxistas e provavelmente custará mais caro do que alugar carro, apesar de poder haver moto-taxistas também. Abençoado por um conjunto de 40 cachoeiras e algumas grutas catalogadas em seu território, há várias opções para todos os tipos de aventureiros, pode-se fazer trilhas longas de até 8km in the jungle ou então ir em balneários mais bem estruturados. Há várias áreas de camping em pontos de cachoeiras, costuma custar 15 reais a diária, é quase essencial fazer esse programa para aproveitar a energia de Figueiredo. Também é possível a prátíca de esportes radicais (vôo monomotor, caiaque, cachoeirismo, e outros), conheço a agência http://acquaventure.blogspot.com.br/ e me prestou um bom serviço na ocasião. Vou citar algumas cachoeiras aqui. - Iracema, uma das mais bonitas, a uns 15km do centro da cidade, é bem estruturada, n precisa de guia, paga-se uma taxa de 10 reais para entrar, tem dois pontos de queda no terreno que se separam por 1,5km, e na trilha de percurso dá para tomar banho em vários lugares. - Neblina, maior cachoeira, está a 55km de Presidente, e é a mais escondida da estrada, é necessário fazer ainda uma trilha de 8km, precisa de guia, pode-se até acampar lá, paga-se 5 reais para entrar na propriedade. - Sussuara, fica na vila de Balbina, a 80km de Figueiredo, e depois é necessário 5km de trilha, e também dá para acampar lá, é bom ir com guia nessa. - Mas há várias como Santuário, Orquideas, Urubuí, Lagoa Azul para visitar e são próximas do centro de Pres Figueiredo e de fácil acesso, assim como há mais cachoeiras isoladas e só com muita aventura para alcança-las. :: Logo na entrada da cidade há um CAT (Centro de Atendimento ao Turista) é ótimo para quem busca conhecer mais as opções e conseguir os guias ou então pegar os contatos da agências de aventura, normalmente os preços dos serviços despendem um custo razoável. Eu acho a água dessa região fantástica para se banhar, ficar atrás de uma cachoeira. Certos pontos podem serem melhores ou piores de visitar de acordo com a época de chuva e seca. Novo Airão Aqui não é muito necessário o uso de carro já que os passeios são feitos de lancha a partir do porto da cidade, a qual possui dois grandiosos parques nacionais em seu território: primeiro é o arquipélago de Anavilhanas, conglemerando um poucos mais de 400 ilhas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, ficando atrás somente do arquipélago Mariuá da cidade de Barcelos, também no Amazonas, esse contém mais de 700 ilhas. Anavilhanas já exibe a primeira ilha logo na frente do porto da cidade, para conhecer todo arquipélago você demoraria uns dias, mas você pode dar um passeio ao redor de voadeira, o preço da hora custa 70 reais para um grupo de até 5 pessoas normalmente, eu recomendo passar umas duas horas passeando pelo menos, dependendo do nível do rio haverá mais ou menos ilhas submersas ou praias, você também pode combinar de passar um tempo na praia ou até acampar e depois o piloto te buscar. O segundo atrativo de Novo Airão é a entrada para o Parque Nacional do Jaú, maior reserva florestal do Brasil, há um conjunto de atrações, com desenhos rupestres, cachoeiras, trilha, e também estão suscetíveis ao período de chuva e seca. A reserva vive em sintonia com as comunidade ribeirinhas locais, lá você ficará acampando e não é possível adquirir comercialmente nada, portanto deves levar tudo que precisas. Para chegar na localidade demora de 3 a 6 horas de voadeira dependendo da potência, recomendo pegar uma mais forte até porque no Jaú também é uma área extensa e farás longas jornadas, o preço para uma voadeira mais potente não aumenta muito, variando de 600 a 800 reais a diária para um grupo de até 5 pessoas, e como são necessários no mínimo dois dias vai sair pelo menos 1200 a 1600 reais. Você também precisará de uma autorização do Ibama, é simples de ser tirada, só é necessário pagar algumas taxas. Esse contato deve ser feito com alguns dias de antecedência ao passeio, mais informações aqui http://www.icmbio.gov.br/portal/o-que-fazemos/visitacao/ucs-abertas-a-visitacao/189-parque-nacional-do-jau.html Chegando a cidade há um CAT, nele você pode obter bem mais informações do ecossistema local, e eles ajudam a você se articular com os serviços. + Dicas Eu tenho um relato sobre Presidente Figueiredo de 4 dias http://www.mochileiros.com/presidente-figueiredo-lajes-passaros-porteira-natal-e-nevoeiro-amazonas-dez-2011-t63750.html Esse site http://descobrindooamazonas.webs.com do André Maués tem informações bem precisas sobre Manaus, Presidente Figueiredo e Novo Airão. e também esse blog http://aventurasamazonia.blogspot.com/ do @psoares tem relatos de aventuras na região. Abraços, espero que lhe auxiliem [/align]
  7. [align=justify]aeee pessoal!!, relato minha viagem para contribuir com essa comunidade que sempre me ajuda nas empreitadas. Saí de Florianópolis para passar um curto período em Brasília e aproveitei com minha namorada uma pequena trip - 4 dias na Chapada dos Veadeiros, entre 13 e 16 de Setembro. Começamos saindo depois do meio dia de Brasília de carro pela BR-010. A cidade de entrada da chapada é São João D'Aliança, interior de Goiás, e dista 160km de Brasília - mas deste antes já é possível observar a beleza do céu do cerrado e sua diversidade paisagística. Roteiro: Brasília – Alto Paraíso – Cavalcante – São Jorge - Brasília Programas: Cavalcante: Povoado do Engenho II, Cachoeira de Santa Bárbara e Cachoeira da Capivara. São Jorge: Trilha dos Saltos (Parq Nac da Chap dos Veadeiros) e Vale da Lua DIA 1 (Brasília - Alto Paraíso - Cavalcante) Continuando pela BR-010, já a 200 km de Brasília, o primeiro ponto de parada é o município Alto Paraíso, famoso pelas histórias de aparições de OVNIs e maluquices , não conheci as histórias direito, mas a cidade é repleta de símbolos relacionados a isso, logo na entrada da cidade tem um arco e no topo o monumento de uma nave espacial. Alto Paraíso realmente parece emanar algo diferente quando você está lá. Eu fui atrás do centro de atendimento ao turista pra pegar informações, lá tinham 2 banners de grande ajuda com os atrativos da chapada, tirei foto deles. As atrações da Chapada estão englobadas entre os municípios de São João D'Aliança, Alto Paraíso, Teresina, Cavalcante e a vila São Jorge - essa última pertence a Alto Paraíso e concentra grande parcela das atrações -; são municípios bem interioranos e as populações não ultrapassam 15.000 habitantes, a maior renda dessas comunidades é oriunda do turismo. A princípio partimos para Cavalcante, para poder visitar o quilombo dos Kalungas, onde ficam as cachoeiras de Santa Bárbara (lagoa azul) e Capivara. Seguimos 100km pelas BR-010 e GO-241, no percurso passa-se por Teresina. Como já chegamos meio tarde na cidade, até porque passamos um bom tempo em Alto Paraíso conversando com uma galera local que conhecemos na praça, nos direcionamos para a pousada Ceará, custou 35 reais para um quarto de casal, a pousada tem uma infra-estrutura bem humilde, mas o suficiente para conseguir descansar bem por um bom preço. Aproveitamos a noite para irmos num restaurante e num barzinho, e acabamos por encontrar uma pizzaria que também servia bebidas e ainda acompanhado de um ótimo blues, infelizmente não recordo o nome, mas ela fica próxima da esquina de uma rua lateral à praça principal da cidade. A cidade de Cavalcante na ocasião estava bem vazia. [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] DIA 2 (Povoado do Engenho II, Santa Bárbara e Capivara) Ao sair da pousada de manhã cedo nos encaminhamos para a comunidade quilombola dos Kalungas, mas antes tentamos passar no centro de informações para pegarmos as direções e esse estava fechado, então fomos perguntando das pessoas, algumas sabiam informar melhor que as outras, e algumas não faziam menor ideia, porém nesse quesito nem sempre era fácil conseguir informações precisas e depois de um pergunta ali e cá, achamos o caminho e subimos a serra numa estrada de chão (em condições razoáveis) por 26 km até o povoado do Engenho II. Ressalta que nesse território, há um conjunto de comunidades da população Kalunga, a do Engenho II é a comunidade mais próxima e onde tem as cachoeiras que queremos conhecer. Aconteceu algo curioso no caminho, haviam duas mulheres grávidas, e cada uma com uma criança de 2 a 3 anos e eram da comunidade do Engenho. Demos caronas para elas que foram nos guiando também, pudemos dialogar um pouco, em geral eram bem reservadas a falar, mas foi interessante ter mais contato ainda com a terra e a sua cultura... chegando lá, Jéferson, o irmão de uma das moças foi o nosso guia. No povoado é cobrado uma taxa de 10 reais por pessoa e também o custo de um guia local, obrigatório, de 50 reais por grupo. A primeira escolha foi Santa Bárbara seguindo por um caminho de 6km - faz 4,5km de carro para quem não tem tração 4x4, e o restante caminhando. A trilha é interessante, Jéferson, natural do povoado, também era um pouco fechado, mas conversando aos poucos, ele narrava algo da vida local. A foto falha ao tentar reproduzir o encanto de Santa Bárbara, quando vi aquilo, o primeiro pensamento é estar num pequeno pedaço de paraíso com aquela lagoa translúcida de tom azulado e charme fantasioso, a água é gelada e bem gostosa de se banhar, possui pontos de profundidade de até 3m, nessa época do ano. Ficamos umas 2 horas por lá e depois fizemos o caminho de volta até o centro da vila e pegamos outra direção, dessa vez mais curta, só 800m até a Capivara, depois já inicia uma pequena trilha que levará até um estreito entre serras cortada por um córrego e formações de quedas, linda paisagem, o trajeto vai até a própria cachoeira da Capivara que também possui uma boa área para banho, e pontos bem profundos. Mais umas 2horas de relaxamento, avançamos para o próximo passo da aventura em São Jorge, retorna-se até a entrada do município de Alto Paraíso pela mesma rodovia de ida e adentra numa outra via indicada pela placa para vila de São Jorge - distrito de Alto Paraíso, localizado a 36km, dos quais 20km são em estrada asfaltada e mais 16km de estrada de chão -, nesse caminho há vários atrativos que já podem serem visitados antes de chegarem à vila. Durante a parte asfaltada haverá o mirante do Morro da Baleia, na margem da via que permite uma deslumbrante vista do cerrado. Como chegamos a noite, ficamos numa pousada, logo na entrada da vila, 85 reais a diária para casal, não lembro o nome, mas por sinal foi muito boa e com um ótimo café da manhã. Isso não é um problema na vila, que é praticamente constituída de serviços turísticos: pousadas (preços para diversos tipos), albergues (~30reais), área de camping (~15 reais), restaurantes. A população local é bem atenta em prestar um bom serviço e zelar pelo turismo na chapada, inclusive foi o local de melhor atendimento em geral. [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] DIA 3 – Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros Esse dia visitamos o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (PNCV) bem próximo do perímetro “urbano” de São Jorge, logo na entrada do centro há vários banners informativos sobre a biodiversidade local, amostra das diferentes paisagens e biomas do cerrado. Para visitação pode-se optar por duas trilhas: trilha dos Saltos (4,5 km) e trilha dos Cânions (5,2 km); para cada uma delas há uma série de 3 pontos atrativos distintos durante a trajetória e fora toda a observância e contato com o cerrado na caminhada, para realização é necessário um guia próprio do parque, que cobra 100 reais para levar um grupo de até 10 pessoas, o que permite você se junte a outras pessoas na hora, para abater o custo individual do passeio. Estávamos em 2 a princípio, e chegando na recepção, nos juntamos com mais 2 colegas, e quando iniciávamos a trilha, apareceu mais uma família com 6 pessoas para se unir - pronto, o grupo fechou perfeitamente. O percurso de ambas trilhas é cumprido em média de 5 horas, nós optamos pela trilha dos Saltos composta no caminho por 2 saltos (120 e 80 metros) e uma corredeira, no segundo e no terceiro ponto pode se banhar, sendo o segundo possuidor de um belo poço para nadar e ficar bem à vontade, enquanto as corredeiras quebram num formato de pedras que simula banheiras e hidromassagens naturais. Durante o trajeto, é possível ver os marcos deixados pelos garimpos dos séculos passados, em Goiás, a busca era em sua maioria pelas pedras preciosas de cristais. No fim do dia e depois de um extenso passeio, a gente foi ao mirante que fica um bem próximo do PNCV. A área do mirante já chama atenção pela presença de alguns artefatos esdrúxulos, o céu estava lindo e o pôr-do-sol foi excepcional apesar de ter sido curto pra gente que chegamos perto do fim :'> . A noite tem opções de restaurantes, alguns bares, e estabelecimentos de artefatos e roupas que ficam abertos até tarde da noite. 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O cenário é de características ímpares, de conglomerados e de formações rochosas cavadas nas pedras pela corredeira de água transparente; assemelha-se a uma paisagem lunar meeesmo!!, detém pequenas crateras e algumas acumulam poços de água perfeitos para banho - a boa água gelada e mineral hahaha O Vale da Lua é dividido em 3 partes, comportando balneários de poços em cada parte, e também em um outro lado do vale somos contemplados com vistas de pedras “lunares” dispersas no cerrado. Ao fim de umas 4 horas de passeio pelo vale, nos despedimos da chapada e voltamos para Brasília. [col]|[/col] Vila de São Jorge [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] Observações-Gerais: Achei a Chapada dos Veadeiros sublime, e merece muito mais tempo para conhecer suas dezenas de belezas. Pretendo voltar o mais breve possível para ver muito mais. São Jorge é a melhor base para ficar e onde está a grande concentração dos encantos na chapada. Essa época do ano estava muito seco o clima, a umidade relativa constantemente menor que 20%, o que causava muitos focos de queimadas naturais pelos campos e serras do cerrado, e o acúmulo de fumaça no ar cria um ligeiro embaço na paisagem, o que infelizmente bloqueava uma maior intensidade do horizonte, mas que mesmo assim impressionou bastante a mim e a minha namorada. Me recomendaram ir num período de chuva, para ver a natureza mais resplandecente, em contraponto também, as cachoeiras ficam mais difíceis para entrar. aee galera, espero q apreciem a leitura, e ajude a vcs conhecerem, certamente, um dos tesouros naturais do brasil :'> Abraços!, Rafael Toledo[/align]
  8. [align=justify]Olá mochileiros!, quero acrescentar uma ótima experiência e poder colaborar com outros tantos aventureiros que me ajudaram por aqui. :'> Roteiro: Florianópolis - Urubici - São Joaquim - Bom Jardim da Serra - Florianópolis Atrações Vistas: Urubici: Serra do Corvo Branco, Cascata do Véu da Noiva, Morro da Igreja e Morro do Campestre. São Joaquim: Belvedere de São Joaquim, Praça da Matriz, Museu e Mirante das Auracárias. Bom Jardim da Serra: Exposição de Serra Sulista, Mirante da Serra do Rio do Rastro e Usina Eólica. Sou manauara e atualmente resido em Florianópolis, aproveitei meu recesso na universidade para fazer uma pequena trip de 3 dias, 20 a 22 de Julho, visitando as principais e mais frias cidades da Serra Catarinense: Urubici, São Joaquim e Bom Jardim da Serra; e acredito que em três dias consegui aproveitar e ver as principais atrações dessas cidades (claro que tem bem mais). A alta temporada nessa região é dada no inverno, quando existe a possibilidade de nevar entre os meses de Julho a Setembro e contém a presença constante de frio alcançando a marca negativa no termômetro nos dias mais frios da temporada. [col]|[/col] Dia 1 – Indo para Urubici A viagem começou partindo de Florianópolis, fui acompanhado da minha namorada e fomos de carro. O primeiro destino é Urubici que dista 160km da capital, usamos a BR-282 saindo de Floripa e depois entramos na SC-430. Chegamos em Urubici por volta das 13horas e nos direcionamos logo para o Centro de Atendimento ao Turista obter as informações dos principais pontos e pegarmos também mapas e folhetos sobre a região, em seguida almoçamos num restaurante próximo e saímos já umas 14h30, como o dia tava ficando curto, partimos para a primeira e única atração do dia: Serra do Corvo Branco. Todas as atrações da cidade ficam na margem de rodovias ou em torno dela e se distanciam no máximo uns 30km do centro da cidade, a qual conta com uma dezena de atrações, mas selecionei as 4 mais tradicionais e grandiosas para visitar. Na SC-439, tem 4 atrações que podem ser visitadas (visitei 3), iniciei na Serra do Corvo Branco que possui o maior corte em rocha arenítica do Brasil, 90 metros, e também possui dois pontos de observações com panoramas deslumbrantes. [col]|[/col] quando voltamos já eram umas 17h00, e o sol enfraquecia, então deixamos as outras atrações para o dia seguinte para termos melhores vistas. Procuramos um lugar barato para nos hospedar, encontramos uma pousada de colonos que cobrava 50 reais a diária por pessoa com café da manhã incluso, esse preço está em conta pra região, pois os hotéis lá são meio salgados e é escasso de área de camping e albergues (apesar que rola sim de acampar a deriva e mais fácil ainda em períodos menos frios, sei que há 1 albergue em Urubici). Nos abrigamos na pousada da família Beckhauser, fomos informados que existe um projeto de acolhimento dos colonos havendo várias pousadas desse tipo em Urubici, a estadia foi ótima, a pousada bem preparada nas suas minúcias, os donos são pessoas muito agradáveis e receptivas, no próprio terreno da casa tem um museu para exposição de ferramentas e objetos antigos remanescentes da época de chegada e ocupação da família no fim do século XIX. [col]|[/col] Dia 2 – Urubici / São Joaquim Os termômetros registraram -2oC durante a madrugada , e amanheceu com um pouquinho de geada, visível ainda no vidro do carro. 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Ao lado dessa convenção é visto a passagem da queda do rio da cidade. A maior beleza que a cidade guarda é o mirante da Serra do Rio do Rastro que também é de tirar o fôlego como o morro da Igreja, dizem que em épocas de céu limpo é possível avistar o mar litorâneo de SC, que fica a mais de 100km. Há também a imagem da rodovia que chama bastante atenção por um formato descomunal contornando uma mirabolante cadeia montanhosa em mais de 200 curvas. O lugar é fantástico e também dá para caminhar ao lado de um cânion enquanto observa a serra. Antes de encarar a estrada da Serra do Rio do Rastro, teve uma última parada, um complexo de 62 aerogeradores da usina eólica local, tive que pagar 10 reais por pessoa para ingressar no local, e sinceramente queria muito conhecer melhor, mas só pude acessar uma pequena área e avistar uns 10 aerogeradores e não tinha nenhum acompanhamento nem material informativo e divulgador sobre o lugar... fiz a visita por uns 30 minutos e voltei para encarar a estrada serrana e voltar para Florianópolis pela BR-101. [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] Observações Gerais: Vale ressaltar que em todas as cidades fomos bem recebidos, e os cidadãos que encontramos e conversamos eram bem dispostos e hospitaleiros, as cidades também possuem uma desenvoltura rural com grande tradição de colonos e são pequenas com populações que não superam os 20.000 habitantes. As refeições pelo caminho foram apetitosas e em conta, pelo roteiro existem vários restaurantes que atendem à buffet livre com valores entre 10 a 15 reais. Valeu Pessoal! Espero que tenham apreciado a leitura e que seja útil a vocês!. [/align] Abraços, Rafael Toledo
  9. poisé, nos pássaros tem banheiro, mas é só aquele cubo e a privada, e nd de chuveiro... lá também tem restaurante. e a estrutura para camping, ele tá montando agora uma área mais apropriada para barracas, porém ainda assim como n tem tanta procura para dormir, sobra bastante espaço que dá pra fazer isso, fora que é possível dormir nas próprias tendas que tem por lá com a rede.
  10. Oi Ricardo, que bom que você gostou e espero que ele possa te ajudar a conhecer mais de Presidente Figueiredo, também já havia lido seu relato, e achei muito bom, e é mais legal que também ajudamos a divulgar sobre as possibilidades de visitação em Presidente Figueiredo que sofre de bastante de carência informativa como demais localidades belíssimas desse Amazonas. Te recomendo muito a ir em Neblina (ou Nevoeiro? n sei qual o nome oficial) você vai sentir um impacto maior do que a cachoeira de Iracema, Neblina não é tão larga como Iracema, porém é mais alta, e fora que depois de quase duas horas de caminhada em mata fechada, encontrar algo assim torna mais impressionante ainda. Conversando com o guia, ele me informou que Neblina é a maior trilha que eles tem na região, entretanto tem outras cachoeiras que também necessitam de um longo percurso de 4 a 5km como Salto do Ipy (km57, am240) e Sussuarana (em Balbina), e falaram que Sussuarana é belíssima , uma cachoeira alta e quebra em 3 níveis, a estou mirando. Em relação ao caiaque, realmente é salgado o valor, mas como relatei, pelo o que foi necessário fazer, considero justo o preço, e se você tiver a oportunidade, te recomendo concerteza, porque pra mim foi a primeira vez e achei uma daquelas experiências foda na vida, pois todas as horas que você fica navegando o que é muito legal só como esporte, você também fica em contato com região quase intocável com aquela flora ao redor do rio. E assim, achei os cara muito bacana, eu e o meus amigos tivemos um tratamento muito bom. Abraços!
  11. Oi Pessoal, tô acrescentando aqui o link do relato que fiz sobre um passeio de 4 dias em Presidente Figueiredo mostrando algumas opções de atrações, e o uso de guia e até caiaque. presidente-figueiredo-lajes-passaros-porteira-natal-e-nevoeiro-amazonas-t63750.html o// é uma beleza fascinante, vale muito a pena!
  12. [align=]Do dia 8 ao dia 11 de Dezembro, eu e um grupo de mais 4 amigos passeamos por Presidente Figueiredo (km 106, BR-174), passando por diferentes corredeiras e cachoeiras, acampando e nos aventurando para conhecer belezas remotas por trilhas e ramais. Dia 1 O passeio começou na quinta, com saída de Manaus às 11 horas, chegando a Presidente Figueiredo (PF) às 13 horas, a primeira parada foi no CAT (Centro de Atendimento ao Turista), onde informam as possibilidades de visitação das diversas atrações da região e viabilizam contato com guias, agências de turismo e de esportes radicais. [col]|[/col] De antemão possuíamos um pré-planejamento, portanto, já saímos do CAT acertado com um guia para no dia seguinte nos levar à cachoeira do Nevoeiro, e com o contato da Acqua Ventura - agência que exerce atividades radicais como boiacross, caiaque, voos em paramotor e afins. Às 14 horas partimos do CAT em direção a Lagoa Azul - uma peculiar Lagoa, que possui a coloração azul esverdeado alterando de tom de acordo com sazonalidade climática, situada no km 120 da BR-174, dentro de uma comunidade que agora não recordo o nome, mas de fácil acessibilidade -, quando entramos na comunidade, percorremos 8 kms de ramal até chegar no intencionado sítio, porém ao descermos do carro recebemos a infortuna notícia de que a lagoa azul estava seca por esse período, recomendaram visitá-la a partir do fim de Janeiro. Como a lagoa fica dentro de um sítio, o dono cobra o valor de 5 reais por pessoa. O tempo passou e como já eram umas 15 horas, resolvemos ficar pelas redondezas e conhecer o paredão das Lajes, área próxima da corredeira da Lajes, km 113 da BR-174, onde acamparíamos a primeira noite. O paredão é bastante visitado para prática de rapel. O camping custou 15 reais por pessoa, particularmente não recomendo o lugar, ainda mais se comparando com outras áreas de camping em PF, o lugar possui pouca área para banho e o campo de montagem da barraca e rede era bem restrito, e, mesmo acampando somente o nosso grupo, ficamos num lugar que era rota de migração noturna dos morcegos e do lado de uma árvore atolada de lagartas de fogo hahahaha. [col]|[/col] [col]|[/col] Dia 2 O segundo dia, todos acordamos às 6hrs para nos preparar e encontrar o guia às 8hrs na frente do CAT. A partir de lá, o guia seguiu de moto até o sítio, no qual inicia a trilha, e nós o seguimos atrás de carro. A entrada da trilha do Nevoeiro inicia num sítio no km 51 da AM-240, a estrada da AM começa no km 103 da BR-174. São 8 kms de trilha selva adentro, levamos 1 hora e 50 minutos para fazer o trajeto numa caminhada contínua e moderada. A trilha é bem conservada, tem momentos largos e estreitos, e, no caminho, ainda vislumbramos sapos-folhas e macaco-aranha. E sim, após todo o trajeto, que pode ser árduo e cansativo, é uma experiência ímpar de poder sentir a atmosfera da floresta - no fim do arco-íris chegamos ao pote de ouro. Observações: a entrada cobrada é de 5 reais por pessoa, e o custo do guia foi 100 reais para o nosso grupo de 5 pessoas. [col]|[/col] [col]|[/col] A cachoeira do Nevoeiro é a mais alta da região, com seus grandiosos 35 metros, e também a mais longa das trilhas de PF. Repousamos por umas 2 horas e depois retornamos mais uma vez para a longa caminhada, finalizamos próximo das 15 horas, todos já bem exaustos, e seguimos para o nosso próximo acampamento: a corredeira dos Pássaros no km 13 da AM-240. Para o dia seguinte já acordamos, com agência Acqua Venture, um passeio de caiaque - uma dica: aproveitem para fazer a ligação quando estiverem próximos do centro da cidade, porque nas regiões afastadas não há sinal de celular. A cachoeira dos pássaros é um lugar muito bonito, bem infraestrutura, e ainda com bastante verde, mantendo a região próxima à corredeira bosqueada. Tivemos um atendimento bem atencioso. O valor cobrado para camping é de 15 reais por pessoa, a área é ótima para se banhar, nadar, sentar próximo da cachoeira... possui também tirolesa por 5 pila e restaurante, não é dos mais baratos, mas acessível. [col]|[/col] [col]|[/col] [col]|[/col] Dia 3 No sábado, como havíamos combinados com o pessoal da acqua venture às 12 horas, estendemos nossa estadia no Pássaros a manhã inteira, e quando saímos fomos direto para PF encontrá-los na agência, num corredor da cidade que antecede a corredeira de Urubuí. Nessa parte tivemos um mal entendido com os caras, achávamos que o valor referente ao caiaque seria 100 reais para o grupo, porém quando chegamos lá, nos fora esclarecido que o valor era individual para um passeio de 2 a 3 horas, contudo o preço do boiacross era de 20 reais por pessoa. Então, optamos pelo boiacross - a única possível para os nossos bolsos naquele momento Mas aí, como eles já tinha armado o passeio e também queriam fazê-lo, os caras resolveram nos ofertar um promocional do caiaque para o grupo inteiro por 100 reais - para conhecermos a primeira vez e divulgarmos a aventura - entretanto, esse valor é realmente inviável para os caras, as despesas de logística são bem custosas. Os instrutores são o Herman e o Camarão, ambos atenderam nosso grupo com bastante atenção e boa vontade, com certeza os recomendo. E para andarmos de caiaque íamos, mais uma vez, nos aventurar para uma região remota e pouco visitada, o passeio é introduzido na cachoeira do Natal, um belíssimo cenário e uma das cachoeiras mais largas de PF. O deslocamento até esse ponto de partida é de 10 km de ramal - que inicia na própria cidade e um tanto dificultosa para um carro popular comum, com vários trajetos empoçados de lama e desnivelados. Fora as batidas no carro - que no caso promocional, tive que usar o meu - foi bem divertido por remeter a sensação de rally, esse percurso de 10 km pelas obstruções levou mais de meia hora. Chegamos já na cachoeira de Natal por volta das 14h30, lá colaboramos para a arrumação de todo material: os caiaques, material de segurança (capacete e colete), remos e afins; depois de descermos tudo do ponto em que estacionamos até a corredeira, fomos orientados sobre como controlar o caiaque e também os procedimentos caso alguém caia. [col]|[/col] [col]|[/col] Descemos a corredeira por duas horas e, nesse meio, conhecemos a cachoeira do rio branquinho, que tem duas quebras de um metro e meio, e foi possível descê-la de caiaque. A sensação de andar de caiaque é muito legal e animador, isso sem contar as dezenas de visões lindas que tivemos a oportunidade de contemplar fluindo com a corredeira. Em relação ao perigo, acho um tanto atenuado pela facilidade de retornar ao caiaque caso ele seja inflável e pelos materiais como o colete que lhe força a boiar. [col]|[/col] [col]|[/col] A aventura finda numa prainha que fica num sítio, lá tem um cara na espera, que vai levar os motoristas até o ponto onde eles deixaram o carro, e depois os motoristas buscam o restante do pessoal no sítio para voltar à cidade. Devido alguns incidentes, que atardaram nossa saída, só chegamos em PF por volta das 20 horas, todos já exaustos e em êxtase pela experiência. De lá, todos rumo a última pernoite no camping da cachoeira da Porteira, km 13 da AM-240. Dia 4 O último dia foi mais sossegado e um tanto relaxante, em tom de despedida de PF, a porteira indubitavelmente é um dos lugares mais bonitos da região, possui uma infraestrutura inferior a dos pássaros, porém conta com uma vasta área para acampar e montar rede, é um lugar bem tranquilo. A porteira possui duas regiões de queda d’água e várias partes para banhar e refrescar, mais uma elevada pedra de uns 5 metros, que possibilita um grande salto numa parte bem profunda da corredeira. Finalizamos a viagem saindo da Porteira meio dia e retornando para Manaus. O preço para acampar assim como as demais é de 15 reais por pessoa, as fotos seguem abaixo. [col]|[/col] [col]|[/col] Observações Presidente Figueiredo conta com dezenas e dezenas de atrações (cachoeiras, corredeiras, grutas, esportes radicais), desde as mais conhecidas e fácil acesso até as afastadas que necessitam de experiência e levam alguns km de trilha. O CAT dispõe de valiosas informações que podem ser usadas para planejamento do que pretenderem fazer. A disponibilidade do guia e a prática de esportes como caiaque, boiacross, rapel são viáveis e de preços acessíveis; muitos desses esportes são exercidos em lugares belíssimos e variados, podendo ser acordado entre você e o instrutor. O custo da nossa aventura foi moderado, resultando em torno de 200 reais por pessoa, englobando gastos com alimentação, combustível, bebidas, gelo, camping, guia e o passeio do caiaque. Tentamos fazer algo econômico com as nossas possibilidades e e ainda mantendo um nível de conforto legal. Qualquer questionamento pode ser feito aqui pelo fórum mesmo, que respondo o que souber, e espero que o relato ajude mais e mais pessoas a conhecerem a região incrível de Presidente Figueiredo no Amazonas. abraços! lol:[/align]
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