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nanda_avila

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  1. Fala pessoal, Fui para Jamaica com meu namorado em março e ficamos em um resort bem basicão, mas com tudo incluído, por menos de R$3000 com passagem e passagens. Ficamos em Ocho Rios e fizemos o passeio de Negril, Dunns Falls, Luminous Lagoon e ainda nadamos com golfinhosss!! SENSACIONAL!!! Recomendo todos esses passeios. =) Passeamos pelo Kraft Market, que é um mercado com muitas lojinhas de souvenirs e achamos o maximo tambem. TIrando o fato que todos os vendedores vendem as mesmas coisas e sempre insistem para que você entre em suas lojinhas...chega uma hora que você se cansa de dizer que só quer olhar...ah! E importante...eles estão acostumados com a gente pedindo desconto!!! TEM QUE PEDIR!!! rs Eu pedi uma blusa, me falaram US$20 e eu acabei levando por US$5...é bizarrro!!! Ah...tem dolares americanos e jamaicanos la, mas pode ficar tranquilo só com os dolares americanos! E sempre dê gorjetas...nem que seja 1 dolar...o atendimento fica mega diferenciado. =P O país é incrível e o povo nem sem fala...eita gente simpática e sorridente!! A maconha não é liberada no país, mas parece, dado que toda hora você sente o cheiro...rs. Para ver fotos da viagem e detalhes do hotel e passeios, entra no meu blog... http://mochiloesemochilinhas.com/2013/07/26/jamaica-em-1-semana/ Detalhes importantes...como fizemos um mochilão pelo Panamá, Costa Rica e Jamaica, o preço que eu tô falando aqui foi indo e voltando pelo Panamá. =P
  2. Oi Pamella! Para ver os links, entra no blog...www.mochiloesemochilinhas.com Era da rede HI Hostel e era muito bem localizado! bjs
  3. Fala pessoal, Fui para Austrália e NZ em maio de 2012 e passei por Brisbane, Gold Coast e Surfers Paradise, principalmente para os parques de diversão. Ameiii!!!!! Se quiserem ler o relato com fotos (são lindas!) e com os links funcionando, tem que dar uma lida no meu blog: http://mochiloesemochilinhas.com/2013/01/30/brisbane-gold-coast-e-surfers-paradise-em-5-dias/ Brisbane, Gold Coast e Surfers Paradise em 5 dias Dia 1 – domingo (10/06/2012) Chegamos em Brisbane pouco depois de meia noite e o aeroporto estava um breu. Não tinha taxi algum na saída e nem funcionários do aeroporto…apenas os passageiros do nosso vôo. Percebemos que eles formaram uma fila do lado de fora e começaram a ligar para taxis, então pedimos para que pedissem um para nós também. Foi a nossa sorte! =) Depois de quase 1 hora esperando, o nosso e os outros taxis solicitados apareceram. Pedimos para o taxista nos levar até Thorneside, cidade há quase 1 hora de Brisbane de trem, onde uma amiga brasileira da família do Celo mora. Chegamos tarde na casa dela, mas fomos muito bem recebidos. Dormimos muito bem…diria que até melhor do que qualquer hotel ou albergue que ficamos. Acordamos, nos arrumamos e tomamos café com nossa anfitriã, super encantadora. Ela nos contou de sua vida na Austrália e deu uma vontade danada de viver a experiência também….Quem sabe, hein…rs. Ela não pôde ficar conosco na parte da tarde, mas nos deu todas as dicas para chegarmos a Brisbane em segurança. Pegamos um trem super confortável e pontual (ela nos deu a tabela com os horários) e fomos em direção à big city. Passamos por umas 10 cidadezinhas, super fofas, até chegarmos a Brisbane. Ficamos encantados com o que vimos! Que cidade limpa e moderna…me lembrou muito Sydney. Descemos na estação Central e andamos por toda a região. Passamos pela ANZAC Square , Saint Andrews Uniting Church e St John’s Cathedral (linda demais, com muitas pedras… Demorou 100 anos para ser construída). Descemos uma rua para chegar até a beira do rio e nos surpreendemos com o visual. Infelizmente o tempo estava nublado, mas o passeio mesmo assim foi uma delícia. Chegamos até onde o barco Kookaburra River Queens estava e tentamos comprar ingresso para fazermos o passeio pelo rio e jantarmos (tínhamos lido quer era super romântico), mas os dias não eram bons para nós, porque já tínhamos programado os parques de diversão. Pena…next time! =) Continuamos andando e chegamos até o Jardim Botânico da cidade, que é encantador. Vimos noivos e padrinhos tirando fotos, muitos orientais locais em um evento de celebração da cultura deles e outras pessoas se exercitando e passeando calmamente. O legal do JB é que ele fica bem na beira do Rio, então tem um lugar que dá para andar por cima do mangue e dá para ver caranguejos. Achei muito doido … rs. Bem na beira do rio, olhando para o JB, dá para ver os prédios modernos atrás, dando um charme ao visual.. Atravessamos a Goodwill Bridge (linda!) e chegamos até o outro lado da cidade, que também é muito agradável. Andamos pela região perto do rio e nos deparamos com muitos restaurantes transadinhos, mas caros para nós, considerando que não estávamos com tanta fome. Passamos por eles e decidimos parar em um bem charmosinho para comer crepes. Isso mesmo – lanches gostosinhos! Sentamos do lado de fora do restaurante e ficamos apreciando a fauna e flora do local, enquanto nossos lanches não ficavam prontos…olha que lugar lindo… Amamos nossas crepes e tomamos mais uma cerveja australiana para nossa coleção. Delícia! Ah…ali comi a MELHOR crepe doce de TODA MINHA VIDA. Morri 1000 vezes de tanta gostosura. Saímos dali mais que satisfeitos e avistamos uma piscina pública SENSACIONAL, com a vista para o rio e a cidade. Ela estava fechada (não sei exatamente porque), mas nós achamos o máximo. Lembramos do Piscinão de Ramos…rs. Ah se ele fosse metade dessa piscina de Brisbane.. Andamos mais um pouquinho e passamos em frente a uma chocolateria bem famosa que foi indicada pela nossa anfitriã e pelo visto, por todos os moradores e visitantes dela – Max Brenner Infelizmente, com a fila estava quilométrica, decidimos nem entrar. Ficamos muito curiosos…se você tiver uma chance, não deixe de entrar e depois nos conte como foi! =D Adoramos o clima dessa região…vários barzinhos animados, pessoas andando civilizadamente nas ruas, stands de feirinha super transadinhos…que lugar agradável. Chegamos até a roda gigante Wheel of Brisbane e logo compramos nossos tickets para ver o visual lá de cima. Demos sorte que estava vazia e ficamos sozinhos em uma cabine, no maior clima romântico…perfeito! O visual realmente é alucinante…a cidade é linda e o rio todo curvilíneo a deixa mais encantadora ainda. Ficamos quase 30 minutos na roda gigante, só curtindo o momento..recomendo demais o passeio! Saímos de lá e atravessamos a Victoria Bridge, vendo de longe o Treasury Casino iluminado com as cores vermelha e azul – lindo! Alugamos um locker para deixar nossas coisas mais pesadas e entramos com toda a vontade do mundo para brincar na roleta e no blackjack. Infelizmente, não curtimos muito o clima do cassino… tinha banda ao vivo, com volume super alto e umas músicas muito estranhas. Nunca podia imaginar isso dentro de um cassino! Jogamos só para constar e perdermos tudo, bem rapidamente. Deu raiva, mas alívio ao mesmo tempo, porque estava insuportável aguentar o barulho e as pessoas desesperadas jogando… Saímos e fomos em direção a Central Station, porque tínhamos que pegar o último trem que ia para a região de Cleveland, passando por Thorneside. Conseguimos pegá-lo com tranquilidade….até compramos um cartão pré-pago que dá desconto nas passagens de trem (não sei quanto, mas tem desconto…rs.). Depois de quase 1 hora, chegamos em uma Thorneside desértica e fomos direto para “nossa” casa. Dia 2- segunda (11/06/2012) Acordamos, tomamos café da manhã reforçado com nossa querida anfitriã e nos arrumamos para irmos novamente a Brisbane. Pegamos o mesmo trem e lá fomos nós novamente para a cidade grande… descemos a estação central e passeamos por uma outra região, que contém muitas, muitas lojas. Nos informamos sobre como ir até o Lone Pine Koala Sanctuary e conseguimos pegar o ônibus direitinho. Impressionante como todo mundo é bem informado e como o transporte público é de qualidade…o ônibus saiu na hora marcada. Depois de quase 1 hora no ônibus, chegamos até o santuário do koalas. Nós lemos só coisas boas desse lugar…e adivinha só – é realmente tudo de bom MESMO! Pagamos nossas entradas e assim que entramos nos deparamos com muitos koalas nas árvores, obviamente, dormindo…rs. Os bichinhos dormem 18 horas por dia! São muito, muito lindos. Dá uma olhada… Continuamos andando pelo santuário, que é uma espécia de zoo, e nos deparamos com um ornitorrinco. Nunca havia visto um na minha frente! É bem engraçadinho o bicho, mas também bem perigoso (acho que a fêmea pode até matar, se liberar uma substância quando estiver se sentindo ameaçada). Depois encontramos com um diabo da tasmânia e decidimos esperar o momento de sua alimentação, para ouvir o que a cuidadora tinha a dizer sobre ele. Infelizmente, esses animais só existem na Tasmânia, estado australiano.Tirando isso, só em zoológicos mesmo…Descobriram recentemente um vírus extremamente contagioso entre eles, que vem dizimando a população desses bichanos. Ainda não encontraram a cura para isso, então corremos o risco de em poucos anos, só existirem esses animais nos zoológicos. Triste demais… Saímos da palestra meio baqueados com esta notícia, mas vimos tantos animais fofinhos depois, que foi até fácil esquecer. Depois, finalmente chegou o MOMENTO MAIS ESPERADO DA VIAGEM – segurar um koala de verdade! Pagamos uns AUS$20 (quase R$50) para conseguir pegar esses animais no colo (As leis do estado de Queensland permitem!) e preciso dizer que VALEU CADA CENTAVO! O pessoal foi muito esperto ao exigir que nossas mãos ficassem do jeito que estão. Imagina se minhas mãos estão totalmente livres e eu posso esmagar os animais comum abraço bem apertado…coitados! =P Foi uma sensação única, sabe… o koala realmente é um animal muito fofo, apesar de um pouco fedido. É bem mais pesado do que eu imaginava, mas dá tranquilamente para segurar por 5 minutinhos. Que coisa deliciosa…fiquei com o coração a mil. Quando tive que devolver o animal para a mocinha, quase chorei pedindo para ficar por mais tempo com ele. Quis pagar mais AUS$20 por mais 5 minutinhos, mas depois que a euforia passou, desisti da ideia. NÃO DEIXE DE SEGURAR O BICHINHO!!! É TUDO DE BOM!!! Pegamos nossas fotos impressas e continuamos dando um rolé pelo santuário. Nos deparamos com uma área com muito cangurus, inclusive uma mãe com seu filhote…olha que coisinha fofa (e estranha, ao mesmo tempo)… Passeamos mais um pouco e saímos do Santuário para pegar o último ônibus para a cidade. Deu tudo certo! Queria saber o quanto economizamos indo sozinhos para lá…quem souber quanto custa uma excursão para o Santuário, feel free to share it with us! Chegamos em Brisbane, passeamos um pouquinhos pelas ruas, comemos no Burger King e pegamos nosso trem em direção a Thorneside. Quase chegando na cidade, um casal brigando fez um escândalo que chamou nossa atenção. Sabe como é né…já pensamos que o pior podia acontecer, como todo brasileiro assustado com a violência. O cara inclusive mandou a gente parar de olhar para eles, porque estava irritando – o. Assim fizemos, mas eu estava com uma vontade absurda de dar uma gargalhada, porque o jeito como ele falou foi muito engraçado. Graças a Deus, consegui me controlar e chegamos inteiros em casa. Ufa! Dia 3- terça (12/06/2012) Ê!!! Dia dos namorados!!! Programação do dia: Parque de diversão!!! Acordamos cedo, tomamos café da manhã, arrumamos nossas mini-mochilas (dormiríamos por lá) e fomos direto para a estação de trem. É bem fácil chegar nos parques de diversão…nos informamos lá na estação de trem em Brisbane mesmo e chegamos com bastante facilidade ao “Dreamworld“. Chegamos pouco antes das 10h, hora de abertura do parque, então fomos praticamente os primeiros da fila. Ai que sensação boa… Com o mapa do parque em mãos, planejamos o nosso passeio, com o objetivo de passar pelos brinquedos mais radicais logo, só para garantir né…vai que fica tão cheio quanto os parques da Disney…rs. Não pegamos os pacotes com os parques aquáticos, porque só teríamos 2 dias ali, mas acho que vale a pena, hein…sei lá, passar uns 4 dias rodando pelos parques com calma. Entramos. Começamos pela Buzzsaw, montanha russa bem na esquerda. Maior erro da minha vida. É muito, muito, muito rápida. Fiquei tonta e com dor de cabeça o dia todo. =( O Celo adorou e até repetiu a dose no final do dia, mas eu, nem pensar. Alguns brinquedos estavam fechados para manutenção, o que foi uma pena. Acho que é porque fomos em baixa temporada. Fomos em praticamente todos os brinquedos que faziam sentido e estavam abertos, já que nem estava muito cheio o parque. Revezamos os brinquedos com encontros com animais lindos, como tigres brancos, koalas fofíssimos e um crocodilo absurdamente grande. Adorei o show com os tigres e os seus domadores…os tigres brancos são realmente lindos demais. Fomos em uma montanha russa de moto também, bem legal. Achei rápida também, mas rápida do que as montanhas russas que lembro de ter ido na vida…minha tontura piorou. Celo acabou indo nos brinquedos mais maneiros, como por exemplo, o The Claw e o Giant Drop. Fiz questão de filmá-lo e tirar muitas fotos para guardar para posteridade. O parque é um graça…tudo extremamente organizado, caro e as pessoas são muito educadas. Achei bem legal. A melhor parte foi quando o Celo tentou pegar um urso para mim naqueles brinquedos de tiro e acabou ganhando uma caneta. Depois fui para uma lojinha e ele foi ao banheiro. De repente, ele voltou com um urso de pelúcia lindão rosa, para comemorarmos o dia dos namorados! Tão fofo…rs. Saimos do parque quase expulsos e pegamos um ônibus para a cidade de Surfers Paradise. Descemos em um ponto que achamos que era bom (feeling mesmo) e fomos a procura de hotel baratinho, com nossas mochilinhas nas costas e o urso na mão. Achamos um albergue que minha prima tinha indicado, o Islander Backpackers Resort e para lá fomos, depois de comermos no Subway e comprarmos um remédio para dor de cabeça. Chegamos no hostel, enorme por sinal, fizemos check in e fomos direto para o quarto, que infelizmente tinha muito cheiro de mofo. Aproveitei para descansar um pouco e acabamos acordando de madrugada. Fomos dar um rolé na cidade (estávamos famintos) e os únicos lugares que encontramos abertos foram o McDonalds e o Burguer King, by the beach. Que atmosfera agradável…adoramos. Comemos, rodamos um pouquinho mais, passamos em frente a uma festa brasileira (ganhamos até panfleto para cursos na Austrália) e voltamos para o quarto….dia longo este. Dia 4- quarta (13/06/2012) Acordamos cedo, tomamos café da manhã no Subway e pegamos um ônibus para o Movie World. Deu para ver melhor a cidade e nossa, nós adoramos. Nos arrependemos de ter ficado tão pouco tempo….é muito agradável o clima da cidade. Pessoas bonitas, prédios modernos, vegetação, carros bacanas e o melhor de tudo, muito sol! Chegamos no parque também antes da abertura dos portões e já fomos nos planejando com o mapa em mãos. Quando entramos, percebemos que ele tem muito mais brinquedos que o outro e que estava também mais cheio…paciência né. Fomos na montanha russa do Scooby Doo, SuperMan, em um brinquedo de água que molha muitooo, assistimos a um show de carros bem bacana e também à parade, que é o desfile com todos os personagens da Warner. Um fiasco…rs. Gostamos muito mais do Movieworld do que do DreamWorld. Acho que os brinquedos para adultos nos surpreenderam mais, assim com a estrutura do parque em si. Recomendamos! Se tiver mais tempo, não deixe de ir nos parques aquáticos. Pareceram bem interessantes e eles têm pacotes promocionais que fazem os parques aquáticos sairem quase de graça… Teremos que voltar para experimentar… Saimos do parque no último minuto possível e pegamos o bus para a estação de trem, que nos levaria de volta para a cidade de Thorneside. Chegamos lá e fomos jantar com nossa anfitriã em um restaurane tailandês na cidade vizinha….amei a comida e a companhia dela. Voltamos para casa, arrumamos nossas bagagens, agendamos o taxi para o aeroporto e fomos dormir. No dia seguinte, pegamos o vôo para Alice Springs (deserto da Austrália) com escala em Cairns por apenas 2 horas. Queria ter mais tempo em Cairns, mas não deu….fica para a próxima!
  4. Fala galera, Viajei para Alice Springs em junho de 2012 e posso dizer que foi a MELHOR EXPERIÊNCIA DA MINHA VIDA. Para ver o relato com todas as fotos e links funcionando, entrem no meu blog: http://mochiloesemochilinhas.com/2013/01/30/alice-springs-deserto-da-australia-em-5-dias/ De qualquer forma, vou deixar meu relato por aqui.... Dia 1 – quinta (14/06/2012) Chegamos em Alice Springs por volta de 13h e estava um calorrrrrr absurdo. A vista do avião é muito legal, mas mais legal ainda, é pisar ali e cair a ficha que você está no fim do mundo, onde Judas perdeu as botas. É um breu total, com um mini aeroporto bem arrumadinho até. Nós reservamos desde o Brasil o tour 3 das/2 nights camping da empresa The Rock Tour, indicada por um amigo nosso. Eles ficaram responsáveis por organizar o translado do aeroporto para o nosso albergue, o Toddys. (PS O aeroporto é longe da cidade! Não sei se dá para reservar o transporte lá na hora…) O caminho do aeroporto para a cidade é muito diferente de tudo o que já tínhamos visto (tá…para mim nem tanto, já que já tinha ido no Atacama). Uma imensidão de terra, pouca vegetação e uma impressão de que aquele lugar era completamente esquecido e abandonado. Chegamos na cidade e esta impressão não mudou muito. Que cidade estranha, viu…principalmente pelo fato que é repleta de aborígenes e eles são sérios, sisudos e portanto, passam um pouco de medo. Fizemos o check in no Toddys e tivemos o azar de compartilharmos banheiro e cozinha com uma menina muito vulgar que estava sozinha no outro quarto. É como se fosse um apê de 2 quartos (cada um com sua tranca) e 1 banheiro e 1 mini cozinha. Não tive paz com aquela garota…Ainda bem que foi só por um dia. Como o nosso tour só começaria no dia seguinte, decidimos aproveitar o restante da tarde para conhecer a cidade. Estávamos famintos, então nosso objetivo maior era arranjar comida naquela cidade estranha. Pegamos um mapa com o pessoal do albergue (não muito simpáticos) e fomos andando para o centrinho da cidade. Este Toddys não fica tão assim no centro, então foi uma boa caminhada. Cruzamos com muitos aborígenes não muito simpáticos, até que chegamos no que eles chamam de Todd Mall (rua com lojinhas, restaurantes, etc). Procuramos um banco para sacar dinheiro (estávamos sem nada, praticamente) e pegamos uma cotação péssima (não me lembro qual). Dica – venha com dinheiro! Continuamos andando pela rua e confesso não ter me interessado por nenhum restaurante. Acabamos parando em um que ainda estava aberto e o Celo tomou coragem e comeu um hamburguer. Eu achei melhor esperar as compras do supermercado, que seriam logo depois. Passamos no escritório do The Rock Tour para confirmar o tour e eles nos disseram tudo que tínhamos que comprar para a viagem de acampamento por 3 dias. Repelente, muita água, biscoitos, óculos escuros, etc, etc. Fomos para o supermercado (tudo caríssimo!!!) e compramos apenas o essencial. Depois passamos em uma loja própria para aventureiros e compramos os utensílios que faltavam. Voltamos andando para o albergue e assim que chegamos, comemos nossos miojos e sanduíches e depois nos arrumamos para dormir. Foi um pouco difícil por causa de toda a expectativa com o dia seguinte… Dia 2 – sexta (15/06/2012) Acordamos bem cedo (acho que umas 5h) e descemos para tomar o café da manhã. Eis que percebemos que lá existe um fuso de 30 minutos a menos, então estávamos adiantados…rs. Que tosco, hein. Ficamos fazendo hora e logo estávamos comendo o café da manhã bem basicão do albergue. Complementamos com o que tinha sobrado do nosso supermercado… Deixamos as mochilonas no depósito do albergue e ficamos apenas com as mochilinhas para os 3 dias. A empresa The Rock Tour chegou pontualmente no albergue nos buscar e lá fomos nós, num frio do cão, para um mini ônibus com outros aventureiros. Paramos no escritório da empresa, acertamos toda a burocracia e acabamos comprando mais água…vai que falta né…melhor sobrar. Com todos prontos, entramos novamente no mini ônibus com um bagageiro atrás para bagagens e pegamos a estrada. Que sensação gostosa de aventura! Nosso ônibus só tinha jovens (descobrimos que éramos os mais velhos) e nenhum casal além de nós. Também né…qual o casal que toparia acampar no meio do breu, dormindo em sacos de dormir espalhados ao redor de uma fogueira, correndo o risco de animais estranhos, que só existem na Austrália atrapalharem o sono? Pois é…nada confortável ou romântico. Enfim… assim que pegamos a estrada, tivemos o prazer de conhecer o nosso guia e o ajudante. Os dois figuraças, muito porra loucas. Eles começaram com uma atividade quebra gelo que consistia em cada um ir até a frente do bus, falar nome, país, idade e o mais engraçado, contar a experiência do primeiro beijo e do último, assim como, quando tinha sido…rs. Imaginem o constrangimento… todos ficaram super sem graça e o quebra gelo funcionou! O guia nos explicou muita coisa no caminho, principalmente as regras do camping tour e os desafios que tínhamos pela frente. Para começar, paramos no meio da estrada para catar LENHA. Isso mesmo…LENHA. Adivinhem porque? Porque é com lenha que fazemos fogueira. É com a fogueira que nos aquecemos de um frio absurddddooooo a noite, cozinhamos nosso jantar e afastamos animais estranhos. Sentiu a importância da parada né? Pois bem… tínhamos que catar lenha com as nossas próprias mãos, sendo que muitas árvores estavam secas e arranhavam para caramba. Eu, muito jeitosa, acabei me machucando um pouco, assim como outras pessoas. O guia nos apontava árvores que estavam mortas e era atrás delas que tentávamos pegar as melhores toras. Ficamos nisso por uns 30 minutos e quando o guia achou que tínhamos lenha suficiente, nos deixou voltar para o conforto do bus. Continuamos pela estrada… Paramos em um lugar para comprar cervejas para os 3 dias e por incrível que pareça (somos muito mão de vaca!), nós 2 fomos os que mais compramos! Diversão garantida…uhul!!! Seguimos direto para o Parque uluru – Kata Tijuta National Park. Foi incrível ver o maior monolito do mundo na nossa frente…é realmente enorme. O Uluru é sagrado para os aborígenes e por isso, existem MUITAS regras e explicações espalhadas pelo parque. Paramos primeiro no museu deles, muito explicativo e arrumadinho. Pena que não podemos tirar fotos…o mais incrível que achei do lugar é que existe um espaço com muitas cartas de pessoas que “roubaram” algo do parque e acabaram sendo “punidas” por isso depois Elas sabiam, assim como eu e todos os visitantes do parque, que não é permitido retirar nada do parque (pedrinhas, plantas, etc) e também existem lugares que não podem ser fotografados de jeito nenhum. Enfim, acabaram burlando as regras do parque e tragédias enormes aconteceram depois com suas famílias ou cidades. Fiquei um bom tempo lendo as cartas e fiquei horrorizada com os acontecimentos. É muita coincidência, hein… o bacana é que essas pessoas enviaram de volta as fotos e pedrinhas, com pedidos de desculpa e tals. Fica o alerta aí! Depois do museu, o guia nos deixou bem perto do Uluru e nos disse para darmos a volta nele, seguindo uma trilha bem sinalizada. Ele ressaltou a questão do respeito com os lugares sagrados e pediu para que não tirássemos foto desses locais. Assim o fizemos! Andamos pelo Uluru juntos por 1 ou 2 horas (não lembro exatamente). A sensação de estar ali, ao lado de algo tão grandioso, é muito boa. Realmente é uma rocha muito encantadora, com todas as suas curvas, buracos e mistérios. Depois que encontramos o guia, nos deparamos com a trilha que leva até o topo do Uluru. Os aborígenes pedem para que as pessoas não subam, mas mesmo assim, como o parque é gerenciado por homens brancos que acabam ganhando dinheiro com as visitas, as pessoas sobem. Principalmente, os orientais, porque fecham pacotes em seus países que incluem esta subida perigosa. Ela é tão íngreme e cansativa, que algumas pessoas já caíram e morreram… faltam somente alguns acidentes acontecerem para esta subida ser fechada para sempre! Coisa de louco.. ah…e tem gente também que acaba fazendo xixi e cocô lá em cima, depois de tanto tempo de exaustão…uma falta de respeito sem tamanho. Apreciamos bastante o visual, tiramos as fotos permitidas e depois seguimos o guia pelo restante da trilha, até completarmos a volta inteira. Nesta parte do passeio, ele nos contou detalhes de rituais dos aborígenes, explicou algumas marcações na rocha, entre outras coisas…é muito mistério para um lugar só. Adoramos! Saímos de lá e fomos com nosso mini bus até um estacionamento bem longe, de onde é possível apreciar a mudança da cor do Uluru, com o pôr do sol acontecendo. Que coisa linda…. Ele começa quase vermelho terra e vai ficando marrom, marrom, marrom até que quase some na escuridão da noite enluarada. Durante o processo de apreciação, fomos surpreendidos com um jantar MARAVILHOSO elaborado pelo nosso guia, em um panelão e um fogãozinho elétrico muito básico. Comemos que nem peões e depois começou o processo de lavagem dos pratos. Pasme – é uma grande balde com água, onde todos lavam os pratos, ou seja, os últimos terão seus pratos provavelmente mais sujos do que se não tivessem lavado-os. Nojento né, mas tivemos que abstrair. Pelo menos a comida estava boa! Quando o jantar acabou, fomos para o bus e seguimos para um lugar de camping com banheiro, pelo menos. Que frioooooo que fazia…. Tomamos nossos banhos super rápido (pelo menos a água era quente) e nos vestimos com algumas roupas de frio (devia estar fazendo uns 2 graus). Ficamos todos ao redor da grande e única fogueira, com nossas cervejas e biscoitos, conversando alto, contando piadas e curtindo aquele momento aventura. Fomos interrompidos pelo guia, que nos entregou nossos sacos de dormir e um swag, que é uma proteção para o saco. Ele nos explicou como montar e nos avisou que no dia seguinte nos acordaria muito cedo, mas que não iria dizer a hora, para ninguém se programar ou ficar assustado. Assim que ele falou isso, fomos direto para “cama”. Nossos sacos de dormir ficaram com a parte do travesseiro para dentro da roda, onde estava a fogueira, então a sensação térmica estava até gostosa. O problema foi de madrugada, quando a fogueira apagou e quando eu percebi que estava com muito, muito frio. Nunca passei tanto frio na vida…percebi que não estava com todas as minhas roupas de frio e que não tinha fechado completamente o saco e o swag. Que erro, meu Deus… acordei Celo, que estava bem ao meu lado e ele também estava com muito frio…fizemos companhia um para o outro até voltarmos a dormir, com sons de ronco e insetos por toda a parte. Super romântico! =) Dia 3- sábado (16/06/2012) Fomos realmente acordados muito cedo (acho que eram umas 4h) pelo nosso guia frenético, como se estivéssemos no exército. Tínhamos 30 minutos para nos arrumarmos e entregarmos os sacos de dormir e swag para ele, ou seja, uma correria danada. Banho, nem pensar…apenas escovar os dentes, arrumar o cabelo e trocar uma ou outra peça de roupa. Com todos prontos e sonolentos, partimos novamente para o estacionamento do dia anterior, para ver o Uluru ao nascer do sol. Chegamos lá e nosso guia preparou um café da manhã também maravilhoso. Tipo, tudo é muito básico, sabe, mas estava tudo muito gostoso, apesar do frio de lascar que estava fazendo. O visual do Uluru durante o nascer do sol também é alucinante. Cada mudança de cor mexeu com a gente de uma forma….eu achei incrível a experiência. Valeu cada perrengue da noite anterior. De lá, partimos para o Valley of the Winds (longe pra caramba – eba! deu para dormir), lugar muito lindo para fazermos uma caminhada longa, longa, longa….Estava muito frio ainda, então fomos completamente encasacados. No entanto, quando passou 1 hora de caminhada, eu já queria largar os meus casacos lá mesmo, de tanto peso e cansaço que estava sentindo. Ficamos algumas horas andando, apreciando o visual árido e o silêncio ensurdecedor. Tentamos acompanhar o grupo, mas eles realmente estavam em mais boa forma do que nós. Ficamos um pouco para trás, mas nada que fosse muito desesperador não… no final, todos esperaram um pouquinho por nós para termos a nossa famosa foto do grupo. Almoçamos wraps (não tão bons) e voltamos para a estrada. Passamos por um salar um pouco distante da estrada, mas deu para o Celo ter a ideia do que seria um salar. Ali perto, paramos para catar mais lenha e ir em busca de uns bichos que eles às vezes encontram na terra… confesso que não dei muita importância para esta última atividade. =P Saímos de lá frustrados por não ter encontrado nenhum e voltamos para a estrada, onde ficamos por algumas horas até chegarmos ao camping. Lá, tomamos nossos banhos rapidamente e fomos preparar o nosso jantar, junto com o coitado do guia. Eu fiquei responsável por descascar e cortar as batatas, a outra menina ficou responsável pelas cenouras, o guia pelo arroz e outro menino pelo aquecimento da panela, na própria fogueira. O prato ficou uma delícia, ainda mais com o clima de aventura, com todos sentados ao redor da fogueira no meio da nada, com nossas cervejas e histórias sobre as experiências de cada um…momento único. Quando vimos que o guia estava indo se deitar, nos preparamos para dormir também. Fomos ao banheiro, clonge para caramba, no meio do breu com uma mini lanternam, colocamos todas as roupas de frio possíveis e voltamos para nossos sacos de dormir. Dessa vez, fechei o saco de dormir todinho, assim como o swag, e dormi como uma pedra, mesmo com o frio danado que estava fazendo do lado de fora. Dia 4 – domingo (17/06/2012) Mesmo esquema da manhã anterior. Fomos acordados aos gritos e tivemos 30 minutos para nos arrumarmos e entregarmos nossos sacos de dormir. Tomamos um rápido café da manhã e fomos para o ônibus, rumo ao Kings Canyon. O objetivo era ver o nascer do sol lá de cima do canyon, que lemos que era espetacular. O guia nos explicou que tínhamos uma longa subida pela frente, mas como estava muito frio, decidi manter todas as minhas roupas de frio no corpo. Maior erro da minha vida. Começamos a subida e logo percebi que estava bastante pesada e sem elasticidade, por causa da quantidade de roupas que estava usando. Continuei indo até que comecei a passar muito mal, com muita falta de ar. As pessoas continuaram subindo, mas o guia parou comigo, para tentar me dar apoio moral. Conforme continuava subindo, a dor do peito e a falta de ar pioravam e fui obrigada a parar, preocupada com a minha vida. Só que, por mais que o guia estivesse ali do meu lado, assim como o Celo, sabia que eu tinha que continuar subindo porque tínhamos o objetivo de ver o nascer do sol com toda a equipe. Imagina se eu decepciono todo mundo… Consegui, depois de muito tempo, chegar ao topo. Aff, que alívio… Continuamos caminhando lá por cima até que depois de quase 30 minutos, foi possível ver o nascer do sol. Coisa linda mesmo (pena que não registrei na hora, porque estava preocupada em apreciar…) Dá uma olhada no visual… Saímos de lá e paramos em uma fazenda para andar de camelo e brincar com outros animais. Foi deliciosa a experiência de montar, andar e correr no camelo. Que bicho alto…rs. Vale a pena! Paramos depois em um posto de gasolina para fazermos e comermos nosso almoço. Confesso que não foi tão interessante quanto as refeições no meio do nada, sem nenhuma civilização do lado. Quando acabamos, voltamos para a estrada e dirigimos por algumas horas até Alice springs (fomos dormindo). Chegamos no nosso albergue, tomamos um baita banho quente, arrumamos nossas coisas e fomos dormir. Acordamos com o despertador com a hora marcada do happy hour com o grupo. Nos arrumamos e saimos andando do nosso albergue até o bar indicado pelo guia. Cruzamos com alguns aborígenes nada simpáticos… ao chegarmos no bar, já com todo o nosso grupo, contamos que fomos andando e o guia dos deu um pequeno esporro, porque disse que a cidade não é considerada muito segura a noite. Falou para voltarmos de taxi e assim fizemos, depois de algumas horas de cervejas, risadas e promessas de amizade a distância. Dia 5 – segunda (18/06/2012) Acordamos relativamente tarde, arrumamos nossas mochilonas e saímos para passear um pouco pela cidade, para encontrarmos um lugar bacana para tomarmos café da manhã. Acabamos comendo em um restaurante que tem como objetivo treinar os aborígenes para ajudá-los com a inclusão na sociedade. A comida estava até boa, mas os preços….extorsivos. Saímos de lá, pegamos nossas mochilonas, fizemos check out no albergue e logo o nosso transfer para o aeroporto chegou, como era previsto. Impressionante como eles são pontuais na Austrália! Eita colonização britânica danada… Chegamos no aeroporto, comemos uma besteirinha e em poucos minutos, embarcamos com os corações apertadinhos. Como gostamos de lá…. De longe, a melhor experiência da minha vida. Recomendo muito a todos os meus amigos e leitores, principalmente aqueles mais frescos, sabe…acho que todos temos que passar um pouco de perrengue na vida para darmos valor à qualidade de vida que temos =D
  5. Caaaaa!!! Adorei seu relato!!! To querendo ir em marco com meu namorado... quantos dias vc acha que sao suficientes? Quero passar 10 dias no panama, entao tenho que balancear bem San Blas, Bocas del Toro e outros lugares... Pensei em dormir 3 ou 4 noites em San Blas...da pra conhecer bem, nao? Beijos, Fe http:// www.mochiloesemochilinhas.com
  6. Muito legal o relato!! Estou pensando em ir pra Costa Rica em março deste ano... Fiquei muito interessada nos passeios do Arenal e Manoel Antonio! Com certeza fugirei de Tamagringo...rs. Você tem ideia de quanto gastou nesses 15 dias? Levou dolares? Onde trocou? Beijos! Fernanda Não deixe de visitar meu blog para ler relatos de minhas viagens! http://www.mochiloesemochilinhas.com.br
  7. Pessoal, Viajei com meu namorado este ano (2012) para um mochilão de 30 dias pela Austrália e esta é a parte de Melbourne e redondezas Bjs 1° dia - domingo (03/06/2012) Pegamos o vôo de Queenstown (NZ) para Melboune e chegamos no aeroporto de Tullamarine por volta de 12h. Pegamos um shuttle compartilhado no aeroporto (mais em conta do que taxi) que nos deixou na porta do nosso albergue, o Melbourne Central YHA . Adoramos o albergue, apesar de ele nem ter café da manhã. Estava em obras, então a entrada dele estava um caos, mas os quartos estavam OK e nosso quarto privativo era um luxo só! Confesso que ter ficado 1 semana dormindo em campervan é bem menos confortável do que um quartinho todo cozy...senti até falta. Deixamos nossas coisas no quarto, nos arrumamos e fomos pra recepção perguntar sobre atividades no domingo. Nos falaram que ia ter um jogo de Rugby na cidade por volta de 16h (uhuuu!!) e nos deram a dica de ir antes no Queen Victoria Market. Pegamos o bonde gratuito da cidade, que é uma graça, todo antiguinho. Ele dá a volta no centro da cidade (Melbourne CBD) e é possível pegá-lo a cada quinze minutos, porque tem vários dele. Foi ótimo para nós, porque ele vai a uma velocidade mediana e com o mapa em mãos, foi possível passar por diversos lugares da cidade e não ficar tão perdido. Descemos da estação do mercado, sem nenhum problema. O mercado é incrível....vende desde ostra até imãs de geladeira. É enorme e vende realmente de tudo, a preços super acessíveis. Achamos até barraca vendendo acaí... As pessoas são extremamente educadas e os vendedores muito simpáticos. Dá vontade de comprar tudo!!! Fomos para a seção das comidas, já que estávamos famintos. Passamos por inúmeras lojinhas, mas uma nos chamou a atenção pela quantidade de gente comprando cachorro quente de linguiça. Compramos um para cada e nos deliciamos, porque realmente estava divino. Depois fomos em uma barraca de frutos do mar e ele decidiu comprar ostras, porque achou que estavam com a cara boa (e realmente estavam). Preciso dizer que meu namorado é a pessoa mais fresca do mundo para comer fora de restaurantes, então para ele ter comprado ali, é porque realmente parecia seguro. (e graças a Deus foi!) Ele amou as ostras! Eu não gosto, mas pelo que ele falou, realmente elas eram acima da média das ostras brasileiras que ele já comeu. Depois compramos uma cerveja, mesmo depois que o vendedor nos disse que se a polícia nos visse, poderia dar algum problema.Que sensação boa, viu... comemos bem, pagamos pouco e curtimos muito o ambiente, como se fôssemos locais. Recomendo! Saímos de lá, pegamos novamente o bondinho e descemos em uma estação perto do estádio Melbourne Cricket Ground. Andamos um pouco, passando por diversas casinhas no estilo Victoriano e ao chegarmos no estágio, fomos em busca de ingressos. Conseguimos comprar sem problemas, apesar de estar muito cheio. O jogo era com os times Collingwood e Gold Coast e o primeiro era o favorito. Entramos no estádio, que é um luxo só, e subimos algumas escadas rolantes até chegarmos à nossa seção. Sentamos e ficamos ansiosos esperando o início do recomendado jogo de rugby! Em pouco tempo, o estádio estava todo lotado e o jogo começou. Depois de alguns minutos, nos demos conta de que não era rugby, porque os jogadores não estavam se quebrando, mas sim, jogando a bola com os pés e as mãos. Que coisa doida! Deduzimos que era futebol australiano, mas continuamos perdidos com o placar com diversos números exibidos. No primeiro intervalo do jogo, fiz questão de perguntar para a mocinha em frente o que significavam aqueles números. Depois de uma explicação simpática, foi possível acompanhar melhor o jogo. O jogo durou cerca de 2 horas e Collingwood massacrou o time de Gold Coast. Aconteceram alguns intervalos, o que foi ótimo, porque conseguimos comprar cerveja e ir ao banheiro. Impressionante como durante o jogo, por mais emocionante que estivesse, os torcedores não fizeram barracos e nem xingaram os jogadores, técnicos e afins. Ô povo educado... Saímos do estádio um pouco cansados e com muito frio, mas decidimos voltar andando para nosso albergue e tentar comprar ingresso para um musical que vimos a propaganda. A bilheteria do teatro estava fechada, o que foi frustrante, porque desviamos bastante do nosso caminho original para isso. Descemos a Collins Street, que é a principal da região e paramos no restaurante Nando's, que é um fast food mais arrumadinho e super em conta. Pedimos comidinhas e apesar de ter pedido sem pimenta, sofri demais com a ardência da comida não apimentada deles. Frustrante também. Já tava mais do que na hora de voltar pro albergue... 2° dia - segunda (04/06/2012) Acordamos relativamente tarde e só saímos do quarto perto da hora do almoço. Saímos do albergue em busca de algum restaurante não tão caro para comer e achamos um MARAVILHOSO, apesar de ser um pouco mais caro do que queríamos. O nome dele é Mitre Tavern, que como o nome mesmo diz, é estilo taverna, todo aconchegante. Pagamos as bebidas e comidas antes no próprio bar e ficamos esperando chegar. Que delícia nosso frango a parmigiana com fritas...comemos muito bem! Saímos do restaurante e infelizmente estava chovendo, mas mesmo assim decidimos continuar andando pela cidade. Passamos em praticamente todos os pontos turísticos do centro, apontados no nosso mapa dado pela recepcionista do albergue. É muito fácil e agradável andar pela Collins Street, Bourke Street e suas perpendiculares. A cidade é repleta de prédios modernos misturados com prédios antigos, com muitas lojas de jóias, eletrônicos (apesar de não ter achado nada barato) e restaurantes e bistrôs agradáveis. Passamos por: Royal Arcade (uma galeria de lojas lindíssima!) , Capitol Theatre, Town Hall, Athenaeum Theatre, City Library, Immigration Museum, Flinders Street Station, St Francis Church (primeira igreja católica do estado de Victoria), St Paul's Cathedral, Melbourne GPO (o shopping mais chique da cidade, de acordo com a propaganda deles), Parliament House, National Trust e por 1 minuto, quase conseguimos entrar na St Patrick's Cathedral, que é linda por fora. Foi uma pena mesmo...queríamos entrar, mas o guarda avisou que já estavam fechando. Acho que eram 17h. Este passeio foi um pouco sem planejamento, confesso...pegamos o mapa e fomos seguindo para os pontos que mais chamaram nossa atenção. Nem sequer olhamos se estariam abertos no dia ou até que horário...o importante para nós foi sentir a vibe da cidade. Passamos no Centro de Visitantes que fica na Federation Square e lá é simplesmente incrível! É enorme, tem muitas informações sobre a cidade e região e as pessoas são super simpáticas e parecem realmente felizes em te ajudar. Amei isso na Austrália. Tentamos comprar o ingresso para assistir a um musical da broadway que estava em cartaz, mas não conseguimos de novo, porque já tinha esgotado. Em algum momento, quando nossas pernas já estavam bem cansadas, pegamos o bonde elétrico para chegarmos mais perto do nosso destino para a noite: o CROWN CASINO. Atravessamos uma ponte com um guarda-chuva quase arrebentando, por causa do vento, mas estávamos achando tudo ótimo. Esse complexo Crown é demais! Tem cassino, hotel, shopping, muitos restaurantes e o melhor, tem uma vista incrível para a cidade, que a noite, ficou encantadora com todas as luzes. O lugar é mágico, mas atenção! Você acha que é rico, de tanto glamour que vê...cuidado, hein. Fomos direto para o cassino e decidimos jogar primeiro nas maquininhas. Péssima escolha. Depois roleta e blackack...que sorte tivemos! Mais que dobramos nosso dinheiro (com muita emoção!) e até viramos sócios de lá, para ganhar 10 dólares para aumentarmos nossa fortuna...rs. Depois da sensação de " we did it! ", fomos gastar nosso dinheiro em um restaurante chiquérrimo do complexo, que estava participando de um festival de frutos do mar, o The Atlantic. Que lugar demais... Celo pediu ostras de entrada (que segundo ele, estavam divinas) e para jantar, pedimos salmão e peixe empanado. Tudo delicioso...(também, pelo preço né...) Saímos de lá felizes e satisfeitos e fomos direto para o albergue descansar! Ah...andando! Atravessamos a ponte e logo logo chegamos...ninguém nas ruas...confesso que deu medinho. =( 3° dia - terça (05/06/2012) Acordamos, fizemos o check out e fomos colocar nossas roupas para lavar na lavanderia do albergue. Simples e barato, do jeito que gosto! Ia demorar meia hora para lavar, então decidimos descer e tomar café da manhã onde o nosso albergue tem desconto. Tempo para panquecas deliciosas e facebook para amigos e família. Voltamos e colocamos nossas roupas nas máquinas de secar...mais meia hora. Aproveitamos para ligar para a JUCY para saber se estava tudo OK com nossa reserva. Perguntamos se podíamos fazer um upgrade na nossa campervan, para termos aquecedor (depois da experiência trágica em Christchurch), mas nos informaram que eles não trabalhavam com carros com aquecedor na Austrália. Quase tive um troço...bateu um pânico de passar frio novamente. Tentei explicar para a moça sobre o ocorrido na NZ, mas ela me tranquilizou dizendo que a AUS era mais quente que NZ. Ufa! Conversamos um pouco com os recepcionistas sobre a nossa viagem para a Great Ocean Road, Phillip Island e Yarra Valley e ficamos bem animados com o que ouvimos. Fizemos hora no terraço do albergue e quando chegou perto da hora de tirar as roupas da secadora, voltamos para a lavanderia. Guardamos as roupas nas mochilas e seguimos com elas para a Flinders Street Station, de onde pegamos um trem que nos deixou bem pertinho do escritório da Jucy. Nos decepcionamos um pouco com o tamanho e conforto do escritório deles, já que tivemos como referencial os escritórios da NZ, que são muito bacanas. Masssss...não era hora de nos preocuparmos com isso. Pegamos nossa campervanzinha (menor que a da NZ) e fomos sendo guiados pelo bendito GPS até a estrada em direção aos 12 apóstolos. A estrada é excelente, como já era esperado. Paramos em Torquay, uma cidadezinha fofa, para almoçar e esticar um pouco as pernas. Almoçamos em um restaurante familiar bem perto do supermercado Woolworths e depois passamos no super para comprar snacks e refeições para fazermos na campervan durante a viagem. Como as coisas eram caras...o pacote de pão de fôrma mais vagabundo que tinha: R$9, o tubo de maionese: R$7 (pequeno)...enfim, deprimente. A melhor compra foi um quebra cabeça de 1000 peças (isso mesmo!) por AUS$3. Já até o montamos no Brasil! =D Saímos da cidadezinha e fomos direto para a cidade onde tem os 12 apóstolos. Queríamos ver o pôr do sol de lá, mas como a estada era LINDA nós fizemos questão de apreciá-la com calma, com todas as suas curvas e o penhasco bem desenhado. Nos demos conta de que tinha muito chão pela frente e quando percebemos que não conseguiríamos chegar a tempo para o pôr do sol, ficamos muito frustrados. O pôr do sol de lá é altamente elogiado... Com a noite chegando, comecei a procurar por Holiday Parks no guia que a Jucy nos deu e achei um em Peterborough, cidade um pouco depois de Port Campbel, onde ficam os 12 apóstolos. Fomos direto para lá e ficamos chocados com o breu que estava. De novo, só nossa campervan estacionada e uma casa bem na entrada do holiday park, de onde saiu o dono para nos receber. Cozinhamos nosso jantar e fomos dormir com todo o silêncio ao nosso redor.... 4° dia - quarta (06/06/2012) Acordamos e fomos ver os 12 apóstolos desanimados com o tempo nublado. No caminho, paramos em um mirante com rochas bem bacana e depois na London Arch, ponte de pedras bem legal que vem sendo moldada pelos ventos. Seguimos e paramos no Loch Ard Gorge, que é uma formação rochosa bem interessante, tanto quanto a história do evento acontecido ali há muitos anos atrás (clica no link que você vai entender). Saímos de lá e fomos para, finalmente, os 12 apóstolos. Paramos o carro no estacionamento indicado e pagamos nossas entradas para andar pela região. Andamos pelo caminho construído e conseguimos ver as rochas no mar que são lindíssimas. Elas também estão sendo moldadas pela erosão, então com o passar do tempo, vai existir cada vez menos delas. =/ Achei bastante interessante, mas por causa do tempo nublado, confesso que não achei nada demais. Talvez eu tenha que voltar para melhorar minhas impressões...rs. Saímos de lá e no meio da estrada, nos deparamos com um tanque de gasolina quase vazio. Até paramos em uma cidadezinha por perto, mas achamos o preço muito caro (quase o dobro do normal) e depois de fazer nossas contas, decidimos seguir até a maior cidade, Apollo Bay. Só que, não contávamos com ladeiras, então o pânico bateu. A luz da reserva acendeu e ficamos com muito medo de encalharmos na estrada. Detalhe: além de termos que ligar para a Jucy e esperar por alguém para nos resgatar, teríamos que pagar uma multa por ter ficado sem combustível. Dado que tudo na Austrália é caro, fiquei mais desesperada ainda com o possível valor dessa multa. Eis que, meu namorado muito malandro, decide brincar com o carro automático e fica colocando-o em "neutro", quando estamos descendo as ladeiras, achando que vamos economizar combustível. Depois de algum tempo fazendo isso, o carra desligou no meio da descida e ficamos sem freios. Pânico total. Achei na hora que íamos descer ladeira abaixo e poderíamos nos estrepar, mas graças a Deus, o Celo conseguiu parar o carro no acostamento e ficamos aliviados. Depois de algum tempo, tentamos ligar o carro e ele funcionou! Que alívio, viu...ligou e andou, o que significou para nós que o combustível ainda estava lá. Fomos devargazinho, sem brincar com a marcha automática e felizmente, chegamos a Apollo Bay, onde logo fomos para o posto de gasolina. Ufa! Enchemos o tanque e seguimos estrada, até Queenscliff. De lá, pegamos o último ferry boat (ô sorte!) até Sorrento. Que passeio delicioso... o ferry boat é lindo, todo moderninho, fazendo jus ao preço cobrado (AUS$69 para o carro e nós dois). Olha só: Chegamos em Sorrento e procuramos por hotéis e Holiday parks, mas não encontramos nada aberto, por causa da hora. Tivemos a brilhante ideia de procurar pelo GPS (isso mesmo!) e encontramos um ainda em funcionamento. Ligamos para lá para confirmar se ainda podíamos fazer o check-in e graças a Deus disseram que sim. Fomos muito bem recebidos por uma senhora e sua gatinha linda, que nos mostrou todas as instalações e nos deu a chave do portão. Precisávamos comer alguma coisa sem fazer muito esforço, então saímos de carro pela cidade e paramos no Subway, que caiu super bem. Voltamos para nosso cantinho e nos arrumamos para dormir. Dia cansativo... 5° dia - quinta (07/06/2012) Acordamos, tomamos banho, café da manhã na nossa campervan e saímos em direção a Phillip Island. Dirigimos um pouco e paramos no Moonlit Sanctuary, muito bem indicado por algumas pessoas com quem conversamos. Esse santuário é uma espécie de zoológico aberto, com animais meio soltos (com exceção dos perigosos) em que é possível interagir bem com eles. Assim que entramos a moça nos explicou que poderíamos dar comida para cangurus, então tratamos de comprar alguns saquinhos de comida própria para eles. Fomos direto vê-los! Logo nos deparamos com 3 cangurus lindos, muito bem cuidados e alegres, bem diferentes do que vimos em Sydney. Aleluia! Era isso mesmo que queríamos ver...eles saltitando, que nem nos desenhos e documentários que já vimos. Nos aproximamos com cuidado, porque nos avisaram que eles eram ariscos, e chegamos bem perto deles. Nos agachamos com comida e câmera em mãos (não na mesma pessoa...rs) e logo um serelepe saltou até nós, interessado na comida, claro. Que delícia a sensação de alimentá-los...ficamos muito animados! Passamos algum tempo ali curtindo esse contato incrível com eles, até que nos demos conta de que tínhamos que ver outros animais... Andamos um pouquinho e vimos muitos wallabies saltando e andando livremente. Esses são marsupiais também e a melhor forma de descrevê-los, na minha opinião, é dizendo que são mini cangurus muito mais charmosos. Os cangurus são meio desengonçados, eu acho, e esses mini são mais jeitosinhos...muito fofos. Ficamos muito tempo alimentando-os também, muitas vezes 3 a 4 de uma só vez. Como são famintos...rs. Saímos da região deles e nos encontramos um wombat solitários, que é um bichinho engraçadinho, apesar de ser muito perigoso. (pelo menos era o que dizia a placa) Depois encontramos um diabo da tasmânia solitário também, que a placa foi bem explicativa: "Não adianta correr, nadar ou subir em árvore. Eu faço tudo muito melhor que você". Tenso... Encontramos dingos também, que são cães selvagens típicos da Austrália. Um era até caolho, coitado... Depois, se não a melhor parte, mas uma delas, foi o contato delicioso com um koala muito, muito, muito gostoso. Quase chorei de tanta emoção ao ficar pertinho dele...No estado de Victoria, infelizmente para nós e felizmente para os koalas, não é possível segurá-los, mas somente alisá-los. Paguei uma graninha para isto, mas digo que valeu cada centavo! Esses bichos são incríveis...eles só comem eucalipto, dormem 18 horas por dia e têm um pêlo de colocar inveja em qualquer gato ou cachorro alimentado com a ração mais cara do mercado. Simplesmente divino! =D Ficamos alguns minutos alisando o koala, tiramo muitas fotos e logo fomos expulsos do canteiro, pois tinham algumas pessoas na fila que queriam fazer o mesmo. Voltamos para brincar com os cangurus e nos despedimos do diabo da tasmânia também....Recomento muitooooooooo este santuário!! É incrivelmente organizado e os animais são muito lindos. Continuamos na estrada em direção ao parque de onde é possível fazer a excursão para ver a chegada de milhares de pinguins pequeninos. Estávamos muito ansiosos e como não encontramos nenhum lugar aberto para comer e não tínhamos os ingressos da excursão, decidimos ir até o local de onde saem as excursões. Chegamos lá e aproveitamos logo para almoçar (fish and chips, as always), porque a fome tava absurda. Depois, fomos até a bilheteria e compramos o Ultimate Penguin Tour, que era a excursão mais cara,mas em compensação, ficaríamos ao lado dos pinguins (na areia mesmo), quando eles chegassem do mar a noite. Valeu cada centavo! Primeiro fomos chamados para uma salinha, onde o nosso guia explicou a excursão e toda a história do lugar. Há algum tempo atrás, o homem trouxe raposas para a região e elas são hoje a maior ameaça aos pinguins. É totalmente liberada a caça às poucas raposas que ainda existem na ilha... O que acontece é que essa ilha não é bem uma ilha, ou seja, dá para chegar de carro lá. Daí o que eles fizeram, para proteger os pinguins, foi retirar todas as casas e moradores da região e deixar o lugar somente para os pinguins fazerem seus ninhos ( e para os turistas visitarem este fenômeno de migração). Os carros, animais domésticos e outros fatores foram responsáveis por uma grande queda no número de pinguins da espécie que visita a ilha, então nada mais justo do que expulsar essa galera toda para salvá-los. Muito lindo isto... Bom, a explicação da excursão é a seguinte: Nós vestimos roupas corta-vento (porque venta muito!!), usamos lanternas binóculos próprios para a noite e levamos cadeirinhas portáteis, para montar na areia, quando estiver na hora de assistir à chegada dos pinguins do mar. Demais, né... Pronto. Saímos de lá com um carro deles, que nos levaram para ver onde as pessoas que pagaram para sentar na arquibancada (mais barato) ficam. Depois nos deixaram do outro lado da ilha, onde fizemos uma caminhada até uma área estratégica na areia. Sentamos e ficamos esperando os pinguins chegarem. Em questão de 10 minutos, eles começaram a surgir do mar e andar até seus ninhos, criados na areia ou na vegetação bem rente à areia. Foi muito legal vê-los de tão perto, naquela escuridão, com todo o equipamento especial... Não podíamos fazer barulhos e nem movimentos bruscos para não assustá-los, então foi praticamente 1 hora congelados assistindo essa coisa linda acontecer. AMAMOS!!! Os movimentos deles, os sons, o breu, o vento...toda a experiência foi incrível. Recomendo muito!! É uma pena não poder tirar fotos sem flash ou gravar os sons dos pequenos...só indo mesmo para entender. Aqui só tem fotos da vista... Saímos de lá (da areia) e no caminho até a casa de onde saímos, foi possível cruzar com alguns pinguins indo até seus ninhos. Ouvimos muitos sons também, que segundo nosso guia, variavam de sons de acasalamento até brigas entre eles. Nós com nossas lanterninhas e uma escuridão imensa, com um barulho danado...hahaha...demais! Voltamos para a estrada e dirigimos até Yarra Glen, porque tínhamos agendado a nossa excursão de balão para o dia seguinte, às 5h da manhã. Isso mesmo...cedo pra caramba. Depois de algumas horas na estrada, chegamos na cidade, mas estava tudo um breu. Começamos a ligar para alguns hotéis que tinham no nosso guia, mas nenhum nos atendeu, talvez por causa da hora. Encontramos um no meio do caminho e decidimos arriscar, entrando com o carro. Fomos recebidos por um senhorzinho sonolento, que nos acolheu super bem. Pagamos mais para ele até, porque pedimos qualquer comida que ele tivesse no hotel. Êta fome! Tanto o quarto quanto o jantar caíram super bem...dormimos que nem anjo, pena que foi por poucas horas...rs. 6° dia - sexta (08/06/2012) Acordamos às 4h30, nos arrumamos rapidamente e saímos correndo para a vinícola de onde sairia nossa excursão do balão. Chegamos 5 min atrasados, mas o grupo todo nos esperou, por sorte. Seguimos para o carro da empresa, que carregava em sua caçamba, o nosso balão. É...isso mesmo. Uma grande desta de piquenique e toda a parafernalha do balão eram levados dentro de uma caçamba por nós mesmos. Dirigimos por alguns minutos e paramos em um local, junto com outras empresas concorrentes, para soltar um balão de hélio com um sinalizador vermelho. O guia da excursão ficou observando a direção e a intensidade do vento, assim como os outros guias. Depois de algumas conversinhas, ele voltou para o carro e dirigiu até outro local (um terreno bem grandinho) Daí parou e pediu para nós descermos, que a aventura ia começar. Por volta de 6h da manhã, todo mundo teve que ajudar a montar o balão e isso implica em: tirá-lo da caçamba do carro, desenrolar o tecido do balão, segurar cordas, aguardar o piloto do balão enchê-lo...etc. Neste processo, confesso que não ajudei muito. Estava sonolenta e queria registrar o momento, então fiquei um pouco afastada, tirando vídeos e fotos de todos. Coitado do Celo... Depois de quase 1 hora de montagem, estávamos prontos para voar. O piloto mandou nós entrarmos, um de cada vez, só que rapidamente, para que não corrêssemos o risco do balão sair voando sem alguém... Fizemos isso, e em menos de 5 minutos, já estávamos muito no alto. Muito mesmo...é assustador como o balão sobe rápido. Preciso dizer que deu medo sim...o lugar onde ficamos em pé, com mais 8 pessoas, é uma cesta de piquenique bem maior. Ela é toda de madeira e parece que vai desmontar (só eu pensei nisso, eu acho). As pessoas que ficam bem embaixo da paradinha onde o fogo acende têm seus cabelos queimados (não deixe de levar boné) rs. Ainda bem que fiquei na lateral e não tive muitos problemas. Bom, a vista de lá é incrível. Uma cidadezinha fofa embaixo, com casas bem maneiras e depois de um tempo, vinícolas e fazendinhas. Pena que o tempo estava nublado...imagino que com sol fica muito melhor! =D Depois de 40 minutos de vôo bem agradável, começamos a nos preparar para descer. Só que, nos deparamos com ventos de surpresa e com algumas árvores que não deixavam a gente pousar onde queríamos. Ficamos mais meia hora tentando pousar em um lugar seguro, o que foi bem emocionante....rs. Tentamos, mas as vacas não nos deixaram pousar ali.. Acompanhamos de cima o carro com a caçamba que carrega o balão desmontado. Ele nos seguiu por terra durante todo o processo de pouso. Assim que pousamos, tivemos que desmontá-lo todinho e colocá-lo no carro, para que o próximo vôo pudesse ser feito. Muito bacana todo esse procedimento. Seguimos com o carro da excursão até a vinícola, onde brindamos com champagne e tomamos um café da manhã maravilhoso. Também...estávamos com uma fome danada, dado que acordamos 4h30 da manhã. =P Depois do café da manhã, decidimos ir até o Mount Baw Baw, para esquiarmos. Seriam algumas horas de estrada, mas não estávamos cansados, então achamos que seria bacana. Fomos indo, indo, indo...até que nos deparamos no meio da estrada, quase chegando no Mount Baw Baw, com placas sobre a obrigatoriedade do uso de correntes nas rodas dos carros. Entramos em pânico, porque não tínhamos correntes na campervan (deveríamos ter pedido) e os lugares que diziam vender, estavam fechados. A multa se fôssemos pegos pela polícia sem correntes era de alguns mil dólares australianos. Achamos que não valia a pena arriscar e decidimos voltar, muito frustrados... Chegamos depois de algumas horas em Yarra Glen e fomos conhecer as vinícolas. Conhecemos a Graeme Miller, um vinícola menorzinha, familiar e a Balgownie Estate, maior e mais chique. Nas duas, nós provamos os vinhos e compramos os que mais gostamos, depois de sermos bem atendidos. Saímos da última vinícola e fomos para Healesville, cidade maior que Yarra Glen, em busca de um lugar legal para comermos. Paramos em uma pizzaria muito legal, meio rústica, que não consigo lembrar o nome de jeito nenhum. Fomos muito bem atendidos e servidos...pedimos até recomendações de hotéis baratos para ficarmos. Recebemos uma lista de indicações e depois de ligarmos e visitarmos alguns, paramos em um motel bem na estrada, que foi bem em conta e era muito aconchegante. Dormimos muito bem =D 7° dia - sábado (09/06/2012) Acordamos relativamente cedo, tomamos café da manhã improvisado e pegamos a estrada em direção a Melbourne, porque tínhamos que entregar a campervan até 12h, para não pagarmos multas. Dirigimos com calma e pouco antes de chegamos em Melbourne, pegamos retenção no trânsito. Ficamos um pouco preocupados, mas tudo correu bem...chegamos na loja 15 minutos antes de 12h. Arrumamos nossas coisas e deixamos o carro em perfeito estado para a entrega. De lá, com os mochilões na costas, pegamos o trem para a região do nosso antigo albergue e cassino. Chegamos lá e tentamos deixar nossas mochilas no locker, mas não deixaram pois não estávamos mais hospedados. Perguntamos sobre o transporte para o aeroporto de Avalon, que é em outra cidade, já que nosso vôo para Brisbane era naquele dia 22h. Descobrimos que o ônibus que faz o trajeto até esse aeroporto não estava funcionando neste dia (não lembro exatamente porquê) e que taxi até lá custaria entre AUS$100 e AUS$150, ou seja, fora de cogitação. A recepcionista do albergue nos deu a dica de um trem diário que vai até lá e do locker na estação de trem, onde poderíamos deixar nossas coisas. Saímos do albergue direto para a estação do trem, porque não víamos a hora de nos livrar das nossas mochilas bem pesadinhas. Compramos o tal trem indicado e depois alugamos os lockers necessários. Livres, fomos direto para o cassino, para fazermos hora até nosso trem, que era às 18h40. Chegamos lá e depois de algumas partidas na roleta e no blackjack, ganhamos AUS$150! Nos sentimos tão ricos =D Decidimos gastar boa parte desse dinheiro comendo um banquete de frutos do mar, oferecido no restaurante dentro do cassino mesmo. Comemos muito bem ... que saudade...rs. Saímos do restaurante e voltamos pro jogo. Quase perdemos o trem, por causa da empolgação com a roleta. Saímos do cassino 18h25 (dez minutos depois do combinado) e por um milagre, conseguimos chegar na estação de trem, retirar nossas mochilas e entrar no trem. Questão de 2 minutos para o bichinho partir...que alívio! (Nunca mais quero passar por isso!) Chegamos bem na estação de trem perto do aeroporto e de lá pegamos um taxi. Fizemos o check in e ficamos mofando na sala de embarque. Deu tempo de jantarmos, jogarmos em maquininhas safadas (porque só perdemos dinheiro) e de entrarmos na internet para dar notícias para nossos amigos e família. Nosso vôo, para variar saiu na hora para Brisbane. Dormimos que nem pedras =D
  8. Pessoal, Mais um post no blog. Dessa vez Melbourne, Great Ocean Road, Phillip Island e Yarra Valley. Não deixem de conferir!!! =D
  9. Olá!!! Fui a Visconde de Mauá com meu namorado no feriado do dia 20/01/2012 e coloquei tudo o que fizemos no blog http://mochiloesemochilinhas.com Não deixe de conferir! Tem dicas do camping, restaurante, cachoeiras... Foi uma delícia! Beijos
  10. Tanto Assunção como Ciudad del Este tem cassino!! Achei ótimos, dado que não temos nada aqui! Dá pra jogar roleta com 1 real, bicho...muito bom!!
  11. Pessoal, Fui a Queesntown, na Nova Zelândia e AMEI! O lugar é incrível com sua beleza natural e suas possibilidades de passeios e coisas para fazer! Amei e recomendo a todos. Coloquei a descrição do meu roteiro no meu blog, para quem interessar... http://mochiloesemochilinhas.com/2012/10/24/queenstown-em-4-dias/ Beijos!
  12. kkk....verdade! Acho que valeu sim, pelo menos para acertar a imagem que eu tinha do Paraguai. As pessoas tendem a achar que lá é pobre e não tem nada maneiro...eles têm CASSINO e a gente não!!! Preciso falar mais alguma coisa!?!? =) Eu não curto voltar para os lugares que já visitei , então não acho que voltaria...só se rolar uma passagem muito barata para eu ir jogar no cassino e quem sabe faer compras mesmo, que é forte do lugar. Veremos... Bjs
  13. Fala pessoal, No feriado do dia 12/10, decidi ir ao Paraguai com o único objetivo de passear e conhecer lugares interessantes. Foi difícil encontrar o que fazer, já que todo mundo só fala em fazer compras... e eu fujo delas! rs Aqui no mochileiros encontrei algumas dicas que me foram muito úteis! =) Se quiser saber o que fiz no feriado de 12/10/2012 a 15/10/2012, dá uma conferida no meu blog: http://mochiloesemochilinhas.com/2012/10/18/asuncion-san-bernardino-ciudad-del-este-e-foz-do-iguacu-em-3-dias/ beijos!
  14. Pessoal, Coloquei o que fiz nessas 3 cidades em 2011 no meu blog...tem fotos, links, dicas...dêem uma olhada: http://mochiloesemochilinhas.com/2012/10/09/santiago-vina-del-mar-e-valparaiso-em-3-dias/ Vou escrever mais um post sobre Santiago, pois fui em 2010 também, quando fiz mais passeios... Beijos
  15. Pessoal, Meu blog deixou de ser mochiloesemochilinhas.wordpress.com e agora eh mochiloesemochilinhas.com Nao deixem de conferir as fotos, dicas e muito mais! bjs
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