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  1. Beto, Concordo com você, gosto é gosto. Conheço muitas pessoas que adoram o lugar e por isso mesmo eu criei muitas expectativas, meu relato foi sobre experiência pessoal e no meu caso não deu muito certo. Uma pena! Espero que você goste e quando for não esqueça que nos dizer o que achou! Boa viagem!
  2. Em agosto eu já estava com minha viagem para Gramado definida. Foi através de relato daqui do Mochileiros que decidi incluir Cambará do Sul e os canions! Só consegui visitar o Fortaleza, porque fiquei tão impressionada com a vista e a sensação de paz do lugar que quando me dei conta fiquei por lá umas 5 horas no total e ficou tarde para conhecer o Itaimbezinho. Simplesmente maravilhoso, valeu muito a pena e eu indico para as pessoas fugirem do roteiro básico de Gramado e colocar o pé na estrada rumo aos canions. Fiz um relato da minha viagem e as fotos estão no flickr para quem interessar! http://www.werocktour.com/viagens/em-gramado-saia-do-roteiro-basico-e-conheca-o-canyon-fortaleza/ Beijos a todos!
  3. Em agosto eu já estava com minha viagem para Gramado definida. Foi através de um relato aqui do Mochileiros que decidi incluir Cambará do Sul e os canions! Só consegui visitar o Fortaleza, porque fiquei tão impressionada com a vista e a sensação de paz do lugar que quando me dei conta fiquei por lá umas 5 horas no total e ficou tarde para conhecer o Itaimbezinho. Simplesmente maravilhoso, valeu muito a pena e eu indico para as pessoas fugirem do roteiro básico de Gramado e colocar o pé na estrada rumo aos canions. Fiz um relato da minha viagem e as fotos estão no flickr para quem interessar! http://www.werocktour.com/viagens/em-gramado-saia-do-roteiro-basico-e-conheca-o-canyon-fortaleza/ Beijos a todos!
  4. Em agosto eu já estava com minha viagem para Gramado definida. Foi através do seu relato que decidi incluir Cambará do Sul e os canions! Só consegui visitar o Fortaleza, porque fiquei tão impressionada com a vista e a sensação de paz do lugar que quando me dei conta fiquei por lá umas 5 horas no total e ficou tarde para conhecer o Itaimbezinho. Simplesmente maravilhoso, valeu muito a pena e eu indico para as pessoas fugirem do roteiro básico de Gramado e colocar o pé na estrada rumo aos canions. Fiz um relato da minha viagem e as fotos estão no flickr para quem interessar! http://www.werocktour.com/viagens/em-gramado-saia-do-roteiro-basico-e-conheca-o-canyon-fortaleza/ Beijos a todos!
  5. Esse seu roteiro é maravilhoso e conheço apenas BU. Antes de ir para a capital argentina, pesquisei muito sobre esse meu destino, mas ao chegar lá é que me deparei com algumas situações que só na prática conheci. Portanto seguem aqui algumas dicas, espero que lhe ajude aí na sua trip e quando voltar não esqueça de compartilhar sua aventura por aqui. Transporte: Não sei se será o seu caso, mas fique esperta com os golpes que os taxistas costumam dar nos turistas. Portanto sugiro que utilize o transporte público, que é barato e serve bem quase toda a cidade. As passagens podem ser compradas antecipadamente na Manuel Tienda Lion. Moedas: Nunca ande por BU sem moedas nos bolsos, acredite, nessa cidade você precisará e muito delas, tem lugares que não aceitam notas. Notas falsas: Troque dinheiro de preferência no Banco de La Nacion, taxa honesta e não corre o risco de receber nota falsa, que é um "costume" entre os portenhos. Telefones: Se quer economizar, use os locutórios vermelhos que ficam em bombonieres e mercados. Além de ter as melhores taxas, tem um display que informa quanto você gasta a cada minuto. Fuja dos da Telefonica porque são mais caros. Manifestações e Dengue: BU tem muita manifestação nas ruas e principalmente perto da Casa Rosada, é uma loucura ser surpreendido do nada com uma passeata, além de ser perigoso. Assim como no Brasil a Argentina tem epidemia de Dengue, volte e meia você se depara com campanhas de conscientização nas ruas. Tomadas: Se for usar para celular ou outro aparelho compre um adaptador por lá que é bem barato, afinal todas as tomadas são trifásicas incompatíveis com as nossas. Tudo lá é 220V. Bom, acho que é isso, espero que tenha ajudado. Se quiser saber mais, postei algo mais completo no meu blog. Segue o link: http://www.werocktour.com/viagens/6-coisas-que-voce-deve-saber-antes-de-viajar-para-buenos-aires/
  6. O melhor relato sobre a Àfrica do Sul que já vi! Depois do que li, começo a pensar em incluir nos meus roteiros. A qualidade de suas fotos é espetacular. Qual máquina você usa? http://www.werocktour.com
  7. Temos viagem programada para Gramado agora em Setembro 2010. Depois de ler vários relatos sobre Cambará do Sul e Aparados da Serra, ficamos impressionados com a beleza do lugar. Nosso pacote é para Gramado e Canela, mas queremos também fugir dos passeios típicos dos turistas e aproveitar para ir em lugares diferentes. Eis as perguntas: Saindo de Gramado de carro conseguimos visitar os canions em um bate volta? Em caso negativo,tem pousadas para passar a noite com preços em conta, afinal o pacote já passou do nosso limite de gastos. Rs Valeu www.werocktour.com
  8. Simplesmente maravilhoso. Você me inspirou a ir a todos esses lugares. Em Setembro vou para Gramado, ficarei 4 dias e estava quebrando a cabeça em como colocar tantos lugares para se conhecer em apenas 4 dias. Aluguei um carro e depois do seu relato já fechei um dia inteiro nos canions, mesmo que que para isso eu deixe de ver os passeios clássicos da rota Gramado/Canela. De carro então consigo fazer esse roteiro né? De caminhada foram muitos km? Acesso fácil para pessoas comuns? rs bjos www.werocktour.com
  9. Julia, Te apoio! Com certeza repetiremos a dose. Quem sabe nos esbarramos por lá!
  10. Fomos os felizardos ganhadores de uma promoção do twitter que dava direito aos seus seguidores, uma viagem de um final de semana à Paraty, com acompanhante para aproveitar o Bourbon Festival Paraty 2010 que reúne em três noites nomes nacionais e internacionais do Jazz, Blues, Soul e R&B. Nunca acreditamos em promoções mas ficamos surpresos e claro extremamente felizes quando recebemos a notícia. Daí em diante, tantas histórias surgiram... O festival começava dia 28 de Maio e terminava no dia 30. O que esperar de Paraty? Uma Ouro Preto com praia? Não, e até agora não temos palavras para descrever. Como foi uma viagem nada planejada, passamos por algumas ciladas. Nos perdemos na ida, usamos a pior rota de chegada e ainda levamos um calote! Depois de uma semana estressante em São Paulo, não víamos a hora de colocar o pé na estrada. Tínhamos duas opções de rota, ir pela Rio-Santos, que era a mais longa (1 hora a mais de percurso) e a mais bonita já, que ela segue por toda a costa litorânea ou seguir pela Dutra e encurtar a chegada. Optamos pela segunda, porque a ansiedade em chegar falou mais alto, vale também lembrar que tanto o Google Maps quanto nossos GPSs indicaram esse caminho. Depois de Guaratinguetá, deveriamos seguir por Cunha até o destino. No entanto, a divisa de Paraty não chegava nunca. Paramos no primeiro e único posto em kilometros percorridos afim de abastecer e pegar algumas informações. Realmente estávamos no caminho certo, mas ainda teríamos que enfrentar uma estrada de terra de 5km que não deveria ser muita encrenca para nós que já fomos para Visconde de Mauá e adquirimos muita experiência no assunto. Mas a estrada é pura pedra e lama, um percurso de 5km levou 1 hora para ser percorrido e ainda como saldo tivemos um pneu furado, não fosse o fato de ser um caminho deserto, tivemos a sorte de encontrar um casl também perdido e assustado que nos ajudou a sujar a mãos de graxa. Por isso hoje recomendamos: Peguem a Rio-Santos. Ah sim, a pousada, como eu disse acima ganhamos o pacote completo com a estadia inclusa. Nos hospedamos na Porto Imperial que fica bem no centro histórico de Paraty a poucos metros do palco armado para o Festival. Sua entrada é acanhada, mas o conforto, hospitalidade, atendimento e decoração são impecáveis! Em estilo colonial, esse casarão bem preservado nos remete ao passado. Cada canto do lugar é charmoso, desde os jardins internos, sala de massagem, spa, sauna, loja de vinhos e a piscina! Essa merece destaque, com uma jacuzzi acoplada. Cada quarto tem o nome de personalidades ilustres brasileiras. O que ficamos chamava “Emilinha Borba”. Puro luxo! Todos os funcionários eram solicitos e nos faziam sentir muito especiais! Local aconselhado para qualquer pessoa de bom gosto! Fomos dar uma volta pela cidade. A boa fama da noite de Paraty foi comprovada! Totalmente delicioso passear pelo centro histórico recheado de cafés, restaurantes, lojas de artesanato e artes. As ruas são todas de pedra, salto alto e sapato desconfortável nem pensar! De chinelo já é uma dificuldade! Como a cidade era anfitriã do Festival de Jazz, estava bem cheia, pelas ruas o grupo Buskers anima as vielas com músicas instrumentais de todos os gêneros. Todas as ruas são bem parecidas, então ás vezes temos a sensação de andar em círculos. Alguns fatos são peculiares na cidade, mesmo sendo um local predominantemente turístico, o atendimento não é dos melhores, salvo exceção na Pousada que ficamos que difere de tudo que presenciamos na região. Sentar em uma mesa e o garçom passar por você diversas vezes, fingindo que não te viu é comum. Isso deixa os nervos de qualquer pessoa à flor da pele. Haja espírito aventureiro! Vá prevenido pois são poucos os lugares que aceitam cartões e se certifique antes de consumir. Novamente caímos na besteira de comer pizza no RJ. Na Pizzaria Taberna eles possuem o logo dos cartões de crédito na parede, mas quando você vai pagar: “Só aceitamos débito”. Se o serviço não vale os 10%, a comida salva! Tomamos umas das melhores caipirinhas de nossas vidas na Cachaçaria VilaReal, um delicioso sorvete de Kinder ovo com Ferrero Roche na sorveteria Miracolo e iscas de um peixe da região chamado Sororoca, parecido com pescada branca, sem espinhas na Escuna Caxangui. Na primeira noite as atrações eram Leo Gandelman & Diogo Poças, Glen David Andrews, Big Time Orchestra e DJ Bebeto! Assistimos parte do primeiro show, nunca havíamos visto Léo Gandelman e foi muito bom, agora nem preciso dizer que nas outras noites quando entrava o DJ estragava tudo! Ainda em São Paulo resolvemos reservar um passeio de escuna, com receio de chegar na hora e não haver lugares disponíveis. NÃO FAÇAM ISSO! Entramos no site da encantadora Escuna Titina que e oferecia até opção de almoço com comida japonesa. Pagamos 50% e o restante seria acertado no embarque. Conseguem imaginar o que aconteceu? No dia marcado, fomos até o Cais da cidade para o passeio em alto mar. Ao lado direito do deque, várias opções de escunas de todos os tamanhos, preços e atrações disputavam aos tapas os turistas. Na busca pela Titina, perguntamos para alguém que nos apontou no lado oposto uma embarcação digamos precária, que perto das demais parecia mais um bote à deriva. Na hora veio uma sensação que era um misto de decepção, arrependimento e frustração. Em seguida o péssimo atendimento de um gringo pra lá de esquisito somado a faixa de “Vende-se” e a possibilidade dele nos encaminhar para outro barco caso aquele não tivesse quórum, veio a certeza de que havíamos caído em uma furada. Óbvio que os termos manutenção e segurança não faziam parte daquilo. Melhor não arriscar, em alto mar se algo acontecer não tem para onde ir! Mais tarde descobrimos que todas as embarcações que ficam no lado esquerdo do deque não tem autorização pela Capitania dos Portos para navegar. Adivinha de qual lado estava a Escuna Titina? Escolhemos outra, desembolsamos no total mais do que queríamos e valeu muito a pena! A Escuna Caxangui nos fisgou porque sua proprietária Ana foi uma excelente vendedora e por ser uma das únicas que não possuia música ao vivo, rala coxa e pessoas quase penduradas por todas os lados! Esse passeio é imperdível! Dura aproximadamente 5 horas percorre a baía de Paraty passando por várias ilhas e praias, repletas de Mata Atlântica. Dentre as ilhas particulares, passamos pela da família do Amir Klink, Roberto Marinho, do dono das duchas Lorenzetti e do Presidente da Fiat no Brasil que construiu uma réplica de um castelo, ou seja, só gente humilde! No roteiro, a primeira parada foi em Ilha Comprida onde a escuna atraca para que possamos pular na água com os peixinhos. Esse é o lugar onde tem a água mais clara da região quase transparente, indescritível a sensação de nadar com snorkel. Em seguida fomos a Praia da Lula que tem esse nem razão de uma lula de 80 metros que foi encontrada por lá. Não existe nenhuma prova o que faz dessa a típica estória de pescador. Não vimos atrativo, afinal era um pedaço de praia comum, então nem descemos para conhecê-la. Depois fomos a Praia Vermelha, com árvores em toda sua extensão que em determinadas épocas dão flores desta cor. Fizemos questão de descer, por que sua paisagem era mais deserta com pedras na encosta onde batiam as ondas. Fomos em um pequeno bote com o capitão da embarcação, Francisco, praticamente Veneza ! A quarta parada em alto mar foi para a refeição e não nos lembramos do nome do lugar. Com a energia reposta, a escuna segue o caminho de volta e passa por outras ilhas, todas com nomes e histórias distintas. Uma que vale a pena relatar é a Ilha do Mantimento, batizada assim porque os portugueses deixavam ali os alimentos quando a maré estava muito alta para chegar ao cais, é nela existe o castelo e também é a ilha mais bonita. Em terra firme, voltando para o hotel: Momento Bizarro. Nos deparamos com Jack Sparrow ou como ele se auto-intitula Pirata de Paraty. Tiramos fotos e trocamos endereços de nossos sites. Afinal, ele tem vários vídeos no YouTube. Encerramos o sábado com uma visita pela cidade, museus e outros pontos turísticos. São tantas lojas que você consegue passar horas olhando de artesanatos à bebidas. Uma ótima pedida é experimentar a cachaça Gabriela, destilado típico de Paraty com cravo, canela e gengibre. Boa viagem!
  11. Com a necessidade de fugir e ir para bem longe dos batuques do carnaval, começamos a procurar diversas cidades em meio a montanhas e natureza. Relevo acidentado o suficiente para impedir a propagação de trios elétricos, micaretas e afins. Tamanha aversão é totalmente justificável (vide nosso perfil) Com as sobras da pesquisa na viagem de reveillon, tínhamos o destino certo: Penedo. Ao contrário do que a maioria acha, Penedo não é uma cidade. A pequena colônia fica a 280km da capital paulista. Região sul do Rio de Janeiro, divisa com Visconde de Mauá, trilha para Resende, Maromba e outros destinos serranos. É um distrito do município de Itatiaia, fundada no meio do Parque Nacional. Ela é famosa por ser a principal colônia Finlandesa no Brasil. Mas desmistificando essa fama, o mais próximo de um galego que chegamos foi uma vendedora albina de uma loja de chocolates. Por ser serrana, esperávamos um friozinho típico e um climinha ameno, mas ao contrário fomos apresentados ao tradicional calor carioca, sentimos em pleno “Rio 40º graus”. Por falar em Rio de Janeiro ele se fez presente seja através do sotaque dos nativos e visitantes, bem como do Piscinão de Ramos, que logo mais detalharemos. Com verba curta, nosso intuito era aproveitar as atrações e trilhas do local, não se limitando apenas a curtir as opções de lazer da hotelaria. Optamos por uma pousada de preço convidativo e fomos surpreendidos por um ótimo atendimento, farto café da manhã e claro uma cama confortável (Oerrrrrrrrrr)! Ficamos na Pousada Challenge, sob nova direção, agora comandada pela simpática Lú .O local tem sauna e piscina aquecida. Fomos extremamente bem atendidos pelas equipe, aqui uma ênfase para a Miriam, o David e a Dirce (Mirdes para os íntimos). Lú, proprietária da pousada Challenge Cansados da viagem, descarregamos as malas e os suprimentos para aproveitar o resto da tarde de nosso primeiro dia em terras fluminenses na pousada. Seres noturnos que somos, partimos para o centro dispostos a descobrir o que a noite finlandesa tem. Ir com tanta sede ao pote só poderia resultar em castigo. Encontramos uma cidade pacata onde os maiores agitos se concetram nas lojas de decoração e artesanato mineiro, restaurantes e lojas de chocolate. Perfeito para quem gosta do combo Comer + Comprar + Dormir. Um fail para este casal(que se consertaria depois). Suprimentos, 4 dias fora de casa requer uma dieta balanceada Como háviamos despertado há pouco. Nos restou o Comer Buscamos por um prato rápido(porção, tábua de frios…) e estávamos sedentos para degustar cervejas diferentes. Escolhemos a Casa do Fritz, restaurante alemão simpático e movimentado. Para nossa surpresa, a variedade de cachaças era maior do que a do líquo que procurávamos. Encaramos aquilo como um desafio e com a sugestão de um garçom sósia do Wando pedimos doses de Erva Doce e Lenda Mineira. Ambas com aromas atraentes mas como não entendemos nada de cachaça nosso comentário se limita em “É das boas”. Com uma porção de filet aperitivo com pão caseiro. Iguaria básica que foi batizada por Drusnake, que para evitar que seu filet aperitivo fosse um prato clichê: Wando fazendo um bico na Casa do Fritz Mergulhe pedaços de pão caseiro na cachaça e em seguida coloque o filé por cima com algumas pitadas de mostarda caseira alemã. Testamos e aprovamos! Não havia mais o que esperar daquela noite, um passeio pelas lojinhas, degustar alguns licores e condimentos a base de truta e encerrar a noite com Sorvete Finlandês que pelo preço astronômico(R$59,00/Kg) poderia ter o gosto diferente do brasileiro. Rumando para a pousada, descobrimos uma cachoeira(ou o barulho dela) a poucos metros da nossa hospedagem, entrou para o roteiro do dia seguinte. Após o café-da-manhã seguimos para nossa recente descoberta. Com o calor que fazia um banho de cachoeira iria agregar. Iria, pois quando chegamos ao local encontramos uma das cenas mais horripilantes e desanimadoras desta viagem. O local, antes límpido, espaçoso e com cheirinho de água com terra molhada foi tomado por uma multidão incontável de farofeiros que só faltavam estacionar os carros em cima das árvores. Vendedores ambulantes com adornos da 25 de março e pasmem, um carrinho de churrasco de gato. O protótipo do Piscinão de Ramos citado logo acima.Resumindo, se você não gosta desse ambiente, fuja das Três Cachoeiras. Três Cachoeiras, vulgo "Piscinão de Ramos" FUJA! Mesmo com tamanha decepção, não desistimos. A idéia era encontrar um lugar com acesso mais difícil afim de evitar aquele calor humano. Começamos a seguir as placas que indicavam para a Cachoeira de Deus, Poço das Esmeraldas, Rio das Pedras, Cachoeiras do Rio Palmital, Cachoeira das Antas dentre outras. Nossa primeira escolha: Três Bacias: No quesito cachoeiras podemos nos gabar, por esse motivo essa não tem nada de especial, serviu como um refresco em meio ao calor infernal que nem o ar condicionado do carro foi capaz de amenizar. Difícil foi achar um cantinho reservado, era menos popular que o “Piscinão”, mas está longe de ser um point de mochileiros. Uma das Três Bacias A tarde foi um day off com o combo piscina + sauna + sol na pousada regados a Heineken, Smirnoff Ice, castanha de caju e Pringles! Um belo almoço, diga-se de passagem. Passada a hora do descanso, em mais uma noite no centro aproveitamos para conhecer a Pequena Finlândia, um empreendimento comercial com arquitetura típica, uma das poucas coisas que nos lembram a origem daquela colônia. Lá está localizada a Fábrica de Chocolate, a Casa do Papai Noel(que não importa o horário, o velho nunca está trabalhando) e um punhado de lojas de artesanato e bugigangas que fecham depois das 22:00h. Combo Piscina + Sauna + Heineken O restaurante da noite foi o Parmezon, como bons paulistanos estávamos a procura de uma boa pizza e nos deixamos levar pelas fotos da entrada. Com um atendimento e um cardápio nada excepcionais pagamos em algo pouco maior que um brotinho o preço de uma pizza grande. Detalhe que não há nenhum aviso alertando sobre o tamanho da mesma. Nunca se esqueça de que São Paulo é o reduto da pizza e a melhor forma de saber que você está no RJ é quando o garçom traz catchup e mostarda para acompanhar a sua refeição. Apesar de tudo, o prato estava ótimo e eles tem uma caipirinha de maracujá de dar inveja em muito barzinho por ai. Passeamos mais um pouco e fechamos o dia. No dia seguinte iríamos ao Parque Nacional de Itatiaia. Despertamos com um calor absurdo. Banho gelado era um luxo, a agua saia morna até mesmo na pia. Cogitamos até um passeio de quadriciclo mas com o termômetro do carro marcando 45,5ºC e o preço abusivo dos passeios a vontade de ficar mais tempo debaixo do ar condicionado foi maior. Seguimos para o Parque Nacional do Itatiaia que fica a 20 minutos de Penedo, pegando Dutra em direção a São Paulo. Esse foi o ponto alto da viagem, a melhor escolha. As terras que hoje constituem a reserva eram de propriedade do Visconde de Mauá e em 1.973, o Ministério da Agricultura fez a aquisição desses lotes e transformou a região no primeiro Parque Nacional do Brasil. Os visitantes pagam para passar o dia e aproveitar toda a fauna e a flora que é vasta, além de desfrutar de restaurantes e pousadas dentro do parque. Pagamos R$10,00 por pessoa e o custo benefício valeu a pena. Após o portal a paisagem é digna de um bom ecoturismo, pelo caminho placas indicam a presença de faisões, onças e outros animais nada domésticos. Não vimos nenhum, a não ser muitas borboletas de cores e beleza em abundância. Cachoeira Véu de Noiva Existem opções diversas pelo percurso a Pedra da Fundação, a Lago Azul, Piscina Maromba, Cachoeira Véu da Noiva, Cachoeira do Itaporani, Mirante do Ùltimo Adeus, Cachoeira Poranga e o Centro de Visitantes, mas a maioria dos acessos estavam fechados, com placas sinalizando o perigo das trilhas e o enorme potencial de ocorrências acidentes e mortes. Diante disso fomos nas trilhas permitidas. Escolhemos a Cachoeira Véu da Noiva, algo imperdível, o acesso se faz através de uma caminhada de aproximadamente 25 minutos em um terreno íngrime, acidentado, escorregadio mas de uma beleza ímpar. Força física e panturrilha potente se faz necessário. Ao chegar um presente para os olhos, sentidos e para o álbum de fotos. A Natureza fez sua parte, as críticas vão para alguns visitantes que deixam lixo de todos os gêneros, encontramos desde latinhas de cerveja até fralda descartável mas nada que apague o brilho do lugar. Vista do Mirante do Último Adeus(foto panorâmica) No caminho de volta, uma parada no Centro de Visitantes com exposições, fotos, maquetes e animais empalhados. Renderam algumas fotos, mas já que o café estava desativado, tornou-se uma parada dispensável. Seguindo a trilha paramos no Mirante do Último Adeus. Paisagem de tirar o fôlego, a vista contempla um resumo do parque: suas serras, lagos, rios, cachoeiras e claro: as borboletas. Antes de voltar para a cidade, fomos atraídos por uma casinha com a inscrição “CHOCOLATE” com letras gigantes na frente mas que não passava de uma lojinha engana-turista com doces nada atraentes e artesanato brega. Famintos e com o parque prestes a fechar(17:00h), fomos “almoçar” no Bella Citta em Penedo. Lugar muito agradável, cardápio variado daqueles que te deixa indeciso na hora de escolher, excelente atendimento e um belo ar condicionado! Que se você não mora por aqueles lados e está acostumado com tanto calor, faz toda a diferença! Pedimos um filet a parmegiana. Mas nossa sugestão vai para o Medalhão ao Molho Madeira com Arroz à Piamontese, simplesmente divino! Na volta para a pousada, demos carona para uma criaturinha peculiar chamada Anna. Noite encerrada com piscina aquecida, sauna, licor de Amarula e muito Rock n’ Roll! Último dia foi reservado para desvendar cada canto do centro. Demos um “rolê” nas lojas de artesanato, compramos algumas bugigangas e especiarias, destaque para a Boneca de Trapo e seu cenário adornado com bonecos que tinham movimentos, os sabores exóticos da Papoula com sua geléia de rosas, azeites aromáticos e patês. Todos livres para degustação, acompanhados de um simpático atendimento. Compramos uma pasta á base de sementes de mostarda e um azeite com nozes, amêndoas e especiarias. [flickrslideshow=]72157623771865244[/flickrslideshow] No Centro Comercial Pequena Finlândia como já descrito um reduto para turistas encontramos uma loja de velas que o design dos produtos fugia ao convencional, somamos pontos no cartão de crédito comprando 3 delas. Enchemos a bagagem com licor de Amarulla e queijo parmesão defumado da loja Cristalizados da Serra, se deixar as atendentes te deixam bêbados e alguns quilos mais gordo, porque faZ em questão que experimente todos os licores disponíveis e as pastas das prateleiras. Se você estiver com o saldo negativo na conta bancária pode economizar uma refeição só com a degustação de lá. No Le Café reencontramos a Anna, aquela hippie nativa e conhecemos o hilariante trio Giovanni, Leandro e Diego responsáveis pelo delicioso e calórico CoffeSkake que na sua composição só ingredientes saudáveis como café, sorvete de creme, leite, calda de chocolate e uma generosa camada de gordura trans chantilly. Nessa cafeteria encontram-se as barras de chocolates com alto teor de cacau, um oásis para os chocólatras de plantão. Ao som de “I Shot the Xerif” demos o último adeus e voltamos para São Paulo Rock City. Tentei colocar um slideshow do flickr no tópico, mas acho que não funcionou. Mais fotos e outros detalhes vocês encontram no nosso blog WeRockTour.com
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