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MichelleLima

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  • Data de Nascimento Setembro 5

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  1. Oi Felipe, eu acho bem casativo um bate-volta Vegas/Canyon. No parque você terá coisas incríveis para visitar, principalmente se pretende passar pelo South Rim. Acho que vale a pena sair de Vegas na segunda (quatro dias são mais que suficientes) e pernoitar em alguma cidadezinha próxima ao parque. Como você deve ter lido no meu relado, eu não fiz esse planejamento e acabei pagando caro em um hotel em beira de estrada. Mas com antecedência, você consegue uma diária em conta e pode fazer os tours sem pressa. A beleza da natureza do Canyon vale a pena, você vai ver. Abs, Michelle Lima
  2. Nossa gente, me perdoem pela ausência, mas jornalista esportivo em tempo de copa do mundo morre de trabalhar. Mas estamos de volta! Rafa, eu fui em julho. Calor, calor, calor, calor! Em Vegas insuportável : 55C!!! Já em San Francisco mesmo no verão a gente acaba usando um moletonzinho: venta demais!!! Acho a data que escolheu ótima porque não vai estar tão quente, talvez um pouquinho frio em San Francisco e Carmel. Mas vale muito a pena por não ser alta temporada. Os preços estarão bem melhores e os lugares não tão cheios. Desses lugares eu só não não fui em Santa Bárbara, não deu tempo... Ótima viagem pra você! Se precisar de alguma coisa é só dizer!
  3. Oi Satangos! me desculpe pela demora em o responder, mas estou viajando a trabalho e quase não tenho tempo para internet. Posso te pedir um prazo até o final de semana para a resposta? Chego em casa na sexta a tarde e já te escrevo. Seu roteiro está muito organizado, essa viagem é uma delícia e quero muito ajudá-lo no que for possível com dicas e sugestões. um beijo, Michelle Simões
  4. Última parada: San Francisco. Ah... San Francisco, simplesmente amamos. É muita vida. Gente andando para todos os lados, ruas cheias, bondinhos, piers, morros e mais morros, linda arquitetura. Chegamos pela manhã e fomos direto ao hotel (não lembramos o nome, ainda bem, porque também não indicamos: é um 3 estrelas no centro, velho, cheira môfo, tem móveis antigos, a cama faz muuuito barulho!rs o nome é em francês e como não sabíamos pronunciar o apelidamos de "princesa isabel" rs). Só deixamos as bagagens no hotel e fomos dar uma volta no centro, andando! Isso é um ponto muito importante: San Francisco é inviável de carro. Muito trânsito e muuuuito difícil achar lugar para estacionar, quando se acha é caro. E andando você não perde nenhum detalhe, além de aproveitar os passeios de bondinhos deliciosos que a cidade lhe oferece. Pedimos informações na recepção do hotel e nas ruas e chegamos até a estação Powell do Bart (http://www.bart.gov/stations/powl/index.aspx), onde sai o bondinho (5 dolares a passagem) pro Fisherman’s Wharf (http://www.fishermanswharf.org/). A gente desce do bondinho quando o motorista informa aos passageiros: “Lombard Street at your right”. Esta é a rua mais mais sinuosa do mundo. Tiremos muitas fotos e descemos até o Fisherman’s Wharf (3 quarteirões de descida com a vista para a Baía de Alcatraz: linda!). O Fisherman's Wharf é um lugar incrível, gente! Cheio de lojinhas, restaurantes, bares com mesas na rua. Ótimo para tomar uma cervejinha gelada, comer um caragueijo baratíssimo (2 dolares!) e delicioso. Continuamos passeando pelos piers até o Pier 39 (http://www.pier39.com/index.cfm), o mais famoso da cidade. Outro lugar cheio de restaurantes deliciosos, lojinhas e tours de barco para a volta (pelo mar) na Alcatraz. Ah, claro, não podemos nos esquecer o cartão de visitar do Pier 39: os leões marinhos e focas! São centenas. Dica: neste pier há um quiosque chamado Pearl Factory onde compramos uma pérola e participamos de um ritual havaiano para a abertura da ostra. É muito legal. Depois eles quiseram nos vender um jóia para pendurarmos a pérola, mas é só dizer que não há o interesse e pronto. Almoçamos no Pier, mais milhares de fotos e pegamos o bondinho amarelo (1.50 dólares - você precisa ter esse dinheiro trocado para colocar na maquininha) e fomos até o Pier 1, onde fica o Ferry Building (http://www.ferrybuildingmarketplace.com/) que é outra delícia de lugar: mais barzinhos, restaurantes, vendinhas, jardins. Já a noitinha voltamos para o hotel, tomamos um banho e dormimos cedo. Tínhamos bebido, comido e andado o dia inteiro pela cidade, estávamos exaustos. No segundo dia, Alcatraz. Já estavamos decidos à tirar uma manhã dos nossos 3 dias em San Francisco para conhecer a prisão. Compramos o ingresso pela a internet no site http://www.alcatrazcruises.com/ e saímos do pier 33, o mais perto do nosso hotel. Leve uma blusa de frio mesmo se estiver calor, porque venta muuuuuito, mas muito mesmo. Há um áudio tour incluso no preço que pegamos quando chegamos na ilha. Super indico esse passeio. A tarde, tudo que queríamos era a tal da liberdade. Resolvemos conhecer a Marina de São Francisco (http://www.sfgate.com/neighborhoods/sf/marina/) e pegamos um ônibus no próprio Pier 33. A caminhada pela praia é uma delícia, optamos por almoçar na Chestnut Street, que é uma rua super charmosa e cheia de gente bonita. Em uma das lojas que paramos o vendendor nos idicou a praia Crissy Field, preferida pelos banhistas e pertinho de onde estávamos. De lá caminhamos até quase a Golden Gate. A vista é linda! À noite voltamos de carro na ponte. E ficamos lá contemplando o cartão postal mais famoso e mais bonito de San Francisco. No terceiro e último dia, pegamos o carro e fomos até a Treasure Island (http://www.sftreasureisland.org/) e passeamos pela ilha artificial da cidade. É muito bonitinha e chamosa, almoçamos por lá e infelizmente a próxima parada foi o aeroporto. Como disse anteriormente, San Francisco é nossa cidade predileta na Califa. Quem tiver a oportunidade de ficar mais tempo, eu garanto, não irão se arrepender!
  5. Ah! Estou devendo as dicas de San Francisco aqui. Ainda nesta semana eu posto tudo!
  6. Beier! Obrigada por postar suas fotos e dicas aqui! Além de enriquecre o tópico, comprova que essa viagem é feita praticamente em um cenário de filme faroeste!rs A Double Eagle Trading é realmente incrível! Um beijo, Michelle Simões
  7. Continuando... O segundo amanhecer em Los Angeles foi bem cedo, tudo para aproveitar o máximo as cidadezinhas praianas. A primeira parada, há 50 minutos do nosso hotel, foi Malibu. Fomos com aquele clima de "SOS Malibu" esperávamos badalação, gente bonita, ondas incríveis... Não tem nada disso lá. Nem gente na praia tem. rs! Tem o famoso pier Malibu, vale a pena uma caminhada pela praia e uma cerveja de 7 dólares em um restaurante beira-mar (lembrando que não há quiosques, ambulantes, nem música). Andamos, tiramos fotos e fomos para Venice, 20 minutos de carro. Na verdade, todas as cidadezinhas são emendadas umas nas outras. A gente quase não percebe quando deixou de ser uma e passou a ser outra. Há pessoas que alugam Bikes e fazem a costa de umas 3 cidades pedalando. Deve ser uma delícia, mas não tínhamos tempo. Venice é meio mistureba. Vimos vários patinadores, hippes, fisiculturistas, personagens que parecem ter saído de um filme. É gente de tudo quanto é jeito dividindo a praia com a gente. Só almoçamos por lá e partimos para Santa Mônica, 10 minutos de carro. Santa Mônica e o famoso parque de diversões cartão-postal da california: é realmente linda e vale ir a tarde para pegar o pôr-do-sol. No pier também há um aquário famoso e bons restaurantes. É uma delícia passear por ali. Se sobrar um tempinho e se gostarem de arte, vale a pena passar pelo Santa Monica Museum of Art (http://www.smmoa.org). Nós não entramos, porque já estava fechado quando chegamos. Uma outra dica sobre museus - e ainda melhor - é o Getty Museum ( http://www.getty.edu/museum/about.html ), em Los Angeles. Estava no nosso roteiro, mas também não tivemos tempo. Já foi indicado por muitas personalidades americanas como um dos lugares imperdíveis na Califa, mas eu e meu marido não somos assim tããão cultos, e quando precisamos cortar alguma coisa acaba sendo um museu. Gostaríamos, também, de ter conhecido Santa Bárbara, mas não deu tempo. No terceiro dia, optamos por sair cedo, pela Hwy California 1, e passarmos o final da tarde em Carmel, no caminho para San Francisco. A California 01 é linda (apenas uma faixa em cada direção) de um lado montanhas e de outro abismo para o mar. É um estrada com muita, mas muita curva, portanto, se alguém tem o custume de enjoar, caprichem no dramim. O trajeto vale a pena pelas paisagens, mas um cuidado: não há posto de gasolina na maior parte do trajeto. A dica é abastecer em Los Angeles mesmo antes de sair. (obs: não sei se alguém ainda não sabe, mas não há frentista nos postos de gasolina daqui, o serviço é self-service: você desce do carro, passa o cartão na bomba, retira a mangueira referente ao valor do galão - geralmente há aditivada e normal e uma outra opção - e abastece by yourself. Logo em seguida a bomba lhe entrega o recibo). Para quem opta por fazer o trajeto pela California 1 é imperdível a parada no Big Sur. O Big Sur é na verdade uma região (http://www.bigsurcalifornia.org/), mas ao longo do caminho há vários mirantes e restaurantes legais para apreciarmos o visual. Tivemos a sorte de parar em um (não lembramos o nome ) que estava tocando Tom Jobim. Fim de tarde e noite em Carmel. Cidadezinha linda e romântica. Parece uma cidade européia, cheia de flores, muito bem cuidada. Ficamos encantados. Recomendo muito, principalmente para os casais, o Normandy inn (http://www.normandyinncarmel.com/). Jantamos, descansamos e aproveitamos o friozinho. das serras que rodeiam Carmel.
  8. Oi Simbario! Olha estacionamento nos Estados Unidos, em geral, é muito caro. Em San Diego eu fiquei pouquinho, mas vou te contar o que pagamos por lá. No Balboa Park há estacionamento gratuito (uns 100 metros abaixo do jardim japonês). No Holliday in, nosso hotel, pagamos 16 dólares (por dia) para o estacionamento (a grande maioria dos hotéis não inclue o preço do estacionamento na diária). No Gaslamp Quarter é impossível parar na rua. O jeito foi desembolsar 10 doletas por duas horas. E na La Jolla, que é tipo um bairrozinho chique, estacionamos na rua mesmo, sem custo nenhum. Normalmente nos lugares turísticos, se você rodar muito, pode achar estacionamento na rua com aquelas maquininhas com moedas. Cada moedinha de 25 cents te dá direio a 15 minutos. Caso você pretendar ficar muito tempo, compensa procurar um public parking - estacionamento público. E não se enganem: público por ser permitido à qualquer um parar, mas é pago do mesmo jeito! rs
  9. Oi Lilizinha! Seja muito bem vida à terra do Tio Sam! O que precisar de informação em relação aos Estados Unidos, podem contar com a gente. Moramos aqui há dois anos e já viajamos bastante por essas bandas. Bom, quanto o aluguel do carro é super simples e bem menos burocrático que todos pensam. Alguns estados exigem a carteira de habilitação internacional (é só procurar o departamento de trânsito da sua cidade com sua habilitação nacional e pagar uma taxa para emití-la, não há nenhum teste exigido), mas lembrando que esta só é válida se apresentada junto com sua habilitação oficial e passaporte. Já o estado da Flórida, por exemplo, só exige passaporte e o documento oficial. A reserva de carro é feita pela internet mesmo, mas o valor só é descontado do seu cartão quando você pega o carro na locadora ou aeroporto. Aqui, cobram-se a diária do carro (com as taxas do governo) e um seguro acidente (este seguro não está incluso no preço da diária online e a gente só descobre que precisamos pagá-lo quando chegamos na locadora, portanto, leve uma reserva). Não há quilometragem cobrada e você recebe o tanque cheio e devole cheio. Caso esqueça de entregá-lo cheio, eles cobram um valor estimado da gasolina, muuuito acima da média. Resumindo, é chegar, falar que possui uma reserva, dar seu sobrenome, mostrar os dcumentos e o cartão de crédito que foi feita a reserva, assinar o contrato do seguro e pegar a chave do carro. Simples e prático. Gostamos de alugar pela Alamo (https://www.alamo.com/) e a Dollar (http://www.dollar.com/) que são as boas e baratas daqui. Mas é ótimo consultar as promoções e comparar os preços no orbitz.com e expedia.com As estradas são ótimas, a grande maioria com três à seis faixas para cada direção e tudo muito bem sinalizado. Também há postos de informações nos principais trechos turísticos. Há quem goste de google maps para não se perder, mas eu não abro mão do GPS. Nas locadoras, cobram-se de 10 a 15 dólares por dia para o aluguel (dependendo da promoção, mais caro que a diária do carro). E hoje em dia, você compra um excelente GPS por 100 dólares, então, acho que vale o investimento. Com GPS você chega em qualquer lugar... vai até na casa do Obama. rs! Quanto ao inglês, não se preocupe mesmo. O básico dá tranquilo. E outra, portunhol também ajuda! rs A quantidade de latinos que moram aqui e que vêm conhecer o país é tamanha que quase todos os lugares (restaurantes, lojas, locadoras de carros, hotéis, atrações turísticas, aeroporto) possuem atendentes em espanhol. Há lugares como Miami, por exemplo, que você quase não escuta inglês. Parece outro país. Então quando o inglês der uma apertada misture um pouco de português com espanhol que eles entendem também. Nos primeiros meses, me ajudou bastante! O que precisar pode perguntar! Um beijo, Michelle Simões
  10. Lilizinha, Nós compramos o Global Pass para os deslocamentos entre as cidades e já pagamos alguns hotéis (também optamos por eles). O valor das hospedagens pagas no check-in também já está separado. Esses 100 euros-dia seriam para alimentação, transporte dentro das cidades, souvenires, atrações e cerveja (rs) para o casal. Obrigadapela ajuda!
  11. Oi Lilizinha! Tenho a mesma dúvida do Sandro, aqui em cima. Minha viagem será em setembro desde ano e calculei para meu marido e eu 100 euros por dia. Por que muita gente relatou uma média 60 euros por pessoa, mas casal divide as alimintações, o que eu acho que nos ajuda a economizar (me corrija se eu estiver errada). Você acha que é suficiente esse valor? 3.200 euros para 32 dias? Sem restaurantes caríssimos, é claro. Um beijo, Michelle Simões.
  12. Bom, o ponto fraco da nossa viagem foi exatamente não ter planejado essa noite no Arizona. Então perdemos a diária de Vegas e para piorar nos demos à louca de ir direto para Los Angeles, já que lá também já havia um hotel pago nos esperando. Passei o dia dirigindo. Foi muito cansativo. Com o trânsito infernal de Los Angeles só chegamos depois de nove horas de estrada. Hotel: banho e cama. Na verdade nem saimos, também, porque ficamos em um hotel longe de tudo (Radisson comprado pelo expedia.com - muito bom, mas muito longe, ao lado do aeroporto internacional de L.A.). Na verdade, Los Angeles é uma cidade para se conhecer de carro. Imagino até que dê sim para se fazer de transporte público, mas tem que ter muita disposição e tempo. Bom, tempo a gente não tinha. No outro dia pela manhã, trânsito de uma hora e então chegamos em Hollywood. Pagamos 15 dólares para estacionar o carro é bem difícil achar vaga naquela região da calçada da fama, que na verdade não é uma calçada: são várias calçadas! Mais de 2000 homenagens espalhdas pela Hollywood Boulevard e a Vine Street. Vários quarteirões de estrelas e nomes e as próprias celebridades (covers, é claro) esperando por um pedido de autógrafo na rua. Você pode tirar foto com a Marlyn Morroe, o Mário Bross, Michael Jackson e muitos outros, mas sempre é bom deixar um tip (gorjeta). Tem alguns que têm o preço fixo de cinco dólares por foto. Era o caso do Michael Jackson (tinha morrido uma semana antes de chegarmos), que tinha até fila querendo pagar os cinco dólares. Nós não tiramos com ninguém. É também na Hollywood Boulevard que está o Kodak Theatre - onde é realizada a cerimônia de entrega do Oscar, o museu de cera Madame Tussauds e o Teatro Chinês - que tem uma das maiores salas de espetáculos da California e é palco das grandes estréias hollywoodianas. Na frente do Teatro Chinês está a famosa calçada com os pés, mãos e assinaturas de astros do cinema. Se você tiver mais de um dia para Hollywood, vale a pena fazer o agendamento para uma visita guiada nos estúdios de filmagem. Uma amiga que mora em Los Angeles, havia indicado o site http://www.seeing-stars.com/StudioTours/index.shtml Com sorte, pode-se ver de perto um artista a la Tom Cruise. No norte da cidade, fica o mais procurado: Universal Studios. Há vários cenários onde são produzidas grande parte dos filmes e seriados da Universal (o cenário de Friends é o mais badalado), além de conter o parque (como na Florida) com atrações para todas as idades. Depois de batermos muita perna, esses vendedores de city tour (são milhares na Hollywood Boulevard) nos convenceu a ir conhecer as mansões dos famosos em Beverly Hills e dar um volta na Rodeo Drive, a famosa e chiquérrima rua das griffes mais caras do mundo. Tudo isso em um ônibus conversível (sim, existe isso). Topamos mais por não ter que pagar outro estacionamento na região da Rodeo Drive e porque ir à casa onde o Michael Jackson tinha morrido, há uma semana, era o programa mais desejado da época. Eu não era tão fã assim, mas curiosa sempre. Pagamos 25 dolares o casal. No roteiro tinha casa de 50 famosos, realmente passamos por todas, mas mais da metade não conseguimos ver por causa dos portões gigantes e das cercas vivas. Fiquei brava com o cara, que não parou na do Michael Jackson pra tirarmos fotos, mas tudo bem, tinha salvado no meu GPS. A Rodeo Drive super vale a pena. Fino o lugar. No segundo dia, voltamos à Beverly Hills. Dessa vez por conta própria. Claro que voltei lá na tal casa e tiramos fotos. Depois fomos para um lugar que se chama "The grove". Incrível: é uma espécie de shopping na rua, com ferinha, com mercado, com restaurantes de todos os lugares do mundo (inclusive brasileiro: Pampas Gril). Tem fontes dançantes (como a de Vegas, mas bem pequena), música ao vivo, performace nas esquinas. Parece uma cidadezinha sem carros. Foi o lugar que eu mais gostei da California interia. Passamos o dia todo lá.
  13. Uai, gente. Eu postei um monte de fotos, mas não está aparecendo, pelo menos no meu computador. Está escrito imagem, mas nada dela. Espero que seja só no meu.
  14. Gente, eu e meu marido pretendemos ficar no ETAP HOTEL Paris La Villette 19ème. 5 noites por 360 dólares, em setembro deste ano. Alguém conhece algum custo x benefício melhor para um casal? Procuramos por boa localização (o que inclui uma estação de metrô próxima), preço bom e banheiro no quarto.
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