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os caminhantes

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Tudo que os caminhantes postou

  1. Subindo para o Pq. Nacional da Serra da Bocaina Parte técnica Utilizamos os links abaixo para montar grande parte do nosso roteiro e acredito que poderá ser bastante útil também para o seu planejamento. Fomos no feriado de 9 de julho, portanto as informações ainda estão recentes... travessia-marins-itaguare-com-a-trilha-do-ouro-t48120.html http://www.clubedosaventureiros.com/guia-de-trilhas/listagem/72-guia-de-trilhas-do-parna-serra-da-bocaina-rj-sp/889-trilha-do-ouro trilha-do-ouro-na-semana-da-pascoa-2011-sao-jose-do-barreiro-ate-paraty-mapa-da-trilha-t45943.html Optamos por fazer o roteiro em 3 dias, com uma “esticadinha”, de 1 dia antes e 1 dia depois da Trilha, entre chegada à São José do Barreiro e depois mais uma noite em Mambucaba, depois da trilha, suavizando assim, em parte, esta travessia. Em S. José do Barreiro, optamos por ficar em uma pousada indicada pelo pessoal da Pousada Barreirinha, Pousada dona Maria (12) 3117-1281, que fica bem no centro, é bem simples, mas limpa e com um bom espaço nos quartos. Não oferece café da manhã nem refeições, mas você consegue ambos pelo centro. Custo: Casal: R$ 60,00 e criança (até 12 anos), pagamos R$ 30,00 o pernoite. Outros hotéis e pousadas em S.José do Barreiro: http://www.hotelinsite.com.br/procura/resultado.asp?cid=sao+jose+do+barreiro Para a Trilha do Ouro, é necessário reservar junto ao Parque –Parna Serra da Bocaina: http://www.icmbio.gov.br/parna_bocaina . Telefones: (12)3117-1225-2183 ou Linha Verde: 0800-618080 sua entrada. Nós fizemos nossa reserva com o pessoal da Pousada Barreirinha, fone: (12) 3117-2205 onde passamos nossos dados (nome, endereço, cpf, identidade e telefone) e eles se encarregaram de efetuar a reserva junto ao Parque. Na autorização recebida, somos esclarecidos que :...”a autorização é necessária para o ingresso de hóspedes e visitantes com destino às residências situadas no interior do PNSB e a segurança das pessoas relacionadas, é de inteira responsabilidade do anfitrião. Os veículos estão somente autorizados a se dirigir ao destino discriminado, sendo expressamente vedado trânsito diverso no interior deste Parque Nacional e a parada em outros pontos que não o local de destino, bem como a saída por outros locais diferentes da portaria oficial”... De fato, é “interessante” porque você tem acesso único, pela Portaria. Você tem o registro que entrou, mas lá embaixo (ou em nenhum outro lugar), o registro que você saiu. Fica a sugestão que deveria ter uma segunda portaria (nem que seja uma guarita), para dar baixa na sua saída, dentro do tempo previsto. A Portaria contava com vários funcionários, mas já sabíamos que a Trilha é por sua conta e risco. Quem pode te apoiar dentro do Parque, são seus anfitriões, realmente, porque esperam sua chegada e avisam o próximo anfitrião. (previamente agendados)[/picturethis] A caminhonete do Roger Para a subida até o Parque Alguns contatos: -Zé Pescocinho: (12) 3117-1368, famoso “prestador do serviço”, indicados nos links citados, mas conversamos com ele e já está aposentado. Valeu a prosa gostosa, por telefone, algumas dicas e a principal, acredito, foi a compra de um mapa na papelaria do Fábio (perguntem, todos na cidade conhecem) e que apesar de não estar em escala correta, nos auxiliou nos nossos momentos de dúvida. Preço do mapa (xerox) R$ 2,50. -Roger: (12) 3117-2050, fizemos a subida com ele. Valores: R$ 180,00, com jipe para até 5 pessoas e R$ 200,00 para até 10 pessoas, com caminhonete. Bastante prestativo também, ainda contactou o pessoal da Padaria O Ponto, para que nos reservasse lugar para o nosso café da manhã antes da subida. Outros telefones: -Augusto (12) 3117-2146 ou (12) 9701-3248 .Obs: vimos reclamações sobre o serviço deste http://www.clubedosaventureiros.com/guia-de-trilhas/listagem/72-guia-de-trilhas-do-parna-serra-da-bocaina-rj-sp/889-trilha-do-ouro veja na parte de comentários, no final da reportagem. Melhor checar antes de contratá-lo. -Eliezer: (12) 9737-1787 ou (12) 3117-2123 . No link acima referenciado, o pessoal contratou este profissional e recomendou seus serviços. Pousada do Tião Hospedagens no Parque Para o primeiro dia: -Pousada Barreirinha (12) 3117-2205 Valor: R$ 70,00 por pessoa, incluido a pernoite, o banho, jantar e café da manhã Existe o opcional de vc esticar mais uns 4 km e ficar na Pousada da D. Palmira . (infelizmente, pesquisamos mas não achei o telefone dela). Para o segundo dia: Não temos o telefone, na realidade, não há telefone no local. Ficamos na Pousada do Tião, e o próprio pessoal da Pousada Barreirinha fez o contato com o proprietário e nossa reserva. Valor: R$ 80,00 por pessoa, incluido a pernoite, o banho, jantar e café da manhã Para o terceiro dia: saindo da Trilha do Ouro e translado até Mambucaba O pessoal da Aldeia do Mar http://www.pousadaaldeiadomar.com/,'>http://www.pousadaaldeiadomar.com/, Valor: Casal: R$ 150,00 + cama adicional: R$ 60,00, com café da manhã. (24) 3362-6690 ou 3362-6744 Deise ou Carla, que consegui com minha amiga Luciana, http://aquelaviagem-luciana.blogspot.com onde ficamos para descansar depois da Trilha, conseguiu o telefone do Daniel (24) 9261-4629, com um Dobló, que fez o translado por R$ 50,00 (para todos, 5 pessoas).[/picturethis] Estou escrevendo tudo isso, porque foi bastante complicado acharmos um denominador comum para a logística de transporte, e também de Hospedagem, uma vez que a grande maioria das Pousadas em Mambucaba estavam com seus quartos alugados para os trabalhadores da constutora, e depois iríamos esticar até Ilha Grande, e que coloco aqui, para dar uma idéia para quando você planejar sua ida. Também cotamos com outras duas pessoas: -Valdo (24) 9949-1701, que cobrou R$ 30,00 por pessoa, ou seja, ficaria R$ 150,00 no total; -Cláudio (24) 9972-7055, que cobrou R$ 150,00 no total, mas que teria que fazer o translado em duas viagens, porque seu carro não comportaria todos nós mais as bagagens. Pelo preço pedido, desconsideramos estas duas alternativas, por ter ficado muito caro. Haviam algumas variáveis e combinantes, seguem aqui para dar uma noção: -opção 1: Roger :Entregar o carro em Mambucaba e pagarmos estacionamento em Angra Por pessoa: R$ 40,00 Por grupo: R$ 200,00 Estacionamento: média R$ 25,00/dia x 4 dias = R$ 100,00 -opção 2: Roger: Entregar o carro em Angra Por pessoa: R$ 66,00 Por grupo: R$ 400,00 (para dois carros, cada carro sendo cobrado R$ 200,00 -opção 3: Daniel nos buscar na Ponte de arame e trazer até Mambucaba Por pessoa: R$ 10~15,00 Por grupo: R$ 55~60,00 -opção 4: Daniel nos buscar na Ponte de arame, trazer até Mambucaba e depois nos levar até S.José do Barreiro: (pacote) Por pessoa: R$ 90,00 Por grupo: R$ 450,00 Poderíamos fazer o trajeto de ônibus? Sem dúvida, existe a possibilidade, então liguei para verificar os horários de ônibus e os possíveis translados: - Na rodoviária em Barra Mansa, comprar bilhete da Viação Colitur até Bananal (vários horários). Já na Rodoviária de Bananal pegar o ônibus da Viação Pássaro Marron que segue para São José do Barreiro (também vários horários). -Horários de Barra Mansa para Bananal (Viação Colitur): 6:10, 7:10, 8:10, 11:30, 13:20, 15:20, 17:20 e 18:50 hs (diariamente). -Horários de Bananal para São José do Barreiro (Viação Pássaro Marron): 05:30, 10:00, 14:00 Colitur: (24) 3323-8640 / (24) 3323-1480 e 18:30 hs (diariamente). Pássaro Marrom: (11) 6221-0244 / (12) 31321380, Rodoviária de Barra Mansa: (24) 3323-4091 / (24) 3322-4275 Teríamos que verificar ainda, quais os horários de Angra para Barra Mansa, que consegui ligando: 5:30. 7:00, 8:15, 9:40, 11:30, 13:30 (os horários da manhã) Seguem os preços dos ônibus, para uma idéia (informação recente também, liguei para confirmar nas empresas) Angra para Barra Mansa (Colitur) Passagem por pessoa: R$ 26,50 Barra Mansa para Bananal (Colitur) Passagem por pessoa: R$ 7,30 Bananal para S.José do Barreiro (Pássaro Marrom) Passagem por pessoa: R$ 8,55 Bom, diante disto, sabendo que teríamos que fazer o translado: Ilha Grande- Angra-Barra Mansa-Bananal-S.José do Barreiro, onde os horários não seriam uns seguidos dos outros,e levaríamos o dia todo para este transporte, acabamos optando pela opção 4, e ele acrescentou mais R$ 30,00 ao pacote, para não termos que voltar até Mambucaba de Angra e subir a serra direto, totalizando portanto R$ 480,00 no total, (ficando R$ 96,00 por pessoa) para 3 serviços: 1-buscar na Ponte de Arame, trazer até Mambucaba; 2-nos buscar no cais, em Angra, para não pegarmos o ônibus; 3-translado até S.José do Barreiro.[/picturethis] Eu sei, extremamente confuso , se alguém precisar de maiores detalhes, mando as planilhas que costumo fazer de preços e condições comparativas, só mandar uma mensagem. Cabe aqui ressaltar, outra alternativa, que soubemos só depois, e se soubéssemos antes, teríamos utilizado esta alternativa sem dúvida: O Sr. Sebastião, da Pousada Barreirinha, ofereceu um outro modo de fazer a trilha: Ele faz o translado de S.José do Barreiro até a entrada do Parque por R$ 180,00. De lá, entra com as mochilas e leva até a Pousada(cobra R$ 10,00 por mochila carregada no carro), e você segue somente com a mochilinha de ataque do dia, sem aquele monstro todo nas costas. 19 km com mochilinha é um alívio considerável! Você começa a carregar a cargueira só no segundo dia, para a ida até o Tião. No terceiro dia, ele pega o carro, (que vc deixou em S.J.Barreiro) e leva até a Ponte de Arame por R$ 150,00 o carro. Ele pode levar até dois carros, pois o filho também pode levar o outro carro.Tranca o carro e faz o caminho inverso e encontra com você no meio da trilha, para entregar a chave do carro. Bem mais fácil, não? Cabe citar ainda, o receptivo local, MW Trekking: http://www.mwtrekking.com.br/paginas/programa_detalhe.asp?chave=267, com várias opções de passeio, inclusive a Trilha do Ouro, por um valor aproximado de R$ 350,00 ~400,00 por pessoa. Igreja Matriz em S. José do Barreiro Relato de viagem Primeiro dia- Chegada em São José do Barreiro Mais informações da cidade, http://www.saojosedobarreiro.sp.gov.br/index.php Saímos bem tranquilos de casa, por volta das 6:30 hs, afinal estávamos de férias e não tínhamos horário para chegar. Caminho normal, via Carvalho Pinto, Dutra e depois pela Rodovia dos Tropeiros, entrando em Cachoeira Paulista, passando pelas cidades de Silveiras e Areias, que são bem graciosas. 180 km de distância, que seriam percorridas teoricamente em 2 hs e meia, mas como fomos parando, tirando fotos, parando para tomar café, etc..., chegamos na cidade por volta das 11:30 hs. Cidadezinha típica, com a Igreja matriz no centro, mais a praça, e o coreto. Procuramos a Pousada da D.Maria, e não foi nada difícil de encontrar, havia uma plaquinha indicando, mas na verdade era a casa dela, que logo veio nos receber e nos conduziu à Pousada mesmo, que fica na mesma rua, um pouquinho mais para baixo. Nos instalamos rapidamente, ela nos indicou o quarto da Tânia, e saímos em reconhecimento da cidade. Achamos a papelaria e compramos o mapa do Fábio, que o Seu Zé Pescocinho nos indicou, fica ao lado da padaria, todos na cidade indicam. A D. Maria nos contou que estava ocorrendo o Festival Gastronômico na cidade, onde os pratos eram baseados em três ingredientes: mandioca, tilápia e banana. Os restaurantes locais portanto, estavam com vários pratos com estes ingredientes, apresentados das formas mais diversas: mandioca frita, tilápia em postas fritas, pirão, escondidinho de carne seca e carne moída, bolos e tortas, entre outros... ai,ai,ai, imaginem! Almoçamos no Restaurante O Rancho, sistema self service ou kilo, como havíamos tomado um ótimo café da manhã na estrada, no Graal, optamos por kilo. Fizemos uma horinha, andando na cidadezinha para mais um reconhecimento, passamos pela MW Trekking, conversamos um tempão com a equipe que estava lá e só no final descobrimos que estávamos falando com o famoso Zé Milton, http://www.mwtrekking.com.br, o receptivo de São José do Barreiro, e conhecido pelo seu trabalho. Fizemos questão de conhecer pois uma amiga viajante, Valéria (que perdi o contato, infelizmente) sempre me disse que se fosse fazer a Trilha do Ouro, deveria fazer com eles. Logo depois, a Tânia chegou com o Felipe. A tarde passou rapidinho, ajudando na organização da mala dela e do Felipe, para tentar diminuir a bagagem o máximo possível. Tânia, os detalhes de tudo ensacadinho nos saquinhos zip foram um grande aprendizado para a gente!!! Tudo organizado e tirando o ar, a bagagem acabou ficando beeem mais enxuta que a nossa!! Saímos para andar novamente pela praça e quando estávamos tomando uma cervejinha básica, fomos abordados por um casal, Gabriel e Flávia, que veio confirmar se nós éramos o pessoal que o pessoal da MW falou que iríamos subir para o Parque no dia seguinte. Depois, tratamos de encontrar o Roger para deixar os nossos carros estacionados em frente a sua casa, combinar os últimos acertos para a subida ao Parque Nacional e o café da manhã no dia seguinte, na padaria O Ponto. A padaria abre normalmente às 7:00 hs, mas seria tarde já, porque marcamos para as 7:30 hs para começar a subida, mais que isso, vc começa a trilha muito tarde, então como o Roger reservou para nós, ela abriria às 6:30 hs, tempo suficiente para tomarmos o café da manhã. Voltamos para a Pousada, mais uma enroladinha por lá, e ao anoitecer, começamos a ver a movimentação das pessoas na rua, carregando mesas das suas casas e logo em seguida, como uma procissão, mais pessoas saindo de suas casas com pratos de bolos, doces, alguns pratos cobertos ainda, mas víamos que eram fresquinhos e que acabavam de sair do forno... tínhamos acabado de comer, não estávamos com fome, mas, “o chamado” foi mais forte e voltamos para a praça para ver o que se passava.... daí para puxar umas cadeiras e uma mesa foi um pulinho e já estávamos nas barraquinhas pedindo as iguarias... comemos de tudo um pouquinho, escondidinho de carne-seca, escondidinho de carne moída, bolo de banana, pudim de mandioca, uma porção de filés de tilápias fritas e pastéis de banana com canela. Foi só para experimentar, vejam, não estávamos com fome...hehehehe..... Ainda havia um grupo que se preparava para uma apresentação de dança típica portuguesa e vez ou outra, um conjunto tocava uma música aqui, outra acolá, mas estávamos cansados já, estava frio e precisávamos acordar cedo para o início da trilha no dia seguinte, então fomos para a Pousada descansar. Até tentamos, mas o som do Festival deve ter durado até por volta das 2:00 hs da manhã... Definitivamente, não temos sorte com nossas viagens de julho, sempre tem um Festival de Inverno, sempre tem música alta e sempre dormimos mal na cidade, o negócio é fugir para o mato correndo! Nossa turma no começo da Trilha Segundo dia- O início da Trilha do Ouro- da Portaria do Pq. Nacional até a Pousada Barreirinha O início da Trilha do Ouro, propriamente dita. Acordamos cedo, nos arrumamos e 6:30 hs, já estávamos rumando para a padaria O Ponto, num frio!! Já estava aberto a nossa espera mesmo, a atendente nos indicou o salão lá em cima, mais resevado e quentinho!! O Roger nos esperava já com a caminhonete e lá de cima no salão, vimos a Flávia e o Gabriel chegarem. Como sabíamos que iríamos sacolejar na caminhonete, nada muito forte, um pão na chapa, café preto, bem básico. Saímos por volta das 7:30 da cidade, rumo ao Parque Nacional da Serra da Bocaina, subida devagarzinho, na carroceria aberta, admirando a paisagem de frio, com aquela neblina subindo, o céu de um azul indescritível, batendo papo com os amigos, trocando idéias e experiências, coisa boa! Paramos um pouco para tirar fotos, o frio apertando, e 2:00~2:30 hs e cerca de 27 km depois, chegamos na Portaria do Parque, com muito frio. Nossas autorizações já estavam na Portaria, com nossos nomes, deixados pelo pessoal da Pousada Barreirinha, conforme o combinado, assinamos a autorização, os Guarda-Parques nos informaram que a temperatura havia sido naquela manhã de -1º C!!, daí o frio que ainda sentíamos! Pegamos uma informação básica do caminho, pois o que mais nos preocupava era errar o caminho e não conseguir chegar nas pousadas, mas eles disseram que não tinha erro, era só seguir a estrada, então, para frente e avante! Bem, não foi assim, tãaao, para frente e avante... O Gabriel e a Flávia estavam com problemas em acomodar todos os equipamentos, pois eles iriam ficar acampados, não nas pousadas, então havia muuuita carga e víamos que a Flávia estava sentindo muito o peso da mochila, enorme!!! Também seria a primeira travessia mesmo, da Tânia e do Felipe e até a mochila “incorporar” em você e começar a fazer parte do seu corpo, demora, assim como nós, destreinados com o peso, tivemos que começar bem devagarzinho para que o cérebro e o corpo assimilasse que aquele peso enorme agora fazia parte do seu ser... Entre arrumadas de mochila, tirar saquinho, colocar saquinho, ajustar alças, pensar 50 vezes que deveria ter deixado metade da comida na cidade, se perguntar porque tinha que ter uma camiseta limpa para cada dia, por que tínhamos que trazer tanta roupa de praia, e coisas do tipo, entramos na trilha de fato, por volta das 10:30 hs, quase 11:00 hs. Compramos um pedômetro desta vez, do modelo mais básico possível e levamos para “teste” na Trilha do Ouro. O manual já dizia que não era muito indicado para terrenos irregulares, mas a teimosia foi maior e pendurei na minha cintura para testar. A trilha, apesar de temermos muito nos perder, por causa de alguns relatos, foi na maior parte do tempo, tranquila, com relação à sinalização, mas tentaremos dar o “passo a passo”, para reforçar o caminho. Nos dois primeiros dias, basicamente é seguir a estrada e nos pontos onde poderia causar alguma dúvida, tinha uma indicação. Como o Gabriel e a Flávia estavam com problemas com a carga, acabamos deixando eles para trás e seguindo a trilha. Cachoeira Santo Isidro No comecinho da trilha mesmo, cerca de 1,5 km como dizem os relatos e o mapa do Fábio,você encontra a Cachoeira Santo Isidro, ponto de parada obrigatória. Existia plaquinha indicando. A descida é bastante íngreme, e aqui, aconselhamos deixar a mochila bem no começo da trilha e pegá-la na volta. Desça só com água ou alguma coisinha que quiser comer, por exemplo, e só. Acreditamos que todos que estejam dentro do Parque não teriam nenhum interesse especial na sua mochila. É um peso completamente desnecessário, e alivia bem a subida depois. Não deixe de visita-la, é realmente muito bonita! Depois, o mesmo caminho de volta, subindo e continuar a trilha na estrada. Depois de subirmos e andarmos um pedacinho, encontramos um grupo que estava com carros 4 x 4, nos cumprimentamos e eles disseram que estavam com as mochilas de um casal que tinham arrebentado a alça e estavam voltando para a Portaria... logo encontramos o Gabriel e a Flávia mais para a frente. Eles passaram pela gente enquanto estávamos lá em baixo na cachoeira, e infelizmente deixaram de fazer a travessia, por causa da alça arrebentada mesmo, deu um aperto no coração, ver eles voltando...uma pena! Nada de muitas novidades na Trilha em si. Seguindo o mapa que tínhamos em mãos, só identificamos a parte que diz: Atalho- trilhinha, onde existe uma placa também, indicando o atalho (portanto, não tinha como não ver). De acordo com o desenho do mapa, deve cortar bem o caminho e é o único trecho dentro da mata, neste primeiro dia. Já começamos a perceber neste atalho, o que nos aguardava nos dias seguintes... muito úmido, por causa da mata fechada, a terra bem úmida, em vários trechos molhada mesmo e bem escorregadia, além de algumas pedras soltas... Cachoeira das Posses O pedômetro se mostrou como dizia o manual, completamente ineficaz neste tipo de terreno. Neste ponto marcava cerca de 5,5 km e estávamos inconformados... Sabíamos pela indicação do excelente relato onde baseamos 90% da nossa viagem http://www.clubedosaventureiros.com/guia-de-trilhas/listagem/72-guia-de-trilhas-do-parna-serra-da-bocaina-rj-sp/889-trilha-do-ouro, que perto do km 8, encontraríamos a Cachoeira das Posses. Havia também, uma placa indicando a Cachoeira. O Felipe estava já bem cansado e ele ficou no começo da trilha, guardando as nossas mochilas (lição aprendida!) para descansar um pouco, enquanto íamos visitar a cachoeira. Como diz o relato, existem locais muito bons para armar barraca, uma clareira grande, e uma casa abandonada, onde se estivéssemos preparados para acampar, seria por aqui mesmo que ficaríamos. O acesso para a Cachoeira é bem tranquilo, a descida não é tão grande como para a Santo Isidro. Comemos um lanchinho rápido, e voltamos para o começo da trilha, com o Felipe já reestabelecido para continuarmos a trilha. Voltamos para a estrada e depois de cerca de 1,5~2 km, a estrada começa a subir, subir, e encontramos uma placa indicando o acesso para Arapeí, á esquerda e a trilha indicando a estrada principal. Ficamos meio em dúvida, mas quando achamos a placa indicativa da Trilha do Ouro e Mambucaba para a esquerda e da Pousada Vale dos Veados a direita, há 4 km, ficamos muito felizes, pois pelo menos até lá estávamos certos! Depois deste trecho de subida, como o relato diz mesmo, continuamos subindo, e a paisagem vai se abrindo, realmente um dos pontos mais bonitos da travessia. Os vales tingidos com aqueles tons de lilás e laranja misturados nos brindaram com visuais incríveis. Começávamos a ficar preocupados, pois o entardecer durou bem pouco tempo, e logo anoiteceu. A lua ainda não estava cheia, mas já clareava bem o caminho. Insistimos com as “crianças” em não acender a lanterna, pois a luz da lua era suficiente para clarear o caminho, novidade para elas. Sempre comentamos da luz da lua para a Júlia, mas foi somente aqui que ela pôde visualizar de fato...mas conforme fomos descendo, o caminho foi ficando mais cheio de pedras, algumas fendas nas longas descidas, e o risco de cair aumentando, então, todos de lanterna.[/picturethis] Entardecer no Parque O desânimo, o cansaço, a fome, a dor nos ombros, nas pernas e nos pés, o desespero de não achar a “p” daquela capelinha, para sinalizar se estávamos perto ou não (de acordo com o relato, no km 17 mais ou menos) foi tomando conta..e conforme o mapa (e como o Felipe falava muito preocupado para mim: “-ainda nem viramos a primeira página!...”) ainda deveria faltar um bom pedaço! Andamos quietinhos, encorajando as crianças (e nós mesmos por dentro, “continue a andar, continue a andar...”), falta pouco, falta pouco...passamos pela capelinha finalmente, e infelizmente a descrição da vista lindíssima não foi possível avistar, diante da escuridão... Depois de 1,5 km, 2 km, vimos lá no fundo do vale, uma luzinha fraca, que deve ser a mesma sensação (ai que exagero, eu sei, mas acho que foi o que me passou pela cabeça naquele momento...) daqueles que estão no deserto e encontram um oásis... fomos literalmente, quase nos arrastando até a entrada da Pousada Barreirinha. Já nos esperavam, o S.Sebastião e a D. Vanda, preocupados com nosso atraso. Deveria ser cerca de 20:00 hs! Desabamos no sofá, largados, por um tempo... O S. Sebastião se assustou com a nossa carga para três dias de caminhada! Explicamos que grande parte era da tralha para a praia... Já nos conduziram para os nossos quartos, (a luz de velas), um banho quentinho, de serpentina, gostoooso, aconchegante, nos encaminharam para outra sala ao lado, uma mesa grande com várias cadeiras, lareira acesa, para nos aquecer e jantar! Esplêndido, caseiro, farto, onde fomos à cozinha, com fogão á lenha, pegar a comida da panela mesmo, mais “casa de vó” impossível, com arroz, feijão, salada, frango empanado e mandioca frita! Sempre comento que não sei se era a fome ou o cansaço, mas estava muuuuito bom! Acho que a D.Vanda fez para eles jantarem depois, e temo não ter sobrado muita coisa para eles depois, coitados! Bom, daí para a cama, não consigo lembrar quando nos “teletransportamos” para a cama... Lindos visuais no segundo dia de trilha Terceiro dia- da Pousada Barreirinha para a Pousada do Tião Acordamos já mais tarde, um dia lindo de sol, ainda quebrados... O café da manhã já nos esperava, com pão, bolo, café, leite, achocolatado e queijo branco. Como havíamos conversado no dia anterior, o S.Sebastião falou que até a segunda pousada, o outro Tião, era uma caminhada tranquila, acabamos ficando, tomando café bem tranquilamente, brincando com o porco do mato de estimação do Matheus , conversando com o S.Sebastião e a D. Vanda na mesa da cozinha, como a gente faz na casa de mãe, depois é que fomos arrumar as malas, acabamos saindo da Pousada Barreirinha só às 11:00 hs! A dica aqui do S. Sebastião, foi sempre pegar à direita, em todas as bifurcações. Como detalhado no roteiro do Clube dos aventureiros, cerca de 2 km depois, passamos pela bifurcação, mantenha sua direita. Encontramos a Pousada da D. Palmira, uma casinha azul e branca, mas não havia nenhum viajante e a Pousada estava fechada. Só confirmamos com algumas pessoas que passavam por lá. Daí a importância de você agendar antes e combinar, não é uma Pousada (nenhuma delas, na verdade, são as casas dos colonos que funciona como hospedagem). O Zé Milton, da MW Trekking comentou que costuma ficar nesta pousada, quando passamos por São José do Barreiro. Seguimos em frente, e a trilha sobe um pouco, passamos por campos bonitos, com um lago, um visual bem bonito, passamos por vales salpicados de araucárias, ficamos em dúvida num local onde no mapa do Fábio marcava que “entrando um pouco no mato, encontra-se uma pequena cachoeira” e tinha uma trilha bem pequena à direita. O João foi perguntar para um pessoal que capinava o morro, perto das araucárias, e a Tânia com o Felipe seguiram em frente. A indicação neste ponto seria só seguir a estrada principal mesmo, passando por um pequeno sítio, e do lado direito tem uma subidona bem puxada.[/picturethis] Depois deste trecho de subida, a estrada começa a descer, achamos que encontramos o “trecho de mata fechada” descrito no mapa e também o começo do calçamento colonial. O grande problema do calçamento (e olha que nós pegamos o tempo aberto, sol pleno), é sua irregularidade, as pedras grandes, soltas, pelo tempo em que foram colocadas lá, o terreno arenoso, que não fixava mais as pedras, escorregadias de fato e ainda que todos seguíssemos os conselhos de tentar não pisar sobre as pedras, todos levamos alguns tombos... uma grande ajuda aqui, (imprescindível, no meu caso, por causa do problema com os joelhos) foram os bastões de caminhada. Acredito que se não estivéssemos com este equipamento, os tombos teriam sido em muito maior número e os joelhos estariam detonados no final do dia... Depois, só tivemos dúvida num trecho da trilha onde havia uma porteira à esquerda e a trilha continuava à direita. Estávamos na frente, e a Tânia e o Felipe um pouquinho mais para trás. Deixamos a Júlia no meio da trilha, perguntar o caminho (vacilada nossa, depois é que nos demos conta...) e seguimos eu e o João para dentro da propriedade. Encontramos uma senhora numa das casas e perguntamos da Pousada do Tião. Ela disse que era um pouquinho mais para baixo e ele já estava nos esperando. Voltamos de novo para a porteira,pegar a Júlia e nos deparamos com um senhor à cavalo, seguidos pela Tânia e o Felipe sorridentes, dizendo que tinham encontrado o Tião... fizemos aquela cara de ué... e ele falando para entrar, que nós tínhamos chegado na casa do Tião, e a gente não entendendo nada, e seguindo o homem...a Tânia olhando para a gente, como, e aí, o que é que vocês estão estranhando... e nós nos perguntando, mas quem será esse sujeito...uma coisa bem esquisita... Aí perguntamos do outro Tião, e aí ele foi falando que ele era o tio dele, a senhora era a mãe do Tião, mas que a gente poderia ficar lá, que ele estava mostrando a propriedade que lá caberiam 500 pessoas para dormir, que era bom a gente publicar isso na internet, se a gente não queria tomar uma cerveja, foi mostrar o quarto dele, uma árvore “linda” que só existia na casa dele, e a gente querendo fugir daquela situação estranha. Quando ele viu que não íamos ficar mesmo, e fomos nos afastando, disfarçadamente, nos despedindo e agradecendo...ele foi mostrar um “atalho” para podermos voltar para a estradinha e depois de uma pequena travessia numa pinguelinha, ele nos abordou de novo perguntando se a gente não tinha nenhum tipo de remédio. Dissemos que sim,”- mas que tipo, para dor, para gripe, qualquer coisa serve”, comentamos que se passássemos os medicamentos para ele, ficaríamos sem, caso precisássemos e saímos mais que depressa! Neste ponto, atenção, trilheiro, não entre à direita, na porteira, é só continuar a estrada, à esquerda, a não ser que você faça questão de conhecer o tio do Tião e sua árvore exclusiva! O João antes de cair da gaiola Estávamos bem cansados, não queríamos ser pegos pela noite mais uma vez, e estávamos em descida, terreno que eu e a Júlia “tiramos nosso atraso” e saímos em desembestada carreira. Não nos demos conta de quão rápido estávamos, até a Tânia reclamar que estávamos muito rápido e desaceleramos um pouco, para ficarmos todos juntos, pois acabamos todos ficando com medo do homem voltar atrás da gente, sabe-se lá, tem cada tipo de coisa que a gente vê e ouve hoje em dia... Logo em seguida passamos pela Fazenda Central, mais um ponto de referência do mapa do Fábio, o S.Sebastião havia mostrado a foto, daí também sabíamos que estávamos no caminho certo, e como ele também havia dito, como uma árvore havia caído, logo avistaríamos a gaiola para atravessar o rio Mambucaba para o Tião.Detalhe: avistamos inúmeras das árvores “exclusivas” do outro Tião no meio do caminho. Neste dia, trocamos de “hospedeiro” e quem estava com o pedômetro era a Júlia. S.Sebastião havia dito que seriam cerca de 10 km de caminhada e este marcava exatos 10,56 km... Estávamos muito felizes de ter conseguido chegar ainda claro, de estar “a salvos” e encontrado nossa segunda Pousada. Foram o Felipe e a Júlia testar a gaiola primeiro. O Tião logo percebeu que havíamos chegado e já apareceu do outro lado para ajudar a puxar a corda. Em seguida fomos eu e a Tânia, ela agachada, de prontidão, caso acontecesse alguma coisa e precisasse pular na água para me pegar, mas foi tudo tranquilo, e depois ficou o João sozinho. Ele foi tentar ajudar a ser empurrado, se desequilibrou e caiu na água... Foi uma gritaria, (como vcs podem ver no link do título do post do planejamento, no nosso blog), mas ainda bem que não aconteceu nada de grave! O Tião, correu feito um louco, rio abaixo para tentar resgatar algumas coisas, coitado! Conseguiu trazer boa parte, ficou ensopado e o resto (na verdade, só foram embora um casaco e um cobertorzinho de trilha) foi levado rio abaixo!! O pessoal que estava na Pousada veio ver a nossa algazarra, e logo fomos subindo. O Tião comentou que sempre acaba caindo alguém, dando risada.... Refeitos do susto, do tombo e pegando só cantil e lanterna decidimos ir até a Cachoeira dos Veados, um dos (se não o maior) atrativo da Trilha do Ouro. Toca subir na gaiola de novo... Descemos correndo quase pela trilha, pois já estava começando a ficar escuro, mas a noite nos pegou de novo. Nos deparamos com outra pinguelinha para chegar até a Cachoeira. A Tânia e o Felipe decidiram voltar, o João atravessar a ponte e eu e a Júlia ficamos com medo de atravessar aquela ponte no escuro e ficamos esperando o João voltar no meio da mata, à noite. Não foi nada muito confortável, ainda mais depois de tantos sustos... O João voltou depois de quase meia hora, disse que era muito bonito, mas como já estava escuro, não deu para ver muito bem... Voltamos correndo para a Pousada, atravessar a gaiola de novo, íamos passar direto por ela, não fosse a Tânia e o Felipe nos sinalizarem com as lanternas e nos chamarem do outro lado do rio. Tomamos um banho quentinho, gostoso, com água quente de serpentina de novo. O jantar foi mais simples desta vez, arroz, feijão, galinha caipira, salada de repolho e macarrão. Comemos, ficamos um pouquinho na frente da casa, nos aquecendo na fogueira, até bater o cansaço de novo e irmos descansar. Cachoeira do Veado Quarto dia- da Pousada do Tião até o final da Trilha do Ouro No dia seguinte, café da manhã com bisnaguinha, bolo, queijo branco, manteiga, leite, café e achocolatado. Dei o recado para o Tião do Zé Milton, da MW que provavelmente na semana seguinte, ele estaria por lá com um grupo (daí também pude comprovar que os recados chegam assim, através de outros viajantes, ou como nós, através da Pousada Barreirinha, ou de alguma forma semelhante, esqueça internet ou telefone) Como disseram em todos os relatos que o terceiro dia era o mais puxado, tentamos sair o mais cedo possível, e às 8:00 hs já nos despedíamos do pessoal. Já começamos errado logo de saída. Saindo do Tião, você não precisa atravessar de volta a gaiola, é só seguir direto, beirando o rio Mambucaba. Acontece que pegamos uma trilha que subia o morro e fomos parar no curral dos cavalos, achando que estávamos no caminho certo... Quem veio nos socorrer foi um outro hóspede, o Rogério, que havia chegado um dia antes, e estava percorrendo toda a Serra só que a cavalo. Ele disse que não foi ele que viu que erramos o caminho. Disse que o burro (é verdade, gente, não é história!), que estava perto do cavalo que ele estava selando para o seu passeio, levantou as orelhas, alertando que havia alguma coisa errada! Foi aí que ele começou a olhar e viu que estávamos subindo o morro, em vez de descer e veio em nosso socorro. Ele perguntou se havíamos feito a trilha antes, dissemos que não, e gentilmente, (na verdade, ele estava bem preocupado com a gente- o que nos fez ficar (mais) preocupados também) nos levou até a porteira, explicando que deveríamos seguir sempre o rio e procurar o calçamento colonial. Disse ainda que havia feito este percurso a pé, no ano passado e à cavalo no dia anterior, e para seguirmos sempre o calçamento. Também disse para prestarmos atenção entre os kms 8 e 10, depois da primeira bananeira, haveria um marco, e entrando cerca de 50~100 m, encontraríamos as ruínas de uma construção antiga... Nos despedimos, muito agradecidos e continuamos nosso caminho. Mais um erro, que deve ter nos custado uns 500 m de “andada” a mais, pois na primeira bifurcação, acabamos descendo, à direita, tentando seguir o rio, logo à direita, mas como não achamos o calçamento, subimos tudo de volta e depois da bifurcação, à esquerda, encontramos os sinais do calçamento. Isso ocorre por volta de 3 km depois da saída da Pousada do Tião, e a subida referida do Clube dos Aventureiros. Também, de acordo como mapa do Fábio, deve ser a parte que diz sobre “... início da subida (subida difícil!)- Atenção! Trilha estreita, seguir pegadas de mulas... “Aqui avistamos também a Cachoeira dos Veados, só de longe... mas ainda assim, uma visão impressionante! Também referenciado no mapa do Fábio .[/picturethis] O famoso calçamento de pedra Depois deste trecho, praticamente é só descida. Tudo o que já foi falado sobre o calçamento de pedra, é real, e novamente, os tombos foram inevitáveis... Mas passamos por trechos muito bonitos, como uma pequena cachoeira, com uma “ponte de pedra”, por volta dos 7 km. Procuramos por volta do km 8 ao 10 a primeira bananeira, mas já havíamos passado por várias bananeiras no caminho, e lógico, que não conseguimos achar o marco, e tão pouco as ruínas da construção, fica aqui a dica, quem sabe você consiga encontrar... E descendo, descendo, naquele mar de pedras. Brincamos que se dizem que as pedras trazem energia, em alguns “estudos esotéricos”, então estávamos energizados até o fim da vida! Hehehe... :'> Finalmente chegamos no local no relato do Clube dos Aventureiros, que fala sobre a ponte de madeira, para atravessar o rio. Ficamos com medo de atravessar, pois ela estava com vários pontos falhos e os cabos não pareciam nada seguros. Descemos num ponto, uns 50~100 metros, (eu acho), num ponto mais raso do rio (você vai perceber, pois mais abaixo, o rio se transforma, num rio enorme e não dá mais para atravessar) e continuamos a trilha . A ponte de Arame Depois desta travessia, realmente cerca de 2 km depois,o terreno vai ficando menos inclinado, a vegetação muda, percebemos que estamos beirando alguma propriedade particular e novamente, como um oásis, surge a ponte de arame do nosso lado direito!!! O pedômetro marcava na Júlia cerca de 16 km e 15:45 hs. Disseram que os trilheiros faziam este trecho num período de 6 horas e fizemos em 8 hs! Sei que para os mais velozes pode ser considerado lento mas para nós foi uma vitória! Corremos porque havíamos marcado de nos buscar às 17:00 hs e nosso medo (de novo) era pegar a trilha no escuro. Cronometramos nossos passos o dia todo, quase não paramos, só em paradinhas bem rápidas, para tomar fôlego e uma água e chegamos a caminhar comendo, para ganhar tempo, mas valeu a pena. Como marcado às 16:45 hs, avistamos o “resgate” vir nos buscar, com o Dobló do Daniel. Creia-me, vale a pena e garanto que todos pagariam o que fosse para sermos levados até Mambucaba de carro. São 15 km, mas para quem já andou 17~18 km naquele calçamento de pedra , foi um grande alento! O percurso foi feito em 1h aproximadamente, pois a estrada é de chão batido, plano, mas não dá para correr como no asfalto. Chegamos na Pousada Aldeia do Mar http://www.pousadaaldeiadomar.com/ uma gracinha! Nos instalamos, tomamos um banho demoradíssimo cada um e fomos jantar na Estrela do Norte, ou como dizem no local, na costela no bafo. Acho que nunca andamos tão devagar uns 3 quarteirões. Os joelhos rangiam, as panturrilhas estavam endurecidas feito pedras, as bolhas imploravam clemência a cada passo, mas lá fomos, passo a passo... Comemos o prato da casa, claro, por sugestão do garçom: costela no bafo, com mandioca cozida, porção para duas pessoas por R$ 29,00 mais uma porção de baião de dois, também para duas pessoas, por R$ 17,00 e uma porção de queijo coalho, por R$ 8,00. Quando vimos o tamanho dos pratos chegando, assustamos e tivemos a certeza que não éramos páreo para aquela montanha de comida, mas com a esfarrapada desculpa que tínhamos que descontar tudo o que havíamos caminhado durante o dia, nossa gula foi maior do que a educação e o estrago foi feito! Voltamos para a Pousada descansar, felizes de termos realizado mais uma travessia e desta vez mais devagar ainda, com os 5 kg adquiridos na comilança! Nossas impressões finais: ficamos felizes de cumprir mais uma travessia, mas não sabemos se faríamos novamente. Apesar de todo o planejamento, ficamos o tempo todo com receio de errar de caminho, pois apesar de ser um Parque Nacional, a estrutura ainda é precária (aliás, não existe estrutura). Neste caso, saudades da estrutura do Pq. Torres del Paine, no Chile. Nos sentimos muito mais seguros, apesar do país estrangeiro e da língua diferente, as placas e marcações ao longo de todo o caminho não deixavam dúvidas. Não falamos aqui, em hipótese nenhuma, de restaurantes e lanchonetes aos pés das cachoeiras, achamos isso um atentado a qualquer roteiro que se diz ecológico, na verdade... aquele monte de gente, bebedeira, música alta da pior qualidade, gritaria não combina com cachoeiras e lugares para contemplar a Natureza. Não temos do que reclamar com relação às hospedagens. Através dos relatos que acompanhamos, sabíamos exatamente o que encontrar, e na verdade, comentamos que poderíamos ter fatiado ainda mais o caminho e ter passado mais uma noite em uma das casas, para descansar e aproveitar mais o lugar, pois são lugares bastante isolados, calmos e muito bonitos! Se (se) fizéssemos a trilha novamente, certamente optaríamos pela escolha do S. Sebastião da Pousada Barreirinha. Assim, não teríamos levado tanta bagagem e os apetrechos para a segunda viagem, teriam ficado no carro...tornado a travessia mais tranquila. Mais um aprendizado...
  2. Senador Amaral Estivemos em Senador Amaral, no último feriado de Corpus Christi. O município integra o Circuitos Serras Verdes do Sul de Minas http://www.serrasverdes.com.br, junto com aproximadamente 20 municípios. Distante 244 km de São Paulo, é a segunda cidade mais alta do Brasil, com 1553 metros de altitude, nos contrafortes da Serra da Mantiqueira. A temperatura varia de 4º C a 23º C. O Ministério de Turismo divulgou o Resultado da III Chamada para Apresentação de Casos de Sucesso na Implementação do Programa de Regionalização do Turismo - Roteiros do Brasil. Circuitos Turísticos de todo o Brasil participaram da seleção, que confere prêmios aos mais estruturados programas de turismo nacional. No case de Gestão Regional o Circuito Serras Verdes foi eleito o melhor do Brasil.http://www.jornalserrasverdes.com.br Primeiro dia Saímos cedinho de SP, para não pegar a Fernão Dias muito congestionada de manhã, no êxodo dos paulistanos a cada feriado. Logo na entrada para a Fernão Dias um infeliz inventa de cruzar a Dutra, às 3:30 hs da manhã, no meio das duas passarelas. Resultado, além de quase atropelarmos o infeliz, que lógico, nem se importou e deve ter continuado seu caminho irresponsável, o susto fez o João descontrolar o carro e até giramos na pista. Tivemos que ficar encostados um pouco para voltarmos nosso caminho, depois desse susto medonho Pousada Ilhas do Sol Mas, tudo seguiu tranqüilo na viagem e pelas indicações do Almeida, seguimos por dentro de Toledo e Munhoz e chegamos na Pousada Ilha do Sol, http://www.ilhasdosol.com.br por volta das 06:30 hs, num friiiiiooo!!!! Já havíamos combinado, então ele deixou o portão destrancado e a chave do nosso quarto na porta. Essa tranqüilidade seria impensável em outros lugares! Considerando o susto no início da viagem, ninguém conseguiu mais dormir, então decidimos explorar a pousada, antes disso, voltamos para o quarto para vestir mais roupas (tudo o que vcs puderem imaginar, mais calças, mais casacos, cachecol e até luva a Júlia colocou!) até a hora do café da manhã. Nosso frio era tão grande que nem conseguimos comer direito! Cachoeira dos Luis Sob o sol da manhã, que começava a esquentar, ficamos conversando um tempão com o Almeida que nos indicou algumas opções de passeio pelas cercanias e optamos por conhecer a Cachoeira dos (parece estranho, mas está assim no cartaz) Luís http://www.cachoeiradosluis.com.br, e arredores. Saímos da Pousada quase 11:00 hs. Existem placas indicativas e é fácil chegar. Fica a cerca de 6 km da Pousada. A estrutura do local é bem organizada, com uma parte disponível para hospedagens (chalés) e restaurante. Pagamos R$ 3,00 por pessoa para a visita. O acesso à Cachoeira, muito bonita, por sinal, é feita por um caminho bem tranqüilo, possível a visitação tanto na parte de baixo da cachoeira e depois você volta pela trilha e visualiza pela parte alta. Não existem poços para banho, só mais para baixo, visualizamos um local que poderia servir como poço de banho, mas ninguém se aventurou. Chegamos até as torres de onde partem as tirolesas, mas o receptivo local ainda não havia chegado. Esperamos cerca de 40 minutos, assim como vimos alguns grupos chegarem, visitarem, esperarem, mas como o pessoal não chegava, desistimos e pegamos a trilha de volta até o restaurante. Perguntamos e o restaurante só serve refeições aos hóspedes. Na saída (por volta das 13:30 hs), encontramos a agência chegando com o equipamento, que nos ofereceram os folders e os passeios... Por causa do horário combinado para almoço, não deu tempo para conhecer a Cachoeira do Avestruz, que é bem pertinho. Pousada Ilhas do Sol O combinado inicial na Pousada seria meia pensão, deixando o almoço para perto das localidades onde estivéssemos visitando, porém existe a necessidade de agendamento prévio com todos os locais que pudessem fornecer o almoço, então acabamos optando pela facilidade e proximidade, em almoçar na própria Pousada. Chegamos, o Almeida preparou uma caipirinha de limão bravo (ou rosa, ou cravo), não sei direito o nome, e seguimos para o almoço, preparado com ingredientes da região: arroz, feijão, uma vaca atolada com mandioquinha, deliciosa,( e eu não sou lá muito fã de mandioquinha, mas esta estava diferente!), ervilha torta, um franguinho grelhado, salada e suco de morango purinho, da região. Bom, não precisa dizer qual foi o nosso destino depois do estrago feito, e para desespero da Júlia (que odeia dormir à tarde!), nosso caminho foi para lençóis, como costuma dizer nossa querida e saudosa ogroturma! O começo do caminho é que foi engraçado... cada um foi se encostando onde podia, alguns escolheram as redes que “maldosamente” o Almeida e o Madeirinha, seu assistente foram espalhando pela varanda da Pousada, outros foram direto para a cama nos quartos, e o João escolheu um banco baixinho de madeira no meio do campo. A Júlia até foi levar um travesseirinho de trilha que nós compramos para testar e lá ficou, o corpo estendido sobre a tábua, debaixo do solzinho quente da tarde... À tardezinha, caindo a noite, quando o frio começou a tomar conta, foi todo mundo, assim como o João (que se deu conta que lá estava largado) começar a se recolher para um banho delicioso, quentinho (meu medo era ter que tomar banho frio, ou morno debaixo daquele frio todo), e depois para o refeitório para uma sopa de mandioquinha, muito boa, antes incrementada com uma bacia de pinhão fresquinho, :'> saído da panela de pressão, uma boa dose de prosa ao pé da lareira entre o grupo e cama!!! Cachoeira do Julinho Segundo dia Acordamos por volta das 8:00 hs, desta vez não tão frio como o primeiro dia, ou porque o sol já começava a esquentar um pouquinho, ou porque começávamos a nos acostumar com o frio. Tomamos café e nos aprontamos para os passeios do dia: Primeiro,visitamos a Cachoeira do Julinho, 4 km aproximadamente da Pousada. O Almeida nos acompanhou nestes passeios. Deixamos os carros na entrada da propriedade e uma trilha tranqüila, cerca de 1:30 h de caminhada depois, passando por um vasto campo de aveia, verdinho, verdinho, chegamos à Cachoeira. . No finalzinho da cachoeira, o Almeida indicou um lugar que dá para brincar de escorregar. Muito gostosa, o João tomou banho, logicamente, e escorregou também, mas só ele teve coragem. A Júlia ia tentar, mas o frio da água fez ela desisitr. Degustando os morangos tirados no pé Fizemos o caminho de volta até os carros, por um caminho diferente e depois, na volta da Pousada, passamos em uma propriedade para a esperada colheita de morangos! Digamos que nossa “produção” não foi muito boa porque a cada 2 que colhíamos um era “degustado”, mas nossos amigos conseguiram uma boa colheita. Morangos fresquinhos, macios e doces, bem diferentes do que compramos no mercado, além do preço que o proprietário nos ofertou. Cada caixinha com 4 (daqueles de mercado mesmo), ele cobrou R$ 6,00! Havia também plantação de tomates cerejas e cobraram o mesmo preço. Também foi combinado que seria cobrado o valor de R$2,00 por pessoa para a colheita. Como nós comentamos entre nós, pagaríamos com prazer se fosse R$ 10,00 a caixa, ao produtor, como nós costumamos pagar em São Paulo (quando encontramos aqueles caminhões, vendendo “Morangos de Atibaia”). Daí podemos ter uma leve idéia de como os atravessadores ganham em cima do produtor, que é quem tem o maior trabalho e quem é menos remunerado nesta cadeia toda... Voltamos para a Pousada, almoçamos, e depois do almoço fizemos uma pequena caminhada na estrada. Fogueira na pousada Á noite, ele combinou de acender a fogueira e para combinar com o evento, nossos amigos foram para a cozinha e prepararam um quentão, bem fraquinho que até a Júlia, completamente avessa a álcool, achou muito bom! Depois da sopa (dessa vez um caldo verde), fomos um pouco para a fogueira e só então nos demos conta que a Júlia nunca havia visto uma. Nesta era de videogames, Wii, Nintendo DS, msn e afins, onde as crianças não se impressionam com mais nada, foi interessante observar o encantamento que uma simples e prosaica fogueira ofereceu a uma criança urbana. Nem pensar em coisas que fazíamos quando crianças, como pular fogueira (eu não, particularmente, nunca tive pernas o suficiente para isso), soltar fogos de artifício instruídas por nossos pais, comer pinhão e batata doce assada na fogueira e a oportunidade de ficar até altas horas, sem se preocupar como hoje, com a “friagem”, o “choque térmico”, o “sereno” na cabeça, que pode “fazer mal” para a rinite e a alergia...Será possível que somente em viagens tenhamos a oportunidade de experimentar ou de reviver sabores, prazeres e delícias antes esquecidas? Ou justamente, são momentos como esses que nos fazem nos “desprender” das amarras a que nós mesmos nos forçamos? Credo, momento filosófico, mas foi isso o que nos passou pela cabeça, também, por causa de uma simples e prosaica fogueira. Vista da Pedra da Onça Terceiro dia Com a Pousada com mais hóspedes, desta vez tivemos mais acompanhantes para os nossos passeios do dia. Primeiro, visitamos a Pedra da Onça, como dito no site da Pousada, um dos lugares mais bonitos do sul de Minas, com uma vista espetacular, muito utilizado para saltos de asa delta. Deixamos os carros no pé da pedra, fomos recepcionados por uma siriema e subimos a trilha, tranqüila, uns 400 metros. Havia uma casinha de um senhor que morou lá durante algum tempo, do jeito que foi encontrado, com os restos de sua cama, o fogão, e os restos de uma colméia enorme!!!! De lá, foi possível avistar até a cidade de Cambuí. Uma vista realmente belíssima, mas o melhor estava por vir! Avistamos subindo pela estradinha que dava acesso à pedra, um tratorzinho vermelho. Quando estávamos já descendo, o trator parou e corremos na frente, junto com o Almeida, porque achamos que os carros estavam bloqueando a passagem do trator para a propriedade. Nada disso, o senhor era proprietário das terras e só tinha feito uma paradinha para prosear. Ele perguntou ao Almeida se ele sabia que havia uma trilha que dava acesso á parte debaixo da pedra. O Almeida se surpreendeu e perguntou se topávamos ir ver a trilha . –Claaaro!!! – foi nossa resposta e seguimos avidamente o senhor pela trilha que realmente, não dava para saber do caminho, quando passamos pela beira da estrada, fazendo todos os outros dar meia volta e avisar da recém “descoberta” trilha. Estava um pouco fechada, mas havia sinais de passagens de outras pessoas, infelizmente com um pouco de lixo, aqui e ali. O Almeida mostrando a "descoberta" A pedra, por cima, forma uma espécie de abrigo, e ali, o proprietário disse que era onde o senhor (aquele da casinha com a colméia) se abrigava antes e havia também sinais de fogueira. Nos remeteu, na hora, de uma pedra muito semelhante, que conhecemos em Piraí do Sul, http://www.pousadaserradopirai.com.br do nosso amigo Emerson, e começamos a procurar, eu e a Júlia, sinais de habitações anteriores.Não somos arqueólogas, claro, mas achamos sinais, que lembram pinturas rupestres, como as vistas em Piraí, onde um destes desenhos demonstra o que parece a figura de um peixe. "peixe"?? Ainda muito excitadas com a descoberta, resolvemos ver se contornássemos um pouquinho o caminho, onde iríamos chegar e fomos tocando em frente, com o Almeida logo atrás. Ele ficou receoso, dizendo que seria melhor voltarmos, mas a Júlia identificou uma trilha, mal feita, mas com marcas de passagem. Insistimos que se seguíssemos, conseguiríamos contornar o caminho e sair do outro lado da pedra. Ele foi para a frente, pediu que seguíssemos bem tranqüilamente, sem pressa e disse que voltaria com uma corda para auxiliar na subida. Neste intervalo, achamos que estávamos só nós três, mas o grupo todo já estava atrás de nós, subindo com dificuldade o finalzinho, bem íngreme, sem uma trilha certinha, e acabamos saindo bem do lado da casinha com a colméia que relatamos no começo e o Almeida, no final do grupo, carregando a corda nos ombros e com meu boné que deixei pendurado numa árvore, que seria nosso caminho de volta. Nem sei se alguém acabou usando a corda no final das contas. Só por esta trilha, bem aventura, como disse a Júlia, nossa vinda a Senador Amaral já estava paga!!! Túneis egípicios Túneis egípicios Um dos atrativos comentados no jornal que recebemos sobre o Circuito Serras Verdes (motivo da nossa viagem, aliás), em uma das feiras de turismo, nem me lembro mais qual, fazia menção a estes túneis, que comentei com o Almeida, e ele sabia da existência, mas não havia tido a oportunidade de visitar antes. Com a nossa curiosidade (principalmente da Júlia, sim sua porção nerd, em todos os assuntos de mitologia grega e egípicia), ele arrumou um motivo a mais para visitar o local e fomos lá, passando de volta pelo centro de Senador. Fomos recepcionados pelo Sr. Campos e sua família, assim mesmo, sem agendamento prévio. A propriedade estava desativada, mas este disse que em breve pretende ativa-la como Pousada, em aproximadamente um ou dois meses e também, a visitação aos túneis. A propriedade tem um potencial muito grande, toda a estrutura é muito bem feita, bem acabada, com 6 quartos na parte superior, em madeira e vidro, onde os quartos dão visão para uma floresta de pinhos, ou para os campos. Existe uma estrutura para o restaurante muito bem feita também, e alguns quartos na parte inferior ainda. Com algumas melhorias, como as piscinas e o lago na entrada da propriedade e algumas implementações nos túneis, seria perfeito para receber grupos dos mais variados tipos, desde aqueles que procuram um local calmo para um retiro, até para algum evento com adolescentes. Uma das passagens secretas dos túneis Os túneis: o Sr.Campos conta que o projeto surgiu a partir de uma visita feita ao Egito e a construção levou cerca de 10 anos para ser concluída. Existe uma infinidade de túneis, não foi possível sua exploração total, até porque estávamos sem lanterna para todos, então, literalmente, não foi possível ver muita coisa...rsrsrs. Fomos tateando, por aquelas paredes, agarrando quem a gente mal conhecia, pelo pavor do escuro, de cair e de se perder..hehehe...O “clima” ainda era maior por causa acho que neta, do Sr. Campos e mais duas amiguinhas, que brincavam dentro dos túneis, e gritavam a toda hora, entrecortando os gritos por gargalhadas... conforme ele ia andando, ia explicando, aqui, tem uma saída para tal lugar, ali, nós vamos sair em lugar tal, e isso nos aguçou a curiosidade para vermos os túneis em funcionamento total, com todas as saídas. Sala do Silêncio Após a saída principal, que dá acesso à chamada Sala do Silêncio, fomos “presenteados” até com uma revoada de morcegos, em cima de uma das corajosas integrantes do grupo, a Bia, que cismou de “ir ver o que tem naquela passagem”. Foi uma gritaria geral, daqueles que já estavam na Sala do Silêncio, sob os olhares daqueles que saíam assustados das escadarias escuras dos túneis, por causa dos nossos gritos, coisa de filme! Fala, Sr. Campos, tudo foi combinado e os morcegos o senhor contratou, né não? Saímos por uma das “passagens secretas”, do outro lado por onde entramos. Ainda visitamos a Torre, que têm 3 quartos, muito diferentes e com um “quê’ de clima Harry Potter. Só faltou a coruja, mas na falta da Edwiges, a Bia e a Júia encontraram no alto da Torre, filhotes de (eu acho, o Sr. Campos falou, eu esqueci que bicho era) gavião, com dois ratinhos mortos, para completar o clima do passeio! Nossa despedida foi feita com o tradicional suco de morango da região, gentilmente oferecida pelo César, filho do Sr. Campos. Voltamos extasiados com os passeios do dia para um almoço tardio na Pousada e até dispensamos o jantar, por conta do horário, combinando um lanchinho só. Torre Último dia Acordamos, e para não pegar o trânsito de volta, já armamos o carro e pegamos a estrada logo após o café da manhã e com pesar no coração. Lógico que acabamos pegando trânsito na volta, já em Atibaia, e o compromisso que eu tinha para a tarde não pude comparecer. Nossas impressões finais Um lugar bastante aprazível, com inúmeras possibilidades de visitação e de passeios, muito perto de São Paulo e com um potencial turístico riquíssimo, como consta do guia da Serras Verdes, romance, compras, ecoturismo, aventura, cultural, contemplação, rural e religioso, entre tantas outras oportunidades. Não sei nem porque não despontou antes. A idéia das parcerias locais, investindo não somente na sua propriedade, única e exclusivamente, mas gerando oportunidades a todos envolvidos, desde o produtor, com a valorização da produção local, como o caso do cardápio envolvendo a cultura da mandioquinha e do morango, até a visita e indicação de passeios e pousadas vizinhas, do proprietário da Pousada Ilhas do Sol, Almeida, alavancando o turismo como um dos, se não, o principal atrativo turístico da região nos cativou e nos fez optar por semos acolhidos em seu refúgio. Cabe dizer ainda, que aliado a sua visão, a calorosa receptividade, seu desprendimento, seu desejo em nos deixar a vontade, não somente a nosso grupo, mas a todos os outros hóspedes e promover a interação entre o grupo presente (o que acabou acontecendo de maneira bastante tranqüila e naturalmente),destaque aqui para o casal Bia e Guilherme, que tornaram nossa estadia ainda mais agradável, reforça a nossa inerente natureza de “trilheiros”. O prazer que nos foi proporcionado, de “descobrirmos” uma trilha, de conhecer lugares ainda quase intocados, de ter contato, de sentar e ouvir um “causo” com gente da própria terra, de conhecer lugares onde ainda imperam a simplicidade, a prosa no fogão a lenha, valem para nós muuuuito mais que locais graduados com inúmeras estrelas, onde você conversa (conversa não, solicita o serviço) com o “conciérge” ou o gerente do hotel, nas águas mornas das piscinas e da alta gastronomia mundial. Deve ser um prato cheio para quem gosta, afinal, futebol, religião e gosto por viagem não se discute, mas,pelas experiências que vivenciamos, não é a nossa praia.
  3. Olá Miziara, Muito obrigada pelo seu comentário e depois que li seu relato (e pensando nas outras solicitações anteriores), vou deixar aqui, de forma resumida, os arquivos que recebi do America del Sur para todos aqueles que também estão planejando esta viagem, e apesar do tempo que recebi esses valores (que foi no final de 2010), não deve ter alterado muito. :'> Abaixo, as informações de desconto de excursões do America del Sur: Desc. de Excursiones: Te mandamos una breve lista de lo que podes hacer mientras estás en El Calafate. Vas a encontrar tours programados, lugares para salir a caminar e información sobre como llegar al hostel y viajar por las ciudades aledañas. Nosotros podemos ayudarte a reservar cualquiera de ellos para que puedas garantizar tus lugares!...sólo tenes que avisarnos! Para venir al Hostel desde el Aeropuerto: Para llegar desde el Aeropuerto al Hostel tenes 2 opciones: 1- Transfer: Cuesta AR$ 33 por persona. La compañía se llama VES PATAGONIA y te traen hasta la puerta del Hostel. Si querés nosotros te lo reservamos para que te estén esperando cuando llegues!!. Solo decinos tu numero de vuelo y horario de llegada y ahí estarán!! 2- Taxi: Podemos reservarte un taxi confiable con el cual trabajamos para que te espere en el aeropuerto y te traiga directamente al hostel en tan solo 20 minutos. Cuesta AR$ 85 ($AR 15 menos que los taxis que podes tomar en el aeropuerto). Si nos das tu número de vuelo y la hora de arribo, lo podemos reservar! Glaciar Perito Moreno: Tour Guiado Te pasan a buscar a las 8am por el hostel, van a ir a en bus con guía (español/ingles) hasta el Parque Nacional. Primero que nada van a visitar las pasarelas donde el guía les explicará todo sobre el Glaciar P. Moreno, la flora y fauna del lugar, luego les dejará unas 2hs aproximadamente para que caminen por los miradores por su cuenta para poder admirar el frente del Glaciar y sus espectaculares caídas de hielo!!  Luego el guía te ofrecerá hacer una navegación* de una hora por el canal de los témpanos frente a la cara norte del glaciar. Tarifa por persona: $AR 130 + $AR 75 Entrada al Parque Nacional para Extranjeros y $AR 25 para Argentinos. *Opcional: $AR 50 Bus Regular Es la opción más sencilla para visitar el glaciar. Los llevan a las pasarelas para que pasen allí aproximadamente 7 horas, para luego regresar otra vez al pueblo. Esta opción sale desde la estación de bus, y regresa allí también. Tarifa por persona: $AR 100 + $AR 75 Entrada al Parque Nacional para Extranjeros y $AR 25 para Argentinos. Minitreking: La excursión se inicia en el puerto denominado “Bajo de las Sombras” (a 7 km. antes del Mirador del glaciar). Allí se embarca para cruzar el Lago Rico, llegando a la costa opuesta luego de 20 minutos de navegación con vista a la pared sur del glaciar Perito Moreno. Luego del desembarco se accede al refugio donde los guías dan detalles sobre la excursión. Se inicia entonces una caminata por la orilla del lago de aproximadamente 20 minutos hasta el glaciar. Al llegar al borde del hielo los guías colocan los grampones a los participantes, quienes reciben instrucciones sobre la técnicas básicas de caminata glaciar. Los grupos se componen de hasta 20 personas cada uno. El recorrido sobre el glaciar, se realiza en poco menos de 2 horas y durante el transcurso del mismo se podrá apreciar una variedad de formaciones típicas de los glaciares como ser: grietas, seracs, sumideros, pequeñas lagunas, azules profundos y la sensación única de recorrer unas de las bellezas naturales más impactantes del mundo. La caminata es moderada. La superficie de hielo sobre la que se camina es irregular, pero firme y segura. Los guías brindaran información de la flora, fauna y glaciología general de la región como así también de las características únicas del glaciar Perito Moreno. Al finalizar el paseo, se regresa al refugio atravesando el exuberante bosque andino. Todos los servicios se efectúan diariamente y se cuenta con la atención permanente de guías de montaña bilingües (AAGM-EPGAM-UIAGM) en el Glaciar. En la navegación de ida o de regreso el barco se acerca considerablemente a la pared del glaciar para obtener otra perspectiva. La temporada se inicia a mediados de agosto y concluye a fines de mayo. Importante: a) Edad: Esta excursión, debido al grado de esfuerzo y dificultad que presenta, no es aceptable para personas: mayores de 65 años, menores de 10 años. Personas con sobrepeso o problemas de salud graves. No se aceptan mujeres embarazadas. b) Calzado: Cualquier tipo de calzado deportivo (en lo posible con cordones) por ej. Botas de trekking, zapatillas. Usar medias gruesas, preferentemente de lana o algodón. No se admiten botas de goma, pre-ski ni taco alto en las mujeres.- c) Vestimenta: Deportiva (pantalón largo para ambos sexos). Es conveniente llevar buzo, remera, sweater, polar, etc. y campera rompevientos y/o impermeable. Anteojos para sol, crema protectora y guantes (muy importante). También gorro para sol o de abrigo para caso de frío.- d) Almuerzo: Lo lleva el pasajero.- e) Fumar: Está prohibido fumar durante el transcurso de toda la excursión; ya sea en la embarcación, en el bosque, en el hielo ó en el refugio. No se suspende por malas condiciones climáticas. Tarifa por persona: $AR 430 + $AR 70 de tranfer + $AR 75 Entrada al Parque Nacional.- Big Ice Esta imperdible experiencia, se inicia en el Puerto “Bajo de las sombras” a las 9:45 AM. Allí se toma una embarcación para cruzar el Brazo Rico desembarcando 15 minutos después en la costa opuesta. Los guías de montaña los conducirán aun más cerca del glaciar para seleccionar los crampones e iniciar la travesía de aproximación. El sendero recorre la morena sur del glaciar Perito Moreno, y en poco más de una hora encontraran un espectacular mirador, por donde accederán al hielo. Una vez en el glaciar y con los grampones y arneses puestos, el mundo toma una nueva perspectiva: lagunas azules, profundas grietas, enormes sumideros, mágicas cuevas, y la sensación única de sentirse en el centro del glaciar más sorprendente del mundo. Siempre acompañados e instruidos por guías expertos, que junto a ustedes exploraran durante 4 horas los rincones del glaciar. Durante el recorrido los guías los ayudaran a conocer mejor el hielo y su entorno. Además, contaran con media hora para el pic nic sobre el manto blanco y sorprenderse en un lugar de inigualable belleza. Una vez en la morena, caminaran otra hora para regresar y tomar la embarcación hacia la “civilización” después de haber disfrutado la excursión sobre hielo mas espectacular del mundo……..los esperamos!!!! Horario de llegada al puerto 18:00hrs aproximadamente. Importante: esta excursión debido a la exigencia física y dificultad del terreno es solo apta para personas entre 18 y 45 años de edad y que posean un buen estado físico , considerando que se caminara alrededor de 7 horas en hielo y pedreros. No apta para mujeres embarazadas. Que llevar: Anteojos para sol- crema solar-ropa cómoda y abrigada-gorro para sol-campera impermeable-guantes-botas de trekking-mochila de 40lts aproximadamente-cantimplora-vianda y muchas ganas de caminar y disfrutar!! El transfer incluye guía bilingüe en todo el trayecto desde El Calafate-Pasarelas-Puerto-El Calafate. La estadia en las pasarelas es de ½ hora. Tarifa por persona: $AR 650 + $AR 70 de tranfer + $AR 75 Entrada al Parque Nacional.- Torres del Paine: Full Day Torres del Paine – 1 solo dia! Funciona a la vez como tour y como medio de transporte. Salidas diarias desde el hostel a las 6am y regresando alrededor de las 22hs. Son 4 horas hasta llegar al Parque Nacional desde Calafate. Permite ver los principales atractivos del Parque, aunque no es una excursión de trekking.....realizan dos caminatas de 40 minutos cada una...la primera hacia el Salto Grande, una hermosa cascada…..la segunda se realiza hacia la vista panorámica del Glaciar Grey. El ómnibus se detendrá en todo momento que algún pasajero lo desee para tomar fotos..... Desde el mismísimo momento que uno entra al Parque ya se podrán apreciar (dependiendo del clima obviamente ) las Torres del Paine, Los Cuernos del Paine, el Macizo del Paine, los guanacos, como también las hermosas lagunas con diferentes colores. La excursión incluye un guía dentro del Parque...y la entrada no esta incluida y tiene un valor de 40 dólares aproximadamente..... Para aquellas personas que lo utilicen como medio de transporte, las diferentes paradas son: Laguna Amarga 12:00 / Pudeto – Pehoe 13:00 / Administración 14:00. Para regresar, las paradas y horarios son: Laguna Amarga 17:00 / Pudeto – Pehoe 16:30 / Administración 16:15. Tarifa: -AR$370 por persona.- (con regreso en el mismo día) + USD 31 (dólares) de entrada al Parque. Incluye Vianda. Tarifa valida hasta Septiembre. Este tour sale con un mínimo de 4 pasajeros. En caso de tomar el ómnibus pero no regresar en el mismo día.....o sea, para los que quieren tomarse el bus únicamente como medio de transporte directo al parque, el traslado tiene un valor de AR$350 . La vuelta diferida tiene un valor de U$D (dólares) 45 por persona.- Navimag Ferry: Tenemos la licencia para realizar las reserves del Barco Navimag….El Barco sale de Puerto Natales hacia Puerto Montt…..Es una muy buena manera para quienes quieren llegar desde aca a Bariloche porque Puerto Montt esta muy próximo de ahí… El Navimag es un barco enorme que parte todos los Viernes...es un viaje de 3 dias (cuatro noches incluidas), e esta incluidas todas las comidas. Es una excelente experiencia para navegar por el océano chileno a través de los canales Patagónicos….A bordo disfrutaras de hermosas vistas, paisajes de montañas, islas, Fiordos y bahías, así que esta muy bueno! A todo lo descrito sumale mucha fiesta a bordo!!!! Si sos estudiante tenes un 10% descuento en las tarifas. Consultar por tarifas....... El Chaltén: Tres salidas/regresos diarios, saliendo de Calafate a las 8.00am, 13.00pm o a las 18.30hs. y regresando a las 6.30am, 13.00pm y 18hs. En invierno hay salidas únicamente a la mañana y regresos únicamente por la tarde. Recomendamos dormir como mínimo una noche allá para poder hacer dos caminatas. Tarifa Bus: AR$ 150 Ida y Vuelta.- AR$75 (por tramo) Hostel en Chalten: AR$ 60 aproximado.- Para la gente que desea seguir su viaje hacia el norte, existe una empresa que va por la Ruta 40 desde Calafate a Perito Moreno (la ciudad) donde se encuentran las Cuevas de las Manos, brindando la opción de parar en Chaltén por las noches que deseen para luego proseguir a Perito Moreno. Los buses al Chaltén salen todos los días, y los que van desde allá a Perito Moreno únicamente los días impares. De Chaltén a Perito Moreno hay unas 14 horas de viaje. Desde Perito Moreno hay conexiones para ir a Bariloche todos los días pares. Saliendo a las 8:30 aprox., llegando a Bariloche por la noche, alrededor de las 21hs. Preguntanos sobre precios!!!! Ice Trekking – Chalten – Cerro Torre: Es una excursión que sale a las 7.00am desde Chaltén…Luego de dos horas y media de caminata se arriba en el Campamento Prestadores donde se para una hora para desayunar….Luego se aproximan hacia la Laguna Torres y cruzan con la tirolesa un rio de unos 100 metros… Después de una hora caminando sobre las rocas arriban en el Glaciar Torre donde les brindaran los grampones. La excursión incluye una hora y media caminando sobre el Glaciar Torre. Antes de salir del glaciar, se realiza una escalada de Glaciar!...es increíble y no es tan difícil….es una sensación que realmente vale la pena experimentar! Es una excursión para la cual hay que tener buen estado físico. Tarifa: $AR 300 por persona.- Glaciar Upsala: Ríos de Hielos / Todo Glaciares: Además del Moreno, Calafate ofrece también la posibilidad de navegar por el brazo norte del Lago Argentino observando los glaciares UPSALA, SPEGAZZINI, ONELLI, MAYO y AGAZIZ.- Esta excursión es la que permite ver la mayor cantidad de glaciares; son 8 horas y media de navegación. El Glaciar Upsala es el mas grande de la zona, superando al Perito Moreno tres veces.....y el Glaciar Spegazzini es el mas alto...... Navegaran 3 horas para posarse frente al Upsala, pasando en el camino por gigantes témpanos....luego se dirigirán al Canal Spegazzini para apreciar el Glaciar que lleva el mismo nombre.... Luego de disfrutar de la vista del Upsala y Spegazzini, desembarcan en la Bahía Onelli, donde, luego de una corta caminata, se apreciaran los otros tres glaciares. Allí tendrán tiempo para almorzaren el Restaurante por $9 a $18 el menú sin bebidas incluidas..... Igualmente, recomendamos llevar una vianda para comer disfrutando de la increíble vista del lugar. *IMPORTANTE: Dados los extraordinarios hechos de la naturaleza, que han producido múltiples desprendimientos de témpanos en distintas zonas de los recorridos efectuados por la concesión, que forman una asombrosa y única gran barrera de hielo, se informa que el ingreso y/o aproximación y/o desembarco a determinados puntos del trayecto se encuentra condicionado por las cambiantes condiciones de navegación, que serán evaluadas por razones de seguridad, en cada caso, por el patrón de cada embarcación. Entrada al Parque Nacional.- AR$25 para Argentinos.- AR$ 75 para extranjeros. - AR$295 + AR$40 de traslado. Cabalgatas: Cerro Frías: Por la mañana los pasan a buscar alrededor de las 9 y el regreso es a las 16:30.-Los llevan hasta la estancia Alice eligen sus caballos de acuerdo a la experiencia, igualmente son todos muy mansos. Luego comienzan el ascenso al cerro hasta llegar a la cima donde podrán apreciar, si el día lo permite, el Cerro Torre a 220km (El Chaltén) o bien Torres del Paine en Chile que se encuentra a 80km. Después durante el descenso van a un refugio donde les prepararán el almuerzo campestre, dándoles tiempo para descansar. Por la tarde: Es el mismo recorrido pero en vez de almuerzo sirven una merienda. Tarifa: $ 215.-por persona.- con almuerzo o cena incluida. Cabalgatas en Patagonia: Corta: Paseo de 2 horas por la zona de Bahía Redonda y Lago Argentino con avistaje de aves patagónicas. Cuenta con dos salidas diarias, 11am y 5pm. Tarifa: $ 150.-por persona.- con almuerzo o cena incluida. Larga: Paseo de 5 horas por alrededor del Lago Argentino, con avistaje de aves patagónicas. Salidas diarias a las 11am. Tarifa: $ 290.-por persona.- con almuerzo o cena incluida. Cabalgatas en Lago Roca: Sale a las 8.30 am, regresando alrededor de las 7.30 pm. La cabalgata transcurre alrededor del Lago Roca, que es un lago camino al glaciar. Las vistas son increíbles, y la excursión incluye un almuerzo “improvisado” en el camino. Esta opción es ideal para quieren les gusta cabalgar, y desean salir de los paseos convencionales. Precio por pasajero: $AR 360. Incluye el almuerzo. IMPORTANTE: Los precios que se describen en este archivo son los pasados por las agencias al momento de enviarte el email. Los mismos podrán sufrir modificaciones según lo dispongan las agencias que brindan los servicios. Segue aqui, a tabela de tarifas e serviços de janeiro de 2011: Muchas gracias por pensar en America del Sur Hostel y depositar tu confianza en nosotros. Nos es un placer ofrecerte las siguientes tarifas vigentes para Enero de 2011: Tipo de Habitación Tarifa Habitación Doble o Twin Vista a Cordillera y Lago Argentino $AR 300.- por la habitación Habitacion Triple con bao privado $AR 300.- por la habitacion Habitación Triple y Cuádruple $ AR 320.- por la habitación Dormitorio de 4 Camas con Baño Privado. $AR 75.- por cama Las tarifas incluyen el Desayuno*, baño dentro de la Habitación Incluyen, también el IVA del 21%.. • Desayuno compuesto de Cereales, Tostadas, Mermelada, Manteca, Café, Leche, Te, Chocolatada. • Solo aceptamos dinero en efectivo: Pesos argentinos, Euros o Dolares. ________________________________________ Por que elegir America del Sur Hostel???????? Somos Diferentes???? Creemos que si. Mariano, Seba, Mariana, Manu, Pato, Lucas, Julio, Polaco & Fede somos los que nos brindamos en un 100% a los huéspedes, siendo nuestro objetivo principal resolver cualquier inquietud de los mismos. Lo mas importante para nosotros es hacerlos sentir cómodos, en casa, y que no olviden su paso por nuestro Hostel. Además de lo humano, el Hostel fue construido desde sus raíces pensando en la necesidad del viajero independiente, es por eso que pensamos y lo hicimos en base a nuestras experiencias. Detalles como los siguientes, hacen que America del Sur Hostel, sea diferente: - Vista Panorámica Increíble desde el lobby, restaurante y parte de las habitaciones. La vista a La Cordillera de los Andes, con sus picos nevados; al Lago Argentino, la Isla Solitaria, y al Centro de Calafate permite al Huésped relajarse, descansar y compartir un momento agradable y amigable con otros viajeros. - Cercanía al Centro: Sólo a 7 minutos caminando. - Hogar a Leña: Es un detalle que muchos huéspedes recuerdan....atardeceres, el sol poniéndose detrás de las montañas, el hogar a leña encendido y solo queda disfrutar, nada mas que eso. - Baño Compartimentado: El baño fue diseñado de forma tal, que permite que 3 personas estén usando 3 servicios diferentes al mismo tiempo, el baño, la ducha y la bacha, ya que éstos se encuentran separados. - Luces de Lectura Individuales en habitaciones: Este tipo de Iluminación evita las molestias a otros huéspedes alojados en la misma habitación, en casos de despiertes tempranos o lecturas nocturnas - Calefacción por piso radiante: este tipo de calefacción permite que el huésped pueda sentir la temperatura pareja en todos los ambientes y que no sufra el frío cuando se descalza para bañarse. Además es un sistema seguro, ya que no existe aparato alguno a gas dentro de las habitaciones. - Baños Comunes con Ducha: En el posible caso que un huésped haya hecho el check out temprano y deba tomar el avión tarde, tiene la posibilidad de bañarse en el Hostel, utilizando los baños comunes situados próximos al Lobby. HABITACIONES Todas nuestras habitaciones cuentan con baño privado compartimentado, Lockers Individuales con posibilidad para colocar candado, Colchones nuevos de 20 cm de espesor muy confortables, una gran vista exterior, Luces de Lectura Individuales en cada Cama Otros servicios para nuestros huéspedes: - Cocina Equipada para uso exclusivo de Huéspedes con elementos para cocinar y vajilla, lo único que deben traer es el alimento a cocinar. Equipamiento de cocina de Huéspedes: Cocina con 4 hornallas y Horno, Microondas, Tostadora y Heladera......y vista a los Cerros que invita a la inspiración del Cocinero. - Internet por ADSL / WIFI - Restaurant ( Comidas Típicas) - Servicio de Lavandería - Facilidades para Discapacitados - Sala de Juegos y Lectura con Vista a la Cordillera - Calefacción por Piso Radiante y Agua Caliente 24 hs. - Toallas y Sábanas sin Cargo - Armado de Camas y Aseo de la Habitación diariamente - Hogar a Leña - Depósito de Equipaje - Servicio de Fax - Información Turística Reservas: Check-in: 14 hs Check-out: 10hs Reservas – tel / fax.- 54-2902-493.525 E-mail: [email protected] Web: http://www.americahostel.com.ar Les informamos que todas nuestras tarifas están sujetas a modificaciones de acuerdo a la cotización del dólar u otros factores, las cuales informaremos por esta misma vía. Para confirmar las reservas, te solicitamos que nos envíes un mail de confirmación, y luego de confirmar que tenemos disponibilidad para las fechas solicitadas, recurrir al próximo paso según el lugar de residencia: PARA LA GENTE RESIDENTE EN EL EXTERIOR: 1. Completar el archivo adjunto a este mail que se llama “Para confirmar la reserva” y nos lo envíes por fax (54-2902-493525) o escaneado por mail. De esta manera la reserva queda garantizada. 2. Realizar una transferencia vía Western Union, desde cualquier lugar del mundo.....la transferencia debe ser realizada hacia Argentina a nombre de: Nombre: Mariana Jaimovich DNI: 29.753.664 Luego de realizada la transferencia, les rogamos tengan a bien enviarnos el numero de transacción... De esta manera ya queda garantizada la reserva. PARA LA GENTE QUE SE ENCUENTRA DENTRO DE ARGENTINA 1- Para confirmar las reservas, te solicitamos que nos envíes un mail de confirmación, a partir del cual, tendrás 24 hs. para realizar el deposito bancario por el valor de la primera noche UNICAMENTE. Una vez realizado el mismo, te solicitamos que nos envíes al fax nº (02902)-493.525, la copia de la boleta de deposito con el nombre de la persona que hizo la reserva. De esta manera la reserva quedara confirmada. De lo contrario, lamentablemente la reserva será cancelada. 2- Deposito o Transferencia a: Banco Galicia Cuenta corriente: 2574-8322-8 CBU: 0070322020000002574884 Titular: America del Sur Hostel s S.A. CUIT: 30-70996055-1 3- Otra opción que podemos ofrecerte es pedirte que completes el archivo adjunto a este mail que se llama “Para confirmar la reserva” y nos lo envíes por fax (54-2902-493525) o escaneado por mail. De esta manera la reserva queda garantizada. Muchísimas gracias por hacer posible este contacto y quedamos a tu disposición para lo que consideres conveniente. Un saludo más que cordial, Mariano, Seba, Mariana, Pato, Noe, Guido, Gula, Leo & Yami America del Sur Hostel – El Calafate – Patagonia Argentina Aqui um pequeno resumo dos dados de transportes (catamarã e ônibus) Está "um pouco" bagunçado, mas é o arquivo onde coloquei as informações de transporte que eu fui coletando na minha pesquisa... Existen 4 empresas que realizan el servicio regular de viajes diarios desde Puerto Natales hacia Torres del Paine: Vía Paine, Buses Gómez, JBA, y María José. Entre el 15 de. Ônibus: Vía Paine, Buses Gómez, JBA, y María José P.Natales Laguna Amarga Pudeto Administração 7:30 9:45 10:45 11:45 (ida) 17:30 15:00 13:45 13:00 (volta) Em 15 de outubro se incorpora um horário a tarde para o resto da temporada: 14:30 16:30 17:30 18:00 22:00 19:45 19:00 18:15 Catamarã Pudeto Paine Grande 12:30 13:00 (outubro) 9:00 9:30 a partir de novembro 12:30 13:00 18:00 18:30 Septiembre y el 15 de Octubre se comienza a ofrecer este servicio con un viaje diario, que parte a las 07:30 de la mañana desde Puerto Natales pasando por Laguna Amarga a las 09:45 hrs., por Pudeto a las 10:45 hrs. y por la Administración a las 11:45 hrs.. El viaje de regreso es a las 13:00 desde la Administración, pasando a las 13:45 hrs. por Pudeto y a las 15:00 por Laguna Amarga, llegando a la ciudad de Puerto Natales a las 17:30. El 15 de octubre se incorpora un horario en la tarde para el resto de la temporada comenzando a las 14:30 hrs. desde Puerto Natales pasando por Laguna Amarga a las 16:30 hrs., por Pudeto a las 17:30 hrs. y por la Administración a las 18:00 hrs. El regreso es a las 18:15 hrs. de la Administración, pasando por Pudeto a las 19:00 hrs. y por Laguna Amarga a las 19:45 hrs. llegando a Puerto Natales a las 22:00 hrs. Por su parte el Catamarán de Hielos Patagónicos realizará por el mes de octubre un solo viaje al día desde Pudeto a Paine Grande a las 12:30, y regresando a las 13:00 de vuelta a Pudeto. En noviembre el catamarán ya funcionará con la frecuencia normal de 3 viajes al día. A las 09:00 hrs. – 09:30 hrs., 12:30 hrs. – 13:00 hrs., 18:00 hrs. – 18:30 hrs., partiendo desde Pudeto y regresando desde Paine Grande El calafate- Puerto natales (1) 8:30 El Calafate 13:30 Puerto natales (1) 8:30 Puerto natales 13:30 El Calafate (2) 8:00 EC 13:00 PN (3) 9:00 PN 14:00 EC (2) 6:00 EC 11:00 PN (4) 8:00 EC 13:00 PN (2) 9:00 PN 14:00 EC (2) 14:00 PN 19:00 EC 1-linha regular 2-Terça, Quinta, sábado 3-segunda, quarta, sexta-feira 4- quarta, sexta , domingo Buses gómez Saída de Puerto Natales Bus Regular a Torres del Paine HORARIO DE MAÑANA 07:30 HRS. LLEGADA AL PARQUE RETORNO DEL PARQUE Laguna Amarga 09:45 Hrs. Administración 13:00 Hrs. Pudeto 10:45 Hrs. Pudeto 13:30 Hrs. Administración 11:45 Hrs. Laguna Amarga 14:30 Hrs. HORARIO DETARDE 14:30 HRS. (Comienzo 01- Noviembre) LLEGADA AL PARQUE RETORNO DEL PARQUE Laguna Amarga 16:30 Hrs. Administración 18:00 Hrs. Pudeto 17:30 Hrs. Pudeto 19:00 Hrs. Administración 18:00 Hrs. Laguna Amarga 19:45 Hrs. Puerto Natales- Punta Arenas HORARIO DE SALIDAS todos los días del año Desde: Punta Arenas Hacia: Puerto Natales 08:00 09:00 13:00 14:30 17:00 18:30 19:00 20:00 Duración 3 horas HORARIO DE SALIDAS todos los días del año Desde: Puerto Natales Hacia: Punta Arenas 07:15 09:00 10:00 13:00 14:30 17:00 18:30 20:00 BUSES GOMEZ Hola Marcia: el bus que tendrias que tomar de calafate a puerto natales, sería el de la empresa ( TURISMO ZAAHJ) Pagina web http://www.turismozaahj.co.cl , fono calafate: 54-2902-491631, fono natales:61-412260-411471 y yo te hago la reserva desde puerto natales a torres del paine, nuestra agencia de (BUSES GOMEZ) esta al lado de la agencia zaahj. y esa empresa sale de calafate los diaz lunes, miercoles y viernes y nosotros tenemos salida a torres del paine a las 07:30am y a las 14:30pm. Espero tu respuesta. Saludos Jaime Bahamonde Diaz Depto de Reservas Buses Gomez Fono 415700 Arturo Prat 234, Puerto Natales e-mail: [email protected] visitenos en http://www.busesgomez.com Me falto decirte que la empresa ( zaahj), sale del terminal de calafate, a las 08:00am los diaz martes, jueves y sabado y los diaz lunes, miercoles y viernes a las 16:30pm. Atento a tus comentarios Jaime Bahamonde Diaz Depto de Reservas Buses Gomez Fono 415700 Arturo Prat 234, Puerto Natales Hola: Mira por lo general el bus se demora como 4 horas y media desde calafate a puerto natales, nuestra agencia (BUSES GOMES), esta al lado de la estacion del bus que viene de calafate, me refiero a la empresa zaahj, si tu quieres te puedo hacer la reserva altiro, desde puerto natales a torres del paine, es mejor reservar anticipadamente, para así tener su reserva lista. Espero su respuesta. Jaime Bahamonde Diaz Depto de Reservas Buses Gomez Hola: Nuestra empresa es una agencia de transporte de turismo. El valor del tiket a torres del paine, ida y vuelta vale $15000, no es necesario reservar la vuelta. Espero su respuesta. Gracias Jaime Bahamonde Diaz Depto de Reservas Buses Gomez Espero te ajudar um pouquinho. Qualquer outra coisa que pudermos ajudar, sempre à disposição! :'> Abs. Marcia
  4. Olá Raquel, Desculpe a demora, vi a pergunta somente ontem.... Penso que nestes dias, daria até para conhecer o Pq. Torres del Paine mas por excursão, visitando os principais pontos turísticos do Parque, mas sem adentrar nos roteiros W e O, com mais caminhadas. Também daria ainda para conhecer El Chaltén, que está bem pertinho e os relatos dos amigos parece muito interessante e o Monte Fitz Roy deve merecer uma visita. Não sabemos dizer com detalhes, pq não tivemos a oportunidade de ir desta vez. Vou encaminhar para o seu e-mail os arquivos que tenho sobre estas excursões que o America del Sur hostel faz e também o comparativo de preços que fiz na cotação entre ir por conta ou ir por excursão. Só para adiantar, mas por excursão acabou ficando mais barato, e mais cômodo. Vou mandar também alguns links de alguns relatos que usamos como "guia" para montar nossa viagem, pode ser que seja útil para você e te dê mais algumas idéias... patagonia-argentina-chilena-terra-do-fogo-f113.html relatos-de-viagem-para-america-do-sul-f390.html diario-de-uma-aventura-por-el-calafate-el-chalten-torres-del-paine-e-ushuaia-em-18-dias-t51237.html Um grande abraço e mande um recadinho, para qualquer outra dúvida, se pudermos ajudar, será um prazer! Marcia Os caminhantes
  5. Parque Do Zizo Estivemos no feriado de Tiradentes finalmente no Parque do Zizo, http://parquedozizo.com.br da Família Balboni, em nossa visita a São Miguel Arcanjo. Ensaiamos várias vezes a ida para o Parque, mas as condições precárias da estrada anteriormente, tornava obrigatório o transporte por veículo 4 x 4 e acabava onerando um pouquinho o valor da estadia. Em nossa pesquisa para visitar a cidade, descobrimos através do site, que o acesso agora era possível por qualquer veículo e haveria a possibilidade de visitar o Parque, sem a necessidade de pernoite. Como foi uma viagem inicial de reconhecimento às possibilidades que a cidade de São Miguel Arcanjo poderia oferecer, achamos a oportunidade ótima e combinamos com o Chico nossa visita para lá. A visita seria de R$ 30,00 por pessoa e passaria a R$ 50,00 por pessoa com o almoço incluído. Escolhemos a segunda opção. As visitas, as refeições e a estadia devem ser agendadas com antecedência. De São Miguel Arcanjo até o parque são 27 km em uma estradinha vicinal, sendo 10 km em asfalto novo e o restante em terra em boas condições. Passa qualquer carro. Apenas os últimos 700mts antes de chegar no parque é que realmente precisa de 4×4, pois é muito íngreme e também é uma forma de mante o local mais tranquilo e protegido possível. Os carros que não são 4×4 ficam portanto num local próprio e seguro. O restante do trajeto é feito num 4×4 da pousada. (informações do próprio site). Saímos da Pousada por volta de 9:00 hs, e até uma boa parte da estrada foi tudo bem. Depois de muito perguntar (e errar logicamente), acabamos chegando ao Parque por volta das 11:15 hs. Havíamos combinado com o Chico por volta das 10:00~10:30 hs para a trilha, mas não deu para cumprir o horário... Nossa dica aqui, é combinar e pedir uma orientação para o Chico antes de você ir. O caminho todo, depois na estrada de terra,vai sendo acompanhado por plantações de eucaliptos e para nós, leigos e não acostumados, tudo é a mesma coisa. Só para ilustrar, acabamos conhecendo, sem querer, claro, toda (ou acreditamos que boa parte) da Fazenda São Domingos, onde boa parte de sua produção dever vir dos eucaliptos, daí, nosso atraso em cerca de 1 hora e meia!!! Existem placas indicativas na saída da cidade até chegar a estrada. Os últimos 700 metros são realmente inacessíveis para um veículo comum, mas faz parte da magia do local, esta “inacessibilidade”, se é que podemos dizer assim. Deixamos o carro (onde estavam estacionados mais carros), e no alto do morro, tinha uma casinha, que era a indicação que recebemos no último povoado e do Sr. Claudinei, da Pousada Villa da Mata que seria o último ponto de acesso transitável. Parque do Zizo Mais estranha foi a nossa sensação, diante daquelas construções, ao mesmo tempo rústicas e acolhedoras, sem ninguém, num silêncio absoluto... Logo, as irmãs do Chico, a Laura e a Nê, vieram nos dar as boas vindas, sabiam que chegaríamos, mas como atrasamos, o pessoal já tinha saído para trilhas. Nos apresentaram o Octavio, que estava acompanhando o pessoal hospedado no Parque na observação de pássaros e que nos indicou a trilha para chegar ao rio e depois na Cachoeira do Rio Ouro Fino. Cachoeira do Rio Ouro Fino Lá fomos nós, trilha tranquila, sinalizada, não tinha muito como errar. É gente, nós nos perdemos em estrada, mas em trilha, até que a gente não faz tanta barbeiragem...hehehe... A cachoeira é muito bonita, mais uma bela surpresa! Quando já estávamos lá embaixo, prestes a enfrentar a água gelada, o Chico veio ao nosso encontro, uma figura extremamente agradável e muito simpática, conversamos um longo tempo, tivemos o privilégio de ouvir a história do Parque ao vivo e em cores.[/picturethis] O simpático anfitrião Chico Voltamos para a Sede, encontramos o pessoal que estava hospedado no Parque e o almoço já estava servido. E que almoço! Arroz, feijão, couve, saladas fresquinhas, carne de panela, farofa, couve flor gratinada, bolinho de arroz, com suco a vontade, doces caseiros e frutas a vontade. Não precisa dizer qual foi o grau de gulodice da família Ogro e tampouco como ficaram nossas condições físicas e psicológicas após tão lauta refeição... i.m.p.r.e.s.t.á.v.e.i.s !!! Descansamos, pois além de todas nossas precárias condições ainda estava muito quente, aproveitamos para descer até o riachinho que fica na entrada do Parque, conversamos um tempão com dois rapazes que estavam fazendo trilha de motocross na região, fomos atacados por pernilongos, nos refrescamos um pouquinho e voltamos à Sede novamente.[/picturethis] Marcas da onça na árvore Por volta das 15:00hs, o pessoal “passarinheiro”, (como diz o povo lá do Pantanal, e como conversamos com o Chico, “passarinhar” é muito mais apropriado para nós que “Bird watching”),saiu para a observação de pássaros da tarde e o Chico nos levou para outra trilha (que não consigo lembrar o nome) para o ponto mais alto da propriedade. Ele nos mostrou a árvore com as marcas feitas pela onça pintada, descobertas recentemente. Algumas pareciam mais antigas, outras bem recentes mesmo. Retornamos da trilha por volta das 17:00 hs, nos despedimos do pessoal, paramos um pouquinho no Mirante, onde é possível realmente confirmar que estávamos isolados de qualquer lugar, pegamos a estrada de volta e às 18:30 já estávamos na Pousada novamente, desta vez, sem errar o caminho. Refeitório e cozinha Nossas impressões: Não conseguimos descrever todas as sensações que tivemos neste lugar em palavras. Paraíso perdido, paraíso intocado, resgata clichês comuns e que não conseguem traduzir o que pudemos observar. Não conseguimos entender se é a rusticidade do local, não há energia elétrica, não tem sinal de celular, o isolamento, se a simpatia da família Balboni, a comida, a “exclusividade”, o fato de podermos (fato raríssimo para nós, moradores de São Paulo) “ouvir o silêncio”, ou se o conjunto da obra, mas é uma feliz descoberta e mais um dos nossos lugares especiais. A impressão final que ficou é daquele lugar onde você pode se desligar completamente deste mundo e encontrar sossego, tranquilidade, um lugar para relaxar , gastar suas energias nas trilhas, repô-las (e muito) nas refeições , provavelmente dormir como em nenhum outro lugar (ainda, eu disse, ainda, não aproveitamos esta sensação lá), reencontrar os amigos, e quando for embora, ficar se perguntando quando será seu retorno, esperando que seja o mais breve possível, como é o nosso caso agora.
  6. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110517212651.JPG 500 375 Parque Estadual Carlos Botelho]São Miguel Arcanjo- Parque Estadual Carlos Botelho Estivemos na cidade há uns 8 anos atrás, visitando o Parque Estadual Carlos Botelho na primeira vez. Cabe aqui, ressaltar que “descobrimos” a existência deste Parque, através de um Guia que nos foi muito útil e fonte de inúmeras viagens. Senta que lá vem história, mas como esse guia foi muito, muito usado, preciso dar os créditos a quem de direito... Falha nossa, tenho que atualizar na lista das Fontes Ogrotur.... É o" Guia Parques de São Paulo – O único guia de Parques Estaduais de São Paulo", autores: José Luis Perucio, Edmilton Alves Gonçalves, Fernando Breda Vicente, Isabel Maria Fraga Perucio e Telma Magri,edição de 2001, portanto alguns dados já têm alterações, porém uma boa parte do guia é sim, muuuito útil. Conhecemos o guia por duas coincidências também. Uma das autoras, a Isabel trabalhou comigo, meio que indiretamente e na época do lançamento me contou sobre o guia e tivemos a indicação da prima do OgroJoão, que disse que tinha feito a revisão de um guia muito legal, que a gente tinha que conhecer. Quando visitamos Intervales este ano, o nosso amigo Robson perguntou se conhecíamos este outro Parque, que ele havia visitado e feito um curso há pouco tempo, aí pronto, nossa curiosidade em visitar a cidade novamente foi aguçada e resolvemos retornar. No site da cidade http://www.portaldoarcanjo.com.br/ nos deparamos com a possibilidade de visitação a três Parques, (Carlos Botelho, do Zizo e da Onça Parda) e acreditamos que teríamos programação mais do que suficiente para 4 dias do feriado.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110517213044.JPG 500 375 Pousada Villa da Mata]Como chegar: Pegue a Rodovia Castelo Branco até o Km 77, entre a direita para Sorocaba (na bifurcação pegue à esquerda). Após o pedágio da Castelinho, pegue a saída 7B (rodoanel de Sorocaba) e entre a direita na Raposo Tavares (direção à Votorantim). Na Raposo Tavares, pegue a saída 102B com destino a Salto de Pirapora. É só seguir direto mais 74Km até São Miguel Arcanjo. Fica a aproximadamente 220 km de São Paulo. Ficamos na Pousada Villa da Mata http://www.pousadavilladamata.com.br/, muito confortável, quase no centro de São Miguel, pagamos R$ 138,00 a diária para os três, a pousada é novinha e fomos muito bem atendidos pelo Sr. Claudinei. Chegamos cedo, tomamos café, deixamos a bagagem no quarto e seguimos logo em seguida para o Parque Estadual Carlos Botelho. Fones: (15)3379-1477,3279-1233,3379-9391, [email protected] A Sede do Parque fica a aproximadamente 25 km de São Miguel Arcanjo, uma parte em asfalto e depois em estrada cascalhada, mas boa.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110517213256.JPG 375 500 Núcleo Sete Barras]“Momento história:” O Parque foi criado em 1982, abrangendo uma area de 37.664 hectares. É um dos mais importantes refúgios de vida selvagem da região sudeste do Estado de SP, fazendo parte do contínuo ecológico de Paranapiacaba, composto pelos Parques Estaduais Carlos Botelho, Intervales, Petar e Estação Ecológica de Xitué. Como explicaria mais tarde a monitora Brenda, existe um projeto de viabilizar uma trilha para percorrer os principais pontos deste contínuo ecológico. Ficamos muito entusiasmados com a possibilidade de um dia, quem sabe, percorrer esta trilha inédita e com uma riqueza de biodiversidades que não existe em outro lugar do mundo! Seria um grande atrativo até para amantes de trilhas do mundo todo, pensamos alto, sonhando acordados... No Parque, fomos recepcionados pelo monitor Anderson, que nos explicou sobre o Núcleo, como chegar até o Núcleo Sete Barras e lá fomos nós... Quando fomos da primeira vez, a estrada parque era ainda um projeto. Ficamos felizes em trafegar pela estrada agora, que recebe o nome de Nequinho Fogaça (SP 139) e podermos chegar ao Núcleo Sete Barras, 33 km depois, confessamos, que pareceram mais. Durante o percurso, há diversos pontos de interesse, como mirantes, rios e cachoeiras. Só trafegar pela estrada já vale o passeio.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110517213535.JPG 500 375 Cachoeira do Travessão]No Núcleo Sete Barras, (13) 3872-6138, conhecemos o monitor Marcio, que nos indicou o caminho para a Cachoeira do Travessão. Segue-se a estrada em direção à Sete Barras por aproximadamente 5 km, até a indicação `a esquerda para o Bairro do Rio Preto. Passamos a primeira ponte de concreto e depois deveríamos achar a segunda ponte de concreto. Lóoooogico, que nos perdemos, naquela imensidão de bananais, onde tudo era a mesma coisa, mas finalmente, depois de muito perguntar, conseguimos achar. Achamos que a melhor indicação seria: depois de encontrar a primeira ponte, procurar a segunda ponte de concreto, que passa sobre o Rio Ipiranga (fica perto de um povoado e todo mundo consegue indicar), logo após a ponte, pegar a estrada à esquerda em direção à Vitifruti, passará pelo sítio dos Irmãos Tavares, segue a estrada sempre em frente até o último ponto à direita, até o final onde o carro alcança, numa espécie de “clareira” de bananais. Daí, percorra uma trilha quase intocada de cerca de 15 minutos .[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110517213812.JPG 500 375 Poço da Cachoeira do Travessão] Foi trabalhoso, mas valeu a pena! A cachoeira é linda e mais bonito ainda, é o imenso poço, formado abaixo. Mais especial ainda, foi que tivemos o privilégio de ficar neste lugar só nós 3, curtindo a beleza do lugar por um bom tempo... Chegaram, algum tempo depois, dois casais, mas observamos pelas placas dos carros, que eram moradores da cidade. Comentamos que para chegar sozinhos, ou sendo muito teimosos como a gente, ou o pessoal que já conhece o caminho... Voltamos pelo mesmo caminho, a volta foi tranquila, passamos pelo Núcleo Sete Barras,para nos despedir e agradecer ao monitor Márcio. Este nos disse que há a possibilidade de acampar no local (até a construção prevista da hospedaria no Núcleo). No Núcleo existe a Trilha da Figueira, de aproximadamente 2000 metros, que apresenta como atrativo ao final, uma exuberante figueira com aproximadamente mil anos. Como já eram quase 17:00 hs, acabamos não fazendo esta trilha. Existe também a Cachoeira do Ribeirão Branco, que deveríamos ter agendado, mas como não foi o caso, não visitamos. Voltamos para a cidade de São Miguel Arcanjo, para pousada, tomar um banho e procurar um restaurante. Não achamos nenhum, todos (não são muitos, na verdade) estavam fechados. Nos viramos com um yakissoba na pastelaria local. (R$ 7,00 a porção individual). Nada muuuito digno de nota, mas deu para saciar a vontade de comer comida mesmo. Vale citar o pastel, por cerca de R$ 2,00, e bem fresquinhos, até pela grande procura.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110517214040.JPG 500 375 Pq.Carlos Botelho-Sede]No dia seguinte, visitamos o Parque do Zizo, que merece uma postagem separada. No sábado, voltamos ao Parque, para visitar a Sede. Dormimos até tarde e chegamos por volta das 10:30 hs.Fomos recebidos novamente pelo Anderson e quem nos acompanhou na trilha foi a monitora Brenda. Como diz o citado "Guia Parques", apesar de estar próximo a dois parques bem conhecidos- Intervales e Petar, o Parque Carlos Botelho ainda é um destino pouco conhecido de ecoturismo. Sorte de quem o descobre. O parque oferece sossego, hospitalidade e um visual maravilhoso. Na Sede é possível fazer as seguintes trilhas: Trilha da Represa /Fornos: 4000 metros. Trajeto alternativo da Trilha da Represa, onde é possível avistar as ruínas de fornos de carvão da década de 40. Fizemos esta trilha na primeira vez que estivemos no Parque. Trilha da Canela: 2000 metros. O destaque nesta trilha são as diversas espécies de canela. Trilha do Braço do Rio Taquaral. 10000 metros. Seu percurso é feito às margens do rio Taquaral, passando por morros e mirantes. Também necessita de agendamento prévio de pelo menos 1 semana para a monitoria.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110517214223.JPG 500 375 Represa]Trilha da Represa: 2000 metros. Decidimos, por conta do horário e estarmos um pouco cansados das trilhas dos outros dias nesta trilha curta. Outro grupo também de 03 pessoas se juntou à nós neste passeio. Uma trilha bem tranquila, bem larga no começo, só descendo, depois fica estreita, margeando o rio, até chegar à represa. Dali, são mais 200 m aproximadamente para chegar à Sede. No caminho, conversando com a monitora Brenda e com o outro grupo, nos interessamos em visitar a Cachoeira do Rio Taquaral.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110517214404.JPG 500 375 Cachoeira do Rio Taquaral]Seguimos a indicação da Brenda, seguindo a Estrada Parque e depois da "prainha", lotada de gente, achamos a plaquinha bem escondida e descemos até a cachoeira. A cachoeira possui duas quedas, e descemos até a segunda, onde batia mais um pouquinho de sol. Também tivemos o privilégio de termos o local só para a gente por um tempinho. Lanchamos lá mesmo, até começar a chegar muita gente, e iniciar aquele burburinho e gritaria que acontece em alguns lugares de muito fácil acesso e saímos rapidinho.[/picturethis] Na volta à cidade, paramos numa das vinícolas locais (existem algumas, é só seguir as placas indicativas e o mapinha da cidade dá a indicação de várias), no caso a Torre Alta e compramos vinhos e suco de uva. Recomendamos, não somos de forma nenhuma, versados na fina arte, mas agradou a nosso paladar. Desta vez, conseguimos finalmente jantar na cidade, no restaurante Vem Ká. Não sabemos se foi a fome, mas a comida estava realmente gostosa, bem caseira, funciona quase como um prato executivo, com arroz, feijão, uma boa salada, batatas fritas e a carne de preferência, por R$ 12,00, muuuuito bem pagos. Durante o dia, trabalha no sistema self service, mas à noite, a proprietária comentou que não compensaria. Perguntamos por que os restaurantes da cidade não abrem à noite, então foi explicado que a cidade recebe normalmente grupo de pessoas das empresas locais, portanto o movimento é maior durante a semana, e para almoço.Nos feriados e finais de semana, os funcionários das empresas voltam para as suas cidades, daí a cidade não ser muito "povoada" digamos...Estranhamos realmente, que parecíamos os únicos com cara de "turista" andando pelo centro da cidade,durante este período, como diz o Ricardo Freire, que turista tem cara de turista em qualquer lugar do mundo. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110517214705.JPG 500 375 A exuberante mata atlântica]Nossas impressões: A cidade é bem estruturada, tem tudo para se tornar um grande pólo ecoturístico, mas achamos que alguns detalhes poderiam ser incrementados: cidadezinhas muito menores apostaram no potencial turístico e criaram um Centro de Atendimento ao Turista, ou algo semelhante, para orientar o turista. Normalmente, o trilheiro anda o dia inteiro e fica à base de lanches e à noite, sente falta sim, de uma comidinha caseira. Como o acesso ao Parque (nos dois Núcleos) também é rota de passagem para o pessoal que acessa o litoral, os Núcleos acabam sendo utilizados muitas vezes como parada rápida ou, como observamos no Núcleo Sete Barras, como passeio de um dia pelo pessoal local. Se for construída a hospedaria (o que seria extremamente interessante, sim, desde que implementada também a área de restaurante), deveria ser estudado uma forma de acesso diferenciado, para quem vem desfrutar da quietude do local. Confessamos que os fatores música alta, gritaria no riachinho e churrasco nos assustou um pouco... Faltaram algumas atrações, nos dois Núcleos, a Cachoeira do Ribeirão Branco, a Trilha do Braço do Rio Taquaral e ainda o parque da Onça Parda, portanto, mais uma cidade que voltaríamos e quem sabe, ter mais boas surpresas na próxima vez, como a construção da hospedaria no Núcleo Sete Barras ou ainda, a tão aguardada travessia entre os Parques![/picturethis]
  7. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110416212954.JPG 500 375 Altos Fornos]Floresta Nacional de Ipanema Como chegar: Através da SP 280, km 99-B e SP 097 sentido Sorocaba. Na rotatória da Cruz de Ferro,pegar sentido Iperó até acesso à esquerda, para estrada de terra (5 km). Fones: (15) 3266-9099. De terça à domingo, 8:00 – 17:00 hs. Entrada R$ 5,00 por pessoa (crianças até 12 anos e acima de 65 anos estão isentos da taxa de entrada). As trilhas são feitas somente através de agendamento prévio e a taxa do monitor na trilha varia conforme a trilha escolhida. A FLONA de Ipanema http://www.cidadedeipero.com.br/ipanema.html é uma reserva de cinco mil hectares de mata atlântica, administrada pelo Instituto Chico Mendes de conservação da biodiversidade. É um Parque diferente. Em 5.000 hectares abriga reserva ecológica, fazenda e prédios históricos.[/picturethis] Existem três trilhas: A Trilha de Affonso Sardinha : tem 5.779 m de extensão, 1 hora de duração aproximadamente e considerada de nível média. Nesta trilha estão situadas as ruínas de fornos tipo “catalães”, construídos pelo bandeirante Afonso Sardinha, em 1597. Estes fornos foram utilizados para a fabricação de ferro, pois ao invés de achar ouro e pedras preciosas como imaginava inicialmente, Sardinha acabou encontrando magnetita, diorito e outros minerais próprios para fundição. Essas ruínas marcam o início da siderurgia no Brasil. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110416213255.JPG 500 375 Casa da Guarda]A Trilha das Ruínas históricas : tem 1.200 m, duração de aproximadamente 45 minutos e considerada de dificuldade baixa.Abriga ainda um sítio arqueológico com cerca de 20% das instalações preservadas da Real Fábrica de Ferro de Ipanema, que funcionou de 1811 à 1895. Na parte histórica do passeio, fornos, locomotivas, tornos e rodas d'agua mostram como os primeiros artefatos de ferro fundido do Brasil foram feitos. As instalações contam com um forte, uma represa, a casa colonial onde funcionava o escritório da fábrica, e que inclusive hospedou D. Pedro II , os fornos e a fábrica de armas brancas.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110416213633.JPG 500 375 Gruta do Monge]A Trilha da Pedra Santa: tem 5.753 m de extensão, duração de aproximadamente 3 horas, considerada média e o nome desta trilha tem origem na figura lendária do monge Giovanni di Augustini, que viveu no Morro Araçoiaba entre 1844 e 1852, numa fenda na rocha de arenito, que passou a ser denominada Pedra Santa, pois lá ele fazia pregações e profecias. Francisco Adolfo de Verhagen, Visconde de Porto Seguro também é lembrado, pois a trilha leva até esse monumento, que foi construído para receber seus restos mortais. Do monumento de Verhagen é possível observar Iperó, Boituva, Votorantim e Sorocaba.[/picturethis] Reservamos o passeio na sexta-feira à tarde com o Rafael, para o sábado de manhã e combinamos fazer a trilha da Pedra Santa. Ele nos recomendou levar água, um lanche e a trilha ficaria R$ 60,00 para um grupo de até 6 pessoas. Acima de 7 pessoas, cada integrante do grupo pagaria R$ 10,00. Chegamos à Flona por volta de 9:30 hs, e encontramos um grupo de estudantes da Universidade de Sorocaba, de arquitetura e sua professora visitando o local junto com o nosso mais recente amigo, Rafael. O que poderia ser um transtorno, acabou se mostrando no final, uma grande oportunidade, pois acabamos visitando o roteiro histórico antes da nossa trilha marcada, tivemos informações sobre detalhes das construções que não prestaríamos atenção se estivéssemos sós, além de ter acesso a locais que só foram abertos por estarmos com o grupo de estudantes de arquitetura. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110416213918.JPG 500 375 Casa das Armas Brancas]A visita começou por volta de 10:30 praticamente, e visitamos a Casa das Armas Brancas, o Casarão, a primeira represa do Brasil, o portão homenageando a maioridade de D. Pedro II, os Altos Fornos, a ponte sobre o rio Ipanema,a Casa da Guarda e a Serraria,entre outros. As construções são impressionantes,algumas delas em processo de restauro. Como sempre, as fotos não dão a dimensão real do que vimos lá. É uma verdadeira viagem no tempo e um mergulho na história do Brasil. Se o passeio terminasse aqui, nossa visita já teria valido a pena! O Rafael correu com a monitoria ao pessoal da Universidade por nossa causa, e ao meio dia a visita às ruínas históricas já terminava.[/picturethis] Descansamos por uma hora, aproveitando para um pic-nic sob as árvores frondosas e esperar nosso monitor também para a segunda parte da visita. Iniciamos a segunda parte do passeio, a trilha da Pedra Santa, às 13:00 hs, acompanhados pelo Carlos, que visitava o local e se juntou ao nosso grupo para a trilha, e por conta do horário, o Rafael aconselhou que fizéssemos somente metade da trilha, até a Gruta do Monge e retornássemos de lá. Estava um calor muito grande, muito abafado, encontramos na subida uma turma de estudantes entre 8 e 10 anos, que visitavam o Parque numa excursão e as palavras de incentivo: ...”-Nossa! Ainda bem que estamos no final da trilha!!!..., “-Olha!, Vocês que estão subindo agora, se preparem, é muuuuita subida!!!!”....”-É melhor vocês levarem muuuita água, viu. Logo no começo da trilha vocês já vão ter acabado com a água!...” e por aí vai, e o cansaço estampado no rosto da criançada realmente foi encorajador....rsrsrs [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110416214657.JPG 375 500 Gruta do Monte]O calor foi amenizado quando pegamos a trilha por dento da mata, e aí, fizemos algumas paradas estratégicas, com direito a orientações sobre a fauna, a flora e até da geologia local, impressionantes, pelo Rafael, com direito até a “prova oral” da criançada, como disse a Júlia. Chegamos à Gruta do Monge, o Rafael nos contou sobre a história do monge, da procissão que os moradores locais fazem até a gruta, paramos mais um pouquinho, e descemos a trilha, de volta, desta vez, fora da mata, por um caminho mais aberto, (e bem mais rápido). No caminho, o Rafael nos contou que existe a possibilidade de pernoite lá em cima, na Pedra Santa, ou que daria para fazer uma trilha noturna também, levando barraca e pernoitando na área na frente do centro de visitantes. Imagina se já não nos animamos, com a idéia!!! Nos despedimos, do Carlos e depois do Rafael, certos de que iremos voltar para uma das possibilidades que ele nos contou.[/picturethis] Nossas impressões: O passeio vale muito a pena, é pertinho de São Paulo, vale como passeio de um dia, uma alternativa ótima a programações “shoppings” óbvias, é muito acessível, para as crianças (e adultos) um passeio na história do Brasil de forma lúdica e agradável,além do contato com a natureza. Foi um passeio que nos surpreendeu e recomendamos! :'>
  8. Olá Frida! Muito obrigada pelo seu comentário! Também somos mais de campo, do que praia, e eu e minha filha também gostamos do clima frio. A cidade é mais simples e não ter o ar chiquetê e da badalação da tão aclamada Campos do Jordão, mas é justamente essa simplicidade que nos encanta lá. Um grande abraço!
  9. Chegando na Chapada dos Guimarães A Chapada dos Guimarães fica a aproximadamente 65 km da capital, numa estrada boa, e a visão ao longe, de todo aquele Chapadão, já vale a visita. Chegamos de tardezinha lá, após algumas paradas, e algumas atrações ficam no caminho, como a Salgadeira e o Portão do Inferno. Ficamos na Pousada Floradas da Serra, localizada na Cohab Véu de Noiva- fone (65) 33013193. O site parece que está desatualizado, por isso não colocamos aqui. A proprietária fez um pacote bom, com um preço bem acessível, e optamos por ficar distante do centro, por causa dos eventos que estariam acontecendo nesse período que ficaríamos na cidade. Nossa dica aqui, é que se você quer sossego, procure escapar do período do Festival de Inverno, porque a cidade se transforma. Não pelos habitantes locais, mas principalmente pelos visitantes,que fazem questão de bebedeira, som alto, muito diferente do perfil do pessoal que estamos acostumados a conviver. Para visitar o Parque Nacional http://www.icmbio.gov.br/parnaguimaraes/ são necessários alguns agendamentos prévios. Você só poderá entrar no Parque com o acompanhamento de um guia credenciado (no site do Parque existe a relação), agendar um dia antes,ter o voucher emitido por algum local credenciado (o guia saberá dizer a você) e estar na entrada do Parque entre 8:00 e 9:00 hs na manhã do dia agendado. Ufa! E assim fomos nós, acompanhados do guia José Paulino dos Santos, fone (65) 9225-0035, (uma figura!) , para nosso passeio no Parque Nacional. Fizemos o caminho das cachoeiras, visitando a Cachoeira das Andorinhas, do Pulo e da Independência. São trilhas curtas, bem sinalizadas e não dá para cansar muito, porque você vai se refrescando no caminho, em cada uma delas. Gostaríamos de ter visitado a Cidade de Pedra, mas ainda permanecia fechado para visitação, e o Morro do São Gerônimo não nos animou pelo longo percurso de trilha. Lago Azul No segundo dia visitamos o Mirante do Centro Geodésico, uma vista deslumbrante,e depois seguimos para a Caverna Aroe Jarí (a maior gruta de arenito do Brasil, com 1.550 m de extensão (gente, nada muito interessante, na nossa opinião, principalmente depois que conhecemos Intervales e a gruta da Torrinha, na Chapada Diamantina )e depois a gruta da Lagoa Azul, onde os banhos são proibidos(uma pena!) .O passeio acaba durando o dia inteiro, então nossa dica é reservar o almoço no restaurante da Caverna (R$ 18,00 por pessoa), antes de descer para fazer os passeios. A entrada também é paga (R$ 15,00 por pessoa, estudante pagando meia) e só é permitido a entrada com um guia. É, não fica um passeio barato, porque além das entradas nos passeios, você ainda paga pela diária do guia. Cachoeira da Martinha No terceiro dia, acabamos dispensando o guia e fomos visitar a Cachoeira da Martinha, onde o rio Casca forma uma sequência de quedas, formando boas piscinas naturais para banho. Fica a cerca de 40 km em direção à Campo Verde, praticamente na beira da estrada. Vimos o anúncio de um empreendimento que será construído no acesso à cachoeira, então a impressão que tivemos foi que após sua construção, sua entrada deverá ser limitada. (Esperamos que não). Nossa impressão: É a Chapada mais indicada para iniciar as crianças no trekking, pois as trilhas (principalmente dentro do Parque) são curtas, intercaladas por cachoeiras e não dá para se cansar tanto. O centro da cidade também já está bem estruturado, com lojinhas, restaurantes, lanchonetes,e como fica muito próxima à Cuiabá, lota nos finais de semana e feriados, e realmente não nos agradou esta "superpopulação'. Como já dissemos lá em cima também, visitamos a cidade na época do Festival de Inverno, onde também as cidades vizinhas aportam "em massa", trazendo consigo, uma horda de jovens barulhentos, com carros com o som no último volume, litros e litros de cerveja no porta malas e nas cabeças, impossível de dormirmos à noite, depois das trilhas...
  10. Vista do Mirante Nª Sra. Auxiliadora Inevitável não citar a vizinha “glamourosa” Campos do Jordão quando falamos em Sto. Antonio do Pinhal, mas a descrição perfeita, copio aqui do Guia Quatro Rodas :...”Pode não exibir a arquitetura alpina da vizinha Campos do Jordão, mas tem o mesmo frio, a mesma névoa, o mesmo verde. É lugar para entocar-se em pousadas aconchegantes, admirar montanhas e comer truta a valer. Passeios ecológicos substituem a badalação, as cachaças são mais famosas que os chocolates, a sorveteria da esquina vende delícias com leite da fazenda”... Fica a aproximadamente 180 km de São Paulo.O melhor acesso se dá pela Rod. Ayrton Senna, depois pela Rod. Carvalho Pinto, segue-se a Rod. Floriano Rodrigues Pinheiro.A nova alça de acesso da Rodovia SP 123 facilitou o acesso à cidade. Visitamos a cidade uma primeira vez, quando a Júlia ainda era um bebê (mais ou menos há dez anos atrás) e ficamos na ocasião, na Pousada Lua e Sol, http://www.pousadaluaesol.com.br, uma gracinha de pousada, totalmente temática, desde o sabonete até os detalhes da roupa de cama e banho, tudo, além do mimo de ter o café da manhã trazido até o chalé e a simpatia da dona, que nos atendeu em tudo.... Desta vez, ficamos na Pousada César http://www.pousadacesar.com.br, no Bairro José da Rosa, cerca de 10 km do centro. Temos que citar aqui, o site http://www.santoantoniopinhal.com.br/pousada/pousadapinhal.php, organizado por valores das diárias, super prático, você escolhe a faixa de preço e manda e-mail para o bloco todo de uma vez, sem aquela chateação de mandar um e-mail para cada pousada. Fica uma dica para todos os sites das cidades, esta organização torna bem prática a cotação para o turista. Chegamos debaixo de uma chuva torrencial, bem cedinho, como é do nosso costume, e ficamos esperando na porta e depois de quase uma hora, uma funcionária veio nos receber, coitada, com imensos guarda-chuvas, que acabou só resguardando nossas cabeças... Devidamente instalados, fomos para um café da manhã muuuuito bom, uns 4 tipos de pães, 3 tipos de bolo, chá, café, leite, 2 tipos de sucos, frutas diversas, frios, geleias, e depois de um lauto café, fomos nós, bater perna. Começamos pela sorveteria Eisland, na fazenda Aconchego. Por causa do frio (e também do café), só visitamos o lugar, deixamos para apreciar o sorvete mais tarde... Seguimos para a Cachoeira Lageado, esta é a cachoeira mais visitada pelos turistas, por possuir uma área arborizada para descanso e piquenique. Existe uma trilha pequenininha, atravessando uma ponte de madeira, e dando a volta por um bosque. A entrada custa R$ 2,00, mas não é nada muuuito assim, digno de nota. Depois, visitamos A Bodega. A casa já é um ponto turístico na cidade, e vende cachaças com mais de 40 sabores tais como : mel, amora, figo, Cambuci, uva, carambola, damasco, chocolate, cidreira... Os grandes frascos de vidro ficam dispostos na loja, onde você pode provar de todos os sabores, quantas vezes quiser. Cuidado! Tivemos experiências “tristes” na nossa época de solteiros, com esse tipo de degustação, lá na Chapada dos Veadeiros. Eu e nosso amigo Fábio, que o diga... Por causa disto, provei bem pouquinho...(êeee, manguaça!!!!). Acabamos levando uma garrafa de vinho artesanal da casa. O local vale o passeio, além das bebidas, é muito agradável, e tem um jardim bonito, nos fundos. A essa altura do passeio, hora do almoço e seguimos a indicação das meninas da Pousada, o Restaurante da Beth, uma casinha bem simples, com comida caseira, bem atrás da Pousada. (Telefones: 12-36662199, 12-96015834). Pedimos o PF, R$ 8,00, com arroz com a carne de escolha (frango, bisteca, carne assada ou bife) mais feijão e salada. Super simples, mas muito bom mesmo. Depois do almoço, gastar as energias. Fomos em direção ao centro da cidade, visitamos o Mirante do Cruzeiro, uma praça de onde é possível avistar toda a cidade e o local onde os moradores da cidade realizam a procissão da via Sacra, na época da Semana Santa. Não poderíamos deixar de visitar ainda, a Estação Eugênio Lefévre, inaugurada em 1919, conhecida como “Estação do Bondinho”. Pelas informações, devemos pegar o trem em Campos do Jordão e pode descer em Pinhal, não o contrário, infelizmente... Já que estávamos lá, (ai que desculpa esfarrapada!), não podíamos logicamente, deixar de experimentar o tãaao aclamado bolinho de bacalhau. Gente, estávamos empanturrados ainda, mas foi tão bom que comemos dois cada um!! Vale a pena! Um pouquinho mais para a frente, a pé mesmo, seguindo os trilhos, você chega ao Mirante Nª Sª Auxiliadora, com um pátio ao redor, de onde se avista o Vale do Paraíba. Já escurecendo quase, voltamos para descansar à Pousada. No dia seguinte, tentamos achar as cachoeiras. Não perca tempo com a Cachoeira do Cassununga.Fica atrás de um bar na beira da estrada, rodovia SP-50, onde cimentaram tudo, colocaram escadas, banquinhos e mesas em cimento. Um verdadeiro horrooor!!!! Cachoeira do Sol Tentamos a todo custo, achar a tal Cachoeira Rancho Feliz, e pelas indicações do livreto turístico da cidade, a única coisa que conseguíamos achar toda hora, era um empreendimento imobiliário e quando perguntamos para o comércio local, indicaram que dentro do empreendimento é que estava localizada a Cachoeira. Fomos nós, na maior cara de pau, fazer de conta que íamos conhecer o empreendimento e procurar a Cachoeira. Foi uma surpresa boa, fizemos a Trilha das Cachoeiras, uma trilha gostosa, para passeio, com várias quedas d’água, de todos os tipos e tamanhos, mas só resta saber se será aberta ao público, mas ao que tudo indica, somente os proprietários das residências do Condomínio é que deverão ter acesso. Uma pena, para turistas como nós, que apreciamos também descobrir lógico, as belezas naturais dos lugares que visitamos... Continuando nosso passeio, visitamos o CaprAlemão e o Bode Expiatório. Um local interessante, onde as crianças (e os adultos) podem ver a criação dos animais, brincar com as cabras, experimentar vários tipos de queijo e também a cerveja artesanal do Bode Expiatório. Funciona no mesmo local que o atelier Bruxa da Montanha, com anjinhos, bonecas e calendários confeccionados em tecido. Em frente ao CaprAlemão, fica a Pharmácia de Quintal, uma casinha simples, mas linda, na sua simplicidade. Oferece produtos elaborados com ervas e flores como temperos, xaropes, mel, vinagres e azeites com especiarias, sachês, travesseiros aromáticos. Só de entrar pelo quintal, você sente o aroma do lugar! Compramos sais aromatizados lá que são uma delícia para temperos! Chá colonial na Fazenda Renópolis Já era tarde, cerca de 16 hs, e não havíamos almoçado, então fomos conhecer a Fazenda Renópolis http://www.renopolis.com.br, que vimos no livreto que ofereciam o chá colonial, esperando uma “casa de chá” aos moldes dos que conhecíamos. A Fazenda pertence à família desde a década de 20 e dela se originou a Colônia Renópolis, povoada por colonos japoneses há décadas. Além do Chá colonial, você conhece o artesanato local e os produtos com ervas medicinais e aromáticas, que são produzidas pela própria família com matéria prima da fazenda. O "chá colonial" foi um verdadeiro banquete para nós: 3 tipos de sopa (feijão, canja e legumes), ovos mexidos, quiches, salada (com flores junto!), pães (2 ou 3 tipos), patês, bolos (9 tipos), chá, café, leite e 2 tipos de sucos. Criança paga meia e adultos, não me recordo muito bem, mas cerca de R$ 35,00~R$ 40,00, mas vale muito a pena! Ouvimos dizer, que existe uma trilha que começa em Campos do Jordão, vai descendo pelos trilhos e termina na Fazenda Renópolis . Não deu para testar desta vez, mas nos prometemos voltar para esta "penosa" missão...rsrsrs. Passamos ainda, na volta da Pousada, por uma das propriedades da Colônia japonesa fixada pertinho da Fazenda Renópolis e compramos uma mudinha de cerejeira que há muito tempo o João procurava e não encontrava por aqui, em São Paulo. Passamos também nas fontes (Fonte Santo Antônio), para abastecer nossos cantis e mais o que achamos de garrafinhas vazias dentro do carro. Dia seguinte, antes de sair da cidade e voltar para casa, não podíamos deixar de experimentar o sorvete na Eisland http://www.eisland.com.br desta vez no centro da cidade. Experimentamos o menu degustação das 9 bolinhas, por R$ 15,00. O sorvete é saboroso, muito cremoso, feito com leite e creme de leite de gado jersey da fazenda Sítio Aconchego. Nossas considerações finais: um lugar muito gostoso, pertinho de SP, 180 km,não dá nem tempo de cansar da viagem, bom para todos os tipos de visitantes, desde os casais românticos até para viagem com crianças, agradando a todos os gostos e bolsos. Pelo relato (e a nossa gula também), deu para perceber que é uma viagem gastronômica também! Não deu tempo de ver todos os atrativos, como os vários locais com artesanato (a História em Retalhos, Morito Ebine, Atelier Eduardo Miguel,o Jardins de Barro, a Oficina das Artes, entre outros), o Pico Agudo... e que só aumenta a nossa vontade em voltar para esta simpática cidade.
  11. Olá Paulo! Imagina, de nada. Se pudermos ajudar em mais alguma coisa... Vou te mandar por e-mail alguns anexos que o America del Sur mandou para você ter idéia de tarifas. Fizemos o comparativo no planejamento, e pela comodidade, como eu falei, acabava ficando mais fácil e o valor não ficava tão acima se fizéssemos por conta. Só preciso te avisar que a excursão para TDP é excursão mesmo, parando em todos os pontos turísticos principais, descida do ônibus para fotos, etc, etc... Um grande abraço e uma óoootima viagem para vocês! Marcia, João e Júlia
  12. Olá Paulo! Obrigada pelo comentário e vamos lá, por partes... Se eu tivesse dois dias e meio apenas em TDP, faria o seguinte, como vi algumas pessoas e agências fazendo: 1-faria o primeiro dia chegando até a Hosteria Las Torres e subindo até o Mirador Torres. Puxado, mas acho que dá para fazer se vc começar cedo. 2-segundo dia: pegaria o catamarã até Pehoé e iria até o Glaciar Grey. 3- vi uma agência cujo programa seria sair do Pehoé, ir até o Acampamento Italiano e fazer o Vale do Francês. Sinceramente acho puxado demais, nós não conseguiríamos... Transporte direto de TDP para El Calafate: Não tenho certeza, a única que opção que eu vejo para sair direto de TDP para El Calafate, seria aquele ônibus de excursão que nós pegamos para ir, se combinássemos (e pagássemos lógico), a volta para El Calafate. Mas vimos vários ônibus mesmo, não vans, chegando na Guarderia Laguna Amarga . Vou passar a relação daqueles que fazem a linha até El Calafate partindo de Puerto Natales. Bus Sur: (061-614221; http://www.bus-sur.cl, Baquedano, 658) para Punta Arenas, Torres Del Paine, Puerto Montt, El Calafate, Rio Turbio e Ushuaia. Cootra: (061-412-785; [email protected], Baquedano 456) para El Calafate, às 8:30 hs. Turismo Zaaj (061-412260-411471; http://www.turismozaahj.co.cl, Arturo Prat 236/79) para Torres Del Paine e El Calafate. Me desculpe, mas como não fomos para El Chaltén, não tenho idéia dos ônibus. O que é muito normal, é sair de El Calafate, sei que existem várias empresas. Mais uma coisa que eu queria comentar... Não seria mais fácil vc seguir viagem saindo de Punta Arenas para Ushuaia, também não posso comentar, mas aqui nos mochileiros muita gente foi até Ushuaia, e quando estávamos em Punta Arenas, o destino final de vários turistas era Ushuaia, depois ir subindo, Puerto Natales, Torres Del Paine, El Chaltén, El Calafate (ou o contrário) e depois seguir para Buenos Aires? Penso que neste formato de roteiro, vcs teriam mais opções de transporte, o que facilitariam os seus translados. A não ser que vcs tenham reserva de vôo até Ushuaia e El Calafate, aí a coisa muda um pouquinho. Se não, vcs subiriam um pouco, para depois descer, para depois subir de novo, e perderiam mais tempo com os transportes. Espero ter ajudado um pouco, e qualquer outra dúvida que pudermos ajudar, estamos à disposição! Abraços!
  13. Olá Guto! Obrigada pelo elogio ao relato e fazer este tipo de viagem (e qualquer outro na verdade) com a família toda é ótimo! É como a propaganda, não tem preço...rsrs Tem uma guarderia no acampamento Italiano sim, e quando passamos por lá ,no segundo dia, quando voltamos do Cuernos para o Italiano para fazer o Vale del Frances havia um guarda, mas no primeiro dia a guarderia estava fechada e não havia ninguém. Com relação à segurança, vimos sim, nos dois dias, váaarias mochilas em volta da casinha do guarda e ninguém mexia não. Não acho que vocês irão encontrar qualquer problema deixando os equipamentos por lá, nos pareceu bem tranquilo. No nosso caso só não deixamos lá, porque fizemos a besteira de ir até o Cuernos, então não estávamos com a carga completa. Lógico porém, em todas as nossas andanças, os documentos e a carteira andou com a gente. Mas com os equipamentos, não tivemos problema nenhum. Um grande abraço e uma ótima viagem!
  14. Déia, Maravilhoso seu roteiro! Muito detalhado, muito explicado e com ótimas referências! Li todinho, saboreando cada parte. Estamos planejando Machu Pichu, para fazer a trilha inca também, para o ano que vem, ainda,e tivemos uma idéia excelente de como fazer pelo seu roteiro! Parabéns!
  15. Wesley! Fotos fantásticas!! Um belo relato e cada um tem uma impressão diferente de um lugar, mas uma coisa, meu amigo, tenho considerado semelhante na grande maioria dos relatos que tenho visto e da qual compartilhamos também: o atendimento do pessoal do Fantástico Sur é algo indescritivelmente antipático!!! Fiquei com uma impressão horrorosa também! Devíamos montar um fórum específico "anti Fantástico Sur", sei lá.rsrsrs No mais, parabéns pela trip e pelo relato e peço licença para indicar seu relato para Ushuaia que têm gente perguntando sobre Ushuaia, mas como nós não passamos por lá, não tenho idéia do que comentar... Um grande abraço! Marcia, João e Júlia Os caminhantes
  16. Frida, cinquenta anos depois... desculpe a demora, mas acho que agora só é que entendi como funcionam estes posts... a Chapada Diamantina é sempre, sempre,sempre, MARAVILHOSA!!!! Mesmo rodado um pouquinho por aí, sempre temos muuuitas saudades deste lugar!!! Minha filha, também já andou por muitos lugares,mas a cada ano que planejamos férias, ela pede para voltar para as águas mornas da Chapada!!! Abraços, beeeeem atrasados....
  17. Olá Wesley!! Obrigada e ficamos muito honrados pois nos baseamos em muitos dos seus posts para conseguirmos planejar nossa viagem!! Boa viagem de volta e esperamos anciosos seu relato da sua viagem!!
  18. Olá amiga!!! Obrigada e vcs sabem que com a ajuda de vcs é que pudemos realizar este sonho acalentado à tanto tempo!! Nós é que temos que agradecer! Beijos!
  19. Oi Kátia!!! Te ajudo, sim, se pudermos, é um prazer!! Desculpe, mas me diga, reservas para o Parque Torres del Paine (seriam para os refúgios ou campings), ou é para as outras cidades? Abraços!
  20. Olá Julia!!! Como vc vai sozinha, realmente é pesado carregar todo o equipamento de camping, fora as suas roupas, etc... O que eu sugeriria a vc, seria tentar ver com as administradoras (a Vértice e o Fantástico Sur), se existem vagas para os Refúgios, e se não houver vaga, vc pode alugar lá nos refúgios mesmo, os equipamentos. Ainda continuo pesquisando algumas coisas, por causa de algumas perguntas, hehehehe,daqui, de amigos, de blog, etc... e acabei descobrindo que nós fomos no período mais cheio possível, portanto, em alguns lugares (como o Paine Grande, que é o maior), vimos gente tentando alugar os equipamentos e não ter mais...Acredito que na época que vc vai já deve estar mais tranquilo... Já combinamos aqui em casa, que quando formos de novo, vamos marcar bem antes e ficar nos Refúgios, que como eu disse, a trilha em si, até que dá para aguentar, agora, bagagem, foi muito pesado!!! Agora vamos para a segunda parte: o roteiro. Nós formatamos o roteiro desta forma para ficar "um pouco' mais leve, mas nada impede que vc faça mais curto, ou parte dele apenas. Para cada acampamento, existe um objetivo, basicamente.. Então, no Pehoe (acampamento Paine Grande), seria visitar o Glaciar Grey; no Italiano (que é o acampamento free), seria o Vale Francês, o Los Cuernos, basicamente não tem nada, é meio de caminho (mas tem um visual- não dele, que é bem feinho, em si, mas entre eles, Italiano-Los cuernos ou entre o Los Cuernos- Chileno ou Hosteria las Torres ou Campeamento Torres) que vale a pena; os acampamentos Las Torres, Chileno ou o Torres, seria para chegar ao Mirador Torres. ´ Nós ficamos 2 dias em cada acampamento (Paine Grande, Los Cuernos e Chileno) para no primeiro dia chegar e no segundo, alcançar estes objetivos. Vi vários relatos mesclando como o nosso, mas me parece que a grande maioria faz em menos tempo. coloquei o link do Michel, dos mochileiros mesmo, mas resumindo: 1ª dia:Pehoe, chegada, deixar a mochila e ir para o Glaciar Grey- pernoite no Paine Grande; 2º dia: Pehoe- Italiano, chegar, deixar a mochila (alguns montam acampamento) e ir para o Vale do Francês; (alguns aqui optam pelo Los Cuernos, por causa das conds. do acampamento). pernoite no Italiano (ou Los Cuernos); 3º dia: Italiano (ou Los Cuernos) até Hosteria Las Torres (aqui na verdade, é o acampamento Las Torres, a Hosteria é aquele lugar mega chique que eu falei), ou o Chileno, ou o acampamento Torres; não vi muita gente falando que vai no mesmo dia para o Mirador Torres não. É uma subida do cão... Pernoite em um dos lugares (Las Torres, Chileno ou Torres); 4º dia: subida até o Mirador Torres, e aí sim, volta até o acampamento para dormir, ou muitos descem até o Las Torres para pegar o ônibus e ir para outro lugar. Vai depender do que vc quer ver e do quanto pretende andar em cada intervalo, claro. Terceira parte: sua bagagem. Depende de onde você vem e o que vai querer fazer depois. Se for fazer só Torres del paine, não tem muito jeito. Infelizmente vc vai ter que chegar e sair com tudo que trouxer. Nós fomos "descascando" nossa bagagem ao longo do caminho. Uma parte, o que não precisaríamos usar no trekking e ia fazer muito volume, fomos deixando nas pousadas. Todas (ou a grande maioria delas) têm até um quarto disponível (que vc não paga extra) para deixar suas coisas e pegar na volta. Deixamos portanto, uma parte das coisas em El Calafate, pois chegamos e saímos por essa cidade e depois do trekking, fomos para Puerto Natales, onde deixamos a bagagem de trekking que não iríamos usar e fomos fazer compras em Punta Arenas. Na volta, pegamos a bagagem de trekking de volta em Natales. Ufa!!! desculpa, a resposta era para ser rápida, mas acabo escrevendo um pouco além da conta, mas sei que nessa fase de planejamento são taaantas as dúvidas... Vou te mandar por e-mail algumas coisinhas que eu tenho gravado no arquivo, e não hesite em perguntar. Se eu puder te ajudar de alguma forma, já fico muito feliz! Abraços, Marcia, João e Julia Os caminhantes
  21. Oi, como a amiga Carla já disse, também não vimos este em Natales. só de rosquear mesmo... O preço em Natales está bom, acabamos de voltar e acabamos nos arrependendo de não comprar um pequeninho, pois o nosso é como o seu, de botijãozinho de colocar. Compramos nosso refil em El Calafate, num preço bom. Realmente, não dá para embarcar de volta com ele. tem que usar o que der e deixar por lá mesmo. Abraços. Marcia
  22. Oi Gabriela! Olha, como o pessoal de lá fala, dentro do Parque, existem microclimas e o que falam, acontece realmente. Calor, depois bate aquele vento, frio e chuva. A única coisa que nós não pegamos, (ainda bem!) foi chuva. Como já li em alguns fóruns daqui, acho que a melhor opção é o chamado "efeito cebola". Utilizamos a segunda pele, que aparentemente não vale nada, mas faz uma boa diferença! Por cima a camiseta, depois um agasalho tipo fleece por cima e por último um corta vento. Na parte de baixo, a segunda pele,uma calça de tactel (daquelas que viram bermudas, de repente, mas nós não usamos como bermuda, só como calça), e meias técnicas.Ah! gorro (usamos de fleece), cachecol (só minha filha acabou usando) e luvas também são legais de levar e são itens pequenos, não vão te sobrecarregar tanto. Vi os estrangeiros (a grande maioria) com lenços, tipo bandanas, que servem para cobrir o pescoço, cobrir o nariz e a boca naqueles ventos com muita terra ou para cobrir os cabelos, achei bastante útil. Como já citei, não nos preocupamos com marca, como alguns conhecidos nossos. Não é propaganda, não (não levamos nada nisso, kkkk), mas os produtos da Quechua têm um preço bem acessível (afinal precisamos comprar para três) numa qualidade que acredito que não fica devendo para ninguém. Uma coisa que eu acho importante é ser roupa técnica, então, a camiseta do tipo dry fit, a calça, de tactel, ou tecido semelhante. Nada de moleton, camiseta de algodão, calça jeans, casaco de lã. Porque quando vc sua (sim, vc fica suada), a peça molha, te gela quando bate aquele frio, demora um bocado para secar e depois é mais peso que vai para suas costas, o que não acontece com as roupas técnicas. Não precisa (nem tem condições) de levar uma peça para cada dia de trekking (só as roupas de baixo e as meias, eu acho). E o efeito cebola é esse, esquentou, vai descascando as camadas superiores e vice-versa. Espero poder te ajudado. qualquer outra dúvida, só mandar um alô. Abraços!
  23. Obrigada, gente, pelos comentários. O que a gente puder ajudar, se pudermos, à disposição!!! Abraços!!
  24. Babi, Tive problemas com o Fantastico Sur, como coloquei na minha postagem. Mandei a pergunta no começo de novembro e eles me responderam praticamente em cima da hora, uma semana antes (mais ou menos dia 20 de dezembro!!!). vou te passar o e-mail direto das vendas, com quem eu falei, para ver se te ajuda. Se é que eles ainda não te responderam... [email protected] Abraços, Marcia
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