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os caminhantes

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Tudo que os caminhantes postou

  1. Classificação: Clássicas Fechando nossas viagens de férias pela região do Mato Grosso, estivemos visitando o Pantanal. A princípio, não iríamos para lá, mas a Lu, da Família Muller, nos convenceu,dizendo que pelo menos deveríamos conhecer a Transpantaneira, então, lá fomos nós. Realmente, como ela conta em seu livro, é uma região ainda selvagem, quase inexplorada e só pela Transpantaneira vale a pena conhecer esta região. Saímos de Nobres, passamos por Cuiabá e fomos em direção à Poconé, onde se inicia a rodovia. Fomos apanhados numa condição completamente atípica para a região, que foi o frio intenso. A condição foi tão extraordinária que uma amiga contou que no noticiário foi falado em cerca de 3 mil cabeças de gado mortos pelo frio. Pois é, estávamos bem aí nessa época. Bom, mas como todos sabem, até essas condições adversas, fazem parte das nossas viagens, e o negócio é encarar com bom humor e depois rir dos perrengues que a gente passou. Isso rende boas risadas depois ... Ficamos na Ueso Pousada: http://www.pantanal.ch , da Sonia e do Ueli, com uma consciência e ações voltadas a preservação e manutenção da fauna e flora no Pantanal. A maior área da propriedade é mantida, sem fazer queimadas nem desmatamento, como uma reserva particular. Nesta área são feitos os passeios a cavalo e à pé. Estávamos hospedados nós e uma família grande de suíços. Foi bem diferente, pois nós não entendíamos uma palavra e nos comunicávamos por vezes, com a matriarca, que era chilena, uma longa história. As crianças eram uma diversão à parte, porque falavam entre elas, riam entre elas, depois olhavam para nós e riam como se estivéssemos entendendo tudinho...ahã... A Pousada foi a que ofereceu o melhor custo para nós, com pensão completa, e direito a um passeio a cavalo ou de barco, por dia. Ficamos quatro dias ao total, porém dias inteiros foram dois, então no primeiro fizemos o passeio a cavalo, guiados pelo Marcos, pela manhã. Até o João, que tem receio de andar a cavalo foi numa boa. A Júlia teve alguns problemas com o cavalo teimoso dela, o que rendeu boas gargalhadas das crianças suíças. No dia seguinte, a Sônia nos levou até uma fazenda vizinha para passearmos de barco pelo Rio Clarinho e pescar piranha. Ela ria muito, e disse que nós inventamos uma nova modalidade de pescaria: a voadora, onde nossos peixes não eram bem fisgados e voavam por cima das nossas cabeças, para cair na água de novo... deixa meu pai pescador saber da nossa inabilidade total com esta modalidade esportiva que ele tanto aprecia... À tarde, o Marcos nos levou para uma caminhada pela mata preservada da Pousada, e também até o mirante, onde, apesar do frio, conseguimos avistar alguns animais. O Pantanal dessa vez ficou nos devendo o tão famoso pôr do sol, mas voltamos com outras lembranças e aprendizados, como o modo delicado, gentil e responsável que o europeu educa suas crianças, observando os suíços e a visão que a Sônia passou da educação e criação de seus filhos mudando alguns conceitos nossos. E viajar também é isso,é ter o espírito e a mente abertos para situações diferentes daquela que esperávamos encontrar, não fazer disso um problema, e absorver todo o tipo de conhecimento e experiência que nos engrandeçam de alguma maneira.
  2. Classificação: descobertas Por sugestão da família Muller, http://www.familiamülleraventura.com.br/, aproveitamos nossa estada no Mato Grosso e conhecemos Nobres. Para encurtar o caminho, usamos a indicação do Sr. Isaías, da Pousada Bom Jardim , http://www.pousadabomjardim.com/, e na estrada de volta da Chapada dos Guimarães, seguimos em direção à Usina do Manso, sem precisar passar novamente por Cuiabá e na cidade de Nobres, afinal as maiores atrações estão na Vila Bom Jardim, distante cerca de 60 km da cidade.O único porém é que nós erramos o caminho (novidade!!!), pois a estrada estava em manutenção e o caminho de terra de 45 km viraram 90 km, mas, faz parte do pacote.... (pelo menos pra gente). Mas ainda deu tempo de chegar para almoçar e almoçar ao lado da Pousada. A nossa maior dificuldade aqui, foi conseguir achar um pacote razoável, pois as informações encontradas na internet ficaram confusas para mim e tivemos que pedir ajuda à família Müller para entender. Os pacotes de visitação são todos pagos, é necessário a emissão de um voucher para a visitação, mas muito caros, na nossa opinião, tornando proibitivos, para uma família mais numerosa. Bom, vamos lá, para o que importa. No primeiro dia, visitamos a Lagoa das Araras, à tarde. R$ 10,00 por pessoa. Um passeio muito bonito. No segundo dia, visitamos a Cachoeira Serrra Azul e o Rio Triste, na companhia do guia Silvano, que também tem agência na vila, a SM Agência de Turismo,[email protected], que também oferece hospedagens, um pouco mais rústicas que a Pousada Bom Jardim e também refeições, além de emitir os vouchers também . A Cachoeira Serra Azul tem uma cor única, azul,linda, onde fizemos mergulho (a agência fornece o equipamento), e se você tiver sorte (a Júlia e o João conseguiram), pode ver um cardume de peixes circundando você. Lindo! O pacote por pessoa custa R$ 50,00. Voltamos para almoçar no Estivado, (a agência se encarregou da reserva), onde também tomamos banho, naquela água límpida, e à tarde fomos fazer a flutuação no Rio Triste. Também R$ 50,00 por pessoa. Não deixe de fazer este passeio. A flutuação segue por 1 km, naquelas águas transparentes, mornas, (com equipamento também), onde dourados e piraputangas vão acompanhando seu trajeto. Como diz a propaganda da cidade, Nobres não é bonito (referência à cidade), mas é lindo! Realmente, a vontade que dá é de terminar o passeio e voltar até o começo para fazer a flutuação novamente... :'> No dia seguinte, fomos visitar o Aquário Encantado (ou Recanto Ecológico), outro cartão postal da localidade.Também R$ 50,00 por pessoa. É diferente do primeiro passeio, porque você fica num poço restrito, fazendo a flutuação, sai desse local, caminha um trajeto curto e depois vai para a flutuação no Rio Saloba, mas num trajeto bem menor que o do Rio Triste e não vimos tanto peixes aqui. À tarde, subimos até o cruzeiro, para uma visão geral da Vila Bom Jardim. Nossa impressão: A vila ainda é muito pequena, ainda não está com toda sua infra-estrutura adequada para o turismo, acabamos ficando sem almoço, em um dos dias, mas ao mesmo tempo, isso aumenta sua “rusticidade” e ar de novidade. Ainda deve crescer, existem locais incríveis, muito bonitos, diferentes de tudo o que havíamos visto. O Sr. Isaías promove o desenvolvimento da localidade, agregando um valor social, na nossa opinião, pois além da pousada em si, que oferece uma hospedagem honesta, emite os vouchers da própria pousada e também aloca os serviços de outros locais (guias, agências e restaurantes) no seu serviço. Como dizemos há necessidade de explorar o turismo, para promover o local e não explorar o turista, como parece ser o caminho que algumas agências locais estão trilhando.
  3. Classificação: descobertas Descobrimos Tapiraí em uma reportagem do Ecoviagem: http://ecoviagem.uol.com.br , que falava na verdade, de um outro lugar, o Salve Floresta, que depois de visitarmos o local duas vezes ainda não visitamos. É bem pertinho de São Paulo, cerca de 160 km pela SP 270, e o próprio caminho já é gostoso de fazer.Tem um visual bonito, e pegamos nas duas vezes, a neblina, que oferece um encanto a mais ao local. Ficamos na Pousada do Professor http://www.pousadadoprofessor.com.br, do Seu Evaldo e da Heloísa, uma pousada familiar, com chalés e duas casas aconchegantes, em número pequeno, seguindo a filosofia dos proprietários de não “lotar” o local e permanecer num ambiente o mais familiar possível. Os chalés e as casas são equipados com todos os apetrechos de cozinha. Aconselhamos aqui, leve seus dotes culinários junto com você nesta viagem, ou arranje um amigo que os tenha, pois a cidade (se é que a gente pode chamar assim, na verdade é um vilarejo, daqueles de beiradinha de estrada, e quando você percebeu, já passou por ela) possui sim, locais para refeição, mas não nos aventuramos a comer ainda por lá. Para quem tem crianças, elas irão gostar da trilha com uma ponte suspensa dentro da Pousada, vão se sentir a própria Lara Croft (bom, a Júlia pelo menos dizia isso na época). A Pousada oferece na sua diária o café da manhã, bem gostoso. Peça os ovos que a Heloísa prepara, que são uma delícia! Seguimos aqui, nossa rotina de viagem, café da manhã bem reforçado e ir para as cachoeiras do lugar. O professor faz um mapinha e você consegue chegar aos locais. A cidade ainda não tem infra-estrutura nos locais turísticos. Não nos entenda mal, todos sabem que odiamos aqueles locais com restaurante no pé da cachoeira, é a coisa mais odiosa que existe, mas umas plaquinhas não fazia mal... A mais famosa, é a Cachoeira do Chá, com queda de 30 m, acesso pelo km 164,5 da SP 079, sentido Juquiá. São cerca de 3 km em estrada de terra e depois, a trilha mais ou menos 1 km. Existe também a Cachoeira do Rio Belchior, que possui duas quedas em um paredão de 15 m de altura, mas nós penamos para conseguir achar o local. Visitamos também a Cachoeira do Rio Alecrim, que fica meio escondidinha, mas o acesso até a Cachoeira é bem fácil. A Cachoeira do Rio Limoeiro também é perto, e a trilha é bem curtinha. Dicas gastronômicas: a cidade é o maior exportador brasileiro de gengibre. Existe uma casinha na estrada, a Sweet’n Simple, se você perguntar assim, ninguém vai saber, pergunte pela Dona Lourdes, que vende doces de gengibre , com chocolate e também lasquinhas de casca de laranja ou limão com açúcar ou chocolate. Achamos o preço um pouquinho salgado na segunda vez que passamos lá, mas vale a pena experimentar. Na cidade, uma casinha mais simples também, que faz outros tipos de doce com gengibre e um xarope que o proprietário fala que cura desde tosse até dor de cotovelo, brincadeira...
  4. Classificação: matando saudades.. Começamos a frequentar São Francisco em 1997, fomos algumas vezes pela proximidade com São Paulo, e voltamos agora, na Páscoa, depois de 10 anos. Foi o lugar da estréia da Júlia nas caminhadas. Continua ainda um lugar simpático e acolhedor. Fica a aproximadamente 150 km de São Paulo, passa dentro da cidade de São José dos Campos, onde existem placas indicativas até lá, passando por Monteiro Lobato. A cidade é daquelas típicas de interior, com uma avenida principal, uma praça central, com coreto e igreja, todos se encontram o tempo todo, nas lojinhas de artesanato (aproveitem as mantas e os tapetes, que são bonitos e têm preços bons) e nos restaurantes, cafés e depois nas cachoeiras. O que nos assustou desta vez foi que o custo de vida da cidade aumentou consideravelmente. O preço das pousadas, de maneira geral, ficou assustador. Parece que o público que passou a frequentar a cidade busca mais aquele clima meio "Campos do Jordão", aquela coisa mais chique e para nós, que gostamos mais daquela atmosfera alternativa, mais hipponga, perdeu um pouco o ar de "Visconde de Mauá". Como diz nossa amiga Tânia, e como toda nossa Ogroturminha sabe, nós procuramos lugares com um bom custo-benefício, considerando sempre, que vamos passar praticamente o dia inteiro passeando e voltar à tardezinha,quase à noite apenas para um bom banho quente e uma cama limpa numa pousada honesta. Ficamos novamente na Estalagem Alpina (12)39261180, da Cleusa, que fica bem na frente da praça, muito simples, mas que satisfaz as nossas poucas necessidades. Sinceramente, porque como conversávamos com o nosso velho e bom amigo Miragaia do CAT (onde ele começou o serviço, desde os idos de 97, quando nos conhecemos), para pagar R$ 800,00 o pacote de feriado (e por aí vai), você tem que chegar na pousada e não sair mais. (o que particularmente não é o nosso caso). Mas, as implementações que foram feitas na praça, no coreto, nas plaquinhas das ruas, ficou muito bonitinho. Muitas das atrações que visitávamos na época estão fechadas por estarem dentro de propriedades particulares e pelo fato dos proprietários terem sofrido alguns prejuízos por turistas não tão conscientes, digamos assim. Desta vez quem nos guiou foi a Sabrina, a filha do Mira,(ai gente, o tempo passa....) para a Toca do Muriqui, que acaba numa pequena cachoeira. Lembramos desta trilha só na volta, pois o começo da trilha é mesma trilha que fizemos há 13 anos atrás para a Travessia para Monte Verde. (essa trilha na época ficou na nossa história, porque não conseguíamos nem falar no final do passeio, de tão cansados. Pelo menos eu e o João.Estávamos ainda com o Renato e o Maurício). Existem outras trilhas, agende no CAT, mas acabamos fazendo só esta. No dia seguinte, fomos conhecer o Pouso do Rochedo, http://www.pousodorochedo.com.br/ que nos surpreendeu.Você paga o "day use", (pagamos se não me falha a memória R$ 10,00 por pessoa) recebe um mapinha das trilhas pela simpatia do proprietário, Sr. Antonio ,pode andar pelas trilhas dentro da pousada (que têm da mais levezinha até uma, de subir um pico, que desta vez não deu coragem), e visitar várias cachoeiras, terminando na última muito bonita,e de quebra ainda pode tomar um banho nas piscinas da Pousada. Existem várias opções de hospedagem, desde chalés até casas para famílias maiores. A casa ele cobra R$ 50,00 por pessoa, (é melhor vc checar antes, em todo caso) com direito a café da manhã. Combinamos nós e a Tânia e o Felipe de passar um final de semana nesta pousada e fazer o pico (quando não estiver chovendo, porque nós pegamos muita chuva desta vez). Não temos dicas gastronômicas uau!!, dessa vez, infelizmente. Tentamos comer num restaurante que servia trutas (que parece ser a especialidade da região), mas as crianças (ops, me esqueço que não posso chamá-los mais assim) não quiseram. Como caminhávamos e chegávamos tarde (por volta das 14:00 hs), e a fome apertava, almoçamos dois dias no restaurante da Pousada São Francisco, self-service. Comemos uma pizza muito ruim, que não lembramos o nome do restaurante, que se dizia feita na pedra, mas não era nada.Só valeu porque de lá vimos a procissão da cidade da Paixão.Coisas que você vê só no interior mesmo. Foi surreal, porque a Júlia não havia visto nunca e ela se aterrorizou com aquela gente vestindo branco, carregando uma pessoa morta (ela achou que a cruz com Jesus fosse um cadáver) acho que ela andou assistindo filmes demais...e entrou em estado de pânico. Até explicar o que era uma procissão e que não era gente morta... Como todo guia falava no Photozofia, fomos lá para conhecer o espaço. É muito diferente, deve ser muito legal, mas à noite, realmente, a gente estava só o pó, além de estarmos com as crianças (ops, de novo), então... quem sabe numa próxima.
  5. Classificação: clássicas Estivemos 2 vezes, em 1996, solteiros, num grupo de amigos e em janeiro de 2008, com nossa filha, mais uma amiga e seu filho, da mesma idade da Julia. Uma das grandes caminhadas clássicas, onde aliam-se paisagens exuberantes, a simplicidade e simpatia dos moradores, a boa infra estrutura local e a possibilidade de conhecer gente do mundo todo. Contratamos uma agência local, a Explorer Brasil [email protected] , com o Kikiu, uma simpatia de pessoa e o nosso guia local Aércio (um dos guias mais pacientes que já nos enfrentaram...) e passamos em janeiro de 2008, por locais diferentes dos que havíamos visitado da primeira vez. Fora os essenciais que você deve visitar (Morro do Pai Inácio, Poço do Diabo, Cach. do Sossego, Gruta Azul e da Pratinha, Poço Encantado -não entramos nesta última vez-Ribeirão do Meio, Cachoeira da Fumaça, entre outras atrações), não deixe de visitar : a Cachoeira do Buracão (nadar por entre os cânions é uma experiência!), a Cachoeira do Mosquito e a Serra das Paridas, com o Renato Hayme, terminando com um farto almoço de casa de vó, a gruta da Torrinha, com formações que nunca havíamos visto (a rara flor de aragonita), nadar no Poço Azul e sentir vertigem olhando aquela água transparente. Hospedagens: em Lençóis, ficamos na Pousada Alto do Cajueiro http://www.altodocajueiro.com.br/, fica meio longe do centro, mas é bastante agradável e não é tão caro quanto as pousadas do centro. Em Caeté-Açu, na Pousada Lendas do Capão http://www.valedocapao.com.br/, uma pousada que nós gostaríamos de ter ficado mais que um dia, fica no meio da mata e tem um clima muito aconchegante e em Igatu, a Pousada Pedras de Igatu http://www.igatu.com.br/. Esta Pousada tem história prá gente, porque tomamos café lá quando ainda estava em construção, em 1996, e desta vez, ficamos hospedados lá. Além de ser pousada, também é restaurante. Fomos duas vezes, mas ainda gostaríamos de voltar para fazer a Travessia do Vale do Paty, nesta última, fizemos o comecinho,só eu e o João, que é a Trilha Vale do Capão- Guiné, faltou ainda o Marimbus, e novamente tomar banho naquelas águas mornas... ai, ai, saudades... Comer (não pode faltar, né?) -em Lençóis: Neco's Bar: encomende com antecedência o especial da casa, com os pratos típicos, como godó de banana e cortado de palma, acompanhado de galinha e tucunaré. Infelizmente, não conseguimos estar na sexta-feira para comer o acarajé. Depois deste acarajé, todos os outros não têm comparação; -no Vale do Capão, nosso querido guia Aércio, nos preparou uma surpresa, encomendando anteriormente num barzinho local , pastéis fresquinhos com recheio de palmito de jaca (vc deve imaginar: argh!!), mas parece palmito, é bem saboroso. Para comentários, dúvidas e maiores informações, encaminhe um e-mail:[email protected] e também acesse nosso blog: http://oscaminhantes-ogrotur.blogspot.com
  6. Classificação: clássicas Estivemos duas vezes também na Chapada dos Veadeiros, Goiás. A primeira vez em 97 e voltamos em julho de 2009. A melhor opção para nós (após algumas cotações) foi alugar um carro em Brasília e seguir viagem para Alto Paraíso, a aproximadamente 230 km. Dica: há dificuldade na locação de veículo econômico aos finais de semana. Todos os turistas resolvem passear com os carros locados . Os modelos que sobram são os mais completos (ar, direção, vidro, etc) e portanto o valor da sua locação pode até dobrar, portanto, dormimos uma noite, no domingo em Brasília e seguimos viagem na segunda-feira, quando voltam os carros econômicos. Valeu a pena dormir uma noite em Brasília (financeiramente, porque o lugar que a gente ficou parecia locação de filme de terror,esconderijo de sequestrador ou calabouço de prisão.Alguém já viu abrir a porta do guarda-roupa e achar um banheiro lá dentro? ééée, cara, nem tudo são maravilhas nas nossas viagens). Primeiro dia, chegada no povoado de São Jorge, a entrada do Parque Nacional. Ficamos na Pousada Casa Grande, que fica em frente à praça central do pequeno lugarzinho. Foi o lugar mais em conta, mas os quartos são bastante apertados, para três pessoas. Como no nosso caso, saímos logo após o café e chegamos à tardezinha, não teve muito problema. Escalonamos os passeios mais perto do vilarejo nesta primeira etapa, assim fizemos os roteiros do Pq. Nacional , clássicos, os Saltos 1 e 2 do Rio Preto, Cânions, cachoeira das Cariocas e as Corredeiras. Nosso guia, foi o maravilhoso Deni (que depois soubemos que foi um privilégio, pois é um dos guias mais experientes e requisitados e é destinado pelo CAT- Centro de Apoio ao Turista-aos grupos grandes), além da companhia agradabilíssima de sua companheira Joyce .Além de ser um guia excepcional (assim como foi seu primo Neto, na nossa primeira viagem em 97), foi quem dirigiu (e nos aliviou desta penosa função naquela estradinha) nosso carro alugado. Ainda fazem parte do roteiro clássico (e obrigatório), porém, fora do Parque Nacional, o famoso Vale da Lua, a Morada do Sol e o Salto do Rio Raizama. Dica: não é muito perto, mas não deixe de fazer o passeio à noite, das Águas Termais, piscinas naturais com água a 38º C. É surreal boiar naquela piscina natural de água quente, olhando as estrelas... Seguimos depois, para Alto Paraíso, e ficamos na Pousada Veadeiros- http://www.pousadaveadeiros.com.br/, da Ana Rosa e da Noraney. Fica bem localizada e junto da agência EcoRotas. A pousada é nova, e para quem tinha saído de um quarto pequeno, nos pareceu imenso... Do lado de lá, visitamos : Almécegas 1 e 2 (roteiro clássico), o Portal da Chapada (onde fica a Cachoeira São Bento) e dois lugares que não havíamos visitado da primeira vez. Não deixe de conhecer : - Cataratas dos Couros: o lugar tem remansos, piscinas naturais no começo da trilha e termina, num "grand finale" numa cachoeira imensa, e inesperada, porque a gente vai seeguindo por um lado que não é possível visualizá-la e só no final vc se depara, extasiado, com a cachoeira. -A Cachoeira do Vale do rio Macaquinho: um lugar diferente, com água verde, e se vc tiver a felicidade de pegar os guias como os nossos, eles te levam até o final, onde se encontram dois rios, formando uma cachoeira, e depois, a gente salta numa piscina (eu fiz isso de colete, óbvio, quase morri, mas a segurança que os dois- Deni e Joyce me passaram, me possibilitaram fazer isso) Comidinhas: imprescindível, não? -Quando você vai chegando na região de Alto Paraíso, as plaquinhas já avisam: temos gergeliko. O que é gergeliko? É um salgadinho, estilo porcaritos, mas feito de gergelim, numa fábrica local de Alto Paraíso. É diferente e uma coisa que você só vai achar aqui. - Em Alto Paraíso, duas coisas: o sorvete de forno da sorveteria da avenida principal da cidade. Não consigo lembrar o nome agora, mas é a maiorzinha, bem no final da avenida já. Maravilhoso e você pode escolher as opções de sabor das frutas regionais. -Também em Alto Paraíso: o Jatô, que tem um bufê de saladas muito bom, funciona em sistema de quilo e self service e fica aberto até mais tarde, uma boa pedida pra que vem esfomeado das caminhadas. Dúvidas, comentários, sugestões ou outros contatos, entre conosco no nosso e-mail: [email protected] ou nosso blog: http://oscaminhantes-ogrotur.blogspot.com
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