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valmirjr

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Sobre valmirjr

  • Data de Nascimento 22-08-1984
  1. Olá! Estarei em Cambará agora em maio. Pelo que pesquisei, só tem um ônibus para ir de Porto Alegre. Não consegui descobrir como sair de lá para Florianópolis. O jeito é voltar para POA? Se alguém souber de opção de ônibus (não sei dirigir) para alguma cidade de SC que me faciliti ir para FLN sem precisar voltar, ou ainda alguém que vá alugar carro e queira rachar a gasolina até Criciúma, agradeço!
  2. Paula, boa noite. Eu pretendo ficar 6 dias em novembro, passando por Santiago-Valparaíso-Puerto Varas. 1) Como foi a viagem de ônibus? 2) Vc recomenda quanto tempo em P. Varas? Obrigado!
  3. Alexandre, boa tarde. Obrigado pelo comentário. Então, considerando nossos locais de nascimento, acho que 20ºC já pode ser considerado frio...rs Sabe aqueles dias em que vc sai com um casaco leve, meia hora depois andando está com calor, depois para num lugar com sombra e veste ele de novo? Foi bem assim. Manhãs e fins de tarde com um vento um pouco de frio, mas nada congelante, variando entre 18º e 21ºC, e também chuvas fracas e rápidas em Montevidéu. Em Punta, não dá para entrar na água. Em Colonia, parecia estar mais fresco, mas nada abaixo do informado. Espero ter ajudado. Boa viagem!
  4. Oi, dynstark. Realmente, acho pouco tempo em Recife, mas não sei de onde eu tiraria para conhecer mais. Não sei se abro mão de um dia em JP ou dos dois. Vou avaliar. Muito obrigado!
  5. Bom dia, pessoal! Estive lendo dois relatos que indicam que o tempo que reservei parece ser suficiente , mas gostaria de ter outras opiniões. Gosto de praias, mas quero conhecer mais o lado histórico-cultural das cidades, além de lugares com dança local. Tenho planejado o seguinte: Dia 1 (Sáb)- RIO-REC 14:30h Conhecer o que der de Recife. Dia 2 (Dom)- Olinda. Dia 3 (Seg)- Ida a JP, conhecer a cidade e pernoite. Dia 4 (T)- Conhecer mais de JP, pernoite. Dia 5 (Q)- Retorno cedo à Recife e pegar ônibus para P. de Galinhas. Chegada próxima do meio-dia. Mergulho ou passeio pelas praias. Dia 6 (Q)- Passeio a Carneiros (se der), piscinas naturais, mergulho. Dia 7 (S)- Retorno a Recife. Conhecer um pouco mais pela tarde e compras de lembranças (tem que ter, né? rs) Dia 8 (S)- REC-RIO pela manhã Agradeço qualquer dica, seja inclusão ou redução de algo planejado.
  6. Já vi vários relatos incríveis pelo Chuy, Mary, mas como eu tive pouco tempo, fiz no corre-corre. Mesmo assim, valeu. Boa viagem!
  7. Obrigado pelo retorno. Espero que valha (ou tenha valido)! Fiquei um tempo sem entrar!
  8. Bruno, reservei apenas o fim de semana no hostel de Montevidéu, por não saber se ia gostar e mesmo se dormiria em outras cidades. Preferi centralizar tudo em MVD mesmo e antes de terminar o fim de semana, reservei os outros dias. Em Cabo Polônio, conversei por e-mail com a proprietária e só fechei no local, também porque sabia que não estaria cheio. Dependendo de quando vc vá, melhor seja já acertar do Brasil.
  9. Ainda sobre o Parque de Santa Teresa, acrescento que é belíssimo e tem muitos outros pontos a visitar que não só a La Fortaleza Pajareda, Ivernáculo, as praias. Tanto é que há áreas de camping que, provavelmente, iniciam em dezembro, com as férias escolares e o verão. Pretendo retornar com mais calma e, desta vez, partindo de POA-Chuy. Então, pegando o bus pontualíssimo às 13:30, cheguei ao redor de 19h em Montevidéu e fui descansar para aproveitar a última noite na capital uruguaia! Aconteceu que, enquanto tomava uma Patricia, chegaram outros três rapazes no hostel e acabamos a noite por ali mesmo, bebendo e contando sobre nossos dias de viagem e aventuras, diferenças culturais etc. Sexta, dia 24, hora da despedida Com até às 17h para ir ao aeroporto, parti para o prédio da Intendencia, pois ainda não tinha visto a cidade do alto. Há um quiosque de informações em frente. Lá, você pega o ingresso para subir pelo elevador panorâmico. Recomendo fazer logo de primeira em vez de ao final, como foi comigo. Dali, fui às compras das lembranças e me encantei com o Mercado de los Artesanos, a quatro quadras da Intendencia de Montevideo. Confesso que os produtos não são baratos, mas os amigos e (alguns) familiares merecem boas coisas e diferentes, né? Bem, terminada a sessão lembranças, fomos almoçar que já eram quase 14h. Retornamos pela 18 de julio até a esquina com a Av. Barrios Amorín, restaurante El Gaucho. Almocei uma milanesa a napolitana de lamber os dedos. Menu do plato ejecutivo (principal, sobremesa, refrigerante e café ou chá) que, devido ao horário, saiu a um preço bem justo (UYU 297,00). E pagando com cartão internacional ainda tem desconto de IVA, que estará em vigência até junho do 2015. Após, caminhei até o hostel, me despedi do staff e dos amigos que fiz e segui até a Av. Paysandú pegar o 700 em direção ao aeroporto. Bom, essas foram as dicas que considerei interessantes e básicas para compartilhar com os próximos viajeros. Espero que sejam úteis a quem ler este relato. Qualquer dúvida, mandem mensagem que eu respondo caso tenha a informação.
  10. Quarta-feira, dia 22,o tão esperado dia a Cabo Polonio - sexto dia de viagem Muitos vão para lá saindo do Sul do Brasil, mas eu queria muito conhecer e não tinha outro meio que não enfrentar 4:30h desde Montevidéu. A única empresa que cuida dessa rota é a Rutas del Sol (http://www.rutasdelsol.com.uy). Os horários de saída são 10:10h e 15:15h. Na descida em Cabo, é possível ir a pé, pelo que dizem, ou pegar os camiones. Ainda estão custando UYU 170,00 ida e volta. Mais detalhes em (http://www.puertadelpolonio.com.uy). Cara, a vista do trajeto já é maravilhosa. Achava que o pessoal exagerava nas descrições, mas a vibração do lugar é muito boa. Você se desconecta de tudo. Bom, fiquei hospedado no Lo de Marcelo, que está bem em frente do ponto dos camiones. Não me arrependo. As instalações eram muito boas para o local, com água quente, cozinha, boa localização e preço. Apenas UYU 250,00 em quarto compartilhado. O mercado para comprar comes e bebes não é dos mais caros. Muitos levam alimento de onde veio e lá compra apenas o que fica ruim de transporta e a bebida. Eu fiz igual. Uma pena ter planejado ficar apenas uma noite e sair ao amanhecer do dia seguinte. Se soubesse que ficaria apertado conhecer o Parque de Santa Teresa e La Fortaleza apenas em uma manhã, teria continuado até umas 14h em Cabo Polonio e tomado um banho de praia por lá. Quinta, dia 23, Cabo - Santa Teresa Às 6h, sai o primeiro camión retornando a la Puerta. Lá, peguei o bus para Santa Teresa/Capatazia. Leva um pouco mais que 1h, porque para em outras cidades e, por ser quinta, subiam muitos estudantes também. O parque é bastante bonito, mas precisa ter disposição para caminhar os mais de 4km de ida até a Fortaleza. O caminho não tem muita sombra e se quiser conhecer a parte interna de La Fortaleza, está aberta apenas a partir de 13h, de quarta a domingo, se não me engano. Pelo horário de retorno a Montevidéu (já tinha comprado as passagens para 13:30), não deu para entrar.
  11. Domingo, terceiro dia: usei para conhecer Punta del Este, mas não sei se foi uma boa opção, pois a cidade está bastante vazia por estar fora de temporada, talvez num dia de semana estivesse mais movimentada. Apesar de saber que estava vazia, passei por lá e registrei uns cliques do Monumento de los dedos ou al ahogado (foto acima acima) e do porto de Punta del Este. Acabei não passando em muitos outros lugares porque cheguei tarde. O ideal é chegar após 11h, pois muito cedo, nesta época, também não há muita coisa aberta. Em duas horas é possível percorrer com calma os pontos típicos de visitação, como o citado Al ahogado, a Igreja da Candelária, o farol de Punta e o porto. Na volta, saindo de Punta del Este, peguei um ônibus até Portozuelo (UYU 57,00 - Copsa), desci na estrada na altura de Casapueblo e andei uns 2 km até o museu. Só a vista do caminho e ao chegar lá já valem a pena. Para ingressar, você pode pagar BRL 20,00 ou UYU 180,00. Eles aceitam o real sem problemas. Retornei a Montevidéu umas 19:30h (UYU 205,00 - COT) para no dia seguinte ir cedo a Colonia del Sacramento e aproveitar mais do que em Punta del Este. Segunda-feira, 20, quarto dia O bairro histórico de Colonia é pequeno e com bastante museus. Pagando apenas UYU 50, você entra em todos, mas fui numa segunda, dia em que apenas dois estão abertos. Ou seja, só passeei pelas ruas. Não me atentei a esse detalhe quando troquei os dias de visita a Punta e Colonia. Quanto transporte, a passagem saiu a UYU 294,00 e demora por volta de 2h50min, pela Turil (http://www.turil.com.uy). Saindo da rodoviária, se chega bem rápido a pé. Almocei fora do bairro histórico, na Av. Gal. Flores, via principal da cidade, onde há bastante opção e em lugares igualmente simpáticos. Retornei no bus de 16:30 e achei que deu para aproveitar bem. Terça-feira, dia 21 De volta a Montevidéu, tirei o dia para conhecer os museus e bicicletar pelos parques e ramblas no fim do dia. Como disse antes, a maioria não cobra entrada, e acho um bom programa para conhecer um pouco mais da história e cultura do Uruguai. A lista peguei no próprio albergue, com horários de funcionamento, visita guiada e valor da entrada (quando tinha). Recomendo ir, pelo menos, a Casa del Gobierno (em frente à Plaza Independencia), ao Palacio Taranco, ao Museo de Artes Visuales-MAV (no Pque. Rodó) e ao Palacio Legislativo, às 15h tem visita guiada em português e espanhol e paga-se UYU 70,00.
  12. Olá a todos! Fico feliz em poder contribuir um pouco aqui, ainda mais depois de dois anos sem viajar! Vou incluir comentários indicando valores, locais visitados, albergues e sites de empresas de ônibus. Tentarei ser o mais breve, mas sempre vem detalhes que podemos achar importantes repassar. Qualquer curiosidade ou dúvida que não esteja expressa no relato, me mandem mensagem, que tentarei responder a todas e o mais breve possível. Vamos lá! Período de visita: 17 a 24 de outubro de 2014, com saída às 7:25h do Rio de Janeiro e às 20:25h de Montevidéu, ambos pela TAM. Dias em cada cidade: 4 em Montevidéu, 1 em Punta del Este, 1 em Colonia, 1 em Cabo Polonio e 1 no Pq Sta Teresa. Cotação média: BRL 1,00 = UYU 9,30. Melhor câmbio: Santander, sacando acima de UYU 4.000,00 - o equivalente a BRL 414,00. Infelizmente, deixei como último recurso, pois cada saque você paga uma tarifa de R$ 20, mas mesmo assim é a melhor cotação. Trocando em espécie, troquei a maior parte na empresa Cambio Uruguay, com cotação a UYU 9,40. Há várias unidades, mas comprei na localizada em frente à saída do Terminal Tres Cruces (http://www.trescruces.com.uy). Hostel: o Dolce Vita (http://www.dolcevitahostel.com.uy) está localizado em Palermo, bairro próximo do Centro e da Ciudad Vieja. Com 20 minutos caminhando, chega-se à Plaza Independencia. O seu staff é bastante atencioso, os quartos são amplos e confortáveis, apenas o quesito banheiro que pode ser ruim, em caso de alta temporada (há apenas 2 boxes femininos e 1 masculino). O café é simples, mas suficiente, com 2 opções de suco e geleia, cereal, além dos básicos pão, manteiga, leite, café, chá e achocolatado. Gastos pessoais aproximados: Alimentação na rua (restaurantes e padaria) BRL 184,50 UYU 1.715,00 A média está em UYU 200,00 por refeição. Lanches costumam ser um pouco mais baratos. Alimentação em mercado BRL 80,90 UYU 752,00 Albergues (quartos de 4 e 8 camas) BRL 297,90 UYU 2.770,00 A noite estava UYU 430 em quarto de 4 camas no Dolce Vita e UYU 250,00 no Lo de Marcelo (Cabo Polonio) Museus (maioria tem entrada gratuita) BRL 9,70 UYU 90,00 Transporte urbano e interurbano BRL 305,40 UYU 2.840,00 Encontrei tarifas de UYU 16 (boleto céntrico), UYU 23 e UYU 45, este sendo do aeroporto até o Centro de Montevidéu. As empresas de transporte interurbano estão todas no terminal Tres Cruces (http://www.trescruces.com.uy). Lá é possível entrar no site de cada uma se quiser informações de outras cidades destinos que não Montevidéu. Nas próximas postagens, o que estiver expresso em pesos uruguaios, para converter ao real, basta dividir por 9,30. Atenção: No aeroporto, troquei apenas o suficiente para pegar o ônibus urbano, pois a cotação é de BRL 1,00 = UYU 8,00. As linhas 700, 710 ou 711 - tarifa UYU 45 e 60 - deixam no terminal TC, onde trocamos boa parte e seguimos para o hostel. Quem preferir, pode ir direto no bus urbano, que vai até a av. Uruguay, paralela à 18 de julio, com muitas opções de câmbio também. O que fazer em Montevidéu: O percurso da Ciudad Vieja, começando na Plaza Independencia e terminando no Mercado del Puerto, ou o contrário. Os pontos percorridos estão no percurso marcado de vermelho do seguinte mapa: http://www.uruguai.org/wp-content/uploads/plano-turistico-de-montevideo.jpg. Levei em torno de 4h para percorrê-lo, com bastante calma. Ao fim do dia, retornei pela famosa Rambla, ponto de encontro dos uruguaios e tomei a cerveja Patricia. Outros bairros a conhecer são Pocitos e Punta Carretas, localizados às margens do Río de la Plata a 15 minutos de ônibus (UYU 23,00). Em P. Carretas, tem uma feira que ocorre aos sábados e em outro dia da semana (não me lembro se terça ou quarta), com produtos diversos (roupas, acessórios, lembranças, itens pro lar), todos bem bacanas e com bom preço. O local fica numa praça em frente a rua José Vázquez Ledesma. Caminhando pela rambla até Pocitos,pode-se tirar foto no letreiro "Montevideo" e ter uma vista ampla da costa. Peguei um bus ali próximo, que tinha um ponto final, para a Ciudad Vieja e na Av. Gal. Rondeau, peguei outro para o Mercado Agrícola de Montevideo - MAM, outro local interessante, com variada opção de almoço e produtos diversos de alimentação. Dependendo do dia, há atividades e se vê bastante família uruguaia por lá. Almocei sábado lá, escolhi um restaurante cubano, com pratos na faixa de UYU 220 a UYU 350. Havia outros mais em conta, mas eram massa ou hambúrguer/chivito, e eu já sentia falta do arroz. Comprei pra tarde umas empanadas numa tenda que fica no 1° corredor à direita de quem entra, com muitas opções de sabores. Valor a UYU 35. Voltei à Ciudad Vieja e fiz uma visita guiada no Teatro Solís (UYU 20) que não consegui no dia anterior, apesar de eles terem vários horários. Interessante para conhecer o interior e um pouco mais da história. Sair à noite a um "boliche" dançante, dependendo do que você vai fazer no dia seguinte, é complicado. Ah, boliche na verdade é o nome que se dá aos bares e boites em Montevidéu. Eles costumam abrir à 0h, mas só enchem mesmo depois de 1:30h. Fica bom ir a uma lanchonete ou mesmo boliche barzinho para comer/beber algo, já pra socializar e depois partir para o com música (quem curte, claro).[/color]
  13. 10º dia - Cuzco-Águas Calientes - 26/07 - seg O tour de hoje é pelo Valle Sagrado, passando por Pisac, Urubamba, Ollantaytambo e Chincheros. Acordei ainda com dúvidas se faria hora em Ollanta ou seguiria até Chincheros e tomaria um ônibus ou táxi voltando. Acabei optando pela segunda, pois no grupo havia um casal que voltaria de lá e decidimos rachar um táxi. Deixei o mochilão no hostel Pirwa e levei apenas uma pequena. Demora um pouco chegar em cada um dos lugares, são bem distantes. Sorte que encontrei um brasileiro, de Londrina-PR, com quem fui conversando durante toda a viagem. A primeira parada foi em uma feirinha, mas não a principal de Pisac. Esta estava fechada pelo feriado dos dias pátrios. Não comprei nada por lá. O melhor lugar para poupar nas lembrancinhas é em Cuzco mesmo, na feira que fica na Av. Sol. Tem um mega espaço, tipo um galpão, com muitas opções. Após a visita em Pisac, fomos a Urubamba para almoçar. O local em que comemos não era muito bom. Ao lado, porém havia um a la carte. Todos os restaurantes ficam próximos um do outro. Como ninguém te obriga, você pode sair e ver nos outros qual mais te agrada, tanto em gosto quanto em grana. Dali, partimos para Ollantaytambo. O lugar é magnífico. Aliás, tudo lá é espetacular, mágico. Quando decidi ir ao Peru, não queria só Machu Picchu, porque achei que seria muito gasto de passagem para um lugar apenas, mesmo sendo meu sonho e a 1ª maravilha do mundo. Mais um hora de estrada e passamos rapidamente por Chincheros. Na volta, o guia nos ajudou a baratear o táxi. De volta a Ollanta, fiz uma horinha numa hospedagem-restaurante que fica a uns 100 metros da estação. Comida barata e gostosa. Agora vem uma surpresa pra agitar! Quando cheguei à Eestação, ta-dam! O bilhete que eu havia comprado era para um horário que não existia! A droga do site me vendeu algo que não valia. Resultado, peguei o último deles. Em vez de 21h, sairia as 22:50h. Ia chegar em Águ Calientes 1h! Voltei para o Centro da cidade e fui ligar para o hostel. Dizendo que havia atrasado o trem, pois eles me buscariam na estação de lá. Cheguei, um rapaz estava com uma plaquinha com meu nome. Fomos conversando até chegar ao hostel, que é na rua de cima da estação, muito perto. Porém, pelo horário, o trem nos deixou mais distante, na parte de baixo da cidade. O rapaz disse o porquê, mas não entendi muito bem. Estava com sono e ansioso ao mesmo tempo, mas prestei atenção. No hostel, ele perguntou que horas me levantaria para preparar o café. Pedi às 5h, mesmo sabendo que já seria tarde para pegar as limitadas senhas para o Wayna Picchu. Almoço - S/ 20,00 Refrigerante - S/ 2,00 Táxi - S/ 14,00 Biscoitos e água para MP - S/ 6,50 Jantar - S/ 19,00 Trem a Águas Calientes - US$ 62,00 11º dia - Águas Calientes - Machu Picchu - 27/07!!! Ainda que tenha ido de ter ido dormir quase às 2h, levantei como se tivesse dormido uma noite inteira! (vou concluir esse dia depois, pois é muuuuito longo) Entrada em MP: S/ 63,00 Ônibus Ida-vol a MP: S/ 40,00 (pode-se comprar apenas ida ou apenas volta, acho tempo perdido, melhor economizar as energias para andar na ciudadela) Lanche em MP: S/ 31,00 Banheiro: S/ 1,00 cada vez Diárias: S/ 80,00 (não consegui negociar porque reservei assim, me cobraram dois dias integrais) 12º dia - Águas Calientes - Cuzco - 28/07 - qua Feriado, foi mais um dia para compras. Passagem de van para Cuzco - S/ 10,00 Lembranças e presentes do niver da mãe - S/ 173,00 Diária - S/ 30,00 (Deixei S/ 5,00 pagos antecipados para reservar) 13º dia - 29/07 - Cuzco - Lima - São Paulo - Rio de Janeiro Um retorno bem turbulento para casa. Quase pernoitei em SP. (Mais detalhes em breve). Apenas um alerta: evitem a Taca!
  14. Dia 25/07 dom Cusco Cheguei a Cuzco pela manhã, por volta de 7:30h. O tempo prometia. Peguei um táxi até o albergue Walk On Inn porque já havia feito a reserva, mas não estava com muita vontade de ficar lá devido ao incidente da nota manchada. Eu ainda tinha algumas que provavelmente o hostel não iria aceita. Vários fatores me levaram a buscar um outro albergue: 1) Dormitório cheio: não pude tomar banho nem nada. Apenas a partir das 11h. 2) A lavanderia não iria funcionar no dia porque era domingo. No seguinte, eu já iria para Machu Picchu. 3) Café da manhã não era incluso, com diária de S/ 35. 4) Ficava no fim da Calle Suiza. Alta pra cacete. Bom, "andei, andei, andei até encontrar" local pra ficar na mesma rua, mas bem no início. O hostel Pirwa. Apesar do cheiro de gato nas áreas públicas, a diária era S/ 30 com café incluso. Até procurei outros lugares, mas ou eram mais caros ou não tinham vagas. Fiquei lá mesmo e não me arrependo. Bom, como tinha andado pacas, tava cheio de fome e cansado. Voltei para o Walk On Inn, tomei meu café lá completo e recolhi minhas coisas para ir ao Pirwa. Chegando lá, deixei minha roupa. Aproveitei para limpar algumas, além do que precisava, para poupar a mamãe na volta da viagem...rs Tomei um banho e corri para organizar o meu dia. Encontrei esse desfile de universidades em comemoração às Festas Pátrias de 28 de julho - Independência do Peru. Brinco que foi festa para me recepcionar...rs upload/galeria/fotos/20100918233250.jpg Comprei o city tour e o valle sagrado em agências diferentes. O primeiro ficou pela Promotur's. O segundo pela Marcelo's, que foi bem mais organizada, com um ótimo guia. Almocei às preças num restaurante escondidinho que ficava na rua de trás da Plaza de Armas, Choquechaca, chamado Piedras y Carbón. Uma pena, porque o prato estava lindo e muy exquisito. Dali, fui a Plaza Regocijo, depois voltei pra de Armas, uma confusão. O passeio começou às 14:30h por conta de uns probleminhas com uma senhora que não podia andar e atrasamos a chegada até o templo Qoricancha e com isso não visitamos Puka Pukara. Andamos até o 1º templo. Depois da visita, pegamos uma van até Sacsaywaman, magnífico, depois para Qenko e Tambo Machay, já inclusos no boleto turístico. Terminamos às 18h já às escuras. Qoricancha por dentro upload/galeria/fotos/20100918233304.jpg E por fora upload/galeria/fotos/20100918233324.jpg Sacsaywaman e sua maior pedra upload/galeria/fotos/20100918233339.jpg upload/galeria/fotos/20100918233355.jpg O City Tour foi, no final, muito bom. O guia, apesar de ter uma cara de doidão, conhecia muito. Além do mais me misturei com uma argentina e um chileno (que usava uma blusa de MG). Cheguei nele falando português quando percebi que não era brasileiro...rs De noite, um jantarzinho diferenciado no bairro de San Blás, Carmen Alto. O nome do restaurante não lembro, mas é o primeiro da rua, à esquerda da cuesta San Blás. A sopa de quinoa e o ceviche estavam ótimos. Conheci um casal de Londrina-PR que iriam o dia seguinte para MP. Batemos altos papos, afinal, até então não tinha encontrado brasileiros para conversar...rs Tentei buscar um lugar jovem depois dali. Entrei num pub que ficava numa das esquinas da Plaza, mas só tomei uma cusqueña e fui dormir. Teria que estar cedo de pé para o tour do Valle Sagrado. Diária S/ 30,00 Lavanderia S/ 9,00 (3 kg) City Tour S/ 15,00 Valle Sagrado S/ 25,00 Qoricancha S/5,00 Boleto turístico S/ 70,00 (com carteira de estudante) Almoço com Inca Kola S/ 18,00 Jantar com taca de vinho S/ 40,00
  15. Pois é, às vezes não temos escapatória. Eu tbm só posso tirar no meio do ano ou início, isso se meu chefe concordar em dar férias juntamente à faculdade. Obrigado pela força. Definitivamente vou fechar isso hoje. Sobre os gastos, tenho tudo anotado. Até bala que eu comprei...rs Quem quiser, pode me pedir que envio para o e-mail de cada um. Pus aqui apenas o essencial: refeições, passeios, tíquetes de ônibus e entradas em museus.
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